Tag: Preço

  • Preços do etanol seguem em queda em São Paulo

    Preços do etanol seguem em queda em São Paulo

    Os preços do etanol em São Paulo continuam caindo. Entre 9 e 13 de setembro, o Indicador CEPEA/ESALQ para o etanol hidratado registrou R$ 2,4061 por litro, uma queda de 4,07% em comparação com a semana anterior. Já o etanol anidro fechou a R$ 2,8551 por litro, representando uma redução de 2,75% no mesmo período.

    Preços do etanol em queda

    Pesquisadores do Cepea apontam que algumas usinas paulistas precisaram escoar o etanol estocado, em razão do excesso de produção nos tanques. Portanto, essas unidades flexibilizaram os preços para facilitar as negociações. Por outro lado, distribuidores que adquiriram maiores volumes negociaram valores mais baixos que os originalmente oferecidos.

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    Em resumo, a pressão sobre os estoques e a maior negociação por parte dos compradores influenciaram diretamente o enfraquecimento dos preços no estado.

    Valores seguem tendência de queda

    Em agosto, período de pico da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou uma média de R$ 2,5827/litro, queda de 0,78% em relação a julho. Para o etanol anidro, na modalidade spot, a média de agosto foi de R$ 2,9526/litro, uma redução de 1,2% no mesmo período.

  • Preço mais barato faz o ovo ser a proteína da vez

    Preço mais barato faz o ovo ser a proteína da vez

    A produção brasileira de ovos alcançou um novo recorde no segundo trimestre de 2024, mantendo a pressão sobre as cotações. O IBGE registrou uma produção de 956,7 milhões de dúzias de ovos entre abril e junho, o que representa um aumento de 7% em relação ao primeiro trimestre e 12% a mais do que o mesmo período de 2023. Pesquisadores do Cepea compilaram e analisaram os dados.

    Preço mais barato

    Esse cenário tem impacto diretamente sobre os preços. Em resumo, no segundo trimestre, o preço médio da caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra, negociado em Bastos (SP), foi de R$ 150,23, registrando uma queda de 3,8% em relação aos três meses anteriores.

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    No terceiro trimestre, até 12 de setembro, as cotações caíram ainda mais. Além disso, levantamentos do Cepea indicam uma redução de 15% no preço médio da caixa de ovos brancos em Bastos em comparação com o segundo trimestre.

    O consumidor segue atento aos preços nos supermercados. Essa é a hora de aproveitar o valor mais acessível para comprar o alimento rico em proteína e que pode ser usado em várias receitas.

     

  • Expectativa de maior oferta global derruba preços da soja

    Expectativa de maior oferta global derruba preços da soja

    A expectativa de aumento na oferta global interrompeu o avanço nos preços da soja. O USDA divulgou, na última quinta-feira (12), dados que indicam um recorde na produção mundial para a safra 2024/25. O volume estimado é de 429,2 milhões de toneladas, um aumento de 8,73% em relação à temporada anterior. No Brasil, a produção deve subir de 153 milhões de toneladas em 2023/24 para 169 milhões de toneladas em 2024/25.

    Pesquisadores do Cepea afirmam que a entrada da safra no Hemisfério Norte está próxima, mas é necessário aguardar o cultivo, desenvolvimento e colheita, especialmente na América do Sul. Apesar das preocupações com o clima seco no Brasil, a previsão de chuvas nas próximas semanas já está incentivando os produtores a iniciarem o plantio da nova safra.

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    Em resumo, o cenário atual reflete uma desaceleração nos preços, em resposta ao aumento da oferta global e às expectativas sobre a próxima safra.

    Recorde na importação

    A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou dados atualizados sobre a produção e importação de soja no Brasil. A nova estimativa aponta para recorde na importação de soja em 20 anos. Além disso, apresenta uma leve redução na safra de soja, que agora é projetada em 153 milhões de toneladas, em comparação com os 153,2 milhões de toneladas previstos anteriormente. Ou seja, essa diminuição ocorre em um contexto onde a colheita de 2023 atingiu um recorde de 160,3 milhões de toneladas.

  • Demanda crescente e safra menor: preços da laranja em alta

    Demanda crescente e safra menor: preços da laranja em alta

    Os preços da laranja pera continuam em alta, com uma média de R$ 113,89 por caixa de 40,8 kg na parcial desta semana (segunda a quinta-feira), um aumento de 4,3% em relação ao período anterior.

    Preços da laranja: clima x demanda

    De acordo com pesquisadores do Cepea, o retorno das altas temperaturas em São Paulo impulsionou a demanda pela fruta, enquanto a nova estimativa do Fundecitrus apontou para uma safra ainda menor que a previsão inicial.

    Colaboradores do Cepea informam que a oferta está limitada. A falta de chuvas tem causado o murchamento das frutas, o que afeta a qualidade dos lotes.

    Volume 30% menor

    O cinturão citrícola, que inclui o estado de São Paulo e o Triângulo Mineiro, deve colher 215,78 milhões de caixas de 40,8 kg na safra 2024/25, segundo o Fundecitrus. Esse volume é 30% menor que o da safra anterior, considerada de produção média, e inferior à estimativa inicial de 232,38 milhões de caixas.

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    Faturamento recorde no setor de suco de laranja

    A safra 2023/2024 também trouxe resultados expressivos para o setor de suco de laranja. Como resultado, as exportações de suco concentrado (FCOJ equivalente a 66 Brix) alcançaram US$ 2,5 bilhões. Ou seja,  um crescimento de 21,29% em comparação aos US$ 2,07 bilhões da safra anterior. Considerando os subprodutos, o total exportado chegou a US$ 3 bilhões. No entanto, o volume de suco exportado caiu 9,33%, totalizando 961.270 toneladas, em contraste com as 1.060.186 toneladas da safra passada, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR.

  • Preços do açúcar sobem com seca e incêndios em SP

    Preços do açúcar sobem com seca e incêndios em SP

    Os preços do açúcar cristal branco seguem em alta no mercado paulista. A estiagem prolongada, o forte calor e os incêndios em canaviais no final de agosto impulsionam as cotações. De acordo com o Cepea, o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa 130 a 180, atingiu R$ 137,06 por saca de 50 kg na última sexta-feira (6), valor registrado há dois meses.

    Açúcar cristal

    A demanda pelo açúcar cristal também aumentou na última semana, com compradores buscando garantir estoques. Segundo os pesquisadores, isso reflete o receio de novas altas no curto prazo, e não necessariamente um aquecimento do mercado. Entre os dias 2 e 6 de setembro, a média do Indicador foi de R$ 136,47, alta de 4,02% em relação à semana anterior.

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    Em resumo, a Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), estima que os incêndios atingiram cerca de 80 mil hectares de cana-de-açúcar.

    Liderança mundial

    O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar e líder nas exportações do setor sucroalcooleiro. Em resumo, este ano, as exportações de açúcar bruto ultrapassaram US$ 8,69 bilhões, marcando um recorde histórico.

     

  • Estiagem faz preço da mandioca atingir maior nível desde janeiro

    Estiagem faz preço da mandioca atingir maior nível desde janeiro

    A estiagem prolongada tem prejudicado o avanço das colheitas em todas as regiões produtoras de mandioca, segundo o Cepea. Ao mesmo tempo, a oferta da raiz continua baixa, impulsionada pela rentabilidade e pelas expectativas de preços mais altos.

    Estiagem x preço

    Esse cenário, aliado à demanda aquecida, elevou os valores da mandioca na última semana. Em muitos negócios, o preço já supera R$ 1,00 por grama de amido, o maior patamar registrado desde janeiro deste ano.

    Entre os dias 2 e 6 de setembro, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca entregue à fecularia alcançou R$ 557,70 (equivalente a R$ 0,9699 por grama de amido), um aumento de 3,9% em comparação à semana anterior. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, desde o preço mínimo registrado em 10 de maio até a última semana, houve um aumento expressivo de 37,3%. No entanto, o preço atual ainda está 10,4% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, em termos nominais.

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    Estiagem também impacta o setor de soja

    A seca nas principais regiões produtoras de soja no Brasil preocupa os produtores. A falta de chuvas pode atrasar o início da semeadura da safra 2024/25. De acordo com pesquisas do Cepea, esse cenário leva os vendedores a reduzir a oferta no mercado interno. Ao mesmo tempo, compradores domésticos e internacionais disputam novos lotes. Com a demanda superando a oferta, os prêmios de exportação e os preços no mercado interno continuam a subir, segundo o Cepea. A paridade de exportação também indica preços mais altos para o próximo mês, aumentando a resistência dos produtores em vender grandes volumes a curto prazo.

     

  • Exportações de frango alcançam maior preço em dois anos

    Exportações de frango alcançam maior preço em dois anos

    As exportações brasileiras de carne de frango voltaram a registrar preços elevados. Em agosto, o valor médio da tonelada exportada atingiu US$ 2.089, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ou seja, o preço representa um aumento de 8,9% em relação a agosto do ano passado, quando o valor era de US$ 1.918 por tonelada. Este é o maior preço desde agosto de 2022, quando o valor atingiu US$ 2.106.

    Volume exportado

    Apesar da valorização, o volume exportado em agosto foi de 379,8 mil toneladas, uma queda de 12,3% em comparação ao mesmo mês de 2023. No entanto, a receita em dólares caiu apenas 4,5%, somando US$ 793,6 milhões. Em Reais, a receita teve um crescimento de 8,1%, alcançando R$ 4,406 bilhões, contra R$ 4,074 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

    No acumulado de janeiro a agosto de 2024, o volume total exportado chegou a 3,432 milhões de toneladas, uma redução de 1,8% em relação ao mesmo período de 2023. A receita, no entanto, caiu 7,8%, somando US$ 6,319 bilhões. Em Reais, o acumulado do ano alcançou R$ 33,004 bilhões, uma queda de 4,1%.

    O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destaca que o fluxo de embarques segue uma média mensal semelhante à de 2023, com aproximadamente 430 mil toneladas. Ele também aponta que o aumento no preço médio está relacionado ao crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão.

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    Exportações de frango

    Entre os principais destinos das exportações brasileiras em agosto, os Emirados Árabes lideraram, com 39,2 mil toneladas, apesar de uma queda de 17% em relação ao ano passado. O Japão teve um crescimento de 32%, com 39 mil toneladas embarcadas. A África do Sul importou 28,1 mil toneladas, um aumento de 11%. Por outro lado, as exportações para a Arábia Saudita caíram 28%, com 26,9 mil toneladas, enquanto a China importou 16,3 mil toneladas, uma queda significativa de 69%.

    No ranking por estado, o Paraná manteve a liderança, com 161,2 mil toneladas exportadas em agosto, uma redução de 2,7%. Santa Catarina registrou 84,2 mil toneladas, uma queda de 14,1%. O Rio Grande do Sul exportou 37,8 mil toneladas, com uma redução de 42,5%. São Paulo e Goiás fecharam o ranking com 23,8 mil toneladas (-3,1%) e 17,8 mil toneladas (+4,3%), respectivamente.

    Ricardo Santin destacou ainda que a perda de janelas de embarque em alguns portos, especialmente Paranaguá, prejudicou os resultados. A Doença de Newcastle também impactou as exportações, especialmente para a China e o México.

     

  • Carne mais cara: entenda o motivo do aumento do preço

    Carne mais cara: entenda o motivo do aumento do preço

    O mercado brasileiro de boi gordo vem registrando uma tendência de alta desde julho. No início de setembro, algumas negociações no estado de São Paulo já alcançaram R$ 250 por arroba. Na última terça-feira, 4, o Indicador CEPEA/B3, que reflete os negócios no mercado spot paulista, fechou em R$ 241,80. Em agosto, houve um aumento de 3,12%.

    Carne mais cara

    Pesquisadores do Cepea apontam que o clima seco tem reduzido a oferta de animais criados a pasto, tornando-os cada vez mais escassos. Assim, as escalas de abate devem ser abastecidas por animais de confinamento. Ao mesmo tempo, indicadores macroeconômicos sugerem que o consumo interno de carne bovina pode se manter firme.

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    Mercado Internacional

    Nas exportações, as expectativas também são positivas. Ou seja, os preços competitivos da carne brasileira e a produção deficitária nos Estados Unidos, desde o ano passado, favorecem as vendas internacionais.

    Isenção de impostos para a carne

    A Câmara dos Deputados aprovou em julho o texto-base do primeiro projeto que regulamenta a reforma tributária. Com 336 votos favoráveis e 142 contrários, os deputados analisaram em seguida os destaques, incluindo a tributação zero para carne bovina e de frango, uma demanda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O destaque aprovado inclui a carne vermelha na cesta básica, isentando-a de impostos sobre consumo.

     

  • Preço do leite cai pela primeira vez no ano

    Preço do leite cai pela primeira vez no ano

    Após oito meses seguidos de alta, o preço do leite captado em julho registrou uma queda real de 1,5% em relação a junho, chegando a R$ 2,7225/litro na “Média Brasil”, segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

    Apesar disso, é importante ressaltar que o valor ainda é 7,9% superior ao de julho de 2023, em termos reais (deflacionados pelo IPCA de julho/24).

    Embora o preço do leite pago ao produtor tenha acumulado um avanço real de 30,1% desde o início de 2024, a média de janeiro a julho deste ano (R$ 2,50/litro) está, no entanto, 11,5% inferior à do mesmo período de 2023.

    Aumento da oferta explica queda nos valores

    A queda nos valores ao produtor pode ser explicada pelo aumento da oferta nacional. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea, por sua vez, avançou 4,6% em julho. Além disso, todos os estados registraram alta na captação, com destaque para Minas Gerais (8%), Rio Grande do Sul (4,7%) e Santa Catarina (4,1%).

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    A produção de leite, por outro lado, vem se recuperando devido aos investimentos de pecuaristas em nutrição do rebanho. Mesmo que o Custo Operacional Efetivo (COE) tenha subido 0,62% em julho, a margem bruta do produtor se manteve em alta na “média Brasil”.

    Estima-se que a margem bruta do pecuarista tenha avançado 3,93% de junho para julho, passando de R$ 0,82/litro para R$ 0,85/litro.

    Importações e desvalorização de derivados também influenciam

    Além do aumento da produção interna, as importações continuam elevando a disponibilidade de lácteos no mercado nacional. Em junho, houve um aumento de 37,4% nas compras, totalizando 251,1 milhões de litros em equivalente leite, o que supera em 35,3% o mesmo período de 2023.Entretanto, as indústrias de laticínios também enfrentam dificuldades em garantir margem nas vendas de lácteos.

    Pesquisas do Cepea, apoiadas pela OCB, mostram que o leite UHT, a muçarela e o leite em pó fracionado se desvalorizaram 5,68%, 2,03% e 0,25%, respectivamente, em julho. Isso, por sua vez, influenciou o pagamento da matéria-prima naquele mês.

    Diante desse cenário, a expectativa é de que o terceiro trimestre seja, portanto, marcado pelo recuo das cotações do leite cru. Assim, o mercado deve continuar a se ajustar às novas condições de oferta e demanda.

  • Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Os preços do etanol hidratado e anidro caíram em agosto no estado de São Paulo. Segundo o Cepea, a produção aumentou ligeiramente, o que elevou a oferta no mercado spot paulista. Mesmo com a demanda firme ao longo do mês, a oferta mais alta pressionou os preços para baixo.

    Preço do etanol cai

    Em agosto, período de pico da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou uma média de R$ 2,5827/litro, queda de 0,78% em relação a julho. Para o etanol anidro, na modalidade spot, a média de agosto foi de R$ 2,9526/litro, uma redução de 1,2% no mesmo período.

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    Pesquisadores do Cepea alertam para os efeitos do clima seco, que afetam o volume e a qualidade da safra de cana-de-açúcar 2025/26. Ou seja, queimadas em áreas de cana em pé e em fase de rebrota também preocupam o setor. Algumas usinas ainda estão contabilizando os prejuízos no campo, segundo o levantamento do Cepea.

    Produção de cana

    A produção de cana já começa a sentir os efeitos das mudanças climáticas. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) estima uma redução de 3,8% na safra de 2024/25, causada pela baixa pluviosidade e altas temperaturas na região Centro-Sul. Além disso, a redução da quantidade e frequência de chuvas é o principal fator que afeta a produção de cana, superando até a elevação das temperaturas.