Tag: Mato Grosso

  • Estudo avalia eficiência de tecnologias biológicas em milho

    Estudo avalia eficiência de tecnologias biológicas em milho

    Um estudo conduzido pelo engenheiro agrônomo Ivalino Alves Xavier Pinto avaliou a eficácia de bioestimulantes e da bactéria Azospirillum brasilense no desenvolvimento inicial do milho. A pesquisa, intitulada “Avaliação da eficiência do tratamento de sementes com bioestimulantes e Azospirillum na promoção do desenvolvimento inicial na cultura do milho”, revelou que os bioestimulantes tiveram melhor desempenho em condições de campo, enquanto a inoculação mostrou maior eficácia em laboratório.

    O milho é uma das culturas mais importantes do Brasil, com grande impacto econômico e social, especialmente em estados como Mato Grosso. Diante disso, estratégias para melhorar o crescimento das plantas, como o uso de bioestimulantes e inoculantes, têm ganhado destaque. Essas tecnologias podem:

    • Aumentar a eficiência nutricional
    • Melhorar a tolerância a estresses (seca, temperaturas extremas)
    • Promover a fixação biológica de nitrogênio

    Metodologia e resultados do estudo

    O experimento foi realizado no laboratório de sementes da Fundação Rio Verde e na Fazenda Guatá, em Lucas do Rio Verde (MT). Foram testados:

    • Inoculação com Azospirillum brasilense (Azotop)
    • Bioestimulantes (Stimulate, Biozyme, Germinate e Radifarm)
    • Um grupo controle (sem bioestimulantes)
    Principais achados:
    • Bioestimulantes promoveram maior vigor nas plantas, com destaque para o Biozyme, que apresentou melhor desempenho no desenvolvimento radicular e da parte aérea.
    • A inoculação com Azospirillum teve efeito significativo apenas em laboratório, indicando que sua eficácia pode depender de condições controladas.
    • Não houve interação significativa entre bioestimulantes e inoculação, sugerindo que seus efeitos são independentes.

    Implicações para o agronegócio

    Os resultados indicam que bioestimulantes podem ser uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento inicial do milho, enquanto a inoculação pode exigir ajustes para melhor adaptação em campo.

    Engenheiro agrônomo Ivalino Alves Xavier Pinto. Foto: divulgação

    “O impacto dessas tecnologias varia conforme fatores ambientais, indicando a necessidade de mais estudos para otimizar seu uso”, afirma Ivalino Pinto.

    A banca examinadora aprovou a pesquisa, o que credencia o autor ao título de Mestre em Agronomia pela Unoeste, em parceria com a Unilasalle/Lucas, por meio do projeto PCI/Capes.

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  • Rota da Banana fortalece produção e sustentabilidade em MT

    Rota da Banana fortalece produção e sustentabilidade em MT

    A banana-da-terra, símbolo da culinária mato-grossense, ganhou uma rota exclusiva para estimular sua produção no estado de Mato Grosso. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) lançou, nesta sexta-feira (13), o projeto “Rota da Banana: Sustentabilidade na Bananicultura em Mato Grosso”.

    A iniciativa recebeu investimento de R$ 1,3 milhão e será executada pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Lírios. O lançamento ocorreu no cinturão verde Facão, no município de Cáceres, região Oeste do estado.

    Rota da Banana

    A Rota da Banana vai integrar 24 municípios, conectando produtores à agroindústria, ao mercado consumidor e ao varejo regional. O objetivo é fortalecer a cadeia produtiva da fruta com capacitação técnica, inclusão produtiva e soluções logísticas. “Estamos ligando quem produz a quem consome, superando gargalos logísticos e ampliando a renda no campo”, afirmou o ministro Carlos Fávaro. Segundo o ministro, um hectare plantado com banana pode gerar até R$ 120 mil de renda bruta por ano.

    Agricultura familiar

    Com a nova rota, o projeto busca ampliar esse potencial e multiplicar os ganhos para os agricultores familiares. A coordenadora do projeto, Maria Fernanda Figueiredo, destacou o apoio direto à produção de alimentos saudáveis no campo. “O governo demonstra sensibilidade com o agricultor familiar, garantindo benefícios para quem colhe e para quem consome”, afirmou.

    Durante o evento, a prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, lembrou a trajetória do produtor Ciro Cercino dos Santos. Ciro pensou em desistir da produção, mas encontrou no projeto o apoio necessário para continuar produzindo no município. Reconhecido pelo trabalho como pesquisador, ele validou a variedade BRS Terra Anã e foi homenageado durante a cerimônia. Hoje, Ciro cultiva cerca de 6 mil bananeiras em uma área de três hectares, em Cáceres. A produção de banana chips abastece mercados locais e fortalece a agroindústria regional.

    Municípios envolvidos

    A Rota da Banana poderá beneficiar diretamente mais de 600 mil pessoas na região Oeste de Mato Grosso. Os municípios envolvidos são: Campos de Júlio, Comodoro, Nova Lacerda, Conquista do Oeste, Pontes e Lacerda e Vila Bela da Santíssima Trindade. Também integram a rota: Vale do São Domingos, Jauru, Figueirópolis do Oeste, Indiavaí, Araputanga, Reserva do Cabaçal e Porto Esperidião. Completam a lista: Glória do Oeste, São José dos Quatro Marcos, Mirassol D’Oeste, Curvelândia, Lambari do Oeste, Rio Branco e Salto do Céu. Cáceres, Poconé, Nossa Senhora do Livramento e Várzea Grande também fazem parte da iniciativa.

    Dia de Campo leva conhecimento técnico ao produtor

    Durante o lançamento, cerca de 500 participantes acompanharam o Dia de Campo da Rota da Banana. Produtores, técnicos e estudantes visitaram cinco estações técnicas com foco em produção sustentável da banana. Em geral, as atividades abordaram mecanização, irrigação, cultivo racional e cuidados fitossanitários. Ou seja, a ação reforçou a proposta do projeto: promover eficiência produtiva e sustentabilidade na bananicultura regional.

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  • Ministério da Agricultura confirma foco de gripe aviária em aves domésticas no Mato Grosso

    Ministério da Agricultura confirma foco de gripe aviária em aves domésticas no Mato Grosso

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou neste sábado (7) a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em uma criação de aves domésticas de subsistência no município de Campinápolis, Mato Grosso. Este é o quarto foco da doença identificado em aves de subsistência no Brasil.

    Após a suspeita, o Serviço Veterinário Oficial interditou a propriedade e coletou amostras para análise laboratorial, que confirmaram a presença do vírus. Em resposta, foram iniciadas neste domingo (8) medidas de erradicação e ações de vigilância em um raio de 10 quilômetros ao redor do foco. O Mapa informou que não existem estabelecimentos avícolas comerciais nessa área, o que reduz o risco para a produção em larga escala.

    O ministério ressaltou que a ocorrência do foco em aves de subsistência não impõe restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. O consumo e a exportação de carnes e derivados permanecem seguros para os consumidores e mercados internacionais.

    Além disso, o novo foco mantém inalterado o período de vazio sanitário de 28 dias em Montenegro (RS), onde autoridades confirmaram um caso da doença em uma granja comercial de matrizes. O vazio sanitário é uma medida preventiva para evitar a disseminação do vírus.

    Desde a primeira confirmação de gripe aviária em granjas comerciais no Brasil, em maio, o governo tem intensificado o monitoramento e as ações de biossegurança para conter a doença. Até o momento, o país investiga outros casos suspeitos, todos em criações domésticas ou aves silvestres, sem impacto nas exportações.

    O Ministério da Agricultura reforça a importância da manutenção das medidas sanitárias para proteger o setor avícola e garantir a segurança alimentar da população.

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  • Governo de Mato Grosso investe R$ 720 milhões para impulsionar agricultura familiar

    Governo de Mato Grosso investe R$ 720 milhões para impulsionar agricultura familiar

    O  destinou R$ 720 milhões à agricultura familiar nos últimos seis anos, promovendo uma série de entregas e iniciativas que visam fortalecer a produção rural e ampliar o uso de tecnologia no campo. Os investimentos, coordenados pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), possibilitaram a entrega de 7.709 máquinas e equipamentos. São patrulhas mecanizadas, caminhões, caminhonetes, plantadeiras, ordenhadeiras e unidades de resfriamento para auxiliar a produção.

    Além dos equipamentos, o governo distribuiu 28 mil doses de sêmen, 2.875 embriões bovinos e 1.894 novilhas prenhes, contribuindo para o melhoramento genético dos rebanhos. Entre as ações de apoio à produção agrícola, foram entregues mais de 61 mil toneladas de calcário. Além de 991,5 mil mudas de cacau, café e banana, beneficiando inclusive comunidades quilombolas e indígenas por meio do programa MT Produtivo.

    Francisco Costa, agricultor familiar e cooperado da Cooperativa de Produtores Familiares de Várzea Grande (Coopeveg), destaca a importância do apoio estatal. “Os investimentos do Governo melhoraram muito a nossa produção. Eu e minha família vivemos da agricultura familiar. A Seaf e a Empaer são fundamentais para nós, e hoje vivemos 100% dessa maravilha”, afirma o produtor.

    A Coopeveg recebeu três caminhões do governo, o que, segundo os cooperados, melhorou significativamente a logística da cooperativa. “A gente agradece muito o apoio e o suporte que o Governo nos dá com a Seaf e a Empaer, que não medem esforços para nos atender”, completa Francisco.

    Fundo de Apoio à Agricultura Familiar

    Outro destaque é a criação do Fundo de Apoio à Agricultura Familiar (Fundaaf). Ele está em fase de implantação e o Tesouro Estadual financiará o projeto, destinando 4% do Fethab em 2025 e 5% em 2026 para fomentar o desenvolvimento rural sustentável.

    Em parceria com o Banco Mundial, o programa MT Produtivo prevê mais de R$ 500 milhões em investimentos para fortalecer a produção sustentável de alimentos, com foco em geração de renda, inclusão produtiva e sustentabilidade. A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) tem papel fundamental nesse processo, oferecendo assistência técnica especializada que garante mais eficiência e renda para famílias rurais, incluindo indígenas e quilombolas.

    O impacto das ações também é percebido pelos consumidores. “Conseguimos agregar valor ao produto e à mão de obra do produtor. Em Colniza, a produção de café está a todo vapor e o apoio do Governo fez toda a diferença”, relata Rogério Alexandre, entusiasta da produção local.

    Crédito e Inovação Tecnológica

    Para ampliar o acesso ao crédito, o Governo do Estado oferece a linha Desenvolve Rural, por meio da agência Desenvolve MT.. São financiamentos de até R$ 1,5 milhão para aquisição de máquinas e implementos agrícolas, atendendo produtores de culturas temporárias, permanentes, pecuária e piscicultura.

    Na área de inovação, a Empaer desenvolveu uma tecnologia de análise de solo com uso de drones e mapeamento digital. Reduzindo a necessidade de coletas físicas e tornando o diagnóstico mais rápido e sustentável. A pesquisa foi conduzida na comunidade quilombola de Mata Cavalo. E contou com apoio do Programa REM Mato Grosso, que investe em práticas sustentáveis de uso da terra.

    Segundo o pesquisador Wininton Mendes, a iniciativa representa um avanço na integração entre tecnologia e agricultura familiar. E pode servir de modelo para outras comunidades rurais e quilombolas do Estado.

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  • Mancha-alvo no algodão: manejo assertivo evita perdas na safra

    Mancha-alvo no algodão: manejo assertivo evita perdas na safra

    A mancha-alvo, causada pelo fungo Corynespora cassiicola, tem se tornado uma ameaça crescente nas lavouras de algodão do Mato Grosso, especialmente nas últimas duas safras. Tradicionalmente, os produtores focavam no controle da ramulária, mas o avanço da mancha-alvo exige estratégias fitossanitárias mais robustas para evitar quedas de produtividade.

    O aumento da doença está associado à sucessão soja-algodão, que favorece a sobrevivência do fungo nos restos culturais, além da redução da eficácia de alguns fungicidas, como as carboxamidas. Com o período crítico de controle da doença ocorrendo entre março e maio, o manejo preventivo se torna urgente para evitar prejuízos.

    Por que a mancha-alvo está se tornando um problema maior?

    Segundo Marcelo Gimenes, gerente de Fungicidas da ADAMA, a falta de produtos específicos para o algodão e o foco excessivo no controle da ramulária deixaram a mancha-alvo em segundo plano.

    “O cotonicultor sempre priorizou a ramulária e foi pego de surpresa pela agressividade da mancha-alvo nos últimos anos. A rotação soja-algodão também contribui, pois o fungo sobrevive nos restos culturais, aumentando a pressão a cada safra”, explica Gimenes.

    Abrapa e Aprosoja-MT alertam para manejo integrado

    Diante do cenário preocupante, entidades como a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) e a Aprosoja-MT estão reforçando a necessidade de ajustes nas estratégias de controle.

    “O uso de fungicidas adequados, nos momentos certos, é essencial para evitar perdas. A ADAMA, em parceria com instituições como o IMAmt (Instituto Mato-grossense do Algodão), tem desenvolvido recomendações assertivas para o manejo da doença”, destaca Gimenes.

    Estratégias eficazes para controle da mancha-alvo

    • Rotação de culturas – Evitar a sucessão soja-algodão em áreas com histórico da doença.
    • Uso de fungicidas específicos – Priorizar produtos com eficácia comprovada contra Corynespora cassiicola.
    • Monitoramento constante – Identificar os primeiros sintomas para aplicações preventivas.
    • Manejo de restos culturais – Reduzir a sobrevivência do fungo na palhada.

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  • Veja momento raro de caçada de jacaré no Pantanal

    Veja momento raro de caçada de jacaré no Pantanal

    A influenciadora digital e amante da natureza Lyessa Scarlett, criadora do perfil @pantanalblog, registrou um momento raro da vida selvagem no Pantanal: o exato instante em que um jacaré captura uma cachara, peixe nobre e típico da região. O vídeo, gravado em Mato Grosso, mostra a força e a dinâmica natural do bioma, com o réptil segurando a presa ainda inteira na boca antes de sumir na vegetação ribeirinha.

    “Que privilégio estar no lugar certo, na hora certa”, escreveu Lyessa ao compartilhar o registro, que rapidamente chamou a atenção nas redes sociais. A cachara (Pseudoplatystoma fasciatum) é um peixe valorizado tanto pela pesca esportiva quanto pela gastronomia regional, mas também faz parte da dieta de predadores como o jacaré, ilustrando a complexa cadeia alimentar pantaneira.

    De observadora a divulgadora da vida selvagem

    Lyessa Scarlett se apaixonou pela fauna pantaneira em sua primeira visita ao bioma. E assim, decidiu criar o @pantanalblog para compartilhar a beleza e a importância da região, registrando cenas impressionantes apenas com um celular. Hoje, além de documentar a biodiversidade local, ela organiza expedições acessíveis para observação de onças-pintadas, levando turistas e entusiastas para experiências imersivas na natureza.

    Por que o vídeo da caçada chamou atenção?

    • Cena autêntica: mostra a crua realidade da vida selvagem, sem interferência humana.
    • Raridade: capturar o momento exato de uma caçada é difícil, ainda mais com um peixe de grande porte como a cachara.
    • Conscientização: Lyessa usa seu alcance para promover a preservação do Pantanal, um dos ecossistemas mais ricos do mundo.

    O registro reforça a importância de proteger o Pantanal e suas espécies, enquanto revela a beleza brutal da natureza. Para acompanhar mais conteúdos como esse, siga @pantanalblog nas redes sociais.

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  • Veja as 10 picapes mais vendidas no Brasil; Hilux lidera, chinesas empacam

    Veja as 10 picapes mais vendidas no Brasil; Hilux lidera, chinesas empacam

    O campo continua acelerando forte nas estradas brasileiras. Em março, o segmento de picapes emplacou nada menos que 36.697 unidades, segundo a Fenabrave. Isso representa um salto de 9,3% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 8% frente a fevereiro. O Agro em Campo apresenta a lista das 10 picapes mais vendidas no Brasil em março. Afinal, quase 20% de todos os veículos registrados no país no mês — que somaram 184.068 — eram picapes.

    E não é à toa. Essas máquinas viraram braço direito do agro, por exemplo. São indispensáveis na lida diária de produtores, técnicos e prestadores de serviço. Enfrentam lama, buraco e poeira sem reclamar, carregam o que for preciso e ainda garantem conforto até nas viagens mais longas. Sendo assim, na prática, viraram extensão da fazenda.

    Com o agro em ritmo acelerado, as vendas acompanham. E entre as picapes médias, a disputa segue acirrada. A Toyota Hilux liderou mais uma vez com 3.413 unidades, mesmo com uma leve queda de 2,4% frente a março de 2024.

    A Ford Ranger até tentou. Cresceu quase 80% e vendeu 2.497, mas ainda ficou longe da rival japonesa. A S10, da Chevrolet, veio logo atrás com 2.330, quase colada na Ranger.

    Foto: Divulgação – Ford

    A Frontier, da Nissan, manteve a 4ª colocação, com 944 unidades. Logo atrás, a estreante Mitsubishi Triton (699) deixou a Fiat Titano (618) comendo poeira e fechou o top 5.

    Na rabeira, a história muda. Conforme a lista avança, o desempenho desaba. A chinesa BYD Shark emplacou só 122, enquanto a JAC Hunter, com apenas 31 unidades, mal entrou no radar. Pelo visto, conquistar espaço nesse terreno ainda vai exigir bem mais das marcas chinesas.

    Ranking – 10 Picapes médias mais vendidas em março de 2025:

    1. Toyota Hilux – 3.413 unidades
    2. Ford Ranger – 2.497
    3. Chevrolet S10 – 2.330
    4. Nissan Frontier – 944
    5. Mitsubishi Triton – 699
    6. Fiat Titano – 618
    7. Volkswagen Amarok – 540
    8. Mitsubishi L200 – 511
    9. BYD Shark – 122
    10. JAC Hunter – 3

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  • Rainha do Pantanal: onça-pintada dá salto de cinema em MT

    Rainha do Pantanal: onça-pintada dá salto de cinema em MT

    Uma onça-pintada virou protagonista de um verdadeiro espetáculo da natureza em Porto Jofre, a 104 km de Cuiabá (MT), no coração do Pantanal. O salto cinematográfico da Rainha do Pantanal, ao mergulhar no rio atrás da presa, foi publicado pelo perfil Pantanal Blog. O vídeo se alastrou nas redes sociais.

    Com um bote certeiro e um pulo que beirou os dois metros, a onça riscou o ar como um raio dourado, deixando claro quem manda nas águas do Pantanal. A cena, digna de aplausos, trouxe à tona toda a habilidade desse predador que reina absoluto entre jacarés, capivaras e até sucuris.

    Grande nadadora

    Enquanto outros grandes felinos preferem correr na terra firme, a onça-pintada se joga na água sem pensar duas vezes. Nadadora nata, chega a atingir 32 km/h em seus nados silenciosos. Com sua mandíbula que mais parece uma prensa hidráulica, ela perfura carapaças e crânios como quem parte um galho seco. É como se a selva lhe desse carta branca para mandar no pedaço.

     

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    Uma publicação compartilhada por @agroemcampo

    A destreza não vem só do corpo musculoso, mas do instinto apurado. A onça é mestra das emboscadas. Espera, analisa, se esconde, calcula cada passo — e, no momento certo, salta. Um salto que, naquele dia em Porto Jofre, parecia desafiar a gravidade.

    O Pantanal, com suas curvas d’água e ilhas que mudam de lugar a cada cheia, é mais que um lar. É palco. E a onça, com seu manto dourado e manchas negras, é atriz principal. Ela não apenas caça, mas performa. Nada de coadjuvante: é estrela, a Rainha do Pantanal.

    A cena impressionante levanta, no entanto, um alerta. O espetáculo só acontece porque ainda há palco. Sem o Pantanal, sem a mata ciliar, sem as margens onde ela pisa e os rios onde ela se lança, não tem salto. Não tem onça. O rugido vira silêncio.

    Por isso, o vídeo não é só bonito — é um grito. Um lembrete de que, por trás de cada clique, há um ecossistema inteiro tentando continuar de pé. A rainha do Pantanal mostrou serviço. Agora, é nossa vez de garantir que o show não pare.

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  • Mato Grosso registra aumento nas exportações de carnes no 1º trimestre

    Mato Grosso registra aumento nas exportações de carnes no 1º trimestre

    No primeiro trimestre de 2025, Mato Grosso consolidou sua posição como um dos principais exportadores de carnes do Brasil. As exportações de carne bovina, suína e de aves do estado apresentaram um crescimento significativo tanto em volume quanto em faturamento, impulsionadas por uma estratégia de diversificação de mercados e investimentos em sanidade e logística.

    O volume de carnes exportadas aumentou 8,58%, passando de 157,2 mil toneladas no primeiro trimestre de 2024 para 170,7 mil toneladas em 2025. O faturamento saltou 19,3%, de US$ 604,9 milhões para US$ 721,7 milhões no mesmo período.

    Os principais destinos das exportações foram China, Estados Unidos, Chile, Rússia e Itália.

    Carne bovina: destaque nacional

    A carne bovina foi o destaque, com 137 mil toneladas exportadas, gerando US$ 654,7 milhões. Isso representou 20,5% de todas as exportações brasileiras de carne bovina, colocando Mato Grosso em segundo lugar no ranking nacional, atrás apenas de São Paulo.

    As exportações de carne suína cresceram 32%, com 7,8 mil toneladas embarcadas, resultando em US$ 17,9 milhões. A China lidera as compras, seguida por Hong Kong, Filipinas, Vietnã e Singapura.

    Carne de aves: Mato Grosso exportou 25,2 mil toneladas de carne de aves, gerando US$ 49 milhões em receita. Isso representa um aumento significativo em relação ao ano anterior, quando foram comercializadas 22,7 mil toneladas (US$ 40,6 milhões). Os principais destinos foram Arábia Saudita, China, Japão, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.

    Análise do setor

    Para o presidente do Sindifrigo-MT, Paulo Bellincanta, os números refletem a eficiência e a consistência da cadeia da carne no estado. “Esse desempenho confirma a eficiência do nosso setor, que tem se destacado tanto pela qualidade quanto pela regularidade das exportações. A diversificação de mercados é um fator estratégico que garante estabilidade e perspectivas positivas”, avaliou.

    Além disso, a organização da cadeia produtiva e a valorização da carne brasileira no mercado global são fatores-chave para o sucesso das exportações. “Do campo à indústria, temos uma cadeia que se modernizou, investe em sanidade e logística, e que hoje compete de igual para igual com grandes players internacionais”, completou Bellincanta.

    A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) destaca que apenas cerca de 30% da produção nacional é destinada ao mercado externo, preservando o abastecimento doméstico e gerando divisas importantes para o país.

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  • Sucuri-amarela exibe tamanho e beleza em vídeo impressionante

    Sucuri-amarela exibe tamanho e beleza em vídeo impressionante

    Em um registro que combina arte e biologia, o fotógrafo de vida selvagem Erisvaldo Almeida capturou imagens raras de uma sucuri-amarela (Eunectes notaeus) em seu habitat natural no Pantanal mato-grossense. O vídeo, que viraliza nas redes sociais, mostra o animal de quase 4 metros em detalhes impressionantes, destacando sua anatomia e comportamento tranquilo.

    A sucuri, visivelmente consciente da presença humana, mantém-se calma: fixa o olhar na câmera, desliza com lentidão e exibe suas escamas amareladas, camufladas entre folhas secas e vegetação.

    Características da sucuri-amarela

    Segunda maior espécie do gênero Eunectes (atrás apenas da sucuri-verde), a sucuri-amarela habita áreas alagadas do Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina. No Pantanal, encontra refúgio ideal:

    • Tamanho: até 4 metros de comprimento;
    • Dieta: alimenta-se de peixes, aves e pequenos mamíferos, matando por constrição;
    • Comportamento: não é peçonhenta e evita confrontos com humanos.
    • Apesar do tamanho assustador, elas são fundamentais para o equilíbrio do ecossistema.

    Vídeo revela beleza e fragilidade

    As imagens destacam não só a grandiosidade da serpente, mas também sua vulnerabilidade. O Pantanal, bioma ameaçado por queimadas e desmatamento, é vital para a sobrevivência da espécie. O trabalho de fotógrafos como Almeida busca, justamente, gerar conscientização.

    Em seu perfil, ele publica vários flagrantes da vida animal, capturados com uma visão única. Vale à pena seguir.

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