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  • Alerta vermelho: frente fria pode provocar tempestades com ventos de 100 km/h

    Alerta vermelho: frente fria pode provocar tempestades com ventos de 100 km/h

    Uma frente fria de grande intensidade avança sobre a região Sul do Brasil, provocando tempestades severas e trazendo riscos significativos para a população. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alertas de grande perigo para várias áreas, indicando condições meteorológicas extremas que exigem atenção redobrada e medidas de precaução.

    O INMET ativou o Aviso de Grande Perigo (vermelho) para o sudoeste e centro do Rio Grande do Sul. As previsões indicam:

    • Volumes de chuva de até 100 mm em um único dia
    • Ventanias intensas que podem atingir 100 km/h
    • Queda de granizo e descargas elétricas frequentes

    As demais áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná estão sob Aviso de Perigo (laranja), com previsão de tempestades isoladas mas potencialmente perigosas.

    Recomendações de segurança

    As autoridades recomendam que a população:

    • Evite deslocamentos não essenciais durante os piores momentos das tempestades
    • Procure abrigo em locais seguros longe de árvores, estruturas metálicas e janelas
    • Monitore atualizações meteorológicas através do portal oficial do INMET

    Veja a previsão domingo abaixo e para os próximos dias na sequência

     

    Previsão para domingo
    Segunda-feira (22 de setembro)
    • A frente fria avança para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, com os seguintes impactos:
    • Tempestades no centro e sul de Mato Grosso do Sul e em São Paulo
    • Chuvas fortes que persistem em Santa Catarina e Paraná
    • Queda acentuada de temperaturas no Rio Grande do Sul devido à chegada de massa de ar frio
    Terça-feira (23 de setembro)
    • Queda de temperatura em toda a Região Sul e partes do Mato Grosso do Sul e São Paulo
    • Condições para geada fraca nos planaltos de Santa Catarina e Paraná
    • Estabilização gradual das condições meteorológicas
    • Importância do acompanhamento meteorológico

    Os meteorologistas destacam que previsões e avisos meteorológicos são atualizados diariamente. A população deve acompanhar as informações oficiais através do portal do INMET e das redes sociais do instituto para receber orientações em tempo real.

    Especialistas lembram que eventos climáticos extremos têm se tornado mais frequentes e intensos, exigindo que a população esteja sempre preparada e informada sobre os procedimentos de segurança adequados.

    Qual a diferença entre alerta laranja e vermelho?

    O alerta vermelho indica situação de grande perigo com fenómenos meteorológicos de intensidade excepcional e alto risco de danos. O alerta laranja significa situação de perigo com fenómenos meteorológicos intensos e potencial de danos.

    Onde posso acompanhar as atualizações meteorológicas?

    As informações oficialmente são disponibilizadas no portal do INMET e nas suas redes sociais. Recomenda-se verificar essas fontes pelo menos três vezes ao dia durante períodos de alerta.

    Quais os principais riscos associados a estas tempestades?

    Os principais perigos incluem alagamentos, queda de árvores e estruturas, destelhamentos, acidentes com descargas elétricas e acidentes de trânsito devido à redução de visibilidade e pista molhada.

     

  • Frente fria traz chuva e frio ao Sul e Sudeste

    Frente fria traz chuva e frio ao Sul e Sudeste

    O avanço de uma frente fria no litoral sul do país provoca nuvens carregadas e chuva fraca em áreas da região Sul. A massa de ar polar associada derruba as temperaturas, com mínima de 6 °C em Curitiba, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além disso, pela manhã, cidades da campanha e serra gaúcha, serra catarinense e sul paranaense registram geada.

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    Sudeste

    No Sudeste, a frente fria causa chuvas no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.
    Raias de vento atingem o litoral paulista e fluminense. O frio persiste em São Paulo, que deve registrar mínima de 10 °C.

    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste, as temperaturas mais baixas se concentram em Mato Grosso do Sul.
    O restante da região mantém clima quente e seco, com alerta do Inmet para todas as capitais.

    Nordeste

    No Nordeste, a umidade marítima provoca chuva no litoral, principalmente à tarde.
    Nas demais áreas, o tempo firme predomina, com calor intenso e baixa umidade.

    Norte

    No Norte, o Amazonas, Pará, Roraima e Amapá registram chuva e calor.
    A previsão indica possibilidade de temporais localizados ao longo do dia.

  • Rio Grande do Sul terá queda acentuada nas temperaturas

    Rio Grande do Sul terá queda acentuada nas temperaturas

    O Rio Grande do Sul deve registrar uma queda significativa nas temperaturas entre os dias 9 e 11 de junho, segundo o Boletim Integrado Agrometeorológico 23/2025. A massa de ar frio que atuará sobre o estado deve provocar os menores termômetros especialmente nas regiões da Serra Gaúcha, Campanha e Sul, com temperaturas próximas de 0°C e sem previsão de chuvas relevantes neste período.

    As regiões Noroeste, Norte, Nordeste e Central podem receber volumes de chuva entre 10 mm e 100 mm, chegando a 150 mm em pontos isolados. O Sudoeste deve registrar acumulados entre 1 mm e 10 mm, enquanto Sul e Sudeste não terão chuvas significativas.

    Nos últimos sete dias, o Rio Grande do Sul enfrentou baixas temperaturas acompanhadas de chuvas volumosas em todo o território. Algumas áreas do Litoral Norte e Metropolitana registraram precipitações diárias superiores a 100 mm. E na Serra Gaúcha houve registros de chuva congelada e até neve.

    Frio intenso

    Especialistas apontam que junho de 2025 será um dos meses mais frios do ano no centro-sul do Brasil, com maior frequência de dias frios e eventos de geada em comparação a 2024. Dois episódios de frio intenso são esperados: um na primeira semana e outro na última do mês. A diminuição das horas de sol, típica do solstício de inverno em 20 de junho, contribui para a manutenção do ar frio, especialmente durante a noite.

    A previsão indica que as chuvas ficarão próximas ou acima da média climatológica no centro-leste e nordeste do estado. Isso inclui a Grande Porto Alegre e a Serra, enquanto o sul do Rio Grande do Sul deve apresentar volumes abaixo da média. A média de precipitação para junho varia entre 140 mm e 180 mm na maior parte do estado. Pode chegar a 220 mm no Noroeste e ficando entre 80 mm e 100 mm no Sudoeste e Litoral Sul.

    A entrada frequente de massas de ar frias e secas favorecerá a ocorrência de geadas mais generalizadas e frequentes no Rio Grande do Sul. A população e o setor agropecuário devem se preparar para o frio intenso e a variabilidade das chuvas, que impactam diretamente as atividades econômicas e o cotidiano regional.

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  • Temperaturas acima da média em Santa Catarina em março

    Temperaturas acima da média em Santa Catarina em março

    A previsão climática para o mês de março em Santa Catarina indica temperaturas acima da média e chuvas abaixo da média climatológica. De acordo com a Epagri/Ciram, o estado será afetado por massas de ar quente, resultando em dias consecutivos de calor intenso, inclusive à noite.

    As temperaturas em Santa Catarina devem permanecer acima do normal durante março, com a continuidade das massas de ar quente. Os episódios de frio com geada, especialmente nas áreas altas do Planalto Sul, devem começar a ocorrer a partir de abril, com maior frequência em maio, quando as massas de ar frio chegam ao Sul do Brasil.

    Chuvas abaixo da média

    A previsão para março é de chuvas abaixo da média, com períodos longos sem precipitação, especialmente no Oeste do estado. A média mensal de chuvas para o Oeste e Planalto deve variar entre 100 a 130 mm. Enquanto no Litoral, o valor fica entre 150 e 210 mm. Para abril e maio, espera-se uma redução ainda maior nas chuvas, com médias mensais entre 100 e 170 mm.

    Apesar da diminuição das chuvas, o fim do verão e o início do outono ainda apresentam risco de eventos climáticos intensos, como chuvas fortes e temporais com raios, granizo e ventos fortes. Ciclones extratropicais devem atuar com maior frequência no litoral, ocasionando ventos intensos e mar agitado.

    Influência dos fenômenos climáticos

    A previsão aponta para uma condição de neutralidade climática, sem influência direta dos fenômenos El Niño ou La Niña. Em janeiro, a temperatura da superfície do mar foi ligeiramente inferior à média, indicando uma condição de La Niña fraca. Mas essa tendência diminuiu em fevereiro.

    O mês de março em Santa Catarina será marcado por temperaturas altas e chuvas irregulares, com risco de eventos climáticos severos. É importante que os moradores e agricultores estejam preparados para essas condições, monitorando as atualizações meteorológicas e tomando medidas preventivas para minimizar os impactos.

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  • Onda de calor no RS pode superar 40°C; 14 Estados têm alerta de chuvas

    Onda de calor no RS pode superar 40°C; 14 Estados têm alerta de chuvas

    A semana começa com extremos climáticos no Brasil. O Rio Grande do Sul enfrenta uma onda de calor, enquanto 14 Estados estão sob alerta de chuvas intensas e ventos fortes.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo para o Rio Grande do Sul, válido até quarta-feira (26), às 18h. As temperaturas podem ficar até 5°C acima da média, impactando a saúde da população. A onda de calor será intensa e prolongada, com máximas acima de 40°C em diversas regiões, incluindo Oeste, Noroeste, Centro, Campanha, Sul, vales, Porto Alegre e Grande Porto Alegre.

    Chuvas intensas atingem várias regiões

    Enquanto isso, o Inmet mantém alertas para chuvas fortes em várias partes do país até as 10h desta segunda-feira (24). O aviso de perigo vale para o sudeste do Amapá e o nordeste do Pará, incluindo Macapá, Altamira e Belém. Também há risco de temporais no Acre, Amazonas e norte de Rondônia.

    São Paulo e Rio de Janeiro podem enfrentar chuvas de 30 a 100 mm/dia, com ventos entre 60 e 100 km/h. As regiões da Macro Metropolitana Paulista, Vale do Paraíba e Litoral Sul podem registrar alagamentos, queda de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica.

    Outros Estados também estão sob risco de chuvas intensas, com volumes entre 20 e 50 mm/dia e ventos de 40 a 60 km/h. O alerta inclui Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, Maranhão, Tocantins, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro, Sul de Minas, São Paulo e Norte do Paraná. Apesar do risco moderado, as autoridades recomendam atenção a possíveis tempestades e enchentes.

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  • Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas para várias regiões do país neste final de semana. Ou seja, o calor típico de verão, combinado com a alta umidade, deve favorecer a formação de tempestades isoladas, especialmente no final do dia.

    Sábado

    No sábado (25/1), o amanhecer será marcado por nebulosidade no Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e Paraná, além de grande parte de São Paulo, Minas Gerais e a região serrana do Rio de Janeiro. Além disso, durante a tarde, o aumento do calor e da umidade deve intensificar as chances de chuvas fortes e tempestades localizadas.

    No Rio Grande do Sul, tempestades podem atingir a região central, enquanto o litoral norte de Santa Catarina estará sujeito a condições climáticas severas. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e regiões isoladas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Norte do país, os alertas do Inmet também permanecem ativos para chuvas intensas.

    Região Centro-Oeste

    Na Região Centro-Oeste, o sábado começa com céu aberto na maior parte dos Estados. Apenas o sul de Goiás terá tempo fechado, com possibilidade de chuvas isoladas pela manhã. Em Porto Alegre e no norte de Mato Grosso e Goiás, também há previsão de precipitações durante o início do dia.

    Nordeste

    Já no Nordeste, o tempo se mantém estável durante todo o final de semana, sem previsão de chuvas intensas e com temperaturas abaixo de 30°C.

    Domingo

    O domingo (26/1) começa com nebulosidade nas regiões Sul, Sudeste e boa parte do Centro-Oeste. Os maiores volumes de chuva devem ocorrer pela manhã em Sinop, no Mato Grosso. Em São Paulo, a previsão é de precipitações leves nesse período.

    À tarde, chuvas intensas e temporais isolados podem atingir Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais, sul de Mato Grosso e praticamente todo o Mato Grosso do Sul. Em geral, as precipitações devem vir acompanhadas de ventos fortes e risco de queda de granizo.

     

     

  • Frente fria traz chuva no Sul e alivia calor em outras regiões

    Frente fria traz chuva no Sul e alivia calor em outras regiões

    A chegada de uma frente fria nesta segunda-feira traz chuvas intensas ao Sul do Brasil, enquanto alivia o calor no Centro-Oeste e Sudeste. Após um final de semana com temperaturas recordes, o fenômeno derruba os termômetros em Mato Grosso do Sul e deve beneficiar outras regiões.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para chuvas de até 100 milímetros por dia e risco de granizo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O instituto também aponta o risco de danos em plantações devido à intensidade das precipitações previstas para o início da semana.

    Impactos no Rio Grande do Sul

    A Emater do Rio Grande do Sul informa que a chuva será moderada a forte nos Campos de Cima da Serra, no Planalto e ao longo da faixa litorânea entre as regiões Metropolitana e Sul. No entanto, a precipitação será fraca em áreas do Planalto, Norte e Metropolitana. O Estado enfrenta um cenário de chuvas abaixo da média, o que tem afetado negativamente as culturas de soja e milho.

    De acordo com a Emater, o plantio segue suspenso em locais sem chuva, e muitas lavouras apresentam falhas no estande de plantas. “Essas condições climáticas preocupam os produtores e podem causar perdas irreversíveis nas culturas de verão, principalmente na soja”, destaca o boletim.

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    Relevância das condições climáticas

    As mudanças no clima trazem alívio para regiões afetadas por estiagens prolongadas, mas também exigem atenção aos possíveis danos. O acompanhamento das condições climáticas é essencial para minimizar prejuízos e garantir a segurança dos produtores rurais.

  • Governo muda Política de Inovação do Inmet

    Governo muda Política de Inovação do Inmet

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria nº 752 no Diário Oficial da União, aprovando a nova Política de Inovação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esta iniciativa visa aprimorar a coordenação e o alinhamento das ações do Inmet em relação à inovação. Focando no desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços meteorológicos que atendam às demandas do setor produtivo e da sociedade.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da inovação para o avanço da meteorologia no Brasil. “A aprovação dessa nova política reflete nosso compromisso com a modernização da infraestrutura e a inovação no setor meteorológico”, afirmou Fávaro.

    A Política de Inovação tem como objetivo incentivar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico, estabelecendo diretrizes claras para a gestão de inovação no Inmet. A estratégia inclui a promoção de um ambiente colaborativo entre instituições e agentes do setor. Além da definição de mecanismos para celebrar parcerias com entidades públicas e privadas, tanto nacionais quanto internacionais. Também serão implementadas medidas para proteger a propriedade intelectual dos produtos e processos desenvolvidos em colaboração.

    Entre as metas da nova política estão o aprimoramento dos processos institucionais, a capacitação contínua dos servidores e a criação de um ambiente propício para a conexão de pessoas e ideias. A política também visa fomentar parcerias estratégicas e o compartilhamento de competências e infraestrutura.

    Um Hub de pesquisa aplicada

    Luís Fernando Magnani de Oliveira, diretor interino do Inmet, ressaltou que essa política é um passo fundamental para transformar o Instituto em um centro de excelência em meteorologia. “O objetivo é dotar o Inmet de uma ferramenta institucional que permita transformá-lo em um hub de pesquisa aplicada. Fomentando parcerias com a academia e o setor produtivo”, explicou Oliveira. Ele enfatizou que essa abordagem permitirá resultados mais rápidos e eficientes para os desafios meteorológicos e climáticos que o Brasil enfrenta.

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    A nova Política de Inovação do Inmet representa um avanço significativo na busca por soluções tecnológicas que beneficiem não apenas o setor agrícola, mas toda a sociedade brasileira. Com um foco claro na colaboração e na modernização, o Inmet se posiciona para enfrentar os desafios futuros na área da meteorologia. E assim, contribuir para um desenvolvimento sustentável e inovador no país. É o que esperamos.

  • Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    A quarta-feira (15) será marcada por chuvas fortes em diversas regiões do Brasil. O Nordeste deve registrar os maiores volumes de precipitação, com destaque para o semiárido. Também há previsão de chuva intensa no norte de Minas Gerais, sul do Pará, Mato Grosso, Goiânia e Brasília. Ao mesmo tempo, no Norte, a chuva se concentra na porção sul da região, abrangendo áreas entre o Pará e o Acre.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sistemas meteorológicos típicos do verão estão impulsionando as chuvas. Entre eles estão a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Ou seja, esses sistemas combinados devem gerar altos volumes de chuva no norte do país nos próximos dias.

    Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia devem registrar os maiores acumulados de chuva. Por outro lado, no leste do Nordeste, as precipitações serão mais leves. No Sudeste, o clima permanece úmido, especialmente nas áreas litorâneas e no norte da região. No Sul, a chuva fica restrita ao litoral.

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    Alerta de calor extremo no Rio Grande do Sul

    Enquanto isso, o Rio Grande do Sul enfrenta uma onda de calor intensa. A Defesa Civil estadual alertou para temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar. Ou seja, hoje, quarta-feira, regiões como oeste, missões, noroeste, campanha, centro, vales e áreas metropolitanas de Porto Alegre devem registrar máximas entre 34ºC e 42ºC. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 35%.

    Na quinta-feira (16), o calor deve aumentar nas mesmas áreas. A Defesa Civil alerta para população evitar exposição prolongada ao sol e a se hidratar frequentemente.

     

  • Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    A semana começa com chuvas intensas e alerta de perigo para 14 Estados do Norte e Nordeste. A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém atuação entre Bahia e Amazonas. Já a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influencia o Amapá e o litoral do Nordeste.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja válido até as 10h desta segunda-feira (12). Além disso, o aviso prevê chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ou 50 a 100 milímetros em 24 horas, com ventos de até 100 km/h. Portanto, há risco de quedas de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia.

    Estados em alerta

    O alerta inclui Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Ou seja, nessas regiões, as chuvas podem causar transtornos significativos, como inundações e interrupções de serviços essenciais.

    Minas Gerais e Espírito Santo em atenção

    Em Minas Gerais, a combinação de calor, umidade e um cavado mantém o risco de temporais no centro-norte e noroeste do Estado. Ao mesmo tempo, no Espírito Santo, as pancadas de chuva moderadas a fortes podem vir acompanhadas de raios e ventos de até 70 km/h.

    Sudeste com clima variado

    No Sudeste, São Paulo e Rio de Janeiro apresentam condições típicas de verão. Apesar do calor predominante, pancadas isoladas podem ocorrer no interior dos Estados. As capitais devem ter tempo firme.

    Centro-Oeste e Sul com instabilidade irregular

    Mato Grosso do Sul registra chuvas localizadas, com maior risco de temporais no extremo norte, próximo a Mato Grosso e Goiás. No Sul, pancadas moderadas a fortes atingem o Paraná e Santa Catarina, enquanto o Rio Grande do Sul permanece sob influência do calor e da baixa umidade relativa do ar, inferior a 30%.

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    Risco elevado e orientações

    A persistência das chuvas intensas exige atenção redobrada. Portanto, em casos de ventos fortes ou raios, é recomendado buscar abrigo e evitar áreas abertas, árvores e estruturas metálicas. Além disso, em situações de alagamentos, a orientação é evitar cruzar áreas inundadas.

    A previsão para os próximos dias indica que os fenômenos climáticos continuarão influenciando o tempo em diversas regiões. A população deve acompanhar atualizações dos serviços meteorológicos para se manter informada e segura.