Tag: boi

  • Boi gordo e carne mantêm preços altos em outubro

    Boi gordo e carne mantêm preços altos em outubro

    Os preços do boi gordo seguem firmes em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. As escalas de abate estão ligeiramente mais curtas que na semana passada.

    Frigoríficos elevam os valores quando precisam intensificar as compras e mantêm as cotações nos dias seguintes. As novas altas são administradas conforme a necessidade de recompor as escalas.

    Em São Paulo, os negócios ocorrem principalmente entre R$ 310 e R$ 315 por arroba, segundo o Cepea. Ainda assim, pecuaristas resistem e pedem valores acima de R$ 320.

    No atacado da Grande São Paulo, os preços da carne também mostram reajustes positivos ao longo de outubro. Mesmo com a redução típica nas vendas do varejo, o mercado se mantém aquecido.

    A oferta limitada de carne dos frigoríficos aos atacadistas sustenta as cotações em patamares firmes. O cenário reforça o equilíbrio entre a demanda e a disponibilidade de produto neste final de mês.

  • Boi mergulha em rio e vídeo viraliza nas redes sociais

    Boi mergulha em rio e vídeo viraliza nas redes sociais

    Um vídeo inusitado chamou atenção nas redes sociais neste sábado (11). As imagens mostram um boi da raça Nelore mergulhando no Rio Formoso, em Bonito, Mato Grosso do Sul. O animal saltou de um barranco e nadou calmamente até outro trecho do rio.

    Turistas que visitavam a Chácara São Jorge, localizada a 16 km do centro de Bonito, registraram o momento. O espaço de lazer fica às margens do Rio Formoso, um dos principais atrativos da cidade turística.

    A Chácara São Jorge esclareceu que o bovino pertence a uma fazenda vizinha. Segundo a administração do local, o Nelore buscou o rio para se refrescar devido às altas temperaturas registradas na região.

    O vídeo rapidamente viralizou e gerou comentários surpresos. Muitos internautas questionaram se as imagens eram reais ou criadas por inteligência artificial. A chácara garantiu a autenticidade do registro e descartou qualquer manipulação digital.

    Comportamento natural demonstra adaptação dos animais

    O episódio reforça a curiosidade sobre como animais de grande porte interagem com ambientes naturais. Durante todo o percurso aquático, o Nelore manteve a tranquilidade, demonstrando habilidade natural para nadar.

    Apesar de muitas pessoas acharem anormal esse comportamento, bois e vacas sabem nadar naturalmente. Segundo especialistas em comportamento animal e veterinários, os bovinos possuem capacidade instintiva de natação, assim como a maioria dos mamíferos terrestres.

    Estudos sobre comportamento bovino indicam que esses animais buscam corpos d’água não apenas para beber, mas também para regular a temperatura corporal em dias quentes. A natação funciona como estratégia de termorregulação, especialmente importante para raças adaptadas a climas tropicais, como o Nelore.

    Pecuaristas relatam que bovinos criados próximos a rios e lagos frequentemente entram na água voluntariamente. Em regiões alagadas, como o Pantanal, os animais atravessam grandes distâncias nadando durante as cheias. A capacidade de flutuação dos bovinos resulta de sua estrutura corporal e distribuição de gordura, que facilitam a locomoção aquática.

    Portanto, o comportamento do Nelore em Bonito representa uma atitude completamente natural. O animal apenas seguiu seu instinto de buscar alívio térmico em um ambiente aquático disponível.

  • Preços do boi gordo continuam em alta em outubro

    Preços do boi gordo continuam em alta em outubro

    As cotações do boi gordo seguem em alta na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea desde o início de outubro. A menor disponibilidade de animais prontos para o abate mantém a procura firme e sustenta os preços.

    Segundo o Cepea, mesmo com os contratos de confinadores garantindo parte do suprimento aos frigoríficos, as escalas de abate estão mais curtas neste mês. Esse cenário tem elevado a busca por animais no mercado de balcão.

    No acumulado de outubro, os preços do boi permanecem firmes nas 28 regiões pesquisadas pelo Cepea. Em São Paulo, as negociações ocorrem entre R$ 305 e R$ 315 por arroba, com alguns negócios chegando a R$ 320.

    Com os valores atuais, a diferença entre a arroba do boi gordo e 15 quilos de carcaça é a menor do ano, aponta o Centro de Pesquisas.

  • Preços do boi iniciam outubro em alta com exportações recordes

    Preços do boi iniciam outubro em alta com exportações recordes

    Os preços do boi gordo começaram outubro mais firmes, impulsionados pela maior demanda no mercado spot, apontam dados do Cepea. Ou seja, o aumento interrompeu as quedas anteriores e abriu espaço para pequenas altas, animando os pecuaristas nas negociações.

    O movimento é registrado em São Paulo e em outras regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas. O tempo seco e a falta de pasto reduziram a oferta de animais criados a pasto. Já entre os confinados, boa parte dos lotes segue comprometida com a indústria, mas cresce gradualmente a fatia ainda disponível para negociação.

    Atacado da carne com osso

    No atacado da carne com osso da Grande São Paulo, todos os cortes registraram leve valorização. Segundo o Cepea, as vendas seguem em ritmo normal para o início do mês, o que contribui para manter os preços firmes.
    As exportações de carne bovina também seguem em alta.

    Recorde de exportação

    Dados da Secex analisados pelo Cepea mostram embarques de 348 mil toneladas em setembro, o maior volume mensal desde o início da série histórica em 1997.

    Em geral, de janeiro a setembro, o Brasil exportou 2,41 milhões de toneladas, alta de 15,4% em relação ao mesmo período de 2024, estabelecendo novo recorde. China e Hong Kong lideram as compras e responderam por 56,7% da carne bovina exportada pelo país.

  • Oferta baixa sustenta mercado do boi no atacado

    Oferta baixa sustenta mercado do boi no atacado

    Os preços do boi gordo e da carne seguem estáveis, segundo levantamentos do Cepea. A estiagem limita a oferta de animais a pasto.

    Com menos gado disponível, o mercado concentra negociações em lotes confinados, muitos já vendidos por contratos. Isso restringe novas ofertas.

    As exportações em ritmo acelerado também reduzem o volume interno. Assim, mesmo com consumo doméstico moderado, os preços encontram sustentação no atacado.

    Pesquisadores do Cepea destacam que o cenário reflete a combinação entre seca prolongada, confinamento do boi e vendas externas aquecidas.

     

  • Arroba do boi mantém preços firmes no fim de agosto

    Arroba do boi mantém preços firmes no fim de agosto

    A baixa oferta de animais para abate sustenta os preços do boi gordo no encerramento de agosto.

    Pesquisadores do Cepea destacam que frigoríficos de grande porte buscam animais voltados à exportação. Com isso, mantêm valores firmes ou concedem reajustes.

    O movimento ocorre tanto nas negociações de bois quanto de novilhas. Desde julho, as exportações brasileiras de carne bovina registram resultados recordes.

    Produtores cautelosos

    Pecuaristas consultados pelo Cepea seguem cautelosos. Eles negociam em ritmo lento, mas ainda aguardam preços mais altos nas próximas semanas. Em São Paulo, o boi gordo está cotado em torno de R$ 310 por arroba.

  • Alta de preços impulsiona mercado de boi e suínos

    Alta de preços impulsiona mercado de boi e suínos

    O mercado pecuário mantém ritmo de valorização em agosto, segundo levantamentos do Cepea. Animais para abate, reposição e carne no atacado registram altas diárias.

    As escalas de abate permanecem entre sete e oito dias, o que sustenta a demanda ativa dos compradores. Ao oferecer valores maiores, frigoríficos estimulam pecuaristas a negociar, aumentando a liquidez no mercado. Em geral, na parcial de agosto, até o dia 12, o Indicador CEPEA/ESALQ acumulou avanço de 5,3%. Já a carcaça casada bovina no atacado da Grande São Paulo registrou alta de 6,4% no mês.

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    Suínos

    O setor suinícola também apresenta valorização. Os preços do suíno vivo e da carne subiram em quase todas as regiões monitoradas pelo Cepea.

    Agentes de mercado atribuem o movimento à maior procura pela proteína suína antes do Dia dos Pais e ao aumento no consumo após o pagamento dos salários.

    No atacado, o ritmo de vendas melhorou em relação a julho. O crescimento na demanda, registrado na segunda semana de agosto, elevou a liquidez dos produtos suinícolas.

  • Boi e suíno registram quedas, mas cenário é distinto

    Boi e suíno registram quedas, mas cenário é distinto

    Os preços do boi para abate caem desde o fim de junho, mostram levantamentos do Cepea. Todas as praças registram baixas em julho. Pesquisadores explicam que a queda reflete maior oferta de pecuaristas, provocada pela deterioração das pastagens na seca. 
    Nesse período, aumentam as entregas de lotes confinados, enquanto a demanda mostra sinais de enfraquecimento. Na última semana, o movimento foi mais contido, com negócios fechados a preços estáveis em relação ao período anterior.

    Mercado de suínos recua, mas mantém média mensal positiva

    Os preços do suíno vivo e da carne suína seguem em queda nos últimos dias. Em geral, a pressão vem da menor demanda, reforçada pelo fim do mês, segundo pesquisadores do Centro de Pesquisas.
    Mesmo com as baixas recentes, valorizações registradas entre junho e início de julho sustentam avanço da média mensal. Com isso, o poder de compra do suinocultor paulista aumenta frente aos principais insumos pelo terceiro mês consecutivo.
    A queda no preço do milho e do farelo de soja também favorece os produtores, ainda conforme levantamentos do Cepea.

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  • Mato Grosso bate recorde de abate de bois em junho

    Mato Grosso bate recorde de abate de bois em junho

    Mato Grosso atingiu, em junho, o maior volume de abates de bovinos já registrado para o mês, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). Ao todo, os frigoríficos processaram 613,15 mil cabeças. O número representa uma leve alta de 0,20% na comparação com maio.

    O avanço ocorreu porque as chuvas no início do ano atrasaram a engorda dos bois de pasto. Com a melhora no clima e nas pastagens, os pecuaristas aceleraram o envio dos animais aos frigoríficos. Assim, o volume subiu e superou os patamares históricos para o período.

    As fêmeas também voltaram a ganhar espaço. O número de vacas e novilhas abatidas cresceu 8,11% em relação a junho de 2024. Ainda assim, os machos tiveram avanço mais forte. Por isso, a participação das fêmeas no total caiu 1,74 ponto percentual em relação a maio, fechando o mês com média de 52,66%.

    Para os próximos meses, o Imea projeta aumento no volume de bois de confinamento. Com isso, a oferta de machos deve continuar subindo, o que tende a reduzir o ritmo de abate de vacas e novilhas. A expectativa é de que a participação das fêmeas no total processado siga em queda.

    Mato Grosso lidera o ranking nacional de abate de bovinos e ocupa posição de destaque nas exportações de carne. O desempenho do setor afeta tanto os preços pagos ao produtor quanto o mercado interno e o volume exportado.

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  • Boi gordo mantém preços firmes em junho

    Boi gordo mantém preços firmes em junho

    A cotação do boi gordo segue firme em junho. Pesquisas do Cepea mostram estabilidade nos preços da vaca, novilha e reposição.

    Segundo o Cepea, a demanda dos frigoríficos continua superior à oferta de animais para abate. Esse desequilíbrio sustenta os valores no mercado.

    A oferta tem sido reforçada por lotes de confinamento. Esses animais costumam atingir preços mais altos do que os de pasto.

    Além disso, o atacado de carne com osso em São Paulo mantém estabilidade. Os preços continuam firmes, mesmo com vendas mais lentas neste período do mês.

    Carne suína perde espaço frente ao frango

    O preço da carne suína caiu em relação ao do frango neste mês. Levantamentos do Cepea apontam perda de competitividade da proteína suína.

    O motivo, segundo o Cepea, está na queda mais acentuada dos preços da carne de frango no comparativo com o mês anterior. Mesmo com a reação recente nos valores da carcaça especial suína em São Paulo, o movimento não compensou as quedas anteriores.

    Entre a segunda quinzena de maio e a primeira semana de junho, a média parcial do mês seguiu estável.

    No caso do frango, o Cepea destaca o excesso de produto no mercado interno. Isso se deve às restrições às exportações impostas por países parceiros do Brasil.

    A gripe aviária motivou essas barreiras comerciais e pressionou os preços da carne de frango no mercado interno.

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