Tag: frango

  • Frango mantém preços acima de 2024 apesar de queda

    Frango mantém preços acima de 2024 apesar de queda

    Os preços da carne de frango recuaram em julho pelo terceiro mês seguido, segundo levantamento do Cepea. Em geral, a queda foi menos intensa desde as restrições comerciais impostas em maio após detecção de Influenza Aviária no Rio Grande do Sul.

    Mesmo com a baixa, as cotações da carne em julho superaram as registradas no mesmo mês de 2024, em valores reais. Para o frango vivo, houve aumento nos preços tanto na comparação mensal quanto anual, conforme indicam dados do Cepea. Os pesquisadores apontam também que a valorização está ligada à retomada gradual das exportações para mercados estratégicos.

    Países como África do Sul, Emirados Árabes, Filipinas, Hong Kong e Vietnã voltaram a comprar carne de frango brasileira.

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  • Diferença entre preços dos ovos é a menor do ano

    Diferença entre preços dos ovos é a menor do ano

    A diferença entre ovos brancos e vermelhos caiu para o menor nível do ano em algumas regiões, mostram dados do Cepea. Pesquisadores explicam que a baixa demanda pressionou os valores, com queda mais forte nas cotações dos ovos vermelhos. Ao mesmo tempo, segundo agentes do setor, para equilibrar a oferta diante do consumo fraco, produtores intensificam o descarte de poedeiras velhas.

    Preços do frango caem, mas ritmo é menor

    Após o Brasil recuperar o status de livre da Influenza Aviária, a retomada de importações de carne de frango avança lentamente. O Cepea aponta descompasso entre oferta e demanda no mercado interno, mesmo com ajustes gradativos nas exportações.

    As quedas em julho foram mais brandas que entre maio e junho, quando os preços da carne resfriada recuaram 13,4%. Pesquisadores afirmam que as férias escolares e o fim do mês aumentam a pressão sobre os valores da carne de frango.

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  • Preços dos ovos caem na primeira quinzena de julho

    Preços dos ovos caem na primeira quinzena de julho

    Os preços dos ovos caíram em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea na primeira quinzena de julho. Em geral, a demanda menor, principalmente por causa das férias escolares, reduziu o ritmo das vendas e pressionou os valores do produto.

    Desconto para venda

    Com o consumo mais fraco, produtores ofereceram descontos para fechar negócios e garantir o escoamento da produção. Segundo colaboradores do Cepea, as temperaturas amenas registradas em várias regiões também reduziram a produção nas granjas. Mesmo com menor oferta, a demanda ainda fraca impediu a valorização dos ovos no atacado e varejo.

    Tarifas de Donald Trump

    Desde a semana passada, o setor de ovos acompanha as tarifas anunciadas pelo governo dos Estados Unidos. No primeiro semestre, os EUA compraram 61% do volume exportado pelo Brasil, com alta de 1.274% no ano. Ou seja, as compras aceleradas renovaram recordes mensais nos últimos cinco meses, segundo dados do Cepea.

    Apesar da relevância nos embarques, as exportações representam menos de 1% da produção nacional. Por isso, o impacto da medida no mercado interno pode ser limitado neste primeiro momento. No entanto, outros setores do agronegócio devem sentir efeitos mais intensos com a nova tarifa.

    Poder de compra do avicultor melhora em julho

    Após queda em junho, o poder de compra do avicultor paulista voltou a subir nesta parcial de julho. Em geral, a combinação entre a valorização do frango vivo e a queda dos insumos fortaleceu essa recuperação.

    Segundo o Cepea, os preços do frango vivo subiram após a retomada gradual das exportações brasileiras. Em junho, o mercado sofreu com restrições comerciais, após um caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul. O registro ocorreu em uma granja comercial do município de Montenegro, impactando as negociações externas. Com a volta das exportações para alguns mercados, os preços do frango vivo começaram a reagir. Portanto, essa recuperação ajudou o avicultor a melhorar a relação de troca com o milho e o farelo de soja.

    O cenário atual reforça a importância da estabilidade sanitária para a competitividade da avicultura brasileira.

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  • Alívio no bolso: preço do frango cai em de julho

    Alívio no bolso: preço do frango cai em de julho

    Os preços da carne de frango iniciaram julho em queda na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea. A pressão veio da oferta maior que a demanda. Em geral, esse cenário ainda reflete as restrições às exportações brasileiras.

    Alguns países suspenderam os embarques após um caso de influenza aviária ser confirmado em Montenegro (RS), no dia 15 de maio. Pesquisadores explicam que, mesmo com a retomada parcial das exportações, o consumo interno continua abaixo do necessário para equilibrar o mercado.

    Nesta terça-feira, dia 8, o Ministério da Agricultura e Pecuária informou que Filipinas, Singapura e África do Sul retiraram as restrições. A retomada desses mercados é positiva, mas os preços no Brasil seguem pressionados pela elevada oferta interna.

    Exportações de ovos batem recorde histórico no semestre

    O Brasil registrou o melhor desempenho da história nas exportações de ovos no primeiro semestre de 2025. Os embarques, que incluem ovos in natura e processados, cresceram 192% entre janeiro e junho, segundo a Secex.

    O volume somou 24,9 mil toneladas, o maior da série iniciada em 1997. A receita também foi recorde: US$ 57,8 milhões. Esse valor representa aumento de 216% em relação ao mesmo período de 2024, conforme análise do Cepea.

    Apesar do bom desempenho externo, os preços no mercado interno seguem em queda, de acordo com levantamento do Cepea. Houve leve melhora na liquidez em julho, mas a pressão por descontos aumentou nas negociações.

    Os analistas acompanham o comportamento das vendas neste mês. Com as férias escolares, parte da produção vai para o consumo doméstico, o que pode intensificar a pressão sobre os preços.

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  • Preço do frango tem maior queda em 18 anos

    Preço do frango tem maior queda em 18 anos

    Os preços do frango no atacado da Grande São Paulo caíram com força em junho. Segundo o Cepea, a retração mensal foi a mais intensa dos últimos 18 anos.

    O frango inteiro resfriado teve média de R$ 7,50/kg em junho. O valor representa queda de 13,4% frente ao registrado em maio. A média mensal real foi a menor desde setembro de 2024, considerando o IPCA de maio de 2025.

    A forte desvalorização teve início após o caso inédito de gripe aviária em uma granja comercial de Montenegro (RS), confirmado em 15 de maio. O episódio impactou as exportações brasileiras de carne de frango.

    Na segunda quinzena de maio e nas primeiras semanas de junho, os preços despencaram. Parceiros comerciais do Brasil impuseram restrições às importações da proteína.

    Contudo, em 18 de junho, o Brasil voltou a ser reconhecido como livre da doença. A certificação internacional renovou o otimismo entre os agentes do setor.

    Após a reabilitação sanitária, o Cepea detectou reações positivas nos preços da carne de frango em várias regiões. Apesar disso, os reajustes ainda não compensaram as perdas expressivas acumuladas no início do mês.

    Poder de compra do avicultor melhora em junho

    O poder de compra do avicultor paulista avançou em junho frente ao milho e ao farelo de soja. Os dados são do Cepea. Mesmo com a leve queda nos preços dos ovos, os custos dos principais insumos recuaram ainda mais no período.

    Em Bastos (SP), o ovo branco tipo extra caiu 1,5% em junho, com média de R$ 164,43 por caixa de 30 dúzias. O ovo vermelho na mesma região registrou queda de 1,6%, com média de R$ 184,84 por caixa.

    Já o milho teve desvalorização de 7%, fechando o mês a R$ 68,15/saca de 60 kg na região de Campinas (SP). O farelo de soja caiu 4,9%, com média de R$ 1.705,25 por tonelada. Segundo o Cepea, o cenário favoreceu o avicultor de postura, que ganhou fôlego na relação de troca com os insumos.

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  • Preços do frango reagem com retomada das exportações

    Preços do frango reagem com retomada das exportações

    Após semanas de queda, os preços do frango vivo e da carne começaram a reagir nesta semana, segundo o Cepea. Ou seja, esse movimento interrompeu a trajetória negativa iniciada na última semana de maio, causada pelas restrições comerciais à carne brasileira.

    Essas barreiras surgiram após a confirmação de um foco de gripe aviária no Brasil, o que afetou diretamente as exportações. No entanto, o cenário mudou no dia 18 de junho, quando o país voltou a ser certificado como livre da doença. Com isso, o setor avícola retomou o otimismo e observou aumentos pontuais nos preços da carne e do frango vivo em algumas regiões. Em outras praças, os valores se mantiveram estáveis.

    Apesar da retração típica nas vendas no fim do mês, os preços subiram por dois fatores principais. Primeiro, a carne de frango ficou mais competitiva que a bovina e a suína. Segundo, 16 países que haviam suspendido temporariamente as compras voltaram a importar a proteína brasileira. Portanto, esse cenário ajudou a sustentar os preços, mesmo com o menor poder de compra da população no final do mês.

    Preços dos ovos caem ao menor nível de junho

    Enquanto o frango registra reação, o mercado de ovos enfrenta desvalorização nesta reta final de junho. De acordo com o Cepea, os preços chegaram ao menor valor diário do mês em várias regiões acompanhadas pelo centro de pesquisa.

    Segundo agentes do setor, dois fatores contribuíram para a queda: o feriado de Corpus Christi e o fim de mês. Esses elementos reduziram a demanda, já que a população costuma estar com menor capital nesse período.

    Em paralelo, o Ministério da Agricultura declarou encerrado o estado de emergência zoossanitária em Montenegro (RS). O alerta havia sido emitido após a confirmação de gripe aviária em uma granja comercial no município. Com isso, o Brasil recuperou oficialmente o status de livre da doença.

    Mesmo assim, os pesquisadores do Cepea destacam que as exportações de produtos avícolas, como ovos, ainda não foram normalizadas. A retomada completa do mercado externo pode levar mais tempo, dependendo da reabertura total dos países importadores.

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  • Vai comprar carne? Confira o mercado das proteínas

    Vai comprar carne? Confira o mercado das proteínas

    A carne de frango perdeu valor em junho. Segundo o Cepea, os preços médios da proteína recuaram na comparação com maio. A queda ocorre em meio à maior oferta no mercado interno. Ou seja, restrições às exportações, impostas por parceiros comerciais devido à gripe aviária, elevaram a disponibilidade no Brasil.
    Portanto, essa oferta mais ampla pressionou fortemente as cotações do frango. As carnes bovina e suína também ficaram mais baratas, mas em ritmo menor. Com isso, a carne de frango ganhou competitividade frente às concorrentes. Em geral, a tendência pode manter os preços em baixa no curto prazo, segundo pesquisadores do Cepea.

    Oferta limitada sustenta preços do boi gordo

    Desde o início de junho, o mercado pecuário segue firme. Levantamentos do Cepea apontam que os reajustes são frequentes, embora não intensos. Em resumo, a baixa oferta obriga frigoríficos a pagar mais para preencher as escalas.
    Pecuaristas ainda aguardam novas altas e vendem de forma gradual. Portanto, as vendas de gado de confinamento começaram a crescer.
    Lotes padronizados, com bom acabamento, alcançam valores mais altos. Além disso, as exportações também aceleraram neste mês, o que fortalece os preços. O volume diário embarcado subiu 13% frente a maio. A média saltou de 9,6 mil para 11,7 mil toneladas diárias.
    Segundo a Secex, o avanço representa alta de quase 22% em junho. O bom desempenho sustenta os preços do boi e da carne no atacado.

    Alta do suíno e queda dos insumos ampliam margens

    O poder de compra do suinocultor paulista melhorou em junho. Segundo o Cepea, o indicador acumula sete semanas seguidas de alta. Essa recuperação decorre da valorização do suíno vivo e da queda nos custos.
    Milho e farelo de soja, principais insumos, ficaram mais baratos neste mês.
    A demanda pela carne suína também aumentou no início de junho. As temperaturas mais amenas e as festas típicas estimulam o consumo. Com isso, os preços do suíno vivo sobem em várias regiões.
    A menor oferta interna também contribui para o cenário positivo. A tendência, segundo analistas, é de manutenção do bom poder de compra no curto prazo.

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  • Exportações de ovos batem recorde histórico em maio

    Exportações de ovos batem recorde histórico em maio

    Mesmo com restrições pela gripe aviária, o Brasil aumentou as exportações de ovos em maio. O volume embarcado alcançou 5,36 mil toneladas, segundo dados da Secex, analisados pelo Cepea.

    As vendas subiram 23% frente a abril e dispararam 296% na comparação anual, atingindo o maior volume da série histórica, iniciada em 1997.

    Os Estados Unidos absorveram 77,8% dos ovos exportados no período. A forte demanda americana impulsionou o desempenho do setor. Apesar do foco de Influenza Aviária em uma granja do Rio Grande do Sul, os embarques seguiram firmes.

    No mercado interno, as cotações seguem em alta pela segunda semana consecutiva. Segundo o Cepea, a oferta controlada e a demanda aquecida sustentam os preços nesta primeira quinzena de junho.

    Preço do frango vivo recua e pressiona produtores

    A queda no preço do frango vivo pode interromper o ganho no poder de compra dos avicultores paulistas. Levantamentos do Cepea apontam que o avanço frente ao milho durava dois meses. Em relação ao farelo de soja, eram sete meses de alta.

    A oferta elevada de carne de frango no mercado interno explica o cenário. As restrições às exportações, causadas pela gripe aviária, aumentaram a disponibilidade doméstica. Ou seja, diante disso, compradores adiaram aquisições, o que pressionou os preços.

    Em São Paulo, o frango vivo custa R$ 5,51/kg na média parcial de junho. O valor representa queda de 12% frente ao mês anterior.

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  • Frango recua com oferta elevada e exportações limitadas

    Frango recua com oferta elevada e exportações limitadas

    Os preços do frango vivo e da carne continuam em queda. Em geral, a baixa atinge quase todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, o recuo reflete a oferta elevada de carne de frango no mercado interno. Por outro lado, a demanda típica de início de mês segurou quedas mais acentuadas.

    Além disso, os pesquisadores do Cepea afirmam que a oferta supera a procura. O excesso de produto decorre das restrições impostas às exportações brasileiras. A barreira externa surgiu após a confirmação de um caso de gripe aviária. O registro ocorreu em 15 de maio, em uma granja comercial de Montenegro (RS).

    Mesmo com a melhora nas vendas nos primeiros dias de junho, o mercado segue pressionado. Ao mesmo tempo, os agentes consultados pelo Cepea relatam forte concorrência. Esse cenário impede reajustes positivos nos preços da carne de frango neste início de mês.

    Demanda aquecida impulsiona preços dos ovos em junho

    Após dois meses de queda, os preços dos ovos começaram a subir. O avanço ocorre na maioria das regiões monitoradas pelo Cepea. Segundo colaboradores do Centro de Pesquisas, a virada do mês elevou o poder de compra da população. Isso impulsionou a demanda por ovos. Além disso, a oferta, que estava alta em maio, agora se mostra ajustada. Portanto, essa combinação favorece os recentes aumentos de preços, segundo analistas.

    Em relação à gripe aviária, o Brasil não registrou novos casos em granjas comerciais até o momento. Se o cenário se mantiver, o país poderá recuperar o status de livre da doença. O prazo termina em 18 de junho, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

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  • Jordânia e Kuwait flexibilizam compra de frango do Brasil

    Jordânia e Kuwait flexibilizam compra de frango do Brasil

    Missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ao Norte da África e ao Oriente Médio trouxe resultados efetivos. Jordânia e Kuwait anunciaram a redução das restrições à carne de frango brasileira, anteriormente impostas por conta da gripe aviária. Após reuniões técnicas e diplomáticas, os dois países passaram a limitar a restrição apenas ao estado do Rio Grande do Sul. A decisão fortalece o comércio exterior e amplia o acesso do frango brasileiro a mercados estratégicos.

    Missão

    A missão ocorreu entre 26 de maio e 1º de junho. A comitiva visitou Argélia, Tunísia, Jordânia e Kuwait com o objetivo de intensificar a cooperação e ampliar as exportações agropecuárias. O secretário adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Marcel Moreira, liderou a delegação. Ele esteve acompanhado da diretora de Promoção Comercial, Ângela Peres.

    Na Jordânia, o governo local anunciou a mudança após avaliar as medidas adotadas pelo Brasil no controle da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP). Agora, somente produtos do Rio Grande do Sul seguem restritos.

    Além disso, o secretário propôs a regionalização da medida, restringindo a área afetada a um raio de 10 km do foco. O modelo segue padrões internacionais. Ele também sugeriu a atualização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) com esse novo parâmetro. As autoridades sanitárias da Jordânia ainda avaliam a proposta.

    No Kuwait, os representantes locais também confirmaram a flexibilização da restrição à carne de aves do Brasil. A limitação agora se aplica somente ao território gaúcho, como ocorreu na Jordânia.

    Segundo Marcel Moreira, os resultados refletem o esforço técnico e diplomático do Mapa. “A resposta rápida ao foco da doença e o diálogo contínuo estão revertendo restrições, com base na ciência e na confiança mútua”, afirmou.

    A missão também gerou avanços na Argélia e na Tunísia. Em Argel, os representantes brasileiros participaram da Feira Internacional SIPSA-FILAHA 2025, um dos maiores eventos agropecuários da região.

    Novas parcerias

    Na ocasião, o grupo discutiu novas parcerias técnicas, promoção de produtos argelinos no Brasil e exportações agrícolas. A delegação também iniciou negociações para um memorando de entendimento com a Argélia.

    O acordo deve abranger cooperação técnica, intercâmbio de tecnologias, capacitação e promoção de itens como azeite de oliva e tâmaras no mercado brasileiro.

    Na Tunísia, os encontros trataram da ampliação de licenças para carne bovina e de frango do Brasil. As autoridades locais também estudam autorizar a exportação de carne resfriada e material genético brasileiro.

    Com resultados concretos, a missão reforça o papel do Brasil como fornecedor confiável no agronegócio global. Além disso, fortalece alianças com parceiros estratégicos no Norte da África e Oriente Médio.

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