Tag: etanol

  • Preços do etanol seguem em queda em São Paulo

    Preços do etanol seguem em queda em São Paulo

    Os preços do etanol em São Paulo continuam caindo. Entre 9 e 13 de setembro, o Indicador CEPEA/ESALQ para o etanol hidratado registrou R$ 2,4061 por litro, uma queda de 4,07% em comparação com a semana anterior. Já o etanol anidro fechou a R$ 2,8551 por litro, representando uma redução de 2,75% no mesmo período.

    Preços do etanol em queda

    Pesquisadores do Cepea apontam que algumas usinas paulistas precisaram escoar o etanol estocado, em razão do excesso de produção nos tanques. Portanto, essas unidades flexibilizaram os preços para facilitar as negociações. Por outro lado, distribuidores que adquiriram maiores volumes negociaram valores mais baixos que os originalmente oferecidos.

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    Em resumo, a pressão sobre os estoques e a maior negociação por parte dos compradores influenciaram diretamente o enfraquecimento dos preços no estado.

    Valores seguem tendência de queda

    Em agosto, período de pico da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou uma média de R$ 2,5827/litro, queda de 0,78% em relação a julho. Para o etanol anidro, na modalidade spot, a média de agosto foi de R$ 2,9526/litro, uma redução de 1,2% no mesmo período.

  • Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Os preços do etanol hidratado e anidro caíram em agosto no estado de São Paulo. Segundo o Cepea, a produção aumentou ligeiramente, o que elevou a oferta no mercado spot paulista. Mesmo com a demanda firme ao longo do mês, a oferta mais alta pressionou os preços para baixo.

    Preço do etanol cai

    Em agosto, período de pico da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou uma média de R$ 2,5827/litro, queda de 0,78% em relação a julho. Para o etanol anidro, na modalidade spot, a média de agosto foi de R$ 2,9526/litro, uma redução de 1,2% no mesmo período.

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    Pesquisadores do Cepea alertam para os efeitos do clima seco, que afetam o volume e a qualidade da safra de cana-de-açúcar 2025/26. Ou seja, queimadas em áreas de cana em pé e em fase de rebrota também preocupam o setor. Algumas usinas ainda estão contabilizando os prejuízos no campo, segundo o levantamento do Cepea.

    Produção de cana

    A produção de cana já começa a sentir os efeitos das mudanças climáticas. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) estima uma redução de 3,8% na safra de 2024/25, causada pela baixa pluviosidade e altas temperaturas na região Centro-Sul. Além disso, a redução da quantidade e frequência de chuvas é o principal fator que afeta a produção de cana, superando até a elevação das temperaturas.

  • Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Os preços do etanol caíram novamente na última semana no mercado paulista, de acordo com levantamento do Cepea. O etanol hidratado registrou média de R$ 2,5977 por litro entre 12 e 16 de agosto, um recuo de 1,35% em comparação com a semana anterior. O etanol anidro também teve queda, com o preço a R$ 2,9473 por litro, uma baixa de 2,15% no mesmo período.

    Análise dos preços do etanol no mercado paulista

    Pesquisadores do Cepea afirmam que as distribuidoras agiram com cautela, priorizando a retirada de volumes negociados anteriormente. Em resumo, quando participavam do mercado, buscavam valores mais baixos. Do lado dos vendedores, a atenção estava voltada para as condições climáticas que afetam a cana-de-açúcar, especialmente com o retorno das altas temperaturas e do clima seco.

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    Embora o ritmo das negociações tenha sido lento, dados monitorados pelo Cepea mostram que a quantidade de etanol hidratado vendida em agosto já é mais de 100% superior ao volume negociado no mesmo período em 2023.

    Etanol hidratado

    Os pesquisadores do Cepea observaram um movimento de alta há pouco tempo. Entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, as vendas de etanol hidratado em São Paulo ultrapassaram os 100 milhões de litros. Ou seja, marcou o segundo maior volume negociado na temporada 2024/25. O recorde deste ciclo foi registrado na semana de 12 de abril. Portanto, o acumulado do ciclo, que vai de 1º de abril a 3 de agosto, houve um crescimento de 113,5% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2023.

  • Preço do etanol hidratado sobe e vendas superam 100 milhões de litros

    Preço do etanol hidratado sobe e vendas superam 100 milhões de litros

    Na última semana, o preço do etanol hidratado no mercado paulista voltou a subir, com a média do Indicador CEPEA/ESALQ atingindo R$ 2,6022 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), registrando um aumento de 1,39% em relação à semana anterior.

    De acordo com pesquisadores do Cepea, a alta nos preços foi impulsionada por vendedores firmes e por compradores que adquiriram maiores volumes do biocombustível, em preparação para a volta às aulas, período em que a demanda geralmente aumenta.

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    Entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, as vendas de etanol hidratado em São Paulo ultrapassaram os 100 milhões de litros, marcando o segundo maior volume negociado na temporada 2024/25. O recorde deste ciclo foi registrado na semana de 12 de abril. No acumulado do ciclo atual, que vai de 1º de abril a 3 de agosto, houve um crescimento de 113,5% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2023.

    Fatores de Crescimento

    Pesquisadores do Cepea indicam que a sequência de vendas aquecidas no varejo, com o preço do etanol competitivo em relação à gasolina, tem sido um fator significativo para o aumento dos preços no segmento produtor. A combinação de estratégias de venda firmes e o aquecimento da demanda sazonal contribuiu para este cenário positivo para o etanol hidratado.

    Esses dados ressaltam a importância do etanol como alternativa viável e competitiva aos combustíveis fósseis, destacando seu papel crescente no mercado energético brasileiro.

  • Preços do etanol em queda após cinco semanas de alta

    Preços do etanol em queda após cinco semanas de alta

    Os preços do etanol enfraqueceram no mercado spot de São Paulo após cinco semanas consecutivas de alta. Entre 15 e 19 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do hidratado manteve-se estável, com valor de R$ 2,6564/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). Já o anidro registrou queda de 0,97%, fechando a R$ 3,0508/litro (líquido de PIS/Cofins).

    Segundo pesquisadores do Cepea, a retração da demanda pressionou os preços. Ou seja, compradores indicaram que o período de férias escolares reduziu a necessidade de novas aquisições, diminuindo o fluxo de automóveis. Do lado dos produtores, algumas usinas preferiram ficar fora do mercado. Além disso, outros vendedores ofereceram valores menores para aumentar a liquidez e evitar a elevação dos estoques, já que a safra continua favorecida por boas condições climáticas.

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    Fatores influenciando o mercado de etanol

    A demanda retraída e a oferta dos produtores são os principais fatores influenciando o mercado de etanol em São Paulo. Durante o período de férias escolares, a necessidade de etanol caiu devido à redução no fluxo de veículos. Além disso, algumas usinas decidiram não participar do mercado, enquanto outras buscaram aumentar a liquidez com preços menores.

    Expectativas para o futuro

    Com a continuidade das boas condições climáticas, a safra de etanol permanece favorecida. Portanto, o comportamento dos produtores e a demanda dos compradores serão cruciais para determinar os próximos movimentos dos preços no mercado. 

  • Preços dos etanóis: hidratado sobe mais 5% e anidro 6% em SP

    Preços dos etanóis: hidratado sobe mais 5% e anidro 6% em SP

    Os preços dos etanóis subiram novamente na última semana no mercado spot do estado de São Paulo. Entre 8 e 12 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado aumentou 4,83%, chegando a R$ 2,6562 por litro, líquido de ICMS e PIS/Cofins. O etanol anidro teve um aumento de 6% no mesmo período, com o Indicador a R$ 3,0809 por litro, líquido de PIS/Cofins.

    Preços dos etanóis: entenda o movimento do mercado

    Pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar do enfraquecimento da demanda, os vendedores mantiveram firmes os preços pedidos. O aumento de 20 centavos por litro no preço da gasolina A, anunciado pela Petrobras na segunda-feira, 8, fortaleceu essa postura. A valorização do combustível fóssil tende a tornar o etanol mais atrativo.

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    De maneira geral, o ritmo de comercialização diminuiu. Distribuidoras adquiriram volumes limitados. No campo, chuvas em algumas regiões produtoras de São Paulo causaram paralisações pontuais na moagem.

  • Moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul avança 12,99% na segunda quinzena de junho

    Moagem de cana-de-açúcar no Centro-Sul avança 12,99% na segunda quinzena de junho

    Na segunda quinzena de junho, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 48,80 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Um aumento de 12,99% em comparação com a safra 2023/2024, quando foram moídas 43,19 milhões de toneladas no mesmo período.

    No acumulado desde o início da safra 2024/2025 até 1º de julho, a moagem atingiu 238,40 milhões de toneladas. Foram 210,48 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo 2023/2024 – um avanço de 13,27%.

    Segundo Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA “o avanço de moagem registrado até o momento está relacionado à antecipação de início das operações nos primeiros meses da safra. Especialmente, à condição climática que tem favorecido a colheita no atual ciclo”.

    Ao término da segunda metade de junho, 256 unidades estavam em operação no Centro-Sul. 238 unidades com processamento de cana-de-açúcar, nove empresas que fabricam etanol a partir do milho e nove usinas flex.

    O nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na segunda quinzena de junho atingiu 139,96 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 133,10 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 5,16%.

    No acumulado da safra, o indicador marca 128,31 kg de ATR, o mesmo índice registrado no ciclo anterior em igual posição.

    Produção de açúcar e etanol

    A produção de açúcar na segunda quinzena de junho totalizou 3,25 milhões de toneladas, registrando aumento de 20,11% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2023/2024 (2,70 milhões de toneladas).

    No acumulado desde o início da safra até 1º de julho, a fabricação do adoçante totalizou 14,20 milhões de toneladas, contra 12,27 milhões de toneladas do ciclo anterior (+15,70%).

    Ainda segundo Rodrigues, “até o momento o crescimento da fabricação do adoçante atingiu 1,93 milhões de toneladas. 1,63 milhões decorre do avanço na moagem de cana-de-açúcar e apenas 300 mil toneladas associada à mudança no mix de produção das unidades produtoras”.

    Na segunda metade de junho, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 2,31 bilhões de litros.  Destes, 1,42 bilhão de litros (+32,84%) de etanol hidratado e 887,96 milhões de litros (+1,06%) de etanol anidro.

    No acumulado desde o início do atual ciclo agrícola até 1º de julho, a fabricação do biocombustível totalizou 11,02 bilhões de litros (+13,52%), sendo 7,06 bilhões de etanol hidratado (+27,27%) e 3,96 bilhões de anidro (-4,83%).

    Vendas de etanol crescem 10,95% em junho

    No mês de junho, as vendas de etanol totalizaram 2,84 bilhões de litros. Isso representa uma variação positiva de 10,95% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024.

    O etanol hidratado registrou crescimento de 27,84% (1,81 bilhão de litros), enquanto o anidro apresentou queda de 10,02% no volume comercializado (1,03 bilhão de litros).

    No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,77 bilhão de litros em junho deste ano. Um aumento de 33,95% em relação ao mesmo período da safra anterior.

    A venda mensal de etanol anidro atingiu a marca de 978,52 milhões de litros, retração de 10,10%.

    No acumulado desde o início da safra até 1º de julho, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 8,65 bilhões de litros, registrando crescimento de 22,13%.

  • Preços do etanol seguem em alta há quatro semanas

    Preços do etanol seguem em alta há quatro semanas

    Os preços do etanol no mercado paulista registram alta contínua há quatro semanas. Pesquisadores do Cepea apontam que a demanda aquecida pelo biocombustível, que se mantém competitivo em relação à gasolina C, impulsiona essa valorização. Além disso, produtores de usinas permanecem firmes nos valores estabelecidos para novos contratos.

    Outro fator que sustenta os preços é o valor elevado do açúcar no mercado internacional, aliado ao dólar forte. Esse cenário leva as usinas a direcionarem mais cana-de-açúcar para a produção de açúcar, reduzindo a oferta de etanol. Entre os dias 1º e 5 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou em R$ 2,5337 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), um aumento de 2,72% em relação ao período anterior. Já o etanol anidro teve alta de 6,32%, com o Indicador a R$ 2,9077 por litro (líquido de PIS/Cofins).

    Preços do etanol

    Mesmo com essas altas, os preços atuais ainda estão abaixo dos registrados em anos anteriores. Os Indicadores CEPEA/ESALQ mensais de junho de 2024 para o etanol hidratado e anidro (considerando spot e contratos) foram os menores das últimas três safras, em termos reais, ajustados pelo IGP-M de junho.

  • Preços do agro: fique por dentro das negociações

    Preços do agro: fique por dentro das negociações

    O Agro em Campo traz agora a análise do Cepea sobre os preços dos principais produtos do agronegócio brasileiro. A produção de açúcar cristal branco em São Paulo cresceu, impulsionada pelos avanços na colheita e moagem da cana-de-açúcar da safra 2024/25, em junho. Esse aumento de oferta foi especialmente notável no mercado spot do Icumsa 180. Apesar disso, os preços permaneceram firmes nas duas primeiras semanas do mês, sustentados pela desvalorização do real frente ao dólar, o que tornou as exportações mais atraentes. No final de junho, a menor demanda pressionou as cotações. Indústrias alimentícias relataram vendas fracas para o varejo, indicando que o açúcar recebido por contratos foi suficiente para manter a produção, eliminando a necessidade de compras adicionais no mercado spot.

    Alta nos preços do algodão

    Os preços do algodão em pluma subiram no mercado interno ao longo de junho. Esse movimento foi sustentado pela firme posição dos vendedores e pelo aumento na demanda dos compradores, mesmo que de forma pontual. Após três meses de queda, o preço da pluma registrou alta no último mês.

    Mercado de arroz mantém preços firmes no Rio Grande do Sul

    O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul terminou junho com preços firmes, apesar do ritmo lento de negócios devido às incertezas no cenário econômico. A demanda internacional aquecida, que manteve as exportações mais atraentes do que as vendas internas, deu suporte aos preços. No entanto, a menor saída de arroz beneficiado para grandes centros consumidores nacionais limitou a liquidez e os aumentos nos valores da matéria-prima. Vendedores mantiveram suas propostas firmes devido aos altos custos estimados, enquanto as perdas agrícolas causadas pelo El Niño levaram produtores a buscar maior valorização do arroz em casca.

    Disparidade de preços no mercado de boi

    O mercado de boi vivo registrou uma maior dispersão nos preços coletados pelo Cepea no final do semestre, refletindo diferentes percepções sobre as condições do mercado. Após quedas sucessivas no primeiro semestre, agentes buscam preços que se ajustem melhor às condições atuais.

    Café fecha junho com alta de preços

    Os preços dos cafés robusta e arábica subiram no mercado spot nacional em junho, mas a comercialização de novos lotes permaneceu lenta. A liquidez aumentou apenas em momentos de forte elevação nos valores.

    Demanda por etanol

    A safra sucroenergética 2024/25 avança rapidamente no Centro-Sul, favorecida pelas boas condições climáticas para a colheita e moagem da cana-de-açúcar. A demanda por etanol no varejo, especialmente em São Paulo, se mantém firme, sustentada pela vantagem do biocombustível frente à gasolina.

    Valores do frango variam

    Os preços médios dos produtos avícolas acompanhados pelo Cepea apresentaram variações distintas em junho. Em alguns casos, a demanda aquecida elevou as cotações, sustentando a média mensal, enquanto em outros, a baixa liquidez resultou em queda nos valores.

    Preços do milho caem com avanço da colheita

    Os preços do milho caíram em junho na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, influenciados pelo avanço da colheita da segunda safra. Parte dos produtores aumentou o volume de milho disponível no mercado spot, enquanto outros, receosos quanto aos impactos do clima adverso, limitaram a oferta. Consumidores priorizaram o uso de estoques e adquiriram poucos lotes no spot, aguardando novas desvalorizações com o avanço da colheita.

    Cotações de ovinos

    Em junho, os preços do cordeiro vivo apresentaram variações nas regiões acompanhadas pelo Cepea. No Rio Grande do Sul e em Mato Grosso, os valores subiram, enquanto em outras regiões os preços recuaram.

    Soja registra alta nas negociações

    As negociações de soja estiveram aquecidas no mercado brasileiro em junho, impulsionadas pela demanda firme, tanto doméstica quanto externa. A valorização cambial, com o dólar subindo 5% de maio para junho, deixou as commodities nacionais mais atraentes para importadores.

    Preços do trigo permanecem firmes

    Os preços do trigo mantiveram-se firmes no mercado brasileiro em junho, operando acima dos níveis do mesmo período do ano passado. Esse cenário foi sustentado pelos baixos estoques domésticos e pela elevação da paridade de importação, o que limitou a liquidez e resultou em negociações pontuais.

  • Mercado aquecido: Preço do etanol sobe em São Paulo

    Mercado aquecido: Preço do etanol sobe em São Paulo

    Os preços dos etanóis continuaram a subir na última semana no mercado spot de São Paulo. Entre os dias 17 e 21 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou um valor de R$ 2,4113 por litro, já descontados ICMS e PIS/Cofins. Ou seja, um aumento de 3,14% em comparação com o período anterior. Para o etanol anidro, o Indicador atingiu R$ 2,7204 por litro, líquido de PIS/Cofins, uma elevação de 3,28% no mesmo período.

    Análise de mercado do etanol

    Pesquisadores do Cepea explicam que a movimentação dos negócios se intensificou devido às boas saídas de etanol hidratado no varejo, além da postura firme dos vendedores. Os produtores continuam vigilantes em relação ao clima seco que predominou nos últimos meses. De acordo com os especialistas do Cepea, embora essa condição climática favoreça as atividades agrícolas e industriais, ela também trará consequências negativas. Isso acontece pelo déficit hídrico, que deverá ser sentido em breve com a redução dos estoques do produto.

    De olho no clima

    Essa situação ressalta a importância de monitorar as condições climáticas e seus impactos no mercado de etanol, já que a oferta pode ficar comprometida se a seca persistir. Por enquanto, os preços seguem em alta, refletindo a atual dinâmica entre oferta e demanda no setor.