Autor: Giovanna Costa

  • Ana Castela curte pool party de biquíni e faz dancinha em Barretos

    Ana Castela curte pool party de biquíni e faz dancinha em Barretos

    Ana Castela aproveitou a tarde quente desta segunda-feira (24) para curtir uma pool party no camping da Festa do Peão de Barretos. De biquíni, a cantora entrou no clima da festa e publicou nas redes sociais um vídeo fazendo a dancinha de “Não É Pressa, É Pressão”.

    Ao lado do dançarino Hiago Oliveira, a Boiadeira mostrou os passinhos da faixa gravada em parceria com Rincon e DJ Boss. A sertaneja também chamou atenção pela boa forma, resultado da rotina de treinos de musculação que costuma compartilhar com os seguidores.

    Nos stories, a Boiadeira mostrou a coreografia de seu novo hit (Foto: Reprodução/Instagram/@anacastelacantora)

    Pool party

    A pool party foi organizada pelo influenciador Jon Vlogs, que divide com a morena e outros convidados uma estrutura especial montada no camping do Barretão. O espaço conta com piscina, quadra de futevôlei e áreas destinadas às festas durante o evento.

    Jon também chegou a dizer que pretendia convidar fãs hospedados em outras áreas do camping para participar da pool party.

    Ana Castela aproveita os dias em Barretos

    Ana Castela está vivendo intensamente a edição de 2026 da Festa do Peão. A cantora chegou a Barretos na quinta-feira (20) e, desde então, tem dividido os dias entre compromissos profissionais e momentos de diversão com os amigos.

    Na sexta-feira (21), a sertaneja subiu ao Palco Estádio para uma de suas principais apresentações durante o evento. Depois do show, a programação continuou no camping, onde Ana e seus amigos têm realizado festas e bons afters.

    Os registros das madrugadas têm aparecido com frequência nas redes sociais da cantora. A animação foi tanta que até Michele Castela, mãe da artista, entrou na história.

    Preocupada com a falta de descanso da filha, Michele enviou mensagens pelo WhatsApp pedindo que ela diminuísse o ritmo. Ana achou graça da situação e compartilhou a conversa com os seguidores.

    Ana Castela curte after no Barretão (Foto: Reprodução/Instagram/@anacastelacantora)
  • Lambari vira grande negócio e produtor revela margem de 35%

    Lambari vira grande negócio e produtor revela margem de 35%

    Pequeno, resistente e conhecido por muitos brasileiros desde a primeira pescaria, o lambari encontrou um mercado lucrativo longe dos rios: a criação em cativeiro para ser vendido como isca viva.

    Embora ainda represente menos de 1% da piscicultura brasileira, segundo dados do IBGE, a lambaricultura cresce de 5% a 8% ao ano. A expansão é impulsionada principalmente pela procura de pescadores por iscas destinadas à captura de espécies maiores, como o tucunaré.

    O zootecnista Fábio Sussel, pesquisador do Instituto de Pesca de São Paulo, considera a atividade extremamente rentável. No entanto, os resultados variam de acordo com a escala, o manejo, a mortalidade dos peixes e o mercado atendido.

    O que é a lambaricultura?

    Lambari não é o nome de uma única espécie. A denominação popular abrange mais de 80 espécies de pequenos peixes da família Characidae, encontradas em rios da América do Sul.

    Na criação comercial, os peixes podem ser vendidos como alevinos, iscas vivas, alimento para espécies de aquário ou produto destinado ao consumo humano.

    A venda por unidade, em vez de peso, é um dos fatores que tornam a atividade interessante para produtores menores. Pesquisas do Instituto de Pesca também indicam que sistemas de baixo custo podem viabilizar o cultivo em pequena escala.

    Produtor cria 20 milhões de lambaris por ano

    Maior produtor de lambaris do Brasil, Jomar Delefrate começou a investir na atividade ainda na década de 1990.

    Na época, ele criava pacu, tilápia e outras espécies em sua fazenda, localizada em Buritizal, no interior de São Paulo. Ao perceber que havia muitos lambaris nos tanques e uma procura crescente pelo peixe como isca viva, decidiu mudar o foco do negócio.

    “Na década de 1990, comecei a migração para a criação comercial de lambaris. Hoje, crio exclusivamente lambaris em 12 fazendas integradas em Buritizal, com um produção anual de pelo menos 20 milhões de unidades, que são comercializadas como iscas vivas para a pesca desportiva em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.”

    Jomar mantém 42 tanques na própria fazenda, mas administra aproximadamente 170 estruturas com produtores parceiros. Parte desses viveiros estava desativada após antigos criadores abandonarem a produção de peixes maiores.

    Tentativa de vender o peixe para consumo

    Em 2017, Jomar construiu um frigorífico para processar os lambaris e entrar no mercado de alimentação.

    A unidade utilizava uma máquina desenvolvida a partir de pesquisas de Fábio Sussel para automatizar a evisceração. O equipamento reduzia um dos principais gargalos do processamento: a dificuldade de limpar manualmente um peixe tão pequeno.

    O frigorífico, porém, encerrou as atividades depois de dois anos e meio. Jomar concluiu que sua principal especialidade era a produção de iscas vivas. O prédio foi desativado e os equipamentos, vendidos para uma indústria de Goiás.

    Como funciona a produção

    A reprodução dos lambaris é induzida em laboratório. Depois da fecundação, os embriões seguem para o berçário, onde passam pela fase inicial de desenvolvimento.

    Posteriormente, os peixes são transferidos para tanques escavados, nos quais ocorre a engorda. O ciclo até a fase adulta leva de três a quatro meses durante o verão, dependendo de fatores como:

    • Temperatura;
    • Qualidade da água;
    • Alimentação;
    • Densidade dos tanques;
    • Condições ambientais.

    Embora seja considerado resistente, o lambari cresce mais lentamente durante o inverno.

    Margem relatada chega a 35%

    Jomar afirma que a rentabilidade atual de sua operação é de aproximadamente 35%. O percentual diz respeito ao negócio do produtor e não deve ser interpretado como uma margem garantida para toda criação.

    Segundo ele, o resultado chegou a ser maior até 2015, quando o lambari teria perdido para os peixes de aquário a posição de atividade mais rentável da piscicultura.

    Outra vantagem observada pelo criador é o menor risco de furto. Por ser pequeno e exigir muito trabalho para limpeza, o peixe não costuma despertar o mesmo interesse criminoso que espécies maiores.

    “Meus parceiros cederam os tanques que estavam desativados em suas fazendas, onde criavam peixes grandes. Muitos sofreram perdas com furtos e desistiram do negócio. Já o lambari não tem esse problema. Ninguém quer limpar o peixinho. Em 30 anos, nunca tive furtos.”

    As iscas deixam as propriedades com peso entre 15 e 30 gramas. Jomar também vende alevinos para outros criadores e trabalha com o filho, Thiago Delefrate, engenheiro agrônomo especializado em piscicultura.

    Além da criação, a família faz o transporte até revendedores e pousadas. Durante a entressafra, também compra lambaris de terceiros para manter o fornecimento aos clientes.

    Jovem investe R$ 150 mil na atividade

    Em Morada Nova de Minas, o produtor Rian Gabriel Alves de Souza começou a criar lambaris artesanalmente quando ainda trabalhava com o pai em um provedor de internet.

    Após conseguir capital e um sócio, ele investiu R$ 150 mil na compra de matrizes e na instalação de tanques escavados. As estruturas recebem as larvas durante os primeiros 30 dias.

    “Escolhi o lambari porque é um peixe que não precisa de muito investimento e dá uma margem de lucro disparada na comparação com os outros.”

    A etapa de engorda acontece em tanques-rede instalados na represa de Três Marias. A propriedade fica em Morada Nova de Minas, município que ocupa posição de destaque na produção brasileira de tilápia.

    Com orientação técnica, Rian passou a realizar a reprodução induzida e a seguir protocolos de manejo.

    “Antes eu era um aventureiro. Busquei orientação com o pesquisador Sussel, passei a fazer a reprodução induzida e seguir os protocolos para a criação e engorda. Já cheguei a produzir 120 mil lambaris em um mês, mas a média é de 50 a 60 mil.”

    O custo informado pelo criador varia entre R$ 0,10 e R$ 0,15 por peixe. A isca viva, com aproximadamente sete a oito centímetros, é repassada por R$ 0,50.

    Essa diferença não corresponde automaticamente ao lucro líquido. Mortalidade, alimentação, mão de obra, manutenção, transporte e demais despesas também precisam ser consideradas.

    Rian pretende instalar novos tanques e quadruplicar a produção. O plano inclui ainda a entrada na engorda de tilápias. Apesar das boas perspectivas, ele diz que a atividade ainda sofre com falta de reconhecimento.

    “Ninguém te leva a sério quando você diz que é criador de lambari.”

    Mão de obra e transporte são desafios

    Apesar do ciclo curto e da possibilidade de aproveitamento de tanques menores, a criação comercial exige conhecimento técnico.

    A mão de obra precisa ser treinada para alimentação, manejo, despesca e transporte. Como o produto é vendido vivo, qualquer falha pode provocar mortalidade e prejuízo antes da entrega.

    No estado de São Paulo, o Decreto nº 60.582, de 2014, reconhece a aquicultura como atividade de interesse social e econômico. A norma também estabelece regras de licenciamento e condições para o desenvolvimento sustentável da produção aquícola.

    Para Fábio Sussel, os lambaris que aparecem espontaneamente em viveiros de espécies maiores não devem ser encarados apenas como invasores.

    “Mas o lambari não é um problema e sim uma solução. Oferece uma grande oportunidade de renda para o produtor porque não demanda grande estrutura para criação, mas a produção comercial exige muito profissionalismo, com uso de técnicas e protocolos.”

    — Fábio Sussel, pesquisador do Instituto de Pesca.

    A diversificação mostra que, apesar de pequeno, o peixe pode abrir diferentes fontes de receita. O potencial, entretanto, depende de manejo profissional, mercado próximo e controle rigoroso dos custos.

  • UE começa auditoria no Brasil a dias de possível bloqueio às exportações

    UE começa auditoria no Brasil a dias de possível bloqueio às exportações

    Técnicos da União Europeia (UE) iniciam nesta segunda-feira (24) uma missão de duas semanas no Brasil para avaliar os sistemas de produção, processamento e fiscalização de carne de aves e mel. A visita acontece a poucos dias da entrada em vigor de uma medida que pode interromper parte das exportações brasileiras de produtos de origem animal ao bloco.

    O principal foco da missão será verificar como o Brasil controla o uso de antimicrobianos nas cadeias produtivas. A avaliação poderá pesar no processo para que o país volte a integrar a lista de fornecedores considerados aptos a exportar esses produtos para o mercado europeu.

    A medida europeia passa a valer em 3 de setembro e alcança categorias como carne bovina, carne de aves, pescado e mel. A decisão de retirar o Brasil da lista foi tomada em maio e posteriormente formalizada em regulamento publicado pela Comissão Europeia. O bloco alegou não ter recebido garantias suficientes sobre o cumprimento das exigências relacionadas ao uso de determinados medicamentos antimicrobianos.

    Em julho, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que as negociações técnicas continuavam e afirmou que o Brasil não havia pedido flexibilização das normas sanitárias europeias, mas buscava demonstrar o cumprimento integral das exigências do mercado.

    Setor de aves espera resultado positivo

    Entre representantes da cadeia de aves, a expectativa é de que a auditoria transcorra sem grandes problemas.

    Segundo fontes ouvidas sob reserva, as empresas que vendem para a Europa já adotam há bastante tempo procedimentos específicos para esse mercado, incluindo a segregação dos animais destinados à UE e a não utilização de antimicrobianos como promotores de crescimento.

    A inspeção, portanto, será uma oportunidade para que os técnicos europeus acompanhem essas práticas diretamente nas unidades brasileiras.

    Ainda assim, um eventual retorno do país à lista de exportadores autorizados dependerá exclusivamente de uma nova decisão das autoridades europeias.

    Exportações podem ser interrompidas em setembro

    Mesmo com a presença da missão no país, existe a possibilidade de os embarques serem interrompidos a partir de 3 de setembro, ainda que temporariamente.

    Equipes oficiais que atuam nos frigoríficos já receberam orientação para não certificar, a partir dessa data, mercadorias que não estejam em conformidade com os requisitos europeus referentes ao uso de antimicrobianos.

    A legislação que retira o Brasil da relação de fornecedores habilitados tem aplicação prevista justamente para 3 de setembro de 2026.

    Para que o país volte à lista, será necessária uma decisão do Comitê Permanente de Plantas, Animais, Alimentos e Rações (Scopaff), ligado à Comissão Europeia. Reuniões extraordinárias podem ser convocadas, mas o próximo encontro regular está previsto apenas para novembro, segundo fonte a par das negociações.

    Mercado europeu movimenta milhões para o frango brasileiro

    O impasse ocorre em um mercado relevante para a avicultura nacional.

    Em 2026, o Brasil já exportou 226,2 mil toneladas de carne de frango para a União Europeia, com faturamento próximo de US$ 680 milhões, segundo dados do Agrostat, plataforma do Ministério da Agricultura.

    Somente em julho, os embarques alcançaram 36,8 mil toneladas, movimentando aproximadamente US$ 104,2 milhões.

    Uma interrupção nas vendas, portanto, pode afetar frigoríficos habilitados para atender ao mercado europeu, mesmo que a paralisação seja revertida posteriormente.

    Missão vai visitar empresas em três estados

    A agenda dos técnicos europeus começa com reuniões com representantes do Ministério da Agricultura em Brasília.

    Na sequência, a equipe deve visitar quatro empresas de carne de aves habilitadas a exportar para a União Europeia, localizadas no Paraná e em Mato Grosso do Sul.

    A missão também inclui inspeções em apiários paranaenses, uma indústria de processamento de mel no interior de São Paulo e agências estaduais de defesa agropecuária.

    Os representantes europeus permanecem no Brasil até 4 de setembro, quando está prevista uma reunião de encerramento em Brasília.

  • Gabriel Henrique da Silva é campeão da etapa Barretos da PBR Brazil

    Gabriel Henrique da Silva é campeão da etapa Barretos da PBR Brazil

    A Festa do Peão de Barretos definiu, na noite deste domingo (23), o campeão da etapa Barretos da PBR Brazil, válida pelo campeonato nacional de montarias em touros. A competição percorreu 34 etapas em diferentes cidades do país, incluindo a final da temporada.

    Com a presença de Gusttavo Lima e de sua família na abertura da grande final, as disputas consagraram o mineiro Gabriel Henrique da Silva, de 19 anos, de Lagoa Formosa, como campeão da etapa. Ele montou o touro Alucinante, da companhia Washington Scatolin, e conquistou a melhor nota da noite, com 89,25. Na somatória geral em Barretos, alcançou 656 pontos.

    “Eu faço o que mais gosto que é montar em touro, vou pra cima e vejo o que dá. Eu nunca tinha ganhado uma etapa e ganhar a última foi muito bom”, afirmou Gabriel, que dedicou a vitória ao pai e ao irmão, ambos competidores de rodeio.

    O vencedor recebeu a fivela de campeão, um prêmio de R$ 100 mil e a fivela de revelação da temporada.

    João Paulo Velasco ficou com o vice-campeonato da etapa Barretos, com 470 pontos na somatória geral. O touro Mandraque Jr., da Companhia Paulo Emílio, foi escolhido o melhor da temporada.

    Campeão Nacional PBR Brazil

    Aos 21 anos, João Paulo Velasco, de Paranaíta/MT, chegou a Barretos na liderança do ranking nacional e confirmou o favoritismo. Com as quatro notas obtidas na arena do Parque do Peão, sagrou-se campeão brasileiro da PBR Brazil, com 1.798 pontos. Na final barretense, montou o touro Mickey Mouse e obteve a nota 87,75.

    João Paulo Velasco é o campeão nacional pela PBR Brazil (Foto: Alberto Gonzaga)

    Velasco faturou um bônus que incluiu uma picape Mitsubishi Triton Katana zero quilômetro e mais R$ 200 mil em dinheiro, além de uma vaga no rodeio dos Estados Unidos.

    “Deus tem me fortalecido e acredito que a fé move montanhas. A gente tem uma paixão em montar em touros e sempre com Ele à frente tudo acontece conforme tem que ser. Agora, a América me espere”, afirmou o campeão nacional.

    Pelo Campeonato Brasileiro, Gabriel Henrique da Silva conquistou o vice-campeonato, com 1.340 pontos. O terceiro lugar ficou com Warley Oliveira, o Café, com 1.138 pontos; Dimas Neto ocupou a 4ª colocação, com 1.066; e Cleber Henrique Marques terminou em 5º lugar, com 798.5.

  • Gusttavo Lima abre as portas de motorhome luxuoso em Barretos

    Gusttavo Lima abre as portas de motorhome luxuoso em Barretos

    Depois de voltar ao palco da Festa do Peão de Barretos no sábado (22), Gusttavo Lima decidiu permanecer perto da movimentação do evento. Em vez de recorrer a uma hospedagem convencional, o cantor instalou um motorhome de luxo no camping do Parque do Peão.

    A estrutura será usada pelo artista, por Andressa Suita e pelos filhos do casal, Gabriel e Samuel. A influenciadora apresentou parte da “casa sobre rodas” aos seguidores e mostrou que a experiência está distante de um acampamento convencional.

    Gusttavo Lima retornou à programação de Barretos após três anos e foi escolhido, pela terceira vez, como embaixador da festa. O cantor ainda tem uma segunda apresentação marcada para o próximo sábado, 29 de agosto.

    https://www.instagram.com/reel/DcbIBhmSJbZ/?igsi=MWZ0bXowNDM4bGNkcg==

    Como é o motorhome de Gusttavo Lima?

    Segundo o tour compartilhado por Andressa, o motorhome possui uma estrutura semelhante à de uma casa. O interior foi dividido para acomodar o casal e as crianças durante a semana.

    Entre os espaços apresentados estão dois quartos com camas king-size, banheiros, sala, cozinha equipada e até aréa kids.

    A estrutura habitável é transportada por um caminhão Volvo FH, um dos caminhões pesados mais vendidos do Brasil, e equipado com a cabine Globetrotter XL, que serve de base para a estrutura onde eles estão hospedados. Ao todo, estima-se que o conjunto custe cerca de R$ 800 mil.

    Além disso, o veículo também possui os chamados slide-outs, extensões laterais acionadas quando o motorhome está estacionado. Assim, o sistema aumenta a largura de determinados ambientes e libera mais espaço para circulação.

    https://www.instagram.com/reel/DcZRB5OtXcM/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=MzRlODBiNWFlZA==

    Área externa tem chopeira e espaço infantil

    O motorhome preto leva a identidade visual do ‘Embaixador’, apelido associado a Gusttavo Lima desde suas apresentações históricas em Barretos.

    Na parte externa, a influenciadora mostrou uma televisão, chopeira embutida, geladeira para bebidas e carnes, além de espaço de apoio para preparo e armazenamento de alimentos.

    A família também está próxima de uma área de convivência com sofás, redes e espaços arborizados. Para Gabriel e Samuel, o acampamento ganhou parede de escalada, videogame, brinquedo inflável e cama elástica.

    “Vai ser uma experiência única, pela primeira vez acampados em Barretos com as crianças”, contou Andressa aos seguidores.

    Andressa ainda mostrou a quantidade de roupas levadas para a temporada no Parque do Peão.

    “Parece que eu vou morar um mês aqui. Mas vai que meu marido decide ficar um mês, né?”, brincou.

    Festa do Peão

    A programação oficial da Festa do Peão confirma Gusttavo Lima novamente no Palco Estádio no sábado (29). A mesma noite terá apresentações de Leonardo e da dupla João Bosco & Vinícius.

    A 71ª Festa do Peão de Barretos acontece até 30 de agosto e reúne shows, competições de rodeio e atividades ligadas à cultura sertaneja no Parque do Peão, no interior de São Paulo.

  • Onça-pintada que interpretou Maria Marruá em ‘Pantanal’ espera filhotes em Goiás

    Onça-pintada que interpretou Maria Marruá em ‘Pantanal’ espera filhotes em Goiás

    Mati, a onça-pintada que ficou conhecida nacionalmente após participar do remake de Pantanal, está prenha. O animal vive atualmente sob os cuidados do Instituto NEX No Extinction, em Corumbá de Goiás (GO).

    A gestação foi anunciada pelo instituto em 21 de agosto. Segundo a equipe responsável por Mati, ela já estava com pouco mais de 80 dias de gestação.

    Como a gestação de uma onça-pintada dura aproximadamente 100 a 110 dias, a estimativa do NEX é que os filhotes nasçam em até 20 dias após o anúncio.

    https://www.instagram.com/reel/DcJ-kgcv4sb/?utm_source=ig_web_copy_link&igsi=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Gestação de Mati faz parte de trabalho de conservação

    A gravidez vai além da curiosidade em torno da antiga estrela da televisão. Mati integra um trabalho voltado à conservação da onça-pintada e à manutenção de uma população geneticamente saudável sob cuidados humanos.

    O Instituto NEX destacou que o animal tem origem ligada ao Cerrado, o que aumenta sua relevância para os esforços de conservação da espécie nesse bioma.

    Mati vive no criadouro conservacionista do instituto, localizado em Corumbá de Goiás, a cerca de 110 quilômetros de Goiânia.

    Esta é a segunda gestação da onça, segundo informações divulgadas pelo NEX. Durante esse período, ela é acompanhada pela equipe responsável, inclusive com atenção à alimentação.

    Estrela de Pantanal

    Mati ficou conhecida do grande público em 2022, quando participou do remake de Pantanal, exibido pela TV Globo.

    Na novela, a onça aparecia nas sequências que representavam as transformações de Maria Marruá e Juma Marruá, personagens interpretadas por Juliana Paes e Alanis Guillen, respectivamente.

    Matí é a onça-pintada que estrela ‘Pantanal’ (Foto: Divulgação/Instituto NEX)

    Daniela Gianni, coordenadora de Projetos e Atividades do instituto, revela que Mati nasceu em cativeiro e viveu durante toda a vida sob cuidados humanos. Antes de participar da produção, ela passou por um período de preparação.

    “Foram necessários oito meses de condicionamento intenso, todos os dias, para que ela pudesse executar as cenas sem gerar estresse para ela”, explicou Daniela.

    Segundo o NEX, a onça foi encontrada sozinha e resgatada em uma rodovia quando ainda era um filhote. Ela teria crescido cercada de humanos, o que impossibilitaria sua soltura na natureza. mas também tornou possível sua participação na novela.

    Além disso, a atriz Juliana Paes também deu mais detalhes de como foi contracenar com Matí para a novela.

    “A gravação com a onça foi diferente porque nós tivemos interação com a Matí. Foi cercada de protocolos e muito cuidado para não estressar o animal. A emoção com a onça foi a emoção de criar um contato íntimo com o bicho através do olhar.”

    A proximidade entre as duas na cena, porém, foi feita através de computação gráfica e efeitos visuais.

  • Conheça o ‘Barão do Agro’, que presenteou a filha com casamento de R$ 15 milhões

    Conheça o ‘Barão do Agro’, que presenteou a filha com casamento de R$ 15 milhões

    O empresário Elusmar Maggi Scheffer, conhecido como ‘Barão do Agro’, está por trás de um dos maiores grupos do agronegócio brasileiro. Sócio do Grupo Bom Futuro, de Mato Grosso, ele ganhou projeção nacional não apenas pelos negócios, mas também por episódios que envolvem muita ostentação.

    Em novembro de 2023, sua filha, Rayssa Modolon Scheffer Santiago, se casou com o empresário Nivaldo Sanches Santiago. Na ocasião, o magnata presentou a herdeira com uma festa de celebração avaliada em R$ 15 milhões.

    Foram utilizados cerca de 140 mil botões de rosas no teto, 200 mil rosas pelo salão e 35 mil mudas de orquídeas como decoração (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

    Quem é Elusmar Maggi, o Barão do Agro

    Elusmar é um dos nomes ligados ao Grupo Bom Futuro, companhia que nasceu na agropecuária e posteriormente expandiu sua atuação para outros setores, incluindo energia, mercado imobiliário e aeroportuário.

    O empresário é irmão de Eraí Maggi Scheffer e primo do ex-governador de Mato Grosso, ex-senador e ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi.

    A dimensão econômica da família já chamou atenção da Forbes. Em 2014, a família Maggi apareceu na revista como a sétima mais rica do Brasil, com patrimônio estimado à época em R$ 4,9 bilhões.

    Casamento da filha foi avaliado em R$ 15 milhões

    A celebração da união entre Rayssa e Nivaldo aconteceu em 2023, no no Centro de Eventos Pantanal, em Cuiabá. Segundo a revista Veja, a festança foi avaliada em R$ 15 milhões e reuniu aproximadamente 1,5 mil convidados.

    E é claro, muita gente boa passou por lá. Na ocasião, grandes nomes como Wesley Safadão, Matheus & Kauan, Thiago Abravanel e DJ Vintage animaram a pista de dança.

    Rayssa é artista plástica e se casou com o empresário Nivaldo Santiago em 2023 (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

    Além disso, a decoração também impressionou pelas dimensões: foram utilizados cerca de 140 mil botões de rosas no teto, 200 mil rosas pelo salão e 35 mil mudas de orquídeas, de acordo com as informações divulgadas na época.

    A noiva revelou que inicialmente sonhava em realizar o casamento na fazenda da família.

    “Sempre sonhei em casar na fazenda da nossa família, mas como ela fica próxima a uma cidade pequena, não daria para fazer o nosso religioso. Então decidimos fazer o casamento civil, já que seriam pouquíssimos convidados. A fazenda, com seus coqueiros bem altos, era o cenário no qual eu sempre sonhava para o meu casamento.”

    Negócios do Grupo Bom Futuro

    A ligação da família com Mato Grosso também aparece em grandes projetos do estado.

    O Autódromo Internacional de Cuiabá, por exemplo, recebeu o nome de Autódromo Bom Futuro. O empreendimento foi desenvolvido em terreno cedido pelo grupo, que também participou de custos relacionados ao projeto.

    A força do grupo tem origem principalmente no agronegócio, setor que transformou Mato Grosso no principal polo produtor de grãos do país e colocou os negócios da família entre os mais conhecidos do agro brasileiro.

    Paixão pelo Internacional

    Fora das fazendas e empresas, Elusmar também ficou conhecido pela paixão inegável pelo time Internacional.

    Em 2021, o empresário disponibilizou R$ 1 milhão ao clube gaúcho para viabilizar o pagamento da multa prevista no contrato de Rodinei, então emprestado pelo Flamengo.

    O pagamento permitiria que o lateral-direito enfrentasse justamente o clube carioca em uma partida decisiva pelo Campeonato Brasileiro.

    A relação de Elusmar com o Internacional, porém, já era pública anteriormente. Em 2019, ele esteve no Beira-Rio durante uma partida contra o Nacional, do Uruguai, e participou da entrega do prêmio de melhor jogador ao uruguaio Nico López.

  • Cantor Daniel abre as portas de fazenda milionária no interior de SP

    Cantor Daniel abre as portas de fazenda milionária no interior de SP

    Daniel construiu uma carreira marcada pela música sertaneja, mas sua ligação com o campo vai muito além das canções. O cantor mantém uma fazenda em Brotas, no interior de São Paulo, município onde nasceu e onde continua cultivando suas raízes.

    A propriedade ganhou ainda mais visibilidade ao se transformar no cenário do Viver Sertanejo, programa comandado pelo artista na TV Globo, onde ele recebe nomes de diferentes gerações da música brasileira.

    Daniel com a esposa, Aline, e as três filhas do casal (Foto: Reprodução/Instagram/@lilipadua)

    Fazenda de Daniel fica em Brotas

    Localizada no interior paulista, Brotas faz parte da história pessoal de Daniel. Foi no município que o artista nasceu e começou a construir a relação com o universo rural que mais tarde apareceria também em sua trajetória musical.

    Propriedade se destaca pelo cultivo de cana-de-açúcar, eucalipto e criação de gado (Foto: Reprodução/Globo)

    A conexão incontestável ganhou espaço na televisão com o Viver Sertanejo. Gravado na propriedade, o programa aposta justamente na atmosfera country para promover conversas, música e encontros entre artistas.

    Em um dos episódios, Maiara e Maraisa pescaram com Daniel na fazenda, reforçando a proposta do programa de aproximar os convidados de experiências típicas da vida no interior.

    Cavalos, pescaria e rotina na roça 

    E é claro, as gravações ajudaram a revelar alguns segredos do dia a dia do famoso. Cheirinho de café no ar, comida preparada no fogo, atividades com animais, frutas colhidas no pé e rodas de viola definem a energia do lugar.

    Beleza cenográfica da propriedade impressiona e chamou atenção até da TV Globo (Foto: Reprodução/Globo)

    A cavalgada aparece entre as atividades realizadas, além da pescaria, que também faz parte da rotina.

    Apaixonado por cavalos, Daniel investiu em instalações completas para a criação, treinamento e manejo de equinos de alta linhagem, contando com baías arejadas, pistas de adestramento e piquetes amplos para os animais.

    Outro ponto que emociona quem visita o local é a linda capela ecumênica construída dentro da fazenda. Devoto e muito ligado à fé, o cantor fez questão de erguer o espaço sagrado como um lugar de reflexão e oração.

    O endereço representa o porto seguro de um dos nomes mais famosos da música sertaneja brasileira.

  • Mina de ouro desaba e deixa mais de 100 mortos na África

    Mina de ouro desaba e deixa mais de 100 mortos na África

    Mais de 100 pessoas morreram após o desabamento de uma mina artesanal de ouro na República Centro-Africana, país localizado na região central do continente africano.

    A tragédia ocorreu na terça-feira (18), no povoado de Zamboye, na prefeitura de Nana-Mambéré, no oeste do país e próximo à fronteira com Camarões.

    https://x.com/EddyWarman/status/2090602327338275237?s=20

    O número de mortos superou 100 durante as operações de busca e retirada das vítimas. Equipes de resgate ainda procuravam pessoas desaparecidas no local, o que significa que o balanço pode aumentar.

    Desabamento atingiu mina artesanal de ouro

    A mina operava de maneira artesanal, modalidade caracterizada por métodos de extração de menor escala e, em muitos casos, pelo uso limitado de equipamentos e estruturas de segurança.

    Autoridades locais relataram mortos, feridos e pessoas desaparecidas após o desabamento.

    Imagens registradas no local mostram uma grande quantidade de pessoas nas proximidades da área atingida e o terreno cedendo sobre parte da região de mineração.

    O que provocou o acidente?

    As circunstâncias exatas do desastre ainda são investigadas.

    O Ministério Público local apontou como uma das hipóteses o colapso de galerias subterrâneas utilizadas pelos trabalhadores. As autoridades abriram uma investigação para esclarecer as causas e identificar os responsáveis pela operação do local.

    Mineração artesanal sustenta milhares de trabalhadores

    A mineração artesanal de ouro é uma importante fonte de renda em diferentes países africanos.

    Por outro lado, operações com pouca infraestrutura, fiscalização limitada e ausência de equipamentos adequados podem aumentar os riscos de soterramentos e outros acidentes.

    Na República Centro-Africana, milhares de trabalhadores dependem de pequenas operações de mineração para obter renda.

     

  • Fazenda de Sérgio Reis tinha ouro, até ser alagada: “Ficou tudo lá embaixo”

    Fazenda de Sérgio Reis tinha ouro, até ser alagada: “Ficou tudo lá embaixo”

    O cantor Sérgio Reis contou que encontrou pepitas de ouro durante a escavação de uma antiga fazenda em Cuiabá, no Mato Grosso. O detalhe curioso é que o material acabou ficando em uma área que foi alagada para a construção de uma barragem.

    O relato foi feito pelo artista durante uma entrevista ao podcast Inteligência Ltda.. Segundo Sérgio, a descoberta aconteceu quando ele autorizou a construção de um lago que também ajudaria no fornecimento de água para o pasto.

    Como Sérgio Reis encontrou o ouro

    A história aconteceu na Fazenda São Bento, em Cuiabá. Na época, um vizinho procurou Sérgio Reis para propor a construção de uma barragem em parte da área.

    A ideia era aproveitar uma cachoeira para formar um lago que pudesse ser utilizado para pesca, passeios de barco e jet ski. O cantor também seria beneficiado com a água para abastecer o pasto.

    “Ele falou assim: ‘Sérgio, eu coloco os tratores e vamos fazer uma barragem, aqui vai encher de água. A gente desvia uma parte da cachoeira, não precisa ser muita, e isso vai alagar, vai ficar um lago enorme. Eu quero pescar, andar de barco e andar de jet ski. Se encher aqui, eu coloco água pra você no teu pasto lá de cima. Você não precisa colocar nenhum tostão, eu coloco os tratores, coloco tudo’. E eu concordei”, afirmou o cantor.

    Antes do início da obra, Sérgio teve uma preocupação com a divisão das propriedades. Ele pediu que funcionários colocassem estacas de madeira no local para marcar os limites do terreno, já que aquela área seria posteriormente coberta pela água.

    Foi durante essa escavação que surgiu a grande surpresa.

    Pepitas valiosas foram dadas como presente

    De acordo com o relato do cantor, o funcionário responsável pela escavação recomendou que a descoberta não fosse divulgada.

    A preocupação era que a notícia atraísse garimpeiros para a propriedade e dificultasse a continuidade da obra. Por isso, segundo Sérgio, eles retiraram parte das pepitas encontradas e mantiveram o restante no local.

    O cantor também contou que levou uma das pepitas a uma joalheria para verificar o material. Segundo seu relato, a avaliação indicou ouro de 18 quilates.

    Sérgio afirmou ainda que presenteou seu funcionário Luizinho com parte do material encontrado.

    “Falei: ‘Vende esse ouro para você e compra uma casa’. Ele comprou dois ou três terrenos, construiu uma casa. Dei dois ou três quilos de ouro para o Luizinho”, afirmou.

    Ouro ficou debaixo d’água

    Depois da descoberta, a construção da barragem continuou. A área onde o ouro havia sido encontrado acabou sendo alagada e passou a fazer parte do lago formado pela obra.

    Ao relembrar o episódio, Sérgio Reis resumiu a história com uma frase curiosa:

    “Cobriu com o ouro lá embaixo”, contou o cantor.

    Quem é Sérgio Reis?

    Sérgio Reis é um dos nomes mais conhecidos da música sertaneja brasileira. Nascido em São Paulo, o artista construiu uma carreira marcada pela música sertaneja, pela moda de viola e por canções que se tornaram populares em diferentes gerações.

    Entre seus trabalhos mais conhecidos estão músicas como O Menino da Porteira, Panela Velha e Chalana.

    Além da música, o famoso também participou de produções televisivas ligadas ao campo, como Pantanal e O Rei do Gado.