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  • Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia abre inscrições para 2025

    Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia abre inscrições para 2025

    O Prêmio CNA Brasil Artesanal Geleia 2025 já está com inscrições abertas. Os interessados podem se inscrever até o dia 23 de fevereiro no site do Sistema CNA/Senar. A iniciativa, que inaugura o calendário de concursos deste ano, busca reconhecer e valorizar pequenos e médios produtores rurais de todo o país.

    O concurso conta com a parceria da Embrapa Agroindústria de Alimentos, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital/SAA-SP) e do Sebrae Nacional. Os participantes poderão competir em duas categorias: simples e mista.

    Para participar, é necessário produzir até 50 toneladas de geleia por ano e atender às exigências legais. Após a inscrição, o produtor deve enviar pelo menos um quilo do produto, dividido em seis embalagens individuais, para análise.

    Processo de avaliação e premiação

    O concurso terá três etapas de avaliação: júri técnico, júri popular e análise da história do produto. Produtores que utilizam matéria-prima cultivada em suas propriedades receberão um bônus de 10% na pontuação final.

    Em resumo, os cinco finalistas de cada categoria receberão prêmios em dinheiro. Além disso, os três primeiros colocados ganharão o Selo de Participação Ouro, Prata ou Bronze, uma certificação que agrega valor ao produto.

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    Iniciativa valoriza alimentos artesanais e tradicionais

    O Prêmio é promovido pelo Programa Nacional de Alimentos Artesanais e Tradicionais da CNA. Ou seja, a proposta incentiva a profissionalização de pequenos e médios produtores e destaca a qualidade dos alimentos artesanais no mercado.

    Em geral, gesde sua criação, em 2019, o prêmio já reconheceu produtores de chocolates, queijos, cachaças, mel, vinhos, azeites e outros alimentos artesanais.

    Para mais informações e inscrições, acesse o site oficial da CNA.

     

  • Conab fará leilões para estimular produção de arroz na próxima semana

    Conab fará leilões para estimular produção de arroz na próxima semana

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) organizará leilões de Contrato de Opção de Venda Público (COV) de arroz na próxima semana. Com um aporte de cerca de R$ 1 bilhão, o objetivo é adquirir até 500 mil toneladas de arroz longo fino em casca, tipos 1 e 2, da safra 2024/25. Ou seja, a medida busca diversificar e ampliar a produção nacional do grão.

    Entenda como os leilões serão realizados

    Os primeiros leilões, previstos para quinta-feira (5), serão exclusivos para agricultores familiares. Serão ofertados 4.754 contratos, cada um equivalente a 27 toneladas. Na sexta-feira (6), outros três leilões ocorrerão para ampla concorrência, abrangendo todos os produtores e cooperativas. Nessa etapa, estarão disponíveis 18.518 contratos de 27 toneladas cada.

    Os vencimentos variam conforme a região produtora. Contratos de Minas Gerais e Paraná expiram em 30 de julho de 2025. Para o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o prazo é 30 de agosto de 2025. Já em Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins, os contratos vencem em 30 de outubro de 2025. Os valores de venda são ajustados de acordo com as datas de vencimento.

    O Contrato de Opção de Venda garante ao produtor rural ou à cooperativa o direito de vender o produto ao governo em data futura, a um preço fixado previamente. A adesão, no entanto, é opcional.

    Essa iniciativa integra as ações do Governo Federal para recompor estoques públicos. Em 2023, a retomada começou com a aquisição de milho via Aquisições do Governo Federal (AGF) e se expandiu para o trigo em 2024.

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    Produção de arroz no Brasil deve crescer em 2024/25

    A área semeada de arroz no Brasil deve atingir 1,77 milhão de hectares na safra 2024/25, superando os 1,6 milhão de hectares do ciclo anterior. A estimativa é do 2º Levantamento de Grãos da Safra 2024/25, divulgado pela Conab em 14 de novembro.

    A semeadura já alcançou 77,4% da área total nas principais regiões produtoras, segundo o Progresso de Safra da última semana. Portanto, com produtividade média estimada em 6.814 quilos por hectare, a produção nacional deve ultrapassar 12 milhões de toneladas.

    Os leilões programados pela Conab visam fortalecer ainda mais a cadeia produtiva do arroz e garantir estabilidade no mercado.

  • Solos argilosos reduzem pressão sobre arrendatários

    Solos argilosos reduzem pressão sobre arrendatários

    Arrendatários de terras férteis, com textura argilosa, enfrentam menos pressão em comparação aos colegas que cultivam em solos arenosos. Essa constatação veio à tona durante o Rally Cocamar de Produtividade, que visitou produtores no município de Rolândia, no norte do Paraná, onde os agricultores estavam semeando soja na última semana.

    O engenheiro agrônomo Marcos Alteia, da unidade de Cambé, e o gerente técnico da cooperativa, Rafael Furlanetto, acompanharam o evento. Eles destacaram que a fertilidade do solo contribui para uma produtividade superior e maior resiliência em períodos de estiagem.

    Rodrigo Zabini, um dos produtores visitados e responsável por 170 alqueires, dos quais 50 são próprios, comentou sobre a importância da tecnologia na produção. “Não podemos nos dar ao luxo de investir menos apenas porque temos um solo fértil”, afirmou. Ele ressaltou que arrendatários enfrentam custos mais altos devido à necessidade de remunerar os proprietários das terras, além das despesas com insumos e operações.

    Para maximizar a produtividade, Zabini conta com a assistência técnica de Alteia e os serviços do Grupo Mais, uma consultoria especializada da Cocamar, prestados na região pelo engenheiro agrônomo Osmar Buratto. Ele realiza correções regulares do solo com calcário, fósforo e potássio, aplica adubação recomendada e investiu em uma plantadeira John Deere com corte de seção, além de estar começando a adotar práticas de agricultura de precisão.

    Na safra anterior (2023/24), a média de produtividade foi de 133 sacas por alqueire, abaixo do potencial esperado de 170 sacas. “Estamos trabalhando para alcançar essa produtividade ou até mais”, afirmou Zabini, que cultiva trigo e milho no inverno ao lado do pai Antônio e dos irmãos Rafael e Fernando.

    Importância do uso de calcário

    O produtor Almir Rogério Chiconato, que cultiva 60 alqueires em Rolândia, também destacou a importância do uso de calcário para aumentar a produtividade. “O solo aqui oferece uma certa tranquilidade aos arrendatários, mas nada é garantido”, alertou. Na safra passada, sua média foi de 146 sacas por alqueire.

    O produtor Rodrigo Zabini com os agrônomos Marcos Alteia e Rafael Furlanetto

    No entanto, devido à falta de chuvas em períodos críticos, alguns produtores da região enfrentaram médias muito baixas, em torno de 60 sacas. “Com tudo o que estamos fazendo e se o tempo ajudar um pouco, nossa expectativa é alcançar entre 160 e 170 sacas por alqueire”, completou Chiconato.

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    Wellington Seiti Otaki, um jovem engenheiro de produção que deixou seu emprego na cidade para cuidar dos negócios da família, também busca eficiência na produção. Ele contratou a consultoria do Grupo Mais e investiu na correção da fertilidade do solo em sua propriedade de 25 alqueires. Otaki espera alcançar uma média de pelo menos 180 sacas por alqueire nesta safra.

    “Hoje meu foco é a agricultura”, disse Otaki, cuja família possui terras em Marialva (PR) e na Bahia. Ele também reconheceu a importância da parceria com seu funcionário Antônio e seu filho Diego.

    O Rally Cocamar de Produtividade conta com o patrocínio da Ourofino Agrociência, Seguradora Sombrero, Fertilizantes Viridian, Sicredi Dexis, Nissan Bonsai Motors e Texaco.

  • Primeiros animais que chegam à Expointer são ovinos da raça Texel

    Primeiros animais que chegam à Expointer são ovinos da raça Texel

    Os primeiros animais a chegar à 47ª Expointer, que começa no próximo sábado (24/8) em Esteio, foram ovinos da raça Texel, vindos de Aceguá. Desde a madrugada desta segunda-feira (19/8), às 1h, o caminhão que saiu de Aceguá às 16h30 de domingo aguardava a abertura dos portões do Parque Assis Brasil.

    Julgamentos e leilões

    Olinto Salgueiro, produtor da Cabanha Salgueiro, estava ansioso para ser o primeiro a chegar e participar da feira, que vai até 1º de setembro. Ele trouxe quatro fêmeas que participarão de julgamentos e leilões. Outras duas cabanhas da mesma cidade, Magnólia e Conquista, também trouxeram seus animais, totalizando 12 ovinos.

    “É a primeira vez em sete anos que chego antes; sempre chegava em segundo ou terceiro lugar”, contou Salgueiro, satisfeito. Ele cria 11 ovinos Texel e trouxe suas “meninas”, como chama suas fêmeas, que têm 12 meses e pesam até 90 quilos. “Comecei há sete anos e, desde então, participo da Expointer. Para mim, é uma alegria enorme. Estou com 68 anos e trabalho sozinho, a única coisa que não faço é tosar os ovinos”, afirmou.

    Recepção na Expointer

    Na chegada, Clair Kuhn, secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, recepcionou os participantes. Além disso, ele destacou o trabalho árduo da equipe do Parque e dos copromotores para garantir o sucesso do evento. “Apesar das dificuldades, o Parque está cada dia mais restaurado, com melhores condições de receber o público”, afirmou.

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    Expointer símbolo de força

    Kuhn também ressaltou a importância da recepção dos animais, que marca o início oficial da Expointer. “Estou feliz por estar neste momento como secretário da Agricultura e por colaborar na reconstrução do Rio Grande do Sul. A Expointer é um símbolo da força do povo gaúcho”, definiu.

    Para Elizabeth Cirne-Lima, subsecretária do Parque, a chegada dos animais é um momento especial, pois simboliza o início das atividades formais da Expointer. “Este é um evento crucial para o setor agropecuário do Estado. Os animais são a alma da feira, conectando o campo à cidade. Estamos muito felizes”, declarou.

    O comissário-geral da Expointer, Pablo Charão, informou que 120 servidores do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) da Seapi estão prontos para receber os animais. “São 55 servidores diretamente envolvidos na recepção, divididos em quatro equipes, que trabalham em turnos das 8h às 22h. Eles conferem a documentação, Guias de Trânsito Animal (GTAs), exames e vacinas, além de realizar exames clínicos para garantir a entrada de animais sadios no Parque”, explicou Charão.

    Charão destacou ainda que, apesar da leve redução no número de animais inscritos em relação ao ano passado, a confiança dos produtores na Expointer permanece alta. “Estamos otimistas. Os produtores veem na Expointer uma oportunidade de superar a tragédia climática que afetou muitos deles e ajudar na reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul”, concluiu.

  • Qual é o melhor mel de todo o país?

    Qual é o melhor mel de todo o país?

    Produtores de mel de todo o país podem participar do Prêmio CNA Brasil Artesanal 2024. As inscrições estão abertas no site do Sistema CNA/Senar até o dia 7 de julho.

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), a Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), a Confederação Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (CBA) e a Escola Brasileira de Apicultura e Meliponicultora (Ebram), realiza o prêmio.

    O concurso visa duas variedades, o Mel Claro e Mel Escuro, destinado aos produtores que produzem até 10 toneladas por ano. Eles devem centrifugar e decantar o mel, podendo apresentá-lo no estado líquido e cristalizado.

    Regulamento

    Após a inscrição, o produtor deverá enviar cinco amostras do produto com, no mínimo, 200 gramas em cada embalagem. Os produtores devem enviar as amostras em embalagens de comercialização e rotular o produto conforme a legislação vigente.

    Etapas

    Ainda de acordo com o regulamento, o concurso terá três etapas de avaliação. As amostras do mel serão analisadas por um júri técnico, que selecionará dez produtos, cinco de cada categoria na primeira fase. Vale lembrar que depois disso, os produtos serão avaliados de acordo com os aspectos visuais, aroma, sabor e harmonização, por exemplo.

    Um júri popular fará a avaliação do concurso na segunda fase de avaliação. Vai ocorrer a degustação por consumidores finais. A última etapa será a avaliação das histórias dos produtores rurais.

    Os dez produtos selecionados, cinco em cada categoria, vão receber certificados e prêmios. Os três primeiros vão ganhar também o Selo de Participação Ouro, Prata e Bronze.

    A premiação é uma iniciativa do Programa Nacional de Alimentos Artesanais e Tradicionais da CNA. Certamente, o objetivo é valorizar os pequenos e médios produtores rurais. De fato, o foco está na profissionalização da atividade e na agregação de valor dos alimentos que produzem.

    Desde 2019, a CNA Brasil Artesanal realiza o Prêmio. Também é importante ressaltar que eles já realizaram concursos para produtores de chocolates, queijos, salames, cachaças, charcutaria, azeites, vinhos e cafés.

  • CNA vai ao Supremo contra importação de arroz

    CNA vai ao Supremo contra importação de arroz

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, nesta segunda-feira (03/06), uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo federal de autorizar a importação de arroz.

    A Ação Direta de Inconstitucionalidade pede, entre outras medidas, a suspensão do primeiro leilão público da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na próxima quinta-feira (06/06), para a compra do cereal importado e pede explicações ao governo sobre a medida.

    A importação, de acordo com a entidade, vai afetar uma cadeia produtiva criando instabilidade de preços, prejudicando produtores locais de arroz, desconsiderando os grãos já colhidos e armazenados, e, ainda, comprometendo as economias de produtores rurais que hoje já sofrem com a tragédia e com os impactos das enchentes.

    A entidade questiona a constitucionalidade das normas referentes ao tema (duas medidas provisórias, duas portarias interministeriais e uma resolução do Comitê Gestor da Câmara de Comércio Exterior). Estes normativos preveem a importação de até um milhão de toneladas do produto.

    As medidas foram anunciadas pelo governo com a justificativa de garantir o abastecimento interno, diante dos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul, principal produtor do cereal.

    Na ação, a CNA ressalta na ação que 84% da área plantada do Estado foi efetivamente colhida antes do início das chuvas e destaca que não existe o risco de desabastecimento.

    Dados realistas do setor indicam que a safra gaúcha de 2023/2024 foi de aproximadamente 7,1 milhões de toneladas de arroz, patamar aproximado ao volume colhido pelo Estado na safra 2022/2023 que foi de 7,239 milhões de toneladas, segundo informações do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), reforça a CNA.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reforçou que a iniciativa visa evitar alta nos preços e que o arroz importado não irá concorrer com os agricultores brasileiros. “Já conversei com os produtores para deixar claro que não é para concorrer com o nosso arroz. Não queremos qualquer peso no bolso do brasileiro. Queremos estabilidade e comida na mesa”, disse.

    Segundo a Conab, o arroz que será comprado chegará ao consumidor brasileiro por no máximo R$ 4 o quilo. “O arroz que vamos comprar terá uma embalagem especial do Governo Federal e vai constar o preço que deve ser vendido ao consumidor”, reforça o presidente da Conab, Edegar Pretto.