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  • Previsão do tempo em janeiro: INMET alerta agricultores para clima

    Previsão do tempo em janeiro: INMET alerta agricultores para clima

    O INMET projeta volumes de chuva acima da média para as regiões Norte e Sul durante janeiro de 2026. A previsão também contempla o oeste do Centro-Oeste, formando um corredor de precipitações intensas.

    Na Região Norte, o Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e porções do Pará registrarão até 50 mm acima da média histórica. O centro-sul de Tocantins e o sul de Roraima, no entanto, enfrentarão os menores volumes da região.

    A Região Sul concentrará acumulados de até 50 mm acima da média histórica em praticamente todos os estados. As exceções ficam por conta do centro-oeste de Santa Catarina e do sul do Rio Grande do Sul, onde o instituto prevê volumes próximos ou abaixo da média.

    Nordeste e Sudeste enfrentam déficit hídrico; Centro-Oeste apresenta cenário misto

    O INMET antecipa chuvas abaixo da média no centro-sul do Nordeste e no centro-norte do Sudeste. A Bahia, o centro-sul do Piauí, a região central do Maranhão e o oeste de Pernambuco devem registrar os menores índices pluviométricos do Nordeste.

    No Sudeste, o sul do Espírito Santo, o centro-norte do Rio de Janeiro e grande parte de Minas Gerais experimentarão déficit de chuvas. São Paulo e o sul de Minas Gerais, por outro lado, terão volumes acima da média.

    O Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul receberão chuvas acima da média, assim como o nordeste e sudoeste de Goiás. As demais áreas da região experimentarão precipitações próximas ou abaixo da média climatológica.

    Aquecimento intenso no interior do Brasil

    O INMET projeta temperaturas acima da média em quase todo o território nacional. Tocantins liderará o aquecimento na Região Norte, com temperaturas até 1°C acima da média climatológica.

    O Nordeste registrará temperaturas elevadas em todos os estados, com destaque para o sul do Piauí, onde o aumento médio superará 1°C. A Bahia, o Piauí e o sul do Maranhão concentrarão as maiores anomalias térmicas.

    No Centro-Oeste, o centro-leste de Goiás, o Distrito Federal, o centro-oeste do Mato Grosso do Sul e o noroeste do Mato Grosso alcançarão temperaturas até 1°C acima da média.

    Sudeste e Sul registram aquecimento moderado

    O noroeste de Minas Gerais, o oeste e o nordeste de São Paulo terão aumento nas temperaturas médias. O Espírito Santo e o Rio de Janeiro permanecerão próximos à climatologia.

    Na Região Sul, o Rio Grande do Sul, o norte de Santa Catarina e o centro-leste do Paraná experimentarão aumento médio de até 0,6°C. Santa Catarina e o sul gaúcho manterão temperaturas próximas à média.

    Agricultura enfrenta desafios e oportunidades

    As chuvas acima da média no Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Pará favorecerão a reposição da umidade do solo e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. A recuperação das pastagens também se beneficiará das precipitações.

    O aumento das temperaturas em Tocantins, entretanto, intensificará a evapotranspiração e elevará o risco de estresse térmico. O centro-sul do Tocantins e o sul de Roraima exigirão maior atenção ao manejo hídrico.

    Nordeste: irregularidade hídrica ameaça lavouras de sequeiro

    A Bahia, o centro-sul do Piauí, o centro do Maranhão e o oeste de Pernambuco enfrentarão déficit hídrico associado a temperaturas elevadas. Essas condições comprometem a semeadura e o desenvolvimento do milho e do feijão, principalmente nas fases reprodutivas.

    A faixa litorânea, a Paraíba, o Rio Grande do Norte e o Ceará, com chuvas acima da média, oferecerão condições favoráveis ao desenvolvimento das culturas e à fruticultura irrigada.

    O Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul, com chuvas acima da média e temperaturas elevadas, favorecerão os cultivos em desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos.

    Goiás, com previsão de chuvas abaixo da média, enfrentará períodos de restrição hídrica e aumento do risco de estresse nas lavouras durante fases sensíveis do ciclo.

    Sudeste: São Paulo deve ser favorecido,mas demais estados enfrentam restrições

    São Paulo se beneficiará com chuvas acima da média, favorecendo grãos, cana-de-açúcar e café. Minas Gerais, Espírito Santo e o centro-norte do Rio de Janeiro, com déficit hídrico e temperaturas elevadas, terão disponibilidade hídrica limitada, afetando o desenvolvimento inicial das lavouras.

    Sul: condições ideais para culturas de verão

    Os acumulados de chuva acima da média, associados a temperaturas próximas ou ligeiramente elevadas, favorecerão as culturas de verão em fase inicial e a recuperação das pastagens.

    No sul do Rio Grande do Sul, menores volumes de chuva e maior incidência de radiação solar beneficiarão as operações de campo e o desenvolvimento do arroz irrigado.

  • Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Um ciclone extratropical de forte intensidade atingiu as regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os dias 8 e 10 de dezembro, trazendo chuvas volumosas, ventos intensos e transtornos generalizados. O sistema se organizou na madrugada de segunda para terça-feira (8 e 9/12), provocando impactos diretos nas atividades agrícolas e na logística do setor.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou acumulados de chuva entre 50 e 140 mm em estações do oeste do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além do sul e interior de São Paulo e áreas de Mato Grosso do Sul. A estação de Canguçu (RS) registrou 190 mm em menos de 24 horas, volume considerado extremo para o período.

    Ventos fortes e alertas meteorológicos

    As rajadas de vento atingiram entre 60 e 90 km/h, causando quedas de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos estruturais. O ciclone alcançou pressão atmosférica abaixo de 1.000 hPa, condição que intensifica tempestades severas e favorece o desenvolvimento de nuvens carregadas.

    O Inmet emitiu avisos meteorológicos de tempestades, ventos costeiros e vendavais para toda a região afetada. Os avisos indicavam acumulados acima de 100 mm e ventos acima de 100 km/h, queda de granizo, grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

    Impactos severos no setor agrícola

    As atividades agrícolas sofreram prejuízos significativos durante o evento climático extremo. O sistema influenciou diretamente o tempo no Sul e Sudeste, com chuva volumosa, vento intenso e diversos transtornos à população e às atividades agrícolas.

    Os produtores rurais enfrentam o dilema entre o excesso de água em algumas regiões e o déficit hídrico em outras. No Rio Grande do Sul, já são três semanas sem precipitações nas principais regiões produtoras, o que travou totalmente o plantio do milho. A semeadura permanece em 89% da área estimada, sem evolução.

    O temporal atingiu lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. Plantações em fase de floração e formação de espigas não conseguem reverter os danos mesmo com o retorno das chuvas. As áreas encharcadas impedem o acesso de máquinas e equipamentos, atrasando manejos essenciais.

    Prejuízos nas principais culturas

    As principais culturas de verão sentem os reflexos do fenômeno climático. Plantações no Sul e Centro-Oeste enfrentam granizo e excesso de água, atrasando safras e elevando preços de alimentos. Eventos semelhantes em 2024 geraram perdas de R$ 2 bilhões apenas no Rio Grande do Sul.

    A Emater alerta que a onda de calor intensifica a evapotranspiração e reduz a umidade do solo, provocando estresse hídrico em lavouras de todas as fases. Nas áreas em estádio reprodutivo, que representam 60% do total, os produtores já observam perdas no potencial produtivo e na qualidade dos grãos.

    Logística comprometida

    O transporte de insumos e produtos agrícolas enfrenta sérias dificuldades. Rodovias e pontes interditadas impedem o escoamento da produção e a chegada de rações, embalagens e defensivos agrícolas às propriedades rurais.

    Em áreas do Sudeste, tempestades atingiram partes de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Campina Verde (MG), o volume chegou a 79,8 mm, acompanhado de rajadas intensas que provocaram alagamentos e quedas de árvores.

    Previsão para os próximos dias

    A partir da quinta-feira (12), o ciclone já se afastou da costa brasileira, mas seus efeitos ainda influenciam o tempo em diversas regiões. Na Região Sudeste, haverá uma variação espacial das chuvas ao longo da semana devido às instabilidades provocadas pelo deslocamento de um sistema sobre o oceano.

    O Inmet prevê chuvas localmente significativas no Mato Grosso do Sul e em grande parte de Goiás, com acumulados acima de 40 mm, podendo atingir 100 mm em algumas localidades. No Mato Grosso, os acumulados ao longo da semana variam entre 10 mm e 40 mm.

    Alerta para dezembro: déficit hídrico no Sul

    A Região Sul deve registrar precipitação abaixo da média, com exceção de áreas localizadas no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. No Rio Grande do Sul, o cenário preocupa especialmente os produtores que ainda realizam a semeadura da soja.

    As previsões climáticas indicam que o estado gaúcho enfrenta restrição hídrica e, com pouca chuva prevista para os próximos 15 dias, o solo segue sob forte déficit de umidade, elevando o risco para a safra. A situação representa a sexta safra consecutiva com perdas consolidadas em diversas regiões.

    Centro-Oeste e Sudeste recebem mais umidade

    Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, dezembro traz elevação dos níveis de umidade no solo. A previsão de chuvas mais regulares favorece o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.

    Algumas áreas podem sofrer com má distribuição das chuvas, como o sudoeste do Mato Grosso, sul do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e norte de Minas Gerais. A formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) pode ocorrer no mês, trazendo chuvas frequentes e volumosas para o centro-norte do Sudeste e do Centro-Oeste.

    Monitoramento constante

    Os meteorologistas recomendam que produtores rurais acompanhem diariamente as atualizações dos serviços meteorológicos e das defesas civis estaduais. A variabilidade climática exige adaptação rápida das estratégias de manejo e planejamento agrícola.

    As condições atmosféricas permanecem favoráveis à formação de temporais isolados nas próximas semanas, com possibilidade de rajadas de vento, chuvas intensas e granizo em áreas específicas. O planejamento das operações agrícolas deve considerar essas instabilidades para minimizar perdas e otimizar os resultados da safra 2024/2025.

  • Três estados em alerta máximo para ciclone

    Três estados em alerta máximo para ciclone

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) ativou o alerta vermelho de grande perigo para o Rio Grande do Sul nesta terça-feira (9). Um ciclone extratropical associado a uma frente fria avança sobre a região e deve provocar tempestades severas. O sistema já causou estragos significativos na cidade de Flores da Cunha na noite de segunda-feira (8).

    O órgão prevê acumulados de chuva superiores a 100 milímetros, rajadas de vento intensas, queda de granizo e alto risco de alagamentos, deslizamentos e interrupção no fornecimento de energia. O aviso vale até as 23h59 para as regiões Sul, Norte, Central, Serrana, Metropolitana de Porto Alegre e todo o litoral gaúcho.

    O Paraná e Santa Catarina também estão sob influência do sistema, mas em nível de alerta laranja (perigo). As regiões centrais, sul, leste e litorâneas dos dois estados devem registrar condições climáticas adversas.

    Destruição em Flores da Cunha antecipa o pior

    O ciclone já mostrou sua força em Flores da Cunha, a 145 km de Porto Alegre. A passagem do fenômeno na noite de segunda-feira atingiu cerca de 60 casas, destelhou a Capela São João Batista, danificou a quadra da comunidade, três vinícolas, estufas, parreiras e provocou avarias em um hospital municipal e em uma escola.

    Os estragos deixaram mais de 5 mil pessoas sem energia elétrica e afetaram, direta ou indiretamente, cerca de 2 mil moradores. A Defesa Civil local não registrou feridos.

    Recomendações da Defesa Civil

    Diante do alerta máximo, as autoridades recomendam que a população:

    • Evite áreas de risco, como encostas, rios e regiões sujeitas a alagamentos.
    • Não transite por ruas alagadas ou pontes instáveis.
    • Busque abrigo em caso de ventos fortes ou queda de granizo.
    • Desligue aparelhos elétricos em caso de relâmpagos.

    A situação exige atenção redobrada e acompanhamento dos avisos oficiais do Inmet e da Defesa Civil estadual e municipal.

  • Alerta vermelho: previsão indica chuvas de 100mm e risco de deslizamentos

    Alerta vermelho: previsão indica chuvas de 100mm e risco de deslizamentos

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho de grande perigo para Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Os meteorologistas preveem chuvas que podem superar 100 milímetros em 24 horas, com risco elevado de alagamentos, transbordamento de rios and deslizamentos de encostas.

    O aviso vigora das 22h desta quarta-feira (3) até 23h59 de quinta-feira (4).

    O Inmet projeta precipitações superiores a 60 milímetros por hora ou acima de 100 milímetros por dia nas regiões afetadas. O órgão alerta que a combinação de solo encharcado, relevo acidentado e alta concentração urbana amplia o potencial de danos materiais e riscos à população.

    Em Minas Gerais, o alerta abrange a região metropolitana de Belo Horizonte, além do Vale do Rio Doce, Jequitinhonha e Vale do Mucuri. Essas áreas historicamente registram problemas durante episódios prolongados de chuva volumosa, especialmente onde encostas, áreas urbanizadas e construções em zonas de risco se concentram.

    No Espírito Santo, os meteorologistas monitoram a faixa Central, Litoral Norte, Sul e Noroeste do estado. Esses municípios já enfrentaram alagamentos e danos à infraestrutura em períodos chuvosos anteriores, o que exige vigilância constante sobre rios e córregos.

    A Bahia concentra a preocupação no Sul do estado e na Zona da Mata, onde várias cidades possuem histórico de inundações rápidas. Bairros às margens de rios ou em áreas com drenagem precária enfrentam maior vulnerabilidade diante da previsão de chuva intensa em curto espaço de tempo.

    Autoridades alertam para riscos de alagamentos e deslizamentos

    O cenário previsto pode provocar alagamentos de grande proporção, com água subindo rapidamente em ruas, garagens, estabelecimentos comerciais e residências. Rios e córregos que já apresentam níveis elevados devido às chuvas anteriores correm risco de transbordar.

    Cidades com moradias em áreas de declive enfrentam ameaça adicional de deslizamentos de encostas. O solo saturado perde estabilidade, o que pode desencadear quedas de barreiras, rolamento de blocos de terra e desabamentos parciais em áreas irregulares.

    A Defesa Civil reforça que rachaduras novas em paredes, muros ou no solo, assim como portas e janelas que começam a emperrar sem motivo aparente, indicam instabilidade. A população deve comunicar imediatamente esses sinais pelo telefone 199.

    População deve adotar medidas preventivas imediatas

    O Inmet recomenda que os moradores desliguem aparelhos elétricos e o quadro geral de energia durante temporais para reduzir riscos de curtos-circuitos e incêndios. A orientação também inclui permanecer em locais abrigados e evitar deslocamentos desnecessários em áreas sujeitas a alagamentos.

    Residentes em locais com histórico de deslizamentos devem observar qualquer alteração em encostas, como fendas, inclinação de postes ou árvores, estalos e movimentação de terra. Em situações de inundação iminente, a população pode proteger pertences em sacos plásticos e, quando possível, elevar móveis e eletrodomésticos.

    O Corpo de Bombeiros atende emergências pelo telefone 193 em regime de plantão 24 horas.

    Alerta laranja abrange outros 10 estados

    Além do alerta vermelho, o Inmet emitiu alerta laranja para tempestades em uma faixa ainda maior do território nacional. O aviso vale até 10h de quinta-feira (4) e alcança Distrito Federal, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Acre, Amazonas, Rondônia e Pará.

    Os meteorologistas preveem tempestades com chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora, ventos intensos de 60 a 100 km/h e possibilidade de granizo em diversas regiões do Centro-Oeste, Sudeste, Norte e Nordeste.

    Infraestrutura e fornecimento de energia podem sofrer impactos

    As tempestades podem provocar cortes de energia elétrica por danos à rede de distribuição, queda de árvores sobre fiações ou falhas em equipamentos. O Inmet orienta a população a evitar contato com cabos rompidos e comunicar imediatamente as concessionárias.

    Áreas agrícolas expostas a ventos fortes, granizo e excesso de água podem sofrer danos em lavouras. As condições climáticas adversas comprometem plantações em estágio de desenvolvimento e afetam a produção em determinadas regiões.

    Nas cidades, a combinação de chuva intensa, vento e drenagem insuficiente resulta em alagamentos, queda de árvores, destelhamentos e danos a estruturas frágeis. Rodovias enfrentam risco de poças profundas e quedas de barreiras, o que compromete o tráfego e aumenta a probabilidade de acidentes.

    Cuidados essenciais durante tempestades

    Durante rajadas de vento, as autoridades recomendam não se abrigar debaixo de árvores, pois galhos podem se romper. Motoristas devem evitar estacionar próximo a torres de transmissão, postes e placas de propaganda.

    Em tempestades com raios, especialistas orientam permanecer dentro de casa, afastado de janelas, e evitar o uso de aparelhos conectados diretamente na tomada. Pessoas em áreas abertas devem buscar abrigo em construções seguras e evitar campos descampados ou proximidade com objetos altos e isolados.

    As autoridades reforçam a importância de acompanhar os boletins oficiais do Inmet e avisos da Defesa Civil, além das orientações das prefeituras e governos estaduais.

  • Frente fria provoca tempestades em várias regiões

    Frente fria provoca tempestades em várias regiões

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para tempestades. A área sob risco vai do Rio Grande do Sul ao Amapá. Além disso, inclui toda a Região Sul. Também alcança grande parte do Centro-Oeste e do Norte. O alerta atinge ainda a região do Matopiba.

    No leste do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o risco aumenta. O interior do Paraná e o oeste do Mato Grosso do Sul também preocupam. Nessas áreas, a chuva pode variar entre 20 e 30 milímetros por hora.
    O acumulado diário pode chegar a 50 milímetros. Além disso, ventos devem soprar entre 40 e 60 quilômetros por hora. Há ainda possibilidade de granizo.

    Hoje, segunda-feira (1º), o alerta se intensifica no Sul. O interior de RS e SC e o sul do PR concentram maior risco. Nessas áreas, a chuva pode alcançar 60 milímetros por hora.
    O volume diário pode chegar a 100 milímetros. Ao mesmo tempo, os ventos podem atingir 100 quilômetros por hora. Além disso, o granizo pode ocorrer em pontos isolados.

    Por outro lado, o interior de São Paulo e o sul de Minas enfrentam baixa umidade. Uma faixa do sertão nordestino também registra o problema. O trecho vai do norte da Bahia ao Ceará e ao Piauí.
    Nessas regiões, a umidade pode ficar entre 20% e 30%.

    Tempo amanhã

    A partir de amanhã, terça-feira (2), o cenário muda em São Paulo. O interior paulista deve receber chuvas intensas. Boa parte do Paraná e o sudoeste do Mato Grosso do Sul entram na mesma condição.
    Nessas áreas, também há chance de granizo. Portanto, as autoridades recomendam atenção durante temporais.
    Produtores devem proteger equipamentos e rebanhos.

    A população precisa evitar áreas alagadas e árvores isoladas. Além disso, também deve acompanhar novos avisos meteorológicos.

  • Frente fria provoca alerta de perigo intenso; confira

    Frente fria provoca alerta de perigo intenso; confira

    Uma frente fria atinge o Sul do Brasil e causa instabilidade em várias regiões. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu oito alertas meteorológicos. Destes, um apresenta classificação de perigo intenso por tempestades.

    Sistema avança pelo Sul

    O sistema frontal entrou no Rio Grande do Sul neste domingo (16/11). Antes disso, provocou temporais fortes na Argentina e no Uruguai. Nesta segunda-feira (17/11), a frente segue em direção a Santa Catarina e Paraná.

    A frente fria perdeu força ao atravessar o território gaúcho. Isso reduziu a possibilidade de temporais generalizados na região. Porém, ainda favorece episódios isolados de vento forte e granizo.

    Previsão para o Rio Grande do Sul

    A madrugada desta segunda-feira traz chuva no Norte e Leste gaúcho. Há chance de precipitação forte em pontos isolados, segundo o portal MetSul. As condições climáticas exigem atenção dos moradores dessas áreas.

    Santa Catarina e Paraná sob alerta

    Em Santa Catarina, a passagem da frente mantém chuva generalizada. O estado enfrenta risco de temporais isolados durante o dia. As mesmas condições também alcançam áreas do Paraná.

    Alertas de perigo por tempestades

    O Inmet mantém aviso de perigo para cinco estados brasileiros. O alerta abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Também inclui o sul e centro-oeste de São Paulo.

    A previsão indica chuva de 30 a 60 mm/h. O volume diário pode atingir entre 50 e 100 mm. Além disso, os ventos variam entre 60 e 100 km/h. Há possibilidade de queda de granizo nas regiões afetadas.

    Alerta de perigo intenso

    Um segundo aviso apresenta classificação mais grave de perigo intenso. A área de risco abrange o centro-oeste gaúcho e Santa Catarina. Também inclui todo o Paraná e o sul do Mato Grosso do Sul.

    O alerta permanece válido até as 3h desta segunda-feira. A previsão aponta chuva superior a 60 mm/h nas regiões. Os acumulados diários podem ultrapassar 100 mm de precipitação. Os ventos têm potencial para superar 100 km/h.

    Queda de temperatura no Sul

    O Sul e Sudoeste gaúcho enfrentam alerta de perigo potencial. A temperatura deve cair entre 3°C e 5°C nas próximas horas. Os moradores devem se preparar para o frio intenso.

    Ventos costeiros intensificam

    O litoral gaúcho e catarinense permanece sob aviso de perigo. O alerta para ventos costeiros segue ativo até 18h desta segunda. A intensificação do vento pode causar movimentação de dunas litorâneas.

    Situação na Região Norte

    No Amazonas, a porção oeste mantém alerta de perigo ativo. A região enfrenta chuva intensa com volumes entre 30 e 60 mm/h. O acumulado diário pode chegar até 100 mm de precipitação. Os ventos variam de 60 a 100 km/h na área.

    Outras regiões em atenção

    Várias áreas apresentam instabilidade moderada com alerta de perigo potencial. No Sudeste, o norte de São Paulo e todo Rio de Janeiro estão incluídos. O sul do Espírito Santo também entra na lista de atenção.

    Em Minas Gerais, o centro-sul e Triângulo Mineiro receberam alertas. No Centro-Oeste, o centro-sul de Goiás está sob monitoramento. Mato Grosso também integra a área de atenção meteorológica.

    Na Região Norte, Rondônia e Acre apresentam instabilidade climática. A parte central do Amazonas e Roraima completam as áreas monitoradas.

    Previsão para áreas de perigo potencial

    Nessas regiões, a chuva varia entre 20 e 30 mm/h. O volume diário pode atingir até 50 mm de precipitação. Os ventos sopram de 40 a 60 km/h nas áreas. Há chance isolada de granizo com risco baixo de danos.

    As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas. Em caso de temporais, deve-se evitar áreas abertas e buscar abrigo seguro.

  • Ciclone se afasta e chuva atinge o Centro do país

    Ciclone se afasta e chuva atinge o Centro do país

    O ciclone extratropical se afastou do Brasil neste domingo (9) e avançou para o oceano Atlântico. O fenômeno perdeu força e reduziu as chuvas e ventanias no Sul.

    Mesmo assim, a frente fria segue ativa sobre o continente e provoca chuva no Espírito Santo, norte de Minas Gerais e Goiás. O sistema também influencia o clima na Bahia. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para tempestade. A previsão indica chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros em um dia.

    Os ventos podem variar entre 60 e 100 km/h, com risco de queda de granizo. O Inmet alerta para possíveis alagamentos, queda de árvores, estragos em plantações e falhas no fornecimento de energia elétrica.
    As áreas sob risco incluem o leste, norte, centro, oeste, noroeste e sul de Goiás; norte e noroeste de Minas Gerais; centro-sul da Bahia, Vale do São Francisco e o Distrito Federal.

    Com o afastamento do ciclone, o ar mais seco e frio de alta pressão predomina no Sul. Nesta segunda-feira (10), o tempo fica firme no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, mas com queda de temperatura e madrugadas frias.

    A chuva deve retornar à região na quarta-feira (12), de forma irregular e com baixos volumes, mas sem risco de tempo severo. Na terça-feira (11), as precipitações alcançam o Matopiba — Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Ao mesmo tempo, uma nova frente fria se forma no Sul e leva chuva para São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

  • Chuvas se intensificam no Sudeste e Centro-Oeste nesta quarta

    Chuvas se intensificam no Sudeste e Centro-Oeste nesta quarta

    A quarta-feira (15) será marcada por contrastes no clima em diferentes regiões do país. Enquanto o Sul e São Paulo terão tempo firme, chuvas fortes atingem o Sudeste e o Centro-Oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    No Sul, a presença de um sistema de alta pressão e de uma massa de ar seco mantém o tempo estável. A condição dificulta a formação de nuvens e favorece a permanência do sol em grande parte da região.
    Após os temporais dos últimos dias, São Paulo também volta a ter tempo seco. As temperaturas ficam mais amenas, com máxima de 24°C na capital.

    Já no Sudeste, as chuvas ganham força em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com acumulados que podem chegar a 100 milímetros. Mesmo com o aumento da umidade, as temperaturas continuam elevadas, com máxima de 30°C em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

    No Centro-Oeste, o cenário é de chuvas intensas. Apenas Mato Grosso do Sul deve escapar dos temporais. As precipitações se concentram no oeste de Mato Grosso e no sul de Goiás, com risco de volumes altos.
    O Norte também sente os efeitos do sistema chuvoso. Há previsão de chuvas fortes em Acre, Amazonas, Pará e Tocantins, o que pode elevar os níveis dos rios na região.

    No Nordeste, o tempo segue seco e quente na maior parte dos estados. A exceção é o sul da Bahia, onde há chance de pancadas isoladas. Nas demais áreas, o dia será de baixa umidade e temperaturas acima de 30°C.

  • INmet emite alerta de perigo potencial para chuva, ventania e granizo

    INmet emite alerta de perigo potencial para chuva, ventania e granizo

    O Instituto Nacional de Meteorologia (INmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial para uma extensa área do Sul e Sudeste do Brasil. O aviso, válido para os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, prevê a ocorrência de chuvas intensas, com acumulados que podem atingir até 50 milímetros (mm) em um único dia, acompanhadas de ventos fortes e queda de granizo.

    O alerta amarelo, de nível “perigo potencial”, é o segundo na escala de três níveis do INmet e indica risco moderado para o período. As principais ameaças associadas a essa frente fria e instabilidade atmosférica são:

    • Chuvas intensas: os volumes previstos, de até 50 mm/dia, representam um volume significativo de água em um curto espaço. Esse cenário eleva substancialmente os riscos de alagamentos, enxurradas em áreas de declive e deslizamentos de terra em encostas e morros.
    • Ventos fortes: rajadas de vento podem causar danos como a queda de árvores, destelhar construções e interromper o fornecimento de energia elétrica. A população deve evitar estacionar veículos próximos a placas de propaganda, árvores antigas ou estruturas frágeis.
    • Granizo: a precipitação de pedras de gelo, típica de nuvens de grande desenvolvimento vertical (cumulonimbus), pode danificar veículos, lavouras e telhados, além de representar perigo para pessoas e animais que estiverem ao ar livre sem proteção.

    Como se proteger e onde buscar informações

    Diante de um alerta deste nível, a adoção de medidas de precaução é fundamental. O INmet e a Defesa Civil recomendam:

    • Evite áreas de risco, como baixadas sujeitas a alagamentos e encostas.
    • Não atravesse ruas alagadas ou pontes inundadas.
    • Procure abrigo seguro em caso de ventania ou início de chuva de granizo.
    • Mantenha-se informado por fontes oficiais, como a Defesa Civil Municipal (telefone 199) e o próprio site do INmet.

    A previsão do tempo é uma ferramenta essencial para a prevenção de desastres. A divulgação em massa de alertas como este permite que a população e as autoridades se preparem, minimizando os impactos humanos e materiais dos eventos climáticos severos.

  • Alerta vermelho: frente fria pode provocar tempestades com ventos de 100 km/h

    Alerta vermelho: frente fria pode provocar tempestades com ventos de 100 km/h

    Uma frente fria de grande intensidade avança sobre a região Sul do Brasil, provocando tempestades severas e trazendo riscos significativos para a população. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu alertas de grande perigo para várias áreas, indicando condições meteorológicas extremas que exigem atenção redobrada e medidas de precaução.

    O INMET ativou o Aviso de Grande Perigo (vermelho) para o sudoeste e centro do Rio Grande do Sul. As previsões indicam:

    • Volumes de chuva de até 100 mm em um único dia
    • Ventanias intensas que podem atingir 100 km/h
    • Queda de granizo e descargas elétricas frequentes

    As demais áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e sul do Paraná estão sob Aviso de Perigo (laranja), com previsão de tempestades isoladas mas potencialmente perigosas.

    Recomendações de segurança

    As autoridades recomendam que a população:

    • Evite deslocamentos não essenciais durante os piores momentos das tempestades
    • Procure abrigo em locais seguros longe de árvores, estruturas metálicas e janelas
    • Monitore atualizações meteorológicas através do portal oficial do INMET

    Veja a previsão domingo abaixo e para os próximos dias na sequência

     

    Previsão para domingo
    Segunda-feira (22 de setembro)
    • A frente fria avança para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, com os seguintes impactos:
    • Tempestades no centro e sul de Mato Grosso do Sul e em São Paulo
    • Chuvas fortes que persistem em Santa Catarina e Paraná
    • Queda acentuada de temperaturas no Rio Grande do Sul devido à chegada de massa de ar frio
    Terça-feira (23 de setembro)
    • Queda de temperatura em toda a Região Sul e partes do Mato Grosso do Sul e São Paulo
    • Condições para geada fraca nos planaltos de Santa Catarina e Paraná
    • Estabilização gradual das condições meteorológicas
    • Importância do acompanhamento meteorológico

    Os meteorologistas destacam que previsões e avisos meteorológicos são atualizados diariamente. A população deve acompanhar as informações oficiais através do portal do INMET e das redes sociais do instituto para receber orientações em tempo real.

    Especialistas lembram que eventos climáticos extremos têm se tornado mais frequentes e intensos, exigindo que a população esteja sempre preparada e informada sobre os procedimentos de segurança adequados.

    Qual a diferença entre alerta laranja e vermelho?

    O alerta vermelho indica situação de grande perigo com fenómenos meteorológicos de intensidade excepcional e alto risco de danos. O alerta laranja significa situação de perigo com fenómenos meteorológicos intensos e potencial de danos.

    Onde posso acompanhar as atualizações meteorológicas?

    As informações oficialmente são disponibilizadas no portal do INMET e nas suas redes sociais. Recomenda-se verificar essas fontes pelo menos três vezes ao dia durante períodos de alerta.

    Quais os principais riscos associados a estas tempestades?

    Os principais perigos incluem alagamentos, queda de árvores e estruturas, destelhamentos, acidentes com descargas elétricas e acidentes de trânsito devido à redução de visibilidade e pista molhada.