Tag: exportação

  • O preço do bife está caro? Entenda o motivo

    O preço do bife está caro? Entenda o motivo

    • O mercado de carne bovina tem apresentado uma dinâmica variada em São Paulo. Enquanto os mercados de boi e de reposição enfrentam baixa liquidez e preços enfraquecidos, as negociações de carne com osso no atacado da Grande São Paulo mostram sinais de recuperação. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os cortes dianteiro e ponta de agulha, mais acessíveis, tiveram reajustes positivos, enquanto o traseiro continua em desvalorização.

    Pesquisadores do Cepea explicam que essa variação entre os cortes está diretamente relacionada à maior exportação das peças do dianteiro e à renda da maioria dos consumidores brasileiros. Mesmo com a melhoria de alguns indicadores macroeconômicos, como a redução do desemprego, o poder de compra da população ainda é limitado. Ou seja, isso impede a aquisição de cortes bovinos mais nobres.

    Além disso, a exportação intensificada dos cortes dianteiros tem influenciado o aumento dos preços desses produtos no mercado interno. Enquanto a demanda doméstica por cortes traseiros, mais caros, permanece baixa devido ao poder de consumo restrito da maioria dos brasileiros. Esta recuperação seletiva no atacado reflete tanto as condições econômicas internas quanto a dinâmica do comércio internacional de carne bovina.

    Pontos principais

    • Baixa liquidez: Mercados de boi e reposição apresentam fraca movimentação e preços baixos.
    • Recuperação no atacado: Cortes dianteiro e ponta de agulha registram aumentos de preços.
    • Desvalorização do traseiro: Preços dos cortes traseiros continuam em queda.
    • Influência das exportações: Exportação de cortes dianteiros aumenta, impactando os preços internos.
    • Consumo doméstico: Poder de compra limitado impede aquisição de cortes mais nobres.

    O comportamento do mercado de carne bovina reflete um cenário complexo. Os pesquisadores notaram também que fatores internos e externos moldam a oferta e demanda. Ou seja, eles influenciam diretamente os preços e o consumo dos diferentes tipos de cortes. O Agro em Campo segue acompanhando as tendências de mercado que impactam tanto o produtor quanto o consumidor.

     

  • Exportação brasileira de café bate recorde em maio

    Exportação brasileira de café bate recorde em maio

    A exportação brasileira de café bateu recorde em maio de 2024. De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país remeteu 4,397 milhões de sacas de 60 kg do produto. Consequentemente houve a maior receita cambial já registrada em qualquer mês da história, de US$ 1,017 bilhão. Além disso, como foi notado no relatório estatístico mensal do Cecafé, o desempenho representa também um crescimento de 79,6% em volume e de 85,9% na geração de divisas na comparação com o mesmo mês do ano passado.

    “Com essa performance, o Brasil chega a 43,707 milhões de sacas remetidas ao exterior nos 11 meses do ano safra 2023/24 e caminha para a quebra do recorde das exportações neste ciclo. Uma vez que os embarques atuais se encontram 2 milhões de sacas abaixo do maior volume histórico até então, obtido na temporada 2020/21, quando o país comercializou 45,7 milhões de sacas. Esse novo volume máximo é bem plausível de ser alcançado, já que, desde outubro do ano passado, temos embarcado uma média superior a 4 milhões de sacas ao mês”, projeta o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

    Ano civil

    No acumulado de janeiro ao final de maio de 2024, as exportações brasileiras de café totalizam 20,690 milhões de sacas. O montante também é recorde para o período e que representa crescimento de 52,1% em relação ao aferido nos cinco primeiros meses do ano passado.

    Tanto em maio, quanto nos acumulados deste ano e da safra 2023/24, o comportamento dos embarques reflete a excelente performance dos cafés canéforas (conilon + robusta).

    Tipos de café

    De janeiro ao fim de maio, o café arábica, com 15,654 milhões de sacas, segue como o mais exportado pelo Brasil. Importante perceber que esse montante representa 75,7% do total e implica alta de 36,3% na comparação com o primeiro quinquemestre do ano passado. A espécie canéfora, vem na sequência, respondendo por 16,6% do geral.

    Principais destinos

    Os 10 principais compradores dos cafés do Brasil elevaram suas aquisições nos primeiros cinco meses deste ano. Os Estados Unidos encabeçam o ranking, importando 3,471 milhões de sacas, ou 37,6% a mais frente ao primeiro quinquemestre de 2023, o que equivale a 16,8% das exportações totais.

    A Alemanha ocupa o segundo lugar na tabela. Na sequência, vêm Bélgica, Itália e Japão.

    Até o décimo lugar, destacam-se, ainda, os desempenhos de Reino Unido, sétima posição no ranking com a importação de 665.254 sacas, volume que implica crescimento de 111,1% em relação ao intervalo de janeiro a maio de 2023; e do também produtor de café México, décimo colocado, que ampliou em significativos 703,4% a compra do produto brasileiro ao adquirir 465.809 sacas nos cinco primeiros meses de 2024.

    Por blocos econômicos, é válido salientar o crescimento dos embarques do café brasileiro à União Europeia, diante da aproximação da vigência do Regulamento da UE para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), a partir de 1º de janeiro de 2025. Nos cinco primeiros meses deste ano, o Brasil exportou 9,907 milhões de sacas a esse destino, ou 71,9% a mais na comparação com idêntico intervalo de 2023.

    Cafés diferenciados

    Os cafés que possuem qualidade superior ou certificados de práticas sustentáveis respondem por 19,3% das exportações de janeiro a maio de 2024. Esse volume representa também aumento de 66,4% frente ao registrado nos cinco primeiros meses de 2023.

    Vale destacar que no ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, entre janeiro e maio de 2024, os EUA seguem no primeiro lugar. Fechando o top 5, aparecem Alemanha, Bélgica, Holanda e Reino Unido.

    PORTOS
    O Porto de Santos permanece como o principal exportador dos cafés do Brasil. Na sequência, aparecem o complexo marítimo do Rio de Janeiro e o Porto de Paranaguá no Paraná.

    O relatório completo das exportações dos cafés do Brasil, até maio de 2024, está disponível no site do Cecafé.

  • Exportações de carne de frango aumentam 4,2% em maio

    Exportações de carne de frango aumentam 4,2% em maio

    As exportações brasileiras de carne de frango aumentaram 4,2% em maio de 2024 na comparação ao mesmo período do ano anterior. O total de toneladas exportadas atingiu a marca de 451 mil. Foi o segundo melhor desempenho do ano e o quinto maior da história. Além disso, o levantamento da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), mostra também que a movimentação do mercado internacional gerou uma receita de US$ 818,7 milhões. Esse valor representa uma queda de 5,6% em relação ao ano anterior, que registrou US$ 867,4 milhões no mesmo período.

    Ao considerar o acumulado do ano até maio, os embarques de carne de frango totalizaram 2,152 milhões de toneladas. Ou seja, houve uma ligeira queda de 1,4% em comparação ao mesmo período de 2023, que registrou 2,183 milhões de toneladas. A receita gerada no período atingiu US$ 3,842 bilhões, representando uma diminuição de 10,2% em relação ao ano anterior, que alcançou US$ 4,281 bilhões.

    Ranking por estado

    No que diz respeito aos principais estados exportadores, o Paraná continuou liderando o ranking, com 198,9 mil toneladas exportadas em maio, um aumento de 11,2% em relação ao ano anterior. Santa Catarina seguiu em segundo lugar, com 89,6 mil toneladas (+2,2%). Já o Rio Grande do Sul, que enfrentou desafios logísticos devido às enchentes de maio, registrou uma queda de 11,4%, totalizando 56,4 mil toneladas. São Paulo, com 25,4 mil toneladas (+4,9%), e Goiás, com 22,9 mil toneladas (+15,4%), completam a lista dos cinco maiores estados exportadores.

    Perspectivas e Desafios

    O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou a importância do resultado de maio como um indicador do ritmo das exportações para o ano. Ele observou que, apesar do desempenho positivo, as adversidades enfrentadas no Rio Grande do Sul deixaram suas marcas no fluxo de exportações do estado.

    Países compradores

    No que diz respeito aos destinos, a China liderou as importações com 49,8 mil toneladas, embora esse número represente uma redução de 23,6% em relação ao ano anterior. Em seguida, os Emirados Árabes Unidos registraram um aumento de 22,2%, com 39,6 mil toneladas, seguidos pela Arábia Saudita com 37,5 mil toneladas (+31,2%), Japão com 32,2 mil toneladas (-15,4%), África do Sul com 32,1 mil toneladas (+12,6%), Iraque com 24 mil toneladas (+35,5%), e México com 20,5 mil toneladas (+96,3%).

    Expansão para Novos Mercados

    Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, destacou o crescimento das vendas para o Oriente Médio e o Norte da África, ressaltando o Brasil como o principal fornecedor global de carne de frango halal. Ele também mencionou a retomada da presença brasileira em mercados africanos emergentes, como Líbia e Argélia, indicando um potencial de crescimento para os próximos meses.

     

  • Dólar atinge R$ 5,32 e impacta o agronegócio

    Dólar atinge R$ 5,32 e impacta o agronegócio

    O dólar norte-americano registrou uma nova alta, que impacta o agronegócio. Nesta sexta-feira (7), fechou em um patamar de R$ 5,3242, um aumento de 1,42%. É o maior valor desde janeiro de 2023. O ganho é de 9,72% no ano.

    Investidores permaneceram atentos aos sinais relacionados às futuras decisões sobre taxas de juros nos Estados Unidos. De acordo com dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, a criação de empregos na maior economia do mundo superou as expectativas em maio. Como resultado, vieram preocupações de que o Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, possa adiar novamente o início do ciclo de redução das taxas de juros. Além disso, a política monetária em outros países desenvolvidos também foi observada de perto.

    Reflexos para o agronegócio:

    Sem dúvida, a alta dólar impacta o agronegócio brasileiro, que tem apresentado nas exportações um desempenho positivo este ano.

    De janeiro a março de 2024, as exportações do setor totalizaram US$ 37,44 bilhões. Ou seja, um recorde para o período e um aumento de 4,4% em comparação com o mesmo período de 2023.

    Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (SCRI/Mapa), esse crescimento em valor reflete um aumento na quantidade de produtos exportados, compensando a queda nos preços.

    O agronegócio respondeu por 47,8% das exportações totais do Brasil no primeiro trimestre de 2024, ligeiramente acima dos 47,3% observados no mesmo período do ano anterior.

    Nesse trimestre, o aumento nas exportações de açúcar, algodão e café verde impulsionou a balança. Houve a compensação da queda nas exportações de milho, soja em grãos e óleo de soja.

    Por outro lado, a cotação de muitos insumos importados também se baseia na moeda americana.

  • ABIOVE critica Medida Provisória 1.227

    ABIOVE critica Medida Provisória 1.227

    A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) criticou a Medida Provisória (MP) nº 1.227 de 2024. Ela impõe restrições ao ressarcimento e à compensação dos saldos credores acumulados do PIS e da COFINS. A entidade considera a MP um desrespeito, afetando negativamente uma indústria que representa 6% do PIB e 2,3% dos empregos no Brasil.

    Segundo a ABIOVE, a medida gera incerteza econômica e financeira, prejudicando os planos de investimento e tornando o acúmulo de créditos de PIS e COFINS um custo adicional para a indústria. Com isso, a MP desincentiva a industrialização de oleaginosas, reduzindo o valor agregado da soja brasileira.

    Estima-se que os créditos acumulados na indústria de oleaginosas e na exportação de soja em 2023 somem R$ 6,5 bilhões. A MP, ao tornar esses créditos um custo, pode reduzir em até 5% o preço pago aos produtores de soja.

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    A Medida Provisória também prejudica as exportações, uma vez que os créditos tributários sobre insumos e serviços não poderão ser compensados com outros tributos federais, e impede o ressarcimento do crédito presumido.

    A ABIOVE espera que o Congresso Nacional devolva a medida, conforme solicitado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

    Fundada em 11/06/81, a Abiove – Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, é a entidade representativa das principais empresas que processam, industrializam e comercializam grãos, óleo e farelo de soja e biodiesel.

  • Agro do Brasil conquista mercados internacionais

    Agro do Brasil conquista mercados internacionais

    O Agro do Brasil pode comemorar, principalmente quem exporta, pois o mês de maio foi de recorde na abertura de novas oportunidades para os produtos brasileiros do agronegócios, com quinze novos mercados em dez países diferentes fechando acordos comerciais novos.

    Com esse resultado, o governo afirma ter 124 acordos comerciais em 51 países, atingindo todos os continentes.

    Como o agronegócio continua sendo o setor mais forte do Brasil para as exportações, cada acordo abre novas oportunidades de negócio para os produtores de todos os tamanhos.

    Em nota divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais afirma que “A abertura de novos mercados é um testemunho da competitividade e da confiabilidade do setor produtivo brasileiro, reconhecido em mais de 200 países e territórios. Esse resultado é fruto do trabalho conjunto de todo um time, sob a liderança dos Ministros Carlos Fávaro e Mauro Vieira, em especial de nossos adidos agrícolas nas negociações comerciais bilaterais. É importante lembrar que 65% das aberturas desta gestão ocorreram em postos onde temos adidos. E ainda há muitos mais recordes por vir”.

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por exemplo, tem vários programas de auxilio para o pequeno e médio produtor conseguir abrir mercado no exterior.

    Enquanto parte do governo abre possibilidades de exportações, MP pode prejudicar as exportações, como visto aqui. Enquanto o Agro do Brasil abre possibilidades de um lado, perde lucratividade pelo outro.

  • Saiba como ganhar uma viagem de negócios para a Índia

    Saiba como ganhar uma viagem de negócios para a Índia

    Já pensou em como ganhar uma viagem para a Índia e ainda fazer negócios com o país asiático? A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) está oferecendo 15 vagas para empresas brasileiras participarem da Anuga Select India 2024, em Mumbai, de 28 a 30 de agosto. Serão 10 vagas para empresas de alimentos e bebidas e 5 para o setor de máquinas e equipamentos. As inscrições vão até 2 de junho.

    Quinta maior economia e país mais populoso do mundo, a Índia oferece enorme potencial para exportadores brasileiros. Empresas selecionadas terão acesso a matchmaking, reuniões com compradores locais, webinar pré-feira, montagem de estande e mais.

    A prioridade será dada a empresas que exportaram entre 2022 e 2024, com lista de preços e comunicação em idioma estrangeiro. Porém, se a empresa ou grupo tiver mulheres em posições de liderança, será um diferencial positivo na escolha.

    A feira Anuga Select India é uma excelente plataforma para acessar o mercado consumidor indiano e outros países do Sudeste Asiático. Em 2023, o evento contou com 20 mil visitantes e 270 expositores de mais de 50 países.

    Comércio Bilateral

    Nos últimos 20 anos, as relações comerciais entre Brasil e Índia cresceram significativamente. Em 2022, a Índia foi o 10º maior destino das exportações brasileiras, com vendas totalizando R$ 4,7 bilhões em 2023, principalmente em óleo de soja.

    Entretanto, ainda existe espaço para diversificar as exportações brasileiras, com oportunidades em combustíveis minerais, máquinas, equipamentos de transporte e produtos químicos, e uma viagem de negócios para a Índia junto com os especialistas da ApexBrasil é uma oportunidade muito boa para não ser aproveitada.

    Para mais informações e inscrições, acesse o link de inscrição aqui

  • MP do governo afeta exportadores e entidades do agro protestam

    MP do governo afeta exportadores e entidades do agro protestam

    As empresas exportadoras do agronegócio brasileiro alertam contra a MP (medida provisória) publicada pelo governo federal em edição extra do Diário Oficial da União nesta terça-feira (4). O setor afirma que o impacto será enorme e pode prejudicar a lucratividade e a competitividade.

    A MP nº 1.227/24, restringiu a compensação de créditos ordinários e presumidos do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins). Ela também impossibilitou o ressarcimento dos créditos presumidos eventualmente não utilizados pelas empresas optantes do Lucro Real.

    A medida foi criada para compensar a desoneração da folha salarial de 17 setores da economia e de municípios até 2027. O objetivo é gerar uma receita de R$ 30 bilhões para o governo, mas deve impactar alguns setores.

    Entidades do agronegócio brasileiro protestam contra MP

    A Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos, que representa os maiores exportadores de suco de laranja do Brasil, responsáveis por 95% das exportações brasileiras e 80% do mercado global, expressa forte discordância contra a MP do governo. Para a entidade, a decisão do Governo Federal é equivocada e desproporcional. A impossibilidade de uso destes créditos para pagamento de impostos e ressarcimentos impacta diretamente a competitividade industrial do Brasil. “O impacto preliminar é estimado em cerca de R$ 400 milhões, mas pode ser ainda maior”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto.

    Já Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) afirma que, embora seja fundamental a implementação de ações para o equilíbrio fiscal, a MP 1.227/24 caminha na contramão do crescimento socioeconômico brasileiro.

    De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), que representa as empresas responsáveis por 96% das exportações do café brasileiro, a medida é grave e causa impacto automático direto no caixa das empresas. Os custos serão influenciados, inclusive, sob a perspectiva do cenário internacional, tornando o Brasil – maior exportador global de café – menos competitivo. 

    O alerta da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa as empresas exportadoras de aves e suínos, também segue no mesmo sentido. Portanto, para a entidade, o resultado no custo de produção é direto e imediato.

     

     

     

     

  • Com primeira edição no Brasil, LAC Flavors começa em Manaus

    Com primeira edição no Brasil, LAC Flavors começa em Manaus

    Nos dias 5 e 6 de junho, a capital amazonense será o epicentro do maior encontro de match-making de negócios do setor de alimentos e bebidas da América Latina e Caribe. Pela primeira vez no Brasil, o evento LAC Flavors, organizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), promete facilitar oportunidades de negócios entre pequenas e médias empresas da região e compradores de todo o mundo.

    Com uma programação intensa que inclui rodadas de negócios durante a tarde e workshops e seminários pela manhã, o fórum tem como objetivo ampliar e fortalecer o comércio na América Latina e Caribe, abrindo portas para novas oportunidades de negócios. Para esta edição, estão confirmadas a participação de 350 pequenas e médias empresas do setor de alimentos e bebidas, que se encontrarão com 87 compradores internacionais, representando 29 países.

    Um dos destaques do evento será a rica diversidade culinária e a oferta de alimentos tradicionais e inovadores, especialmente da região amazônica. Além das reuniões de negócios, os participantes terão acesso a workshops e seminários sobre temas como abastecimento sustentável, tecnologia alimentar, certificações, comércio eletrônico, técnicas de negociação e embalagens sustentáveis.

    O evento LAC Flavors 2024 acontece no até amanhã (6/6) no Centro de Convenções Studio 5 Manaus, lounge ApexBrasil, Brasil

    Países confirmados: Argentina, Belize, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiana, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai

  • Exportação de carne bovina surpreende setor em maio

    Exportação de carne bovina surpreende setor em maio

    O setor de carne bovina no Brasil está comemorando um desempenho excepcional nas exportações durante o mês de maio. Até o dia 17, o país enviou aproximadamente 138 mil toneladas de carne bovina ao mercado externo, surpreendendo especialistas e trazendo um alívio para o setor, que enfrentou desafios nos últimos meses.

    O acumulado de maio registrou um volume expressivo de exportações, com cerca de 128 mil toneladas escoadas na parcial do mês. Esse resultado representa uma média diária de 10 mil toneladas, um marco significativo que destaca o potencial competitivo do Brasil no mercado internacional de carne bovina. A demanda externa, especialmente de países asiáticos como China e Hong Kong, tem sido um dos principais motores desse crescimento.

    Diversos fatores contribuíram para esse aumento nas exportações. A qualidade reconhecida da carne bovina brasileira, aliada a um câmbio favorável, tornou o produto ainda mais atrativo no mercado internacional. Além disso, a recuperação econômica de vários países pós-pandemia impulsionou a demanda por proteína animal, beneficiando exportadores brasileiros.

    Impacto Econômico

    O desempenho robusto das exportações de carne bovina tem um impacto significativo na economia nacional. O setor de pecuária gera milhares de empregos diretos e indiretos, além de contribuir de maneira substancial para a balança comercial brasileira. A alta nas exportações reflete não apenas a eficiência dos produtores, mas também a eficácia das políticas de exportação e dos acordos comerciais firmados pelo Brasil.

    Com o sucesso registrado em maio, as expectativas para os próximos meses são otimistas. Especialistas projetam que o Brasil continuará a expandir sua presença no mercado global de carne bovina, consolidando-se como um dos principais fornecedores. A manutenção da qualidade e a abertura de novos mercados são estratégias-chave para sustentar esse crescimento.

    O mês de maio foi um período de destaque para a exportação de carne bovina no Brasil, com um desempenho que surpreendeu positivamente todo o setor. O envio de cerca de 138 mil toneladas ao exterior até o dia 17 reflete a força e a competitividade da pecuária brasileira, marcando um período de prosperidade e otimismo para os próximos meses. Com uma média diária de 10 mil toneladas, o país demonstra sua capacidade de atender à crescente demanda global por carne de alta qualidade.

    Por outro lado, para o produtor, é momento de ficar atento com o preço boi gordo, que está em queda e merece atenção. O ritmo de negócios envolvendo boi gordo no mecado nacional esta lento,

    A pressão sobre os valores do mercado pra abate se mantém, resultando e novas baixas no setor, com queda do valor para o criador.