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O que acontece de mais importante no segmento você encontra diariamente aqui, no Agro em Campo.

  • Fruta queridinha de Bruna Marquezine regula o intestino e dá energia

    Fruta queridinha de Bruna Marquezine regula o intestino e dá energia

    Bruna Marquezine já revelou que o açaí está no seu ranking de comidas favoritas. Em uma participação no canal americano First We Feast, a atriz apresentou alimentos brasileiros ao público estrangeiro e falou sobre a forma como gosta de consumir a fruta, inclusive com leite em pó.

    “É açaí, não é ‘açái’. ‘Eu vou querer uma tigela de ‘açái’… É açaí, ok? (risos). Alguns tomam com canudo, mas eu prefiro com colher. No Brasil, se come com o que você quiser, granola, frutas… Mas eu gosto com isso (leite em pó). Deve parecer nojento, mas é muito bom.”

    https://www.instagram.com/reel/DNRNWWCPaq1/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Quais são os benefícios do açaí?

    O açaí, especialmente na forma de polpa, contém fibras, lipídios e compostos fenólicos, além de antocianinas, pigmentos responsáveis pela coloração característica do fruto.

    A composição, entretanto, pode variar de acordo com a espécie, o genótipo e o processamento. Pesquisas da Embrapa encontraram diferenças importantes entre amostras de polpas comerciais.

    Ajuda no intestino!

    As fibras presentes no açaí podem contribuir para o funcionamento intestinal quando fazem parte de uma alimentação equilibrada e de uma ingestão adequada de líquidos.

    Além disso, o fruto possui antocianinas e outros compostos fenólicos associados à atividade antioxidante.

    Cuidado com os acompanhamentos

    O perfil nutricional da preparação pode mudar bastante dependendo dos ingredientes adicionados.

    Polpa de açaí sem grandes quantidades de açúcar é diferente de uma tigela preparada com xarope, leite condensado, chocolates, caldas e outros produtos açucarados.

    Por isso, o cuidado não precisa ser com o fruto em si, mas principalmente com a quantidade consumida e os acompanhamentos escolhidos.

    Frutas frescas, sementes ou outros ingredientes pouco processados podem ser alternativas para complementar a preparação.

  • Rodeio Itu Festival 2026 terá pista gratuita e shows de Luan Santana e Gusttavo Lima

    Rodeio Itu Festival 2026 terá pista gratuita e shows de Luan Santana e Gusttavo Lima

    O Rodeio Itu Festival comemora 20 anos com cinco noites de shows entre 4 e 12 de setembro de 2026, na Arena Itu, em Itu (SP). Pela primeira vez, o evento terá entrada gratuita para a pista na abertura, com apresentações de Sorriso Maroto e Guilherme & Santiago.

    A programação também inclui Luan Santana, Pedro Sampaio, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano, Matheus & Kauan, Natanzinho Lima, Dennis DJ e João Bosco & Vinícius.

    Programação do festival
    Data Atrações
    4 de setembro Sorriso Maroto e Guilherme & Santiago — pista gratuita
    5 de setembro Natanzinho Lima e Matheus & Kauan
    6 de setembro Luan Santana e Pedro Sampaio
    11 de setembro Gusttavo Lima e João Bosco & Vinícius
    12 de setembro Zé Neto & Cristiano e Dennis DJ

    Além do sertanejo, o festival terá atrações de pagode, samba e música eletrônica.

    A organização também confirmou dez artistas para o palco Novos Talentos. O espaço receberá duas apresentações por dia, com nomes de diferentes regiões do país.

    Ingressos e setores

    Os ingressos custam entre R$ 70 e R$ 740, de acordo com a data e o setor escolhido. O público poderá optar por:

    • Pista.

    • Pista premium.

    • Camarote único.
    • Camarote prime.

    • Camarote backstage.

    Após os shows, os camarotes terão acesso a festas que seguem até o amanhecer.

    A organização estima receber 50 mil pessoas por noite. Se a projeção se confirmar, o festival superará o recorde anterior, de 40 mil espectadores.

    Os ingressos para os dias 4, 5 e 6 de setembro estão à venda pelo Q2 Ingressos. Já as entradas para os dias 11 e 12 estão disponíveis na BaladAPP.

    Motivo da pista gratuita

    Segundo Herculano Neto, fundador do festival e CEO da NLN Eventos, a entrada gratuita homenageia as histórias construídas pelo público ao longo das duas décadas do evento.

    “Ao longo desses 20 anos, é muito gratificante receber histórias de pessoas que tiveram a oportunidade de ver seu ídolo ao vivo ou contando que conheceu a esposa no festival e agora estão trazendo o filho. Por isso, para que mais pessoas tenham essas oportunidades, nada mais justo do que celebrar nossos 20 anos com a pista gratuita”, afirma.

    O empresário também explica a escolha de artistas de diferentes gêneros para a edição comemorativa.

    “Selecionamos artistas que se conectam com vários estilos musicais para agradar o maior número de fãs”, acrescenta.

    Sustentabilidade e bem-estar animal

    Desde 2023, o Rodeio Itu não realiza mais a prova de montaria em touros. O festival passou a concentrar a programação nos shows e afirma priorizar o bem-estar dos animais envolvidos no evento.

    A organização também informa que neutraliza as emissões de gás carbônico e controla os ruídos gerados durante a programação em parceria com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

    Além disso, o evento faz a triagem, a reciclagem e a destinação adequada dos resíduos. A organização também doa alimentos para entidades sociais e ambientais.

    Em 2025, o festival arrecadou e distribuiu mais de 18 toneladas de alimentos.

    Como o evento começou

    Herculano Neto criou o Rodeio Itu depois de receber a sugestão de um médico que atendia peões da região. Na época, o empresário já trabalhava no setor de entretenimento.

    “Passei por uma cirurgia e quem me operou também atendia os peões da região e me fez quase um desafio: ‘já que você é do ramo de eventos, por que você não promove um rodeio aqui em Itu?’ A partir disso, viramos amigos e comecei a estruturar o festival que agora completa 20 anos”, relembra Herculano.

    Com o tempo, o evento ampliou o espaço dedicado à música. Segundo o fundador, a mudança acompanhou a preferência do público.

    “Nosso line-up acabava encantando muito mais nosso público. E somos movidos a atender pedidos”, explica.

    Palco revela novos artistas

    O palco Novos Talentos oferece espaço para artistas iniciantes se apresentarem diante de um público amplo. A cantora Lauana Prado está entre os nomes que passaram pelo projeto antes de alcançar projeção nacional.

    Em 2026, dez atrações participarão do palco, com representantes do sertanejo, samba, pagode e música eletrônica.

    Artistas que já passaram pelo evento

    Ao longo de 20 anos, o festival recebeu artistas como Daniel, Jorge & Mateus, Marília Mendonça, Luan Santana, Anitta, Thiaguinho, Jorge Aragão e Alok.

    A NLN Eventos promove o evento sob a liderança de Herculano Neto, que atua há mais de 25 anos no setor de entretenimento.

    Serviço

    Evento: Rodeio Itu Festival 2026
    Datas: 4, 5, 6, 11 e 12 de setembro de 2026
    Local: Arena Itu, Itu (SP)
    Ingressos: de R$ 70 a R$ 740
    Pista gratuita: 4 de setembro
    Site: rodeioitu.com.br
    Redes sociais: @rodeioitu no TikTok, Instagram, Facebook e YouTube
    Contato: (11) 2429-1414 e (11) 98163-4820, incluindo WhatsApp

  • Por que agricultores estão espalhando vidro triturado nas lavouras?

    Por que agricultores estão espalhando vidro triturado nas lavouras?

    Espalhar vidro sobre uma lavoura parece, à primeira vista, uma ideia difícil de associar à agricultura. Na Austrália, porém, garrafas descartadas estão sendo transformadas em um produto agrícola rico em silício que já chegou a propriedades produtoras de grãos, frutas, uvas, cana-de-açúcar, leite e carne.

    Não se trata de colocar cacos de vidro no campo. O material reciclado passa por um processo industrial de moagem até se transformar em partículas muito pequenas, semelhantes a um pó ou a grânulos.

    Foto: Reprodução

    A experiência foi mostrada em reportagem do programa Landline, da ABC News da Austrália. Segundo a publicação, um número crescente de produtores australianos começou a pulverizar ou distribuir o produto sobre lavouras e pastagens.

    O interesse está principalmente no silício presente no vidro. Agrônomos envolvidos no projeto afirmam que o elemento pode contribuir para o aproveitamento de nutrientes existentes no solo e para o desenvolvimento das plantas.

    Vidro reciclado vira produto para agricultura

    O material usado no processo vem de garrafas recolhidas pelo sistema de reciclagem de Queensland. Depois, elas seguem para uma fábrica de cerca de 4 milhões de dólares australianos instalada em Brisbane.

    Na unidade, um equipamento cilíndrico de 60 toneladas utiliza cerca de 35 toneladas de esferas cerâmicas para triturar o vidro. O resultado pode ser transformado em pó fino ou em pequenos grânulos destinados ao uso agrícola.

    Alguns produtores misturam o pó com água para pulverizá-lo sobre as plantas. Outros espalham o produto seco diretamente nas áreas cultivadas e nas pastagens.

    O agrônomo David Archer, um dos responsáveis pelo projeto, contou à ABC que a descoberta ocorreu durante testes realizados com plantas.

    “Como a maioria das grandes ideias, foi por acidente”, afirmou Archer. Ele comparou o resultado observado na época à história de João e o Pé de Feijão.

    Atualmente, a fábrica despacha aproximadamente 20 toneladas por semana de produtos feitos a partir do vidro moído. O material chega a propriedades que trabalham com maçã, uva para vinho, grãos, cana, pecuária leiteira e bovinocultura de corte.

    Produtores relatam aumento na produtividade

    O agrônomo Peter Norwood recomenda o uso do produto fabricado em Queensland a produtores australianos há alguns anos.

    Segundo ele, os resultados observados em algumas propriedades chamaram atenção. “Pode haver melhorias de até 25% ou 30% no crescimento e na produtividade das plantas”, disse Norwood à reportagem da ABC.

    David Archer, agrônomo e fundador da iniciativa. Foto: Reprodução

    O agrônomo também aponta potencial de reflexos na pecuária, já que uma pastagem mais produtiva pode interferir na alimentação dos animais. “Isso é uma espécie de divisor de águas”, afirmou.

    Os números apresentados pelos entrevistados, entretanto, são relatos de profissionais e produtores envolvidos no uso do produto na Austrália e não significam que os mesmos resultados ocorrerão em qualquer solo, cultura ou condição climática.

    O que o silício faz no solo?

    A explicação apresentada pelos agrônomos está relacionada à disponibilidade de nutrientes.

    Segundo Archer, o silício pode contribuir para liberar elementos que já estão presentes no solo, mas que não se encontram facilmente disponíveis para absorção pelas raízes.

    Além disso, ele afirma que o elemento pode estimular mecanismos naturais de defesa das plantas diante de condições como pragas, doenças e seca.

    Norwood também destacou à ABC a possibilidade de melhorar o aproveitamento de nutrientes já adquiridos pelo produtor.

    “Temos também uma oportunidade de criar algum nitrogênio gratuito para as plantas, então há algumas vantagens reunidas em uma única solução”, afirmou.

    O uso de silício na agricultura não é uma novidade. O que chama atenção no projeto australiano é a origem da matéria-prima: milhões de garrafas que poderiam se transformar em resíduos passam a integrar novamente uma cadeia produtiva.

    Resultado no gado surpreendeu produtor.

    A experiência também chegou à pecuária.

    Tony Donovan, responsável por operações de leite e carne da Midfield Meats, aplicou o produto à base de silício em aproximadamente um terço dos 14 mil hectares sob sua gestão.

    Tony Donovan, responsável por operações de leite e carne da Midfield Meats. Foto: Reprodução.

    Segundo Donovan, os resultados registrados durante o inverno chamaram a atenção da equipe.

    “Levamos os ganhos de peso no inverno de 0,7 ou 0,8 por dia para 1,4 e até 2 quilos por dia”, relatou.

    Ele também afirmou que houve aumento no crescimento da pastagem. Novamente, os dados representam a experiência relatada naquela propriedade e não devem ser interpretados como garantia de desempenho em outras fazendas.

    A iniciativa, contudo, chama atenção por unir dois problemas diferentes. De um lado, agricultores buscam melhorar a eficiência do solo e reduzir a dependência de alguns fertilizantes. Do outro, cidades precisam encontrar destinos economicamente viáveis para toneladas de vidro descartado.

    Na Austrália, uma possível conexão entre esses dois mundos já está literalmente sendo espalhada pelo campo.

  • Amônia em aviários pode reduzir produtividade em até 9%

    Amônia em aviários pode reduzir produtividade em até 9%

    A amônia gerada pela decomposição da matéria orgânica na cama das aves pode reduzir em até 9% a produtividade dos aviários brasileiros, segundo a DUX Grupo.

    Quando se acumula, o gás piora a qualidade do ar, irrita as vias respiratórias e aumenta o risco de doenças. Concentrações acima de 25 partes por milhão (ppm) já podem causar perdas produtivas. Em alguns sistemas, níveis superiores a 50 ppm reduzem o desempenho das aves em até 9%.

    Efeito sobre as aves

    A amônia elevada também pode diminuir o consumo de água e ração. Além disso, favorece a pododermatite, lesão que afeta as patas dos frangos.

    O problema pode provocar desclassificações e reduzir o valor dos produtos exportados. As patas têm alta demanda em mercados internacionais, especialmente na Ásia.

    Ganho potencial

    De acordo com a empresa, o controle da amônia pode acrescentar, em média, 60 gramas ao peso de cada ave.

    Considerando cerca de 7 bilhões de frangos abatidos por ano no Brasil, a projeção indica até 420 mil toneladas adicionais de carne. O ganho potencial para a cadeia avícola chegaria a R$ 2 bilhões, sem ampliação proporcional da estrutura das granjas.

    Solução para a cama

    A empresa desenvolveu o um produto de aplicação direta sobre a cama das aves. A solução mineral ajuda a neutralizar a amônia e reduzir sua volatilização nos aviários.

    Testes realizados no Brasil e no Peru indicaram redução de 5% a 17,5% nos casos de pododermatite. A empresa afirma que o resultado pode preservar a qualidade das patas e diminuir perdas na cadeia produtiva.

    Monitoramento dos galpões

    A empresa também trabalha na integração do produto com sistemas de monitoramento em tempo real. As ferramentas acompanham os níveis de amônia, a temperatura, a umidade e a pressão dos galpões.

    Com esses dados, o produtor pode identificar alterações rapidamente e agir antes que o ambiente prejudique o desempenho dos lotes.

    Impacto na eficiência

    “A gestão da ambiência representa um dos maiores ganhos de produtividade”, afirma Marcelo Spaziani, CEO da empresa.

    Segundo ele, melhorar a qualidade do ar reduz perdas e aumenta a competitividade da avicultura brasileira. O país lidera as exportações mundiais de carne de frango e está entre os maiores produtores do setor.

  • Nova floresta urbana será ampliada na região norte de Curitiba

    Nova floresta urbana será ampliada na região norte de Curitiba

    Uma floresta urbana com mais de 23 mil m² receberá centenas de novas mudas neste sábado (29), em Curitiba. O plantio ocorrerá nos Altos do Parque Barreirinha, na região norte da capital, em uma área próxima ao condomínio horizontal Lockwood.

    A ação integra o projeto Floresta do Futuro, desenvolvido pela Paysage Corpal. Segundo a empresa, as espécies nativas vão ampliar a vegetação existente e favorecer a biodiversidade local.

    Plantio reúne futuros moradores

    Clientes e futuros moradores do Lockwood participarão do plantio ao lado de amigos e familiares. Além de contribuir para a expansão da área verde, a atividade pretende estimular a convivência entre os participantes.

    A incorporadora também planejou o encontro para aproximar os futuros moradores do espaço preservado. A floresta, contudo, não fará parte das áreas de uso exclusivo do condomínio.

    Área verde ficará disponível à cidade

    A Paysage Corpal decidiu preservar a floresta ainda durante a concepção do Lockwood. Agora, a empresa pretende ampliar a vegetação e destinar a área à cidade de Curitiba.

    Foto: Divulgação.

    “É uma área que poderia ser percebida apenas como um atributo do empreendimento, mas entendemos que seu valor é maior quando se estende à cidade. Preservar essa floresta, ampliar a vegetação e destiná-la a Curitiba é uma forma de deixar um presente que permanece para além do próprio Lockwood”, afirma Gustavo Barreto, CEO da Paysage Corpal.

    Região concentra áreas verdes

    O condomínio fica a pouco mais de três minutos do Parque Barreirinha. Além disso, a área tem acesso à Avenida Anita Garibaldi e fica próxima de escolas, supermercados, serviços e outros bairros de Curitiba.

    O empreendimento oferece terrenos com áreas entre 152 m² e 383,71 m². De acordo com a empresa, os lotes permitem a construção de residências personalizadas.

    O escritório Jayme Bernardo Arquitetos assina o projeto arquitetônico e de interiores. Já o paisagismo foi desenvolvido por Daniel Dillenburg.

    Natureza influencia escolha de imóveis

    A proximidade com áreas verdes passou a pesar nas decisões de parte dos consumidores que procuram imóveis, segundo Gustavo Barreto.

    “Morar próximo a uma área verde em um grande centro urbano é um desejo de boa parte da população e um ativo de valorização no futuro”, diz o executivo.

    A declaração representa a avaliação do CEO da incorporadora sobre a relação entre áreas verdes, preferência dos compradores e valorização imobiliária.

  • Paula Fernandes chega a Barretos com look ousado e cavalo coberto de glitter

    Paula Fernandes chega a Barretos com look ousado e cavalo coberto de glitter

    Paula Fernandes chamou atenção ao fazer uma entrada marcante na Festa do Peão de Barretos, na noite desta quinta-feira (27). A cantora surgiu na arena montada em um cavalo coberto de glitter e com flores na crina, enquanto apostou em um look branco repleto de recortes florais.

    Paula Fernandes deu um show de bom gosto, moda e autenticidade na arena do Barretão (Foto: Reprodução/Instagram)

    A produção escolhida pela sertaneja também ganhou botas brancas com aplicações, em uma vibe country. A combinação com o cavalo ornamentado rapidamente se tornou um dos elementos de destaque de sua passagem pela arena.

    Montada no animal, Paula Fernandes interpretou ‘Ave Maria’ antes do início das competições e emocionou o público presente no Parque do Peão.

    https://www.instagram.com/reel/DckQGeBNPOy/?igsi=bWowb2J5MWViY21p

    O momento também teve um significado especial para a artista. A apresentação marcou o retorno de Paula à Festa do Peão de Barretos depois de uma longa década longe do evento.

    Paula Fernandes volta ao palco de Barretos no aniversário

    A passagem da cantora pela festa continua nesta sexta-feira (28), justamente no dia em que Paula Fernandes comemora seus 42 anos.

    A sertaneja retorna ao palco de Barretos para apresentar o projeto ‘30 & Poucos Anos’, criado para celebrar suas três décadas de carreira e revisitar diferentes momentos de sua trajetória brilhante na música.

  • Abelhas conseguem se automedicar quando ficam doentes, aponta estudo

    Abelhas conseguem se automedicar quando ficam doentes, aponta estudo

    Um antigo ditado diz que a natureza é o melhor remédio, e as abelhas parecem concordar. Um novo estudo publicado na revista científica Royal Society Open Science sugere que abelhas-da-terra (Bombus terrestris) mudam seus hábitos alimentares quando contraem uma doença fúngica que ataca suas larvas, num possível caso de automedicação.

    Cientistas já registraram comportamentos semelhantes em outras espécies. Chimpanzés selvagens buscam plantas com propriedades analgésicas e antibacterianas quando adoecem, enquanto algumas aves forram os ninhos com pontas de cigarro para afastar ácaros, aproveitando os químicos presentes no material. Pesquisas anteriores também mostraram que abelhas melíferas com certos tipos de infecção passam a coletar mais resina vegetal, que tem função protetora.

    Diante desses precedentes, uma equipe da KU Leuven, na Bélgica, e da Universidade de Valladolid, na Espanha, decidiu investigar se as abelhas-da-terra também alteram o comportamento de forrageamento quando enfrentam diferentes patógenos.

    Flores robóticas simulam o comportamento das colônias

    Para testar a hipótese, os cientistas montaram um experimento com 18 colônias comerciais de abelhas-da-terra dentro de tendas de voo. Cada tenda continha oito flores robóticas. Quatro azuis e quatro amarelas, que ofereciam microdoses de néctar artificial. Metade das flores continha apenas água com açúcar. A outra metade, água com açúcar e quercetina, um composto natural presente no néctar e no pólen de diversas plantas e conhecido por suas propriedades antimicrobianas.

    Antes do início do experimento, os pesquisadores dividiram as colônias em três grupos e as mantiveram assim por duas semanas. Um grupo foi exposto a Ascosphaera apis, fungo que infecta e mata principalmente larvas de abelhas. Outro grupo recebeu exposição a Serratia marcescens, bactéria intestinal oportunista que afeta abelhas adultas. Já o grupo de controle recebeu apenas pólen com solução de açúcar estéril, sem qualquer patógeno.

    Um sensor instalado no orifício central de alimentação de cada flor robótica registrava cada visita das abelhas, e o sistema reabastecia automaticamente o néctar após cada consumo.

    Preferência por quercetina aumenta apenas contra o fungo

    Ao longo de cinco dias de forrageamento livre, os pesquisadores identificaram um padrão claro nas colônias expostas ao fungo Ascosphaera apis: elas visitaram cada vez mais as flores com quercetina e passaram mais tempo se alimentando delas.

    O mesmo não aconteceu com as colônias expostas à bactéria Serratia marcescens, que não apresentaram mudança significativa na preferência pelo néctar com quercetina ao longo do experimento. As colônias do grupo de controle, saudáveis, também mantiveram o padrão de consumo estável, sem migrar para o néctar com o composto antimicrobiano.

    Para os autores, esse resultado indica que a resposta das abelhas varia conforme o tipo de ameaça enfrentada pela colônia. “No geral, esses resultados indicam que a identidade do patógeno molda a plasticidade comportamental no forrageamento de néctar”, escreveram os pesquisadores no artigo.

    Cautela: automedicação ainda não está comprovada

    Apesar do padrão de comportamento identificado, os cientistas alertam que o estudo não mediu se o consumo de quercetina reduziu de fato os níveis de infecção nas colônias ou aumentou a sobrevivência das larvas. Por isso, as conclusões precisam ser interpretadas com cautela.

    “Nossos resultados não fornecem uma demonstração definitiva de automedicação formal individual ou social”, ressaltam os autores do estudo.

    Ainda assim, a descoberta abre caminho para novas pesquisas sobre como insetos sociais respondem a diferentes ameaças à saúde da colônia. E pode ajudar a entender melhor estratégias naturais de proteção contra doenças que afetam populações de abelhas em todo o mundo.

  • Azeites gaúchos ganham novo selo de qualidade

    Azeites gaúchos ganham novo selo de qualidade

    O número de marcas de azeite certificadas com o Selo Produtos Premium, Origem e Qualidade RS quase dobrou neste ano. A lista passou de 14 para 26 rótulos aprovados.

    Concedido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (Sict), em parceria com o Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), o selo exige comprovação da origem gaúcha, análises físico-químicas e avaliação sensorial.

    Critérios de qualidade

    O programa estabelece acidez máxima de 0,3% para os azeites certificados. O limite é inferior ao de um azeite extravirgem convencional, de 0,8%.

    Os produtos também devem estar livres de defeitos e apresentar padrão de qualidade superior ao extravirgem convencional. A acidez está relacionada à qualidade da fruta e aos cuidados na colheita, no transporte e no processamento.

    Esses fatores influenciam a estabilidade do azeite e a concentração de polifenóis e antioxidantes.

    Testes e rastreabilidade

    A certificação acompanha o produto desde o cultivo das oliveiras até a extração no lagar. As amostras passam por análises laboratoriais e testes sensoriais às cegas, conduzidos por provadores treinados.

    Durante a avaliação, são analisados atributos como frutado, amargo e picante, além da presença de possíveis defeitos. As amostras recebem códigos para evitar que a marca ou o produtor influencie o resultado.

    Segundo o Ibraoliva, o selo informa ao consumidor que o lote foi testado e atende aos critérios de origem e qualidade definidos pelo programa.

    Marcas aprovadas

    Receberam o selo neste ciclo:

    • Alto Bonito
    • Altos da Bolena
    • Batalha
    • Biome Pampa
    • Cadenza
    • Candeia
    • Capela de Santana
    • Casa Gabriel Rodrigues
    • Cerro Partido
    • Don José
    • Estância das Oliveiras
    • Fazenda Quintana
    • Herança do Cerro
    •  Milonga
    • Nina
    • Nô
    • Olivae
    • Olivas D’Altas
    • Olivas do Campo
    • Olivas do Sul
    • Olivos Serra do Caverá
    • Quatro Luas
    • Sol das Olivas
    • Tenuta do Bosque
    • Terruá
    •  Torrinhas

    A entrega dos selos ocorrerá durante a Expointer no dia 1º de setembro, às 18h , na Casa do Ibraoliva, no Parque Assis Brasil. O programa define critérios de procedência e qualidade para produtos produzidos no Rio Grande do Sul.

  • BNDES oferece R$ 40 milhões para projetos de bioinsumos; inscrições terminam em 31 de agosto

    BNDES oferece R$ 40 milhões para projetos de bioinsumos; inscrições terminam em 31 de agosto

    As inscrições para o segundo ciclo do BNDES Bioinsumos terminam em 31 de agosto. Além disso, o programa oferece R$ 40 milhões em recursos não reembolsáveis. O valor é destinado a cooperativas e associações de agricultura familiar que produzem seus próprios insumos biológicos.

    A iniciativa faz parte do BNDES Bioinsumos, lançado em 2025. Assim, o objetivo é reduzir custos de produção. Além disso, o programa busca diminuir a dependência de insumos externos e apoiar práticas agrícolas mais sustentáveis.

    O que são os bioinsumos

    Bioinsumos são produtos de origem biológica usados no campo. Entre eles estão microrganismos, predadores naturais de pragas e extratos vegetais. Esses produtos ajudam no crescimento e na saúde das plantações.

    Para Tereza Campello, diretora socioambiental do BNDES, esses produtos fortalecem a segurança alimentar. Segundo ela, “seu uso está associado a práticas agrícolas mais sustentáveis e à segurança alimentar”.

    Quem pode participar

    Organizações sem fins lucrativos podem se inscrever, individualmente ou em parceria, pelo Portal do Cliente do BNDES. Porém, os beneficiários finais precisam ser cooperativas ou associações da agricultura familiar. Essas entidades devem atuar juntas na produção, na agregação de valor e na venda de alimentos.

    Cada projeto, além disso, deve somar no mínimo R$ 5 milhões. O passo a passo completo, por sua vez, está disponível no site oficial da chamada.

    Quais projetos podem ser financiados

    Os recursos vão para a implantação ou estruturação de unidades industriais e semi-industriais de bioinsumos. Para isso, os projetos devem usar processos biotecnológicos. As categorias apoiadas incluem:

    • Inoculantes e bioestimulantes a partir de microrganismos
    • Microrganismos para controle de pragas
    • Insetos usados no controle biológico
    • Biofertilizantes

    Cada proposta, ainda, precisa mostrar como o projeto vai beneficiar a agricultura familiar. Ou seja, é preciso apresentar objetivos claros, público atendido, capacidade de produção e estratégia de uso dos bioinsumos.

    Embrapa pode entrar como parceira técnica

    Na segunda-feira (24), Tereza Campello visitou a Embrapa Agrobiologia, em Seropédica (RJ). O local reúne a maior coleção da Embrapa dedicada a bioinsumos. Durante a visita, as equipes avançaram nas conversas para formalizar o apoio técnico da Embrapa ao programa do BNDES.

    Se a parceria avançar, os projetos poderão contar com conhecimento científico da Embrapa já na fase de estruturação.

    Como foi o primeiro ciclo

    O BNDES Bioinsumos tem orçamento total de até R$ 60 milhões. Desse valor, R$ 20 milhões foram para o primeiro ciclo, encerrado em novembro de 2025. Já os outros R$ 40 milhões estão reservados para a chamada atual.

    Na primeira etapa, quatro projetos foram selecionados. Por enquanto, porém, o banco ainda avalia essas propostas antes de concluir a aprovação e a contratação.

    Com o segundo ciclo, portanto, o BNDES quer ampliar o número de organizações apoiadas. Ao mesmo tempo, o banco pretende fortalecer a produção própria de bioinsumos entre agricultores familiares.

  • Rios do Brasil escondem milhões de partículas de plástico invisíveis

    Rios do Brasil escondem milhões de partículas de plástico invisíveis

    Pesquisadores do Instituto de Pesca (IP-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, investigam como os microplásticos afetam rios, lagos e a fauna aquática no Brasil. O tema ganha relevância porque a produção mundial de plástico não para de crescer desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Hoje, o mundo fabrica cerca de 400 milhões de toneladas por ano, e boa parte desse material acaba descartada de forma incorreta. Assim, o plástico se acumula na natureza e preocupa cientistas em todo o planeta.

    Os microplásticos medem menos de 5 milímetros. Por isso, eles se espalham com facilidade pelo ambiente e interagem diretamente com organismos vivos e outros componentes dos ecossistemas. A maior parte dos estudos científicos ainda se concentra no ambiente marinho. Porém, as pesquisas sobre água doce também avançam.

    Como os microplásticos chegam à água

    Efluentes domésticos e industriais, escoamento superficial, atividades humanas diretas e até o transporte pelo ar levam microplásticos até rios e lagos. Uma vez na água, as partículas se distribuem por toda a coluna hídrica, da superfície até o sedimento. Ao longo do tempo, elas passam por transformações físicas, químicas e biológicas. Nesse processo, bactérias e fungos colonizam as partículas e ajudam a degradar alguns de seus componentes.

    No Brasil, diferentes bacias hidrográficas já registram esses poluentes. Na bacia do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, pesquisadores encontraram cerca de 330 microplásticos por litro em águas superficiais. Já o Rio Amazonas aparece em levantamentos internacionais que mapeiam o transporte de resíduos plásticos por sistemas fluviais.

    Como os microplásticos afetam os peixes

    Os cientistas também analisam efeitos físicos, bioquímicos, comportamentais e ecotoxicológicos de longo prazo sobre a fauna aquática. Nos peixes, a ingestão acidental — ou por confundirem o plástico com alimento — provoca irritações no sistema digestivo e altera o comportamento alimentar. “Como o plástico não possui valor nutricional, seu acúmulo também pode dar ao peixe uma falsa sensação de saciedade, fazendo com que ele coma menos e receba menos nutrientes”, explica Katharina Eichbaum Esteves, pesquisadora do IP e coordenadora dos projetos sobre o tema.

    Porém, a ingestão não é o único risco. As partículas também interagem com as brânquias dos peixes e podem comprometer a respiração. Além disso, elas funcionam como vetores de outras substâncias nocivas: carregam metais, agroquímicos e demais poluentes presentes na água, somados aos aditivos usados na fabricação dos plásticos. Esses estudos ajudam a entender em quais condições essas interações aumentam o risco para os organismos aquáticos.

    Caminhos para reduzir a poluição

    Os achados da pesquisa não apenas ampliam o conhecimento científico, mas também orientam estratégias de prevenção.

    Recuperar rios e áreas degradadas, preservar matas ciliares, melhorar a coleta de lixo e o saneamento, conscientizar a população e investir em pesquisa formam o conjunto de medidas necessárias para conter o avanço da poluição plástica.

    Pesquisa aplicada busca soluções sustentáveis

    O Centro de Engenharia da Plasticultura (CEP), do qual o IP faz parte, une pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico para tornar o uso de plásticos mais eficiente e sustentável. A equipe reúne especialistas de diferentes áreas e conduz pesquisas voltadas à aquicultura, à ciência de polímeros, à reciclagem, à economia circular e à logística reversa.

    Entre as frentes de trabalho, os pesquisadores desenvolvem e validam novos materiais, avaliam seu desempenho em diferentes culturas e aplicações e estudam estratégias para recuperar e reaproveitar esses materiais após o uso. Dessa forma, o Centro transforma evidências científicas em soluções aplicáveis e complementa as pesquisas sobre microplásticos, aproximando o conhecimento ambiental do desenvolvimento de práticas capazes de reduzir perdas para o ambiente.