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  • Tesouro suspende novos financiamentos no Plano Safra

    Tesouro suspende novos financiamentos no Plano Safra

    O Tesouro Nacional suspendeu novas contratações de financiamentos subvencionados pelo Plano Safra 2024/25. A medida começa a valer nesta sexta-feira (21) e não afeta operações de custeio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

    Em geral, em comunicado enviado a 25 instituições financeiras, o Tesouro justificou a decisão pelo aumento da taxa básica de juros. O documento, assinado pelo secretário Rogério Ceron, destaca a atualização das projeções de gastos para 2025. Ou seja, ele mostrou um aumento significativo nos custos da subvenção econômica.

    A revisão levou em conta a nova grade de parâmetros divulgada pela Secretaria de Política Econômica e os dados mais recentes sobre os gastos com operações rurais subsidiadas. Segundo o Tesouro, os índices econômicos usados na elaboração do Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) de 2025, ainda em tramitação no Congresso, ficaram defasados diante do cenário atual.

    Na semana passada, o subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt, indicou que o governo poderia realocar recursos de linhas equalizadas do Plano Safra para financiamentos do Pronaf. Em resumo, o objetivo seria cobrir a falta de recursos disponíveis no programa.

    Vale lembrar que o Plano Safra é fundamental para garantir o desenvolvimento da agricultura e pecuária no Brasil.

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  • E-agro ultrapassa R$ 2 bilhões em crédito rural

    E-agro ultrapassa R$ 2 bilhões em crédito rural

     

    O E-agro, marketplace do Bradesco, celebra um marco impressionante: a originação de R$ 2,4 bilhões em crédito rural, impulsionando o agronegócio brasileiro para a era digital. Com quase 100 parceiros comerciais e mais de 52 mil clientes ativos, a plataforma se consolida como o principal parceiro digital do setor.

    Em menos de dois anos desde o seu lançamento, o E-agro tem assumido um papel de destaque na transformação digital do agronegócio. Ele oferece soluções financeiras e acesso a produtos essenciais para o setor, como máquinas, equipamentos, insumos e tecnologias para o campo.

    Preferência por canais digitais cresce no campo

    Nadege Saad, head do E-agro, destaca que os resultados alcançados comprovam a crescente adesão dos produtores rurais aos canais digitais. “De acordo com a McKinsey, 40% dos produtores rurais preferem canais digitais para adquirir insumos para suas atividades”, afirma Saad. “Isso confirma o acerto da aposta no modelo de marketplace. E reforça nosso compromisso de estar ao lado do agricultor em todas as etapas de sua operação, oferecendo soluções que realmente agreguem valor.”

    Nadege Saad, head do E-agro. Foto: Wanezza Soares

    CPRs impulsionam originação de crédito

    As Cédulas de Produto Rural (CPRs) representaram 90% do volume de crédito originado na plataforma no último ano. Isso representa um crescimento de 400% em relação a 2023. Já o Plano Safra (Custeio Agrícola e Pecuário com recursos controlados e livres) respondeu por 10% desse resultado.

    Roberto França, diretor de agronegócios do Bradesco, ressalta a importância do E-agro para o processo de concessão de crédito rural. “O E-agro nos posiciona de uma maneira ainda mais próxima dos nossos clientes e amplia nossa capilaridade e capacidade de atendimento das demandas do campo por recursos”, declara França.

    Multicanalidade e parcerias estratégicas

    A multicanalidade é um fator-chave para o sucesso do E-agro, permitindo que os produtores rurais tenham uma experiência fluida entre o online e o offline. Além da plataforma, os clientes contam com o suporte dos gerentes das agências Bradesco para realizar as operações de crédito. A colaboração com cooperativas e revendas agropecuárias também contribui para o fortalecimento da marca no mercado.

    A plataforma oferece uma loja digital onde os produtores podem utilizar tanto os recursos contratados (CPR Digital, financiamento com garantia de máquinas e equipamentos) quanto meios de pagamento tradicionais (PIX, cartão e boleto) para adquirir produtos e tecnologias para suas propriedades. Atualmente, mais de 70 lojas estão ativas, abrangendo todas as categorias da cadeia produtiva.

    Metas para 2025

    Para 2025, o E-agro tem como meta dobrar de tamanho em comparação com o primeiro semestre de 2024, expandir a base de usuários ativos em 50% e celebrar mais 100 novas parcerias estratégicas, ampliando as soluções disponíveis no marketplace.

    O E-agro está em constante desenvolvimento de novos produtos e serviços financeiros e não financeiros para o produtor. Isso inclui um programa de pontos, o lançamento de um cartão de crédito E-agro e a implementação de novas funcionalidades de inteligência artificial para um atendimento mais personalizado.

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  • BNDES aprova R$ 52,3 bilhões para o agro em 2024, um recorde no setor

    BNDES aprova R$ 52,3 bilhões para o agro em 2024, um recorde no setor

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 52,3 bilhões em financiamentos para o agronegócio brasileiro em 2024. Ou seja, o montante representa um crescimento de 26% em comparação com 2023, quando foram liberados R$ 41,5 bilhões. Além disso, na comparação com 2022, o aumento chega a 92%, consolidando o banco como um dos maiores financiadores do setor agropecuário no país.

    Os recursos atenderam produtores rurais, cooperativas, agricultores familiares e agroindústrias. Em geral, os produtores investiram os financiamentos na ampliação da produção, compra de máquinas, armazenamento e inovação. O BNDES realizou 191.231 operações de crédito, 28% a mais que em 2023 e 60% acima do número registrado em 2022.

    O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou a importância do apoio financeiro ao setor. “O BNDES é um dos principais parceiros do agro brasileiro, fomentando desde grandes produtores até pequenos agricultores e cooperativas. Este incremento no crédito está alinhado com políticas de economia de baixo carbono e preservação ambiental”, afirmou.

    Planos Safra e linhas próprias impulsionam crédito

    O BNDES liberou R$ 38,2 bilhões dos R$ 52,3 bilhões aprovados por meio dos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGFs). Entre julho e dezembro, no primeiro semestre do Plano Safra 2024-2025, o banco destinou R$ 27,9 bilhões. No segundo semestre do Plano Safra 2023-2024, de janeiro a junho, o valor chegou a R$ 10,25 bilhões.

    Além disso, R$ 7,9 bilhões foram disponibilizados por meio de soluções próprias do BNDES, como a linha BNDES Crédito Rural, que realizou 7.328 operações. Os financiamentos incluíram condições especiais, como juros equalizados pelo Tesouro Nacional e recursos do Fundo Social.

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    Rio Grande do Sul recebe atenção especial

    O BNDES direcionou R$ 5,9 bilhões do total aprovado ao Rio Grande do Sul por meio do programa BNDES Emergencial RS.

    As 3.523 operações realizadas no estado tiveram como foco ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de apoiar a retomada econômica regional.

    Em resumo, o aumento no volume de crédito e na quantidade de operações reflete o papel estratégico do BNDES no fortalecimento do agronegócio brasileiro. Com incentivos voltados à sustentabilidade e inovação, o banco contribui para impulsionar o setor e garantir competitividade em mercados globais.

     

     

  • BNDES libera mais R$ 2,2 bilhões para o Plano Safra 2024-2025

    BNDES libera mais R$ 2,2 bilhões para o Plano Safra 2024-2025

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou mais R$ 2,2 bilhões para programas do Plano Safra 2024-2025. Ou seja, com essa nova injeção de recursos, o banco ainda possui R$ 11,2 bilhões disponíveis para operações de crédito no setor agropecuário. Além disso, esse montante poderá ser acessado até junho de 2025.

    Produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares poderão utilizar os recursos em diversas áreas. Em resumo, os financiamentos contemplam desde o aumento da produção até a compra de máquinas, investimentos em inovação e ampliação de capacidade de armazenagem.

    “Apoiamos fortemente o setor agropecuário brasileiro, beneficiando tanto grandes quanto pequenos produtores. Nesta safra, aumentamos o orçamento em 73%, alcançando o maior valor já ofertado pelo BNDES”, afirma o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

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    Ao todo, o BNDES destina R$ 66,5 bilhões ao Plano Safra 2024-2025. Desse total, o BNDES destinou R$ 14,8 bilhões para a agricultura familiar, um aumento de 28% em comparação ao ciclo anterior. Além disso, até agora, os agentes financeiros credenciados já aprovaram R$ 17,1 bilhões, em mais de 81 mil operações de crédito.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirma que o BNDES é fundamental para o crescimento da agropecuária brasileira. “O banco busca constantemente soluções inovadoras para atender às demandas do setor, fomentando o desenvolvimento social com crédito acessível”, destacou.

    Além dos Programas Agropecuários do Governo Federal, o BNDES oferece alternativas próprias, como o BNDES Crédito Rural. Esse produto já soma R$ 1,9 bilhão em operações aprovadas na atual safra.

     

  • Mapa remaneja recursos do Plano Safra para replantio de cana

    Mapa remaneja recursos do Plano Safra para replantio de cana

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou medidas para recuperar áreas agrícolas atingidas por queimadas no Brasil. Ou seja, uma nova linha de crédito, focada no replantio de cana-de-açúcar, está sendo estruturada. Primeiramente, a medida visa ajudar produtores que sofreram perdas significativas, especialmente no estado de São Paulo, onde lavouras inteiras foram destruídas.

    Necessidade de replantio

    Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a Secretaria de Política Agrícola (SPA) está avaliando os danos causados pelos incêndios nas lavouras. O primeiro diagnóstico revelou a necessidade urgente de replantio da cana-de-açúcar, fundamental para a próxima safra. Além disso, Fávaro destacou que haverá um remanejamento de recursos do Plano Safra atual, o maior da história, para financiar esse replantio.

    “A situação em São Paulo é crítica. Muitas lavouras que já estavam em fase vegetativa foram destruídas pelas queimadas, exigindo replantio imediato”, explicou o ministro. A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana), estima que os incêndios atingiram cerca de 80 mil hectares de cana-de-açúcar..

    Liderança mundial

    O Brasil é o maior produtor mundial de cana-de-açúcar e líder nas exportações do setor sucroalcooleiro. Em resumo, este ano, as exportações de açúcar bruto ultrapassaram US$ 8,69 bilhões, marcando um recorde histórico.

    Além do crédito para replantio, outras medidas estão sendo estudadas para apoiar os produtores. “Ainda estamos avaliando as perdas e planejando as ações necessárias. Há muito trabalho pela frente”, afirmou Fávaro.

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    Por fim, o ministro também destacou a importância da conscientização sobre as mudanças climáticas. “Estamos saindo de uma crise no Rio Grande do Sul e agora enfrentamos os impactos das queimadas. Não podemos mais ignorar a questão das mudanças climáticas. O governo está comprometido com a preservação do meio ambiente, nosso maior ativo”, concluiu Fávaro.

     

  • Banrisul anuncia Plano Safra recorde de R$ 12,2 bilhões

    Banrisul anuncia Plano Safra recorde de R$ 12,2 bilhões

    O Banrisul lançou seu maior Plano Safra, disponibilizando R$ 12,2 bilhões em crédito para custeio, investimento, comercialização, industrialização e capital de giro. Esse é o maior volume de recursos já liberado na história do banco. Cerca de 70 mil produtores rurais já têm limites pré-aprovados para acessar as linhas de crédito ofertadas.

    Para apoiar a agricultura familiar, o banco destinará R$ 2,56 bilhões, um aumento de 28% em relação ao ciclo anterior. No ano safra 23-24, a agricultura familiar representou 51% dos contratos realizados. Somando-se os médios produtores, a representatividade supera 84%. O banco disponibiliza R$ 4,41 bilhões para as categorias Pronamp e R$ 5,23 bilhões para demais produtores.

    Novas possibilidades de financiamento para o agro

    O Banrisul lançou a Conta Única Rural, com R$ 500 milhões em capital de giro para empreendedores rurais. Este novo produto oferece condições especiais e garantias adequadas ao segmento agro, com prazo de até cinco anos para pagamento. A linha é renovada automaticamente a cada seis meses, e os limites podem ser movimentados diretamente no aplicativo do Banrisul.

    Além disso, o banco introduziu a CPR – Cédula de Produto Rural, com R$ 1,5 bilhões em recursos. Este instrumento permite financiar atividades da cadeia produtiva do agronegócio por meio de um título representativo de promessa de entrega de produtos rurais. A CPR oferece flexibilidade e contratação rápida, sem necessidade de projeto ou acompanhamento técnico, com prazo de 12 meses e pagamento único.

    Crédito para retomada

    Para apoiar a retomada das atividades produtivas, o banco destinou R$ 1 bilhão para a correção e recuperação de solos de propriedades rurais, através das linhas de investimento Renovagro e Moderagro. Além disso, o Banrisul disponibilizou R$ 643 milhões na linha de Crédito Emergencial Agro para pequenos e médios produtores afetados pelas enchentes. Os produtores que tiveram perdas de pelo menos 30% de sua estrutura produtiva terão condições especiais para financiamento de recuperação de solos, infraestrutura, plantéis de animais, e aquisição de máquinas e equipamentos.

    O presidente do Banrisul, Fernando Lemos, afirmou que a instituição está atenta às demandas dos produtores e busca soluções ágeis. “Queremos garantir que o crédito seja liberado rapidamente para os produtores que precisam reconstruir suas propriedades e revitalizar ou impulsionar sua produção”, destacou.

    Qualificação do atendimento

    Para se aproximar ainda mais do produtor rural, o Banrisul está ampliando e qualificando os espaços de atendimento exclusivos para o setor. Esses espaços estão disponíveis em agências de Bagé, Carazinho, Cruz Alta, Ibirubá, Ijuí, Passo Fundo, Santana do Livramento e Santo Ângelo.

    O banco aumentou seu time de colaboradores focados na carteira de agronegócios, contando agora com 51 gerentes de relacionamento especialistas em produtos agro e mais de 3 mil assistentes técnicos conveniados e capacitados para a realização de projetos e assessoria técnica. Além disso, todas as agências do estado têm equipes treinadas para atender o perfil do agronegócio.

    Visando a excelência no atendimento, o Banrisul renovou a frota de veículos dos gerentes de agronegócio, que prestam suporte técnico e comercial às equipes de vendas, visitando clientes e entidades do setor. “A capacitação contínua e nosso olhar atento para o setor agro nos permite oferecer produtos e serviços adequados, entendendo profundamente as necessidades e desafios de cada produtor”, afirmou Fernando Postal, diretor de Desenvolvimento.

     

  • Plano Safra é lançado com incentivos de R$ 400,59 bilhões

    Plano Safra é lançado com incentivos de R$ 400,59 bilhões

    Governo Federal lança Plano Safra 2024/2025 com foco em impulsionar o setor agropecuário. São R$ 400,59 bilhões destinados para financiamentos, um aumento de 10% em relação ao período anterior. Além disso, outros R$ 108 bilhões estão disponíveis em Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), para emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR). Sendo assim, o total de investimento é de R$ 508,59 bilhões para fomentar a agricultura nacional.

    O custeio e comercialização para atender à agricultura empresarial receberão um aumento de 8%, totalizando R$ 293,29 bilhões, enquanto os investimentos aumentarão em 16,5%, alcançando R$ 107,3 bilhões. Os recursos com taxas controladas beneficiarão o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e cooperativas, totalizando R$ 189,09 bilhões, e serão disponibilizados R$ 211,5 bilhões a taxas livres.

    O Plano Safra 2024/2025 continua promovendo práticas sustentáveis, com incentivos para produtores com Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado e adoção de métodos agrícolas sustentáveis. Há redução de até 1,0 ponto percentual na taxa de juros de custeio para quem adota boas práticas.

    O Programa RenovAgro também é destaque, financiando práticas sustentáveis como recuperação de áreas degradadas, sistemas de integração lavoura-pecuária-florestas, e produção de energia renovável. Uma novidade é o RenovAgro Ambiental, que apoia a reparação ambiental de áreas embargadas.

    Além disso, programas de financiamento para investimentos contribuem para a inovação e modernização das atividades produtivas, promovendo ganhos de produtividade, competitividade e geração de emprego e renda.

    Plano Safra Familiar 2023/2024

    Foto: Divulgação – Embrapa/Emanuel da Silva Cavalcante

    O novo Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/25 traz novidades para os pequenos produtores. Além do recorde de R$ 76 bilhões em crédito, o plano é ainda mais agroecológico.

    As taxas de juros para a produção orgânica, agroecológica e de produtos da sociobiodiversidade serão reduzidas para 2% no custeio e 3% no investimento. Essa medida incentiva a adoção de práticas sustentáveis e a diversificação da produção.

    Como resultado, outro destaque é o lançamento do edital do programa Ecoforte, com o maior valor histórico de R$ 100 milhões. Portanto, esse investimento vai apoiar projetos de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, beneficiando 40 redes e 30 mil agricultores familiares.

  • Agro em Campo – ao vivo: Lula anuncia Plano Safra 2024/25

    Agro em Campo – ao vivo: Lula anuncia Plano Safra 2024/25

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lança, em instantes, o Plano Safra da agricultura empresarial para o ciclo de produção de 2024 e 2025.  O objetivo é impulsionar o setor agropecuário brasileiro. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) oferece linhas de crédito, incentivos e políticas agrícolas para médios e grandes produtores.

    Nesta edição, são R$ 400,59 bilhões destinados para financiamentos, um aumento de 10% em relação à safra anterior.  Além disso, os produtores rurais poderão contar com mais R$ 108 bilhões em recursos de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), para emissões de Cédulas do Produto Rural (CPR) — complementares aos incentivos do novo Plano Safra. No total, são R$ 508,59 bilhões para o desenvolvimento do agro nacional.

    O Agro em Campo acompanha a transmissão na íntegra do evento.

    https://www.youtube.com/watch?v=yQ04rWvE-Pg

    Evento pela manhã (03/06)

    Lula chamou o novo Plano de “exuberante” e afirmou que o governo não “joga dinheiro fora”, em evento hoje (03/07) pela manhã. Ele anunciou o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, oferecendo R$ 76 bilhões em crédito pelo Pronaf.

    Esse valor é 6,2% superior ao da safra passada, sendo o maior da série histórica. Ou seja, somando todas as políticas de apoio, o governo oferecerá R$ 85,7 bilhões aos pequenos produtores, comparado a R$ 77,7 bilhões da temporada passada. Ainda assim, Lula disse que “o Plano Safra atende a um apelo antigo, garantindo mais segurança alimentar, mesmo com mudanças climáticas”.

    Por fim, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que é o “maior” e “melhor” Plano Safra. Paulo Teixeira destacou incentivos para agroecologia e produção de arroz em todo o país.

  • Redução de taxas no Plano Safra Familiar 2024/2025

    Redução de taxas no Plano Safra Familiar 2024/2025

    O Plano Safra Familiar 2024/2025 oferece juros ainda menores, com taxas variando de 0,5% a 6%. Dez linhas de financiamento tiveram redução, sendo duas de custeio e oito de investimento.

    O Pronaf Custeio para produtos da sociobiodiversidade, como babaçu, jambu e castanha do Brasil, terá taxa de 2%, antes era 3%. Já para a produção de alimentos básicos, como feijão, arroz e mandioca, a taxa caiu de 4% para 3%.

    No Pronaf Floresta (Investimento) e Pronaf Semiárido (Investimento), a taxa passou de 4% para 3%. Para as agricultoras do Pronaf Mulher (Investimento), com renda familiar de até R$ 100 mil, a taxa caiu de 4% para 3%.

    Outras linhas de investimento também tiveram redução, como o Pronaf Jovem, Pronaf Agroecologia, Pronaf Bioeconomia e Pronaf Produtivo Orientado, todas de 4% para 3%. Além disso, no Pronaf Mais Alimentos (Investimento), a taxa para compra de máquinas de pequeno porte caiu de 5% para 2,5%.

    Outras atividades, como aquisição de estruturas de cultivo protegido, construção de silos e armazéns, e aquisição de tanques de resfriamento de leite, também tiveram redução, de 4% para 3% no anúncio de hoje (03/07) do Plano Safra Familiar.

    Pequenos produtores

    O novo Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/25 traz novidades para os pequenos produtores. Além do recorde de R$ 76 bilhões em crédito, o plano é ainda mais agroecológico.

    As taxas de juros para a produção orgânica, agroecológica e de produtos da sociobiodiversidade serão reduzidas para 2% no custeio e 3% no investimento. Essa medida incentiva a adoção de práticas sustentáveis e a diversificação da produção.

    Como resultado, outro destaque é o lançamento do edital do programa Ecoforte, com o maior valor histórico de R$ 100 milhões. Portanto, esse investimento vai apoiar projetos de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica, beneficiando 40 redes e 30 mil agricultores familiares.

    Repercussão entre os especialistas

    A reação entre os especialistas talvez não tenha sido a que o governo esperava. Conversamos com Wolney Arruda, administrador de empresas e Presidente Plantae Agrocrédito, e sua perspectiva sobre esse anúncio e a próxima safra é de alerta:

    “A gente vê que não vai ter um acréscimo muito grande de montante, porque mesmo que eles falam aí em uma majoração em torno de 20%, só o que a gente viu em torno de aumento de custo de produção já dá isso, ou seja, se a gente colocar esse aumento de custo, a gente vê que até houve um decréscimo. O mais importante é o valor da subvenção. Então, a gente tinha uma subvenção de R$ 13,7 bilhões, como está na matéria no plano SAFRA 23-24, para R$ 16,3 bi. nesse plano 24-25, ou seja, um acréscimo de 19%, ou seja, quase nada”.

    Wolney Arruda, administrador de empresas e Presidente Plantae Agrocrédito

    Outro fator importante a se levar em conta é a situação econômica atual: “Então a gente também sensibiliza uma taxa de juros com spread bem maior, porque está tendo um risco maior, infelizmente, devido à indústria de recuperações judiciais. Um risco maior devido ao clima, que teve uma quebra de safra muito grande, preços lá embaixo, o preço das commodities lá embaixo, principalmente grãos, soja e milho. Então, você entende que, de uma certa maneira, você reunindo, tentando pegar todas as variáveis, vai ser uma safra bem desafiadora. E, novamente, quem vai suprir a grande demanda, mas isso no meu entendimento, quem vai suprir a grande demanda do setor muito mais do que no 23 e 24, nessa safra 24, 25, vão ser as instituições privadas, tá? Então, essa é a minha ótica e as instituições privadas com esse alerta amarelo aqui do setor, né?

     

  • Ao vivo: acompanhe no Agro em Campo anúncio do Plano Safra 2024/2025

    Ao vivo: acompanhe no Agro em Campo anúncio do Plano Safra 2024/2025

    O novo Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, anunciado hoje pelo presidente Lula, traz uma série de novidades para apoiar os agricultores familiares. O plano prevê um recorde de R$ 76 bilhões em crédito rural, 43,3% a mais que o anunciado na safra 2022/2023.

    https://www.youtube.com/watch?v=Xxoj6N9u8vQ

     

    Além disso, haverá redução nas taxas de juros, chegando a 2% para a produção orgânica e agroecológica. Para incentivar a transição agroecológica, o governo lançará o programa Campo à Mesa, com R$ 35 milhões em editais.  Também será anunciado o maior valor histórico do programa Ecoforte, com R$ 100 milhões para apoiar redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

    No total, serão R$ 85,7 bilhões em ações do governo federal para a agricultura familiar, um crescimento de 10% em relação à safra passada.  A expectativa do Plano Safra 2024/2025 é ampliar o número de agricultores familiares beneficiados e incentivar a produção sustentável de alimentos saudáveis.