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  • Brasil avança na transição energética e amplia soluções sustentáveis

    Brasil avança na transição energética e amplia soluções sustentáveis

    Os impactos das mudanças climáticas já são evidentes e exigem ações imediatas. A América do Sul, com sua matriz energética renovável e indústria inovadora, tem condições de liderar a transição para uma economia de baixo carbono. O Brasil ocupa posição estratégica nesse processo. Segundo o Fórum Econômico Mundial, o país alcançou a 12ª posição no Índice de Transição Energética (ETI), liderando entre nações emergentes e ocupando o terceiro lugar no G20.

    Neste Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas (16), a atenção se volta para o papel do setor produtivo na economia de baixo carbono. Ou seja, empresas estão transformando desafios ambientais em oportunidades de inovação e crescimento sustentável.

    Indústria química impulsiona transformação verde

    A indústria química tem papel essencial nessa transição. A BASF lidera iniciativas para reduzir a pegada de carbono na produção e oferecer soluções sustentáveis a outras indústrias. O programa Triple E (Excelência em Eficiência Energética) otimiza o consumo de energia em diversas unidades produtivas da América do Sul. Em geral, desde sua implementação, mais de 250 iniciativas foram adotadas. Em 2017, a BASF tornou-se a primeira indústria química do Brasil certificada pela norma ISO 50.001 de gestão de energia.

    No Complexo Químico de Guaratinguetá (SP), a otimização energética reduziu o consumo em 28% até 2024, evitando a emissão de 15 mil toneladas de CO2 por ano. No Complexo de Tintas e Vernizes de São Bernardo do Campo (SP), o programa Demarchi+Ecoeficiente reduziu o consumo de água em 35%. “Nosso compromisso com a sustentabilidade vai além do discurso. Cada iniciativa fortalece a eficiência produtiva”, destaca Daniel Marcon, vice-presidente de operações da BASF para a América do Sul.

    Transição energética avança no agronegócio do Brasil 

    A BASF também acelera a transição para fontes renováveis em suas Estações de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Unidades em Santo Antônio de Posse (SP), Trindade (GO), Sinop (MT) e Rio Verde (GO) migraram para eletricidade de fontes limpas. Até outubro de 2024, essa iniciativa evitou a emissão de 310 toneladas de CO2.

    As fábricas da BASF na América do Sul utilizam energia certificada pelo padrão internacional I-REC, garantindo zero emissão de carbono. Em resumo, desde 2022, essa transição evitou a emissão de 17.485 toneladas de CO2, reforçando a descarbonização industrial.

    Biocombustíveis impulsionam sustentabilidade

    Os biocombustíveis avançam com apoio de políticas como a Lei do Combustível do Futuro, que define a meta de 20% de biodiesel no diesel até 2030. O biodiesel tem papel estratégico na redução de emissões no Brasil. Portanto, a BASF apoia essa transição com soluções ecoeficientes, como o catalisador metilato de sódio e o ácido metanossulfônico (Lutropur® MSA), que substitui químicos agressivos e promove produção sustentável.

    Ao mesmo tempo, a busca por alternativas sustentáveis também avança na pavimentação. O aditivo B2Last® melhora a elasticidade do betume, reduzindo emissões de CO2 na produção e aplicação do asfalto. Além disso, permite temperaturas menores de trabalho, beneficiando a saúde dos trabalhadores e reduzindo impactos ambientais.

    Empresas ampliam competitividade com economia circular

    A urgência climática exige que empresas adotem soluções sustentáveis e invistam na economia circular. No setor químico, a transição para uma economia de baixo carbono representa inovação e liderança. Portanto, empresas que estruturam estratégias sustentáveis ganham relevância no mercado e atraem investidores.

    Na BASF, esse compromisso se traduz em ações concretas. “Os desafios da sustentabilidade são complexos, mas soluções já estão em curso. O setor produtivo precisa agir com metas claras e iniciativas que impulsionem a descarbonização”, afirma Santiago Ricco, gerente sênior de Energias e Utilidades da BASF para a América do Sul.

    Com a adoção de tecnologias sustentáveis, a indústria química reforça seu papel na transição para uma economia de baixo carbono. Além disso, empresas que lideram essa transformação ampliam sua competitividade e impulsionam um futuro mais sustentável.

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  • BASF tem novo Vice-Presidente de Operações na América do Sul

    BASF tem novo Vice-Presidente de Operações na América do Sul

    A BASF nomeou Daniel Neptune Marcon como o novo Vice-Presidente de Operações para a América do Sul. O executivo também será responsável pelo Complexo Químico de Guaratinguetá, localizado no interior de São Paulo.

    Marcon possui uma carreira de mais de 20 anos na BASF, iniciada na planta de São Bernardo do Campo (SP). Ao longo de sua trajetória, ele trabalhou em diversas unidades da companhia na América do Norte, Europa e América do Sul.

    O executivo possui experiência em manufatura e cadeia de suprimentos, além de forte atuação em liderança e desenvolvimento de pessoas. Marcon esteve à frente de diversos projetos estratégicos ao longo de sua carreira.

    “Voltar ao Brasil e, em especial à Guaratinguetá, é um momento significativo para minha trajetória e com um compromisso renovado com a expansão sustentável e a inovação de nosso setor”, destaca Marcon. O executivo afirma que irá fortalecer a excelência da BASF e promover um ambiente que priorize o desenvolvimento de pessoas, a segurança e a criação de soluções de impacto para a sociedade.

    Formação e carreira

    Daniel Marcon é formado em Engenharia Química pela Unicamp – Universidade Estadual de Campinas, e possui MBA em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Ele iniciou sua carreira na BASF como trainee, em 2003. Marcon já trabalhou em unidades da companhia na Alemanha e Espanha, e também nas áreas de dispersões e resinas e na Suvinil. Em Guaratinguetá, atuou de 2015 a 2018. Depois assumiu o cargo de Vice-Presidente de Operações e Tecnologia de Dispersões e Resinas em Charlotte, nos Estados Unidos.

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  • Psilídeo-de-concha: desafio para o setor florestal brasileiro

    Psilídeo-de-concha: desafio para o setor florestal brasileiro

    O Brasil, um dos maiores produtores mundiais de celulose e produtos derivados do setor florestal, enfrenta um dos seus principais desafios: o psilídeo-de-concha (Glycaspis brimblecombei). Este inseto, de origem australiana, pode causar perdas de até 30% nas plantações de eucalipto, afetando significativamente a produtividade e a sustentabilidade do setor.

    O setor de árvores cultivadas no Brasil contribui com R$ 37,9 bilhões para o PIB nacional e gera R$ 202 bilhões em receita bruta anual, além de exportar US$ 12,7 bilhões. As florestas cultivadas também desempenham um papel crucial no sequestro de carbono, estocando cerca de 4,92 bilhões de toneladas de CO₂eq. No entanto, o psilídeo-de-concha tem se expandido rapidamente desde sua chegada ao Brasil em 2003, aumentando mais de 65% entre 2020 e 2023.

    Danos causados pelo psilídeo-de-concha

    As plantas afetadas apresentam folhas cobertas por pequenas conchas cônicas, que podem causar desfolhamento e levar à morte das árvores. Além disso, a infestação reduz a área foliar, diminuindo a atividade fotossintética e comprometendo o desenvolvimento das plantas. A Embrapa estima que o inseto pode causar perdas de produtividade de até 30%, além de favorecer o ataque de pragas secundárias e a ocorrência de doenças.

    Diante desse cenário, a BASF lançou o Fastac® Duo, um produto de ação sistêmica e de contato que combina eficiência no controle com flexibilidade na aplicação. O produto permite até três aplicações anuais, com um período de reentrada adaptado às necessidades de cada produtor. O lançamento ocorreu no BASF Forest Summit 2025, um evento que reuniu especialistas do setor florestal para discutir tecnologia e inovação.

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  • Novo inseticida contra cigarrinha-do-milho e a mosca-branca

    Novo inseticida contra cigarrinha-do-milho e a mosca-branca

    A BASF está prestes a lançar no Brasil um novo inseticida projetado para combater a cigarrinha-do-milho e a mosca-branca, pragas que têm causado prejuízos significativos aos cultivos de milho, algodão e soja nos últimos anos. O lançamento está programado para ocorrer em 2025, após a aprovação do registro do produto em dezembro de 2024.

    O produto contém uma molécula inovadora que representa um avanço global da BASF. O inseticida será inicialmente disponibilizado para a cultura do milho, sendo o primeiro país da América Latina a receber essa ferramenta eficaz de controle. A empresa destaca que a cigarrinha-do-milho é uma das principais ameaças à produção agrícola no Brasil, podendo causar perdas de produtividade superiores a 70% em áreas com alta incidência da praga, conforme pesquisas da Embrapa.

    O novo inseticida é focado no controle de insetos vetores que transmitem doenças, considerados um dos maiores desafios da agricultura brasileira. A BASF aponta que até então não havia ferramentas eficazes disponíveis para o manejo dessas pragas. Além do milho, o novo produto também recebeu registro para outras culturas hortifrutigranjeiras, como citros, melão, batata, tomate e cebola. O lançamento comercial para essas culturas está previsto para os próximos anos.

    A cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) e a mosca-branca são pragas que têm causado sérios danos ao agronegócio brasileiro, especialmente nas lavouras de milho, soja e algodão. A crescente infestação desses insetos tem gerado preocupações significativas entre os produtores, com perdas que podem chegar a 70% em casos de descontrole.

    Cigarrinha-do-Milho e mosca-branca

    A cigarrinha-do-milho é uma praga migratória que se espalhou por diversos estados brasileiros, resultando em prejuízos econômicos alarmantes. De acordo com estudos da Embrapa, os enfezamentos transmitidos pela cigarrinha podem comprometer até 100% da produção em lavouras afetadas. A praga não apenas suga a seiva das plantas, mas também atua como vetor de doenças, como o enfezamento pálido e a virose do raiado fino.
    As perdas em produtividade causadas pela cigarrinha são significativas. Em áreas com alta incidência da praga, os prejuízos podem ultrapassar 70%, conforme relatórios do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Além disso, o aumento na aplicação de defensivos agrícolas para controlar as infestações eleva consideravelmente os custos de produção, com acréscimos de até R$ 200,00 por hectare.

    A mosca-branca também representa uma ameaça significativa para as lavouras brasileiras. Este inseto é conhecido por causar danos diretos às plantas ao sugar sua seiva e transmitir vírus que afetam o crescimento e a produtividade das culturas. A infestação por moscas-brancas pode resultar em uma queda drástica na qualidade dos produtos agrícolas, impactando diretamente a rentabilidade dos produtores.

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  • Produção: segunda safra deve crescer em 2025

    Produção: segunda safra deve crescer em 2025

    A segunda safra tem se tornado cada vez mais relevante na agricultura brasileira. De acordo com a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta terça-feira (14), a produção de milho para a temporada 2024/2025 deve crescer, alcançando 119,6 milhões de toneladas no total das três safras, o que representa um aumento de 3,3% em relação à temporada anterior. A chamada “safrinha” é responsável por cerca de 80% dessa produção.

    No que diz respeito ao algodão, a área cultivada deve alcançar 2 milhões de hectares, com uma produção estimada em 3,7 milhões de toneladas, sendo a maior parte proveniente da segunda safra.

    Para maximizar o potencial produtivo, os produtores devem estar atentos a diversos fatores. Sérgio Zambon, gerente de Desenvolvimento de Tecnologias Brasil da BASF Soluções para Agricultura, enfatiza que o sucesso da segunda safra começa no manejo adequado da safra anterior. “É fundamental evitar altas infestações de pragas como nematoides e mosca branca, além de planejar todas as necessidades do cultivo da safrinha”, afirma Zambon.

    Dicas para aumentar a produtividade

    Zambon recomenda que os agricultores semeiem na melhor janela de plantio e escolham sementes certificadas e tratadas. Além disso, é essencial realizar o manejo adequado de pragas e doenças para evitar perdas. Entre as dicas do especialista estão:

    • Combater a cigarrinha do milho logo no início com produtos eficientes.
    • Escolher produtos de alta qualidade e rotacionar inseticidas, fungicidas e herbicidas para evitar resistência.

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    • Usar fungicidas preventivos com multissítios para proteger a produtividade.
    • Optar por cultivares geneticamente modificados que facilitem o controle de pragas e doenças.

    Manejo do algodão

    No cultivo do algodão, é importante controlar o crescimento excessivo das plantas. “Os reguladores de crescimento ajudam a manter o algodoeiro sob controle, favorecendo as operações de manejo fitossanitário e colheita”, explica Zambon.

    Com as previsões positivas para a segunda safra e as orientações dos especialistas, os produtores têm a oportunidade de maximizar sua produtividade e rentabilidade. A adoção das melhores práticas agrícolas e o uso de tecnologias avançadas são fundamentais para garantir uma colheita bem-sucedida na próxima temporada.

  • Safra de Soja 2024/2025 apresenta cenário otimista

    Safra de Soja 2024/2025 apresenta cenário otimista

    Com um índice de chuvas adequado e condições favoráveis para o desenvolvimento das lavouras, a safra de soja 2024/2025 no Brasil promete ser promissora. Projeções da Agroconsult indicam uma produção superior a 172,2 milhões de toneladas, um aumento de 16,7 milhões em relação à temporada 2023/2024.

    No entanto, apesar das boas expectativas, os agricultores devem manter vigilância no controle de doenças e pragas que podem comprometer a produtividade.

    Preocupações no Paraná e Mato Grosso do Sul, otimismo no Rio Grande do Sul

    Na região do Paraná e Mato Grosso do Sul, a incidência precoce do percevejo marrom tem gerado preocupação entre os produtores. Sérgio Silva, gerente de Desenvolvimento de Mercado Sul da BASF Soluções para Agricultura no Brasil, destaca a importância da prevenção contra doenças como cercóspora e ferrugem. “Devemos ter cuidados especiais com as doenças que costumam se intensificar da metade para o final do ciclo da soja”, alerta.

    Porém, Silva enfatiza a necessidade de aplicações preventivas e a escolha de produtos seletivos, especialmente devido à combinação de chuvas e altas temperaturas na região. “É fundamental que o agricultor utilize ferramentas mais seletivas para evitar fitotoxicidade nas folhas”, explica.

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    No Rio Grande do Sul, o cenário também é positivo. Miguel Manosso, gerente de Desenvolvimento de Mercado da BASF, informa que as lavouras plantadas em outubro estão se desenvolvendo bem, tanto na soja quanto no arroz. “Esperamos uma safra de alta produtividade, com algumas doenças em ascensão. A ferrugem pode ter uma ocorrência menor este ano, mas outras doenças como manchas devem crescer”, alerta Manosso.

    Estabilidade no Mato Grosso e plantio tranquilo no MATOPIBA

    Em Mato Grosso, até a primeira quinzena de outubro, a instabilidade nas chuvas preocupava os agricultores. Contudo, Alexandre Santaella, gerente de Desenvolvimento de Mercado Norte-Mato Grosso da BASF, relata que o índice pluviométrico estabilizou e o desenvolvimento das lavouras está tranquilo. “O excesso de chuva e nebulosidade é perfeito para doenças e dificulta o calendário de aplicações de fungicidas”, destaca.

    Atualmente, a incidência forte de lagartas dos gêneros Spodoptera e Helicoverpa tem sido observada. “Muitos produtores estão agindo preventivamente com inseticidas fisiológicos”, afirma Santaella.

    Na região do MATOPIBA — que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia — o plantio está progredindo sem problemas. Marlo Friedrich, Técnico em Desenvolvimento de Mercado da BASF, relata que as chuvas chegaram mais cedo este ano e estão mais regulares. “As lavouras estão bem estabelecidas e as plantas apresentam vigor e potencial produtivo elevado”, conclui.

    A safra de soja 2024/2025 apresenta um panorama otimista para os produtores brasileiros. No entanto, é crucial que os agricultores permaneçam atentos ao manejo adequado para garantir que as boas projeções se concretizem. O controle eficaz de pragas e doenças será fundamental para maximizar a produtividade e assegurar o sucesso desta safra promissora.

  • Meio ambiente – como proteger as abelhas durante a florada da soja

    Meio ambiente – como proteger as abelhas durante a florada da soja

    Com o início da fase de florescimento da soja, que ocorre entre 20 e 30 dias após a semeadura, é comum que insetos polinizadores, como abelhas, visitem as lavouras para coletar néctar. No entanto, o uso inadequado de inseticidas durante esse período pode ameaçar a sobrevivência desses polinizadores, essenciais para a biodiversidade e a produtividade agrícola. O alerta é de especialistas da BASF, que recomendam o uso de boas práticas de manejo para mitigar esses riscos e preservar os insetos.

    Segundo Marcelo Batistela, vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF no Brasil, a empresa está comprometida em promover a biodiversidade e a segurança alimentar por meio de treinamentos que ensinam o uso correto de tecnologias agrícolas. “O uso indevido de pesticidas é um problema sério, e precisamos garantir que isso seja tratado com atenção. Oferecemos apoio aos agricultores com treinamentos sobre o uso seguro de produtos e incentivamos práticas sustentáveis para proteger os polinizadores e garantir a sustentabilidade da agricultura”, destacou Batistela.

    Importância dos polinizadores na produção agrícola

    Os polinizadores desempenham um papel fundamental na produtividade agrícola em diversas culturas, como a soja. Um estudo realizado pela Rutgers University mostrou que fazendas em todo o mundo, incluindo na América do Sul, apresentam redução na produção de grãos devido à baixa presença de polinizadores. No Brasil, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aponta que a presença de abelhas pode aumentar a produtividade da soja em até 13%.

    Safra de verão pode representar perigo aos insetos com uso indevido de inseticidas

    Maurício do Carmo Fernandes, gerente de Stewardship e Sustentabilidade da BASF, explica que os agricultores devem tomar medidas específicas para proteger os polinizadores durante a safra da soja. Entre as práticas recomendadas está a aplicação de inseticidas em horários apropriados, como no final da tarde ou à noite. E também o monitoramento das condições climáticas, como temperatura e velocidade do vento, para evitar danos às abelhas. Além disso, é fundamental que os agricultores reconheçam as diferenças entre pragas, inimigos naturais e polinizadores para garantir uma aplicação segura dos produtos.

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    “Os polinizadores ficam mais ativos durante o florescimento da soja, e a aplicação inadequada de inseticidas pode levar à morte desses insetos. Com práticas simples, os produtores podem reduzir esses riscos e garantir uma convivência harmoniosa entre a produção agrícola e a preservação da biodiversidade”, afirma Fernandes.

    Iniciativas de preservação e sustentabilidade

    A BASF tem investido em parcerias e projetos para promover a sustentabilidade no campo. Um exemplo é o projeto “Agricultura para um futuro positivo com a natureza”, que envolve diversas instituições para impulsionar práticas agrícolas mais sustentáveis e benéficas ao meio ambiente. No Rio Grande do Sul, a iniciativa já conta com a participação de 18 produtores e 19 apicultores. Eles trabalham juntos para garantir a proteção dos polinizadores e a sustentabilidade da agricultura.

    Abelhas convivem com soja
    Boas práticas agrícolas podem mitigar risco de morte de polinizadores durante florada da soja

    Além disso, em parceria com a Embrapa, a BASF tem realizado estudos desde 2022 para validar protocolos de Boas Práticas Agrícolas e Apícolas. Isso mostra que é possível a convivência entre a produção de soja e a apicultura, com benefícios mútuos para ambos os setores.

    As boas práticas agrícolas são essenciais para mitigar os riscos à vida dos polinizadores durante o florescimento da soja. Com o uso correto de inseticidas e o respeito às recomendações técnicas, os agricultores podem garantir a preservação dos insetos, que são fundamentais para a produtividade e a sustentabilidade da agricultura no Brasil.

  • BASF apresenta resultados iniciais do programa global de agricultura de baixo carbono

    BASF apresenta resultados iniciais do programa global de agricultura de baixo carbono

    A BASF divulgou os primeiros resultados de seus ensaios no Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, mostrando que é possível reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agricultura em até 30% em comparação com práticas agrícolas convencionais. Essa meta foi estabelecida pela empresa em 2020, com o objetivo de auxiliar os agricultores na diminuição das emissões de GEE por tonelada de cultivo produzido. A redução das emissões depende de iniciativas inteligentes e adaptadas ao clima, variando conforme o tipo de cultivo e a região.

    Os testes foram realizados em diversas regiões agrícolas ao redor do mundo, abrangendo cultivos estratégicos como soja, milho, arroz, trigo e canola. Os resultados obtidos entre 2021 e 2023 indicam que a diminuição das emissões de GEE requer uma combinação de práticas, produtos e tecnologias. O relatório destaca o sucesso das iniciativas implementadas, como o uso otimizado de fertilizantes por meio de sistemas digitais que auxiliam na tomada de decisões, além da aplicação de estabilizadores de nitrogênio e sementes de alto desempenho.

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    “A emergência climática já é uma realidade. Os métodos de cultivo precisam ser adaptados para reduzir significativamente as emissões sem comprometer a produtividade. Esse é um desafio, mas temos as soluções certas para apoiar os agricultores e tenho certeza de que, se você ama a agricultura, deve se comprometer com a sustentabilidade como nós estamos fazendo”, afirmou Marko Grozdanovic, vice-presidente sênior de Marketing Global da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF. “Os dados que obtemos de nossos ensaios de campo apoiam nosso Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, com recomendações para capacitar os agricultores a se tornarem pioneiros em mudanças positivas no clima e na natureza.”

    Os ensaios também evidenciam os desafios enfrentados pelos agricultores na redução das emissões, especialmente devido a condições climáticas adversas ou impactos na produtividade. Por isso, a BASF, em parceria com outras entidades, informa que vai continuar testando estratégias agrícolas através do Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, buscando soluções práticas e inteligentes para o clima, fundamentadas em ciência e dados para agricultores em todo o mundo.

    Para acessar o relatório completo e obter mais detalhes, visite o site da BASF.

  • BASF anunciou mudanças em sua Divisão Agro

    BASF anunciou mudanças em sua Divisão Agro

    A BASF anunciou mudanças em sua estrutura, nomeando Graciela Mognol como nova diretora de Marketing da Divisão de Soluções para Agricultura no Brasil. Graciela, que atuava desde outubro de 2023 como diretora para o Sistema de Cultivos Soja, assume o cargo no lugar de Hugo Borsari. Ele se mudará para os Estados Unidos para ocupar a vice-presidência do negócio de Sementes na América do Norte.

    Graciela Mognol é engenheira agrônoma formada pela Universidade de Passo Fundo (UPF). Ela possui especialização em Marketing pela Northwestern University – Kellogg School of Management, em Chicago (EUA). Com mais de 20 anos de experiência em vendas e marketing, ela já passou por grandes empresas do setor agro e da construção civil. Em sua nova função, Graciela pretende dar continuidade ao trabalho que vem realizando na BASF.

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    “Nesse tempo, consegui apoiar a aceleração da nova fase de integração das equipes de sementes, proteção de cultivos e agricultura digital, fortalecendo nossa visão holística para os sistemas de cultivo. O objetivo sempre foi e será melhor atender os nossos clientes, entendendo suas dores e desafios. A partir de agora, minha missão será continuar a traçar estratégias para nos conectarmos cada vez mais com os produtores e trabalhar pelo nosso maior propósito: a agricultura brasileira”, afirmou Graciela.

    Graciela Mognol é nova diretora de Marketing da Divisão Agro da BASF no Brasil

    Nova fase também para Hugo Borsari

    Hugo Borsari ingressou na Divisão Agro da BASF em 2018 como diretor do Negócio de Sementes no Brasil e, posteriormente, assumiu a mesma posição para a América Latina. No último ano, ele focou na integração das equipes para acelerar a capacidade da empresa de oferecer soluções que atendam às necessidades dos agricultores. “Olho para essa nova fase com entusiasmo por ter a oportunidade de seguir na agricultura. E trabalhar e conhecer um novo mercado, novos colegas e nova cultura”, declarou Borsari.

    Rafael Vicentini, engenheiro e especialista em Agronegócios pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), será o novo responsável pela Diretoria de Marketing para Sistemas de Cultivo Soja. Ele assume a posição deixada por Graciela Mognol.

    Com essa reestruturação, a BASF busca fortalecer sua presença no mercado agrícola brasileiro. E continuar a oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para os produtores do país.

  • La Niña – mudanças no clima vão impactar o preço da alimentação

    La Niña – mudanças no clima vão impactar o preço da alimentação

    As mudanças climáticas, especialmente a influência do fenômeno La Niña, devem impactar significativamente os preços da alimentação na próxima safra no Brasil. Especialistas alertam que as condições climáticas adversas podem afetar a produção agrícola, resultando em uma elevação nos custos dos alimentos.

    O La Niña, caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, pode provocar alterações nos padrões de chuva e temperatura, impactando diretamente as safras de diversos produtos agrícolas. Essa situação pode levar a uma redução na oferta de alimentos, o que, por sua vez, tende a elevar os preços no mercado.

    Para enfrentar esses desafios, ferramentas digitais têm se mostrado aliadas importantes para os agricultores. A utilização de tecnologias de monitoramento climático e gestão agrícola pode auxiliar na tomada de decisões mais informadas, permitindo que os produtores se adaptem rapidamente às mudanças nas condições climáticas. Essas soluções digitais podem otimizar o uso de insumos e melhorar a eficiência na produção, ajudando a mitigar os efeitos negativos das mudanças climáticas.

    Com a expectativa de que o La Niña continue a influenciar o clima nos próximos meses, é crucial que os agricultores se preparem e adotem estratégias que possam garantir a sustentabilidade e a rentabilidade de suas atividades. A combinação de tecnologia e práticas agrícolas adaptativas pode ser a chave para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas. E também garantir a segurança alimentar no Brasil.

    Impactos no Brasil

    As expectativas apontam para um período com menos chuvas no Centro-Sul do País, concentrando as precipitações nas regiões Norte e Nordeste.

    No que se refere à safra de soja 2024/2025, agricultores já buscam seus insumos para o novo ciclo. E se preparam para iniciar o plantio, que deve ser puxado por Mato Grosso em setembro. Porém, os desafios começaram antes mesmo da temporada.

    Por conta dos padrões de chuva atípicos, os agricultores devem planejar o plantio e o manejo de forma a mitigar os efeitos do La niña. Algumas estratégias, como a escolha de cultivares certificadas, de alta qualidade, mais precoces ou tardias (dependendo da região), escalonamento de plantio, uso de tratamento de sementes, aplicações preventivas e com intervalos corretos de fungicidas, bem como o auxílio de ferramentas digitais, podem reduzir os riscos de perda de produtividade.

    De acordo com a diretora de Marketing para Sistemas de Cultivo Soja da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF, Graciela Mognol, esse é o momento para o agricultor analisar o cenário em sua região. E tomar decisões de compra baseadas em dados, procurando profissionais capacitados para auxiliá-lo.

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    “Podemos ter secas na região Sul do Brasil, principalmente no período inicial, quando o cultivo ainda está se adaptando no solo. Já no Cerrado, especialmente em Mato Grosso, vemos chuvas em excesso, principalmente no momento da colheita. Entender essa complexidade climática é fundamental para que se possa extrair o máximo da lavoura e minimizar impactos”, afirma.

    Escolhendo cultivares e momento de plantio

    Na hora de decidir as cultivares de soja e escolher o momento do plantio, a dica é não apostar todas as fichas em uma só estratégia. Optar por cultivares com diferentes níveis de maturação e combinar com escalonamento de plantio (semear a lavoura em momentos diferentes) pode ser uma alternativa interessante.

    Para o Sul, a dica é escolher cultivares médias e tardias, que possuem um ciclo mais longo, considerando a previsão de período de seca na fase vegetativa da lavoura. Dessa forma, o agricultor abre uma janela maior de recuperação para que a planta se desenvolva. Optando por cultivares muito precoces, o risco é comprometer todo o potencial produtivo por conta da escassez hídrica.

    Já no Cerrado, o apodrecimento de vagens e grãos pode ser uma grande dor de cabeça. Isso em decorrência da previsão de chuvas na época de colheita. Por isso, escolher cultivares com tolerância a doenças de fim de ciclo. E que suportem o clima mais úmido nessa fase. Além de escalonar a semeadura para conseguir colher as áreas em momentos diferentes, é decisivo no resultado da safra.

    Além disso, existem ferramentas podem ser grandes aliadas na tomada de decisão dos agricultores. A solução de semeadura em taxa variável permite que seja realizada uma melhor distribuição das sementes de acordo com potencial produtivo de cada talhão. Possibilitando assim uma maior eficiência no uso de insumos, melhor uniformidade no campo e maior produtividade.

    Outra solução é a de gestão nutricional do talhão que oferece uma coleta de solo otimizada e uma recomendação digital de nutrientes e corretivos de solo em taxa variável. Essas e outras soluções contribuem para aumentar a produtividade e a rentabilidade no campo por meio de tecnologias somadas ao conhecimento agronômico.

    Prevenir doenças é melhor que tentar controlar

    Já para o manejo de doenças, os fungicidas preventivos e seletivos serão uma das chaves para alcançar a máxima produtividade na safra 2024/2025. O mais recomendado é impedir que doenças como ferrugem, mancha-alvo, cercospora e mofo-branco se instalem na lavoura, em vez de realizar manejos curativos, que não conseguem controlar 100% da disseminação dos patógenos. Por isso, as primeiras aplicações de fungicidas são essenciais.

    Por conta do cenário de chuvas mais irregulares no Sul, por exemplo, alguns agricultores podem escolher aumentar o intervalo entre as aplicações, visando reduzir a fitotoxicidade (danos nas folhas). No entanto, essa decisão pode piorar o cenário futuro: quando a área estiver mais úmida, as doenças podem evoluir de forma rápida.

    Para reduzir esses danos, duas práticas são fundamentais: escolher soluções altamente seletivas e programar aplicações noturnas, que têm o intuito de reduzir os efeitos dos raios solares fortes e das altas temperaturas, que podem causar danos às folhas e reduzir a produção.