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  • Fazenda de Sérgio Reis tinha ouro, até ser alagada: “Ficou tudo lá embaixo”

    Fazenda de Sérgio Reis tinha ouro, até ser alagada: “Ficou tudo lá embaixo”

    O cantor Sérgio Reis contou que encontrou pepitas de ouro durante a escavação de uma antiga fazenda em Cuiabá, no Mato Grosso. O detalhe curioso é que o material acabou ficando em uma área que foi alagada para a construção de uma barragem.

    O relato foi feito pelo artista durante uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda.. Segundo Sérgio, a descoberta aconteceu quando ele autorizou a construção de um lago que também ajudaria no fornecimento de água para o pasto.

    Como Sérgio Reis encontrou o ouro

    A história aconteceu na Fazenda São Bento, em Cuiabá. Na época, um vizinho procurou Sérgio Reis para propor a construção de uma barragem em parte da área.

    A ideia era aproveitar uma cachoeira para formar um lago que pudesse ser utilizado para pesca, passeios de barco e jet ski. O cantor também seria beneficiado com a água para abastecer o pasto.

    “Ele falou assim: ‘Sérgio, eu coloco os tratores e vamos fazer uma barragem, aqui vai encher de água. A gente desvia uma parte da cachoeira, não precisa ser muita, e isso vai alagar, vai ficar um lago enorme. Eu quero pescar, andar de barco e andar de jet ski. Se encher aqui, eu coloco água pra você no teu pasto lá de cima. Você não precisa colocar nenhum tostão, eu coloco os tratores, coloco tudo’. E eu concordei”, afirmou o cantor.

    Antes do início da obra, Sérgio teve uma preocupação com a divisão das propriedades. Ele pediu que funcionários colocassem estacas de madeira no local para marcar os limites do terreno, já que aquela área seria posteriormente coberta pela água.

    Foi durante essa escavação que surgiu a grande surpresa.

    Pepitas valiosas foram dadas como presente

    De acordo com o relato do cantor, o funcionário responsável pela escavação recomendou que a descoberta não fosse divulgada.

    A preocupação era que a notícia atraísse garimpeiros para a propriedade e dificultasse a continuidade da obra. Por isso, segundo Sérgio, eles retiraram parte das pepitas encontradas e mantiveram o restante no local.

    O cantor também contou que levou uma das pepitas a uma joalheria para verificar o material. Segundo seu relato, a avaliação indicou ouro de 18 quilates.

    Sérgio afirmou ainda que presenteou seu funcionário Luizinho com parte do material encontrado.

    “Falei: ‘Vende esse ouro para você e compra uma casa’. Ele comprou dois ou três terrenos, construiu uma casa. Dei dois ou três quilos de ouro para o Luizinho”, afirmou.

    Ouro ficou debaixo d’água

    Depois da descoberta, a construção da barragem continuou. A área onde o ouro havia sido encontrado acabou sendo alagada e passou a fazer parte do lago formado pela obra.

    Ao relembrar o episódio, Sérgio Reis resumiu a história com uma frase curiosa:

    “Cobriu com o ouro lá embaixo”, contou o cantor.

    Quem é Sérgio Reis?

    Sérgio Reis é um dos nomes mais conhecidos da música sertaneja brasileira. Nascido em São Paulo, o artista construiu uma carreira marcada pela música sertaneja, pela moda de viola e por canções que se tornaram populares em diferentes gerações.

    Entre seus trabalhos mais conhecidos estão músicas como O Menino da Porteira, Panela Velha e Chalana.

    Além da música, o famoso também participou de produções televisivas ligadas ao campo, como Pantanal e O Rei do Gado.

     

  • João Guilherme comenta criação no agro e relação com Leonardo: “Família conservadora”

    João Guilherme comenta criação no agro e relação com Leonardo: “Família conservadora”

    João Guilherme abriu o jogo sobre a relação com o pai, o cantor Leonardo, e comentou como os dois lidam com opiniões diferentes dentro da família. Segundo o ator, o respeito sempre prevalece, mesmo quando surgem debates sobre temas mais delicados.

    Durante entrevista ao programa Sem Censura, João afirmou que o sertanejo cresceu em um contexto bastante ligado ao agronegócio e a valores conservadores. Ainda assim, destacou que busca compreender a visão do pai, sem transformar as divergências em conflitos familiares.

    “Meu pai é um cara de 65 anos, nasceu e cresceu em outro contexto, em um ambiente muito movimentado pelo agro. Ele vem de uma família conservadora”, explicou o ator.

    João também elogiou a postura de Leonardo durante as conversas entre os dois. De acordo com ele, o cantor escuta suas opiniões e se mostra aberto ao diálogo, independentemente das diferenças de pensamento.

    “O mais interessante é esse respeito na escuta. Ele poderia simplesmente me cortar, mas é um cara disposto a conversar. A gente fala sobre todos os assuntos”, afirmou.

    Por fim, o ator reforçou que não pretende romper laços familiares por questões políticas ou ideológicas. Para João Guilherme, o carinho e a convivência com o pai falam mais alto, apesar das discordâncias.

  • Grande nome do sertanejo é dono de fazenda de R$ 60 milhões com lago, haras e 5 mil bois

    Grande nome do sertanejo é dono de fazenda de R$ 60 milhões com lago, haras e 5 mil bois

    Longe dos holofotes, o cantor Leonardo construiu um verdadeiro império rural no interior goiano. Não se trata de hobby de celebridade. Estamos falando de um negócio sólido, com escala, estrutura e estratégia dentro do agronegócio brasileiro.

    A Fazenda Talismã fica em Jussara, no interior de Goiás, e se tornou uma das propriedades rurais mais conhecidas entre artistas brasileiros, reunindo estrutura de alto padrão e operação rural ativa. Aos 62 anos, Leonardo segue ativo nos palcos e, ao mesmo tempo, firme na gestão de uma das fazendas mais comentadas do setor.

    De R$ 4,6 milhões para R$ 60 milhões

    Adquirida por cerca de R$ 4,6 milhões, a propriedade vale hoje aproximadamente R$ 60 milhões, trajetória que qualquer investidor rural reconhece bem.

    A área ocupa cerca de mil hectares e integra natureza preservada, criação de animais e espaços de descanso, formando praticamente uma pequena cidade privada. No plantel, cerca de 5 mil cabeças de gado compõem a base produtiva da operação. Além da pecuária, parte das terras segue para o cultivo de soja e milho por arrendamento, o que reforça ainda mais o caráter estratégico da propriedade.

    Virginia Fonseca curtindo lago da fazenda — (Foto: Reprodução/Instagram)

    Haras, lago e pista de pouso

    A infraestrutura chama atenção por onde se olha. A fazenda conta com mansão ampla, lago com praia artificial, pista de pouso, capela e espaços para eventos. O lago, além do lazer, compõe o visual característico das grandes fazendas modernas do Centro-Oeste.

    Um haras de alto padrão abriga cavalos selecionados e reforça o vínculo do artista com o universo do campo. Estruturas como essa deixaram de ser símbolo de status e passaram a funcionar como negócios rentáveis, especialmente diante da explosão dos leilões equinos nos últimos anos.

    Nome que conecta música e campo

    O nome da fazenda homenageia um dos maiores sucessos da dupla Leandro e Leonardo, conectando diretamente o patrimônio à trajetória artística do cantor. Mesmo após alcançar fama nacional e estabilidade financeira, Leonardo preserva a conexão com suas raízes rurais, algo que ele próprio aponta como fonte de equilíbrio. A fazenda, assim, funciona em dois níveis ao mesmo tempo: como negócio consolidado no agronegócio e como âncora pessoal de um artista que cresceu nesse ambiente e nunca se afastou dele.

  • Ostentação no campo: veja o Corvette de R$ 2 mi de Zezé

    Ostentação no campo: veja o Corvette de R$ 2 mi de Zezé

    Quando Zezé Di Camargo apareceu nas redes sociais ao volante de um Chevrolet Corvette Stingray 2026, vermelho, conversível, com motor V8 de 495 cavalos e preço beirando os R$ 2 milhões, as manchetes foram rápidas em falar de ostentação. Faz sentido, o carro impressiona. Acelera de zero a 100 km/h em três segundos e atinge 312 km/h. É uma das primeiras unidades do modelo a chegar ao Brasil, em configuração exclusiva para o mercado nacional.

    Mas essa é a parte mais fácil de contar. O que pouca gente sabe, ou prefere não dizer, é de onde veio o dinheiro que sustenta esse estilo de vida. E a resposta passa muito menos pelo microfone do que pelo pasto.

    Zezé Di Camargo com o Chevrolet Corvette Stingray 2026
    (Foto: Reprodução/Instagram)

    Criado no sítio, moldado pelo campo

    Mirosmar José de Camargo, o Zezé, nasceu em 1962 em Pirenópolis, no interior de Goiás, em uma família numerosa e de vida simples no meio rural. O pai, Seu Francisco, criou nove filhos no sítio, sempre com dificuldade, mas com muita música e com o sonho de ver os filhos brilharem. O menino cresceu em contato direto com a terra, com o gado, com o ritmo do campo. Esse DNA nunca saiu dele.

    Décadas depois, quando o sucesso chegou com a dupla Zezé Di Camargo & Luciano no começo dos anos 1990, a primeira grande compra não foi um apartamento em São Paulo nem um carro importado. Foi uma fazenda em Araguapaz, Goiás, adquirida em 1993 e batizada com o nome do maior hit da carreira: É o Amor. “Sonhava em ter a minha fazenda para não precisar passar pelo que minha família passou”, disse ele em entrevista. Essa frase resume bem de onde vem a relação dele com o campo.

    1.500 hectares, nelore puro e leilões milionários

    A Fazenda É o Amor não é apenas um refúgio emocional. É um negócio sério, avaliado atualmente em torno de R$ 65 milhões, segundo especialistas do setor. A propriedade cobre 1.500 hectares às margens do Rio dos Peixes, com instalações modernas, laboratório próprio de reprodução animal e um programa de melhoramento genético de gado nelore que coloca Zezé entre os criadores mais respeitados de Goiás.

    Os touros produzidos na fazenda chegam a valer até R$ 1,5 milhão cada, e os leilões anuais organizados pelo cantor podem render até R$ 6 milhões em uma única edição. Além disso, Zezé participa do PMGZ, o Programa de Melhoramento Genético do Zebu, um dos mais rigorosos do Brasil para pecuária de corte. Não é hobby. É pecuária de alto nível.

    Mais recentemente, o cantor também começou a olhar para a agricultura. Relatos indicam interesse em expandir as atividades da fazenda para a produção de soja, o que, se confirmado, colocaria o sertanejo entre os produtores rurais mais diversificados do setor.

    Fazenda É o Amor, em Goiás, possui 1500 hectares — Foto: Instagram/ Reprodução

    O campo como alicerce de uma fortuna

    Há um padrão bem conhecido no agronegócio brasileiro: artistas e celebridades oriundas do interior que, ao acumularem renda, voltam os investimentos para a terra. Zezé Di Camargo é talvez o exemplo mais emblemático dessa equação. A música deu visibilidade e caixa. O campo deu consistência e patrimônio.

    Não por acaso, a fazenda foi o cenário escolhido para gravar o EP solo “Rústico”, projeto que o próprio Zezé descreveu como um retorno às origens, e também serviu de locação para uma série documental na Netflix sobre sua trajetória familiar. O campo, para ele, não é pano de fundo. É identidade.

    Além do gado, a propriedade recebe cães resgatados, funciona como santuário animal após a decisão do cantor de encerrar o abate na fazenda, e opera com energia solar, reduzindo a conta mensal de energia de R$ 5 mil para R$ 100. Uma iniciativa que mostra como produtores rurais modernos combinam rentabilidade com consciência ambiental.

    O Corvette como símbolo de uma jornada que começa no pasto

    O carro vermelho que tomou as redes sociais é a ponta visível de uma história muito mais profunda. Zezé Di Camargo não é uma celebridade que comprou fazenda para parecer fazendeiro. É um homem do campo que virou cantor, fez fortuna com os dois mundos, e nunca desvinculou os dois. A trajetória dele é, em certa medida, a trajetória de toda uma geração do agronegócio brasileiro que saiu da escassez rural e construiu patrimônio com trabalho, terra e genética animal.

    O Corvette impressiona. Mas o que realmente deveria impressionar é a fazenda que o pagou.

  • Sertanejo Murilo Huff arremata novilha por R$ 2 milhões

    Sertanejo Murilo Huff arremata novilha por R$ 2 milhões

    O cantor sertanejo Murilo Huff, conhecido por hits como “Dois Enganados” e “Uma Ex”, expande seus investimentos para o agronegócio. Ele arrematou a novilha Vitória, da raça Nelore Pintado, por R$ 2 milhões em leilão realizado em Uberaba, Minas Gerais, no início de fevereiro.

    Cantor sertanejo arrematou a novilha Vitória por R$ 2 milhões

    Paixão pelo agronegócio

    Além da carreira musical, Murilo Huff demonstra paixão pelos animais e pelo campo, investindo na criação de Nelore Pintado, raça que tem ganhado destaque no setor. O cantor, que está prestes a lançar seu primeiro projeto “Acústico”, demonstra apreço pela vida sertaneja3. Nesta quinta-feira (13), ele lança quatro canções inéditas, incluindo a parceria “Veneno” com Zé Neto & Cristiano.

    Murilo Huff cria 10 animais de elite, incluindo o campeão nacional da Expozebu 2024. Possui 250 prenhezes confirmadas em receptoras próprias e planeja inseminar outras 150 fêmeas. O cantor cria os animais em sua fazenda e em uma central.

    Investimento estratégico

    “A Vitória é um excelente investimento, filha da segunda vaca mais cara do mundo, e a número 1 da raça: a Surreal”, comenta Murilo Huff. O arremate foi realizado em parceria com a Syagri Agropecuária, com quem o cantor já possui o reprodutor Neru, em parceria também com a Nelore Ibiza.

    O cantor pretende colocar em pista animais com a assinatura de sua genética própria. “Tenho intenção de me envolver cada vez mais com a Nelore Huff para o melhoramento genético e na qualidade dos nossos animais, para chegar entre as maiores genéticas da raça”, revela.

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