Tag: peixe gigante

  • Gigante da Amazônia: pescador captura pirarucu de 77 kg

    Gigante da Amazônia: pescador captura pirarucu de 77 kg

    Um pirarucu de 77 quilos chamou a atenção de moradores e amantes da pesca nesta quarta-feira (5), após ser capturado em um açude localizado no município de Rio Largo, na Região Metropolitana de Maceió (AL). O tamanho do peixe impressionou quem acompanhava a pescaria e rapidamente transformou o momento em motivo de celebração.

    Logo após retirar o animal da água, o pescador comemorou o feito e brincou que o peixinho frito do fim de semana já estava garantido.

    A captura também ganhou destaque pelo porte do peixe. Embora seja uma espécie típica da Amazônia, o pirarucu pode ser criado em açudes, viveiros e sistemas de piscicultura em diversas regiões do Brasil.

    O pirarucu pode ultrapassar 2 metros de comprimento — Foto: Divulgação/IDSM

    Gigante da Amazônia

    O pirarucu (Arapaima gigas) é uma das espécies mais emblemáticas da Amazônia e figura entre os maiores peixes de água doce do planeta. Adaptado aos rios, lagos e áreas alagadas da região, ele possui uma característica incomum: além das brânquias, consegue respirar oxigênio diretamente do ar, precisando subir regularmente à superfície.

    Além da importância ecológica, o pirarucu também tem grande relevância econômica. Sua carne é considerada nobre, possui poucas espinhas e apresenta alta aceitação no mercado brasileiro e internacional.

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  • Família fisga piraíba de 2,1 metros e devolve gigante ao rio

    Família fisga piraíba de 2,1 metros e devolve gigante ao rio

    Uma família viveu um momento marcante durante uma pescaria esportiva em São José dos Bandeirantes, distrito de Nova Crixás, no noroeste de Goiás. Marcelo Costa, a esposa Júlia e a filha Marcella capturaram uma piraíba de aproximadamente 2,1 metros, considerada o maior exemplar já pescado pelo trio.

    Após registrar imagens e medir o peixe, a família devolveu o animal ao rio, seguindo a prática de pesque e solte.

    Segundo Marcelo, o grupo frequenta a região com frequência e costuma realizar pescarias esportivas no local.

    “É muita emoção, adrenalina a mil.”

    Família capturou nove piraíbas durante a viagem

    A pescaria aconteceu durante uma estadia de cinco dias na região da Pousada Amigos do Araguaia.

    De acordo com Marcelo, a família capturou nove piraíbas ao longo da viagem. Antes do exemplar recorde, eles haviam pescado peixes entre 1,30 metro e 1,60 metro.

    A captura da piraíba de 2,1 metros superou todas as anteriores.

    “Foi a maior de nós três. Piraíba de 2,10 metros. Show de bola. Foi top.”

    Por que a piraíba foi devolvida ao rio?

    A piraíba é um dos maiores peixes de água doce da América do Sul e pode atingir mais de dois metros de comprimento e centenas de quilos.

    Em diversas regiões onde a pesca esportiva é praticada, exemplares de grande porte são devolvidos ao ambiente natural para contribuir com a conservação da espécie e permitir que continuem seu ciclo reprodutivo.

    Por esse motivo, o peixe não foi levado para consumo e retornou ao rio logo após a medição e o registro fotográfico.

    Pesca esportiva cresce no Rio Araguaia

    O Rio Araguaia é um dos principais destinos brasileiros para a pesca esportiva e atrai pescadores de diferentes estados em busca de espécies como piraíba, pirarara, pintado e jaú.

    A prática de captura e soltura tem ganhado espaço entre os praticantes, principalmente quando envolve peixes de grande porte, conciliando turismo, lazer e preservação ambiental.

  • Guia de pesca se surpreende com ‘leite’ liberado por piraíba gigante no Rio Araguaia

    Guia de pesca se surpreende com ‘leite’ liberado por piraíba gigante no Rio Araguaia

    Um vídeo gravado no Rio Araguaia, em Aruanã, no noroeste de Goiás, chamou atenção nas redes sociais após mostrar uma piraíba gigante liberando uma substância esbranquiçada semelhante a leite. O registro foi feito pelo guia de pesca Leandro Rodrigues, que afirmou nunca ter visto tamanha quantidade do material saindo do peixe.

    Nas imagens, o grupo que acompanhava o pescador brinca com a situação inusitada e compara o animal a uma “vaca leiteira”. Em seguida, a piraíba é devolvida à água. A pesca e o consumo da espécie são proibidos por lei em Goiás.

    “Agora nós vamos mostrar o leite da piraíba. Só faltou o toddy agora”, brinca Leandro durante a gravação, enquanto a substância escorre do peixe.

    https://www.instagram.com/reel/DYsEuo2IHcP/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Ao comentar o episódio, o guia explicou que trabalha na área há cerca de três anos e que já tinha observado a presença da secreção em outras piraíbas, mas nunca naquela quantidade.

    “Eu já tinha visto leite em piraíba, mas sair daquele tanto foi a primeira vez. Foi o que mais me impressionou”, relatou.

    Substância funciona como proteção natural do peixe

    Após a repercussão do vídeo, Leandro publicou uma nova gravação para esclarecer que o suposto “leite” é, na verdade, o muco natural produzido pela piraíba.

    Segundo ele, a secreção funciona como uma espécie de barreira protetora para o animal dentro da água.

    “Aquele leite nada mais é do que o muco do peixe. Quem já pegou uma piraíba sabe que ela é toda babenta. Não pode tirar da água porque, se o peixe secar esse muco, a chance de ele morrer é muito grande. O muco funciona como uma proteção, tipo um verniz. Parece um lubrificante, um óleo ou uma graxa”, explicou o guia.

    Especialistas apontam que a substância viscosa é rica em proteínas e anticorpos, além de atuar na defesa do peixe contra fungos, bactérias e outros microrganismos presentes no ambiente aquático.

    A secreção é produzida nas laterais do corpo da piraíba e costuma ser liberada principalmente quando o animal se sente ameaçado ou estressado. Além disso, o muco possui gosto amargo e odor característico, fatores que ajudam a afastar possíveis predadores.

    Vídeo gerou curiosidade nas redes

    A cena rapidamente repercutiu entre os internautas, que fizeram comentários curiosos e bem-humorados sobre o episódio.

    “Registro interessante que muita gente não sabia”, escreveu um seguidor.

    Outro usuário brincou com a situação: “Já vi tirar leite de onça, agora de peixe é a primeira vez”.

  • Pescador captura raro tucunaré dourado e impressiona

    Pescador captura raro tucunaré dourado e impressiona

    O universo da pesca esportiva no Brasil foi abalado recentemente quando Thiago Fantini, apresentador do Clube da Pesca fisgou um tucunaré pinima de dimensões impressionantes. O peixe roubou a cena por exibir uma coloração dourada, um feito que despertou a curiosidade de especialistas e admiradores da pesca esportiva.

    O tucunaré pinima (Cichla pinima) é considerado uma das espécies mais cobiçadas e emblemáticas da bacia amazônica. Conhecido pelo vigor durante as fisgadas, o pinima pode chegar a mais de 80cm e pesar cerca de 11kg, sendo o segundo maior tucunaré do país, atrás apenas do tucunaré-açu.

    Seu corpo robusto normalmente exibe uma mistura de tons verdes, amarelos e dourados, com manchas pretas e traços azulados nas nadadeiras. Entretanto, a coloração varia de acordo com o ambiente, idade e até fatores hormonais, sendo os exemplares totalmente dourados considerados extremamente raros. Peixes com esta característica atraem ainda mais atenção no mundo da pesca esportiva, tanto pelo desafio quanto pelo valor biológico.

    Por que o pinima dourado é raro?

    O padrão de coloração do tucunaré pinima geralmente serve à camuflagem nos rios de águas claras e habitat estruturado, como galhadas e pedras submersas. A intensidade do tom dourado pode ser potencializada por questões alimentares e genética. Mas a presença de uma coloração dourada uniforme em um peixe de grande porte é raríssima e pouco documentada. Portanto, justificando o fascínio em torno da captura de Fantini.

    Especialistas acreditam que este tipo de variação pode ocorrer em momentos de reprodução, mas casos com coloração tão acentuada, como o registrado no Amazonas, são quase inéditos mesmo entre biólogos e pescadores experientes.

    Além do espetáculo proporcionado por sua captura, o tucunaré pinima é fundamental para a biodiversidade e o equilíbrio ecológico da Amazônia. Sua presença garante o controle de outras espécies e contribui para o turismo regional, movimentando comunidades ribeirinhas e operadores de pesca esportiva na região Norte do país.

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  • Pirarucu: peixe gigante da Amazônia pode “morrer afogado”

    Pirarucu: peixe gigante da Amazônia pode “morrer afogado”

    O pirarucu (Arapaima gigas), conhecido como o maior peixe de água doce com escamas do mundo, pode atingir até 3 metros de comprimento e pesar 200 kg. Nativo da Bacia Amazônica, esse gigante habita lagos e rios de águas calmas e temperaturas entre 24°C e 37°C, evitando correntezas fortes e águas turvas.

    Pirarucu
    Foto – Simone Yokoyama/Embrapa

    Mas uma das características mais intrigantes do pirarucu é sua respiração peculiar: ele pode, literalmente, “morrer afogado” se for impedido de respirar ar atmosférico.

    Por que o pirarucu pode morrer afogado?

    De acordo com a pesquisadora Lucia Rapp, curadora da Coleção de Peixes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), o pirarucu passa por uma mudança radical em seu sistema respiratório conforme cresce.

    Na fase larval, o peixe possui brânquias, como a maioria dos peixes. A partir de 1 a 2 kg de peso, suas brânquias se atrofiam, e a bexiga natatória (órgão que ajuda na flutuação) se transforma em uma estrutura semelhante a um pulmão primitivo.

    Essa adaptação permite que o pirarucu absorva oxigênio tanto da água quanto do ar, mas ele precisa subir à superfície a cada 15-20 minutos para respirar. Se impedido de acessar o ar, o pirarucu sufoca, mesmo estando dentro d’água.

    Uma espécie em risco e de grande importância ecológica

    O pirarucu é vital para o ecossistema amazônico e também para a economia local, sendo alvo de pesca sustentável em algumas regiões. No entanto, a sobrepesca e a destruição de habitats ameaçam sua população.

    Dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) mostram que projetos de manejo comunitário têm ajudado a recuperar estoques em áreas como a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, onde a espécie voltou a prosperar.

    Curiosidades sobre o pirarucu

    • Seu nome vem do tupi “pira” (peixe) + “urucum” (vermelho), devido à cor de sua cauda.
    • É um dos únicos peixes pulmonados do mundo, junto com espécies africanas como o peixe-pulmonado.
    • Sua carne é muito valorizada, com baixo teor de gordura e alto valor proteico.

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  • Pirarucu gigante é avistado no Lago Paranoá

    Pirarucu gigante é avistado no Lago Paranoá

    Um pirarucu (Arapaima gigas) de aproximadamente 2 metros de comprimento foi avistado na manhã desta sexta-feira por um pescador no Lago Paranoá, um dos símbolos de Brasília. Embora a espécie seja nativa da Amazônia, sua presença em outros corpos d’água do Brasil tem sido registrada com frequência, como no interior de São Paulo.

    O pirarucu, conhecido cientificamente como Arapaima gigas, é um dos maiores peixes de água doce do mundo. Ele pode atingir até 3 metros de comprimento e pesar até 200 kg. Nativo da Bacia Amazônica, ele é uma espécie adaptável que pode ser encontrada em rios e lagos de águas claras, onde sobe à superfície para respirar ar atmosférico.

    Conhecido como “codorna da Amazônia” por sua carne saborosa e sem espinhas, ele respira ar atmosférico graças a um pulmão primitivo, subindo à superfície a cada 20 minutos. A espécie, quase extinta nos anos 2000 devido à pesca predatória, é hoje protegida por programas de manejo sustentável na região norte.

    O nome “pirarucu” vem do tupi pira (peixe) + urucum (vermelho), em referência à cor de sua cauda.

    Lago Paranoá: de área degradada a refúgio ecológico

    O Lago Paranoá, criado em 1959 para umedecer o clima seco de Brasília, já foi considerado biologicamente morto devido à poluição nas décadas de 1980 e 1990. Após investimentos em saneamento, tornou-se um exemplo de recuperação ambiental, abrigando hoje mais de 40 espécies de peixes, como tucunarés, tilápias e carpas.

    Embora não seja um habitat típico para o pirarucu, a presença de espécies exóticas em lagos artificiais não é rara, devido à introdução acidental ou intencional por humanos. Em 2021, um pirarucu de 1,5 metro foi encontrado morto no mesmo lago.

    A pesca do pirarucu é proibida no Lago Paranoá, mesmo que acidental. Quem avistar o animal deve acionar o Ibama (0800 061 8080).

    Para ambientalistas, a aparição reforça a resiliência do Lago Paranoá, que hoje atrai até mergulhadores em busca de sua vida subaquática revitalizada.

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