Tag: colheita

  • Preços da soja têm comportamentos opostos no Brasil e nos EUA

    Preços da soja têm comportamentos opostos no Brasil e nos EUA

    Os preços da soja apresentaram movimentos distintos no Brasil e nos Estados Unidos na última semana. De acordo com o Cepea, as cotações norte-americanas subiram devido à estimativa de menor produção e à demanda aquecida. No Brasil, porém, os valores recuaram por causa das projeções de safra recorde

    No mercado interno, a liquidez foi baixa. O restante da safra 2023/24 está praticamente esgotado, e a colheita da safra 2024/25 está apenas começando, segundo pesquisadores do Cepea. Para esta temporada, o USDA mantém uma previsão de 169 milhões de toneladas, volume 10,5% superior ao da safra anterior. A Conab projeta 166,33 milhões de toneladas, consolidando também um recorde histórico de produção no País.

    Colheita de feijão avança, mas grãos de alta qualidade são escassos

    A colheita da primeira safra de feijão avançou no Brasil, com o Paraná alcançando 74% da área colhida até 13 de janeiro, conforme dados do Deral/Seab analisados ​​pelo Cepea. A maior parte dos grãos disponíveis apresenta notas 8 e 8,5, especialmente da variedade Sábia, conhecida pelo rápido escurecimento

    No entanto, grãos de alta qualidade, com notas 9 e 10, são escassos no Paraná e em outras regiões produtoras. Pesquisadores do Cepea atribuem essa situação às mudanças climáticas, que melhoraram a qualidade em algumas áreas, e à oferta sazonal limitada.

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    Preços do milho seguem firmes com oferta restrita e demanda aquecida

    Os preços do milho continuam em alta no mercado brasileiro. A retração de vendedores, os baixos estoques e a demanda interna sustentaram as cotações, segundo o Ce

    Parte dos compradores ativos estiveram no mercado spot ao longo da última semana, enquanto os produtores focaram em trabalhos de campo. Dados da Conab mostram que o estoque de passagem da safra 2023/24, que termina em janeiro, caiu para 2,53 milhões de toneladas, bem abaixo dos 4,42 milhões de toneladas projetadas em dezembro. O aumento das exportações, agora estimado em 38,5 milhões de toneladas, foi o principal fator para essa redução.

     

  • Milho, soja e feijão: mercado reage à colheita e clima

    Milho, soja e feijão: mercado reage à colheita e clima

    Os preços do milho iniciaram 2025 em alta, segundo levantamento do Cepea. O aumento da demanda e a  retração de vendedores impulsionam o movimento. Mesmo com o início da colheita das safras de verão de milho e soja, as cotações seguem firmes.

    Consumidores esperavam que a colheita trouxesse maior oferta, já que muitos produtores precisariam liberar espaço nos armazéns. No entanto, produtores estão priorizando os trabalhos no campo e não demonstram urgência em vender. Com isso, a oferta no mercado spot permanece limitada.

    Soja: colheita começa no Brasil e preços recuam

    A colheita da safra recorde de soja 2024/25 começou em diversas regiões do Brasil, com produtores otimistas. Esse cenário pressionou os preços da oleaginosa, conforme aponta o Cepea.

    Apesar da queda, fatores como a menor oferta da Argentina e as incertezas no mercado internacional limitaram o recuo. O dólar e possíveis mudanças na política comercial dos Estados Unidos, como taxas de importação e exportação, também influenciaram.

    No mercado físico nacional, a última semana foi marcada por maior liquidez, principalmente para completar cargas de contratos a termo.

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    Feijão: mais oferta e qualidade marcam início do ano

    A colheita da primeira safra de feijão avança no Brasil, com oferta crescente e qualidade superior. O Sul, especialmente o Paraná, concentra os trabalhos, que devem se intensificar nas próximas semanas em Minas Gerais e Goiás.

    Produtores monitoram o clima, fator decisivo para a qualidade dos grãos. Chuvas acima da média em regiões do Sudeste e Centro-Oeste preocupam agricultores com lavouras no fim do ciclo.

    Em relação aos preços, o Cepea identificou variações regionais no feijão carioca. Ou seja, a qualidade dos grãos e a demanda influenciam os valores de forma distinta em cada praça.

  • Preço do trigo sobe no Brasil, saiba os motivos

    Preço do trigo sobe no Brasil, saiba os motivos

    O preço do trigo no mercado interno subiu na última semana. Segundo o Cepea, a valorização reflete o aumento das cotações na Bolsa de Chicago. Além disso, existe a expectativa de que o governo federal publique um edital para compra do cereal. Mesmo com a colheita em andamento e importações elevadas, os preços no Brasil registraram alta.

    Em outubro, os portos brasileiros receberam 552,4 mil toneladas de trigo, o maior volume para o mês nos últimos cinco anos. No acumulado de 2024, o Brasil já importou 5,7 milhões de toneladas, a maior quantidade desde 2013.

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    Compra do governo

    O governo federal destinou R$ 261 milhões para comprar trigo de produtores do Rio Grande do Sul. A operação será conduzida pela Companhia Nacional de Abastecimento. Ou seja, a Conab usará os recursos para formar estoques públicos por meio da Aquisição do Governo Federal (AGF). A medida visa reduzir os impactos da crise climática no Estado.

    A Conab planeja adquirir até 200 mil toneladas de trigo tipo 1, voltado ao consumo humano, como na produção de pães. Atualmente, o preço do cereal no Rio Grande do Sul está em R$ 67 por saca de 60 quilos, abaixo do mínimo garantido pelo governo, que é de R$ 78,51. “O Rio Grande do Sul é prioridade, mas estamos monitorando outros Estados”, afirmou o presidente da Conab, Edegar Pretto, em coletiva de imprensa.

  • Preços do milho sobem com colheita quase concluída

    Preços do milho sobem com colheita quase concluída

    Os preços do milho subiram nas principais regiões monitoradas pelo Cepea nos últimos dias. Na quinta-feira (22), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa para a região de Campinas (SP) atingiu R$ 60,12 por saca de 60 kg. Ou seja, esse valor não era registrado desde 9 de abril deste ano.

    Preços do milho

    Pesquisadores do Cepea apontam que, com a colheita da segunda safra praticamente finalizada, os produtores reduziram a oferta no mercado interno. Portanto, essa menor disponibilidade aumentou as cotações do cereal em várias regiões. No entanto, o avanço dos preços foi limitado pela fraca demanda, tanto interna quanto externa, segundo levantamentos do Cepea.

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    A Conab informou que os produtores já haviam colhido 96,4% da área nacional de milho até 18 de agosto. Os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná ainda estão finalizando os trabalhos no campo.

    Safra verão

    A Bayer anunciou o lançamento do híbrido de milho AG8707PRO4, voltado para a safra verão subtropical 2024/2025 na região Sul do Brasil. Em resumo, a novidade visa oferecer mais segurança e produtividade aos produtores que enfrentam adversidades climáticas e agronômicas, como as observadas na safra 2023/2024.

    A empresa anunciou o lançamento do híbrido de milho AG8707PRO4, voltado para a safra verão 2024/2025, com foco nos produtores da região Sul do Brasil, que buscam maior segurança para suas colheitas.

     

  • Preços do milho voltam a cair no Brasil

    Preços do milho voltam a cair no Brasil

    Os preços do milho caíram novamente em algumas regiões do Brasil, conforme dados do Cepea. Pesquisadores do Centro indicam que a retração dos consumidores, preocupados com a oferta elevada tanto no mercado interno quanto externo, é a principal causa dessa queda.

    No Brasil, a colheita da segunda safra se aproxima do fim, enquanto nos Estados Unidos a iminente colheita pressiona os contratos na Bolsa de Chicago. Além disso, a desvalorização do dólar na última semana e a baixa nos preços futuros reduziram a paridade de exportação, o que limitou os negócios nos portos brasileiros.

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    Preços do milho

    Parte dos vendedores se mostrou mais flexível nas negociações, especialmente a partir do dia 8 de agosto. Eles buscam liberar armazéns ou fazer caixa para quitar dívidas. No entanto, alguns ainda esperam uma recuperação dos preços após o término da colheita no Brasil.

     

  • Cotações do milho continuam em queda no Brasil

    Cotações do milho continuam em queda no Brasil

    As cotações do milho continuam em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, especialmente no Centro-Oeste. A intensificação da colheita aumentou a oferta da segunda safra, pressionando os preços. Estimativas recentes apontaram reajustes positivos na produção, contribuindo para a desvalorização interna.

    Cotações do milho continuam em queda: confira a análise

    Apesar da queda nos preços, pesquisadores do Cepea observam que os compradores estão afastados do mercado spot nacional, aguardando recuos maiores. Em contrapartida, os vendedores estão mais ativos. Além disso, o clima também está no radar dos agricultores brasileiros. Chuvas têm limitado o avanço da colheita no Sul e Sudeste, enquanto o tempo seco pode reduzir a produtividade no Centro-Oeste.

    Conab: confira a estimativa de produção

    A produção de milho, incluindo as três safras, é estimada em 115,86 milhões de toneladas, 12,2% abaixo da safra 2022/23. Apesar da queda, as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras.

    Mercado internacional

    A recente valorização do dólar também influenciou o mercado de milho em Mato Grosso. Ou seja, este movimento ocorre durante uma colheita acelerada da segunda safra, antecipando o período tradicional de exportações mais intensas.

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  • Preços do algodão sobem no início de julho

    Preços do algodão sobem no início de julho

    Os preços do algodão em pluma no mercado doméstico registraram uma alta acentuada no início de julho. Pesquisadores do Cepea atribuem esse aumento à oferta restrita no mercado nacional e à maior demanda dos compradores, que passaram a oferecer valores mais altos para atrair os vendedores.

    Previsão de produção e preços do algodão

    Apesar da previsão de uma produção recorde de algodão na temporada 2023/24, os vendedores mantêm-se firmes em suas ofertas. Com a disponibilidade limitada, muitos preferem cumprir contratos a termo neste primeiro momento. No campo, de acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), até 4 de julho, apenas 7,2% da área estimada no Brasil havia sido colhida.

    Esta situação tem pressionado os preços para cima, com os compradores buscando garantir o produto diante da oferta restrita. Essa dinâmica deve continuar influenciando o mercado nas próximas semanas.

    Vale lembrar que o Brasil se tornou oficialmente o maior exportador mundial de algodão, superando os Estados Unidos pela primeira vez. O país comercializou 2,6 milhões de toneladas da pluma para o mercado internacional na safra 2023/2024. Embora celebrada, a liderança não é definitiva. Brasil e EUA devem seguir emparelhados ou se alternando no topo do ranking futuramente.

  • Clima seco eleva preço da mandioca

    Clima seco eleva preço da mandioca

    A seca preocupa produtores de mandioca. Mesmo assim, muitos continuaram o plantio na última semana, enquanto outros diminuíram a colheita, especialmente em áreas com menor umidade. Com menor oferta e maior disputa pela matéria-prima, os preços da raiz seguiram em alta. As fecularias relataram dificuldade de esmagamento, mesmo com a demanda enfraquecida pelas farinheiras. Segundo pesquisa da Cepea, a falta de chuva faz o preço subir para o consumidor.

    Mandioca na agricultura brasileira

    A mandioca é um tubérculo essencial para a agricultura brasileira, especialmente para os agricultores familiares e comunidades tradicionais.

    O Brasil é o segundo maior produtor mundial da raiz ficando atrás apenas da Nigéria. A produção anual é de cerca de 19 milhões de toneladas cultivadas em uma área de 1,36 milhão de hectares.

    Foto: Divulgação – Embrapa/Felipe Santos Rosa

    A mandioca se destaca por sua versatilidade e valor nutricional.  A raiz é um alimento básico na culinária de diversas regiões brasileiras. Portanto, pode ser utilizada na produção de embutidos de carnes, fármacos e até mesmo em embalagens biodegradáveis.

    Benefícios da raiz

    A mandioca é rica em carboidratos, potássio, vitamina C e polifenóis, sendo uma importante fonte de energia e nutrientes.

    De acordo com as pesquisas, um dos principais benefícios da mandioca é sua fácil adaptação a diferentes climas e solos, o que permite seu cultivo em diversas regiões do país. Sendo assim, garante a segurança alimentar de muitas comunidades, especialmente no Norte e Nordeste, onde a planta é cultivada principalmente por agricultores familiares.

    Apesar dos desafios, como a preparação adequada do solo e as condições climáticas, o cultivo da mandioca vem ganhando espaço em outras regiões, como no litoral do Paraná. Ou seja, demonstra a importância da raiz para a agricultura brasileira e a busca por sua “redescoberta” pelos pesquisadores e consumidores.

    Foto: Divulgação – Embrapa/Léa Cunha

    Antes de mais nada, a mandioca é um patrimônio alimentar do Brasil. Associada a cultura gastronômica brasileira, desempenha um papel fundamental na segurança alimentar e no sustento de milhares de famílias agricultoras. Dessa forma, valorizar e incentivar o cultivo da mandioca é fundamental como uma alternativa sustentável e nutritiva na agricultura brasileira.

  • Milho tem colheita intensa e negociação lenta

    Milho tem colheita intensa e negociação lenta

    As colheitas da primeira e segunda safra de milho em 2024 estão avançando em ritmo mais acelerado em comparação ao ano anterior. Isso acontece graças ao clima quente e seco que predomina na maior parte das regiões produtoras. No entanto, apesar do aumento na oferta, o mercado nacional ainda não reflete essa abundância em termos de negociações.

    De acordo com um levantamento realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os negócios no mercado spot nacional permanecem lentos. Os pesquisadores do Cepea explicam que há um menor interesse dos consumidores. Eles preferem aguardar maiores desvalorizações com o progresso da colheita ou priorizam o recebimento dos lotes já negociados antecipadamente.

    Além disso, muitos vendedores de certas regiões estão retraídos, focados na colheita e atentos à possível queda de produtividade devido ao clima adverso durante o desenvolvimento das lavouras. Essa cautela também é alimentada pela expectativa de um aumento na demanda externa nas próximas semanas, conforme ressaltam os pesquisadores do Cepea.

    Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 16 de junho, as médias nacionais das colheitas de primeira e segunda safra alcançaram 88,1% e 13,1%, respectivamente. Esses números representam avanços de 1 ponto percentual para a primeira safra e 7,8 pontos percentuais para a segunda safra em relação ao mesmo período da temporada anterior.

    Essa combinação de fatores está moldando um cenário de incertezas no mercado interno de milho. Os produtores e consumidores adotam uma postura de espera, aguardando movimentos mais claros na demanda e nos preços.

  • Justiça Federal suspende leilão da Conab para importação de arroz

    Justiça Federal suspende leilão da Conab para importação de arroz

    A 4ª Vara Federal de Porto Alegre emitiu uma liminar na noite desta quarta-feira (5), suspendendo o leilão para a compra de arroz importado. Na avaliação do juiz, o leilão que estava agendado para quinta-feira (6), seria prematuro. Vale lembrar que a intenção era importar até 300 mil toneladas do grão. Um dos argumentos é que falta comprovação de que o mercado interno foi impactado pelas enchentes no Rio Grande do Sul.

    Saiba mais sobre a decisão:

    O juiz ressaltou também que não está sendo afirmado que a importação de arroz pela CONAB está proibida, nem que as Medidas Provisórias são inconstitucionais, mas sim que é necessário aguardar uma comprovação efetiva do impacto no mercado nacional.

    Além disso, o juiz destacou que o estado do Rio Grande do Sul ainda está lidando com os efeitos das enchentes, o que pode dificultar a manifestação adequada dos produtores e autoridades locais perante as autoridades federais responsáveis pela importação do produto. Portanto, essa dificuldade reforça a necessidade de suspensão do leilão para preservar a isonomia e a livre concorrência.

    A ação que resultou na liminar foi movida pelos deputados Marcel Van Hatten (Novo), Lucas Resecker (PSDB) e Felipe Camozzatto (Novo). Os parlamentares expressaram preocupação com os riscos que o leilão poderia representar para o mercado nacional de arroz.

    Neste momento o tema permanece em debate e sob análise judicial, enquanto o mercado aguarda novos desdobramentos.