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  • Algodão atinge maior preço em nove meses no Brasil

    Algodão atinge maior preço em nove meses no Brasil

    Os preços do algodão em pluma seguem em alta no Brasil e sustentam o mercado interno. O Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em oito dias, alcança o maior patamar nominal desde julho de 2025.

    Esse avanço ocorre devido às cotações internacionais mais firmes e à postura cautelosa dos vendedores. Além disso, o período de entressafra reduz a oferta e reforça a valorização da pluma no país.

    Os preços elevados do petróleo também influenciam o mercado e sustentam os custos de produção. As condições climáticas no Brasil e nos Estados Unidos contribuem para o cenário de alta.

    No mercado spot, agentes realizam negociações pontuais para atender demandas imediatas. As compras focam na reposição de estoques e evitam volumes elevados neste momento.

    O volume mais amplo de negócios segue limitado pelo desencontro entre expectativas de preços. Os compradores e os vendedores mantêm posições divergentes, o que reduz a liquidez do mercado.

    Do lado da demanda, indústrias enfrentam dificuldades para repassar os custos ao consumidor final. Os reajustes na matéria-prima e em outros insumos pressionam a cadeia produtiva. As vendas no varejo continuam enfraquecidas e impactam o consumo de produtos têxteis.

    Esse cenário mantém as compras cautelosas ao longo de toda a cadeia. Os juros elevados reduzem o consumo e dificultam o acesso ao crédito. O alto endividamento das famílias também limita a demanda por produtos. A inflação persistente contribui para restringir ainda mais o consumo no mercado interno.

  • Do cacau ao ovo de chocolate: como a crise global explica os preços altos

    Do cacau ao ovo de chocolate: como a crise global explica os preços altos

    A aproximação da Páscoa aquece não só as vendas de ovos de chocolate, mas também o comércio exterior do principal insumo da data: o cacau. E, neste ano, o consumidor brasileiro sente esse movimento no bolso com mais intensidade. O chocolate em barra e bombom acumula alta de 24,77% em 12 meses até janeiro de 2026. Mais de cinco vezes acima da inflação geral de 4,44%, segundo o IPCA.

    chocolate amargo
    Foto: Sigmund/Unsplash

    Para Ahmed El Khatib, professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da FECAP, o aumento não é pontual nem exclusivamente sazonal. “Antes mesmo do efeito Páscoa, o chocolate já vinha encarecendo forte no Brasil. Isso revela que o problema é estrutural, envolvendo matéria-prima, energia, frete e embalagens”, explica.

    O choque do cacau em 2024 ainda ressoa

    O principal gatilho foi a crise histórica no mercado de cacau em 2024, quando a cotação internacional ultrapassou US$ 10 mil por tonelada, mais que o triplo da média histórica. Quebras sucessivas de safra na África Ocidental, sobretudo na Costa do Marfim e em Gana, responsáveis por cerca de 60% da produção mundial, derrubaram a oferta global.

    “Doenças nas lavouras, eventos climáticos extremos associados ao El Niño e o envelhecimento dos cacaueiros reduziram drasticamente a oferta. Como o cacau representa entre 30% e 40% do custo industrial do chocolate, o repasse foi inevitável”, afirma Ahmed.

    Mesmo com a correção dos preços internacionais para a faixa de US$ 5 mil por tonelada, o consumidor ainda não sente alívio. “A indústria trabalha com contratos futuros e estoques. Muitas empresas travaram preços quando o cacau estava muito caro. O reflexo na gôndola ocorre com defasagem”, explica. Outro fator que amplifica o custo doméstico: o cacau tem cotação em dólar, e qualquer desvalorização do real encarece ainda mais a matéria-prima para a indústria nacional.

    Brasil exporta cacau, mas ainda depende de importações

    Esse cenário global se conecta diretamente à posição contraditória do Brasil no comércio exterior do setor. Embora o país figure como produtor e exportador relevante de cacau e derivados,com exportações que cresceram mais de 86% entre 2021 e 2025, aproximando-se de US$ 1 bilhão, ele ainda recorre ao mercado externo para abastecer a própria indústria.

    Em 2024, o Brasil importou cerca de 41 mil toneladas de derivados de cacau, entre manteiga, pó e pasta, com investimento superior a US$ 160 milhões. Costa do Marfim, Gana e Malásia lideraram o fornecimento. No segmento de chocolates prontos, o país importou mais de 20 mil toneladas, vindas principalmente de países europeus e da Argentina.

    Para a CEO da Accrom Consultoria em Logística Internacional, Cristiane Fais, a Páscoa escancarou a complexidade dessa cadeia. “O Brasil exporta derivados, mas ainda depende da importação para equilibrar a produção interna. Em datas como esta, a logística precisa ser ainda mais eficiente para evitar rupturas no abastecimento e aumento de custos.”

    Cristiane Fais, CEO da Accrom Consultoria em Logística Internacional. Foto: Divulgação

    Ela destaca que câmbio, frete e instabilidades climáticas nos países produtores pressionam diretamente o preço final ao consumidor. “Qualquer oscilação na produção internacional ou no transporte pode refletir rapidamente nas prateleiras. Empresas que atuam com importação e exportação precisam estar preparadas para cenários voláteis.”

    Alta apareceu nas prateleiras

    Levantamentos em grandes varejistas confirmam o impacto. Um ovo de 277g que custava em média R$ 45 passou para R$ 56,99, alta superior a 26%. Outros produtos registraram aumentos entre 16% e 25%.

    O consumidor pode perceber essa pressão de três formas, segundo Ahmed: aumento nominal do preço, redução da gramatura com valor semelhante, ou promoções mais seletivas. O professor lembra ainda que o ovo de Páscoa concentra custos além do chocolate. “O consumidor não paga apenas pelo chocolate, mas por toda a estrutura sazonal que envolve o produto” (embalagem especial, marketing e logística refrigerada).

    A antecipação das vendas, cada vez mais comum desde janeiro, também segue uma lógica clara. “A Páscoa representa de 25% a 30% do faturamento anual do setor de chocolates. Antecipar as vendas dilui risco, melhora o giro de estoque e ajuda no fluxo de caixa”, explica Ahmed.

    Quando os preços podem cair?

    Há expectativa de superávit global de cacau até o fim de 2026. Se o cenário se confirmar, parte do alívio pode chegar ao consumidor ao longo de 2027. Mas sem retorno aos patamares anteriores ao choque.

    Ahmed Sameer El Khatib  é professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Foto: Divulgação

    Ahmed ilustra a dimensão desse possível alívio: em um ovo de R$ 70, cerca de 30% do preço final tem ligação direta com o cacau. “Se o preço internacional cair 30% e o movimento for totalmente repassado, o impacto máximo seria cerca de R$ 6 de redução. Na prática, como o repasse costuma ser parcial, a queda poderia ser de aproximadamente R$ 3, levando o produto de R$ 70 para cerca de R$ 67. “Mesmo com superávit, dificilmente veremos uma volta aos preços antigos. Há rigidez para baixo no varejo e outros custos continuam elevados”, conclui.

    Como economizar nesta Páscoa

    Apesar do cenário adverso, o consumidor pode adotar estratégias simples. A principal dica do professor é comparar o preço por grama, não o valor total do ovo. “Comparar alternativas como barras e caixas de bombom pode gerar economia relevante.”

    Outra saída é montar kits alternativos. “Combinar uma barra de chocolate com uma caixa menor e um mimo adicional costuma sair mais barato do que um ovo grande, que concentra custo de embalagem e sazonalidade.” Pesquisar em supermercados, atacarejos e e-commerce também ajuda, já que a dispersão de preços tende a crescer em anos de alta.

    Ahmed encerra com um alerta direto: “A última semana antes da Páscoa costuma ser emocionalmente mais cara. Em um cenário de preços elevados, planejamento deixa de ser apenas uma boa prática e passa a ser uma necessidade financeira.”

  • Entenda a alta do preço do etanol hidratado na safra 25/26

    Entenda a alta do preço do etanol hidratado na safra 25/26

    O etanol hidratado negociado nas usinas paulistas superou R$ 3 por litro pela primeira vez na safra 2025/26. Segundo levantamentos do Cepea, o valor líquido de impostos ultrapassou essa marca na última semana.

    De acordo com o Centro de Pesquisas, a oferta reduzida na fase final da safra sustentou os preços. Além disso, os vendedores mantiveram postura firme nas negociações realizadas no mercado paulista.

    A demanda também impulsionou as cotações, com distribuidoras ativas na recomposição dos estoques. Esse movimento ocorreu após as vendas realizadas durante as festas de Natal e Ano Novo. Nesse cenário, o volume comercializado cresceu de forma expressiva no início de janeiro.

    Dados do Cepea indicam que as vendas entre 5 e 9 de janeiro foram as maiores desde janeiro de 2024. No período, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado em São Paulo fechou em R$ 3,0228 por litro. O valor representa alta de 2,26% em relação ao intervalo imediatamente anterior.

    Já o etanol anidro também registrou valorização no mercado paulista. O Indicador CEPEA/ESALQ do anidro atingiu R$ 3,4170 por litro, valor líquido de impostos. A alta semanal do anidro foi de 1,43%.

  • Entrega de fertilizantes ao mercado brasileiro cresce 9,3% no ano

    Entrega de fertilizantes ao mercado brasileiro cresce 9,3% no ano

    O mercado brasileiro de fertilizantes mantém ritmo de crescimento em 2025. Dados da Associação Nacional para a Difusão de Adubos (ANDA) revelam que as entregas ao agricultor totalizaram 35,86 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a setembro. O número representa um aumento de 9,3% frente ao mesmo período de 2024, quando o volume foi de 32,80 milhões de toneladas.

    Apenas em setembro, o setor comercializou 5,38 milhões de toneladas, uma alta expressiva de 11,3% na comparação com setembro do ano anterior.

    A análise por estado confirma Mato Grosso como o maior consumidor do país. O estado respondeu sozinho por 22,5% do total nacional, com 8,08 milhões de toneladas entregues. A sequência dos maiores mercados ficou com Paraná (4,51 milhões t), São Paulo (3,74 milhões t), Rio Grande do Sul (3,54 milhões t), Goiás (3,53 milhões t), Minas Gerais (3,22 milhões t) e Bahia (2,43 milhões t).

    Produção nacional avança, mas importações seguem altas

    A indústria nacional de fertilizantes intermediários também registrou desempenho positivo. A produção acumulada nos nove meses chegou a 5,57 milhões de toneladas, com crescimento de 6,6%. Em setembro, a fabricação cresceu 6,3%, para 713 mil toneladas.

    No entanto, o país ainda depende significativamente do mercado externo para suprir a demanda. As importações somaram 31,49 milhões de toneladas no período, um avanço de 8,4%. O Porto de Paranaguá (PR) consolidou sua posição como principal porta de entrada, com 8 milhões de toneladas movimentadas – o que representa 25,5% de toda a importação pelo país e um crescimento de 9,9% ante 2024.

    Os dados reforçam a forte demanda do agronegócio brasileiro por insumos na reta final do ciclo de culturas, com destaque para as regiões produtoras de grãos.

  • Baixa produção mantém alta nos preços da mandioca

    Baixa produção mantém alta nos preços da mandioca

    Os preços da mandioca para a indústria subiram novamente em outubro, impulsionados pela baixa oferta, aponta levantamento do Cepea. As chuvas em praticamente todas as regiões consultadas limitaram as atividades no campo e reduziram a disponibilidade do produto.

    Além disso, muitos produtores evitaram vender, já que a rentabilidade foi afetada pela queda no teor de amido. Segundo o Cepea, o preço médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia atingiu R$ 572,96, o que equivale a R$ 0,9964 por grama de amido. O valor representa alta de 0,5% em relação à semana anterior.

    Aumento de preços em outubro

    Na comparação entre as médias mensais, o preço avançou 12% de setembro para outubro, em termos nominais. Esse foi o segundo mês seguido de valorização, reforçando a firmeza do mercado.

    Nos derivados, o cenário segue lento. No caso da fécula, pesquisadores explicam que muitos compradores se anteciparam e garantiram o abastecimento entre o fim de setembro e a primeira quinzena de outubro. Outros, porém, adiaram novas compras, diante da expectativa de queda nos preços no início de 2026.

  • Mandioca alcança maior preço desde fevereiro

    Mandioca alcança maior preço desde fevereiro

    Os preços da mandioca permaneceram firmes na última semana, segundo o Cepea. A média atingiu o maior valor nominal desde fevereiro.

    Os pesquisadores explicam que, embora as chuvas tenham favorecido o retorno dos trabalhos de campo em todas as regiões produtoras, a oferta segue limitada. Muitos produtores reduziram as entregas por causa da baixa rentabilidade das raízes de primeiro ciclo, que apresentam menor produtividade e teor de amido.

    Entre 20 e 24 de outubro, a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 569,98, equivalente a R$ 0,9913 por grama de amido. O valor representa leve alta de 0,1% em relação à semana anterior e é o maior patamar desde fevereiro de 2025.

    Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve queda real de 13,6%, considerando os dados deflacionados pelo IGP-DI.

  • Milho tem preços em alta com retração de produtores; confira

    Milho tem preços em alta com retração de produtores; confira

    Os preços do milho seguem firmes no interior do Brasil, aponta levantamento do Cepea. A sustentação vem da retração de produtores, que continuam concentrados na semeadura da safra verão 2025/26.

    Nos portos, as cotações do cereal subiram, impulsionadas pela valorização do dólar e do mercado internacional. Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento dos preços nas exportações tende a refletir também no interior do país, já que eleva a paridade de exportação.

    No campo, a semeadura da safra 2025/26 está adiantada na maioria das regiões produtoras. Até 11 de outubro, 31,2% da área nacional estava plantada, avanço semanal de 2,1 pontos percentuais. O ritmo supera a média dos últimos cinco anos, de 30,7%, conforme dados da Conab.

    Relatório divulgado pela Companhia aponta que a produção total de milho em 2025/26 pode atingir 138,6 milhões de toneladas, uma queda de 1,8% em relação à safra 2024/25.

  • Mandioca tem maior alta semanal em quase um ano

    Mandioca tem maior alta semanal em quase um ano

    A mandioca registrou a maior valorização semanal desde outubro de 2024. A redução da oferta sustentou os preços em alta. Parte dos produtores limitou a entrega devido à baixa rentabilidade das raízes jovens, com até 15 meses de cultivo.

    Outros agricultores também reduziram o envio às fecularias, impactados pelo clima seco nas principais regiões produtoras acompanhadas pelo Cepea.

    Esse cenário restringiu ainda mais a disponibilidade de matéria-prima e fortaleceu a elevação das cotações no mercado nacional. Entre 1º e 5 de setembro, o preço médio nominal da tonelada posta fecularia alcançou R$ 467,43 no prazo.

    O valor equivale a R$ 0,8129 por grama de amido, alta de 2,9% em relação à semana anterior.
    Apesar do avanço recente, a cotação ainda está 18,4% abaixo do registrado em igual período de 2024, em termos reais.

  • Menor oferta mantém preços do etanol em alta

    Menor oferta mantém preços do etanol em alta

    O preço médio do etanol hidratado subiu em agosto pelo segundo ano consecutivo, segundo levantamento do Cepea. Os pesquisadores apontam que o movimento é atípico para o período de pico da colheita, quando os preços costumam cair.

    Dados do Cepea, iniciados em 1999, mostram que em 11 temporadas o valor do combustível recuou de julho para agosto. Na safra 2025/26, a menor oferta de cana sustenta as cotações no mercado paulista, avaliam os especialistas do Cepea.

    A indústria enfrenta baixo rendimento agrícola, queimadas nos canaviais no ano passado e clima seco nas principais regiões produtoras. Esses fatores reduziram a oferta de matéria-prima e influenciaram diretamente a produção de etanol nas usinas do Centro-Sul.

    Em agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado alcançou média de R$ 2,6716 por litro, alta de 4,02% sobre julho. Já o etanol anidro, no mercado spot e em contratos, teve média de R$ 2,9713 por litro, aumento de 3,08%.

  • Alerta – preço dos alimentos é o maior em 2 anos

    Alerta – preço dos alimentos é o maior em 2 anos

    Em julho de 2025, os preços globais dos alimentos atingiram o nível mais alto em mais de dois anos, segundo dados oficiais divulgados pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) em 8 de agosto de 2025. O Índice de Preços dos Alimentos da FAO, referência mundial para o acompanhamento dos preços das commodities alimentares, registrou uma média de 130,1 pontos, representando um aumento de 1,6% em relação a junho do mesmo ano.

    Esse índice marcou o maior valor desde fevereiro de 2023, embora ainda esteja 18,8% abaixo do recorde histórico registrado em março de 2022, logo após a invasão da Ucrânia pela Rússia, fato que elevou os preços globais dos alimentos devido a interrupções nas cadeias de suprimento e incertezas geopolíticas.

    Motivos do aumento

    A alta recente nos preços foi impulsionada principalmente pelo aumento nos custos da carne e dos óleos vegetais. O índice de preços da carne atingiu 127,3 pontos, um recorde histórico, com aumento de 1,2% em relação ao mês anterior. Isso ocorreu devido à forte demanda de importação, especialmente da China e dos Estados Unidos, refletindo altas nos preços de carnes bovina e ovina. Já o índice de preços dos óleos vegetais subiu bruscamente 7,1%, alcançando 166,8 pontos, seu nível mais alto em três anos, impactado principalmente pelos óleos de palma, soja e girassol.

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    Por outro lado, houve queda nos índices de preços de cereais, laticínios e açúcar. O Índice de Preços dos Cereais caiu 0,8%, em virtude da redução dos preços do trigo e sorgo, apesar do aumento nos preços do milho e cevada. A oferta abundante e a fraca demanda mundial levaram ao declínio do preço do arroz em 1,8%. O índice de preços dos laticínios recuou levemente em 0,1% devido a menores cotações para manteiga e leites em pó, enquanto o índice de preços do açúcar continuou em declínio pelo quinto mês consecutivo, registrando uma queda de 0,2%.

    Esses dados indicam uma situação de alta focalizada em determinados setores do mercado alimentar global, refletindo fatores específicos como demanda aquecida por proteínas e óleo vegetal, enquanto outras commodities alimentares enfrentam pressões de queda por oferta e demanda locais e sazonais.

    O acompanhamento desses índices pela FAO é fundamental para avaliar tendências no mercado mundial de alimentos, informar políticas públicas e estratégias empresariais para mitigar impactos sociais e econômicos decorrentes da volatilidade dos preços dos alimentos em escala global.

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