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  • Brasil pode ter calor de 40 °C nesta terça-feira

    Brasil pode ter calor de 40 °C nesta terça-feira

    A terça-feira (18) será marcada por tempo seco, calor e baixa umidade do ar em grande parte do Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste, segundo previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    As temperaturas podem chegar a 39 °C em Cuiabá (MT). Ao mesmo tempo, áreas do Rio Grande do Sul concentram as principais condições para chuva, trovoadas e tempestades.

    Sul terá chuva e risco de tempestades

    No Rio Grande do Sul, as áreas de instabilidade permanecem concentradas principalmente no centro-sul do Estado. Nessas localidades, há condições para pancadas de chuva, trovoadas e tempestades.

    No norte gaúcho, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná, o céu fica mais nublado, com possibilidade de chuva isolada.

    Já no norte do Paraná, o tempo permanece mais estável.

    Sudeste terá calor e baixa umidade

    No Sudeste, o tempo fica mais nublado no leste de São Paulo e na faixa litorânea do Rio de Janeiro. Há possibilidade de chuva isolada no litoral sul paulista.

    No oeste de Minas Gerais, incluindo o Triângulo Mineiro, e no noroeste de São Paulo, a previsão indica baixa umidade do ar, com índices inferiores a 20% nas horas mais quentes.

    Essas áreas estão sob aviso laranja para baixa umidade, conforme a previsão citada do Inmet.

    Centro-Oeste concentra temperaturas elevadas

    O Centro-Oeste terá uma terça-feira de calor intenso e umidade baixa em grande parte da região.

    Há aviso laranja de perigo para baixa umidade em áreas de Goiás, do Distrito Federal, de Mato Grosso e de Mato Grosso do Sul.

    Entre as capitais, a previsão indica máximas de:

    • 39 °C em Cuiabá (MT)
    • 38 °C em Campo Grande (MS)

    No noroeste de Mato Grosso, pode ocorrer chuva isolada durante a tarde.

    Nordeste terá contraste entre litoral e interior

    No litoral norte da Bahia, em Sergipe, Alagoas e no litoral sul de Pernambuco, há previsão de pancadas de chuva.

    Também existe possibilidade de chuva isolada no nordeste da Bahia, oeste de Alagoas, centro-leste de Pernambuco, noroeste do Maranhão, leste da Paraíba e litoral sul do Rio Grande do Norte.

    No interior nordestino, o predomínio será de tempo ensolarado, quente e seco.

    Há ainda aviso laranja para baixa umidade no sul do Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste e noroeste da Bahia.

    Norte terá chuva em áreas isoladas

    No Norte, há previsão de chuva no Acre e no oeste do Amazonas.

    Também podem ocorrer chuvas isoladas no leste do Amapá e do Pará e no norte de Rondônia.

    Nas demais áreas, o tempo permanece mais estável. A baixa umidade do ar deve atingir pontos de Rondônia, sudeste do Amazonas, centro-sul do Pará e Tocantins.

    Calor e tempo seco exigem atenção no campo

    Para o setor agropecuário, períodos de calor elevado e baixa umidade merecem acompanhamento, principalmente em áreas sob aviso meteorológico.

    A condição do tempo pode influenciar o manejo das atividades rurais, a disponibilidade de água e as condições para trabalhos em campo. Por isso, produtores devem acompanhar as atualizações meteorológicas da região onde atuam.

     

  • El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    A atuação do El Niño já influencia o clima no Sul do Brasil e aumenta o risco de temporais neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade elevada e as áreas de instabilidade ganharam força desde quinta-feira (16).

    O Rio Grande do Sul deve registrar os maiores volumes de chuva nos próximos dias. Além disso, os temporais podem provocar ventos fortes, granizo, descargas elétricas e chuva intensa.

    De acordo com o Inmet, esse cenário ocorre porque o El Niño fortalece os Jatos de Baixos Níveis. Essas correntes transportam umidade da Amazônia para a Região Sul e favorecem a formação de nuvens carregadas.

    Ao mesmo tempo, uma área de alta pressão mantém um bloqueio atmosférico sobre parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Por isso, as instabilidades não avançam para essas regiões. Com esse bloqueio, a umidade permanece concentrada no Sul. Como resultado, a chuva tende a ser persistente e acumular volumes elevados.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul já emitiu alerta para tempo severo. O órgão prevê vários dias consecutivos com risco de temporais e outros fenômenos associados.

    Segundo o Inmet, as tempestades devem atingir maior intensidade durante o fim de semana. Além disso, as instabilidades podem continuar no início da próxima semana.

    A previsão também indica pancadas de chuva no centro-sul de Santa Catarina. Assim, o avanço das instabilidades amplia a área de atenção na Região Sul.

    Norte e Nordeste mantêm previsão de chuva

    No Nordeste, uma frente fria mantém condições para chuva entre o norte de Alagoas, o leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Por outro lado, o oeste de Pernambuco, o sul de Sergipe e a Bahia devem continuar com tempo firme.

    Centro-Oeste e Sudeste continuam com tempo seco

    Enquanto isso, o bloqueio atmosférico mantém o predomínio de sol no Centro-Oeste e no interior do Sudeste. O tempo também segue firme em áreas do Paraná e de Santa Catarina. Esse padrão favorece o veranico durante o inverno. As tardes ficam mais quentes, enquanto as madrugadas permanecem frias devido ao forte resfriamento noturno.

    Minas Gerais, o leste de São Paulo e as serras do Rio de Janeiro continuam com amanhecer frio. Além disso, há previsão de geada entre o sul de Minas, São Paulo e a região serrana de Resende (RJ) no sábado e no domingo. Nessas áreas, as temperaturas podem atingir cerca de 4°C, segundo o Inmet.

     

  • Seca ameaça segunda safra de milho no Centro-Oeste

    Seca ameaça segunda safra de milho no Centro-Oeste

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê seca mais intensa nas regiões centrais entre julho e setembro. Como resultado, a segunda safra de milho e as pastagens podem sofrer impactos. Ao mesmo tempo, o instituto espera chuvas fortes no centro e norte da Região Norte, na Região Sul e no litoral nordestino. Essas áreas devem manter boa disponibilidade de água no solo.

    O Boletim Agroclimatológico também analisa a influência do El Niño e das temperaturas do Atlântico. Além disso, o estudo avalia os reflexos sobre milho, feijão, algodão e pastagens.

    Norte terá menos chuva e temperaturas mais altas

    O Inmet prevê precipitações abaixo da média em grande parte da Região Norte. No norte do Amazonas, o déficit pode alcançar 100 milímetros. Além disso, as temperaturas devem superar a média histórica. As anomalias podem atingir até 2°C no Amazonas, Acre, Pará, Roraima, Tocantins e norte de Rondônia. Esse cenário favorece a redução dos níveis dos rios. Também aumenta o risco de incêndios e queimadas.

    Apesar disso, a boa reserva de água no solo beneficia o milho segunda safra e o sorgo. As lavouras estão em maturação e colheita. Segundo o Inmet, o clima seco reduz a umidade dos grãos. Além disso, amplia as janelas de colheita e preserva a qualidade da produção.

    Entretanto, setembro pode trazer dificuldades para lavouras tardias de milho e pastagens. Tocantins, Amapá e sudeste do Pará concentram maior preocupação. Nessas áreas, o déficit hídrico poderá atingir 130 milímetros.

    Chuvas irregulares já reduziram a umidade do solo

    Em junho, as chuvas ficaram concentradas no norte da Região Norte, litoral nordestino e parte da Região Sul. Essas regiões registraram acumulados superiores a 150 milímetros. Além disso, mantiveram armazenamento de água acima de 70% da capacidade disponível. As condições favoreceram o desenvolvimento do milho segunda safra e do feijão durante o enchimento dos grãos.

    Por outro lado, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Tocantins receberam menos de 40 milímetros de chuva. O mesmo ocorreu no norte de Minas Gerais, Espírito Santo, interior nordestino, sul do Pará e Rondônia. Além disso, o sudeste do Pará apresenta armazenamento de água inferior a 15% da capacidade disponível. Segundo o boletim, essa situação deve piorar nos próximos meses. Como consequência, as pastagens perderão vigor e poderão afetar os rebanhos.

    No Centro-Oeste, a baixa umidade favorece a maturação do algodão. Porém, aumenta o risco de perdas na segunda safra de milho. Esse cenário também pode elevar os custos da proteína animal no segundo semestre.

    Sul favorece milho, mas aumenta risco de doenças

    No Paraná, as chuvas favoreceram o desenvolvimento das lavouras de milho. As culturas de inverno também apresentam bom desempenho. No entanto, as chuvas frequentes elevam o risco de doenças fúngicas.

    Segundo o Inmet, os produtores precisam intensificar o monitoramento fitossanitário. O cuidado é ainda mais importante nas lavouras mais avançadas. Além disso, as chuvas reduzem as janelas para fertilização e aplicação de defensivos agrícolas.

    Entre julho e setembro, o norte do Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina devem registrar volumes superiores a 150 milímetros.

    Nordeste exige atenção ao milho e ao feijão

    O Nordeste continuará com temperaturas acima da média histórica. Em algumas áreas, os desvios podem alcançar 2°C. A faixa litorânea deve manter boa umidade. Os Distúrbios Ondulatórios de Leste continuarão favorecendo as chuvas. Entretanto, agosto intensificará o déficit hídrico no oeste da Bahia e no interior da Paraíba e Pernambuco. Em setembro, o déficit poderá superar 100 milímetros em grande parte do interior nordestino.

    Segundo o Inmet, o cenário exige atenção às lavouras de milho e feijão de terceira safra cultivadas em sistema de sequeiro. O aumento da evapotranspiração pode comprometer a floração, a formação de vagens e o enchimento dos grãos. O risco é maior no semiárido oriental e na região do Sealba, formada por Sergipe, Alagoas e leste da Bahia. Enquanto isso, o algodão deve ganhar qualidade. Em contrapartida, as pastagens tendem a perder produtividade.

    Centro-Oeste deve concluir colheita com clima seco

    O Centro-Oeste terá temperaturas cerca de 2°C acima da média histórica. As chuvas registradas no primeiro semestre favorecem boa colheita de milho, sorgo e algodão. Além disso, o clima seco deve acelerar a conclusão da colheita e preparar as áreas para a próxima safra.

    No Pantanal, o inverno deve permanecer equilibrado. Já o norte de Mato Grosso e o nordeste de Goiás podem enfrentar déficit hídrico.

    Sudeste terá pressão sobre reservatórios

    O Sudeste deve manter volumes de chuva próximos da média histórica. Entretanto, Espírito Santo e nordeste de Minas Gerais podem registrar déficit hídrico. As temperaturas devem permanecer cerca de 1°C acima da média.

    O cenário favorece a cafeicultura, as hortaliças e as culturas irrigadas de inverno. Por outro lado, a demanda por água deve aumentar. Assim, os reservatórios podem sofrer maior pressão.

    El Niño continuará influenciando o clima

    O Inmet afirma que o El Niño seguirá influenciando o clima brasileiro até fevereiro de 2027. O fenômeno favorece chuvas na Região Sul. Além disso, altera o comportamento climático em outras partes do mundo.

    Já o Atlântico Tropical deve permanecer em condição de neutralidade durante os próximos meses.

  • Mapa cria grupo para avaliar impactos do El Niño no agro

    Mapa cria grupo para avaliar impactos do El Niño no agro

    O Ministério da Agricultura e Pecuária criou um grupo de trabalho especial para acompanhar os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a agropecuária brasileira durante a safra 2026/27.

    A medida foi oficializada nesta terça-feira (30), por meio de uma portaria assinada pelo ministro André de Paula. O objetivo é antecipar riscos climáticos e desenvolver estratégias para reduzir os impactos sobre a produção rural.

    Grupo reunirá órgãos técnicos

    O grupo será formado por representantes do Ministério da Agricultura, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e de outros órgãos ligados ao setor.

    Entre as atribuições estão:

    • avaliar os possíveis impactos do El Niño;
    • acompanhar as condições climáticas;
    • propor medidas de adaptação;
    • elaborar estratégias de mitigação;
    • ampliar a proteção aos produtores rurais.

    Segundo a reportagem, o grupo técnico já realizou uma reunião preparatória na semana passada.

    Inmet alerta para mudanças no clima

    Na segunda-feira (29), o Inmet divulgou o primeiro boletim com projeções sobre os possíveis efeitos do El Niño no Brasil em 2026.

    A previsão para o trimestre entre julho, agosto e setembro aponta um cenário de contrastes climáticos no país.

    Entre os principais destaques estão:

    • chuvas acima da média em áreas da Região Sul;
    • chuvas abaixo da média no centro-norte do Brasil;
    • temperaturas acima da média durante o segundo semestre.

    Calor pode favorecer queimadas

    O boletim também alerta para uma elevada probabilidade de ondas de calor nos próximos meses.

    A combinação entre temperaturas elevadas e redução das chuvas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste aumenta o risco de incêndios florestais e queimadas, podendo afetar diferentes cadeias da produção agropecuária.

    Objetivo é proteger a safra

    Com a criação do grupo de trabalho, o governo pretende monitorar continuamente a evolução do fenômeno climático e subsidiar ações capazes de reduzir prejuízos ao setor agropecuário.

    As análises técnicas deverão orientar políticas públicas e medidas de adaptação para minimizar os efeitos do El Niño sobre a safra 2026/27.

  • Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Uma frente fria avança pelo Sul do Brasil nesta quinta-feira (7). Além disso, o sistema provoca chuvas fortes no Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um ciclone extratropical acompanha a frente fria. Com isso, temporais atingem todo o território gaúcho.

    O Inmet mantém alerta laranja para o sudoeste, Pampas e parte da Campanha gaúcha. Nessas áreas, o risco de transtornos aumenta. As previsões indicam acumulados de até 50 milímetros de chuva. Além disso, pode ocorrer queda de granizo no centro-sul do estado.

    Santa Catarina e Paraná

    Enquanto isso, Santa Catarina e Paraná seguem com tempo firme. As temperaturas permanecem elevadas, com máximas próximas de 27°C nas capitais.

    Nordeste

    No Nordeste, dois fenôenos intensificam as chuvas nesta quinta-feira. Os Distúrbios Ondulatórios de Leste provocam pancadas no litoral.

    Outras áreas atingidas

    As instabilidades atingem áreas entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia. Já a Zona de Convergência Intertropical favorece chuvas no norte da região.

    O sistema atua na metade norte do Maranhão, norte do Piauí e Ceará. Além disso, o fenômeno mantém o tempo instável no litoral norte nordestino. Na Região Norte, a Zona de Convergência Intertropical segue provocando chuvas no Amapá e litoral do Pará.

    O excesso de umidade também favorece temporais no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. O norte do Tocantins também registra instabilidades.

    No Sudeste, o tempo permanece estável na maior parte da região. Porém, há previsão de garoas no litoral e norte do Espírito Santo.

    As chuvas também atingem áreas do nordeste e leste de Minas Gerais. Além disso, o litoral norte do Rio de Janeiro pode registrar precipitações.

    Mesmo com as instabilidades, as temperaturas seguem elevadas. Em toda a região, os termômetros ultrapassam os 30°C.

    No Centro-Oeste, uma massa de ar seco mantém o tempo firme. Apenas o extremo norte e noroeste de Mato Grosso podem registrar chuva forte.

    Nas demais áreas, a umidade relativa do ar fica abaixo de 30%. Além disso, as máximas podem alcançar 33°C ao longo do dia.

  • Calor persiste e frente fria perde força no país; confira

    Calor persiste e frente fria perde força no país; confira

    O calor continua no início da semana em grande parte do Brasil. Os termômetros seguem acima de 30ºC em várias regiões. Uma frente fria se forma na Região Sul. No entanto, o sistema não avança sobre o território nacional.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de grande perigo para onda de calor. O aviso inclui oeste de Santa Catarina e Paraná e sul de Mato Grosso do Sul.

    As ondas de calor ocorrem quando as temperaturas superam a média em 5ºC. Além disso, o fenômeno precisa durar mais de cinco dias consecutivos. O tempo permanece firme nesta segunda-feira prolongada pelo Tiradentes. A condição atinge quase toda a Região Sul e todo o Sudeste.

    Parte do Centro-Oeste também registra estabilidade no clima. Mesmo assim, a frente fria provoca tempestades no oeste do Rio Grande do Sul.

    Ainda assim, o sistema perde força e não avança pelo país. Por isso, o calor continua predominante em diversas áreas.

    Em Goiânia e Cuiabá, a máxima chega a 33ºC. Já em São Paulo, os termômetros atingem 25ºC. Curitiba registra máxima de 27ºC ao longo do dia. Enquanto isso, Campo Grande apresenta mínima de 23ºC.

    Brasília tem mínima de 19ºC. Por outro lado, Porto Alegre registra 17ºC nas primeiras horas.

    Na Região Norte, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas. No Nordeste, o tempo segue firme e com maior presença de nuvens.

  • Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    A semana começa com temperaturas elevadas em grande parte do Brasil. No entanto, mudanças no clima devem ocorrer nos próximos dias. Uma frente fria e um ciclone extratropical devem provocar queda nas temperaturas e aumento das chuvas. Esses sistemas devem ganhar força a partir do meio da semana.

    Nesta segunda-feira, o tempo segue quente em várias regiões do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as máximas chegam a 26°C em Porto Alegre.

    Em São Paulo e Belo Horizonte, os termômetros devem marcar até 28°C. Já em Goiânia e Palmas, as máximas podem chegar a 32°C. Em Cuiabá, a temperatura pode atingir 37°C. Além disso, podem ocorrer chuvas isoladas em diferentes pontos. No interior paulista, o dia começa com céu claro a parcialmente nublado. Além disso, não há previsão de chuva durante a manhã na maior parte do estado.

    Na terça-feira, o calor ainda predomina em várias regiões. Porém, uma frente fria avança da Argentina e do Uruguai rumo à Região Sul. Esse sistema deve provocar tempestades, principalmente no Sul do país.
    No interior de São Paulo, podem ocorrer chuvas isoladas e, às vezes, intensas.

    A partir de quarta-feira, uma massa de ar frio deve avançar sobre o Sul e São Paulo. Com isso, os termômetros devem registrar queda mais acentuada nas temperaturas.

  • Calor intenso predomina no Brasil no início da semana

    Calor intenso predomina no Brasil no início da semana

    O tempo quente deve continuar em todo o Brasil no início desta semana, com episódios de chuva no Centro-Oeste, Norte e partes do Nordeste. Após um fim de semana de calor, os termômetros devem alcançar 30ºC em São Paulo e 37ºC em Porto Alegre na segunda-feira.

    O Rio Grande do Sul deve registrar as temperaturas mais elevadas do país ao longo da semana. Grande parte do território gaúcho deve ter máximas próximas ou acima de 35ºC durante as tardes. Além disso, a partir de terça-feira, as temperaturas podem atingir até 40ºC em algumas áreas do estado.

    Na região oeste e central dos estados do Sul, a previsão indica ocorrência de chuvas intensas nesta segunda-feira. Por isso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo para essas áreas. Enquanto isso, a Região Sudeste deve registrar temperaturas elevadas e pouca ocorrência de chuva. No Rio de Janeiro, por exemplo, o tempo deve permanecer quente, com máxima de 33ºC e mínima de 19ºC.

    Já a Região Norte também deve enfrentar calor ao longo da semana, embora a umidade traga algum alívio. Ainda na segunda-feira, os termômetros podem alcançar 30ºC em Palmas, 33ºC em Manaus e 36ºC em Boa Vista. Segundo o Inmet, também há previsão de pancadas de chuva isoladas em todo o Centro-Oeste.

    As instabilidades devem atingir grande parte da Região Norte e do Nordeste. No Nordeste, a exceção fica para Bahia, Alagoas, Sergipe e Pernambuco, onde não há previsão de chuva. Além disso, áreas amplas de Minas Gerais também devem registrar pancadas de chuva isoladas.

    A previsão indica que o tempo abafado deve continuar predominando no país durante abril. Mesmo com a mudança de estação, o clima ainda deve apresentar características típicas de verão. O outono começa oficialmente na próxima sexta-feira, dia 20.

  • Alerta de tempestades que podem estragar plantações no Brasil

    Alerta de tempestades que podem estragar plantações no Brasil

    Após dias de calor intenso, a semana começa com alerta de tempestades em grande parte do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Zona de Convergência do Atlântico Sul influencia o Sudeste. Além disso, a umidade elevada reforça a instabilidade e amplia o risco de chuvas intensas na região.

    O Inmet informa que a Zona de Convergência Intertropical provoca chuvas no Amapá. Ao mesmo tempo, um Vórtice Ciclônico de Altos Níveis reduz a formação de chuva no leste do Nordeste.

    Em Santa Catarina e no sudoeste do Paraná, há alerta de chuvas de até 50 milímetros por dia. Entre o norte do Paraná e o sul de São Paulo, o risco inclui queda de granizo. Por isso, o Inmet alerta para danos em lavouras, queda de galhos e possíveis alagamentos.

    No Rio de Janeiro, a máxima pode chegar a 41 °C. Em Teresina, os termômetros podem marcar até 38 °C.

    No Rio Grande do Sul, a segunda-feira começou com sol e poucas nuvens. No entanto, ao longo do dia, a nebulosidade aumenta com pancadas fracas e isoladas. As chuvas atingem principalmente o norte e nordeste do Estado. No Oeste gaúcho, a temperatura máxima pode chegar a 30 °C.

    Em Mato Grosso, Tocantins, Pará, Amazonas e Rondônia, o Inmet prevê chuvas intensas. Nessas áreas, os volumes podem alcançar 50 milímetros diários, com ventos de até 60 quilômetros por hora. Enquanto isso, o restante do país segue com tempo firme e calor intenso.

  • Inmet alerta para tempestades e ventos no Sul

    Inmet alerta para tempestades e ventos no Sul

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (10) alerta laranja para tempestades na Região Sul do Brasil. O aviso vale até as 12h deste domingo (11) e indica risco moderado a elevado para a população.

    O alerta laranja representa perigo e fica entre os níveis amarelo e vermelho, conforme a classificação do Inmet.
    Segundo o instituto, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul devem registrar chuva intensa nas próximas horas.

    A previsão aponta volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros por dia. Além disso, o Inmet prevê ventos intensos, com rajadas entre 60 e 100 quilômetros por hora. Também há possibilidade de queda de granizo em diferentes áreas da Região Sul.

    Danos às plantações

    O cenário oferece risco de corte de energia elétrica e danos às plantações agrícolas. Há ainda possibilidade de queda de árvores, alagamentos urbanos e prejuízos à infraestrutura.

    No Rio Grande do Sul, a região da Lagoa dos Patos deve enfrentar intensificação dos ventos costeiros.
    As rajadas podem deslocar dunas de areia e atingir construções localizadas na orla. Durante ventos fortes, o Inmet orienta não se abrigar sob árvores e evitar áreas abertas.

    A recomendação inclui não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda. O instituto também orienta evitar o uso de aparelhos eletrônicos conectados à tomada. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199. O Corpo de Bombeiros atende ocorrências pelo número 193.