Tag: arroz

  • Preços do arroz atingem maior média em 16 semanas

    Preços do arroz atingem maior média em 16 semanas

    Os preços do arroz em casca vêm subindo levemente desde maio de 2024. Mesmo com oscilações em um intervalo pequeno nos últimos dois meses, o Indicador CEPEA/IRGA-RS registrou a maior média em 16 semanas.

    Preços do arroz

    Entre 13 e 19 de setembro, o valor alcançou R$ 118,91 por saca de 50 kg. Ou seja, apenas 1,5% abaixo da última semana de maio, que foi uma das mais altas do ano.

    Rio Grande do Sul

    Dados do Cepea indicam que o mercado de arroz no Rio Grande do Sul mantém baixa liquidez. Essa situação reflete a disputa entre compradores e vendedores. Os produtores esperam uma alta mais expressiva nos preços, enquanto as indústrias resistem em comprar o produto a valores elevados, justificando dificuldades para comercializar o arroz beneficiado.

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    Feijão

    O clima seco e as altas temperaturas devem provocar um aumento de até 30% no preço do feijão nos próximos meses, segundo o Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE). A previsão é que o impacto nos preços seja sentido já a partir de outubro, conforme a oferta do produto diminui.

  • BASF apresenta resultados iniciais do programa global de agricultura de baixo carbono

    BASF apresenta resultados iniciais do programa global de agricultura de baixo carbono

    A BASF divulgou os primeiros resultados de seus ensaios no Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, mostrando que é possível reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agricultura em até 30% em comparação com práticas agrícolas convencionais. Essa meta foi estabelecida pela empresa em 2020, com o objetivo de auxiliar os agricultores na diminuição das emissões de GEE por tonelada de cultivo produzido. A redução das emissões depende de iniciativas inteligentes e adaptadas ao clima, variando conforme o tipo de cultivo e a região.

    Os testes foram realizados em diversas regiões agrícolas ao redor do mundo, abrangendo cultivos estratégicos como soja, milho, arroz, trigo e canola. Os resultados obtidos entre 2021 e 2023 indicam que a diminuição das emissões de GEE requer uma combinação de práticas, produtos e tecnologias. O relatório destaca o sucesso das iniciativas implementadas, como o uso otimizado de fertilizantes por meio de sistemas digitais que auxiliam na tomada de decisões, além da aplicação de estabilizadores de nitrogênio e sementes de alto desempenho.

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    “A emergência climática já é uma realidade. Os métodos de cultivo precisam ser adaptados para reduzir significativamente as emissões sem comprometer a produtividade. Esse é um desafio, mas temos as soluções certas para apoiar os agricultores e tenho certeza de que, se você ama a agricultura, deve se comprometer com a sustentabilidade como nós estamos fazendo”, afirmou Marko Grozdanovic, vice-presidente sênior de Marketing Global da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF. “Os dados que obtemos de nossos ensaios de campo apoiam nosso Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, com recomendações para capacitar os agricultores a se tornarem pioneiros em mudanças positivas no clima e na natureza.”

    Os ensaios também evidenciam os desafios enfrentados pelos agricultores na redução das emissões, especialmente devido a condições climáticas adversas ou impactos na produtividade. Por isso, a BASF, em parceria com outras entidades, informa que vai continuar testando estratégias agrícolas através do Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, buscando soluções práticas e inteligentes para o clima, fundamentadas em ciência e dados para agricultores em todo o mundo.

    Para acessar o relatório completo e obter mais detalhes, visite o site da BASF.

  • Oferta limitada mantém preços do arroz estáveis no RS

    Oferta limitada mantém preços do arroz estáveis no RS

    Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul seguem estáveis, impulsionados pela oferta limitada, segundo levantamento do Cepea. Além disso, as indústrias relatam dificuldades em pagar os valores exigidos pelos produtores, o que reduz o volume de negociações. As transações são pontuais e focam em atender necessidades imediatas de ambos os lados.

    O Cepea destaca que a preferência das indústrias é negociar o arroz já armazenado, devido ao impasse entre compradores e vendedores. Além disso, a demanda maior por arroz com mais de 60% de grãos inteiros tem limitado a comercialização de matéria-prima com 58% de grãos inteiros, concentrando o interesse em rendimentos superiores.

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    Ministro aponta preços altos do arroz

    O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que o preço do arroz no Brasil ainda está elevado para o consumidor e precisa ser reduzido. A declaração ocorreu durante a visita do ministro à feira Expointer, em Esteio (RS), na última sexta-feira (30/8).

    Teixeira anunciou que o governo deve realizar uma nova reunião com a cadeia produtiva do arroz para discutir soluções. Ele também mencionou um aumento previsto na produção de arroz, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Centro-Oeste, impulsionado pelo lançamento da cultivar BRS A502l. A Embrapa, que desenvolveu a variedade, recomenda o plantio em áreas de sequeiro em estados como Maranhão, Pará, Rondônia, Piauí, Goiás e Mato Grosso.

    Por outro lado, o ministro descartou a possibilidade de um novo leilão de arroz importado pelo governo. A última tentativa, em junho, gerou polêmica. Além disso, resultou na demissão de Neri Geller, ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, e de Thiago José dos Santos, ex-diretor de Operações e Abastecimento da Conab. O governo anulou o leilão após suspeitas de irregularidades envolvendo empresas participantes.

     

     

  • Preços do arroz mantêm estabilidade em R$ 117 no RS

    Preços do arroz mantêm estabilidade em R$ 117 no RS

    Os preços do arroz em casca permanecem estáveis no Rio Grande do Sul, impulsionados pela demanda de estados como São Paulo, Santa Catarina e Goiás. De acordo com o Cepea, a disputa entre compradores e vendedores continua a limitar as negociações no mercado à vista. Esse cenário também impede variações significativas nos valores.

    Preços do arroz

    Atualmente, o Indicador CEPEA/IRGA-RS, que mede o preço de arroz com 58% de grãos inteiros e pagamento à vista, mantém-se em torno de R$ 117 por saca de 50 kg. Os produtores, de maneira geral, permanecem cautelosos com novas negociações, mas atentos às necessidades financeiras com o vencimento de custos de produção.

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    Por outro lado, as indústrias estão focadas na paridade de importação e ajustam-se após grandes variações nos preços de atacado nos últimos meses.

    A produção de arroz no Rio Grande do Sul atingiu 7.162.674,9 toneladas na safra 2023/2024, de acordo com o Relatório Final divulgado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz. Na safra 2022/2023, foram semeados 839.972 hectares, com uma produção total de 7.239.000 toneladas. Apesar das dificuldades enfrentadas, a produção deste ano mostrou-se resiliente, mantendo números similares aos da safra anterior.

     

  • Preços do arroz em casca sobem pelo quarto mês consecutivo

    Preços do arroz em casca sobem pelo quarto mês consecutivo

    Os preços do arroz em casca subiram em julho pelo quarto mês consecutivo, reforçando a recuperação do produto. Com isso, a queda acumulada no ano diminuiu para 7,3% em termos nominais. Segundo o Cepea, o principal fator para essa alta foi o maior interesse das tradings por exportações. Além disso, a valorização do dólar também influenciou o movimento de alta.

    Oferta x demanda

    A disputa pelo arroz fez com que os compradores ajustassem suas ofertas para atrair vendedores, especialmente para o produto armazenado.

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    Arroz da Gente

    Recentemente, o governo federal anunciou o lançamento do programa “Arroz da Gente”, como parte do Plano Safra deste ano. Essa iniciativa visa oferecer crédito com juros reduzidos, acompanhamento técnico, garantia de comercialização e facilitação de acesso a equipamentos agrícolas para pequenos agricultores. Além disso, a medida inclui também máquinas como colheitadeiras e silos secadores de pequeno porte. Ou seja, o objetivo é modernizar a produção e eliminar a colheita manual. Inicialmente o programa vai beneficiar 10 mil famílias em 200 municípios de 14 estados nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Norte e Sudeste. Ou seja, vai ajudar onde a produção de arroz é limitada em comparação ao Sul, que responde por 85% da produção nacional.

     

  • Demanda internacional sustenta preços do arroz no Brasil

    Demanda internacional sustenta preços do arroz no Brasil

    A demanda internacional tem impactado o preço do arroz no Brasil. Compradores estão mais ativos no mercado de arroz em casca do Rio Grande do Sul para atender à demanda externa aquecida. Essa movimentação tem sustentado os preços na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea.

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    Demanda internacional

    Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada indicam que os importadores demonstram grande interesse pelo arroz brasileiro, priorizando a aquisição do produto beneficiado.

    No entanto, há um longo período até a chegada da nova safra. Por isso, vendedores seguem retraídos, o que fortalece ainda mais os preços no mercado interno.

    Preços do arroz

    O governo federal formalizou um acordo histórico com produtores e indústria do arroz. O objetivo é monitorar de perto o abastecimento e os preços do grão em todo o Brasil.

    O acordo estabelece que a Câmara Setorial do Arroz, em conjunto com a Conab, irá criar um grupo de trabalho dedicado a monitorar de perto o comportamento do mercado de arroz. Ou seja, semanalmente, a Conab realizará levantamentos de preços. Caso detecte aumentos significativos, a Câmara Setorial será comunicada e consequentemente deve mobilizar o setor produtivo e industrial. Ou seja, o foco será estabilizar os preços e garantir o abastecimento nas áreas afetadas.

  • Governo atualiza preços mínimos para produtos agrícolas

    Governo atualiza preços mínimos para produtos agrícolas

    O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou novos preços mínimos para os produtos de verão e regionais das safras 2024/2025 e 2025. Esses valores servirão como referência na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), garantindo uma remuneração mínima aos produtores rurais.

    O Conselho Monetário Nacional fixou os novos valores após votar a proposta enviada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A Portaria n° 700, que oficializa os novos preços, foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (16).

    Entre os produtos com novos valores estão milho, soja, sorgo, algodão, arroz, borracha natural, látex, cacau, feijão, leite, mandioca e diversas outras culturas e sementes. A medida abrange todas as regiões do Brasil e é válida de julho deste ano até dezembro de 2025.

    Para definir os novos preços mínimos, a Conab considerou fatores como os custos variáveis de produção e condições de mercado. Os reajustes na tabela variam entre -11,86% para a soja (saca de 60Kg) e 14,71% para a amêndoa de cacau no Centro-Oeste e Norte. O arroz teve uma variação de 5% no Sul (exceto Paraná) e de 10% no Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste e Paraná.

    O que é o PGPM?

    A Conab atualiza o preço mínimo anualmente e elabora as propostas para os produtos da PGPM e da Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio). Segundo o artigo 5° do Decreto-lei n.° 79/1966, as propostas de preços mínimos devem considerar fatores que influenciam as cotações dos mercados interno e externo e os custos de produção, por exemplo.

    O governo define os preços mínimos antes do início da safra seguinte. Sendo assim, eles servem de orientação para os produtores sobre as decisões de plantio. Além disso, demonstra o compromisso do Governo Federal em adquirir ou subvencionar produtos agrícolas caso seus preços de mercado fiquem abaixo dos mínimos estabelecidos.

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  • Negociações de arroz travadas no mercado interno

    Negociações de arroz travadas no mercado interno

    As negociações de arroz estão travadas. Na última semana, as negociações de arroz em casca no mercado spot nacional enfrentaram dificuldades. A disputa entre vendedores e compradores limitou os negócios.

    Segundo pesquisadores do Cepea, os orizicultores preferem vender a matéria-prima no porto de Rio Grande. As ofertas para exportação se mantêm mais vantajosas, mesmo com a queda recente do dólar.

    Negociações de arroz travadas

    No mercado interno, as transações foram pontuais. Os vendedores realizaram negócios conforme suas necessidades financeiras, na expectativa de uma valorização do arroz em casca. Do lado das unidades de beneficiamento, os preços de compra foram mantidos. Apenas aqueles com maior necessidade de reposição de estoques aceitaram pagar um pouco mais.

    A dificuldade na venda do arroz beneficiado, pressionada por varejistas e atacadistas, levou os agentes a adiar novas aquisições.

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  • Produção de grãos no Brasil atingirá 299,27 milhões de toneladas

    Produção de grãos no Brasil atingirá 299,27 milhões de toneladas

    A produção brasileira de grãos deve atingir 299,27 milhões de toneladas na safra 2023/2024, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Esse volume representa uma queda de 6,4%, ou 20,54 milhões de toneladas a menos em relação ao ciclo anterior. Mesmo assim, a safra ainda será a segunda maior já colhida no país.

    A pesquisa de campo realizada no final de junho indicou uma variação positiva de 0,6%, ou 1,72 milhão de toneladas, em relação à pesquisa do mês anterior. O avanço da colheita das principais culturas, como milho segunda safra, gergelim e arroz, contribuiu para essa recuperação. No entanto, houve uma redução na produção de milho primeira safra, feijão, trigo, algodão e soja.

    O fenômeno El Niño foi o principal responsável pela quebra em relação ao ciclo passado. Ou seja, a intensidade do fenômeno afetou negativamente o clima desde o início do plantio, prejudicando as lavouras de primeira safra plantadas até o final de outubro nas principais regiões produtoras do país.

    Desempenho da produção de grãos

    A produção de soja está estimada em 147,34 milhões de toneladas, uma redução de 4,7%, ou 7,27 milhões de toneladas, em comparação com a safra anterior. Mato Grosso se destaca como o maior produtor, com 39,34 milhões de toneladas, enquanto a Bahia apresenta a maior produtividade, com 3.780 kg/ha.

    Já a produção de milho, incluindo as três safras, é estimada em 115,86 milhões de toneladas, 12,2% abaixo da safra 2022/23. Apesar da queda, as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras.

    A área cultivada total no país aumentou 1,5%, somando 1,21 milhão de hectares a mais em relação à safra passada. Os maiores crescimentos foram observados na soja, seguida de gergelim, algodão, sorgo, feijão e arroz. Em contrapartida, a área plantada com milho, trigo e outras culturas de inverno diminuiu.

  • Preços do agro: fique por dentro das negociações

    Preços do agro: fique por dentro das negociações

    O Agro em Campo traz agora a análise do Cepea sobre os preços dos principais produtos do agronegócio brasileiro. A produção de açúcar cristal branco em São Paulo cresceu, impulsionada pelos avanços na colheita e moagem da cana-de-açúcar da safra 2024/25, em junho. Esse aumento de oferta foi especialmente notável no mercado spot do Icumsa 180. Apesar disso, os preços permaneceram firmes nas duas primeiras semanas do mês, sustentados pela desvalorização do real frente ao dólar, o que tornou as exportações mais atraentes. No final de junho, a menor demanda pressionou as cotações. Indústrias alimentícias relataram vendas fracas para o varejo, indicando que o açúcar recebido por contratos foi suficiente para manter a produção, eliminando a necessidade de compras adicionais no mercado spot.

    Alta nos preços do algodão

    Os preços do algodão em pluma subiram no mercado interno ao longo de junho. Esse movimento foi sustentado pela firme posição dos vendedores e pelo aumento na demanda dos compradores, mesmo que de forma pontual. Após três meses de queda, o preço da pluma registrou alta no último mês.

    Mercado de arroz mantém preços firmes no Rio Grande do Sul

    O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul terminou junho com preços firmes, apesar do ritmo lento de negócios devido às incertezas no cenário econômico. A demanda internacional aquecida, que manteve as exportações mais atraentes do que as vendas internas, deu suporte aos preços. No entanto, a menor saída de arroz beneficiado para grandes centros consumidores nacionais limitou a liquidez e os aumentos nos valores da matéria-prima. Vendedores mantiveram suas propostas firmes devido aos altos custos estimados, enquanto as perdas agrícolas causadas pelo El Niño levaram produtores a buscar maior valorização do arroz em casca.

    Disparidade de preços no mercado de boi

    O mercado de boi vivo registrou uma maior dispersão nos preços coletados pelo Cepea no final do semestre, refletindo diferentes percepções sobre as condições do mercado. Após quedas sucessivas no primeiro semestre, agentes buscam preços que se ajustem melhor às condições atuais.

    Café fecha junho com alta de preços

    Os preços dos cafés robusta e arábica subiram no mercado spot nacional em junho, mas a comercialização de novos lotes permaneceu lenta. A liquidez aumentou apenas em momentos de forte elevação nos valores.

    Demanda por etanol

    A safra sucroenergética 2024/25 avança rapidamente no Centro-Sul, favorecida pelas boas condições climáticas para a colheita e moagem da cana-de-açúcar. A demanda por etanol no varejo, especialmente em São Paulo, se mantém firme, sustentada pela vantagem do biocombustível frente à gasolina.

    Valores do frango variam

    Os preços médios dos produtos avícolas acompanhados pelo Cepea apresentaram variações distintas em junho. Em alguns casos, a demanda aquecida elevou as cotações, sustentando a média mensal, enquanto em outros, a baixa liquidez resultou em queda nos valores.

    Preços do milho caem com avanço da colheita

    Os preços do milho caíram em junho na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, influenciados pelo avanço da colheita da segunda safra. Parte dos produtores aumentou o volume de milho disponível no mercado spot, enquanto outros, receosos quanto aos impactos do clima adverso, limitaram a oferta. Consumidores priorizaram o uso de estoques e adquiriram poucos lotes no spot, aguardando novas desvalorizações com o avanço da colheita.

    Cotações de ovinos

    Em junho, os preços do cordeiro vivo apresentaram variações nas regiões acompanhadas pelo Cepea. No Rio Grande do Sul e em Mato Grosso, os valores subiram, enquanto em outras regiões os preços recuaram.

    Soja registra alta nas negociações

    As negociações de soja estiveram aquecidas no mercado brasileiro em junho, impulsionadas pela demanda firme, tanto doméstica quanto externa. A valorização cambial, com o dólar subindo 5% de maio para junho, deixou as commodities nacionais mais atraentes para importadores.

    Preços do trigo permanecem firmes

    Os preços do trigo mantiveram-se firmes no mercado brasileiro em junho, operando acima dos níveis do mesmo período do ano passado. Esse cenário foi sustentado pelos baixos estoques domésticos e pela elevação da paridade de importação, o que limitou a liquidez e resultou em negociações pontuais.