Tag: touro

  • Gabriel Henrique da Silva é campeão da etapa Barretos da PBR Brazil

    Gabriel Henrique da Silva é campeão da etapa Barretos da PBR Brazil

    A Festa do Peão de Barretos definiu, na noite deste domingo (23), o campeão da etapa Barretos da PBR Brazil, válida pelo campeonato nacional de montarias em touros. A competição percorreu 34 etapas em diferentes cidades do país, incluindo a final da temporada.

    Com a presença de Gusttavo Lima e de sua família na abertura da grande final, as disputas consagraram o mineiro Gabriel Henrique da Silva, de 19 anos, de Lagoa Formosa, como campeão da etapa. Ele montou o touro Alucinante, da companhia Washington Scatolin, e conquistou a melhor nota da noite, com 89,25. Na somatória geral em Barretos, alcançou 656 pontos.

    “Eu faço o que mais gosto que é montar em touro, vou pra cima e vejo o que dá. Eu nunca tinha ganhado uma etapa e ganhar a última foi muito bom”, afirmou Gabriel, que dedicou a vitória ao pai e ao irmão, ambos competidores de rodeio.

    O vencedor recebeu a fivela de campeão, um prêmio de R$ 100 mil e a fivela de revelação da temporada.

    João Paulo Velasco ficou com o vice-campeonato da etapa Barretos, com 470 pontos na somatória geral. O touro Mandraque Jr., da Companhia Paulo Emílio, foi escolhido o melhor da temporada.

    Campeão Nacional PBR Brazil

    Aos 21 anos, João Paulo Velasco, de Paranaíta/MT, chegou a Barretos na liderança do ranking nacional e confirmou o favoritismo. Com as quatro notas obtidas na arena do Parque do Peão, sagrou-se campeão brasileiro da PBR Brazil, com 1.798 pontos. Na final barretense, montou o touro Mickey Mouse e obteve a nota 87,75.

    João Paulo Velasco é o campeão nacional pela PBR Brazil (Foto: Alberto Gonzaga)

    Velasco faturou um bônus que incluiu uma picape Mitsubishi Triton Katana zero quilômetro e mais R$ 200 mil em dinheiro, além de uma vaga no rodeio dos Estados Unidos.

    “Deus tem me fortalecido e acredito que a fé move montanhas. A gente tem uma paixão em montar em touros e sempre com Ele à frente tudo acontece conforme tem que ser. Agora, a América me espere”, afirmou o campeão nacional.

    Pelo Campeonato Brasileiro, Gabriel Henrique da Silva conquistou o vice-campeonato, com 1.340 pontos. O terceiro lugar ficou com Warley Oliveira, o Café, com 1.138 pontos; Dimas Neto ocupou a 4ª colocação, com 1.066; e Cleber Henrique Marques terminou em 5º lugar, com 798.5.

  • Touro milionário apreendido em operação contra o PCC gera custo de até R$ 60 mil por mês

    Touro milionário apreendido em operação contra o PCC gera custo de até R$ 60 mil por mês

    A Polícia Civil apreendeu o touro Império durante uma operação contra lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas comandado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC). Reconhecido no circuito profissional de rodeios, o animal disputa etapas da Professional Bull Riders (PBR) e pode valer ao menos R$ 1 milhão, segundo as autoridades.

    Em entrevista ao g1, um veterinário que atua no mercado de rodeios em todo o país explicou que touros desse porte pesam, em média, 850 quilos. O especialista, que preferiu não se identificar, afirmou conhecer o Império e detalhou os custos para manter um animal desse nível.

    “Animais desse tipo pesam, em média, 850 quilos, e o custo de manutenção gira em torno de R$ 60 mil, considerando alimentação, transporte e terapias”, relatou.

    Segundo o veterinário, o Império pertence à categoria dos taurinos, resultado do cruzamento entre raças europeias e zebuínos, conhecidos pela presença do cupim. O animal também chama atenção pelo porte físico e pode chegar perto dos dois metros de altura.

    Touros como o Império consomem entre 35 e 45 quilos de alimento por dia. Para manter o desempenho nas arenas, os tratadores oferecem dietas compostas por alimentos volumosos e concentrados.

    Operação contra lavagem de dinheiro do PCC: polícia apreende dinheiro, cavalos e 3º touro melhor ranqueado em rodeios do Brasil — (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

    Histórico de vitórias e posição da PBR

    Fruto do cruzamento entre as raças Nelore e Girolando, o Império reúne características valorizadas nos rodeios, como força, resistência e maior vigor físico. Desde 2024, o touro acumula títulos importantes em competições organizadas pela PBR.

    O animal venceu etapas em Limeira (SP), em 2024, e em Gonçalves (MG) e Ijaci (MG), ambas em 2025. Além disso, alcançou a terceira colocação no ranking da Confederação Nacional de Rodeio (CNAR) em julho de 2025.

    A operação policial também mirou o influenciador digital Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”, dono da companhia responsável pelo animal. As autoridades prenderam o empresário no ano passado em outra investigação.

    Em nota, a PBR Brazil esclareceu que não mantém qualquer ligação com proprietários de touros. A entidade também explicou como funciona a escolha dos animais para as competições.

    “A PBR Brazil não possui vínculo direto ou indireto com proprietários de touros, e as contratações para cada etapa podem ou não ser feitas diretamente pelo organizador local”, informou.

    A organização acrescentou que seleciona os touros exclusivamente por critérios técnicos. “Com relação à contratação de touros de pulo, a seleção acontece exclusivamente com base no desempenho dos animais em eventos recentes”, destacou a entidade.

    Para pontuar no ranking da CNAR, o touro precisa vencer etapas credenciadas. O Império conquistou sua pontuação justamente pelas vitórias obtidas nas três competições promovidas pela PBR.

  • Touro ataca e mata ex-toureiro durante preparação de evento

    Touro ataca e mata ex-toureiro durante preparação de evento

    Um ex-toureiro morreu após ser atacado por um touro na Praça de Touros La Malagueta, no sul da Espanha. O caso ocorreu durante os preparativos para uma tradicional corrida, o que aumentou a repercussão do episódio.

    Segundo informações iniciais, o profissional atuava nos bastidores do evento. Naquele momento, ele trabalhava diretamente no manejo dos animais. No entanto, um dos touros avançou de forma inesperada, o que resultou em um ataque fatal.

    Vítima tinha histórico na tauromaquia

    O ex-toureiro, identificado como Ricardo Ortiz, tinha 51 anos e uma trajetória ligada à tauromaquia. Ele havia se aposentado das arenas há anos, porém continuava atuando nos bastidores de eventos do setor.

    Foto: Divulgação/ArenasSNicasio/X

    Além disso, sua ligação com a atividade vinha de família. Desde cedo, ele esteve inserido nesse universo, o que reforça o peso cultural da prática em algumas regiões da Espanha.

    Ataque ocorreu de forma inesperada

    De acordo com relatos, o acidente aconteceu enquanto o animal recebia cuidados por conta de uma lesão. Ainda assim, o touro reagiu de forma repentina e avançou contra o profissional.

    Dessa forma, a vítima não conseguiu se desviar a tempo. O impacto foi considerado fatal ainda no local. Além disso, autoridades passaram a tratar o caso como um acidente de trabalho, embora as circunstâncias ainda estejam sob investigação.

    Caso reacende debate sobre riscos

    O episódio voltou a chamar atenção para os riscos envolvidos na atividade. Isso porque, mesmo fora da arena, o contato com animais de grande porte exige cuidados extremos.

    Ao mesmo tempo, a tauromaquia segue sendo uma prática tradicional em algumas regiões da Europa. Por outro lado, também enfrenta críticas crescentes de grupos ligados ao bem-estar animal.

    Assim, casos como esse ampliam o debate entre tradição cultural e segurança. Além disso, reforçam a necessidade de protocolos rigorosos no manejo dos animais.

    Atividade envolve tradição e controvérsia

    Historicamente, as touradas fazem parte da cultura espanhola há séculos. No entanto, ao longo dos anos, o tema passou a dividir opiniões. Enquanto alguns defendem a tradição, outros questionam a prática sob o ponto de vista ético.

    Nesse cenário, acidentes reforçam a complexidade da atividade. Além disso, evidenciam que o risco não se limita apenas ao espetáculo, mas também aos bastidores.

    Por fim, o caso deve seguir sob investigação das autoridades espanholas. Ao mesmo tempo, reacende discussões sobre segurança, regulamentação e o futuro da tauromaquia.

  • MS: prazo para registro da vacinação contra brucelose termina em 31 de dezembro

    MS: prazo para registro da vacinação contra brucelose termina em 31 de dezembro

    O prazo para registrar a vacinação contra a brucelose entra na reta final e ainda há 1.803 propriedades rurais em situação irregular no Mato Grosso do Sul, segundo a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro). Os dados atualizados até segunda-feira (15) mostram que 48.578 fêmeas foram vacinadas entre julho e dezembro, mas seguem sem registro no sistema e‑Saniagro.

    O diretor-presidente da Iagro, Daniel Ingold, alerta que o registro é obrigatório e influencia diretamente os índices de cobertura vacinal do Estado. “Sem o registro, a imunização simplesmente não existe para fins sanitários. O prazo para regularizar tudo termina em 31 de dezembro”, reforçou.

    Durante a atualização semestral de rebanhos, encerrada em novembro, a Iagro notificou todos os produtores com pendências tanto pelo sistema e‑Saniagro quanto por e-mail. Mesmo assim, milhares de propriedades ainda não concluíram o processo.

    Ingold destaca que a falta de registro pode gerar autuações e impedir o trânsito de animais, afetando a rotina produtiva e comercial das fazendas. “É fundamental que os produtores resolvam as pendências o quanto antes para evitar prejuízos”, afirmou.

    Procedimentos e orientações

    A vacinação é obrigatória para todas as fêmeas de 3 a 8 meses de idade, devendo ser aplicada por médico-veterinário cadastrado ou vacinador autorizado.

    A marcação segue o padrão nacional:

    • B19 – número “5”;
    • RB51 – letra “V” no lado esquerdo da face.

    Após a aplicação, o produtor deve registrar obrigatoriamente a vacinação no e‑Saniagro.

    Importância sanitária e econômica

    A brucelose é uma das doenças de maior impacto econômico na pecuária, comprometendo a produtividade e a comercialização do rebanho. Manter altos índices de cobertura vacinal é essencial para reforçar a credibilidade sanitária do Mato Grosso do Sul, estado em que o agronegócio é pilar da economia.

    Em caso de dúvidas sobre notificações ou registros, a Iagro orienta os produtores a procurar a Unidade Local mais próxima. Os contatos estão disponíveis no site oficial

  • Touro Brahman quebra recorde de peso na Expointer

    Touro Brahman quebra recorde de peso na Expointer

    Falcão, um touro Brahman de sete anos, registrou 1.430 quilos e se tornou o animal mais pesado da 48ª Expointer. O feito marca a primeira conquista de uma raça zebuína no ranking histórico da feira.

    Até agora, visitantes da exposição, criada nos anos 1970, associavam os maiores pesos a raças europeias como Charolês, Limousin e Devon.

    O título também celebra a estreia da Cabanha Talismã, de Içara, Santa Catarina, no evento. “Na nossa primeira vez, ganhar com um zebu é uma satisfação enorme”, afirma Edinaldo Souza Borges, cuidador do Falcão.

    Na fazenda, chamam o touro de Hércules. “Ele nasceu em nossa cabanha, foi vendido jovem e recomprado dois anos depois. É ótimo reprodutor. Os bezerros dele se destacam. Ele ganhou peso rápido, então decidimos vir para a Expointer”, relata Borges.

    A cabanha investe apenas na raça Brahman, escolhida pela docilidade e pelo ganho de peso. “É excelente para cruzamento industrial. Na nossa região, as raças europeias não se adaptaram. O Brahman se destacou pela rusticidade. Hoje, todos só querem Brahman em Santa Catarina”, explica o tratador.

    Falcão, ou Hércules, também disputará o campeonato da raça Brahman. O julgamento ocorre na terça-feira (2), às 8h, na Pista Central da feira.

  • Nelore Pintado: conheça a variação mais bonita da pecuária

    Nelore Pintado: conheça a variação mais bonita da pecuária

    Entre tantas variações da raça Nelore, uma delas chama atenção até de quem não entende nada de gado: o Nelore Pintado. De origem indiana, ele se transformou em um verdadeiro cartão-postal da pecuária brasileira, porque combina rusticidade, produtividade e a beleza inconfundível da pelagem manchada, que mais parece pintura sobre tela viva.

    O peso da imponência

    Não é exagero dizer que o Nelore Pintado carrega o campo nas costas. Afinal, os touros chegam a bater 1.100 quilos, enquanto as vacas alcançam respeitáveis 650 quilos. Além disso, a carcaça é alongada, firme, e o porte, sempre imponente. Com manchas pretas ou vermelhas sobre fundo branco, o rebanho parece até desfilar passarela a céu aberto, embora esteja em plena pastagem.

    Adaptação que vale ouro

    Por um lado, o gado mostra rusticidade. Por outro, entrega refinamento. Resistente ao calor tropical, aos parasitas e às intempéries, o Pintado se adapta como quem já nasceu para o desafio. Dessa forma, garante boa conversão alimentar e, ao mesmo tempo, oferece carne de qualidade. Não à toa, os leilões de Nelore Pintado movimentam cifras milionárias, já que refletem o valor genético conquistado pela variedade ao longo das décadas.

    O touro ícone

    Foto: Divulgação – V3 Nelore Pintado

    Se existe um embaixador da raça, ele atende pelo nome de Pintor FIV L. Cançado. O touro, que morreu esse mês, se tornou referência nacional e, ao mesmo tempo, multiplicou sua genética em plantéis de elite. Assim, fortaleceu ainda mais a presença do Nelore Pintado no mapa da pecuária brasileira.

    A fêmea que fez história

    Foto: Divulgação

    Em 2025, uma vaca roubou a cena. Ibiza FIV Surreal foi avaliada em R$ 15,2 milhões, quebrando recordes e transformando a raça em ativo genético de altíssimo valor. Por isso, o feito virou símbolo do quanto a tradição pode caminhar de mãos dadas com o mercado moderno, mesmo em um setor marcado por raízes históricas.

    Mais que boi, um ícone cultural

    No vaivém das fazendas e dos leilões, o Nelore Pintado não é só gado. Pelo contrário, é metáfora de um Brasil que aprendeu a transformar rusticidade em sofisticação, tradição em negócio global. Entre o branco e as manchas coloridas, o rebanho estampa no couro a própria história da pecuária nacional.

    📌 Box informativo

    • Origem: Índia, consolidado no Brasil

    • Peso: touros até 1.100 kg; vacas até 650 kg

    • Pelagem: branca com manchas pretas ou vermelhas

    • Touro símbolo: Pintor FIV L. Cançado

    • Fêmea recordista: Ibiza FIV Surreal (R$ 15,2 milhões em 2025)

  • Te lembra alguém? Vídeo de boi roncando faz sucesso nas redes

    Te lembra alguém? Vídeo de boi roncando faz sucesso nas redes

    Um vídeo antigo, mas sempre engraçado, voltou a viralizar nas redes sociais. Nele, o boi Bastião é flagrado tirando uma soneca com direito a roncos altos e sem nenhuma vergonha. A cena, que já havia feito sucesso no passado, conquistou novamente os internautas.

    O animal aparece deitado no chão, completamente relaxado, enquanto emite sons altos e engraçados. O contraste entre seu tamanho e o ronco despreocupado rendeu milhares de compartilhamentos.

    “Dorme igual um humano. Lembra meu sogro”, dizem internautas.

    Muitos comentários brincam com a semelhança entre o ronco de Bastião e o de algumas pessoas. “Ele dorme melhor que eu!”, escreveu um usuário. Comparações com maridos ou esposas também estão entre os comentários mais divertidos.

    Outros destacam a “cara de paz” do boi, que parece ignorar completamente a gravação.

    O vídeo, que já tem milhões de visualizações desde sua primeira publicação, voltou a circular em grupos de humor e páginas de animais. A simplicidade da situação foi o suficiente para garantir o sucesso.

    Por que vídeos de animais dormindo fazem tanto sucesso?

    Especialistas em comportamento digital explicam que conteúdos com animais descontraídos ou em situações cotidianas tendem a engajar o público. “As pessoas se identificam e se divertem com a espontaneidade”, afirma André Queiroz, analista de mídias sociais.

    Vídeos de animais com comportamento que lembram humanos, como a cobra bocejando, também trazem às pessoas comparações com amigos e conhecidos, o que faz que o sucesso das postagens continuem.

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  • Encontro entre onças e touro tem final surpreendente no Pantanal

    Encontro entre onças e touro tem final surpreendente no Pantanal

    No meio da poeira fina que sobe das estradas de terra no Pantanal mato-grossense, uma cena inesperada parou turistas e guias, no fim da tarde, ali onde o cerrado beija o brejo. Um touro branco da raça Nelore caminhava sereno, quase em câmera lenta, quando deu de cara com dois pares de olhos dourados, fixos, atentos, à espreita. Eram onças-pintadas — imponentes, silenciosas e com aquele andar que parece flutuar no chão.

    O flagrante, gravado em vídeo por visitantes e compartilhado nas redes sociais, foi registrado em uma fazenda nos arredores de Poconé (MT), a cerca de 100 km de Cuiabá. Nas imagens, o touro surge sozinho, como se fosse dono da estrada. Mas logo adiante, as onças já estavam lá, esperando. Ou observando. Ou decidindo.

    A tensão no ar era palpável. Uma das onças se aproximou, devagar, quase como quem não quer nada. O touro parou. Bufou. Pisou firme. A poeira subiu de novo. O que se viu a seguir foi um duelo mudo entre força e instinto. O felino avaliava. O boi desafiava. Um espetáculo natural de minutos que pareceu durar uma eternidade.

     

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    Nada aconteceu, no fim das contas — ao menos, nada trágico. O touro avançou imponente, as onças fugiram para a mata. Mas o que ficou no rosto dos turistas foi aquela expressão de quem encarou de perto a alma selvagem do Pantanal. Uma lembrança cravada no peito, daquelas que o tempo não apaga.

    Região Pantaneira

    O episódio, além de impactante, levantou discussões entre profissionais do turismo sobre segurança em áreas de preservação. Os guias reforçam, por exemplo: manter distância é essencial, tanto para proteger os animais quanto os humanos. A curiosidade pode custar caro.

    No fim das contas, o encontro entre as onças e o touro serve como alerta — um aviso em carne viva de que a natureza, mesmo quando silenciosa, grita. E grita alto. Grita para que se respeite o seu espaço, para que se entenda que o Pantanal não é cenário, é personagem. Um gigante de patas molhadas e olhos atentos, onde cada encontro pode ser único, irrepetível e, por que não, perigoso.

    Por isso, a cena que assustou os turistas também fascina. Mostra o que ainda temos e o que podemos perder se não houver cuidado, proteção e políticas públicas eficientes, por exemplo. O Pantanal continua lá, respirando entre árvores tortas, rios lentos e nuvens pesadas. E, de vez em quando, sussurra: “lembram de mim?”

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  • Mundial Braford: ingressos à venda para Gira Técnica

    Mundial Braford: ingressos à venda para Gira Técnica

     

    A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) iniciou a venda dos ingressos para a Gira Técnica do Congresso Mundial Braford, que ocorrerá de 27 de abril a 4 de maio de 2025. O evento culminará no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), com seminários, julgamentos e a Nacional da raça Hereford.

    Os participantes da Gira Técnica terão a oportunidade de visitar propriedades rurais selecionadas, onde poderão conhecer diferentes sistemas de produção, ferramentas de seleção e genética aplicada. Além disso, a programação inclui palestras sobre temas estratégicos da pecuária.

    Pacotes personalizados

    Para atender às diferentes necessidades do público, a ABHB estruturou quatro opções de pacotes, permitindo que cada participante personalize sua experiência. Os pacotes podem incluir:

    • Visitas às propriedades
    • Jantares
    • Hospedagem
    • Traslado

    “Os pacotes incluem visitas às propriedades, dois jantares, hospedagem e translado conforme a necessidade de cada pessoa. Caso alguém já tenha acomodação em determinada cidade ou prefira se deslocar por conta própria, pode optar por um pacote sem hospedagem ou transfer, por exemplo”, explica Felipe Azambuja, gerente executivo da ABHB.

    Roteiro da gira técnica

    A Gira Técnica passará pelas seguintes propriedades:

    • Fazenda Pitangueira (Maçambará, RS): Administrada pela família Monteiro Lopes, é uma das mais tradicionais e renomadas na criação de Braford.
    • Estância do Sossego (Uruguaiana, RS): Propriedade da família Ormazabal Moura, que se destaca pela qualidade de seus animais.
    • Fazenda Bela Vista (Sant’ana do Livramento, RS): Propriedade da família Albornoz Maciel, com mais de 60 anos de história na criação de Braford e destaque na produção de touros de genética avançada.
    • Fazenda Santa Tereza (Arambaré, RS): Sob a direção de Ney Arthur Azambuja, onde será possível observar o manejo para otimizar a produtividade dos animais.

    Como adquirir os ingressos

    A comercialização dos pacotes está sendo realizada pela agência de turismo Alpes Tour, com atendimento conduzido por Luana. Os interessados também podem entrar em contato com a ABHB para obter orientações iniciais.

    Segundo Felipe Azambuja, a Gira Técnica será uma oportunidade única para os criadores ampliarem seus conhecimentos e fazerem networking. “Os participantes terão contato com diversos ambientes e modelos produtivos, além de verificar de perto as práticas adotadas em cada propriedade. A programação culmina na exposição do Mundial Braford, onde além dos julgamentos haverá eventos sociais, palestras, debates sobre carne e o congresso propriamente dito”, afirma.

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  • Morre Air Time, touro que derrubou 11 campeões mundiais da PBR

    Morre Air Time, touro que derrubou 11 campeões mundiais da PBR

    O touro Air Time, uma das maiores lendas dos rodeios da Professional Bull Riders (PBR), morreu aos 16 anos. O animal, conhecido por sua força e agilidade, estava aposentado desde 2017 por causa de uma lesão nas costas.

    Durante cinco anos de carreira, ele desafiou os melhores peões do mundo. Ou seja, derrubou 11 campeões mundiais, incluindo os bicampeões JB Mauney e Jess Lockwood. Mauney tentou vencê-lo cinco vezes, mas nunca conseguiu.

    Air Time na arena

    Air Time entrou na arena 37 vezes desde junho de 2012 e perdeu apenas uma. O brasileiro Renato Nunes, campeão mundial de 2010, foi o único a completar os oito segundos. Em março de 2014, ele conquistou a nota 92,5 ao resistir aos saltos do touro.

    Na última apresentação, em março de 2017, Air Time derrubou Cooper Davis, campeão mundial, em menos de cinco segundos. A média do animal na liga foi de 44,98 pontos. Em geral, ele ultrapassou 45 pontos em 19 apresentações e chegou a 47 pontos cinco vezes. Seu recorde foi 47,5 pontos contra Jess Lockwood, em 2016, e Kasey Hayes, em 2014.

    Mesmo sendo um dos touros mais temidos do circuito, Air Time nunca conquistou o título mundial. Ele ficou perto do troféu em duas temporadas. Após a aposentadoria, viveu no rancho dos criadores Matt Scharping e Jared Allen, em Minnesota. Seu sêmen se tornou um dos mais valiosos do rodeio.

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