Tag: Inmet

  • Chuvas intensas em março devem impactar o agronegócio

    Chuvas intensas em março devem impactar o agronegócio

    A previsão climática para março indica chuvas concentradas em grande parte da Região Norte e em áreas do Centro-Oeste e Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os volumes podem ultrapassar 300 mm, favorecendo algumas culturas e dificultando outras operações no campo.

    Chuvas e impacto nas culturas agrícolas

    A previsão indica que na Região Norte, a expectativa é de chuvas acima da média, exceto no Tocantins e em Rondônia, onde os volumes devem ser inferiores à climatologia. Por outro lado, no Nordeste, apenas o norte do Maranhão deve registrar chuvas acima da média, enquanto o restante da região terá volumes reduzidos, especialmente no nordeste da Bahia, Sergipe e Alagoas, onde não devem ultrapassar 160 mm.

    No Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas ficarão próximas ou abaixo da média, com exceção do nordeste e sudoeste do Mato Grosso, onde os acumulados podem superar 250 mm. No Sul, a previsão indica volumes menores, mas o norte do Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina podem registrar chuvas acima de 130 mm.

    As chuvas regulares na Região Norte e no norte e oeste do Nordeste devem favorecer os cultivos da primeira e segunda safras. No centro-leste da Bahia, a umidade do solo tende a reduzir, mas o tempo seco beneficiará a colheita. No Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas serão mal distribuídas, podendo prejudicar a colheita no Mato Grosso. Mesmo com a redução das chuvas em relação a fevereiro, a umidade no solo deve sustentar as lavouras de primeira e segunda safras.

    Na Região Sul, as chuvas abaixo da média podem reduzir a umidade no solo, impactando lavouras tardias no Rio Grande do Sul e Paraná. No entanto, nas demais áreas, os volumes de chuva serão suficientes para o desenvolvimento das culturas em diferentes estágios.

    Temperaturas acima da média

    As temperaturas devem superar a média histórica no Sudeste, Centro-Oeste, Sul e interior do Nordeste, podendo ultrapassar 24°C. No Norte, leste do Nordeste e partes do Mato Grosso, os termômetros ficarão dentro da normalidade.

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  • Brasil tem alerta de chuvas fortes em 20 Estados

    Brasil tem alerta de chuvas fortes em 20 Estados

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas fortes ou tempestades para 20 Estados até quinta-feira (27). As áreas com maior risco estão no Acre, Amazonas, norte e leste de Rondônia e quase todo Mato Grosso.

    Arte: Divulgação – Inmet

    Nessas regiões, o alerta laranja indica possibilidade de chuvas de até 100 milímetros em 24 horas. Já em outras áreas, o Inmet acionou o alerta amarelo, que aponta perigo potencial. A previsão é de chuva de até 50 milímetros por dia e ventos de 40 a 60 km/h.

    O alerta amarelo vale para o norte do Amazonas, sul de Roraima, litoral do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco. Também abrange o norte e oeste do Piauí, todo o Maranhão, Mato Grosso do Sul, Tocantins, além de partes de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

    Em São Paulo, a chuva mais intensa deve atingir o oeste do Estado, próximo à divisa com Mato Grosso do Sul. Nas demais regiões paulistas, o tempo deve ficar quente e seco. Durante o Carnaval, uma nova onda de calor pode elevar as temperaturas para até 34°C, com baixa formação de nuvens de chuva.

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  • Onda de calor no RS pode superar 40°C; 14 Estados têm alerta de chuvas

    Onda de calor no RS pode superar 40°C; 14 Estados têm alerta de chuvas

    A semana começa com extremos climáticos no Brasil. O Rio Grande do Sul enfrenta uma onda de calor, enquanto 14 Estados estão sob alerta de chuvas intensas e ventos fortes.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo para o Rio Grande do Sul, válido até quarta-feira (26), às 18h. As temperaturas podem ficar até 5°C acima da média, impactando a saúde da população. A onda de calor será intensa e prolongada, com máximas acima de 40°C em diversas regiões, incluindo Oeste, Noroeste, Centro, Campanha, Sul, vales, Porto Alegre e Grande Porto Alegre.

    Chuvas intensas atingem várias regiões

    Enquanto isso, o Inmet mantém alertas para chuvas fortes em várias partes do país até as 10h desta segunda-feira (24). O aviso de perigo vale para o sudeste do Amapá e o nordeste do Pará, incluindo Macapá, Altamira e Belém. Também há risco de temporais no Acre, Amazonas e norte de Rondônia.

    São Paulo e Rio de Janeiro podem enfrentar chuvas de 30 a 100 mm/dia, com ventos entre 60 e 100 km/h. As regiões da Macro Metropolitana Paulista, Vale do Paraíba e Litoral Sul podem registrar alagamentos, queda de árvores e interrupção no fornecimento de energia elétrica.

    Outros Estados também estão sob risco de chuvas intensas, com volumes entre 20 e 50 mm/dia e ventos de 40 a 60 km/h. O alerta inclui Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará, Maranhão, Tocantins, Piauí, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Triângulo Mineiro, Sul de Minas, São Paulo e Norte do Paraná. Apesar do risco moderado, as autoridades recomendam atenção a possíveis tempestades e enchentes.

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  • Fevereiro: saiba como será o clima no Brasil

    Fevereiro: saiba como será o clima no Brasil

    A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica um fevereiro com chuvas intensas em grande parte do Norte e Nordeste. No entanto, áreas específicas dessas regiões, como leste do Acre, sul do Pará e Amazonas, além de partes de Rondônia, Tocantins e Bahia, devem ter volumes abaixo da média.

    Ao mesmo tempo, no leste da Bahia, Alagoas e Sergipe, a expectativa é de precipitação inferior a 80 mm. No Centro-Oeste e Sudeste, a previsão aponta chuvas abaixo da média, mas algumas áreas terão acumulados superiores a 160 mm. Essa condição se aplica ao noroeste do Mato Grosso, norte do Mato Grosso do Sul e à faixa leste de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

    No Sul, o oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina deve enfrentar chuvas abaixo da média. Já na costa leste desses estados e no Paraná, os volumes podem ficar próximos ou acima da climatologia histórica.

    Temperaturas devem superar 26°C em várias regiões

    As temperaturas tendem a ficar acima da média em grande parte do país, com máximas superiores a 26°C, principalmente no Norte e Nordeste. O Pará e o Mato Grosso podem registrar dias de calor intenso. No entanto, a entrada de frentes frias e a formação de corredores de umidade vindos da Amazônia podem gerar chuvas consecutivas, reduzindo as temperaturas em algumas localidades.

    O Inmet, vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), representa o Brasil na Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1950.

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  • Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    Final de semana terá chuvas intensas em boa parte do Brasil

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê chuvas para várias regiões do país neste final de semana. Ou seja, o calor típico de verão, combinado com a alta umidade, deve favorecer a formação de tempestades isoladas, especialmente no final do dia.

    Sábado

    No sábado (25/1), o amanhecer será marcado por nebulosidade no Rio Grande do Sul, leste de Santa Catarina e Paraná, além de grande parte de São Paulo, Minas Gerais e a região serrana do Rio de Janeiro. Além disso, durante a tarde, o aumento do calor e da umidade deve intensificar as chances de chuvas fortes e tempestades localizadas.

    No Rio Grande do Sul, tempestades podem atingir a região central, enquanto o litoral norte de Santa Catarina estará sujeito a condições climáticas severas. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e regiões isoladas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Norte do país, os alertas do Inmet também permanecem ativos para chuvas intensas.

    Região Centro-Oeste

    Na Região Centro-Oeste, o sábado começa com céu aberto na maior parte dos Estados. Apenas o sul de Goiás terá tempo fechado, com possibilidade de chuvas isoladas pela manhã. Em Porto Alegre e no norte de Mato Grosso e Goiás, também há previsão de precipitações durante o início do dia.

    Nordeste

    Já no Nordeste, o tempo se mantém estável durante todo o final de semana, sem previsão de chuvas intensas e com temperaturas abaixo de 30°C.

    Domingo

    O domingo (26/1) começa com nebulosidade nas regiões Sul, Sudeste e boa parte do Centro-Oeste. Os maiores volumes de chuva devem ocorrer pela manhã em Sinop, no Mato Grosso. Em São Paulo, a previsão é de precipitações leves nesse período.

    À tarde, chuvas intensas e temporais isolados podem atingir Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Triângulo Mineiro, sul de Minas Gerais, sul de Mato Grosso e praticamente todo o Mato Grosso do Sul. Em geral, as precipitações devem vir acompanhadas de ventos fortes e risco de queda de granizo.

     

     

  • Frente fria traz chuva no Sul e alivia calor em outras regiões

    Frente fria traz chuva no Sul e alivia calor em outras regiões

    A chegada de uma frente fria nesta segunda-feira traz chuvas intensas ao Sul do Brasil, enquanto alivia o calor no Centro-Oeste e Sudeste. Após um final de semana com temperaturas recordes, o fenômeno derruba os termômetros em Mato Grosso do Sul e deve beneficiar outras regiões.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para chuvas de até 100 milímetros por dia e risco de granizo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O instituto também aponta o risco de danos em plantações devido à intensidade das precipitações previstas para o início da semana.

    Impactos no Rio Grande do Sul

    A Emater do Rio Grande do Sul informa que a chuva será moderada a forte nos Campos de Cima da Serra, no Planalto e ao longo da faixa litorânea entre as regiões Metropolitana e Sul. No entanto, a precipitação será fraca em áreas do Planalto, Norte e Metropolitana. O Estado enfrenta um cenário de chuvas abaixo da média, o que tem afetado negativamente as culturas de soja e milho.

    De acordo com a Emater, o plantio segue suspenso em locais sem chuva, e muitas lavouras apresentam falhas no estande de plantas. “Essas condições climáticas preocupam os produtores e podem causar perdas irreversíveis nas culturas de verão, principalmente na soja”, destaca o boletim.

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    Relevância das condições climáticas

    As mudanças no clima trazem alívio para regiões afetadas por estiagens prolongadas, mas também exigem atenção aos possíveis danos. O acompanhamento das condições climáticas é essencial para minimizar prejuízos e garantir a segurança dos produtores rurais.

  • Governo muda Política de Inovação do Inmet

    Governo muda Política de Inovação do Inmet

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria nº 752 no Diário Oficial da União, aprovando a nova Política de Inovação do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Esta iniciativa visa aprimorar a coordenação e o alinhamento das ações do Inmet em relação à inovação. Focando no desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e serviços meteorológicos que atendam às demandas do setor produtivo e da sociedade.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância da inovação para o avanço da meteorologia no Brasil. “A aprovação dessa nova política reflete nosso compromisso com a modernização da infraestrutura e a inovação no setor meteorológico”, afirmou Fávaro.

    A Política de Inovação tem como objetivo incentivar a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico, estabelecendo diretrizes claras para a gestão de inovação no Inmet. A estratégia inclui a promoção de um ambiente colaborativo entre instituições e agentes do setor. Além da definição de mecanismos para celebrar parcerias com entidades públicas e privadas, tanto nacionais quanto internacionais. Também serão implementadas medidas para proteger a propriedade intelectual dos produtos e processos desenvolvidos em colaboração.

    Entre as metas da nova política estão o aprimoramento dos processos institucionais, a capacitação contínua dos servidores e a criação de um ambiente propício para a conexão de pessoas e ideias. A política também visa fomentar parcerias estratégicas e o compartilhamento de competências e infraestrutura.

    Um Hub de pesquisa aplicada

    Luís Fernando Magnani de Oliveira, diretor interino do Inmet, ressaltou que essa política é um passo fundamental para transformar o Instituto em um centro de excelência em meteorologia. “O objetivo é dotar o Inmet de uma ferramenta institucional que permita transformá-lo em um hub de pesquisa aplicada. Fomentando parcerias com a academia e o setor produtivo”, explicou Oliveira. Ele enfatizou que essa abordagem permitirá resultados mais rápidos e eficientes para os desafios meteorológicos e climáticos que o Brasil enfrenta.

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    A nova Política de Inovação do Inmet representa um avanço significativo na busca por soluções tecnológicas que beneficiem não apenas o setor agrícola, mas toda a sociedade brasileira. Com um foco claro na colaboração e na modernização, o Inmet se posiciona para enfrentar os desafios futuros na área da meteorologia. E assim, contribuir para um desenvolvimento sustentável e inovador no país. É o que esperamos.

  • Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    Chuva e calor extremo dividem o Brasil nesta quarta-feira

    A quarta-feira (15) será marcada por chuvas fortes em diversas regiões do Brasil. O Nordeste deve registrar os maiores volumes de precipitação, com destaque para o semiárido. Também há previsão de chuva intensa no norte de Minas Gerais, sul do Pará, Mato Grosso, Goiânia e Brasília. Ao mesmo tempo, no Norte, a chuva se concentra na porção sul da região, abrangendo áreas entre o Pará e o Acre.

    Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sistemas meteorológicos típicos do verão estão impulsionando as chuvas. Entre eles estão a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), o Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) e a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). Ou seja, esses sistemas combinados devem gerar altos volumes de chuva no norte do país nos próximos dias.

    Maranhão, Piauí, Ceará e Bahia devem registrar os maiores acumulados de chuva. Por outro lado, no leste do Nordeste, as precipitações serão mais leves. No Sudeste, o clima permanece úmido, especialmente nas áreas litorâneas e no norte da região. No Sul, a chuva fica restrita ao litoral.

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    Alerta de calor extremo no Rio Grande do Sul

    Enquanto isso, o Rio Grande do Sul enfrenta uma onda de calor intensa. A Defesa Civil estadual alertou para temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar. Ou seja, hoje, quarta-feira, regiões como oeste, missões, noroeste, campanha, centro, vales e áreas metropolitanas de Porto Alegre devem registrar máximas entre 34ºC e 42ºC. A umidade relativa do ar varia entre 25% e 35%.

    Na quinta-feira (16), o calor deve aumentar nas mesmas áreas. A Defesa Civil alerta para população evitar exposição prolongada ao sol e a se hidratar frequentemente.

     

  • Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    Chuva intensa atinge metade norte do Brasil; 14 Estados em alerta

    A semana começa com chuvas intensas e alerta de perigo para 14 Estados do Norte e Nordeste. A Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém atuação entre Bahia e Amazonas. Já a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influencia o Amapá e o litoral do Nordeste.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja válido até as 10h desta segunda-feira (12). Além disso, o aviso prevê chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ou 50 a 100 milímetros em 24 horas, com ventos de até 100 km/h. Portanto, há risco de quedas de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia.

    Estados em alerta

    O alerta inclui Rondônia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso e Goiás. Ou seja, nessas regiões, as chuvas podem causar transtornos significativos, como inundações e interrupções de serviços essenciais.

    Minas Gerais e Espírito Santo em atenção

    Em Minas Gerais, a combinação de calor, umidade e um cavado mantém o risco de temporais no centro-norte e noroeste do Estado. Ao mesmo tempo, no Espírito Santo, as pancadas de chuva moderadas a fortes podem vir acompanhadas de raios e ventos de até 70 km/h.

    Sudeste com clima variado

    No Sudeste, São Paulo e Rio de Janeiro apresentam condições típicas de verão. Apesar do calor predominante, pancadas isoladas podem ocorrer no interior dos Estados. As capitais devem ter tempo firme.

    Centro-Oeste e Sul com instabilidade irregular

    Mato Grosso do Sul registra chuvas localizadas, com maior risco de temporais no extremo norte, próximo a Mato Grosso e Goiás. No Sul, pancadas moderadas a fortes atingem o Paraná e Santa Catarina, enquanto o Rio Grande do Sul permanece sob influência do calor e da baixa umidade relativa do ar, inferior a 30%.

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    Risco elevado e orientações

    A persistência das chuvas intensas exige atenção redobrada. Portanto, em casos de ventos fortes ou raios, é recomendado buscar abrigo e evitar áreas abertas, árvores e estruturas metálicas. Além disso, em situações de alagamentos, a orientação é evitar cruzar áreas inundadas.

    A previsão para os próximos dias indica que os fenômenos climáticos continuarão influenciando o tempo em diversas regiões. A população deve acompanhar atualizações dos serviços meteorológicos para se manter informada e segura.

     

  • 2024 foi o ano mais quente já registrado no Brasil

    2024 foi o ano mais quente já registrado no Brasil

    O Brasil registrou em 2024 o ano mais quente desde o início da série histórica em 1961, com uma temperatura média de 25,02°C. Esse valor representa um aumento de 0,79°C em relação à média histórica de 24,23°C, calculada entre 1991 e 2020. Em comparação, a média anual de 2023 foi de 24,92°C, que já era 0,69°C acima da média histórica.

    Os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indicam que tanto 2023 quanto 2024 foram anos afetados pelo fenômeno El Niño, que apresentou intensidade de forte a muito forte. Essa condição climática tem impactos significativos nas temperaturas e padrões de precipitação no Brasil.

    Ranking dos anos mais quentes da história do Brasil entre 1961 e 2024. Reprodução Inmet.

    A análise dos desvios de temperaturas médias anuais realizada pelo Inmet revela uma tendência estatisticamente significativa de aumento das temperaturas no Brasil ao longo dos anos. Essa mudança pode estar associada às alterações climáticas globais e a transformações ambientais locais.

    Temperatura global em ascensão

    De acordo com a versão provisória do Estado Global do Clima 2024, publicada pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), a temperatura média da superfície global também apresentou um aumento significativo. Até setembro de 2024, essa temperatura estava 1,54°C acima da média histórica de 1850 a 1900. Com isso, espera-se que 2024 supere o recorde anterior de temperatura média global registrado em 2023.

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    O Inmet prevê que o calor continuará a ser uma característica marcante neste início de ano. Para janeiro de 2025, há expectativas de temperaturas acima da média em quase todo o país.

    O ano de 2024 não apenas se destaca como o mais quente na história do Brasil. Ele também reflete uma tendência global preocupante em relação às mudanças climáticas. A combinação do fenômeno El Niño e as alterações ambientais exigem atenção urgente para mitigar os impactos das altas temperaturas e garantir a segurança alimentar e hídrica no país. O Inmet continua a monitorar as condições climáticas e fornecer dados essenciais para entender e enfrentar esses desafios.