Tag: CEPEA

  • Maior oferta: preço do milho está em queda

    Maior oferta: preço do milho está em queda

    Os preços do milho estão em queda na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. A colheita da segunda safra em ritmo mais adiantado este ano elevou a oferta do cereal em muitas praças, como Paraná e Mato Grosso.

    Parte dos produtores de milho está mais flexível nas negociações de novos lotes, mas demandantes limitam as compras, priorizando o recebimento do milho já adquirido antecipadamente. Além disso, a disponibilidade global na atual temporada está elevada, tendo em vista as maiores produções nos Estados Unidos e na Argentina.

    Mesmo com a valorização do dólar, não foi suficiente para conter os recuos do grão no spot. O avanço da moeda norte-americana pode elevar a paridade de exportação e permitir altas nas cotações internas.

    Dolár em alta

    A recente valorização do dólar, que atingiu seu nível mais alto frente ao real em cerca de 18 meses, está influenciando o mercado de milho, em Mato Grosso. Este movimento ocorre durante uma colheita acelerada da segunda safra, antecipando o período tradicional de exportações mais intensas.

    Portanto, especialistas do setor acreditam que os embarques de milho brasileiro não devem superar as expectativas em junho. Sendo assim, analistas preveem que o aumento significativo nas exportações deve ocorrer entre julho e agosto, quando os portos mudam seu foco da soja para o milho.

  • Leite mais caro – o que esperar para o futuro?

    Leite mais caro – o que esperar para o futuro?

    O preço do leite captado em maio aumentou pelo sétimo mês consecutivo, registrando uma elevação de 9,8% em relação a abril, alcançando R$ 2,7114/litro na “Média Brasil” do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Desde janeiro, o valor pago ao produtor acumula um avanço real de 30,4%, considerando os valores deflacionados pelo IPCA de maio. No entanto, o preço médio de maio ficou 4,82% abaixo do registrado no mesmo mês do ano anterior, em termos reais.

    Essa alta se deve à redução na produção no campo. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea teve uma pequena reação de 0,14% de abril para maio, mas acumula uma queda de 7,7% na parcial deste ano.

    Tendência de alta no ano

    O preço do leite pago ao produtor no Brasil tem apresentado uma tendência de alta nos últimos meses. No ano vem acumulando um avanço real de 30,4% desde janeiro. Em maio, o preço médio chegou a R$ 2,7114/litro na “Média Brasil” do Cepea, uma elevação de 9,8% em relação a abril.

    grafico sobre preço do leite
    Reprodução – CEPEA

    Esse movimento de alta é explicado principalmente pela redução da produção no campo. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea acumula baixa de 7,7% na parcial de 2024. Fatores como o clima adverso (seca e calor) e a retração das margens dos pecuaristas no final de 2023 têm limitado a oferta de leite.

    No entanto, apesar da valorização, o preço médio de maio ficou 4,82% abaixo do registrado no mesmo mês do ano passado, em termos reais. Além disso, o aumento do preço do leite não tem sido repassado na mesma intensidade para os derivados lácteos, devido à pressão dos canais de distribuição por valores mais baixos.
    As importações também continuam sendo um fator de pressão sobre o mercado lácteo. De janeiro a abril, as compras externas somaram quase 774 milhões de litros em equivalente leite, 15% a mais que no mesmo período de 2023.

    Expectativa para o futuro

    Para o futuro, a expectativa é que o ritmo de valorização do leite ao produtor perca força a partir de junho. A oferta tende a se recuperar gradualmente. Assim,  os laticínios podem ter dificuldades em manter o ritmo de altas nos preços pagos aos produtores devido à margem reduzida na venda dos derivados.

    Portanto, embora o preço do leite tenha apresentado uma forte alta nos últimos meses, impulsionado pela redução da produção, fatores como as importações e a pressão dos canais de distribuição podem limitar o avanço das cotações no curto prazo. A recuperação da oferta e a pressão sobre as margens da indústria também devem contribuir para uma desaceleração do ritmo de valorização do leite ao produtor nos próximos meses.

  • Preços do boi gordo: o impacto nas exportações e pastagens

    Preços do boi gordo: o impacto nas exportações e pastagens

    Os preços do boi gordo, coletados pelo Cepea, apresentam uma maior dispersão no início do segundo semestre de 2024. Segundo os pesquisadores, os agentes do mercado estão ajustando os valores às novas condições econômicas.

    Redução de animais

    Os dados do Cepea indicam que a oferta de animais a pasto para abate diminuiu significativamente. Ao mesmo tempo, os lotes de confinamento estão preenchendo as escalas de abate. De acordo com os especialistas, é essencial analisar as estimativas de volumes confinados, as previsões climáticas e a tendência das exportações.

    No começo de junho, os pecuaristas estavam optando por liquidar os lotes de animais a pasto em peso de abate, de acordo com agentes consultados pelo Cepea. No entanto, os frigoríficos já estavam bem abastecidos, o que  prolongou as escalas de entrega. Nesse contexto, o ponto de equilíbrio entre a oferta e a demanda vinha sendo alcançado a preços cada vez mais baixos.

    O que vem pela frente

    A influência do fenômeno La Niña no inverno trará tempo seco e temperaturas acima da média tanto no Sudeste quanto no Centro-Oeste. Com isso, a oferta de pastagens será escassa. As exportações, tradicionalmente mais intensas no segundo semestre, devem continuar em alta. Além dos sucessivos recordes dos últimos meses, a recente valorização do dólar favorece as vendas de carne brasileira no mercado internacional.

     

  • Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    As cotações do trigo no mercado brasileiro continuam firmes, operando em níveis superiores aos do mesmo período do ano passado. Pesquisadores do Cepea destacam que os baixos estoques domésticos, especialmente de trigo de qualidade superior, sustentam essa alta. Um outro fator é o aumento da paridade de importação.

    Trigo deve ter área menor de plantio

    Adicionalmente, a área plantada para a nova safra, que está em fase de semeadura, é projetada para ser menor do que a da temporada anterior. Isso faz com que a oferta dependa fortemente das condições climáticas e de seu impacto na produtividade.

    No campo, os produtores estão concentrados nos tratos culturais das lavouras já estabelecidas e na semeadura. Agricultores no Rio Grande do Sul iniciaram suas atividades relativamente mais tarde neste ano, conforme revelam pesquisas do Cepea.

    Com isso, a expectativa é que a continuidade das condições climáticas favoráveis seja crucial para a manutenção da produtividade e, consequentemente, dos níveis de oferta no mercado nacional. O Agro em Campo segue atento tanto ao mercado quanto ao desenvolvimento da cultura.

    Os preços internos do trigo têm registrado uma alta acentuada no início de junho. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que os baixos estoques domésticos no período de entressafra impulsionam essa elevação.

    Mesmo as recentes desvalorizações no mercado externo não interromperam essa tendência de alta. Pesquisadores do Cepea destacam que as indústrias estão cautelosas na compra de novos lotes. Isso ocorre devido às mudanças no uso de créditos tributários do PIS/Cofins, introduzidas pela Medida Provisória 1.227 em 4 de junho.

    Entretanto, em relação ao comércio externo, dados da Secex mostram que, em maio, o Brasil importou 657,13 mil toneladas de trigo, um aumento de 44,6% em comparação a abril e de 131,8% em relação a maio de 2023.

    Por outro lado, as exportações foram de 55,2 mil toneladas em maio. Bem abaixo das 362,85 mil toneladas exportadas em abril de 2023 e das 71,04 mil toneladas em maio de 2023.

     

  • Óleo de soja atinge maior preço do ano

    Óleo de soja atinge maior preço do ano

    As negociações do complexo soja no mercado brasileiro estão mais aquecidas do que nunca e impactaram no óleo de soja. Segundo pesquisadores do Cepea, este aumento na atividade se deve à forte demanda tanto doméstica quanto externa, além da valorização do dólar frente ao Real.

    Óleo de soja

    Consequentemente, os preços subiram no mercado nacional, com o óleo de soja atingindo, na parcial de junho, a maior média do ano em termos reais.

    Compradores

    A disputa entre consumidores das indústrias alimentícias e de biocombustíveis se intensificou, refletindo na maior demanda internacional.

    Este cenário também elevou os prêmios de exportação de óleo de soja no Brasil, que voltaram aos níveis observados em junho de 2022.

    Produção e exportações

    Por outro lado, a oferta enfrenta desafios. A Conab estima que a produção nacional de soja será de 147,35 milhões de toneladas, representando uma queda de 4,7% em relação à temporada passada. As exportações também devem diminuir, com estimativas apontando para 92,43 milhões de toneladas, 9,3% abaixo da temporada anterior.

    Esses fatores combinados indicam um mercado de soja dinâmico e competitivo, impulsionado por demandas robustas e uma oferta mais restrita. O cenário atual destaca a importância estratégica do complexo soja no contexto econômico brasileiro e internacional.

     

  • Carnes de frango e de porco estão mais caras

    Carnes de frango e de porco estão mais caras

    As proteínas avícola e suína, comercializadas no mercado atacadista da Grande São Paulo, vêm apresentando valorizações significativas na primeira quinzena de junho, segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). No entanto, o destaque fica por conta dos aumentos nos preços da carne suína.

    Enquanto a proteína bovina registra queda nos preços de maio para junho, a carne suína e a carne de frango mostram tendências opostas. Este movimento de mercado está impactando a competitividade entre as diferentes carnes.

    Cresce a competitividade da carne de frango

    De acordo com dados do Cepea, a diferença de preço entre a carcaça suína e a carne de frango aumentou de 3,07 Reais/kg em maio para 3,14 Reais/kg na parcial de junho. Este aumento evidencia a maior competitividade da carne de frango em relação à suína. A carne de frango tem se tornado uma opção mais atrativa para os consumidores, em meio à alta dos preços da carne suína.

    Carne bovina fica mais atrativa para o consumidor

    Por outro lado, a carne bovina tem apresentado uma redução nos preços, com a diferença média caindo de 9,33 Reais/kg em maio para 8,75 Reais/kg em junho. Esta queda nos preços da carne bovina pode torná-la uma opção mais atraente para os consumidores, que estão em busca de alternativas mais econômicas no mercado de proteínas.

    Perspectivas do mercado de carne

    As variações nos preços das carnes no mercado atacadista da Grande São Paulo refletem uma dinâmica competitiva entre as diferentes proteínas. O aumento nos preços da carne suína, juntamente com a valorização da carne de frango, está moldando as escolhas dos consumidores. Por outro lado, a queda nos preços da carne bovina pode representar uma oportunidade para os consumidores que preferem essa proteína.

    Os pesquisadores do Cepea continuarão monitorando essas tendências para fornecer análises detalhadas sobre o comportamento dos preços e a competitividade das carnes no mercado. Acompanhe as atualizações para entender melhor como essas variações podem impactar suas escolhas de consumo.

  • O preço do bife está caro? Entenda o motivo

    O preço do bife está caro? Entenda o motivo

    • O mercado de carne bovina tem apresentado uma dinâmica variada em São Paulo. Enquanto os mercados de boi e de reposição enfrentam baixa liquidez e preços enfraquecidos, as negociações de carne com osso no atacado da Grande São Paulo mostram sinais de recuperação. Segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os cortes dianteiro e ponta de agulha, mais acessíveis, tiveram reajustes positivos, enquanto o traseiro continua em desvalorização.

    Pesquisadores do Cepea explicam que essa variação entre os cortes está diretamente relacionada à maior exportação das peças do dianteiro e à renda da maioria dos consumidores brasileiros. Mesmo com a melhoria de alguns indicadores macroeconômicos, como a redução do desemprego, o poder de compra da população ainda é limitado. Ou seja, isso impede a aquisição de cortes bovinos mais nobres.

    Além disso, a exportação intensificada dos cortes dianteiros tem influenciado o aumento dos preços desses produtos no mercado interno. Enquanto a demanda doméstica por cortes traseiros, mais caros, permanece baixa devido ao poder de consumo restrito da maioria dos brasileiros. Esta recuperação seletiva no atacado reflete tanto as condições econômicas internas quanto a dinâmica do comércio internacional de carne bovina.

    Pontos principais

    • Baixa liquidez: Mercados de boi e reposição apresentam fraca movimentação e preços baixos.
    • Recuperação no atacado: Cortes dianteiro e ponta de agulha registram aumentos de preços.
    • Desvalorização do traseiro: Preços dos cortes traseiros continuam em queda.
    • Influência das exportações: Exportação de cortes dianteiros aumenta, impactando os preços internos.
    • Consumo doméstico: Poder de compra limitado impede aquisição de cortes mais nobres.

    O comportamento do mercado de carne bovina reflete um cenário complexo. Os pesquisadores notaram também que fatores internos e externos moldam a oferta e demanda. Ou seja, eles influenciam diretamente os preços e o consumo dos diferentes tipos de cortes. O Agro em Campo segue acompanhando as tendências de mercado que impactam tanto o produtor quanto o consumidor.

     

  • Cotações do trigo sobem neste início de junho

    Cotações do trigo sobem neste início de junho

    Os preços internos do trigo têm registrado uma alta acentuada no início de junho. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa elevação é impulsionada pelos baixos estoques domésticos no período de entressafra.

    Mesmo as recentes desvalorizações no mercado externo não interromperam essa tendência de alta. Pesquisadores do Cepea destacam que as indústrias estão cautelosas na compra de novos lotes. Isso devido às mudanças no uso de créditos tributários do PIS/Cofins, introduzidas pela Medida Provisória 1.227 em 4 de junho.

    Em relação ao comércio externo, dados da Secex mostram que, em maio, o Brasil importou 657,13 mil toneladas de trigo, um aumento de 44,6% em comparação a abril e de 131,8% em relação a maio de 2023.

    Por outro lado, as exportações foram de 55,2 mil toneladas em maio. Bem abaixo das 362,85 mil toneladas exportadas em abril de 2023 e das 71,04 mil toneladas em maio de 2023.

    CNA aplaude devolução parcial de Medida Provisória pelo Senado

    O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, elogiou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de devolver parte do texto da MP 1.227/2024 ao Executivo. “O consenso prevaleceu. Mostramos aos parlamentares e ao governo que essa medida provisória não poderia prosperar e que ela iria trazer sérias consequências para o setor produtivo”, afirmou Martins.

    Pouco antes do anúncio de Pacheco, Martins, acompanhado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, e a senadora Teresa Cristina, se reuniu com o presidente do Senado. Durante a reunião, alertaram sobre os riscos e impactos negativos da MP. “Precisamos reconhecer a busca pelo consenso do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, que devolveu parte do texto. Foi a maneira mais adequada”, disse Martins.

    Martins destacou que a decisão trouxe alívio aos produtores rurais e à cadeia produtiva. “Esperamos que outras medidas, no futuro, sejam discutidas com o setor produtivo. Estamos dispostos a dialogar para que determinadas medidas não impactem no bolso dos produtores e dos contribuintes”, completou.

    Neste sentido, o presidente da FPA, Pedro Lupion, reforçou a importância do diálogo no Congresso Nacional. “Nosso agradecimento ao presidente, às entidades e a todos os parlamentares que estiveram mobilizados neste exercício”, afirmou.

  • Produção de ovos para consumo atinge novo recorde

    Produção de ovos para consumo atinge novo recorde

    A produção de ovos para consumo desponta com números impressionantes no início de 2024. Ela atingiu um novo recorde na série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que teve início em 2018.

    De acordo com informações recentemente divulgadas pelo IBGE em 6 de junho e analisadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o país registrou a produção de 893 milhões de dúzias de ovos entre janeiro e março deste ano. Esse volume representa um aumento de 2,8% em relação ao último trimestre de 2023. Ou seja, um impressionante crescimento de 7,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

    Preços em alta

    Apesar do aumento significativo na produção, dados compilados pelo Cepea indicam que os preços dos ovos mantiveram-se em níveis elevados, impulsionados pelo aquecimento da demanda interna, especialmente durante o período da Quaresma. Durante os primeiros três meses do ano, a cotação da caixa contendo 30 dúzias de ovos tipo extra branco, negociada em Bastos (SP), registrou uma valorização de 8,2% em relação ao trimestre anterior. No caso dos ovos tipo vermelho, a valorização foi ainda mais expressiva na praça paulista, atingindo um aumento de 11,6% no mesmo período comparativo.

    Adaptação ao mercado

    Este cenário reflete não apenas a solidez do setor avícola brasileiro, mas também a capacidade de adaptação e resposta às demandas do mercado. Principalmente em momentos de maior consumo como a Quaresma. Com uma produção em ascensão e preços aquecidos, o segmento de ovos para consumo mantém-se como um pilar essencial no panorama do agronegócio nacional. O setor promove não apenas o abastecimento interno, mas também contribuindo para a economia do país.

  • Aumento na oferta de melancia em Goiás impulsiona mercado agrícola

    Aumento na oferta de melancia em Goiás impulsiona mercado agrícola

    A produção de melancia em Goiás tem apresentado um crescimento significativo, refletindo um impacto positivo no mercado agrícola do estado. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a colheita de melancia tem acelerado consideravelmente, evidenciando um aumento na oferta do fruto.

    Em 2021, a produção goiana de melancia registrou um crescimento de 23,5%, atingindo 278,2 mil toneladas. Esse aumento expressivo deve-se a uma expansão de 16% na área cultivada e a uma melhora de 6,5% na produtividade média, que alcançou 43,6 toneladas por hectare. Esses números destacam a importância da melancia na economia agrícola de Goiás, consolidando o estado como um dos principais produtores do país.

    O município de Uruana lidera a produção de melancia em Goiás, seguido por Carmo do Rio Verde, Itapaci, Itapuranga e Rialma. Esses municípios têm investido em tecnologias agrícolas avançadas e práticas sustentáveis para aumentar a eficiência e a qualidade da produção. O clima favorável e o solo fértil da região também contribuem para o sucesso da colheita.

    Expansão do mercado fortalece economia local

    A expansão da produção de melancia não só fortalece a economia local, mas também atende à crescente demanda do mercado nacional. A melancia, rica em nutrientes e muito apreciada pelos consumidores, mantém sua posição como um dos frutos mais consumidos no Brasil. Além disso, a colheita acelerada em Goiás garante um fornecimento constante e de alta qualidade, beneficiando tanto os produtores quanto os consumidores.

    Além disso, o aumento na produção de melancia em Goiás reflete a capacidade do setor agrícola do estado em se adaptar às demandas do mercado e às mudanças climáticas. Os agricultores têm adotado práticas inovadoras e sustentáveis, como o uso eficiente de água e a implementação de sistemas de irrigação modernos, para maximizar a produtividade e minimizar os impactos ambientais.

    Em suma, o crescimento da produção de melancia em Goiás é um exemplo do dinamismo e da resiliência do setor agrícola brasileiro. Com uma colheita acelerada e uma produção em expansão, Goiás se destaca como um importante polo produtor de melancia, contribuindo para a segurança alimentar e o desenvolvimento econômico do país.

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