Tag: turismo

  • Turismo no Piauí gera 83% mais empregos e impulsiona economia

    Turismo no Piauí gera 83% mais empregos e impulsiona economia

    A indústria do turismo no Piauí vive um momento de aceleração e gerou 83% mais empregos diretos entre 2022 e 2025. Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o setor saltou de 12.490 para 22.905 vagas no período. O resultado consolida o turismo como um dos motores da economia estadual, impulsionado por investimentos públicos em infraestrutura e acesso aos destinos.

    O crescimento do emprego acompanha a melhoria na infraestrutura e o aumento no fluxo de visitantes. Entre 2022 e 2025, o número de passageiros em voos diretos regulares cresceu cerca de 17%, com os aeroportos de Teresina, Parnaíba e São Raimundo Nonato puxando a alta. Em 2025, 553.352 pessoas passaram pelos terminais, o que integra o Piauí às principais rotas turísticas do país.

    O governo estadual revitalizou 22 pontos turísticos em 18 municípios, com investimento de R$ 61,7 milhões. As obras modernizaram áreas históricas, culturais e ambientais, ampliando a capacidade de atendimento e melhorando a experiência dos visitantes. A economia criativa também avança: 601 artesãos se integraram aos polos turísticos entre 2023 e 2025, unindo produção local e mercado.

    Qualificação profissional

    A qualificação profissional acompanhou a expansão. O número de trabalhadores formados para atuar na cadeia do turismo cresceu mais de 400% no período, com cursos focados em atendimento e serviços. O governador Rafael Fonteles destaca a estratégia: “Acreditamos que a economia criativa é um dos principais polos do potencial de desenvolvimento do Estado. O futuro passa pela economia criativa e pela tecnologia. Precisamos desenvolver e incentivar essas atividades.”

    Aeroporto de Parnaíba. Foto: Gabriel Paulino

    Os números de visitação confirmam a tendência de alta. Em 2023, o estado recebeu 666.868 turistas; em 2024, 703.078; e, até 2025, 520.519, mantendo uma média de expansão anual de 16,7%. As visitações aos principais atrativos saltaram de 630.854 para 833.186 no mesmo período, um aumento de 32%.

    Dados por Polo Turístico:

    • Polo Costa do Delta: os visitações cresceram 28% entre 2024 e 2025, passando de 419.677 para 535.548, com alta de 14% no turismo internacional.
    • Polo das Origens: o número de visitas subiu 24%, de 83.081 para 103.195, com aumento de 32% no público estrangeiro.
    • Polo Teresina: o Bioparque Zoobotânico impulsionou o polo, que registrou salto de 200.954 para 252.994 visitas, um crescimento de 22%.
  • Turismo na Serra da Capivara cresce 42,8% em janeiro

    Turismo na Serra da Capivara cresce 42,8% em janeiro

    O Parque Nacional da Serra da Capivara, um dos destinos mais emblemáticos do turismo histórico e ecológico do Brasil, registrou aumento expressivo no número de visitantes em janeiro de 2026. Segundo dados dos sistemas oficiais de monitoramento, o local recebeu 5.908 visitas, contra 4.136 no mesmo mês do ano passado — uma alta de 42,8%.

    O crescimento indica o fortalecimento da visitação organizada e responsável, alinhada às diretrizes de conservação ambiental, pesquisa científica e turismo sustentável. As visitas ao parque são regulamentadas e realizadas com o acompanhamento de condutores credenciados, assegurando a proteção dos sítios arqueológicos e dos ecossistemas da Caatinga.

    Patrimônio mundial e referência arqueológica

    Reconhecido pela Unesco desde 1991 como Patrimônio Cultural da Humanidade, o Parque Nacional da Serra da Capivara abriga a maior concentração de sítios de arte rupestre das Américas. Com registros que ajudam a compreender a origem e presença mais antiga do ser humano no continente.

    Com mais de 129 mil hectares de área protegida e 1.200 sítios arqueológicos catalogados, muitos abertos à visitação, a unidade se destaca como um importante polo de pesquisa científica e conservação ambiental. Além de preservar o acervo pré-histórico, protege espécies raras da fauna e flora típicas da Caatinga, reforçando seu valor ecológico e cultural.

    Turismo sustentável e impacto regional

    Para o secretário de Estado do Turismo, Daniel Oliveira, o aumento da visitação confirma o papel estratégico do parque no desenvolvimento do turismo sustentável do Piauí.

    “A Serra da Capivara é um patrimônio da humanidade e um orgulho para todos os piauienses. O crescimento no número de visitantes mostra que estamos no caminho certo ao promover o turismo responsável. Portanto, valorizando nossa história, a ciência e a conservação ambiental, ao mesmo tempo em que geramos oportunidades para as comunidades do entorno”, afirmou.

  • Lençóis maranhenses ganham roteiro sustentável que une natureza e cultura local

    Lençóis maranhenses ganham roteiro sustentável que une natureza e cultura local

    As dunas, lagoas cristalinas e rios dos Lençóis Maranhenses encantam viajantes brasileiros e estrangeiros há décadas. A partir de 2026, uma empresa de turismo sustentável lança uma nova expedição que democratiza o acesso a um dos destinos naturais mais emblemáticos do país. O roteiro une experiências de imersão cultural e contato com a natureza, garantindo segurança, conforto e interação responsável com as comunidades locais.

    Foto: Divulgação Vivalá

    Especialistas desenvolveram o itinerário para atender diferentes perfis de viajantes. A proposta oferece esforço físico leve e hospedagens aconchegantes, permitindo que famílias com crianças, pessoas sem preparo físico específico e viajantes que buscam maior conforto vivenciem os Lençóis Maranhenses de forma completa e responsável.

    Alternativa ao trekking tradicional

    A novidade amplia a atuação da Vivalá na região, onde a empresa realiza o trekking pelos Lençóis Maranhenses desde 2022. Embora o trekking proporcione intensa conexão com a natureza, essa experiência tem perfil mais aventureiro, com percursos a pé e pernoites em redários, o que restringe a participação de diversos públicos.

    “O trekking nos Lençóis Maranhenses representa um dos maiores sucessos da Vivalá. Criamos uma experiência linda, imersiva e exclusiva. No entanto, muitos viajantes pediam um roteiro mais relaxante, com menos esforço físico, mais conforto e imersão cultural nas comunidades locais — uma marca das nossas viagens. Em 2026, ofereceremos essa experiência autêntica, com hospedagens sofisticadas e muita natureza em um dos lugares mais bonitos da terra”, afirma Daniel Cabrera, cofundador e diretor executivo da Vivalá.

    Patrimônio natural da humanidade

    Em 2024, a Unesco concedeu ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses o título de Patrimônio Natural da Humanidade, destacando sua importância natural e a necessidade de conservação. Veículos nacionais, internacionais e de mídia especializada elegem o Parque como um dos lugares mais bonitos para visitar há muito tempo.

    O National Geographic considerou os Lençóis Maranhenses como “paisagem de areia mágica” em 2010. O The Guardian destaca o lugar como parte dos destinos brasileiros mais marcantes. As lagoas que aparecem de acordo com o período de chuvas e desaparecem nas épocas de seca formam diferentes paisagens ao longo do ano, criando cenários únicos que influenciam a estrutura do turismo na região.

    Imersão no povoado bar da hora

    Na Expedição Lençóis Maranhenses, o roteiro valoriza a cultura local e destaca a imersão no povoado Bar da Hora, comunidade localizada no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses que encanta com sua paisagem icônica.

    O roteiro inclui navegação pelo Rio Preguiça, com contemplação de dunas e vilarejos; visitas aos quintais produtivos da comunidade; oficina de cestaria com artesãos locais; passeios por circuitos como Ponta do Mangue e Canto de Atins, com banhos em lagoas cristalinas e pôr do sol. Os viajantes também experimentam a culinária regional, com almoços e jantares que verdadeiros chefes da região preparam.

    O itinerário reserva momentos de descanso e lazer na vila de Atins, a mais charmosa do parque. Os visitantes conhecem o ritmo local, a cultura e o cotidiano da região.

    Turismo de base comunitária gera renda e preserva tradições

    Maíra Matsui, proprietária da Casa Ingapura, uma hospedagem sustentável e de base comunitária no povoado Bar da Hora, destaca que o impacto vai além das atividades diretamente ligadas ao turismo.

    “O fluxo também movimenta outros serviços da comunidade, como mercadinhos, pequenos comércios e a produção artesanal. Mais do que vender um destino, o roteiro valoriza pessoas, saberes e modos de vida. E reforça o associativismo e contribui para que a renda permaneça no próprio povoado”, explica Maíra.

    A empreendedora ressalta que a parceria com a Vivalá oferece uma experiência rara nos Lençóis Maranhenses. “A vivência da cultura tradicional ribeirinha, uma localização privilegiada e um modelo sólido de TBC. O visitante não passa apenas pelo lugar, mas participa dele”, diz.

    A navegação pelo Rio Preguiça, o cotidiano dos pescadores, a culinária que pescadores e marisqueiras preparam, as hospedagens de pequeno porte e o contato intenso com a natureza constroem uma experiência profundamente humana. “Entregamos essa proposta de vivência autêntica para pessoas que viajam buscando conexão”, complementa.

    A permanência dos visitantes permite compreender processos muitas vezes invisíveis. Como o funcionamento do fundo de turismo comunitário, que financia projetos locais e amplia a geração de renda para diferentes famílias.

    Esse trabalho coletivo já conquistou importantes reconhecimentos: o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade (2024), o Prêmio Cazumbá do Turismo Estadual e, mais recentemente, o troféu de prata do Prêmio Nacional do Turismo.

    Experiências que transformam viajantes

    Nas fotos, os Lençóis Maranhenses impressionam. Para quem visita, porém, a experiência vai além da paisagem. A viajante Mariana Oliveira conheceu o Parque motivada pelo desejo de aprofundar o contato com o território e com as pessoas que vivem na região.

    “Escolhi esse destino para ir além das paisagens icônicas das dunas e lagoas. Quis conhecer as pessoas que vivem entre as dunas e compreender como seus modos de vida os Lençóis moldam, mas sem abrir mão de conforto. A vivência da Vivalá se revelou como um espaço de resistência, onde a comunidade mantém suas práticas, saberes e relação com o território apesar das dificuldades que o ambiente e as transformações ao redor impõem”, destaca.

    Segundo Mariana, a experiência estabeleceu um contato mais profundo, respeitoso e consciente. “O que mais me chamou a atenção foi perceber o quanto as comunidades conseguem construir e transformar suas realidades a partir das possibilidades que têm. Todo o trabalho voltado à sustentabilidade local, como as hortas comunitárias, a coleta de lixo nos mangues e o uso de composteiras, impressionou extremamente. A paisagem local, por si só deslumbrante, acaba complementando perfeitamente, potencializando ainda mais tudo isso.”

    Entre os momentos mais marcantes, a viajante ressalta o banho de rio em águas mornas e a importância de vivenciar a expedição para além das paisagens naturais.

    “Voltei da viagem com um sentimento de respeito e admiração pelas pessoas e pelo território. Os Lençóis Maranhenses ensinam sobre convivência, cuidado e resistência, além de despertarem uma sensação de pertencimento e conexão com a natureza. Para quem sonha em conhecer, meu conselho é ir com tempo e sensibilidade. Vá além das paisagens, escute as histórias locais, respeite o ritmo do lugar e permita-se viver a experiência de forma consciente e transformadora”, conclui.

  • Turismo cultural cresce no Noroeste gaúcho com o Memorial da Evolução Agrícola

    Turismo cultural cresce no Noroeste gaúcho com o Memorial da Evolução Agrícola

    O Noroeste do Rio Grande do Sul consolida-se como um dos destinos de turismo cultural mais promissores do Sul do país. A região tem apostado em roteiros que conectam agricultura, patrimônio histórico e experiências culturais, atraindo turistas que buscam vivências autênticas e sustentáveis.

    Entre os principais atrativos estão o Salto do Yacumã, o Salto do Roncador e os circuitos rurais que valorizam a identidade agrícola e a diversidade natural. Nos últimos anos, municípios da região vêm ampliando o tempo de permanência dos visitantes e fortalecendo o turismo de curta duração e de fim de semana.

    Em Horizontina, o Memorial da Evolução Agrícola (MEA) tornou-se referência nacional em turismo cultural. O espaço, uma parceria entre o Instituto John Deere e o Ministério da Cultura via Lei de Incentivo à Cultura, celebra dois anos de funcionamento em 2026 como um dos principais polos de cultura, educação e lazer do Noroeste gaúcho.

    Com mais de 130 mil visitantes desde a inauguração, o MEA oferece programação gratuita, acessível e voltada a públicos diversos: estudantes, famílias, idosos, agricultores e turistas. A exposição permanente apresenta de forma imersiva a evolução da agricultura brasileira, estimulando reflexões sobre tecnologia, boas práticas no campo e sustentabilidade. O complexo também abriga Cozinha Experimental, Ateliê Educativo, quadras esportivas, área de patinação e espaços de convivência ao ar livre abertos de terça a domingo, das 8h às 22h.

    MEA Itinerante leva cultura a novas cidades

    O programa MEA Itinerante expande o alcance cultural do Memorial e fortalece o turismo de proximidade. Depois de visitar seis cidades em 2024, o projeto ampliou seu percurso em 2025 e prevê alcançar 18 municípios da região com 21 exposições e apresentações teatrais gratuitas.

    A mostra 2025–2026 apresenta uma versão lúdica e interativa da exposição principal, acompanhada do espetáculo Teatro do MEA. Protagonizado pelos personagens Joca e L.U.M.I., eles narram a história da agricultura brasileira com humor e interação.

    MEA Itinerante leva parte da experiência do Memorial a diferentes municípios do Noroeste gaúcho. Foto:
    Divulgação Sicredi Panambi.

    “Mais do que levar exposições, o MEA Itinerante estimula o turismo local e regional, conectando cultura, gastronomia e identidade”, define Karina Muniz Viana, diretora do MEA.

    Missões Jesuíticas e o patrimônio cultural do RS

    O turismo histórico-cultural no Noroeste gaúcho ganha ainda mais destaque com a celebração dos 400 anos da chegada dos jesuítas ao Rio Grande do Sul, em 2026. A região abriga o Sítio Histórico São Miguel Arcanjo, único Patrimônio Mundial da Humanidade reconhecido pela Unesco no estado, e o Museu Histórico das Missões, que preserva a herança missioneira.

    Iniciativas como o MEA fortalecem a integração entre memória, território e desenvolvimento, diversificando a oferta turística e impulsionando o crescimento regional. Ao unir história, cultura e natureza, o Noroeste gaúcho se consolida como destino estratégico para o turismo regional, nacional e internacional.

    Serviço – Memorial da Evolução Agrícola (MEA)

    • Localização: Horizontina (RS)
    • Atendimento:
    • Memorial: quarta a domingo e feriados, das 9h às 17h (entrada até 16h30)
    • Área externa: terça a domingo e feriados, das 8h às 22h
    • Entrada: gratuita e livre para todos os públicos
    • Estacionamento: gratuito e exclusivo para visitantes
    No MEA, o público conhece a evolução da agricultura em uma exposição interativa e tecnológica. Foto:
    Felipe Pacheco/Divulgação MEA.

    O MEA ocupa uma área de 64 mil m² e reúne espaços destinados à arte, cultura, educação, esporte e lazer. O local também abriga a John Deere Store e a unidade Senai Horizontina (RS).

  • Parque Nacional Serra da Capivara registra alta no turismo

    Parque Nacional Serra da Capivara registra alta no turismo

    O Parque Nacional Serra da Capivara recebeu 44.972 visitantes entre janeiro e novembro de 2025, segundo dados oficiais. O número confirma o parque como um dos principais destinos de turismo cultural e científico do Brasil, com fluxo estável durante todo o ano. O pico ocorreu em julho, quando 7.853 pessoas visitaram o local, impulsionadas pelas férias escolares e pelo aumento no turismo regional no sudeste do Piauí.

    Inscrições rupestres. Foto: Francisco Gilásio/Secom PI

    Reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade, o parque abriga centenas de sítios arqueológicos que comprovam a presença humana nas Américas há mais de 25 mil anos. A alta procura reforça tanto a relevância científica do território quanto a necessidade de manter a visitação organizada e alinhada às normas de preservação ambiental.

    Para a gestora da unidade, Marrian Rodrigues, os números demonstram o resultado do trabalho contínuo de conservação e educação ambiental. “O aumento do fluxo mostra o interesse crescente pelo patrimônio da Serra da Capivara e destaca o papel dos condutores na mediação e na preservação. O parque mantém o compromisso de oferecer uma visitação gratuita, segura e responsável”, afirmou.

    Como é a visita à Serra da Capivara

    Os roteiros mais procurados começam pela manhã, por volta das 7h30. O percurso inclui os circuitos do Desfiladeiro da Capivara, Serra Talhada e os Museus da Natureza e do Homem Americano. No Desfiladeiro, os turistas visitam locais emblemáticos como o Mirante da 020, Toca do Pajaú, Toca do Barro, Inferno, Toca da Entrada do Baixão da Vaca e Toca do Paraguaio.

    Após o almoço em comunidades do entorno, o passeio segue para o Circuito Boqueirão da Pedra Furada, onde está o icônico paredão com inscrições rupestres e o monumento geológico mais famoso do parque, a Pedra Furada. O roteiro termina nos museus locais, após cerca de 95 quilômetros percorridos, intercalando trechos de veículo e caminhadas.

    O parque permite a visitação às áreas apenas com condutores credenciados pelo ICMBio, que protegem os sítios arqueológicos e orientam os grupos conforme o perfil de cada visitante. O Cadastur, sistema oficial do Ministério do Turismo, reúne esses profissionais. As associações locais definem as tarifas do serviço com base em taxas diárias de condução.

  • Cânions, cachoeiras e parques nacionais atraem turistas

    Cânions, cachoeiras e parques nacionais atraem turistas

    O Piauí expande seu mapa turístico para além do litoral neste fim de ano. Enquanto muitos turistas buscam as praias durante as férias escolares de dezembro e janeiro, o estado apresenta alternativas que mesclam ecoturismo, patrimônio histórico e aventura em diferentes regiões.

    Serra da Capivara. Foto: Ascom Setur

    O território piauiense oferece desde parques nacionais reconhecidos pela UNESCO até cânions impressionantes, cachoeiras refrescantes e cidades históricas com clima ameno. Os destinos atendem tanto viajantes que dispõem de mais tempo quanto aqueles que preferem roteiros mais curtos a partir de Teresina.

    Serra da Capivara lidera atrativos do sul piauiense

    São Raimundo Nonato concentra um dos principais polos turísticos do interior piauiense. A cidade abriga o Parque Nacional da Serra da Capivara, que a UNESCO reconhece como Patrimônio Cultural da Humanidade. O parque exibe sítios arqueológicos milenares, trilhas ecológicas e formações rochosas que impressionam visitantes do mundo inteiro.

    A região complementa o roteiro com o Cânion do Canoas, onde turistas encontram vistas panorâmicas e trilhas pela caatinga. O Museu do Homem Americano e o Museu da Natureza enriquecem a experiência ao narrar a história da ocupação humana nas Américas. São Raimundo Nonato fica a 520 km de Teresina.

    Cânions do Viana atraem fotógrafos e aventureiros

    Bom Jesus, localizada a 600 km da capital, destaca-se pelos Cânions do Viana. O destino conquista amantes do ecoturismo com seus paredões rochosos, trilhas desafiadoras e paisagens naturais ideais para fotografia. A região oferece tranquilidade e aventura em doses equilibradas.

    Cânion do Rio Poti. Foto: Thiago Amaral

    Turistas com menos dias disponíveis encontram opções atrativas no Norte e Centro-Norte piauiense. Castelo do Piauí impressiona com o Cânion do Rio Poti, que exibe paredões imponentes e trilhas para aventureiros. O município fica a 190 km de Teresina.

    Parque de Sete Cidades encanta com formações rochosas

    Piracuruca abriga o Parque Nacional de Sete Cidades, famoso por suas formações rochosas peculiares e inscrições rupestres ancestrais. O parque oferece trilhas interpretativas, áreas para banho e mirantes naturais. A cidade está a 200 km da capital.

    Museu do Homem Americano. Foto: Edmilson Silva

    Amarante atrai visitantes com seu centro histórico preservado e a colorida Escadaria da Costa e Silva, cartão-postal do município. O Lira Ecoparque complementa a oferta turística com infraestrutura completa: restaurante, pousada, tirolesa, caiaque, arvorismo e escalada. A distância até Teresina é de 160 km.

    Pedro II conquista turistas com clima ameno

    Pedro II firma-se como destino preferido para as férias de verão. A “Terra da Opala” oferece clima mais fresco, arquitetura histórica conservada, cachoeiras cristalinas e o icônico Morro do Gritador. O centro histórico convida a passeios tranquilos pelas ruas arborizadas. Pedro II fica a 200 km de Teresina.

    Morro do Gritador – Pedro II. Foto: Thiago Amaral

    Piripiri e Barras completam as opções de lazer aquático no interior. Os rios Marataoan e Longá atraem famílias durante o período de férias, oferecendo áreas para banho e descanso. As cidades ficam a 160 km e 130 km da capital, respectivamente.

    Açude Caldeirão. Foto: Guthierry Pacifico

    O Piauí comprova que seu potencial turístico transcende o litoral. Com parques nacionais, cânions espetaculares, museus temáticos e cidades históricas, o estado consolida-se como destino completo para as férias de verão, atendendo diferentes perfis de viajantes.

  • Rondônia fortalece turismo sustentável

    Rondônia fortalece turismo sustentável

    A última reunião ordinária do Conselho Estadual de Turismo de Rondônia (Consetur) movimentou o setor na sexta-feira (12), em Porto Velho. Promovido pela Superintendência Estadual de Turismo (Setur), o encontro reuniu representantes de entidades públicas, empresários e lideranças regionais para discutir o futuro do turismo rondoniense e alinhar novas estratégias para 2026.

    Entre os destaques, o governo apresentou os resultados alcançados em 2025, incluindo o avanço do Plano de Ação para o Desenvolvimento do Etnoturismo, que envolve 17 comunidades indígenas, além do crescimento expressivo da pesca esportiva, segmento que ganhou força no estado.

    A marca Amazônia, lançada como símbolo da identidade turística de Rondônia, também teve papel central na reunião. O projeto busca promover o estado em nível nacional e internacional, valorizando sua diversidade cultural, natural e gastronômica.

    Durante o encontro, os participantes ainda conheceram o projeto de valorização do Lago do Cuniã, uma das principais atrações de Rondônia, e os resultados positivos da ExpoTurismo 2025, evento que impulsionou o turismo local e fortaleceu o diálogo entre o setor público e o privado.

    O governador Marcos Rocha destacou o turismo como um dos pilares do desenvolvimento de Rondônia.

    “Rondônia é uma terra de oportunidades e belezas únicas. O governo segue investindo para fortalecer o setor, gerar emprego, renda e valorizar nossas riquezas culturais e naturais”, afirmou.

    Plano de turismo 2026 aposta em integração regional

    O superintendente da Setur, Gilvan Pereira, ressaltou o avanço obtido nos últimos anos e anunciou as diretrizes do Plano de Turismo 2026, que prevê a criação de novos roteiros e a revitalização de pontos turísticos estratégicos. A agenda inclui o fortalecimento do turismo rodoviário, com parcerias ampliadas com estados vizinhos — Amazonas, Acre e Mato Grosso — e países da América Latina.

    Pereira enfatizou que o turismo rondoniense ganha reconhecimento internacional e que a marca Amazônia reflete esse progresso.

    “O turismo de Rondônia está crescendo de forma sustentável, com apoio de empresários e instituições. Esse esforço conjunto tem consolidado o estado como referência no setor”, destacou.

  • Rotas da Cachaça de SP: governo paulista cria roteiro em 65 municípios

    Rotas da Cachaça de SP: governo paulista cria roteiro em 65 municípios

    O governo de São Paulo oficializou nesta quinta-feira (11) as Rotas da Cachaça, iniciativa intersecretarial que conecta turismo, agricultura e gastronomia em 65 municípios paulistas. Durante o evento, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) entrega os troféus e certificados do II Concurso Estadual de Qualidade da Cachaça Paulista 2025, que premia os melhores rótulos artesanais em cinco categorias.

    A edição 2025 do concurso recebeu 130 amostras de todo o Estado, um crescimento de 60% em relação ao ano anterior. A competição avalia cachaças nas categorias Branca, Armazenada, Envelhecida em Carvalho, Envelhecida em Madeiras Brasileiras e Blends.

    “Estabelecemos padrões técnicos e sensoriais que elevam a credibilidade da bebida, garantindo segurança e autenticidade para o consumidor”, afirma José Carlos de Faria Júnior, chefe da assessoria técnica da SAA. Segundo ele, a iniciativa incentiva boas práticas, fomenta a formalização e consolida São Paulo como referência nacional em qualidade e inovação.

    Conheça os três primeiros colocados em cada categoria

    BRANCA

    • Pavão Prata (Pirassununga)
    • Santa Capela Clássica (Santa Bárbara d’Oeste)
    • Sr. Brasil (Monte Alegre do Sul)

    ARMAZENADA

    • Almeida Valente Amburana (Artur Nogueira)
    • Serra Vale Carvalho (São João da Boa Vista)
    • Santa Capela Armazenada Amburana (Santa Bárbara d’Oeste)

    ENVELHECIDA EM MADEIRAS BRASILEIRAS

    • Cachaça da Torre Jequitibá Rosa (Amparo)
    • Tonon Amburana (Dourado)
    • Itupeva Umburana (Itupeva)

    ENVELHECIDA EM CARVALHO

    • Dom Tápparo Extra Premium 12 anos (Mirassol)
    • Cachaça C Double Wood (Torrinha)
    • Giuseppe Benedetti Carvalho Americano (Amparo)

    BLEND

    • Dom Tápparo Extra Premium Blend Amburana e Carvalho Americano (Mirassol)
    • WIBA! Blend de Carvalhos (Torre de Pedra)
    • Cachaça C Triple Wood (Torrinha)

    Oito rotas turísticas valorizam produção artesanal

    O projeto cria oito rotas e dois destinos que conectam alambiques familiares, propriedades rurais, museus, pousadas temáticas e espaços culturais dedicados à cachaça. As novas rotas se juntam às consolidadas Rotas do Café, do Vinho e do Queijo.

    “As Rotas da Cachaça de São Paulo representam muito mais do que um roteiro turístico”, destaca Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento de SP. “O projeto fortalece pequenos e grandes produtores, impulsiona a formalização e abre portas para novos mercados, inclusive internacionais.”

    Linha de crédito Alambique Legal facilita regularização

    O governo estadual lançou durante o evento a linha de subvenção Alambique Legal, vinculada ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP). A iniciativa integra o programa Artesanal + Legal, lançado em dezembro de 2025, e disponibiliza R$ 3 milhões para produtos artesanais.

    O objetivo é custear processos de registro, certificação e adequação produtiva. A criação da linha atende uma demanda identificada durante a implantação das rotas: diversos produtores não conseguiram participar por falta de regularização sanitária e regulatória.

    São Paulo responde por 45% da produção nacional

    O Estado lidera a produção e exportação de cachaça no Brasil, concentrando 45% da produção nacional. Laura Vicentini, presidente da Câmara Setorial da Cachaça do Estado de São Paulo e produtora da primeira cachaça brasileira certificada em sustentabilidade, acompanha o crescimento do setor.

    Desde que assumiu a presidência em 2024, o número de produtores integrados à Câmara aumentou de 58 para 70, com crescimento médio anual de 20%. Laura teve papel decisivo na concepção do Concurso Estadual de Qualidade, especialmente na inclusão obrigatória da análise química.

    “O concurso paulista foi o primeiro do país a oficializar esse procedimento, integrando avaliação técnica, científica e sensorial”, destaca Vicentini. A iniciativa inspirou outros concursos nacionais a adotarem a análise química como critério obrigatório.

    Para a presidente da Câmara, o momento é histórico: “A criação das Rotas da Cachaça e a consolidação do Concurso estruturam o setor, elevam o padrão técnico e abrem novas oportunidades para os produtores.”

    Cachaça paulista une patrimônio histórico e desenvolvimento econômico

    O governo estadual integra a premiação do concurso com o lançamento das rotas para posicionar a cachaça como patrimônio histórico, produto gastronômico e destino turístico. A estratégia conecta tradição, ciência e sustentabilidade, transformando o destilado em símbolo de identidade cultural e motor de desenvolvimento econômico no interior paulista.

  • Cajueiro da Praia: conheça o paraíso eleito destino promissor para 2026

    Cajueiro da Praia: conheça o paraíso eleito destino promissor para 2026

    Cajueiro da Praia acaba de entrar no radar dos principais destinos turísticos do Brasil. Localizado no extremo-norte do Piauí, o município figura entre os locais mais promissores para 2026, segundo levantamento divulgado por ema empresa on line de viagens. O estudo analisou o crescimento expressivo nas reservas feitas por brasileiros entre janeiro e agosto de 2025, considerando a variedade de atrativos e a qualidade das experiências oferecidas.

    O litoral piauiense vive um momento de destaque no cenário turístico nacional. A crescente procura por Cajueiro da Praia se explica pela combinação perfeita: natureza intocada, infraestrutura hoteleira em expansão e atividades que agradam tanto aventureiros quanto quem busca sossego absoluto.

    Hospedagem para todos os estilos

    A rede hoteleira de Cajueiro da Praia surpreende pela diversidade. Desde pousadas acolhedoras e econômicas até resorts sofisticados e bangalôs com vista para o mar, o município oferece acomodações para diferentes perfis de viajantes e orçamentos, garantindo conforto sem perder a autenticidade local.

    A gastronomia é um capítulo à parte em Cajueiro da Praia. Restaurantes tradicionais servem peixes frescos, camarões e frutos do mar preparados com receitas regionais. Bares descolados com clima de vilarejo litorâneo movimentam o início da noite, enquanto cafés charmosos, pizzarias artesanais e bistrôs completam o cardápio de opções gastronômicas.

    A variedade atende desde quem prefere refeições caseiras e autênticas até paladares mais exigentes em busca de experiências gastronômicas elaboradas, sempre com o toque especial da culinária costeira.

    Barra Grande: capital do kitesurfe no Brasil

    Barra Grande consolidou-se como referência internacional para a prática de kitesurfe. O vilarejo atrai atletas e entusiastas do mundo inteiro graças às condições ideais: mar tranquilo, ventos constantes e infraestrutura especializada.

    Foto: Paulo Barros

    Além do esporte, Barra Grande encanta com suas barracas de praia charmosas, restaurantes de frutos do mar e um centrinho que ganha vida ao anoitecer. Bares, cafés e lojas criam um ambiente cosmopolita e acolhedor, misturando turistas brasileiros e estrangeiros em uma atmosfera única.

    Barrinha: refúgio de tranquilidade

    Para quem busca sossego absoluto, a Barrinha é o destino perfeito. Esta área preservada de Cajueiro da Praia mantém a essência rústica, com casas de pescadores, pequenas embarcações e um ritmo de vida desacelerado.

    Screenshot

    Durante a maré baixa, formam-se piscinas naturais que transformam a paisagem em um verdadeiro cartão-postal. A região também é conhecida pela pesca de ostras e pela presença de cavalos-marinhos, oferecendo experiências únicas de contato com a fauna marinha.

    Praia do Sardim: natureza em estado puro

    A Praia do Sardim preserva a beleza rústica característica do litoral piauiense. Águas azuladas, areia clara e coqueirais compõem cenários perfeitos para quem deseja fugir do agito. É um refúgio para contemplação, onde o silêncio e a natureza intocada proporcionam momentos de verdadeira conexão com o ambiente natural.

    Foto: Booking.com

    Praia do Itan: ecoturismo e conservação

    Também conhecida como Praia das Itans, este trecho é um dos mais preservados do município. Sem barracas ou construções, mantém seu caráter selvagem e voltado ao ecoturismo. O mar calmo convida para caminhadas à beira-mar, enquanto manguezais e restingas ao redor formam ecossistemas essenciais para espécies ameaçadas como o peixe-boi-marinho e diversas tartarugas marinhas.

    Foto: Paulo Barros

    Cajueiro-rei: o maior cajueiro do mundo

    Uma das atrações imperdíveis é o Cajueiro-Rei, registrado como o maior cajueiro do planeta. Localizado em Barra Grande, esta árvore monumental se espalha por milhares de metros quadrados, criando uma copa impressionante. O local tornou-se ponto turístico obrigatório, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer um fenômeno natural único e aprender sobre a história da região.

    Foto: Paulo Barros

    Além das praias paradisíacas, o município oferece vivências culturais que aproximam o turista da realidade local:

    • Observação de cavalos-marinhos em seu habitat natural
    • Visitas a criadouros de ostras com degustação de frutos do mar fresquíssimos
    • Passeios guiados pelos manguezais, explorando a rica biodiversidade costeira
    • Interação com comunidades pesqueiras tradicionais

    Por que visitar Cajueiro da Praia em 2026

    A projeção da site não é por acaso. Cajueiro da Praia reúne os elementos que definem os destinos turísticos do futuro: sustentabilidade, autenticidade e diversidade de experiências. Seja para praticar esportes aquáticos, relaxar em praias desertas ou descobrir a cultura local, o município piauiense oferece opções para todos os perfis de viajantes.

    Com infraestrutura em constante melhoria e natureza preservada, o lugar posiciona-se como alternativa inteligente para quem busca fugir dos destinos turísticos saturados, sem abrir mão de conforto e qualidade.

  • Enoturismo na Serra da Mantiqueira cresce 27% 

    Enoturismo na Serra da Mantiqueira cresce 27% 

    A Serra da Mantiqueira transforma o enoturismo em motor econômico regional. A região combina natureza, gastronomia e agricultura de altitude para atrair visitantes que buscam experiências autênticas relacionadas à produção local de vinhos e azeites.

    As vinícolas paulistas expandem operações e consolidam a Mantiqueira como polo estratégico do turismo de experiência no estado de São Paulo. A diversidade de rótulos, circuitos gastronômicos e azeites artesanais converte a Serra em destino preferencial para quem valoriza cultura e produtos regionais.

    Dados oficiais confirmam expansão do setor

    A Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) e o Centro de Inteligência da Economia do Turismo (CIET) divulgaram em setembro dados que comprovam o crescimento do enoturismo. O levantamento aponta que 82% das vinícolas aumentaram o número de visitantes desde o lançamento das Rotas do Vinho de São Paulo.

    O fluxo turístico cresceu 27% em média nas vinícolas participantes. Cada turista gasta, em média, R$ 204 por visita. A Setur-SP projeta crescimento adicional até o fim do ano.

    Vinícola Essenza une dois estados em experiência integrada

    A Vinícola Essenza, localizada a 14 quilômetros do centro de Santo Antônio do Pinhal, exemplifica o modelo de negócio que impulsiona o setor. O empreendimento integra as Rotas do Vinho de São Paulo — iniciativa que reúne 66 vinícolas no estado — e recebe visitantes em espaço enogastronômico estruturado.

    O fundador e produtor Herbert Sales desenvolveu um conceito que conecta produção e hospitalidade. “A Serra tem uma vocação agrícola consolidada. O enoturismo é a continuidade natural desse processo, porque mostra que cada garrafa representa um território inteiro”, explica Sales.

    Foto: Régis Silva/Divulgação

    A empresa mantém duas propriedades produtivas. A unidade de Maria da Fé (MG) abriga o olival mais alto do mundo e o vinhedo mais alto do Brasil, a 1.910 metros de altitude. A localização em Santo Antônio do Pinhal funciona como espaço de recepção e degustação.

    “Ambas as propriedades estão na Serra da Mantiqueira. Maria da Fé é o coração produtivo e Santo Antônio do Pinhal é o espaço de acolhimento. Essa combinação permite que o visitante tenha uma experiência com os dois terroir”, afirma Herbert Sales.

    Reconhecimento internacional marca produção

    A Vinícola Essenza conquistou quatro medalhas de Bronze no Decanter World Wine Awards (DWWA) 2025, considerado o maior concurso de vinhos do mundo. Os rótulos premiados incluem Espumante Rosé Extra Brut, Mantikir Merlot 2024, Mantikir Pinot Noir 2024 e Mantikir Alvarinho 2024.

    A vinícola também produz azeites premiados a partir das variedades Koroneiki, Grappolo, Arbequina e Coratina. As condições de montanha e o manejo técnico especializado geram produtos de caráter singular.

    Herbert Sales atribui os resultados ao estudo contínuo do microclima regional. “As altitudes da Mantiqueira exigem técnicas específicas. Nosso foco é interpretar o solo, o clima e as variedades para alcançar equilíbrio e identidade em cada rótulo”, explica o produtor.

    Menu franco-brasileiro harmoniza experiência gastronômica

    A Vinícola Essenza lançou em dezembro o novo menu enogastronômico Estação Franco Mantikir. A proposta combina técnicas da culinária francesa com ingredientes regionais da Serra da Mantiqueira.

    O menu apresenta quatro etapas harmonizadas com vinhos premiados da vinícola. A experiência começa com welcome drink de espumante Essenza acompanhado de presunto cru produzido localmente. A sequência inclui peixe branco com beurre blanc e caviar de azedinha, corte suíno nobre com demiglacê de mirtilo, filé mignon com molho dijon e mil-folhas de batata, e entremet de café como sobremesa.

    Os visitantes também participam de tour pelo espaço produtivo e têm acesso à loja de produtos regionais.

    “Nosso propósito é que o visitante entenda o ciclo completo. Do cultivo ao prato, do azeite ao vinho. Tudo o que produzimos aqui na Essenza reflete o mesmo solo e o mesmo clima”, destaca Herbert Sales.

    Terroir da Mantiqueira valoriza conceito slow food

    O modelo de enoturismo desenvolvido na Serra da Mantiqueira conecta visitantes à origem dos produtos e valoriza o conceito slow food. A proposta enfatiza a relação entre território, produtores e sabores locais.

    Herbert Sales durante colheita da safra de uvas 2025. Foto: Régis Silva/Divulgação

    “Queremos que o cliente se sinta parte da Mantiqueira e perceba que por trás de cada garrafa há um território vivo, com produtores, histórias e sabores locais. Nosso propósito é mostrar que a Mantiqueira é um território produtivo, inovador e em expansão. A Essenza é um reflexo desse movimento que une sustentabilidade, turismo e qualidade”, conclui Herbert Sales.