Tag: exportação

  • Agro brasileiro bate recorde com 300 mercados abertos

    Agro brasileiro bate recorde com 300 mercados abertos

    O Brasil alcançou um marco histórico no agronegócio com a abertura de 300 novos mercados internacionais em menos de dois anos. Ou seja, o feito consolida o país como um dos principais players globais do setor.

    O esforço conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) garantiu o resultado em 23 meses. O governo afirma que, desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil incorporou 62 novos destinos à pauta exportadora. Como resultado, houve a ampliação de diversidade de mercados e produtos.

    “Hoje celebramos uma conquista histórica para o setor agropecuário brasileiro. São 300 mercados abertos durante o terceiro mandato do presidente Lula. Gerando emprego e oportunidades para nossos agricultores, pecuaristas, e todos os que fazem parte dessa cadeia produtiva. Em 2025, seguiremos com o mesmo empenho e determinação. Buscando ainda mais conquistas para o agro, garantindo que o Brasil continue a crescer, oferecendo mais oportunidades para os brasileiros”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

    Agro brasileiro com mercados variados

    A diversificação das exportações foi fundamental para esse avanço. Além de carnes e grãos, itens como embriões, gergelim, uvas frescas, erva-mate, sorgo, açaí em pó, sementes, noz-pecã e produtos de reciclagem animal, como penas de aves, ganharam espaço no mercado internacional.

    Outro ponto de destaque foi a expansão da rede de adidos agrícolas. Em resumo, com a criação de 11 novos postos estratégicos, o Brasil agora conta com 40 representantes no exterior. Esses profissionais têm papel essencial na superação de barreiras técnicas e na promoção dos produtos brasileiros.

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    Para 2025, reforçaremos ainda mais as ações de promoção comercial em conjunto com a ApexBrasil e o MRE para que todas as oportunidades que estão sendo geradas possam ser efetivadas de maneira que o Brasil continue reforçando sua posição na geopolítica da paz”, destacou o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua.

    Com perspectivas positivas para 2025, a expectativa é de mais abertura de mercados. Ao mesmo tempo, o governo espera fortalecer as parcerias com a ApexBrasil e intensificar as ações de promoção comercial. Portanto, esses fatores devem impulsionar as exportações do agronegócio brasileiro, tanto em volume quanto em valor.

  • Lei que regulamenta produção de bioinsumos no Brasil é sancionada

    Lei que regulamenta produção de bioinsumos no Brasil é sancionada

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.070, que estabelece regras para a produção de bioinsumos no Brasil. O Diário Oficial da União publicou o texto nesta terça-feira (24) com diretrizes para uso agrícola, pecuário, aquícola e florestal.

    Em geral, a nova legislação abrange produção, importação, exportação, registro, comercialização, uso, inspeção, fiscalização, pesquisa, experimentação, embalagem, rotulagem, propaganda, transporte, armazenamento, taxas e destinação de resíduos e embalagens. Além disso, prevê incentivos à produção.

    “Hoje é um dia histórico para a agropecuária brasileira. A responsabilidade pela sustentabilidade do Brasil é nossa, e os bioinsumos serão protagonistas nesse caminho”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

    Aplicação da lei

    Em resumo, a lei se aplica a sistemas de cultivo convencionais, orgânicos e agroecológicos, abrangendo todos os bioinsumos utilizados na agropecuária.

    Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, a lei representa um marco para a agricultura sustentável no Brasil. “O país se destaca há quase 20 anos pela inovação em produtos biológicos. Com essa legislação, nos tornamos referência mundial, oferecendo segurança jurídica e mantendo o rigor técnico sem aumentar burocracias”, destacou.

    A fiscalização e o controle dos bioinsumos serão responsabilidade dos órgãos de defesa agropecuária federais, estaduais ou distritais, conforme suas competências.

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    O texto também define termos como biofábrica, bioinsumo de uso pecuário, agrícola e aquícola, além de regulamentar o registro de estabelecimentos e produtos. A Taxa de Registro de Estabelecimento e Produto da Defesa Agropecuária (Trepda) será cobrada apenas para análises técnicas de registros destinados ao uso comercial.

    O secretário de Inovação, Pedro Neto, destacou os avanços proporcionados pela nova lei. “Essa legislação traz incentivos para pesquisa, taxas de crédito diferenciadas e programas de capacitação. O Brasil avança para uma agropecuária mais tecnológica, sustentável e de base biológica”, reforçou Neto.

    Ou seja, a sanção da Lei nº 15.070 marca um passo importante na agenda sustentável brasileira, consolidando o país como referência global na produção de bioinsumos.

  • Leilão do Cup of Excellence bate recorde: US$ 3,3 mil por saca

    Leilão do Cup of Excellence bate recorde: US$ 3,3 mil por saca

    O leilão do Cup of Excellence 2024 alcançou o maior preço médio da história do concurso: US$ 3.293,77 por saca de 60 kg. Após nove horas e 4.790 lances, o pregão arrecadou US$ 312,1 mil, equivalente a R$ 1,2 milhão. Além disso, o maior lance superou US$ 13,9 mil por saca.

    Realizado no Brasil pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e ApexBrasil, o concurso reafirma a qualidade dos cafés nacionais. Portanto, segundo Vinicius Estrela, diretor executivo da BSCA, o resultado reforça o foco da entidade em divulgar a excelência dos cafés brasileiros no mercado global.

    “O recorde no preço médio mostra que nossos cafés encantam os paladares mais exigentes do mundo. Isso gerou alta competitividade e uma arrecadação milionária”, destacou Estrela.

    Diversidade de origem e sustentabilidade

    Os 27 lotes vencedores foram adquiridos por empresas de 12 países, incluindo Japão, Alemanha, Estados Unidos e Austrália. O menor valor foi de US$ 1.984,20 por saca, enquanto o maior lance veio da japonesa Wataru & Co., que pagou US$ 13.902,63 por um lote da categoria Experimental.

    “A qualidade e a sustentabilidade dos cafés brasileiros conquistaram o mundo. Esses lotes chegarão a cinco continentes, representando a diversidade da produção nacional”, afirmou Estrela.

    Entre os destaques, a Proud Mary, da Austrália, adquiriu o lote campeão da categoria Natural por US$ 7.301,86. Já o lote vencedor da categoria Via Úmida foi comprado pela canadense Orange Brown por US$ 7.950,02.

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    Projeto “Brazil. The Coffee Nation”

    O Cup of Excellence integra o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, que promove os cafés especiais brasileiros internacionalmente. Ou seja, a iniciativa valoriza qualidade, sustentabilidade e diversidade, focando em mercados como Estados Unidos, Japão, Europa e Oriente Médio.

    Com vigência até 2025, o projeto prioriza certificações, inclusão de mulheres na cafeicultura e apoio aos produtores de café canéfora. “Nosso objetivo é reforçar o protagonismo do Brasil no mercado global de cafés especiais”, explica Estrela.

    BSCA e ApexBrasil: Qualidade e Mercado

    A BSCA, fundada em 1991, lidera a promoção de cafés especiais no Brasil e no exterior. Ao mesmo tempo, a entidade certifica lotes rastreáveis e fomenta a produção sustentável. Já a ApexBrasil atua na promoção de exportações brasileiras e na atração de investimentos estrangeiros estratégicos.

    Em resumo, com iniciativas como o Cup of Excellence, o Brasil se consolida como referência em qualidade, inovação e sustentabilidade no mercado global de cafés.

     

     

  • Brasil terá rastreamento obrigatório de bovinos e búfalos em 2033

    Brasil terá rastreamento obrigatório de bovinos e búfalos em 2033

    O Ministério da Agricultura anunciou o Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (PNIB) para o período de 2025 a 2032. Em resumo, o objetivo é fortalecer o controle sanitário, sem abordar questões socioambientais. A rastreabilidade plena, no entanto, será obrigatória apenas em janeiro de 2033.

    Nos dois primeiros anos, o governo vai criar e adaptar o sistema eletrônico que integrará dados estaduais de movimentação animal. A partir de 2027, fêmeas vacinadas contra brucelose e animais de protocolos privados serão identificados. Em 2030, a exigência será estendida aos bovinos movimentados entre fazendas.

    O ministro Carlos Fávaro destacou que a medida agrega valor à produção e facilita o acesso a mercados como Japão e Coreia do Sul. “Essa rastreabilidade nos permite acessar mercados mais restritivos e bem remunerados. O processo de adesão será acelerado”, afirmou.

    Custo e dispositivos eletrônicos

    Os pecuaristas serão responsáveis pelos custos de identificação, estimados entre R$ 4 e R$ 5 por animal. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) negociou a obrigatoriedade de apenas um dispositivo por animal, como brincos ou bottons auriculares com chip.

    “O chip custa cerca de R$ 3. Isso é custo ou investimento? A arroba do boi rastreado valerá mais do que o preço do chip”, disse Fávaro. Segundo ele, o plano atende principalmente demandas sanitárias, mas também melhora a qualificação dos produtos para o mercado externo.

    Marcelo Motta, diretor de Saúde Animal, reforçou que o foco do plano é sanitário. “Queremos transparência na movimentação do rebanho e informações para controle de surtos ou doenças”, explicou.

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    Possíveis antecipações

    O plano prevê a possibilidade de adiantar prazos, conforme a entrega do sistema eletrônico. Ou seja, caso esteja operacional até o final de 2025, a obrigatoriedade poderá começar antes. Portanto, o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, destacou que um comitê gestor nacional acompanhará a implementação e avaliará a antecipação em Estados mais preparados.

    Em geral, desde 2009, o Brasil utiliza rastreabilidade em lotes, com foco sanitário. Em 2023, o país abateu 34,1 milhões de cabeças de gado. O novo sistema permitirá rastreamento individual, trazendo maior segurança aos parceiros comerciais e consumidores brasileiros.

    Controle e transparência do Brasil 

    O sistema também fornecerá informações em tempo real ao setor privado e aos consumidores sobre a origem dos produtos. “Vamos garantir segurança aos parceiros comerciais e à população brasileira sobre os critérios sanitários do processo”, concluiu Motta.

    O Ministério da Agricultura avalia ainda extinguir a marcação a fogo para rastreabilidade, medida prevista em lei. Porém, a decisão depende do andamento do plano e da implementação das novas tecnologias.

     

  • Rastreabilidade individual de bovinos é avanço para a pecuária brasileira

    Rastreabilidade individual de bovinos é avanço para a pecuária brasileira

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou nesta terça-feira (17) o Plano Nacional de Rastreabilidade Individual de Bovinos e Bubalinos. Em resumo, a medida, desenvolvida em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e outras entidades, marca um importante avanço na defesa agropecuária e no controle de qualidade da carne brasileira.

    Mais segurança e novos mercados

    Segundo a Abiec, o novo sistema permitirá maior segurança alimentar e abrirá portas para novos mercados internacionais, além de fortalecer os atuais. Ou seja, o Brasil, maior exportador mundial de carne bovina, já vende para mais de 150 países e busca consolidar sua posição com a implementação do plano.

    Atualmente, a rastreabilidade no Brasil é feita por lotes, por meio da Guia de Trânsito Animal (GTA). Com o plano, tecnologias como bottons e brincos eletrônicos farão o controle individual de cada animal.

    “A rastreabilidade individual vai modernizar a pecuária, agilizar respostas a emergências sanitárias e proteger os mercados internacionais”, afirma Roberto Perosa, presidente executivo da Abiec. Ele ressalta que o sistema evitará prejuízos à cadeia produtiva e criará oportunidades comerciais importantes.

    Para os produtores, a rastreabilidade individual trará melhorias na gestão dos rebanhos e propriedades. “O cronograma gradual permitirá que o setor se adapte de forma tranquila às novas exigências”, acrescenta Perosa.

    Fernando Sampaio, diretor de Sustentabilidade da Abiec, destaca que houve consenso na construção do plano entre diferentes setores. Porém, ele alerta para a necessidade de apoiar os pequenos produtores. “Precisamos de esforços públicos e privados para garantir a eficiência do sistema e facilitar o registro de movimentações nos sistemas estaduais e nacional”, explica.

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    Três etapas

    O cronograma prevê três etapas: desenvolvimento do sistema nacional, integração com sistemas estaduais e identificação gradual dos rebanhos. Alguns estados, como Santa Catarina, já possuem rastreabilidade individual obrigatória. O Pará e São Paulo também estão em processo de implementação de seus sistemas.

    Abiec

    Criada em 1979, a Abiec reúne 43 empresas que representam 98% da carne bovina exportada pelo Brasil. Em resumo, o país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, exportando 30% desse total para mercados que exigem os mais rigorosos padrões de qualidade.

  • Ceia de Natal deve ficar 20% mais cara; a gente explica

    Ceia de Natal deve ficar 20% mais cara; a gente explica

    Os preços das carnes subiram em 2024, pressionando o custo da ceia de Natal. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), as proteínas tiveram alta significativa nos últimos 12 meses. Em resumo, a carne suína subiu 17,16%, os cortes bovinos aumentaram 15,43% e os de frango registraram elevação de 16,09%.

    Ou seja, essa elevação nos preços impactou diretamente o custo das cestas de Natal. Portanto, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), os itens típicos da ceia estão custando, em média, R$ 439,30. Isso representa um aumento de 9,16% em relação ao valor registrado em 2023.

    Entre os produtos que mais encareceram, o lombo de porco com osso lidera a lista, com alta de 19,72%, seguido pelo pernil, com 17,80%. O filé mignon registrou aumento de 16,87%, enquanto a picanha subiu 14,94%. O chester teve alta de 10,92%, e o frango em pedaços, 9,26%. Já o peru aumentou 7,50%, o frango inteiro, 6,83%, e o bacalhau, 3,58%.

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    Exportações impulsionam alta de preços

    A alta no preço das carnes reflete, em parte, o aumento das exportações. Entre janeiro e novembro de 2024, o Brasil exportou 2,95 milhões de toneladas de carne bovina, um crescimento de 30,84% em comparação ao mesmo período de 2023.

    As exportações de carne suína também subiram, totalizando 1,243 milhão de toneladas, uma alta de 11,1%. Já a carne de frango registrou 4,845 milhões de toneladas exportadas, um aumento de 3,7%.

    Esse aumento na demanda internacional reduz a oferta de carnes no mercado interno, pressionando os preços para o consumidor brasileiro. A combinação entre exportações recordes e alta inflação torna o planejamento da ceia de Natal mais desafiador em 2024.

  • Brasil projeta US$ 28,5 milhões com café especial na Coreia do Sul

    Brasil projeta US$ 28,5 milhões com café especial na Coreia do Sul

    Empresários brasileiros fecharam US$ 6,126 milhões em vendas diretas durante a Café Show Seoul 2024. Em resumo, a expectativa é gerar mais US$ 22,350 milhões em novos negócios nos próximos 12 meses. O evento, realizado de 6 a 9 de novembro em Seul, é o principal encontro do setor de cafés especiais na Coreia do Sul.

    A participação brasileira integrou o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) e pela ApexBrasil. No estande, as empresas apresentaram cafés premiados do Cup of Excellence 2024 e realizaram quatro sessões de cupping. Além disso, foram estabelecidos 71 contatos comerciais, sendo 34 novos, que fortaleceram as perspectivas de negócios futuros.

    Segundo Vinícius Estrela, diretor executivo da BSCA, a Coreia do Sul é um mercado estratégico para o café especial brasileiro. “A presença do Brasil reforça nossa liderança global no segmento e amplia conexões importantes. Ou seja, os resultados deste ano superaram os de 2023, quando alcançamos US$ 22,4 milhões em negócios”, destacou.

    Em 2023, o Brasil exportou 964.302 sacas de café para a Coreia do Sul, posicionando o país como o 12º principal mercado para o produto. Em geral, entre janeiro e outubro de 2024, as exportações já somaram 888.982 sacas, mantendo a mesma colocação no ranking.

    Missão também incluiu Taiwan

    A delegação brasileira também participou da Taiwan International Coffee Show 2024, realizada de 15 a 18 de novembro em Taipé. Durante o evento, foram realizados 30 contatos comerciais, incluindo 10 novos. Além disso, a previsão é que os negócios gerem US$ 6 milhões até dezembro de 2025.

    O projeto “Brazil. The Coffee Nation”

    O “Brazil. The Coffee Nation” promove o café especial brasileiro no mercado internacional, destacando qualidade, diversidade e sustentabilidade. Portanto, até 2025, o foco inclui a capacitação de produtores de café canéfora, a promoção de cafés produzidos por mulheres e o incentivo à certificação de qualidade e sustentabilidade. Os mercados-alvo incluem Coreia do Sul, China, Japão, Estados Unidos e outros países.

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    Sobre a ApexBrasil

    A ApexBrasil promove produtos e serviços brasileiros no exterior e atrai investimentos estrangeiros para setores estratégicos. Ao mesmo tempo, as ações incluem feiras internacionais, missões comerciais e parcerias para fortalecer a presença brasileira em mercados globais.

    Sobre a BSCA

    Fundada em 1991, a BSCA trabalha para elevar os padrões de excelência dos cafés brasileiros, promovendo qualidade e sustentabilidade. A organização também certifica lotes de café especial com rastreabilidade total, garantindo confiança e valor ao consumidor final.

     

  • Caranguejo ornamental vivo: Brasil abre mercado para o Japão

    Caranguejo ornamental vivo: Brasil abre mercado para o Japão

    O Brasil celebrou a aprovação sanitária que permite a exportação de caranguejo ornamental vivo ao Japão. A novidade dispensa o uso de Certificado Zoossanitário Internacional, facilitando o comércio.

    Parceria comercial com o Japão

    Em 2023, o Japão foi o quarto maior destino das exportações agrícolas brasileiras, movimentando US$ 4,1 bilhões. Em resumo, entre janeiro e outubro de 2024, o volume chegou a US$ 2,84 bilhões, reforçando a importância do mercado japonês para o agronegócio nacional.

    Além do caranguejo ornamental, outros sete produtos brasileiros receberam autorização para exportação ao Japão em 2024. Entre eles estão abacate Hass, farelo de mandioca, feno, polpa cítrica desidratada, flor seca de cravo-da-índia, folha seca de erva-mate e fruto seco de macadâmia.

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    Desde o início de 2023, o agronegócio brasileiro alcançou 284 aberturas de mercado em 62 países, sendo 206 delas realizadas apenas em 2024.

    Portanto, o avanço reflete a ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que têm trabalhado para expandir a presença brasileira no comércio internacional.

    Tilápia

    Ao mesmo tempo, o Brasil deu um passo importante para intensificar a exportação de tilápia fresca para os Estados Unidos (reportagem completa no link acima). A primeira carga de pescado para o mercado norte-americano sem a exigência da Certificação Sanitária Internacional (CSI), um procedimento que vigorava desde 2012. Em resumo, a medida, resultado de uma desburocratização anunciada em outubro, já mostra seus primeiros efeitos. Nos testes realizados desde a implementação, foram enviadas 34 toneladas de filé fresco de tilápia.

     

  • Exportações de frutas brasileiras crescem em valor, mesmo com desafios climáticos

    Exportações de frutas brasileiras crescem em valor, mesmo com desafios climáticos

    As exportações de frutas brasileiras registraram crescimento no valor comercializado entre janeiro e setembro de 2024. Esse avanço reflete a força do setor, mesmo diante de condições climáticas adversas que reduziram o volume de algumas frutas exportadas.

    De acordo com dados do AgroStat/Mapa, o valor total das exportações de frutas cresceu 8,51% em comparação com o mesmo período de 2023. Por outro lado, o volume exportado caiu 3,34%, impactado pelo excesso de chuvas nas principais regiões produtoras durante o primeiro semestre do ano.

    Mangas lideram alta no valor exportado

    As mangas se destacaram como a principal fruta exportada em valor. O total arrecadado com as vendas internacionais cresceu 46,19%, saltando de US$ 147 milhões em 2023 para US$ 215 milhões em 2024. No entanto, o volume exportado apresentou leve queda de 0,16%, totalizando 141 mil toneladas. Esse aumento no valor reflete os preços elevados no mercado internacional, que compensaram a redução no volume ofertado.

    Limões e melões também apresentam bom desempenho

    As exportações de limões e limas registraram aumento de 14,52% no valor, somando US$ 155,7 milhões. Diferente das mangas, o volume exportado dessa fruta também cresceu, atingindo 9,16% de alta. O bom desempenho é atribuído à maior demanda global e à aceitação no mercado externo.

    No caso dos melões, o valor exportado cresceu 7,72%, superando os US$ 102 milhões. Já o volume subiu 12,92%, totalizando mais de 133 mil toneladas. A recuperação em áreas menos afetadas pelas chuvas contribuiu para esse resultado positivo.

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    Queda significativa nas exportações de uvas

    Em contrapartida, as exportações de uvas sofreram uma queda expressiva, tanto em valor quanto em volume. O total arrecadado caiu 48,79%, enquanto o volume exportado recuou 54,32%. As chuvas excessivas reduziram a disponibilidade de uvas para exportação, prejudicando o desempenho do setor.

    Setor fruticultor mantém resiliência

    Apesar das adversidades, o setor de frutas frescas brasileiro demonstra resiliência e capacidade de adaptação. Estratégias comerciais eficazes e a crescente demanda por frutas tropicais continuam a impulsionar o desempenho no mercado internacional. Mangas, limões e melões exemplificam como os produtores superam desafios climáticos e mantêm a competitividade global.

    Portanto, esse crescimento reforça o papel das exportações de frutas brasileiras no cenário internacional e a importância da fruticultura para a economia do país.

     

     

  • Itamaraty aposta em acordo Mercosul-UE até o fim do ano

    Itamaraty aposta em acordo Mercosul-UE até o fim do ano

    O Ministério das Relações Exteriores acredita na possibilidade de finalizar o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia ainda este ano. Após a última rodada de negociações, realizada recentemente, o Itamaraty destacou “avanços importantes” no processo. O secretário de Assuntos Econômicos do ministério, Maurício Lyrio, afirmou nesta segunda-feira (2), em Brasília, que as questões pendentes serão submetidas aos líderes dos blocos para conclusão.

    Além disso, em coletiva à imprensa, Lyrio demonstrou otimismo com os desdobramentos recentes das negociações. Ele reiterou que há uma expectativa concreta de encerrar as tratativas até o final de 2024, um compromisso já mencionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Mercosul discutirá acordos com Efta e Emirados Árabes

    A Cúpula do Mercosul acontecerá nesta semana, nos dias 5 e 6 de dezembro, em Montevidéu, no Uruguai. Além do acordo com a União Europeia, os líderes do bloco devem tratar de negociações comerciais com o Efta — grupo formado por países europeus fora da União Europeia — e com os Emirados Árabes Unidos. Em resumo, a conclusão desses dois acordos, segundo previsões, pode ocorrer no próximo ano.

    Maurício Lyrio destacou que, entre o encerramento das negociações e a assinatura oficial do acordo Mercosul-UE, há um longo processo técnico. “A assinatura ocorre apenas após a tradução dos textos em 23 idiomas, exigida pela União Europeia. Isso demanda tempo e organização”, explicou.

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    Presidente Lula poderá realizar reuniões bilaterais no Uruguai

    Durante a visita ao Uruguai, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir com líderes de países vizinhos. Ao mesmo tempo, a secretária de América Latina e Caribe do Itamaraty, Gisela Padovan, informou que estão previstas conversas bilaterais com os presidentes da Bolívia, Luis Arce, e do Panamá, José Raul Mulino.

    Portanto, o governo brasileiro considera a Cúpula do Mercosul um momento estratégico para avançar em acordos comerciais e fortalecer laços com parceiros regionais e internacionais.