Tag: Preço

  • Negociações de arroz travadas no mercado interno

    Negociações de arroz travadas no mercado interno

    As negociações de arroz estão travadas. Na última semana, as negociações de arroz em casca no mercado spot nacional enfrentaram dificuldades. A disputa entre vendedores e compradores limitou os negócios.

    Segundo pesquisadores do Cepea, os orizicultores preferem vender a matéria-prima no porto de Rio Grande. As ofertas para exportação se mantêm mais vantajosas, mesmo com a queda recente do dólar.

    Negociações de arroz travadas

    No mercado interno, as transações foram pontuais. Os vendedores realizaram negócios conforme suas necessidades financeiras, na expectativa de uma valorização do arroz em casca. Do lado das unidades de beneficiamento, os preços de compra foram mantidos. Apenas aqueles com maior necessidade de reposição de estoques aceitaram pagar um pouco mais.

    A dificuldade na venda do arroz beneficiado, pressionada por varejistas e atacadistas, levou os agentes a adiar novas aquisições.

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  • Cotações do milho continuam em queda no Brasil

    Cotações do milho continuam em queda no Brasil

    As cotações do milho continuam em queda na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, especialmente no Centro-Oeste. A intensificação da colheita aumentou a oferta da segunda safra, pressionando os preços. Estimativas recentes apontaram reajustes positivos na produção, contribuindo para a desvalorização interna.

    Cotações do milho continuam em queda: confira a análise

    Apesar da queda nos preços, pesquisadores do Cepea observam que os compradores estão afastados do mercado spot nacional, aguardando recuos maiores. Em contrapartida, os vendedores estão mais ativos. Além disso, o clima também está no radar dos agricultores brasileiros. Chuvas têm limitado o avanço da colheita no Sul e Sudeste, enquanto o tempo seco pode reduzir a produtividade no Centro-Oeste.

    Conab: confira a estimativa de produção

    A produção de milho, incluindo as três safras, é estimada em 115,86 milhões de toneladas, 12,2% abaixo da safra 2022/23. Apesar da queda, as condições climáticas têm favorecido o desenvolvimento das lavouras.

    Mercado internacional

    A recente valorização do dólar também influenciou o mercado de milho em Mato Grosso. Ou seja, este movimento ocorre durante uma colheita acelerada da segunda safra, antecipando o período tradicional de exportações mais intensas.

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  • Mercado – preços da soja sobem em Junho

    Mercado – preços da soja sobem em Junho

    Os preços da soja no mercado doméstico registraram altas significativas em junho, alcançando as maiores médias do ano em termos reais. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá subiu 2,10%, atingindo R$ 138,92/saca, enquanto o Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná aumentou 2,40%, chegando a R$ 133,98/saca de 60 kg.

    Pesquisadores do CEPEA atribuem essa alta à firme demanda internacional e à valorização externa, com sojicultores resistindo à comercialização em grandes volumes, esperando que a alta taxa de câmbio continue favorecendo as exportações. No primeiro semestre, as exportações de soja totalizaram 64,13 milhões de toneladas, um recorde para o período, segundo dados da Secex.

    Segundo semestre

    A perspectiva para a soja no Brasil no segundo semestre de 2024 é promissora, mas com desafios. O setor se beneficia de uma demanda internacional robusta, especialmente da China, e de preços elevados no mercado global. No entanto, os agricultores enfrentam incertezas devido às flutuações cambiais e às condições climáticas imprevisíveis. A resistência dos produtores em comercializar grandes volumes, esperando preços ainda melhores, pode manter a oferta restrita no mercado interno.

    Fatores Positivos:

    • Demanda internacional forte: A China, maior importador de soja brasileira, continua a aumentar suas compras, impulsionando os preços.
    • Valorização externa: Os preços elevados no mercado global favorecem as exportações brasileiras, que atingiram um recorde no primeiro semestre de 2024.
    • Alta dos preços: A resistência dos produtores em vender grandes volumes e a expectativa de um câmbio favorável contribuem para manter os preços altos.

    Desafios:

    • Flutuações cambiais: A variação do dólar pode impactar a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.
    • Condições climáticas: O clima adverso, como seca no Sudeste e enchentes no Sul, pode afetar a produção e a qualidade da safra.
    • Custos de produção: O aumento nos custos de insumos agrícolas, como fertilizantes e defensivos, pode reduzir a margem de lucro dos produtores.

    Os analistas esperam uma produção robusta, mas os rendimentos podem variar dependendo das condições climáticas durante a colheita. A tecnologia e o manejo eficiente serão cruciais para maximizar a produtividade.

    A soja brasileira tem um potencial significativo no segundo semestre de 2024, impulsionada pela demanda internacional e preços favoráveis. No entanto, os produtores devem estar atentos às flutuações cambiais e às condições climáticas para garantir uma colheita lucrativa e sustentável

  • Fruta doce, preço amargo

    Fruta doce, preço amargo

    Fruta doce, preço amargo: seis das doze principais frutas comercializadas na Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa/PR) nos primeiros seis meses de 2024, apresentaram aumento de preço. Ainda de acordo com o levantamento, quatro tiveram queda e duas se mantiveram estáveis.

    As frutas que registraram elevações foram abacaxi, limão tahiti, maçã gala, melão, morango e uva niágara.

    A caixa com oito unidades de abacaxi grande custava no alto verão R$ 75,00, passando a R$ 95,00 na última semana. Já a caixa de 23 quilos do limão tahiti médio variou de R$ R$ 45,00 para R$ 50,00.

    Para a maçã gala, os valores iniciais da caixa de 18 quilos partiram de R$ 150,00 na primeira semana do ano para R$ 190,00 ao fim de junho. A caixa de 13 quilos de melão passou de R$ 70,00 para R$ 90,00. Já a bandeja com 4 cumbucas de morango alcançou R$ 30,00 agora, enquanto estava em R$ 23,00 no início do ano.

    A uva niágara rosada variou de R$ 85,00 para R$ 100,00 a caixa de oito quilos. Por outro lado, o abacate baixou de R$ 130,00 a caixa de 20 quilos cobrada em janeiro para R$ 80,00, enquanto a caixa de 15 quilos do mamão formosa foi de R$ 65,00 para R$ 60,00.  Do mesmo modo, a manga tommy seguiu na mesma linha. A caixa de 20 quilos baixou de R$ 110,00 em janeiro para R$ 85,00 na última semana de junho. O mesmo aconteceu com a melancia. A fruta passou de R$ 3,50 para R$ 2,00 a unidade.

    Frutas que registraram alta

    Caixa do abacaxi passou de R$75,00 para R$ 95,00
    Caixa do limão passou de R$ 45,00 para R$ 50,00
    Caixa da maça passou de R$ 150,00 para R$ 190,00
    Caixa do melão passou de R$ 70,00 para R$ 90,00
    Bandeja do morango passou de R$ 23,00 para R$ 30,00
    Caixa da uva niágara passou de R$ 85,00 para R$ 100,00
  • Uva branca sem semente bate recorde de preço

    Uva branca sem semente bate recorde de preço

    A uva branca sem semente do Vale do São Francisco (PE/BA) atingiu novo recorde de preço em junho, com média semanal de R$ 18,30/kg para a embalada. Apesar da demanda contida no final de junho, os preços das uvas seguiram em alta. Segundo pesquisadores da equipe Hortifrúti/Cepea, o impulso veio da baixa oferta.

    Assim, a média semanal (24 a 28/06) superou em 1,3% o valor do período anterior. Com os recentes e seguidos aumentos, a variedade fechou o mês de junho com o maior valor nominal da série histórica, iniciada em 2017.

    Por outro lado, a BRS vitória teve nova queda no preço, diante da oferta maior que a demanda, com média de R$ 5,33/kg no contentor (-5,9%). Mas atenção, há problemas relacionados à qualidade, como incidência de glomerella na negra sem semente, mesmo com a diminuição da umidade já há alguns meses.

    Variedade no Vale do São Francisco

    Em 2020, a Embrapa Semiárido (Petrolina, PE) apresentou a variedade BRS Tainá, uma uva desenvolvida especificamente para o Vale do São Francisco. A espécie exibe coloração branca, sabor neutro e agradável, além de ser uma variedade sem semente, uma das mais importantes características exigidas pelo mercado.

    O resultado é proveniente do cruzamento realizado em 2004 entre as cultivares internacionais Sugraone e Marroo Seedless, que fazem parte do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Semiárido. Sendo assim, a BRS Tainá é fruto de um intenso esforço para disponibilizar aos produtores de uva do Vale uma cultivar branca sem os altos custos de licenciamento de plantio.

    Características uva BRS Tainá

    A nova variedade é vigorosa, com produtividade média estimada em 25 toneladas por hectare por ciclo. O período desde a poda até a colheita está em torno de 110 dias, com pequenas variações ao longo do ano, em função das condições climáticas.

    Os cachos apresentam tamanho médio, com peso de 270 gramas e medindo cerca de 15 x 10 centímetros. Portanto, a BRS Tainá se destaca ainda por apresentar características desejáveis em uvas para o consumo in natura, como crocância, bagas firmes, com boa aderência ao pedicelo e traços minúsculos e imperceptíveis de sementes.

    Foto: Divugação – Embrapa/Patrícia Ritschel

    O sabor é neutro e agradável, com uma relação equilibrada entre açúcares e acidez. Ou seja, é uma opção promissora e com grande potencial para se destacar no mercado de uvas de mesa brancas sem sementes.

  • Alta do dólar mantém preços da soja no Brasil

    Alta do dólar mantém preços da soja no Brasil

    Os preços internos da soja mantiveram-se firmes nos últimos dias, impulsionados pela alta do dólar, de acordo com um levantamento do Cepea. No entanto, a expectativa de estoques nacionais elevados limitou os aumentos domésticos. Pesquisadores do Cepea observaram que poucos agentes estão ativos no mercado spot. Enquanto alguns consumidores estão abastecidos para o médio prazo, muitos produtores preferem não comercializar grandes volumes. Eles estão atentos à valorização do dólar frente ao real, que tende a atrair importadores para o Brasil.

    Além disso, o anúncio de uma greve pelo sindicato das indústrias esmagadoras de soja na Argentina nesta quinta-feira, 27, contribuiu para a retração dos agentes. Esse cenário pode redirecionar a demanda internacional para o Brasil nos próximos dias, conforme apontaram os pesquisadores do Cepea.

    Mais um reflexo dos preços da soja

    Somando-se a esse cenário, a competição acirrada entre as indústrias de alimentos e de biocombustíveis também está impulsionando o aumento do preço do óleo de soja no mercado interno brasileiro. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que essa pressão de demanda tem contribuído muito para a alta dos preços.

    O óleo de soja, um produto essencial tanto para a produção de alimentos quanto para a fabricação de biodiesel, enfrenta uma demanda crescente de ambos os setores. Em 2023, a produção de soja no Brasil alcançou cerca de 154,6 milhões de toneladas, uma das maiores colheitas registradas. Apesar disso, a disputa pelo óleo de soja bruto se intensificou, levando a um aumento nos preços. Segundo a Conab, o preço do óleo de soja subiu 20% nos primeiros cinco meses de 2024.

  • Preço do arroz sobe: como a alta do dólar impacta

    Preço do arroz sobe: como a alta do dólar impacta

    O preço do arroz em casca no Rio Grande do Sul tem mostrado pequenas oscilações nas últimas semanas, de acordo com dados do Cepea. Desde o dia 13 deste mês, o Indicador CEPEA/IRGA-RS (58% de grãos inteiros e pagamento à vista) permanece em torno de R$ 112,00 por saca de 50 kg.

    Alta do dólar

    Pesquisadores do Cepea apontam que a resistência dos vendedores e uma ligeira melhora na demanda, principalmente do mercado externo, são os principais fatores que sustentam os preços. Orizicultores esperam uma possível valorização do arroz em casca devido ao aumento da procura por parte das tradings e à recente alta do dólar. A valorização da moeda americana favorece as exportações e torna a importação mais difícil, beneficiando os produtores locais. O dólar fechou em alta nesta terça-feira (25), voltando ao patamar de R$ 5,45. Investidores reagiram aos sinais sobre a condução da taxa básica de juros brasileira, a Selic. Eles estavam presentes na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).

    Cautela em relação ao mercado

    Por outro lado, as unidades de beneficiamento de arroz estão agindo com cautela. Ou seja, elas estão ofertando apenas quando há necessidade imediata de reposição de estoques. Esse comportamento reflete a incerteza do mercado e a espera por melhores condições de compra.

    Essa dinâmica entre oferta e demanda no mercado de arroz em casca é monitorada de perto pelos especialistas do Cepea, que continuam avaliando os impactos das variações cambiais e das estratégias dos vendedores e compradores.

    Abastecimento interno

    Os dados de oferta e demanda de arroz no Brasil, divulgados pela Conab e analisados pelo Cepea, indicam que os estoques para dezembro de 2024 serão melhores do que os previstos nas estimativas de abril de 2024. Com essa nova previsão, o ambiente de incertezas quanto ao abastecimento parece ter se afastado definitivamente.

  • Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    As cotações do trigo no mercado brasileiro continuam firmes, operando em níveis superiores aos do mesmo período do ano passado. Pesquisadores do Cepea destacam que os baixos estoques domésticos, especialmente de trigo de qualidade superior, sustentam essa alta. Um outro fator é o aumento da paridade de importação.

    Trigo deve ter área menor de plantio

    Adicionalmente, a área plantada para a nova safra, que está em fase de semeadura, é projetada para ser menor do que a da temporada anterior. Isso faz com que a oferta dependa fortemente das condições climáticas e de seu impacto na produtividade.

    No campo, os produtores estão concentrados nos tratos culturais das lavouras já estabelecidas e na semeadura. Agricultores no Rio Grande do Sul iniciaram suas atividades relativamente mais tarde neste ano, conforme revelam pesquisas do Cepea.

    Com isso, a expectativa é que a continuidade das condições climáticas favoráveis seja crucial para a manutenção da produtividade e, consequentemente, dos níveis de oferta no mercado nacional. O Agro em Campo segue atento tanto ao mercado quanto ao desenvolvimento da cultura.

    Os preços internos do trigo têm registrado uma alta acentuada no início de junho. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que os baixos estoques domésticos no período de entressafra impulsionam essa elevação.

    Mesmo as recentes desvalorizações no mercado externo não interromperam essa tendência de alta. Pesquisadores do Cepea destacam que as indústrias estão cautelosas na compra de novos lotes. Isso ocorre devido às mudanças no uso de créditos tributários do PIS/Cofins, introduzidas pela Medida Provisória 1.227 em 4 de junho.

    Entretanto, em relação ao comércio externo, dados da Secex mostram que, em maio, o Brasil importou 657,13 mil toneladas de trigo, um aumento de 44,6% em comparação a abril e de 131,8% em relação a maio de 2023.

    Por outro lado, as exportações foram de 55,2 mil toneladas em maio. Bem abaixo das 362,85 mil toneladas exportadas em abril de 2023 e das 71,04 mil toneladas em maio de 2023.

     

  • Mercado aquecido: Preço do etanol sobe em São Paulo

    Mercado aquecido: Preço do etanol sobe em São Paulo

    Os preços dos etanóis continuaram a subir na última semana no mercado spot de São Paulo. Entre os dias 17 e 21 de junho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou um valor de R$ 2,4113 por litro, já descontados ICMS e PIS/Cofins. Ou seja, um aumento de 3,14% em comparação com o período anterior. Para o etanol anidro, o Indicador atingiu R$ 2,7204 por litro, líquido de PIS/Cofins, uma elevação de 3,28% no mesmo período.

    Análise de mercado do etanol

    Pesquisadores do Cepea explicam que a movimentação dos negócios se intensificou devido às boas saídas de etanol hidratado no varejo, além da postura firme dos vendedores. Os produtores continuam vigilantes em relação ao clima seco que predominou nos últimos meses. De acordo com os especialistas do Cepea, embora essa condição climática favoreça as atividades agrícolas e industriais, ela também trará consequências negativas. Isso acontece pelo déficit hídrico, que deverá ser sentido em breve com a redução dos estoques do produto.

    De olho no clima

    Essa situação ressalta a importância de monitorar as condições climáticas e seus impactos no mercado de etanol, já que a oferta pode ficar comprometida se a seca persistir. Por enquanto, os preços seguem em alta, refletindo a atual dinâmica entre oferta e demanda no setor.

  • Milho tem colheita intensa e negociação lenta

    Milho tem colheita intensa e negociação lenta

    As colheitas da primeira e segunda safra de milho em 2024 estão avançando em ritmo mais acelerado em comparação ao ano anterior. Isso acontece graças ao clima quente e seco que predomina na maior parte das regiões produtoras. No entanto, apesar do aumento na oferta, o mercado nacional ainda não reflete essa abundância em termos de negociações.

    De acordo com um levantamento realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os negócios no mercado spot nacional permanecem lentos. Os pesquisadores do Cepea explicam que há um menor interesse dos consumidores. Eles preferem aguardar maiores desvalorizações com o progresso da colheita ou priorizam o recebimento dos lotes já negociados antecipadamente.

    Além disso, muitos vendedores de certas regiões estão retraídos, focados na colheita e atentos à possível queda de produtividade devido ao clima adverso durante o desenvolvimento das lavouras. Essa cautela também é alimentada pela expectativa de um aumento na demanda externa nas próximas semanas, conforme ressaltam os pesquisadores do Cepea.

    Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 16 de junho, as médias nacionais das colheitas de primeira e segunda safra alcançaram 88,1% e 13,1%, respectivamente. Esses números representam avanços de 1 ponto percentual para a primeira safra e 7,8 pontos percentuais para a segunda safra em relação ao mesmo período da temporada anterior.

    Essa combinação de fatores está moldando um cenário de incertezas no mercado interno de milho. Os produtores e consumidores adotam uma postura de espera, aguardando movimentos mais claros na demanda e nos preços.