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  • Programa ‘Aplique Bem’ amplia capacitação para uso de drones

    Programa ‘Aplique Bem’ amplia capacitação para uso de drones

    O Programa ‘Aplique Bem’, referência nacional em treinamento para o uso correto e seguro de agroquímicos, está investindo na capacitação de sua equipe para aplicações com drones e intensificando as inspeções de pulverizadores agrícolas em uso nas propriedades rurais. Em seu 18º ano de atuação, a iniciativa, fruto de uma parceria entre o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC) e a multinacional UPL, segue promovendo treinamentos gratuitos em todo o Brasil, sem vínculo com marcas comerciais ou produtos específicos.

    Segundo Hamilton Ramos, diretor do CEA-IAC e coordenador do programa, a qualificação dos engenheiros agrônomos agora inclui o domínio das tecnologias de pulverização com drones, uma das inovações mais recentes e promissoras do agronegócio. “Além do foco em drones e adjuvantes na pulverização, aprimoramos a capacitação da equipe para fazer inspeções ainda mais precisas de pulverizadores agrícolas. Por sinal um dos propósitos centrais das atividades do Aplique Bem”, destaca Ramos.

    O programa percorre todo o território nacional com laboratórios móveis (Techmóveis), levando conhecimento técnico diretamente às propriedades rurais de todos os portes. Em 2023, a equipe promoveu 340 treinamentos, que beneficiaram cerca de 5 mil pessoas. Desde a criação do programa, mais de 90 mil agricultores já participaram das capacitações, realizadas em mais de mil municípios brasileiros.

    Exportação do modelo

    Além do impacto no Brasil, o modelo do Aplique Bem foi exportado para outros oito países, incluindo Burkina Faso, Costa do Marfim, Colômbia, África do Sul, Mali, Gana, México e Vietnã, com o objetivo de reduzir o déficit de mão de obra qualificada no setor agrícola. “Exportamos o modelo com foco na redução do déficit de mão de obra qualificada. A exemplo do Brasil, onde mais de 60% dos aplicadores de agroquímicos jamais receberam capacitação específica, tais países se deparam com indicadores semelhantes”, afirma Ramos.

    Entre os pilares do programa estão a qualidade do atendimento ao agricultor, a proteção dos cultivos, do meio ambiente e do trabalhador rural. “Pulverizadores bem mantidos e regulados constituem uma das estratégias-chave na proteção de lavouras frente a doenças, pragas e plantas daninhas”, reforça Ramos. Todo o trabalho é realizado sem custo para os participantes, promovendo ganhos ambientais, redução de custos na safra e melhorias na saúde ocupacional.

    Com a incorporação de novas tecnologias, como os drones, o Programa Aplique Bem se consolida como uma das principais iniciativas para a profissionalização do campo. Alinhando inovação, sustentabilidade e segurança no uso de defensivos agrícolas.

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  • Programa ‘Drones SP’ apresenta resultados de pesquisas

    Programa ‘Drones SP’ apresenta resultados de pesquisas

    A 57ª edição do Congresso Brasileiro de Olericultura, que acontece até o dia 9 de agosto em Campinas, vai apresentar os primeiros resultados do programa ‘Drones SP’. Esta iniciativa público-privada une a Fundação Coopercitrus Credicitrus, um dos maiores braços de cooperativas agrícolas do Brasil, e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

    Com o tema “Olericultura 4.0, Desafios e Oportunidades”, o evento contará com a presença de Hamilton Ramos, pesquisador científico e diretor geral do CEA, que apresentará os resultados das pesquisas do programa no dia 8 de agosto. O ‘Drones SP’ tem como objetivo aprimorar as tecnologias de aplicação de defensivos agrícolas, tanto químicos quanto biológicos, utilizando drones.

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    Pesquisa e desenvolvimento

    As pesquisas do programa serão realizadas nos laboratórios do CEA-IAC, enquanto as aplicações a campo ocorrerão na Fundação Coopercitrus, em uma área de experimentação homologada por órgãos oficiais em Bebedouro. Ramos destacou que as análises abrangem cultivos olerícolas, frutas, além de milho, soja e cana-de-açúcar.

    Hamilton Ramos, pesquisador científico e diretor geral do CEA

    Atualmente, o programa está captando empresas para se tornarem cotistas e financiar estudos na área de tecnologia de aplicação de agroquímicos e bioinsumos por drones. “Os primeiros ensaios do programa Drones SP têm resultados promissores”, afirmou Ramos. ‘Ressaltando que as empresas participantes terão acesso a dados e conclusões das pesquisas, além de sessões de treinamento em ‘dias de campo’.

    Foco em tecnologia e viabilidade

    Ramos explicou que o ‘Drones SP’ foca na tecnologia de aplicação e no uso eficaz e seguro dos equipamentos nas propriedades. O programa abrange conceitos como volume de calda, taxa de cobertura, tamanho de gotas, condições climáticas, deriva de produtos e compatibilidade de insumos. “Trata-se de uma tecnologia emergente e revolucionária, mas com muitos pontos ainda a esclarecer sobre a eficácia e viabilidade econômica nas propriedades”, concluiu.

    O 57º Congresso Brasileiro de Olericultura ocorrerá na sede do IAC, em Campinas. E e promete ser um espaço importante para a discussão sobre as inovações no setor. Para mais informações sobre o evento, acesse aqui.

  • Coopercitrus e IAC lançam programa ‘Drones SP’

    Coopercitrus e IAC lançam programa ‘Drones SP’

    A Fundação Coopercitrus Credicitrus, vinculada à Coopercitrus, uma das maiores cooperativas agrícolas do país, e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC) iniciaram o programa ‘Drones SP’. O objetivo é aprimorar tecnologias de aplicação aérea de defensivos agrícolas químicos e biológicos por meio de drones.

    O programa começa hoje a cadastrar empresas interessadas em integrar a iniciativa, que terá caráter permanente. Localizado em Bebedouro (SP), o CEA-IAC e a Fundação Coopercitrus Credicitrus informaram ter aberto um campo de provas e experimentação para drones agrícolas. O campo é homologado por órgãos oficiais, para concentrar as pesquisas do Drones SP.

    Segundo o pesquisador científico Hamilton Ramos, coordenador do Drones SP e diretor do CEA-IAC, há expectativa inicial de receber a adesão de cinco a dez empresas no primeiro ano. Ramos espera agregar ao Drones SP o mesmo modelo de negócio de outras iniciativas do CEA-IAC, como o programa IAC-Quepia, voltado à melhoria da qualidade de EPIs agrícolas e viabilizado há mais de 17 anos com recursos privados de cotistas.

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    “Os ensaios do programa Drones SP já começaram e os primeiros resultados são promissores. Nossa meta contempla reunir um grupo de empresas do setor de defensivos agrícolas e do agronegócio, em geral, capazes de gerar recursos para investimentos contínuos nas pesquisas, através da aquisição de cotas iguais de participação”, reforça Ramos.

    Benefícios para as empresas participantes

    As empresas que aderirem ao Drones SP terão acesso a todos os dados e conclusões das pesquisas. Além de outros benefícios, como sessões de treinamentos em ‘dias de campo’. “O programa foca na tecnologia de aplicação e no uso eficaz e seguro do equipamento nas propriedades. Abrange os conceitos volume de calda, taxa de cobertura, tamanho de gotas, condições climáticas, deriva de produtos, compatibilidade de insumos e outros”, explica Ramos.

    Divulgação

    O pesquisador destaca que se trata de uma tecnologia emergente e revolucionária, mas com muitos pontos ainda a esclarecer no tocante à eficácia e viabilidade econômica nas propriedades.

    Com o lançamento do programa ‘Drones SP’, a Coopercitrus e o IAC buscam impulsionar o uso de drones na aplicação de defensivos agrícolas. E além disso, promovendo pesquisas e compartilhando conhecimento com as empresas participantes para o desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis.