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  • Estoque de suco de laranja deve crescer em 2025/26

    Estoque de suco de laranja deve crescer em 2025/26

    Depois de quatro safras com estoque crítico, o setor de citros prevê melhora em 2025/26. Ou seja, os números indicam recuperação gradual. A CitrusBR informou que os estoques de suco (FCOJ) somaram 146,3 mil toneladas em 2024/25, alta de 25,3% sobre o ciclo anterior.

    Os pesquisadores do Cepea destacaram que, apesar do volume baixo, o resultado surpreendeu positivamente o mercado diante da escassez de fruta. A falta de laranja elevou preços a recordes históricos e dificultou à indústria produzir suco com ratio adequado.

    Agora, com o avanço da safra 2025/26, a entrada da laranja pera melhora a qualidade do suco. O Cepea projeta estoques próximos de 200 mil toneladas em junho/26. Portanto, se confirmada, será a primeira vez em cinco anos que o setor deixará o patamar crítico abaixo de 150 mil toneladas.

    Pesquisadores do Cepea alertam que a meta depende de três fatores. O consumo precisa retornar ao nível pré-2024/25. Além disso, o rendimento do suco deve manter a média das últimas cinco safras, de 278 caixas por tonelada de suco. A indústria também precisa processar ao menos 260 milhões de caixas de laranja para atingir a estimativa.

  • Preços da laranja sobem pela 10º semana seguida

    Preços da laranja sobem pela 10º semana seguida

    Os preços da laranja pera sobem pela 10ª semana consecutiva. Os pesquisadores do Cepea afirmam que a oferta de frutas no mercado in natura é bastante limitada. Além disso, há uma rápida redução do volume de laranjas precocemente.

    Preços da laranja

    Mesmo com a demanda reduzida devido ao clima ameno, os preços continuam subindo. Na parcial desta semana (de segunda a quinta-feira), a média da pera na árvore é de R$ 91,16 por caixa de 40,8 kg, um aumento de 0,82% em relação ao período anterior. Além disso, a produção de laranjas no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro é baixa, enquanto a necessidade das fábricas de suco é alta. Ou seja, as fábricas encerraram a temporada 2023/24 com estoques bastante restritos.

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    Os estados de São Paulo e Minas Gerais, maiores produtores de laranja do Brasil, enfrentam uma safra desafiadora devido às condições climáticas adversas. Chuvas irregulares, secas prolongadas e altas temperaturas têm afetado a produção e a qualidade das frutas. Isso tem potencial de impacto significativo no mercado global, já que o Brasil é o maior produtor de laranja do mundo.

  • Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    Trigo segue com preço firme e baixo estoque

    As cotações do trigo no mercado brasileiro continuam firmes, operando em níveis superiores aos do mesmo período do ano passado. Pesquisadores do Cepea destacam que os baixos estoques domésticos, especialmente de trigo de qualidade superior, sustentam essa alta. Um outro fator é o aumento da paridade de importação.

    Trigo deve ter área menor de plantio

    Adicionalmente, a área plantada para a nova safra, que está em fase de semeadura, é projetada para ser menor do que a da temporada anterior. Isso faz com que a oferta dependa fortemente das condições climáticas e de seu impacto na produtividade.

    No campo, os produtores estão concentrados nos tratos culturais das lavouras já estabelecidas e na semeadura. Agricultores no Rio Grande do Sul iniciaram suas atividades relativamente mais tarde neste ano, conforme revelam pesquisas do Cepea.

    Com isso, a expectativa é que a continuidade das condições climáticas favoráveis seja crucial para a manutenção da produtividade e, consequentemente, dos níveis de oferta no mercado nacional. O Agro em Campo segue atento tanto ao mercado quanto ao desenvolvimento da cultura.

    Os preços internos do trigo têm registrado uma alta acentuada no início de junho. Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que os baixos estoques domésticos no período de entressafra impulsionam essa elevação.

    Mesmo as recentes desvalorizações no mercado externo não interromperam essa tendência de alta. Pesquisadores do Cepea destacam que as indústrias estão cautelosas na compra de novos lotes. Isso ocorre devido às mudanças no uso de créditos tributários do PIS/Cofins, introduzidas pela Medida Provisória 1.227 em 4 de junho.

    Entretanto, em relação ao comércio externo, dados da Secex mostram que, em maio, o Brasil importou 657,13 mil toneladas de trigo, um aumento de 44,6% em comparação a abril e de 131,8% em relação a maio de 2023.

    Por outro lado, as exportações foram de 55,2 mil toneladas em maio. Bem abaixo das 362,85 mil toneladas exportadas em abril de 2023 e das 71,04 mil toneladas em maio de 2023.