Tag: Preços

  • Café tem alta de preços em agosto

    Café tem alta de preços em agosto

    Os preços do café registram forte alta em agosto, segundo levantamento do Cepea. As cotações recuperam perdas de julho. O Centro de Pesquisas explica que a menor produção na safra 2025/26 pressiona o mercado. O rendimento do beneficiamento ficou abaixo das expectativas.

    Arábica

    O arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto em São Paulo, iniciou a semana a R$ 1.972,55 por saca. Ou seja, o valor representa aumento de R$ 160,68 por saca ou 8,9% na parcial de agosto, até o dia 18.

    Robusta

    O robusta tipo 6, peneira 13 acima, retirado no Espírito Santo, também acumula forte valorização no mês. O indicador CEPEA/ESALQ aponta avanço de R$ 202,95 por saca ou 19,7% em agosto. A cotação chegou a R$ 1.231,40 no dia 18.

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  • Alta dos fertilizantes pressiona produtores para safra 2025/26

    Alta dos fertilizantes pressiona produtores para safra 2025/26

    Nos meses que antecedem a safra 2025/26, os produtores brasileiros enfrentam forte pressão devido à alta expressiva dos preços dos fertilizantes. De acordo com o último relatório semanal da StoneX, os custos da ureia nos portos nacionais subiram cerca de 33% entre janeiro e meados de agosto. Nessa mesma janela, o MAP (fosfatado amplamente usado no Brasil) teve alta de 19%, enquanto o cloreto de potássio avançou 20%.

    Esse cenário impacta significativamente a relação de troca entre insumos e commodities. Segundo Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado, a relação de troca entre soja e MAP atingiu os piores níveis dos últimos anos, fazendo com que os agricultores adotem uma postura cautelosa na aquisição de fertilizantes, reduzindo o consumo do insumo.

    “A demanda da Índia está sustentando os preços do nitrogenado, enquanto a queda nos valores do milho torna a relação de troca menos atraente no Brasil”, explica Pernías. Em resposta, compradores brasileiros têm optado por alternativas como o sulfato de amônio para nitrogenados e TSP e SSP para fosfatados, buscando minimizar impactos.

    Cenário

    O cenário indica que, com a aproximação da safra, a demanda interna deve reforçar a pressão sobre os preços, dificultando qualquer possibilidade de redução no curto prazo. Pernías destaca que “é fundamental que o produtor invista em um gerenciamento eficiente de custos e riscos para garantir a viabilidade da safra”.

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    Além do aumento dos custos com fertilizantes, produtores enfrentam condições de crédito mais rigorosas neste ano, complicando ainda mais o financiamento da produção agrícola em 2025.

    A escalada global dos preços dos fertilizantes não é exclusividade do Brasil. Estados Unidos e Índia, mesmo fora da temporada alta de compras, também lidam com preços elevados no complexo NPK. A restrição da China nas exportações, visando seu abastecimento interno, aliada à forte demanda indiana, mantém o mercado global apertado.

    Por fim, incertezas geopolíticas geram preocupação entre os agentes do setor. A tarifa dos EUA sobre fertilizantes indianos, resposta aos fluxos comerciais que beneficiam a Rússia, acendeu um alerta no Brasil, onde a Rússia foi, em 2024, a principal fornecedora de fertilizantes. Qualquer alteração nesse cenário pode afetar diretamente o abastecimento doméstico.

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  • Ovos e frango registram alta nos preços no Brasil

    Ovos e frango registram alta nos preços no Brasil

    Os preços dos ovos subiram até 7% na última semana, segundo o Cepea. A alta ocorreu com vendas aquecidas e estoques equilibrados. O Centro de Pesquisas acompanhou diversas praças e constatou aumentos expressivos. Em geral, a oferta menor também contribuiu para esse cenário.

    Impacto do frio na produção de ovos

    Pesquisadores explicam que as baixas temperaturas reduziram a produção de ovos em várias regiões. Além disso, produtores descartaram poedeiras mais velhas no último mês. Dados preliminares do IBGE mostram produção de 1,22 bilhão de dúzias no segundo trimestre de 2025. Esse volume é 4% maior que em 2024 e 1,6% acima do primeiro trimestre deste ano.

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    Carne de frango

    A carne de frango também segue valorizada no mercado interno. O Cepea aponta que a demanda interna e as exportações impulsionam os preços.

    No Brasil, o Dia dos Pais e o pagamento de salários aumentaram o consumo de frango. Portanto, esse movimento ajudou a sustentar as cotações. Desde que o país recuperou o status de livre da Influenza Aviária, o frango vivo registra alta de preços no mercado doméstico.

  • Preços do arroz variam conforme oferta e demanda locais

    Preços do arroz variam conforme oferta e demanda locais

    Os preços do arroz em casca oscilaram entre regiões na última semana, segundo o Cepea. Ou seja, em alguns estados, os valores subiram com a maior demanda de varejistas e atacadistas para repor estoques. Ao mesmo tempo, em outras regiões, os preços ficaram estáveis ou caíram, devido à oferta superior à procura.

    Ritmo de negócios

    Apesar disso, vendedores mantêm a restrição de negócios e aguardam melhores cotações. Ou seja, os agentes do setor avaliam possíveis intervenções governamentais com compras do produto. Pesquisadores explicam que medidas assim tendem a ter impacto apenas no médio prazo.

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    Exportações de arroz

    As exportações podem gerar reflexos mais rápidos nos preços. Na semana passada, a queda do câmbio limitou novos embarques e reduziu a liquidez no mercado interno.

  • Preços do algodão caem ao menor nível desde 2024

    Preços do algodão caem ao menor nível desde 2024

    Os preços do algodão em pluma caíram nos últimos dias, segundo levantamentos do Cepea. A pressão vem do avanço da colheita, do excedente interno e da demanda enfraquecida.

    As cotações também sofrem influência da queda nos preços externos, que reduz a paridade de exportação e reforça a pressão sobre o mercado interno.

    Em julho, o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em oito dias, registrou média de R$ 4,1061/lp. O valor ficou 4,03% abaixo do registrado em junho e 2% inferior ao de julho de 2024, em termos reais. Essa é a menor média desde novembro de 2024.

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    Mercado de arroz mantém liquidez baixa no RS

    A comercialização do arroz em casca no Rio Grande do Sul continua lenta, segundo o Cepea. Na última semana, algumas indústrias demonstraram interesse por arroz com mais de 60% de grãos inteiros. Mesmo assim, os negócios ficaram restritos a pequenos volumes.

    Vendedores seguem retraídos, aguardando preços mais atrativos, o que limita as negociações. A demanda externa, que geralmente aquece o mercado, também esteve menor na última semana.

    Agentes ouvidos pelo Cepea atribuem o impasse nas negociações às políticas de taxação dos Estados Unidos. Em julho, o Indicador CEPEA/IRGA-RS acumulou alta de 4,5%, com a média a R$ 68,14/sc de 50 kg. O valor é 1,68% maior que em junho, mas ainda 40,78% inferior ao de julho do ano passado.

     

     

     

  • Preços do etanol sobem com demanda mais forte

    Preços do etanol sobem com demanda mais forte

    Os preços do etanol hidratado voltaram a subir em São Paulo após semanas de queda, segundo levantamento do Cepea. A demanda cresceu com a proximidade do retorno às aulas, o que elevou a procura das distribuidoras por novos volumes.

    Outro fator que sustenta o movimento é a chegada do E30 na gasolina. A partir de 1º de agosto, a mistura d anidro sobe de 27% para 30%, conforme decisão aprovada em 25 de junho.

    De acordo com o Cepea, as negociações das usinas paulistas no mercado spot aumentaram nas últimas semanas. Entre 21 e 25 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ para o etanol hidratado fechou em R$ 2,5448 por litro, valor líquido de impostos. O resultado representa alta de 0,83% frente à semana anterior.

    No mesmo período, o etanol anidro registrou leve queda de 0,12%, para R$ 2,9168 por litro, também sem impostos.

    Açúcar cristal mantém preços firmes

    Os preços médios do açúcar cristal seguiram em alta no mercado paulista, apontam dados do Cepea. Entre 21 e 25 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do produto branco (Icumsa 130 a 180) ficou em R$ 120,31 por saca de 50 kg. A variação foi de 1,29% acima do período anterior.

    Segundo o Cepea, as ofertas estão limitadas, especialmente para açúcar de melhor qualidade, o que ajuda a manter os preços firmes no mercado à vista. Compradores indicam que as vendas no varejo ainda são fracas, mas a liquidez teve leve melhora nos últimos dias.

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  • Milho reage, mas preços ainda caem em julho

    Milho reage, mas preços ainda caem em julho

    O Indicador do milho ESALQ/BM&FBovespa, para Campinas (SP), reagiu nos últimos dias. Mesmo assim, acumula queda parcial em julho, segundo o Cepea.

    Produtores reduzem as ofertas em regiões com colheita atrasada, como em praças paulistas. Essa estratégia sustenta os preços locais. Por outro lado, a colheita avança rápido no Centro-Oeste. Com maior disponibilidade, as cotações sofrem pressão de baixa.

    Agentes consultados afirmam que o aumento dos fretes reforça o suporte aos preços. O custo logístico influencia as negociações. Pesquisadores destacam expectativas positivas para as produções nacional e global. Isso restringe negócios no mercado interno.

    Parte dos consumidores está abastecida e aguarda agosto para comprar milho. Eles esperam valores menores com o avanço da colheita.

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  • Preços dos fertilizantes fosfatados disparam e pressionam agricultores 

    Preços dos fertilizantes fosfatados disparam e pressionam agricultores 

    A alta dos preços dos fertilizantes fosfatados está pressionando o mercado global e complicando o planejamento para a safra 2025/2026. Com oferta limitada e demanda aquecida, os compradores enfrentam um dos cenários mais desafiadores dos últimos anos.

    No Brasil, a situação preocupa. O país depende fortemente de importações para suprir sua demanda interna. E os principais fornecedores, como China e Marrocos, estão reduzindo volumes exportados.

    Índia puxa demanda, e preços seguem firmes

    A Índia, com estoques baixos, tem buscado ativamente fertilizantes no mercado internacional. Apesar da insatisfação com os valores elevados, os importadores indianos são obrigados a absorver os custos.

    “Isso sustenta a pressão altista nos preços globais”, afirma Tomás Pernías, analista da StoneX. Segundo ele, a relação de troca entre grãos e MAP está entre as piores da última década.

    China restringe exportações e afeta o Brasil

    A China, um dos maiores fornecedores, tem priorizado o abastecimento interno. A medida reduz a oferta global e mantém os preços em patamares elevados.

    “Essa política impacta diretamente o Brasil, que já sofre com a escassez”, destaca Pernías. Dados mostram que o MAP acumula alta de 20% em 2025, chegando aos níveis de 2022, durante a guerra Rússia-Ucrânia.

    Os custos de produção de soja, milho e algodão já estavam altos. Com fertilizantes mais caros, a margem dos produtores fica ainda mais apertada.

    “É uma notícia negativa para a próxima safra”, conclui o analista. O cenário exige estratégias eficientes para evitar prejuízos no campo.

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  • Preço do açúcar cristal atinge menor nível em 4 anos

    Preço do açúcar cristal atinge menor nível em 4 anos

    O preço do açúcar cristal branco segue em queda no mercado spot de São Paulo, segundo levantamento do Cepea. Na última sexta-feira (27), o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130-180, fechou a R$ 117,00 por saca de 50 kg. Esse é o menor valor nominal desde o fim de julho de 2021.

    De acordo com pesquisadores, a baixa demanda para pronta-entrega pressiona os preços do mercado interno. Além disso, a desvalorização internacional do açúcar contribui para o recuo nas cotações domésticas.

    Entre 23 e 27 de junho, o preço médio foi de R$ 120,25 por saca de 50 kg. Houve queda de 4,4% em relação à média da semana anterior. Apesar das baixas sucessivas, o açúcar paulista ainda apresenta vantagem frente aos preços no exterior, aponta o Cepea.

    Etanol fecha junho com valorização no estado de SP

    Os preços dos etanóis hidratado e anidro encerraram junho em alta no mercado spot paulista, conforme dados do Cepea. Entre os dias 23 e 27 de junho, o hidratado subiu 1,57%, atingindo R$ 2,6099 por litro, líquido de impostos. No mesmo período, o anidro valorizou 2,84%, fechando em R$ 2,9962 por litro, também líquido de tributos.

    Segundo o Cepea, fatores climáticos como chuvas e geadas influenciaram os preços. Além disso, a aprovação do aumento da mistura de anidro na gasolina, de 27% para 30%, impulsionou o mercado. O maior volume de etanol hidratado negociado nas usinas também contribuiu para o avanço nas cotações.

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  • Óleo de soja dispara no exterior e pressiona prêmios no Brasil

    Óleo de soja dispara no exterior e pressiona prêmios no Brasil

    O preço do óleo de soja subiu mais de 15% no mercado externo na última semana. O contrato com vencimento em julho de 2025, negociado na Bolsa de Chicago, atingiu o maior valor desde outubro de 2023.

    Pesquisadores do Cepea atribuem o avanço à expectativa de aumento na demanda por biodiesel nos Estados Unidos. Em geral, a proposta da Agência de Proteção Ambiental (EPA) prevê maior mistura de biodiesel ao diesel entre 2026 e 2027.

    Como o óleo de soja é a principal matéria-prima do biocombustível, o anúncio impulsionou os preços globais. Além disso, o conflito no Oriente Médio elevou a preocupação com a oferta e os preços do petróleo.

    Portanto, esse cenário fortaleceu ainda mais a valorização do óleo de soja no mercado internacional, segundo o Cepea. No Brasil, a disparada internacional pressionou os prêmios de exportação do derivado nas últimas negociações. A demanda interna segue fraca, especialmente no setor de biocombustíveis, o que limita os ganhos no mercado doméstico.

    Milho recua com pressão compradora e expectativa de safra cheia

    Os preços do milho seguem em queda no Brasil, puxados pela pressão dos compradores, aponta o Cepea.
    Além disso, a expectativa de uma grande oferta nas próximas semanas intensifica a desvalorização do cereal.

    Os pesquisadores explicam que a limitação na capacidade de armazenagem também afeta os valores nas principais regiões produtoras. Além disso, a queda do dólar e a desvalorização externa do milho reduziram a paridade de exportação brasileira.

    Segundo a Conab, a segunda safra deve alcançar 101 milhões de toneladas, 12% acima da anterior. Ou seja, esse volume representa a segunda maior colheita da série histórica da Companhia. Assim, os preços caem com mais força em regiões onde produtores estão mais flexíveis neste início de colheita.

    Preços do feijão comercial caem com avanço da colheita

    Os preços dos feijões comerciais seguem em queda no Brasil, segundo levantamento do Cepea. A maior oferta nas regiões produtoras e o avanço da colheita da segunda safra pressionam as cotações.

    Já os grãos de melhor qualidade continuam com preços firmes, devido à oferta limitada no mercado. Em campo, quase 90% da área do Paraná foi colhida até 16 de junho, informou o Deral/Seab.

    Em Santa Catarina, a colheita chegou a 94%, segundo a Epagri/Cepa. No Rio Grande do Sul, as chuvas interromperam as atividades de colheita em diversas regiões. A Emater/RS-Ascar confirmou que muitos produtores enfrentam dificuldades para concluir o trabalho.

    Em Minas Gerais, a Conab indicou o início da colheita da segunda safra. Na Bahia, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, conforme análise da Companhia. A terceira safra também está em andamento, com semeadura avançada em Minas e Bahia e colheita inicial em Goiás.

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