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  • Bayer leva inovações em proteção de cultivos e genética à Hortitec

    Bayer leva inovações em proteção de cultivos e genética à Hortitec

    A Bayer marca presença na 30ª edição da Hortitec, que começa nesta quarta-feira (25), em Holambra (SP), com dois novos fungicidas e cultivares inéditas voltadas ao mercado hortifrúti. Com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação genética, a empresa apresenta soluções integradas para o campo e também para o consumidor final.

    Entre os destaques estão os fungicidas Valpura e Xivana Smart, desenvolvidos para o controle de doenças que afetam a rentabilidade nas lavouras. O Valpura combate a pinta preta na batata e no tomate, oídio em uva, sarna em maçã e mal de sigatoka em banana. Já o Xivana Smart atua contra requeima e míldio em culturas como cebola, tomate, alface, batata e uva. “São ferramentas que reforçam nossa missão de promover uma agricultura mais sustentável e eficiente”, afirma Fabio Maia, Gerente de Portfólio Frutas e Vegetais da Bayer.

    Genética avançada para frutas e hortaliças

    No estande da marca Seminis, braço de sementes da Bayer, os visitantes encontram o melão Orange Candy, de casca amarela, polpa crocante e alto teor de açúcar, e o milho doce Bom de Mays, voltado ao consumo in natura. Ambos combinam sabor, resistência a doenças e facilidade no manejo. “Essas cultivares mostram como a inovação genética pode transformar a horticultura brasileira”, diz Franco Valdivieso, Gerente de Marketing de Clientes da Seminis.

    O portfólio ainda inclui o tomate ComandanTY, tolerante à virose TY, alface Eneida, que evita pendoamento precoce, cenoura Catânia, adaptada ao inverno, e a cebola Codal, com vigor de planta e uniformidade.

    Campo à mesa com experiência sensorial

    Além das tecnologias, a Bayer promove a ação “Raízes do Sabor”, conduzida pelo chef John Leon. O público pode experimentar pratos preparados com os ingredientes cultivados com o apoio das soluções da marca, como o melão Orange Candy e o milho doce Bom de Mays. “Queremos que o público experimente o sabor da inovação”, afirma Rafael Texeira, Gerente de Contas da Seminis.

    A Hortitec 2025 segue até sexta-feira (27), reunindo os principais nomes do agronegócio hortifrúti da América Latina.

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  • Crise judicial: Bayer negocia novo acordo sobre Roundup

    Crise judicial: Bayer negocia novo acordo sobre Roundup

    A Bayer, multinacional alemã do setor químico e farmacêutico, enfrenta uma crise sem precedentes desde a aquisição da Monsanto em 2018. Após comprar a empresa por US$ 63 bilhões, a Bayer passou a responder por mais de 67 mil processos judiciais nos Estados Unidos. A maioria relacionada ao herbicida Roundup, acusado de causar câncer em usuários.

    Desde o início das ações, a Bayer já desembolsou mais de US$ 11 bilhões em indenizações, valor que representa o maior acordo da história da indústria farmacêutica. Apesar disso, milhares de processos seguem ativos, principalmente no Missouri, estado onde a Monsanto tem sede. A empresa ainda mantém cerca de US$ 6,2 bilhões em provisões legais. Mas o montante pode não ser suficiente diante do volume de litígios e das recentes derrotas em tribunais americanos, incluindo sentenças superiores a US$ 1,5 bilhão em danos punitivos.

    Estratégias: acordo judicial ou recuperação judicial da Monsanto

    A Bayer negocia um novo acordo coletivo para encerrar as ações pendentes. Mas caso não obtenha sucesso, prepara-se para solicitar a recuperação judicial da Monsanto nos EUA, utilizando o Chapter 11, mecanismo semelhante à recuperação judicial brasileira. Essa estratégia permitiria concentrar os processos em um tribunal de falências, suspendendo temporariamente as ações e ganhando tempo para reestruturação financeira.

    Grandes empresas como Johnson & Johnson e 3M já tentaram manobras semelhantes, mas enfrentaram resistência da Justiça americana. O cenário para a Bayer é desafiador. O valor de mercado da empresa caiu para cerca de US$ 25 bilhões, menos da metade do que foi pago pela Monsanto.

    Desde a aquisição, o valor de mercado da Bayer despencou 80%. Em 2024, a empresa registrou prejuízo líquido de € 2,55 bilhões, com queda nas vendas da divisão agrícola e forte concorrência dos genéricos asiáticos. Para enfrentar a crise, a Bayer obteve autorização dos acionistas para diluir suas ações em até 35%. E assim,  captar US$ 9 bilhões, buscando recursos para lidar com as indenizações e manter suas operações.

    Roundup no centro da controvérsia

    O Roundup é um herbicida à base de glifosato. Ele é amplamente utilizado em lavouras de soja, milho e algodão nos EUA. Segundo o Serviço Geológico dos EUA, cerca de 300 milhões de libras de glifosato são aplicadas anualmente no país. A Bayer defende a segurança do produto, citando pareceres da Agência de Proteção Ambiental (EPA), que não encontrou evidências conclusivas de relação entre o glifosato e o câncer. No entanto, tribunais americanos têm decidido em sentido contrário, responsabilizando a Monsanto por não alertar sobre possíveis riscos à saúde.

    A Bayer aguarda uma decisão da Suprema Corte dos EUA, prevista para junho de 2025, sobre a admissibilidade de um novo recurso relacionado aos processos do glifosato. Paralelamente, a empresa intensifica o lobby junto ao Congresso americano para aprovar leis que limitem sua responsabilidade civil futura. A expectativa é encerrar ou estabilizar os litígios nos próximos 12 a 18 meses, segundo executivos da companhia.

    Posição no Brasil

    Entramos em contato com a assessoria da Bayer no Brasil, para saber se essa mudança afetaria o Brasil. Publicamos a resposta na integra abaixo.

    “Apesar do histórico científico claro, a indústria de litígios dos EUA continua a usar informações enganosas para questionar a segurança do glifosato em busca de retornos financeiros. A luta contra a indústria de litígios já custou mais de US$ 10 bilhões até o momento, sem uma resolução clara. Uma coisa é certa: não podemos continuar a vender um produto já aprovado e perder bilhões de dólares fazendo-o. Infelizmente, estamos nos aproximando de um ponto em que os esforços da indústria de litígios vão nos forçar a parar de vender este produto.

    E por mais que glifosato seja o assunto hoje, não há dúvidas de que todos os produtos de proteção de cultivos podem ser alvo da indústria de litígios. É por isso que, nos EUA, estamos ativamente engajados em esforços legislativos, nas esferas federal e estaduais, para apoiar políticas que protejam o acesso de agricultores a um produto essencial de proteção de cultivos. A agência regulatória americana (EPA) tem afirmado repetidamente que o glifosato é seguro para uso conforme instruções de bula. E a legislação que apoiamos reforça o a autoridade da EPA em suas decisões rigorosas e embasadas em ciência. Essa consistência garante que o rótulo segue a lei, ajudando a eliminar as premissas infundadas dos ataques legais que têm solicitado uniformidade nos rótulos nos EUA.

    Nenhuma decisão foi tomada até aqui. E nós não trabalhamos com um cronograma específico. Conforme mencionamos na nossa mais recente divulgação de resultados, estamos focados em uma série de itens prioritários neste ano para contermos o litígio relacionado a glifosato. Esperamos que possamos encontrar uma solução para que não sejamos obrigados a interromper as vendas desse produto.”

    Desafio

    A crise envolvendo Bayer, Monsanto e Roundup representa um dos maiores desafios jurídicos e financeiros já enfrentados por uma multinacional do setor químico e agrícola. O desfecho das negociações e possíveis mudanças na legislação americana devem definir o futuro da empresa e do mercado global de defensivos agrícolas nos próximos anos.

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  • Bayer destaca soluções integradas para a cultura do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    Bayer destaca soluções integradas para a cultura do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    A Bayer, líder em tecnologia e inovação na agricultura, marcará presença na 10ª edição do Coffee Dinner & Summit, que será realizada pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), de 2 a 4 de julho. O evento é um dos principais da cafeicultura mundial. E reunirá as principais empresas, produtores e entidades da cadeia produtiva global do café para discutir os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos do setor. Essa ano o tema é “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos Cafés do Brasil”.

    A produção de café do Brasil, em 2025, deve atingir 55,7 milhões de sacas de 60 kg, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Assim, não alcançando seu potencial produtivo máximo, à medida que as lavouras refletem o impacto da estiagem registrada em grandes regiões produtoras de Minas Gerais e Espírito Santo, bem como a pressão causada por pragas e doenças nas lavouras, como o bicho-mineiro e a broca-do-café.

    Tecnologia é aliada para minimizar perdas

    Em um período produtivo desafiador, como o atual, a tecnologia é uma importante aliada para minimizar possíveis perdas e impactos negativos durante a safra. De olho nas demandas do cafeicultor brasileiro, a Bayer leva para o evento suas principais soluções e tecnologias de proteção de cultivos, que contribuem para impulsionar a produtividade e a rentabilidade no campo.

    “Para minimizar os impactos causados por pragas como o bicho-mineiro e a broca-do-café, é preciso entender como elas agem e suas principais características. Isso ajuda a encontrar um produto mais eficaz para o combate. Assim, o produtor pode optar por soluções que atuam de forma assertiva e rápida na praga, evitando a proliferação”, explica Marcello Vilela, gerente de Marketing da unidade de negócios para Café na Bayer.

    Contra infestações da broca-do-café, por exemplo, o portifólio Bayer dispõe do inseticida Curbix®. Ele protege a cultura por mais tempo, graças ao seu efeito de choque e longo período de controle. Já para o combate contra o bicho-mineiro, o produtor pode contar com o Sivanto Prime®. Ele é um inseticida sistêmico que age diretamente no sistema nervoso dos insetos.

    Outras ameaças

    Entre outras ameaças às lavouras de café estão os nematoides, plantas daninhas e a ferrugem do cafeeiro, que podem fragilizar ainda mais as plantações. O herbicida Alion, com amplo espectro de controle e eficiência no manejo, é indicado para o controle pré-emergente das plantas daninhas na cafeicultura e em outras culturas.

    No combate aos nematoides, o manejo integrado com defensivos químicos e biológicos vem provando sua eficácia nas lavouras. Uma demonstração eficaz disso é o uso do nematicida Verango Prime. Ele é voltado ao controle efetivo e de longa duração de nematoides, especialmente do nematoide das galhas, recorrente nos cafezais. E o biológico Serenade, formulado com uma cepa exclusiva da Bayer que protege o sistema radicular das plantas. Assim, impedindo o ataque de nematoides e patógenos, proporcionando maior vigor e crescimento da raiz através de uma barreira física e promovendo melhoria da biota do solo.

    “O Coffee Dinner & Summit é um ambiente propício para conscientizar a cadeia do café. Apesar de vivermos um momento desafiador, é possível minimizar impactos e manter a produtividade de forma consciente. Com nossas soluções integradas, incentivamos um cultivo sustentável e eficaz no controle de pragas, doenças e ervas daninhas. Garantindo uma produção com qualidade para o consumidor e conferindo melhor rentabilidade ao produtor”, conclui Vilela.

    Portanto, para mais informações sobre o portfólio de soluções Bayer, acesse: www.agro.bayer.com.br.

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  • Bayer aposta no Brasil como motor global da agricultura digital

    Bayer aposta no Brasil como motor global da agricultura digital

    A Bayer apresentou nesta segunda-feira (29), durante coletiva na Agrishow 2025, sua nova fase na estratégia global de agricultura digital. Isso coloca o Brasil como peça-chave para o desenvolvimento de soluções voltadas ao campo. Segundo Daniel Padrão, diretor de operações da Climate FieldView™ para a América Latina, a feira é um marco para o setor: “A Agrishow marca as pessoas para sempre. Quando falamos de tecnologia, falamos também da experiência do produtor brasileiro, que está em constante busca por evolução”.

    Ao lado dele, os executivos Abdalah Novaes, líder de Soluções Agrícolas Digitais da Bayer, e Bernardo Coelho, líder de Novos Negócios em Agricultura Digital, detalharam como a empresa integra biotecnologia, ciência de dados e a realidade do campo por meio da plataforma Climate FieldView, buscando recomendações personalizadas que gerem mais produtividade.

    Foco em tecnologia, ciência e realidade do produtor

    Um dos destaques apresentados foi o programa Bayer Valora Milho, voltado exclusivamente a produtores que utilizam sementes das marcas Dekalb, Agroeste e Agroceres. A proposta é ajudar o agricultor a tirar o máximo da semente com base em dados, ciência e sua própria vivência. “Na safra 2024/2025, oito em cada dez participantes do Valora alcançaram ganho de produtividade, com um incremento médio de 7,8 sacas por hectare”, revelou Abdalah. Ainda neste ano, parte da equipe responsável pelo desenvolvimento da solução nos Estados Unidos será transferida para o Brasil, numa aposta inédita de regionalização da tecnologia.

    Bernardo Coelho destacou também o Bayer Directo, uma solução que utiliza dados para detectar pragas na cultura da soja e ajustar o manejo. Além disso, ressaltou iniciativas como o Pró-Carbono, que une produtividade à sustentabilidade e prepara o produtor para o mercado de carbono. “Todas essas ferramentas estão conectadas por meio da plataforma digital, criando uma visão completa da lavoura”, afirmou.

    Daniel Padrão reforçou que a Bayer investe 2,6 bilhões de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento no mundo. “Produtores que utilizam nossas tecnologias digitais tiveram produtividade 30% maior no milho e 20% na soja, em comparação com a média nacional. Nenhuma outra empresa do setor investe tanto em inovação”, afirmou.

    Entre os lançamentos mais recentes, está o FieldView Drive 2.0, que promete maior velocidade na coleta de dados, até 12 vezes mais rápido que o modelo anterior, e mais funcionalidades para que o agricultor monitore sua operação em tempo real com segurança e precisão.

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  • Glifosato: guerra judicial pode tirar um dos principais herbicidas do mercado

    Glifosato: guerra judicial pode tirar um dos principais herbicidas do mercado

    A possível retirada do herbicida Roundup do mercado norte americano está gerando preocupação entre agricultores, especialistas e a empresa Bayer. Ela enfrenta uma avalanche de processos judiciais relacionados ao produto. O herbicida, amplamente utilizado na agricultura mundial, tem como ingrediente ativo o glifosato, substância acusada de causar câncer em humanos. Segundo matéria do Wall Street Journal, a Bayer planeja descontinuar o produto depois de tantos processos.

    Desde que adquiriu a Monsanto em 2018, a Bayer tem enfrentado milhares de ações judiciais. Elas alegam que o glifosato é carcinogênico e que a empresa falhou em alertar os consumidores sobre os riscos à saúde. Em 2020, a Bayer concordou em pagar cerca de US$ 11 bilhões para resolver grande parte das reivindicações, mas ainda há muitos casos pendentes. Recentemente, um tribunal nos Estados Unidos ordenou que a empresa pagasse US$ 2,1 bilhões em um único caso envolvendo um consumidor diagnosticado com linfoma não-Hodgkin após anos de uso do Roundup.

    Esses processos têm causado impactos financeiros significativos à Bayer, que agora considera encerrar a produção do herbicida devido aos custos crescentes com indenizações e à pressão regulatória. A empresa pode decidir o assunto nos próximos meses e deve ter implicações profundas para a agricultura global.

    Dependência agrícola e impactos econômicos

    Agricultores consideram o Roundup uma ferramenta essencial devido à eficácia no controle de ervas daninhas. Nos Estados Unidos, por exemplo, o glifosato é usado em cerca de 87% das áreas cultivadas com milho, soja e algodão. Um estudo recente aponta que sua retirada do mercado resultaria em aumento significativo dos custos de produção de até 2,5 vezes por acre. E poderia gerar impactos ambientais negativos, como aumento nas emissões de gases de efeito estufa devido ao retorno de práticas agrícolas mais intensivas, como o preparo do solo.

    Pequenos agricultores seriam os mais afetados por esses custos adicionais, enquanto consumidores enfrentariam preços mais altos nos alimentos devido à inflação nos insumos agrícolas. Além disso, alternativas ao Roundup ainda são limitadas e podem levar anos para serem desenvolvidas e regulamentadas.

    O que é o glifosato?

    Trata-se de um princípio ativo, isto é, uma molécula desenvolvida na fabricação de produtos químicos. Inicialmente, o glifosato surgiu na indústria farmacêutica e também chegou a ser usado para limpar metais. Porém, se popularizou nos herbicidas da Monsanto, que hoje pertence à Bayer.

    O herbicida à base de glifosato é aplicado nas folhas de plantas daninhas, aquelas que nascem espontaneamente no meio das lavouras e prejudicam a produção agrícola. Ele bloqueia a capacidade da planta de absorver alguns nutrientes.

    Alternativas ao glifosato

    Embora existam opções naturais e orgânicas para substituir o Roundup, como herbicidas à base de vinagre, sal ou ferro, essas alternativas têm limitações em termos de custo e eficácia. Métodos manuais, como cobertura do solo (mulching) ou remoção manual das ervas daninhas, também são sugeridos. Mas são menos práticos para grandes áreas agrícolas.

    A controvérsia sobre o glifosato persiste. Enquanto estudos apontam uma ligação entre o químico e o câncer — levando a sua classificação como “provável carcinógeno” pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer — Bayer continua defendendo sua segurança com base em evidências científicas e pareceres regulatórios globais. Nos Estados Unidos, a EPA (Agência de Proteção Ambiental) deve concluir sua revisão sobre o registro do glifosato até 2026.

    A possível descontinuação do Roundup marca um ponto crítico na história da agricultura moderna. Para os agricultores que dependem dessa tecnologia há décadas, o desafio será adaptar-se a um futuro sem o “herbicida do século”.

    Posição no Brasil

    Entramos em contato com a assessoria da Bayer no Brasil, para saber se essa mudança afetaria o Brasil. Publicamos a resposta na integra abaixo.

    “Apesar do histórico científico claro, a indústria de litígios dos EUA continua a usar informações enganosas para questionar a segurança do glifosato em busca de retornos financeiros. A luta contra a indústria de litígios já custou mais de US$ 10 bilhões até o momento, sem uma resolução clara. Uma coisa é certa: não podemos continuar a vender um produto já aprovado e perder bilhões de dólares fazendo-o. Infelizmente, estamos nos aproximando de um ponto em que os esforços da indústria de litígios vão nos forçar a parar de vender este produto.

    E por mais que glifosato seja o assunto hoje, não há dúvidas de que todos os produtos de proteção de cultivos podem ser alvo da indústria de litígios. É por isso que, nos EUA, estamos ativamente engajados em esforços legislativos, nas esferas federal e estaduais, para apoiar políticas que protejam o acesso de agricultores a um produto essencial de proteção de cultivos. A agência regulatória americana (EPA) tem afirmado repetidamente que o glifosato é seguro para uso conforme instruções de bula. E a legislação que apoiamos reforça o a autoridade da EPA em suas decisões rigorosas e embasadas em ciência. Essa consistência garante que o rótulo segue a lei, ajudando a eliminar as premissas infundadas dos ataques legais que têm solicitado uniformidade nos rótulos nos EUA.

    Nenhuma decisão foi tomada até aqui e nós não trabalhamos com um cronograma específico. Conforme mencionamos na nossa mais recente divulgação de resultados, estamos focados em uma série de itens prioritários neste ano para contermos o litígio relacionado a glifosato. Esperamos que possamos encontrar uma solução para que não sejamos obrigados a interromper as vendas desse produto.”

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  • Prêmio Mulheres do Agro: inscrições abertas

    Prêmio Mulheres do Agro: inscrições abertas

    Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, iniciativa promovida pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) que reconhece o protagonismo feminino no setor agropecuário. Produtoras rurais e cientistas que atuam com foco em sustentabilidade, gestão e impacto social podem se inscrever até 31 de julho de 2025 para a categoria “Produtora Rural” e até 1º de junho de 2025 para indicações na categoria “Ciência e Pesquisa”, pelo site oficial do prêmio.

    Desde 2018, o Prêmio Mulheres do Agro já homenageou 63 produtoras rurais e duas pesquisadoras, fortalecendo a participação feminina no agronegócio brasileiro. Em 2024, a edição destacou a diversidade das candidatas, com idades entre 19 e 67 anos, e um aumento de 26,5% nas inscrições de pequenas propriedades em relação ao ano anterior.

    As concorrentes serão avaliadas por um corpo de jurados especializados, que analisarão critérios como sustentabilidade, governança e impacto social. Serão premiadas nove produtoras rurais, divididas em três subcategorias (pequena, média e grande propriedade). E uma cientista na categoria “Ciência e Pesquisa”, criada em 2023 para reconhecer profissionais que desenvolvem projetos inovadores no setor agropecuário. As três finalistas da categoria científica passarão por votação popular, e a vencedora receberá um prêmio de R$ 20 mil para investir em sua pesquisa.

    Visibilidade ao papel transformador das mulheres no agro

    Isabela Fagundes, especialista em Comunicação Corporativa da Bayer, destaca que o prêmio reforça o compromisso da empresa em dar visibilidade ao papel transformador das mulheres no agro. Incentivando um setor mais inovador, sustentável e inclusivo. Já Mariana Araújo, analista administrativa financeira da Abag, ressalta a importância da ciência e da preservação ambiental para um agronegócio sustentável,. E enfatiza o contínuo aprimoramento do prêmio para atender às demandas do setor.

    A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 22 de outubro de 2025, durante o 10º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), em São Paulo. O evento é um dos principais do setor, reunindo mulheres de todo o país para discutir temas relevantes e compartilhar experiências.

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  • JONES conquista comunicação da divisão Agro da Bayer no Brasil

    JONES conquista comunicação da divisão Agro da Bayer no Brasil

    A JONES, uma agência de publicidade reconhecida por seu foco em comunicação inovadora, conquistou a conta da divisão de agronegócio da Bayer no Brasil. A Bayer Agro é líder no setor na América Latina, com o Brasil sendo seu segundo maior mercado global, apenas atrás dos Estados Unidos.

    Ao longo de 2024, a JONES se dedicará à comunicação de campanhas online e offline, enfrentando os principais desafios da divisão agro, que incluem sementes, defensivos agrícolas e biotecnologia. Marcelo Chianello, co-CEO da JONES, expressou entusiasmo pela parceria: “Estamos muito felizes por essa colaboração com uma marca tão poderosa como a Agro Bayer. Essa conquista reconhece nosso trabalho em criar códigos de comunicação que se afastam do convencional em diversos setores da economia. Nos últimos anos, demonstramos que é possível conectar marcas do setor agro com os consumidores de maneira fluida e relevante.”

    Expertise no Segmento Agro

    A JONES já possui experiência consolidada no setor agro, tendo desenvolvido campanhas para marcas renomadas como John Deere. Um exemplo notável é a série premiada “Safra de Inovações”, estrelada pelo cantor Michel Teló. Essa experiência permitiu à agência aprimorar suas habilidades na criação de conteúdos e campanhas voltadas para o agronegócio.

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    Carol Rosa, CCO da JONES, destacou a importância de entender as particularidades do setor: “O agronegócio apresenta desafios únicos de comunicação, e nosso diferencial é contar com uma equipe experiente nesse mercado. Estamos confiantes no potencial de conversão e engajamento que podemos gerar.”

  • Justiça de MT determina suspensão da cobrança de royalties da Bayer

    Justiça de MT determina suspensão da cobrança de royalties da Bayer

    O Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu a favor de uma ação coletiva movida pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT). Em resumo, a sentença determinou a suspensão da cobrança de royalties pelo uso da tecnologia Intacta RR2 Pro, da Bayer (antiga Monsanto).

    Entenda a decisão da justiça

    A decisão ajustou o prazo de duas patentes para 12 de dezembro de 2020 e 3 de março de 2018. Com isso, os produtores devem receber o ressarcimento dos valores cobrados após essas datas. A Aprosoja-MT calcula que o montante chegue a R$ 10 bilhões. O pagamento deve incluir correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e juros de 1% ao mês, contados a partir da data da citação.

    Segundo o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Costa Beber, a vitória reforça o papel da associação na defesa dos agricultores. “Essa vitória demonstra o papel fundamental da nossa associação na defesa dos direitos dos agricultores, corrigindo uma prática que prejudicava diretamente o setor e comprometia a rentabilidade dos produtores, especialmente os pequenos e médios”, destacou em nota.

    Além disso, a Aprosoja-MT também defende que a decisão reafirma o princípio da função social da propriedade intelectual. Para a entidade, tecnologias com patentes vencidas devem ser acessíveis ao público, beneficiando toda a cadeia produtiva.

    Apesar da decisão favorável, a sentença foi emitida em primeira instância. Por isso, a Bayer ainda pode recorrer. O advogado da Aprosoja-MT, Sidney Pereira de Souza Jr., acredita na manutenção do resultado. “A juíza baseou sua sentença em uma decisão do Supremo Tribunal Federal, por isso acreditamos que será mantida”, afirmou.

    Em março deste ano, o STF já havia reconhecido o direito dos produtores ao ressarcimento. Portanto, na ocasião, o tribunal devolveu o processo à esfera estadual.

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    Bayer confirma que vai recorrer

    Em comunicado oficial, a Bayer informou que tomou conhecimento da decisão pela imprensa e garantiu que irá recorrer. “Não há qualquer alteração nos pilares do nosso modelo de negócio, incluindo o sistema de testagem e cobrança nos Pontos de Recebimento (PODs)”, afirmou a empresa.

    A nota também destacou que “a tecnologia Intacta RR2 Pro® está protegida por direitos de propriedade intelectual, incluindo diversas patentes concedidas e válidas no Brasil e no exterior”.

    O caso ainda pode ter novos desdobramentos nas próximas instâncias judiciais. Enquanto isso, os produtores aguardam o ressarcimento determinado pela Justiça estadual.

  • Bayer e Embrapa avançam em parcerias para descarbonização na agricultura brasileira

    Bayer e Embrapa avançam em parcerias para descarbonização na agricultura brasileira

    A Bayer e a Embrapa anunciaram iniciativas inéditas para calcular a pegada de carbono do algodão e avançar na descarbonização das cadeias produtivas do país. A ferramenta Footprint PRO Carbono foi desenvolvida em parceria pelas instituições. E realizou a primeira mensuração da pegada de carbono de cotonicultores brasileiros, utilizando dados primários de propriedades no Mato Grosso. O cálculo, focado em aproximadamente 77 mil hectares. E estimou uma média de 329 kg de CO₂ equivalente por tonelada de algodão, com potencial de redução de até 32%.

    Marina Menin, diretora da área de carbono da Bayer, destacou a importância de entender a dinâmica de emissões regionais para desenvolver soluções alinhadas à agricultura regenerativa. Além da Bayer e da Embrapa, associações como a Abrapa e a Abiove participam do projeto, que busca criar uma referência nacional para a pegada de carbono do algodão e seus derivados.

    “Acreditamos no potencial de crescimento da cadeia produtiva do algodão. E a ABIOVE tem a satisfação de participar dessa cooperação técnica que ressaltará os atributos ambientais dos produtos dessa agroindústria que contribui para a produção de alimentos, rações, fibras e bioenergia” destacou André Nassar, presidente da ABIOVE.

    Soja com menor pegada de carbono

    No segmento da soja, a Cooperalfa, de Santa Catarina, aderiu à iniciativa, com o cálculo inicial da pegada de carbono em 5.000 hectares. A Footprint PRO Carbono estimou uma média de 643 kg de CO₂ equivalente por tonelada, significativamente inferior à média internacional de 1.526 kg. Com práticas aprimoradas, é possível reduzir o impacto para 383 kg, segundo Antônio Everaldo, executivo da Bayer.

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    Durante o evento Carbon Science Talks, a Bayer e a Embrapa também apresentaram o Modelo Preditivo PRO Carbono, que simula a dinâmica de carbono no solo considerando práticas conservacionistas. Luis Gustavo Barioni, da Embrapa, destacou que a solução reduzirá custos de análises e impulsionará projetos em larga escala na agricultura tropical.

    Reconhecimento global

    Renata Ferreira, da Bayer, reforçou que o alinhamento com padrões internacionais é essencial para validar as soluções brasileiras e garantir competitividade no mercado de carbono. A Bayer é uma das quatro empresas selecionadas pela Verra para adaptar protocolos de contabilidade de emissões ao contexto tropical, marcando um avanço para a agricultura nacional.

    O Carbon Science Talks, realizado em Campinas (SP), reuniu pesquisadores, empresas e especialistas para debater avanços na agricultura sustentável. A iniciativa demonstra o compromisso do agronegócio brasileiro com a mitigação climática e a valorização de commodities de baixo impacto ambiental.

  • Conheça as vencedoras do Prêmio Mulheres do Agro 2024

    Conheça as vencedoras do Prêmio Mulheres do Agro 2024

    A Bayer e a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) divulgaram as vencedoras da 7ª edição do Prêmio Mulheres do Agro, reconhecendo a liderança de 10 mulheres no setor por suas práticas de ESG (ambiental, social e governança). Neste ano, o prêmio destacou a pluralidade, registrando um aumento de 26,5% nas inscrições de pequenas propriedades e a participação de produtoras rurais de todas as regiões e faixas etárias do Brasil.

    Gabi Rodrigues, vencedora da categoria Pequena Propriedade, lidera a produção sustentável de palmito pupunha na Palmitolândia (SP). Iniciativas como a reutilização de água, uso de energia solar e embalagens biodegradáveis fazem parte de sua gestão inovadora. Ela ainda realiza ações sociais e projetos educacionais que visam conscientizar a comunidade sobre preservação ambiental.

    Na categoria Média Propriedade, o primeiro lugar ficou com Luiza Oliveira Macedo, que, à frente da Fazenda Tapera do Baú (MG), aposta na cafeicultura regenerativa e investe na capacitação de colaboradores. A propriedade é reconhecida pela produção de cafés fine cup e especiais, com rastreabilidade e qualidade, exportados para o mercado internacional.

    Vanessa Bomm, vencedora da categoria Grande Propriedade, é sócia da Fazenda Mareva (PR) e tem promovido práticas de agricultura regenerativa, como o uso de cultivos de cobertura. Ela também participa do PRO Carbono, focado em reduzir emissões e regenerar o solo. Vanessa se destaca pelo desenvolvimento humano, capacitando colaboradores e apoiando ações sociais.

    Danielle Pereira Baliza, pesquisadora mineira, levou o primeiro lugar na categoria Ciência e Pesquisa, que recebeu mais de 13 mil votos. Com uma carreira marcada por estudos em sistemas agroflorestais com café e a publicação de mais de 40 artigos, ela impactou cerca de 2.500 agricultoras com o projeto “Embaixadoras do Instituto Federal: a força feminina na transformação do agro”.

    Confira todas as ganhadoras:

    Pequena Propriedade:

    1º lugar – Gabi Rodrigues (SP)

    2º lugar – Paula Dias (MG)

    3º lugar – Simone Sillotti (SP)

    Média Propriedade:

    1º lugar – Luiza Macedo (MG)

    2º lugar – Maria Lucia Bessa (GO)

    3º lugar – Caroline Roza (MS)

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    Grande Propriedade:

    1º lugar – Vanessa Bomm (PR)

    2º lugar – Mariana Granelli (SP)

    3º lugar – Lisiane Czech (PR)

    Ciência e Pesquisa:

    1º lugar – Danielle Pereira Baliza (MG)

    2º lugar – Paula Toshimi Matumoto Pintro (PR)

    3º lugar – Renata Helena Branco Arnandes (SP)

    Para saber mais sobre todas as ganhadoras do Prêmio Mulheres do Agro acesse o site oficial do evento aqui.