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  • Com impulso do agronegócio, imóveis valorizam até 18% em Campo Grande no último ano

    Com impulso do agronegócio, imóveis valorizam até 18% em Campo Grande no último ano

    Nos últimos 12 meses, Campo Grande (MS) testemunhou uma forte valorização em seu mercado imobiliário, puxada especialmente pelo avanço contínuo do agronegócio.

    De acordo com dados de avaliadoras locais e portais do setor, os imóveis residenciais na capital sul-mato-grossense apresentaram uma alta de até 18%, refletindo o bom momento econômico da região.

    Esse cenário vem atraindo investidores e famílias que buscam por apartamentos à venda em Campo Grande, sobretudo nas regiões mais próximas aos pólos de desenvolvimento urbano.

    Com uma economia firmemente sustentada pela agropecuária, Campo Grande tem se beneficiado de uma cadeia produtiva eficiente, que movimenta bilhões de reais todos os anos.

    O crescimento do setor traz impactos diretos: geração de empregos, aumento da renda, mais consumo e, consequentemente, maior demanda por moradia qualificada.

    O campo que impulsiona a cidade

    Mato Grosso do Sul se destaca na produção de carne bovina, soja e milho. E Campo Grande, como capital, funciona como o centro de operação de toda essa engrenagem agroindustrial.

    A cidade é o elo entre produtores, distribuidores, exportadores e empresas de tecnologia voltadas ao agronegócio.

    Com o fortalecimento de cooperativas e associações rurais, além da elevação da renda do setor, cresce também a procura por imóveis urbanos, seja para morar ou para diversificar o patrimônio.

    Esse movimento contribui diretamente para o aumento dos preços em bairros como Chácara Cachoeira, Jardim dos Estados, Vilas Boas e Parque das Nações Indígenas, que vêm ganhando protagonismo no radar de quem busca valorização imobiliária.

    Mudança no perfil de consumo: alta demanda por imóveis de padrão médio e alto

    O perfil dos compradores em Campo Grande está em transformação. Se antes predominavam buscas por terrenos e casas populares, agora há uma demanda crescente por imóveis de padrão mais elevado. E especialmente apartamentos com boa localização, segurança e áreas de lazer completas.

    Empreendimentos com metragens amplas, varandas gourmet e infraestrutura moderna estão entre os mais valorizados. Em bairros como Jardim dos Estados, por exemplo, o metro quadrado teve um salto de até 18% entre junho de 2024 e junho de 2025, conforme estimativas do setor.

    A escassez de imóveis prontos, somada ao interesse crescente por esse tipo de moradia, tem incentivado construtoras a lançar novos projetos voltados a esse público mais exigente.

    Investidores retornam com força ao setor

    Com o bom momento das commodities, produtores rurais e empresários do agronegócio estão voltando seus olhos para o mercado imobiliário urbano como forma de proteger e diversificar seus ativos.

    A compra de imóveis na cidade passou a ser vista como uma estratégia de estabilidade, proteção contra oscilações de safra e geração de renda com aluguéis ou revenda.

    A verticalização da cidade deve se intensificar, acompanhando essa nova onda de investimentos. Segundo o Secovi-MS, os pedidos de alvarás para novos empreendimentos cresceram 22% em relação ao ano anterior. Isso indica o otimismo do setor da construção civil na capital.

    Campo Grande atrai por qualidade de vida e infraestrutura

    Além da força econômica do agro, Campo Grande se destaca por sua excelente qualidade de vida. A capital tem uma das maiores proporções de áreas verdes por habitante no país, além de bom acesso a serviços de saúde, educação e mobilidade urbana mais fluida que outras capitais.

    Essas características tornam a cidade especialmente atrativa para famílias que buscam tranquilidade aliada a boas oportunidades de desenvolvimento profissional e negócios.

    A chegada de novas instituições de ensino superior e centros tecnológicos voltados ao agro também têm atraído jovens qualificados. E mantendo o fluxo migratório positivo para a cidade.

    O que esperar do futuro

    A expectativa do setor é que a valorização imobiliária siga em trajetória ascendente, embora de forma mais equilibrada nos próximos trimestres.

    Ainda assim, o agronegócio deve continuar como principal pilar de sustentação do crescimento urbano e imobiliário da capital. Especialistas sugerem que investidores analisem com atenção bairros em desenvolvimento e características que assegurem liquidez, como localização estratégica, padrão de construção e infraestrutura completa.

    Campo Grande reforça sua vocação para crescer impulsionada pelo que vem do campo. Com o agronegócio em plena expansão, seus reflexos positivos se espalham por diferentes setores, e o imobiliário é um dos que mais colhem resultados concretos.

    Para quem busca uma cidade em crescimento, com qualidade de vida e boas perspectivas de retorno financeiro, o momento é oportuno. Investir em imóveis em Campo Grande é, hoje, uma estratégia que une segurança patrimonial, valorização constante e conexão direta com um dos setores mais sólidos da economia brasileira.

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  • Multinacional confirma investimento de R$ 140 milhões em MG

    Multinacional confirma investimento de R$ 140 milhões em MG

    A multinacional japonesa Sumitomo Corporation, por meio de sua subsidiária Agro Amazônia, anunciou um investimento de R$ 140 milhões para a construção de uma unidade de armazenamento e beneficiamento de sementes de soja em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, Minas Gerais. A comitiva do Governo de Minas, liderada pelo governador Romeu Zema, anunciou a novidade na última sexta-feira (20/6), durante visita oficial ao Japão.

    O projeto prevê a geração de 40 empregos diretos na região e será financiado integralmente com recursos privados. As obras têm conclusão prevista para o final de 2025, com início das operações em 2026. A expectativa é que a unidade atenda à crescente demanda do setor agrícola e fortaleça a cadeia produtiva do agronegócio mineiro.

    Na primeira fase, a planta terá capacidade para beneficiar 500 mil sacas de soja por ano. Epodendo atingir até 1 milhão de sacas em sua capacidade máxima. O investimento faz parte da estratégia de expansão da Agro Amazônia. O grupo já possui presença consolidada nas principais regiões agrícolas do Brasil e planeja ampliar sua rede para 120 filiais até 2028.

    Apoio institucional e articulação

    A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG), por meio da agência Invest Minas, foi fundamental na articulação do acordo, apoiando a empresa nas tratativas com o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), na obtenção de licenças ambientais junto à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad-MG) e na negociação com a Cemig para antecipação do fornecimento de energia elétrica.

    Governador de Minas, Romeu Zema, com executivos da Sumitomo. Foto: Aluísio Eduardo / Digital MG

    Segundo a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa, a escolha de Patos de Minas pela Sumitomo reforça o posicionamento de Minas Gerais como parceiro estratégico no agronegócio global, trazendo tecnologia, geração de empregos qualificados e impulsionando o desenvolvimento regional.

    Expansão e inovação no agronegócio

    A Agro Amazônia, fundada em 1983 em Cuiabá (MT), tornou-se subsidiária da Sumitomo Corporation em 2015, o que permitiu acesso a novos recursos e tecnologias. Recentemente, a empresa lançou uma nova marca de sementes de soja em parceria com a argentina GDM Seeds, um dos maiores grupos de genética de soja do mundo, ampliando sua atuação e contribuindo para o crescimento do setor.

    O governador Romeu Zema destacou que o novo investimento é resultado do esforço do governo em promover Minas Gerais internacionalmente. E atrair novos negócios para o estado. “A Sumitomo é uma empresa renomada que vem para somar e ajudar no desenvolvimento de Patos de Minas e de todo o estado. Estamos construindo uma maior cooperação com foco em melhorias para os mineiros”, afirmou Zema.

    A nova unidade reforça o compromisso do grupo Sumitomo com o desenvolvimento sustentável e tecnológico do agronegócio brasileiro, consolidando Minas Gerais como polo estratégico para investimentos internacionais no setor.

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  • JBS estreia BDRs na B3 e inicia listagem dupla com NYSE

    JBS estreia BDRs na B3 e inicia listagem dupla com NYSE

    A JBS inicia nesta segunda-feira, 9 de junho, a negociação de seus Brazilian Depositary Receipts (BDRs) na B3. Com isso, a empresa marca um novo capítulo em sua estratégia de internacionalização. A mudança ocorre após a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 30 de maio. E faz parte do processo de dupla listagem da companhia, que também passará a negociar suas ações na Bolsa de Nova York (NYSE) a partir de 12 de junho.

    Com a reestruturação, as ações ordinárias da JBS S.A. (JBSS3) deixam de ser negociadas na B3, sendo substituídas pelos BDRs da JBS N.V., que passam a ser negociados sob o código JBSS32. A relação de troca definida é de um BDR para cada duas ações ordinárias da JBS S.A., enquanto detentores de ADRs terão conversão na proporção de 1:1 para as novas Class A Shares da JBS N.V..

    A listagem dupla foi aprovada em assembleia de acionistas realizada em 23 de maio, com o objetivo de alinhar a estrutura de capital da empresa ao seu perfil global e diversificado, além de ampliar o acesso a investidores internacionais. “Com a dupla listagem, buscamos uma estrutura corporativa que reflita melhor a nossa presença global e as nossas operações internacionais diversificadas. Além de facilitar a implementação da nossa estratégia de crescimento e agregação de valor”, afirmou Guilherme Cavalcanti, CFO global da JBS.

    BDRs

    Os BDRs da JBS N.V. conferem aos investidores direitos semelhantes aos das ações, incluindo o recebimento proporcional de dividendos distribuídos pela companhia. A reorganização também afeta contratos futuros, opções e derivativos relacionados às ações JBSS3, que agora refletem a nova estrutura baseada em BDRs.

    A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com mais de 250 fábricas em 17 países. Ela atende a mais de 300 mil clientes e exportando para 180 países. Fundada no Brasil em 1953, a companhia emprega atualmente 280 mil pessoas globalmente, impulsionando seu crescimento por meio de investimentos estratégicos e expansão internacional.

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  • CJ Selecta anuncia investimento de R$ 180 milhões em Minas Gerais

    CJ Selecta anuncia investimento de R$ 180 milhões em Minas Gerais

    A CJ Selecta, subsidiária brasileira do grupo sul-coreano CJ Cheil Jedang, anunciou a intenção de investir R$ 180 milhões na expansão de seu parque industrial em Araguari, no Triângulo Mineiro. O governo de Minas Gerais anunciou a novidade durante o Fórum Mineiro do Agronegócio Sustentável, com a presença do vice-governador Mateus Simões.

    A empresa pretende investir recursos privados até 2028 para ampliar o número de empregos diretos na unidade, passando de 600 para 660 vagas, além de fortalecer os mais de 2 mil postos de trabalho indiretos já existentes na região. A iniciativa reforça o compromisso da CJ Selecta com a sustentabilidade, o desenvolvimento regional e a geração de valor agregado para Minas Gerais.

    Segundo Mateus Simões, a expansão da CJ Selecta representa um avanço na industrialização do agronegócio mineiro. “Estamos anunciando o investimento da CJ Selecta que vai fazer uma fábrica de beneficiamento de soja para nutrição animal aqui. A instalação da CJ Selecta rompe algumas barreiras, permitindo que o processamento e empregos de maior valor agregado fiquem no estado, gerando retorno para o município e para Minas Gerais”, destacou o vice-governador.

    Produção de concentrado proteico de soja

    Presente em Araguari desde 2007, a CJ Selecta é referência global na produção de concentrado proteico de soja, sendo a maior produtora mundial do segmento. A empresa também é pioneira no aproveitamento de melaço de soja para produção de etanol e fertilizantes organominerais. Além de desenvolver iniciativas de sustentabilidade e agricultura regenerativa com parceiros como a Unilever.

    Como parte da estratégia de expansão, a CJ Selecta avalia novos projetos, incluindo a implantação de uma planta de biogás e uma usina de biodiesel, alinhados ao compromisso global da companhia com soluções de baixo impacto ambiental.

    O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG) e da Invest Minas, tem atuado para criar um ambiente favorável à atração e ampliação de negócios. “Minas está cada vez mais perto de alcançar a marca de R$ 500 bilhões atraídos em investimentos privados desde 2019. Isso é resultado da confiança das empresas no estado”, afirmou Frederico Amaral e Silva, secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico.

    João Paulo Braga, diretor-presidente da Invest Minas, ressaltou que a CJ Selecta é referência em sustentabilidade na cadeia da soja, com processos de zero resíduos, energia limpa e reúso de água.

    Alessandro Reis, COO da CJ Selecta. Foto:
    CJ Selecta

    O COO da CJ Selecta, Alessandro Reis, reforçou o compromisso da empresa com práticas sustentáveis. E destacou a importância da parceria com o Governo de Minas e a Prefeitura de Araguari para o desenvolvimento regional e geração de oportunidades. “Esse ambiente de confiança e incentivo criado pelo Governo de Minas tem sido fundamental para o fortalecimento da nossa operação. E para seguirmos firmes no nosso compromisso com práticas sustentáveis e com o desenvolvimento regional”

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  • Orçamento da Embrapa para 2025 cresce 120%

    Orçamento da Embrapa para 2025 cresce 120%

    O Congresso Nacional aprovou na última quinta-feira (21) o orçamento da Embrapa para 2025, marcando um avanço na recuperação financeira da empresa. O repasse para despesas discricionárias será de R$ 364 milhões. Ou seja, um aumento de 120% em relação ao ano anterior, quando a empresa recebeu R$ 161 milhões. Além disso, a Embrapa contará com R$ 148 milhões do Novo PAC para investimentos.

    Com mais recursos, a estatal poderá retomar investimentos em pesquisa e inovação, fundamentais para a competitividade da agricultura brasileira. A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, ressaltou que o novo orçamento permitirá “a continuidade dos projetos, novas ações estratégicas e o fortalecimento da ciência no setor agropecuário”. Segundo ela, o aumento reflete o compromisso do governo e do Congresso com a pesquisa agropecuária.

    Os recursos adicionais serão usados para modernização de laboratórios, atualização de campos experimentais e desenvolvimento de novas tecnologias. O fortalecimento da pesquisa busca garantir a sustentabilidade do setor e manter a agricultura brasileira competitiva no mercado global.

    As inovações da Embrapa estão sempre no radar do Agro em Campo. São pesquisas em todas as áreas do agronegócio brasileiro, como novas cultivares, melhoramento genético de plantas e animais, técnicas de manejo, combate de pragas e doenças, aumento de produtividade na mesma área e uma infinidade de ações essenciais para manter o Brasil como potência na produção de alimentos.

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  • BR Angels anuncia investimento de R$ 5 milhões em startups do agronegócio

    BR Angels anuncia investimento de R$ 5 milhões em startups do agronegócio

    O BR Angels, ecossistema de inovação e investimento-anjo, estruturou seu 7º batch com foco exclusivo no agronegócio, destinando R$ 5 milhões para startups do setor. Pela primeira vez desde sua fundação, em 2019, o grupo de investidores-anjo prioriza um segmento específico, destacando a relevância e o potencial de crescimento das AgTechs no Brasil.

    Com um ticket médio entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão por startup, o BR Angels pretende realizar os aportes ao longo de 12 a 18 meses. O objetivo é impulsionar soluções tecnológicas que aumentem a eficiência e a sustentabilidade no agronegócio, um dos principais motores da economia brasileira.

    Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, enfatiza que a escolha do setor foi estratégica. “O agronegócio enfrenta desafios como mudanças climáticas, maior necessidade de produtividade e eficiência, além da crescente pressão por práticas sustentáveis. O BR Angels tem investidores com ampla experiência no setor, prontos para contribuir não apenas com capital, mas também com conhecimento, rede de contatos e mentorias”, afirma Cintra.

    Portfólio e impacto no setor

    O BR Angels já conta com startups investidas no agronegócio, como o iRancho, que oferece uma ferramenta inovadora de gestão pecuária, e a Inspectral, ESGTech focada em monitoramento ambiental e agrícola. O objetivo é expandir esse portfólio com novas AgTechs que apresentem soluções disruptivas e modelos de negócios escaláveis.

    A seleção de startups prioriza empresas com tecnologias capazes de transformar o setor, promovendo inovação e sustentabilidade. A escalabilidade e um modelo de negócio sólido são critérios essenciais, assim como a composição de equipes resilientes e qualificadas.

    Crescimento e projeção do ecossistema

    Anualmente, o BR Angels recebe mais de 3 mil inscrições de startups em busca de investimentos. Sendo que entre 10% e 15% delas pertencem ao agronegócio. A expectativa é que, com o novo batch, esse percentual aumente significativamente, consolidando o grupo como um dos principais apoiadores de inovações tecnológicas para o setor agropecuário.

    A liderança especializada do 7º batch conta com 30 investidores experientes. Incluindo nomes como Antônio Lacerda, da CPMC Brasil; Celso Macedo, da Farmers Edge LATAM; Lieven Cooreman, da Strategos; e Zenaide Guerra, da dsm-firmenich. Esse time reforça o compromisso do BR Angels em oferecer suporte estratégico e financeiro para startups que possam impactar positivamente o mercado.

    “Nosso ecossistema valoriza a colaboração entre startups, investidores e especialistas, promovendo a inovação e a transformação digital. Mais do que investimentos, oferecemos mentoria e conexões estratégicas para impulsionar o crescimento das empresas”, destaca Cintra.

    Com seis anos de atuação, o BR Angels reúne mais de 400 CEOs e altos executivos de empresas nacionais e multinacionais. Até o momento, investiu em 35 startups, acumulando um portfólio avaliado em mais de R$ 2 bilhões. Com o novo batch voltado para o agronegócio, a expectativa é fortalecer ainda mais sua posição como um dos mais influentes grupos de investidores-anjo do Brasil.

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  • Cooperativa investe R$ 100 milhões em complexo agropecuário

    Cooperativa investe R$ 100 milhões em complexo agropecuário

    A Coopercitrus, cooperativa de produtores rurais com sede em Bebedouro (SP), está investindo R$ 100 milhões na construção de um novo Complexo Agropecuário em Araçatuba (SP), com o apoio do Governo do Estado de São Paulo. O anúncio foi feito durante a cerimônia de lançamento da Pedra Fundamental, que contou com a presença do secretário de Agricultura e Abastecimento de São Paulo (SAA), Guilherme Piai, representando o governador Tarcisio de Freitas.

    O novo complexo, que deverá ser concluído em dois anos, visa atender à crescente demanda por soluções e infraestrutura para a cadeia pecuária na região. As instalações ocuparão um terreno de 50 mil m² localizado entre Araçatuba e Birigui, próximo à Rodovia Marechal Rondon (SP-300), um importante eixo logístico para o agronegócio. O projeto prevê a construção de uma moderna fábrica de ração, um TRR (Transportador Revendedor Retalhista) para distribuição de combustíveis, uma loja completa de insumos agropecuários e um espaço de atendimento aos cooperados128. A expectativa é que o empreendimento gere cerca de 130 empregos diretos e indiretos.

    Parceria de sucesso

    O secretário Guilherme Piai destacou a importância do setor do agronegócio para o Estado, que gera empregos e renda, especialmente para os pequenos e médios produtores rurais. Ele também ressaltou a parceria de sucesso entre as cooperativas agrícolas e o Governo do Estado, que beneficia o desenvolvimento regional do agronegócio paulista. Piai lembrou que o Estado conseguiu manter incentivos fiscais para diversas cadeias produtivas, inclusive a citricultura.

    A iniciativa busca diversificar a atuação da cooperativa e oferecer suporte estratégico aos cooperados. Segundo Fernando Degobbi, presidente da Coopercitrus, o novo complexo terá infraestrutura moderna para atender o produtor de forma integrada, com soluções de última geração.

    Além do investimento no novo complexo, o secretário Guilherme Piai destacou os resultados positivos no combate ao Greening, uma das maiores ameaças à citricultura paulista, através das ações da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA). A CDA superou a meta de 36.750 fiscalizações, garantindo a segurança alimentar e a proteção dos pomares. A SAA também lançou uma Linha de Crédito Fruticultura do FEAP de R$ 10 milhões em apoio aos produtores prejudicados pelo Greening, com condições facilitadas.

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  • Mills investe R$ 80 milhões em tratores John Deere

    Mills investe R$ 80 milhões em tratores John Deere

    A Mills, gigante do setor de locação de equipamentos, anuncia um investimento de R$ 80 milhões na aquisição de tratores agrícolas da marca John Deere. O objetivo é atender à crescente demanda do setor sucroenergético brasileiro. Esse segmento movimentou impressionantes US$ 19,8 bilhões em divisas externas no ciclo 2023/2024 com a exportação de açúcar e etanol.

    A aquisição estratégica visa equipar produtores para a safra de cana-de-açúcar 2025/2026. Os produtores adquiriram mais de cem unidades de equipamentos pesados e extra pesados. Eles serão utilizados em diversas etapas do processo produtivo, desde o preparo do solo e plantio até o cultivo e a colheita da cana.

    Os modelos adquiridos da John Deere se destacam por sua tecnologia embarcada, proporcionando benefícios significativos para as operações no campo:

    • Redução do consumo de combustível: Tratores mais eficientes contribuem para a sustentabilidade da produção e reduzem custos operacionais.
    • Conforto e segurança: Cabines modernas com visão panorâmica garantem o bem-estar do operador e a segurança durante o trabalho.
    • Potência e conectividade: Motores de alta potência e recursos de conectividade otimizam o desempenho e o gerenciamento das operações.

    Compromisso

    “Na Mills, temos o compromisso de estar sempre próximos aos nossos clientes, oferecendo soluções personalizadas para atender às suas necessidades”, afirma Eduardo Lema, diretor de Rental Pesados da Mills. “A aquisição dessas máquinas reflete nossa dedicação em apoiar suas operações, reforçando que as empresas podem contar com nossa capacidade de entregar soluções que realmente fazem a diferença.”

    A Mills busca constantemente aprimorar e diversificar seu portfólio, investindo em máquinas e equipamentos modernos e altamente demandados. Essa estratégia garante mais produtividade e eficiência para os clientes, consolidando a posição da empresa como parceira estratégica do setor sucroenergético.

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  • Jeff Bezos quer reduzir metano nos gases bovinos

    Jeff Bezos quer reduzir metano nos gases bovinos

    O projeto para desenvolver uma vacina capaz de reduzir as emissões de metano do gado recebeu um aporte significativo de US$ 9,4 milhões. A Bezos Earth Fund financia o projeto como parte dos esforços filantrópicos de Jeff Bezos em combater as mudanças climáticas. A iniciativa visa atacar um dos grandes desafios do setor agrícola: a redução das emissões de gases de efeito estufa. O metano representa quase um terço das emissões globais da pecuária, segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

    Uma equipe de cientistas de instituições renomadas, incluindo o Instituto Pirbright e o Royal Veterinary College do Reino Unido, o Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha e a AgResearch da Nova Zelândia, conduz a pesquisa.  O estudo busca mapear e avaliar a resposta imunológica que possa impedir a produção de metano em ruminantes, detalhando dois focos principais: a análise inicial de como os micróbios metanogênicos colonizam o sistema digestivo dos bezerros e o desenvolvimento de anticorpos específicos para atacar esses organismos.

    O professor John Hammond, líder do grupo de imunogenética do Instituto Pirbright, explicou que a ideia é determinar os anticorpos necessários para criar uma resposta imunológica direcionada. Desta forma, orientando a formulação da vacina. “Esta abordagem reduz o aspecto de tentativa e erro e foca em uma imunologia de alta precisão”, afirmou Hammond.

    Impacto e expectativa

    Caso o projeto atinja seus objetivos, a vacina poderá ser uma ferramenta revolucionária no setor agrícola. Ela será capaz de reduzir substancialmente as emissões de metano e impactar positivamente o aquecimento global. Um estudo do Global Methane Hub indica que uma redução de 45% nas emissões de metano nesta década poderia gerar um resfriamento global de 0,3°C até 2040.

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    O Dr. Neil Wedlock, da AgResearch, destacou a importância da colaboração internacional. “Estamos entusiasmados em trabalhar com o Pirbright Institute e o Bezos Earth Fund para enfrentar esse desafio urgente.” O projeto reflete a importância de esforços integrados entre ciência e financiamento privado para soluções inovadoras no combate às mudanças climáticas.

  • JBS investe R$ 400 milhões de olho em mercado de salmão

    JBS investe R$ 400 milhões de olho em mercado de salmão

    A JBS anunciou um investimento de 110 milhões de dólares australianos, equivalente a mais de R$ 400 milhões. O objetivo é impulsionar o cultivo de salmão na unidade da Huon Aquaculture, localizada em Whale Point, na Tasmânia.

    Esse aporte financeiro visa a construção de um incubatório capaz de produzir mais de 7 milhões de peixes. As obras estão programadas para iniciar em 2025 e conclusão prevista para 2027.

    Com essa expansão, por exemplo, a Huon poderá prolongar o cultivo de peixes em tanques terrestres. Ou seja, isso permitirá que os salmões sejam enviados ao mar em um tamanho maior, reduzindo o tempo que passam no ambiente marinho.

    A Huon se destacou na Tasmânia ao inaugurar seu primeiro berçário em Whale Point em 2019, liderando a implementação de instalações desse tipo na região.

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    Henrique Batista, CEO da Huon, destacou que “o projeto reforça o perfil inovador e pioneiro da Huon. O salmão vai passar a maior parte do seu ciclo produtivo em terra, graças ao fortalecimento da nossa capacidade instalada. O investimento também aumenta o índice de reuso de água na unidade, que agora chega a 99%. O percentual restante é utilizado em outras etapas da produção: os resíduos são tratados e aplicados como adubo na produção de cereja por agricultores locais.”

    Novos empregos

    Durante a construção do novo espaço, a Huon gerará 150 empregos, adicionando-se aos mais de 1.000 colaboradores que a empresa já emprega na Austrália.

    A companhia, desse modo, prioriza a economia circular. Por exemplo, ela transforma resíduos do processamento em rações, petiscos para animais de estimação e compostagem, que depois se tornam base para fertilizantes.

    Além disso, a Huon destaca-se pelo rigoroso monitoramento das atividades em seus locais de produção. Afinal assegura práticas sustentáveis e inovadoras na região.