Tag: cotação

  • Preço do feijão atinge maior alta em nove meses

    Preço do feijão atinge maior alta em nove meses

    Os preços do feijão carioca e do feijão preto seguem em recuperação no mercado brasileiro, segundo o Cepea. Em janeiro, o carioca nota 9 ou superior alcançou os maiores níveis em três meses. As cotações do carioca notas 8 e 8,5 voltaram aos maiores patamares desde abril de 2025. Além disso, o feijão preto registra médias nos níveis mais altos desde abril de 2025.

    Segundo o Cepea, a alta resulta da menor disponibilidade do produto no mercado interno. A oferta caiu com a redução da primeira safra e possível menor área na segunda safra.

    Enquanto isso, a segunda safra está em fase de cultivo nas principais regiões produtoras. Assim, a recuperação dos preços aumenta a atratividade para o plantio da segunda safra. Ao mesmo tempo, o movimento pode elevar preços no atacado e no varejo. Esse cenário tende a atrair compradores, ampliar a disputa por lotes e sustentar novas altas.

  • Preço da mandioca registra maior queda desde julho

    Preço da mandioca registra maior queda desde julho

    As cotações da mandioca caíram 4,4% na última semana, segundo o Cepea. O recuo foi o mais intenso desde julho e ocorreu por causa do descompasso entre oferta e demanda.

    A colheita ganhou ritmo nos últimos dias, porque o clima favoreceu os trabalhos. Produtores também aceleraram a retirada das raízes devido à necessidade de capitalização e às expectativas baixistas para o início de 2026.

    Ao mesmo tempo, a demanda industrial enfraqueceu, já que empresas iniciaram recesso ou manutenção. Esse cenário ampliou a pressão sobre os preços.

    Entre 1º e 5 de dezembro, o preço médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 530,81. O valor equivale a R$ 0,9232 por grama de amido e representa queda de 4,4% frente ao período anterior.
    Na comparação anual, o preço recuou 23,8% em termos reais, deflacionado pelo IGP-DI.

    Pesquisas do Cepea mostram menor movimentação nos mercados de fécula e de farinha. As cotações recuaram na maioria das regiões acompanhadas.

  • Chocolate vai subir? Preço do cacau sobe em bolsa de Nova York

    Chocolate vai subir? Preço do cacau sobe em bolsa de Nova York

    A sequência de quedas do cacau em Nova York terminou nesta sexta-feira (28). Os preços reagiram com força, após revisão nas estimativas globais de oferta. Os contratos para março de 2026 subiram 8,07%. As negociações fecharam a US$ 5.504 por tonelada.

    O mercado reagiu imediatamente aos novos dados oficiais. A Organização Internacional do Cacau reduziu a projeção de superávit mundial. A estimativa para 2024/25 caiu de 142 mil para 49 mil toneladas. Além disso, a entidade revisou para baixo a produção global.

    Nova projeção de safra

    A nova projeção indica safra de 4,69 milhões de toneladas. Antes, o volume estimado era de 4,84 milhões.
    No entanto, analistas mantêm cautela para os próximos meses. O mercado ainda projeta pressão nos preços. Segundo o setor, a expectativa de alta produção em 2025/26 limita novas altas. Por isso, traders apostam em ajuste de preços no médio prazo.

    Açúcar e algodão sobem levemente

    O açúcar encerrou a sessão com valorização moderada. Os contratos para março subiram 0,46%, a 15,21 centavos de dólar por libra-peso.

    O algodão também fechou em alta, porém discreta. A cotação avançou 0,22%, para 64,71 centavos de dólar por libra-peso.

    Suco de laranja mantém sequência de ganhos

    O suco de laranja congelado e concentrado subiu pelo terceiro pregão seguido. Os contratos para janeiro avançaram 3,76%. As negociações fecharam a US$ 1,5605 por libra-peso. O mercado segue atento ao comportamento da demanda internacional.

     

  • Preços do boi seguem em queda; entenda o motivo

    Preços do boi seguem em queda; entenda o motivo

    As cotações do boi gordo registram novas baixas em fevereiro, segundo levantamento do Cepea. A maior oferta de fêmeas, especialmente vacas, tem pressionado os frigoríficos, que buscam reduzir os preços da arroba para equilibrar a venda da carne. Em geral, até o dia 25 deste mês, o Indicador CEPEA/ESALQ acumula queda de 3,81%, fechando a R$ 321,10 na terça-feira. Ao mesmo tempo, no atacado da Grande São Paulo, principal referência de consumo do país, a carcaça casada bovina desvalorizou 2,9% no mês, sendo comercializada a R$ 21,79/kg à vista.

    Mercado de suínos tem cenário de preços divergente entre estados

    Os preços do suíno vivo apresentam comportamentos distintos neste fim de fevereiro, de acordo com o Cepea. Em São Paulo, a forte demanda da indústria tem sustentado as cotações. No Paraná, porém, os valores recuaram devido à menor procura. Pesquisadores do Cepea apontam que frigoríficos na região reduziram as compras de novos lotes diante da maior resistência na ponta final. Em Minas Gerais, o mercado segue estável, com oferta e demanda equilibradas. No atacado, agentes consultados relatam dificuldades para comercializar a carne suína, fator possivelmente ligado ao alto preço da proteína e à recente desvalorização da carne bovina.

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  • Preço do trigo atinge maior valor real no RS desde dez/22

    Preço do trigo atinge maior valor real no RS desde dez/22

    O preço do trigo registrou um aumento expressivo em julho, com destaque para o Rio Grande do Sul. O estado alcançou a maior média mensal desde dezembro de 2022, em termos reais (ajustado pelo IGP-DI de junho de 2024).

    Análise do preço do trigo

    Pesquisadores do Cepea atribuem esse cenário ao baixo excedente de trigo de boa qualidade e à menor umidade do solo ao longo do mês. No entanto, as chuvas nas áreas produtoras do RS interromperam o movimento de alta na última semana. Em julho, o preço médio do trigo no RS foi de R$ 1.468,41 por tonelada, superando em 3,3% o valor de junho e em 8,3% o de julho de 2023, também em termos reais.

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  • Milho cai em Julho

    Milho cai em Julho

    Os preços do milho registraram queda na primeira semana de julho, devido ao aumento da oferta no mercado spot e às desvalorizações externas, conforme relatado por pesquisadores do CEPEA.

    A colheita da segunda safra avança bem, e muitos consumidores brasileiros preferem aguardar novas quedas de preços antes de adquirir grandes volumes. Apesar disso, alguns vendedores ainda esperam por uma recuperação dos preços, fundamentando-se na menor produção nesta temporada e nas condições climáticas desfavoráveis, como as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca no Sudeste e em partes do Centro-Oeste.

    Últimos 12 Meses

    Nos últimos 12 meses, o preço do milho no Brasil passou por variações significativas, influenciadas por fatores internos e externos. No início deste período, os preços estavam em alta devido à forte demanda e à oferta restrita, resultado de problemas climáticos como a seca no Sudeste e enchentes no Sul.

    Primeiro Semestre de 2023:

    • Alta dos Preços: A oferta limitada e a forte demanda do setor de rações e exportações mantiveram os preços elevados.
    • Impacto Climático: Condições climáticas adversas afetaram a safra de verão, restringindo a oferta no mercado interno.

    Segundo Semestre de 2023:

    • Estabilização e Queda: Com a entrada da safra de inverno (segunda safra), a oferta aumentou, levando a uma estabilização e queda dos preços.
    • Aumento da Oferta: A boa colheita da segunda safra, especialmente no Centro-Oeste, ampliou a disponibilidade de milho no mercado.

    Primeiro Semestre de 2024

    • Pressão de Queda: O aumento da oferta no mercado spot, com o bom andamento da colheita de segunda safra, intensificou a queda nos preços.
    • Demanda Cautelosa: Consumidores brasileiros evitaram adquirir grandes volumes, priorizando lotes negociados antecipadamente e esperando novas quedas nos preços.

    Fatores Influenciadores:

    • Condições Climáticas: Secas e enchentes influenciaram negativamente a produtividade em várias regiões.
    • Oferta e Demanda: Aumento na oferta da segunda safra e demanda interna estável influenciaram os preços.
    • Mercado Internacional: Desvalorizações externas e variações cambiais afetaram a competitividade do milho brasileiro.

    Os analistas esperam que os preços do milho se estabilizem, mas fatores climáticos e a demanda internacional continuarão a influenciar o mercado. A gestão eficiente dos estoques e a adaptação às condições climáticas serão cruciais para manter a rentabilidade dos produtores

  • Cotações do trigo sobem neste início de junho

    Cotações do trigo sobem neste início de junho

    Os preços internos do trigo têm registrado uma alta acentuada no início de junho. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa elevação é impulsionada pelos baixos estoques domésticos no período de entressafra.

    Mesmo as recentes desvalorizações no mercado externo não interromperam essa tendência de alta. Pesquisadores do Cepea destacam que as indústrias estão cautelosas na compra de novos lotes. Isso devido às mudanças no uso de créditos tributários do PIS/Cofins, introduzidas pela Medida Provisória 1.227 em 4 de junho.

    Em relação ao comércio externo, dados da Secex mostram que, em maio, o Brasil importou 657,13 mil toneladas de trigo, um aumento de 44,6% em comparação a abril e de 131,8% em relação a maio de 2023.

    Por outro lado, as exportações foram de 55,2 mil toneladas em maio. Bem abaixo das 362,85 mil toneladas exportadas em abril de 2023 e das 71,04 mil toneladas em maio de 2023.

    CNA aplaude devolução parcial de Medida Provisória pelo Senado

    O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, elogiou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, de devolver parte do texto da MP 1.227/2024 ao Executivo. “O consenso prevaleceu. Mostramos aos parlamentares e ao governo que essa medida provisória não poderia prosperar e que ela iria trazer sérias consequências para o setor produtivo”, afirmou Martins.

    Pouco antes do anúncio de Pacheco, Martins, acompanhado pelo presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Pedro Lupion, e a senadora Teresa Cristina, se reuniu com o presidente do Senado. Durante a reunião, alertaram sobre os riscos e impactos negativos da MP. “Precisamos reconhecer a busca pelo consenso do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco, que devolveu parte do texto. Foi a maneira mais adequada”, disse Martins.

    Martins destacou que a decisão trouxe alívio aos produtores rurais e à cadeia produtiva. “Esperamos que outras medidas, no futuro, sejam discutidas com o setor produtivo. Estamos dispostos a dialogar para que determinadas medidas não impactem no bolso dos produtores e dos contribuintes”, completou.

    Neste sentido, o presidente da FPA, Pedro Lupion, reforçou a importância do diálogo no Congresso Nacional. “Nosso agradecimento ao presidente, às entidades e a todos os parlamentares que estiveram mobilizados neste exercício”, afirmou.

  • Cotações de produtos avícolas têm tendência de alta

    Cotações de produtos avícolas têm tendência de alta

    As cotações dos produtos avícolas têm apresentado uma tendência de alta no início de junho. O levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), releva ainda que existe uma gradual retomada da demanda, associada ao recebimento de salários. Além disso, os pesquisadores afirmam também que esse cenário é consistente em todas as praças monitoradas.

    No segmento de pintinho de corte, os valores continuam em ascensão. Eles refletem não apenas o aumento na demanda, mas também a oferta limitada. Consequentemente, o resultado é um reforço na pressão positiva sobre os preços.

    A análise dos dados sobre as cotações dos produtos avícolas, indica um movimento favorável no mercado do setor, impulsionado pela conjunção entre uma demanda em recuperação e uma oferta que não acompanha o ritmo, resultando em um cenário propício para a valorização dos produtos do setor avícola.

    Saiba mais sobre esse mercado:

    No segmento avícola brasileiro, os números revelam uma produção robusta em 2023, totalizando 14.833 milhões de toneladas. Esta marca demonstra a contínua força e relevância do agronegócio avícola no cenário nacional. No mesmo período, as exportações avícolas atingiram a marca de 5.139 milhões de toneladas.

    Consumo per capita atinge 45.1 quilos em 2023

    O consumo per capita de produtos avícolas no Brasil manteve-se estável em 45.1 quilos em 2023, um indicador importante do apetite dos brasileiros por produtos avícolas e do papel central que esses alimentos desempenham na dieta nacional.

    Como mostrado acima, esses números destacam a importância dos produtos avícolas para a economia brasileira.

  • Produção acelerada de Etanol impacta cotações em São Paulo

    Produção acelerada de Etanol impacta cotações em São Paulo

    Os preços do etanol no estado de São Paulo registraram uma queda em maio, segundo análise de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Apesar da demanda aquecida, a produção intensiva nas usinas ao longo do mês exerceu pressão sobre as cotações do biocombustível.

    De acordo com dados do Cepea, considerando as semanas completas de maio, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado ficou em R$ 2,3147 por litro, representando uma queda de 2,01% em relação ao mês anterior, abril. Já para o etanol anidro, considerando apenas o mercado spot, a média ficou em R$ 2,6489 por litro em maio, uma redução de 1,71%.

    Enquanto isso, as vendas de etanol hidratado no segmento produtor do estado de São Paulo mantiveram-se aquecidas em maio, registrando o terceiro mês consecutivo de desempenho positivo. Os pesquisadores do Cepea apontam que essa tendência é impulsionada pela vantagem comparativa do etanol em relação à gasolina C, o que tem consolidado a preferência dos consumidores pelo biocombustível nas bombas.

    A análise do Cepea reflete um cenário dinâmico no mercado de etanol, onde fatores como produção, demanda e preços são influenciados por uma série de variáveis econômicas e sazonais. A queda nos preços em maio, apesar da demanda robusta, evidencia a importância de um monitoramento contínuo para compreender as nuances desse mercado vital para a economia brasileira.

  • Preços de carne de frango caem em maio devido à demanda enfraquecida

    Preços de carne de frango caem em maio devido à demanda enfraquecida

    Os preços médios de quase todos os produtos de origem avícola acompanhados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) devem encerrar maio abaixo dos verificados em abril.

    Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da demanda enfraquecida por carne de frango na maior parte do mês; houve pequena reação apenas na semana que antecedeu o Dia das Mães.

    Quanto aos cortes e miúdos, dentre os pesquisados pelo Cepea, a tulipa congelada foi a que mais se desvalorizou de abril para maio (até o dia 28), em significativos 7,9%, no atacado da Grande São Paulo.

    Já no mercado de pintinho de corte, a baixa oferta de animais e a demanda externa aquecida têm impulsionado as cotações.