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  • Você sabia? Vaca recordista na produção de leite é brasileira

    Você sabia? Vaca recordista na produção de leite é brasileira

    No mundo do leite, quem dita o ritmo nem sempre é a indústria. Às vezes, é uma vaca com nome de poema que vira manchete. E foi assim com Poesia, uma vaca recordista leite paranaense da raça Holandesa que hoje carrega o título de maior produtora de leite em 24 horas do planeta, com 144,2 kg ordenhados em menos de um dia. Isso mesmo: quase 150 litros de leite espremidos em três ordenhas num único ciclo solar.

    O feito aconteceu durante o Torneio Aberto de Leite da Exposição Agropecuária de Passos, em Minas Gerais, em 2023. Não era qualquer torneio. O evento segue as normas rígidas do Guinness World Records, com:

    • 🐄 Três ordenhas mecanizadas ao longo do dia

    • ⏱️ Fiscalização técnica com cronometragem precisa

    • 📋 Registro da produção total em até 24 horas

    • ✅ Avaliação sanitária e padronização do processo

    Mas engana-se quem pensa que Poesia surgiu de repente, como quem tropeça na fama. Nascida em Castro (PR) e criada na Fazenda Coqueiros, em Alpinópolis (MG), ela foi comprada ainda bezerra, em 2019, pelo produtor Diego Vaz de Oliveira. A aposta era melhorar o rebanho. O que se colheu foi um recorde mundial.

    🥇 Tabela: As maiores produtoras de leite do mundo em 24h

    Nome da vaca Raça Produção (kg) Ano do recorde Local do feito
    Poesia Holandesa 144,2 kg 2023 Passos (MG), Brasil
    Baleia Holandesa 132,2 kg 2023 Passos (MG), Brasil
    Marília FIV Teatro de Naylo Girolando 127,6 kg 2019 Uberaba (MG), Brasil

    Antes de Poesia subir ao trono, quem reinava na ordenha era outra brasileira — a vaca Baleia, também da raça Holandesa. Naquele momento, ela havia impressionado o mundo ao produzir 132,2 kg de leite no mesmo torneio, realizado poucos meses antes.

    Muito antes disso, no entanto, a coroa estava com Marília FIV Teatro de Naylo, uma Girolando que marcou época em Uberaba, em 2019, ao alcançar 127,6 kg em apenas 24 horas — um recorde que permaneceu invicto até 2020.

    As vacas recordistas mostram que:

    • O Brasil é potência mundial na pecuária leiteira

    • O investimento em genética, manejo e nutrição dá resultados

    • Os torneios revelam o que o campo tem de melhor: trabalho duro e técnica refinada

    Brasil na elite da produção leiteira

    Vaca Poesia é a recordista mundial na produção de leite, segundo o Guinnes
    Foto: Divulgação

    A façanha de Poesia, portanto, não é um raio em céu claro. Pelo contrário, trata-se do reflexo de décadas de investimento contínuo em ciência, manejo e profissionalização do campo. Ou seja, o Brasil já figura entre os maiores produtores mundiais de leite e, agora, também ostenta o recorde mundial de produção diária.

    E mais do que números impressionantes, esses recordes mostram:

    • Que o leite brasileiro é competitivo globalmente

    • Que o setor leiteiro nacional pode crescer ainda mais

    • Que vacas como Poesia são símbolos do potencial genético do agro brasileiro

    No campo, entre o mugido da vaca e o clique da ordenha, há também espaço para poesia — e agora, para recordes mundiais.

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  • Frio pode afetar produção de leite no inverno

    Frio pode afetar produção de leite no inverno

    Durante o inverno, o gado leiteiro enfrenta riscos maiores de infecções respiratórias, como pneumonia. Tosse e cansaço indicam problemas de saúde e devem ser investigados.

    Ambiente limpo e seco reduz riscos de infecção

    A técnica da Gadolando, Marieli Garcia Madeira de Lima, recomenda cuidados com o ambiente dos animais. Ela alerta que secreção nasal, inflamações nos cascos e mastite são comuns em ambientes úmidos e sujos. Por isso, os criadores devem manter os locais limpos, ventilados e livres de fezes e urina. Além disso, a higienização da área de ordenha também evita infecções nos tetos e outras complicações sanitárias.

    Alimentação e hidratação impactam a imunidade do rebanho

    O estresse térmico no frio exige mais esforço do organismo dos animais. Portanto, para enfrentar essa demanda, é essencial oferecer uma dieta balanceada com energia, proteínas e minerais. A técnica reforça a importância do calendário vacinal e da presença constante de assistência técnica.

    Nos dias frios, o consumo de água tende a cair, o que pode reduzir a produção de leite. Segundo Marieli, em algumas regiões, o risco de congelamento da água agrava o problema. Ela sugere proteger os bebedouros e, se possível, manter a água levemente aquecida. Também recomenda cochos limpos, camas secas e pisos seguros para evitar acidentes.

    Prenhes e bezerros exigem cuidados extras no inverno

    Vacas prenhas e bezerros são mais sensíveis ao frio intenso. Marieli recomenda garantir um ambiente seco e usar mantas térmicas ou roupas apropriadas. Além disso, proteger os animais da chuva, do vento e da geada assegura conforto térmico. Essa proteção ajuda a manter a saúde do rebanho e a produtividade durante o inverno.

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  • Menos vacas, mais leite: produção cresce 3 vezes no Brasil

    Menos vacas, mais leite: produção cresce 3 vezes no Brasil

    Por mais de quatro décadas, o leite derramado nos campos brasileiros contou uma história curiosa. Menos vacas, mais leite. Um paradoxo que só se explica com uma palavra: tecnologia.

    Entre 1980 e 2023, a produção nacional deu um salto triplo, subindo de 30 milhões para 97 milhões de litros por dia. E tudo isso com uma redução no número de vacas ordenhadas , de 17 milhões para 16 milhões no mesmo período. Uma façanha que transforma a paisagem rural e revela dois Brasis bem distintos: um que corre de trator turbo, outro que ainda anda de charrete.

    Se em 1980 cada vaca produzia, em média, 676 litros por ano, esse número mais que triplicou e chegou a 2.259 litros em 2023. Nas áreas mais produtivas, esse volume ultrapassou 3.800 litros, batendo à porta da Nova Zelândia, referência mundial no setor. É como se cada animal tivesse ganhado superpoderes alimentares.

    O segredo está na intensificação tecnológica. A pecuária leiteira trocou o velho balde de alumínio por sensores, genética de precisão e nutrição planejada. O que era rotina matinal virou operação de guerra com dados, estratégias e metas. E isso mudou não só a produtividade, mas o mapa do leite.

    O mapa do leite também mudou

    Lá em 1980, metade do leite brasileiro saía de uma área de 402 mil km², basicamente Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Em 2023, essa mesma metade passou a vir de apenas 284 mil km², território mais apertado e altamente produtivo. É como se a produção tivesse se encolhido no mapa para crescer no tanque.

    Minas continua sendo o rei da ordenha, mas o Sul bate firme à porta do trono. Paraná e Rio Grande do Sul vêm ganhando protagonismo, e até o Nordeste, historicamente fora do radar leiteiro, começa a erguer sua bandeira com Pernambuco, Alagoas, Ceará e Sergipe.

    Foto Wenderson Araujo – Sistema CNA Senar

    Nas regiões mais densas, a produtividade por vaca pulou de 968 litros em 1980 para 3.830 em 2023. No mesmo período, a produção por área , medida em litros por dia por km² , cresceu mais de quatro vezes, passando de 38 para 170 litros. Um avanço que faz barulho.

    Mas nem tudo são flores nas pastagens brasileiras. A outra metade da produção nacional, espalhada em regiões menos intensivas, também evoluiu, sim, mas em ritmo de gado cansado. A tecnologia chega devagar, o investimento é tímido, e a produtividade ainda fica no retrovisor das áreas mais modernas.

    Dois Brasis dividem o mesmo pasto

    Esse descompasso revela o dilema do leite brasileiro: enquanto uma parte do país galopa em direção ao futuro, outra ainda pasta em solo árido. Um contraste que lembra dois países vivendo sob o mesmo teto rural.

    A concentração espacial da produção é natural e até desejável, do ponto de vista econômico. Reduz custos, melhora a logística, atrai indústrias e especializa o território. Mas também escancara um desafio socioeconômico: como puxar o outro Brasil para dentro do caminhão refrigerado da modernidade?

    No fim do dia, o que se vê é um Brasil que tira mais leite de menos vaca, em menos espaço. Uma história de eficiência que impressiona  e uma lembrança de que, por trás de cada copo de leite, há muito mais do que se pode ver a olho nu.

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  • Vaca Gir Leiteiro quebra recorde mundial de produção de leite

    Vaca Gir Leiteiro quebra recorde mundial de produção de leite

    Passos (MG) virou manchete internacional no mundo da pecuária. No Torneio Leiteiro da Expass Agro 2025, uma jovem vaca da raça Gir Leiteiro desafiou os limites da natureza e venceu. O nome dela é Bloguer FIV Ribeirão Grande, e o feito foi simplesmente extraordinário: 64,940 quilos de leite por dia, em média, durante a competição.

    A marca não só chamou atenção, como também derrubou um antigo recorde. Desde 2018, quem liderava o ranking era Broinha FIV Cabo Verde, com 57,416 kg. Mas Bloguer foi além. Com a leveza de uma bailarina e a força de uma maratonista, ela literalmente transbordou produtividade.

    O feito pertence à Fazenda Ribeirão Grande, do produtor Miller Cresta, que não escondeu a emoção. Em suas redes sociais, celebrou a conquista com um versículo bíblico: “O Senhor mandará a bênção sobre ti nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão”. A citação ecoou entre os criadores como uma mistura de fé, suor e genética de ponta.

    Torneio premia destaques e movimenta a pecuária

    Realizado entre os dias 25 e 28 de junho no Parque de Exposições Adolpho Coelho Lemos, o Torneio Leiteiro integra a programação da Expass Agro 2025, organizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Passos (SinRural). Com R$ 210 mil em prêmios, o evento valorizou os três primeiros colocados em cada categoria — incluindo Gir Leiteiro e Bubalinos.

    Além de competição, a feira se transformou em vitrine da genética nacional. Os visitantes acompanharam de perto a rotina dos animais, as ordenhas, os bastidores da nutrição e da tecnologia de manejo. Mas foi Bloguer, com sua performance arrebatadora, quem roubou a cena — e as manchetes.

    Entre aplausos, flashs e expressões de espanto, a jovem vaca não apenas quebrou um número. Ela virou símbolo. De resiliência, de técnica e de um futuro promissor para o leite brasileiro.

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  • Dia Mundial do Leite: Minas Gerais lidera produção nacional

    Dia Mundial do Leite: Minas Gerais lidera produção nacional

    Neste 1º de junho, o mundo celebra o Dia Mundial do Leite, data criada em 2001 pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU) para incentivar o consumo de lácteos. O leite, alimento mais consumido globalmente, atinge a marca de 580 milhões de toneladas de leite e derivados consumidos anualmente, segundo estimativas da FAO.

    O Brasil figura como o terceiro maior produtor mundial de leite, com produção anual superior a 34 bilhões de litros. Isso de de acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O consumo médio nacional é de 320 ml por pessoa ao dia, enquanto a FAO recomenda a ingestão diária de 480 ml, equivalente a três porções de lácteos.

    Minas Gerais lidera produção nacional e valoriza agricultura familiar

    Minas Gerais se consolida como o maior estado produtor de leite do país, respondendo por mais de 27% da produção nacional. Segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Minas produz aproximadamente 9,3 bilhões de litros de leite por ano. A atividade está presente em quase todos os 853 municípios mineiros, sendo fonte de renda para milhares de famílias, principalmente agricultores familiares.

    O coordenador de bovinocultura da Emater-MG, Manoel Lúcio Pontes, destaca que 60% da produção mineira de leite vem da agricultura familiar, que representa 80% dos produtores do estado. “A bovinocultura de leite em Minas Gerais gera 1,2 milhão de empregos diretos e movimenta mais de R$ 21 bilhões em receita. É fundamental para o PIB e para o agronegócio mineiro, além de manter os produtores no campo”, afirma Pontes.

    Mercado do leite enfrenta desafios e oscilações de preços

    Apesar da relevância econômica, o setor leiteiro em Minas Gerais enfrenta desafios relacionados à instabilidade dos preços. O Brasil consome internamente a maior parte do leite produzido e não se destaca como grande exportador. Dois fatores principais influenciam o preço pago ao produtor: o poder aquisitivo do consumidor e a concorrência do mercado externo.

    Quando o poder de compra do consumidor aumenta, o preço do leite tende a subir. Por outro lado, quando o preço interno se eleva, cresce a entrada de leite importado, especialmente de países como Argentina e Uruguai, que produzem com custos mais baixos, pressionando o valor pago ao produtor brasileiro.

    Gestão eficiente e agregação de valor garantem sustentabilidade ao setor

    Para garantir a lucratividade, a bovinocultura de leite exige gestão eficiente. A Emater-MG oferece programas de assistência técnica, incentivo à melhoria genética do rebanho, recuperação de pastagens e promoção da agregação de valor, especialmente por meio da produção de queijos artesanais. “A produção de queijos é a forma mais tradicional de agregar valor, principalmente para os agricultores familiares”, ressalta Pontes.

    Neste Dia Mundial do Leite, Minas Gerais se destaca por sua liderança nacional na produção e o papel central da agricultura familiar, responsável por sustentar milhares de famílias, movimentar a economia e fortalecer o agronegócio estadual. Assim, o setor, apesar dos desafios, segue como referência em qualidade, tradição e geração de renda para o campo mineiro.

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  • Laticínios premium crescem no Brasil com valorização do leite de búfala

    Laticínios premium crescem no Brasil com valorização do leite de búfala

    O mercado de laticínios premium cresce rapidamente no Brasil, impulsionado por consumidores mais conscientes sobre saúde, origem dos alimentos e experiência de consumo. O setor está em ascensão, superando o crescimento dos produtos convencionais.

    Entre os produtos mais procurados estão queijos artesanais e aqueles feitos com leites especiais, como o tipo A2A2, presente no leite de búfala e conhecido pela melhor digestibilidade. A burrata, queijo italiano tradicional, conquistou o paladar dos brasileiros e ganhou destaque em restaurantes, empórios e supermercados.

    Denise Nakid, CEO da Levitare, afirma: “O consumidor de hoje valoriza pureza, procedência e sabor. Nossos produtos são feitos com leite puro de búfala, sem aditivos, preservando a tradição italiana e entregando benefícios reais à saúde.”

    A marca investe em inovação e tecnologia para crescer. Recentemente, trouxe da Itália uma nova máquina de burratas e lançou a linha To Go. Composta por porções práticas de mozzarella de búfala que podem ficar fora da refrigeração por até 5 horas, ideal para o estilo de vida urbano.

    Além do valor nutricional, os laticínios premium conquistam consumidores pela produção artesanal, bem-estar animal e rótulos mais limpos. No segmento de queijos, isso significa menos aditivos, origem controlada e processos que priorizam qualidade em vez de volume.

    Nos pontos de venda, a oferta de queijos especiais como mozzarella de búfala, brie, camembert e grana padano cresce constantemente, acompanhando a demanda por experiências gastronômicas refinadas. A indústria responde com lançamentos que combinam sofisticação e praticidade, como os produtos da Levitare, que unem tradição, inovação e conveniência.

    A expansão dos laticínios premium no Brasil indica uma mudança nos hábitos de consumo e abre uma oportunidade estratégica para o país. Como um dos maiores produtores mundiais de leite, o Brasil diversifica sua oferta com produtos de maior valor agregado, apostando na combinação entre excelência nutricional e consciência alimentar.

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  • Fazenda em Uberaba produz leite com genética selecionada

    Fazenda em Uberaba produz leite com genética selecionada

    Em uma fazenda localizada no Triângulo Mineiro, a Porto Real, do Grupo Agronelli, está revolucionando a produção de leite no Brasil. Com um rebanho geneticamente selecionado, a propriedade produz exclusivamente leite A2 tipo A, conhecido por ser mais fácil de digerir e por não conter a proteína beta-caseína A1, associada a desconfortos gastrointestinais em algumas pessoas.

    Diferentemente do leite convencional, que contém ambas as proteínas (A1 e A2), o leite A2 é produzido apenas por vacas com a genética A2A2. Estudos indicam que essa variação não gera a substância BCM-7, ligada a inchaços e dores abdominais, tornando-o uma opção ideal para quem sente desconforto com o produto comum – mesmo sem ter diagnóstico de intolerância à lactose.

    Além disso, o leite da Porto Real é tipo A, considerado o mais fresco e puro do mercado. Ele é obtido por meio de ordenha mecanizada automatizada, pasteurizado imediatamente após a coleta e mantido sob refrigeração – diferentemente do UHT (de caixinha), que passa por tratamento térmico mais agressivo.

    “Nosso leite passa pelo mínimo de processamento possível. Apenas a pasteurização, que é obrigatória por lei. Isso garante maior preservação de proteínas, aminoácidos e lactobacilos, que se perdem no processo UHT”, explica José Bellotte, diretor agroindustrial da Porto Real.

    Sustentabilidade e bem-estar animal: pilares da produção

    A fazenda em Uberaba prioriza o conforto e a saúde do rebanho, com:

    • Alimentação balanceada
    • Cuidados veterinários individualizados
    • Ambiente tranquilo e livre de estresse

    Essas práticas resultam em um leite de maior qualidade, com sabor diferenciado e valor nutricional preservado.

    “Escolher A2 tipo A da Porto Real é optar por um produto que une saúde, sabor e responsabilidade. Em tempos de consumo consciente, saber a origem do que comemos é tão importante quanto o alimento em si”, afirma Bellotte.

    Linha completa de laticínios

    Além do leite fluido (integral, desnatado e zero lactose), a Porto Real produz:

    • Queijos Minas Frescal e Cottage
    • Doce de leite
    • Manteiga tradicional e zero lactose

    Todos os produtos mantêm as características premium do leite A2 tipo A, garantindo rastreabilidade desde o campo até o consumidor final.

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  • Tomate, café e leite elevam preços dos alimentos em abril

    Tomate, café e leite elevam preços dos alimentos em abril

    Os alimentos ficaram mais caros em abril, segundo o IBGE. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) subiu 1,14% no grupo alimentação e bebidas. Em geral, o índice é considerado a prévia da inflação oficial no país. Em março, a alta foi de 1,09%.

    Alta dos alimentos

    O grupo alimentação no domicílio subiu 1,29% em abril. Em março, esse grupo registrou alta de 1,25%. Tomate, café moído e leite longa vida puxaram o aumento dos preços. Em resumo, as altas foram de 32,67%, 6,73% e 2,44%, respectivamente.

    A alimentação fora do domicílio também ficou mais cara. Ou seja, o grupo subiu 0,77% neste mês, após alta de 0,66% em março. Lanche e refeição foram os principais responsáveis pela elevação. Ou seja, os preços desses itens subiram 1,23% e 0,50%, respectivamente.

    No geral, o IPCA-15 subiu 0,43% em abril. Em março, a alta havia sido de 0,64%. Em abril de 2024, o avanço foi de 0,21%. Portanto, no acumulado do ano, o IPCA-15 já registra alta de 2,43%.  Nos últimos 12 meses, a inflação medida pelo índice chegou a 5,49%. Até março, o acumulado em 12 meses era de 5,26%.

    O que é o IPCA-15?

    O IPCA-15 antecipa a tendência da inflação oficial. O IBGE calcula o índice com base na cesta de consumo das famílias. O indicador considera rendimentos de um a 40 salários mínimos.

    A coleta de dados abrange 11 regiões urbanas do país. Entre elas estão São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Salvador. A diferença para o IPCA está no período de apuração e abrangência.

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  • Clima no Rio Grande do Sul afeta atividade leiteira

    Clima no Rio Grande do Sul afeta atividade leiteira

    O verão de 2024/2025 no Rio Grande do Sul foi marcado por ondas de calor e estiagem, afetando significativamente a atividade leiteira no estado. Segundo o Comunicado Agrometeorológico 83, publicado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), esses eventos meteorológicos extremos resultaram em perda de produção, baixo desempenho reprodutivo das vacas, maior suscetibilidade a doenças como a mastite, e aumento dos custos de produção.

    Os principais fatores que contribuíram para esses impactos incluem estresse térmico calórico moderado, disponibilidade forrageira deficiente nos campos e má qualidade da água. A agrometeorologista Ivonete Tazzo explica que o estudo utilizou o Índice de Temperatura e Umidade (ITU) para documentar as condições de conforto e desconforto térmico enfrentadas pelos animais, estimando os efeitos na produção de leite.

    Condições meteorológicas

    Durante o trimestre de dezembro de 2024 a fevereiro de 2025, as temperaturas mínimas e máximas absolutas do ar foram elevadas, indicando situações de estresse térmico calórico para as vacas leiteiras. Em janeiro e fevereiro de 2025, apenas 42,6% e 28,3% das horas avaliadas ofereceram conforto térmico aos animais. Em fevereiro, ondas de calor com temperaturas acima de 35°C e precipitações irregulares foram registradas. Especialmente nas regiões Central, Campanha e Noroeste, onde se concentra a maior produção de leite do estado.

    A médica veterinária Adriana Tarouco destacou que situações de estresse térmico leve a moderado foram identificadas em 41% das horas avaliadas ao longo do trimestre. As regiões do Vale do Uruguai, Baixo Vale do Uruguai e Missioneira foram particularmente afetadas. Para minimizar os efeitos ambientais e evitar prejuízos econômicos, os produtores rurais precisaram adotar estratégias de manejo, diante de declínios de produção diária de leite estimados entre 24,5% e 28%.

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  • Florianópolis sedia campeonatos brasileiros de drinques alcoólicos com café e desenho em leite

    Florianópolis sedia campeonatos brasileiros de drinques alcoólicos com café e desenho em leite

    Florianópolis (SC) receberá, entre 4 e 6 de abril, os Campeonatos Brasileiros de Coffee in Good Spirits (CIGS) e Latte Art. As competições, promovidas pela Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) em parceria com a ApexBrasil, ocorrerão no Shopping OKA Floripa. Os vencedores representarão o Brasil nos mundiais em Genebra, na Suíça.

    Campeonato Brasileiro de Latte Art

    No Campeonato Brasileiro de Latte Art, os competidores devem criar dois pares de desenhos com leite vaporizado e café, utilizando diferentes técnicas. O barista apresenta previamente uma foto do desenho, que será avaliado por juízes técnicos e visuais. A criatividade é o principal critério, pois a bebida não é degustada. O tempo limite é de oito minutos. O campeão representará o Brasil no mundial de 26 a 28 de junho de 2025.

    Campeonato Brasileiro de Coffee in Good Spirits

    Já o Campeonato Brasileiro de Coffee in Good Spirits avalia a habilidade dos baristas na criação de drinques alcoólicos quentes e frios com café. Cada competidor tem dez minutos para apresentar suas receitas, que serão julgadas por um painel técnico. O vencedor disputará o mundial da categoria, também em Genebra, na mesma data.

    O evento iniciará na sexta-feira (4), às 10h, com treinos, apresentação de novidades do setor e degustação gratuita de cafés especiais no Shopping OKA Floripa. As competições ocorrerão a partir das 12h, com a grande final no domingo (6), quando os seis melhores baristas de cada categoria disputarão o título. O campeão será anunciado às 15h.

    Conexão entre baristas e consumidores

    “Realizar os campeonatos em Florianópolis é uma oportunidade para aproximar profissionais e consumidores do café especial. Queremos mostrar a diversidade do produto, seja nos drinques ou na arte do latte art. Essa experiência é fundamental para estimular o consumo de café especial no Brasil”, afirma Vinicius Estrela, diretor-executivo da BSCA.

    Os campeonatos têm como anfitriã a Ranan Treinamentos e Cursos. Os eventos contam com apoio do Shopping OKA Floripa, Bijajica, Cumbuca, Impomac, Liqda e Café Cultura. A organização também recebe suporte técnico da Achega Café e apoio de mídia da Revista Espresso.

    Competidores do Coffee in Good Spirits:

    • Daniel Munari (Curitiba-PR)
    • Dargel Rodrigues (Rio de Janeiro-RJ)
    • Emerson Nascimento (Rio de Janeiro-RJ)
    • Gustavo Leão (Porto Alegre-RS)
    • José Henrique Ferreira Vilela (Campo Grande-MS)
    • Josivan Almir (Brasília-DF)
    • Juliano Lamur (Curitiba-PR)
    • Leonardo Oliva (Curitiba-PR)
    • Lucas Almeida de Oliveira (Recife-PE)
    • Lucas Biss (Curitiba-PR)
    • Tulio Fernando (João Pessoa-PB)

    Competidores do Latte Art:

    • Ariel Ukmar (Santos-SP)
    • Cesar Romano (Curitiba-PR)
    • Eduardo Olímpio (São Paulo-SP)
    • Gabriel Diniz (Niterói-RJ)
    • Gabriel Zanotelli (Porto Alegre-RS)
    • George Leonardo (Rio de Janeiro-RJ)
    • Isis Correa (Porto Alegre-RS)
    • Jeferson Amaral (Porto Alegre-RS)
    • Joabner Santana (Brasília-DF)
    • Junior Oliveira (Porto Alegre-RS)
    • Matheus Garcia de Matos (Porto Alegre-RS)
    • Ramon Dallabona (Curitiba-PR)
    • Tadeu Dantas de Castro (Rio de Janeiro-RJ)
    • Tiago Gonçalves da Rocha (Curitiba-PR)
    • Vinicius Dias Silva (São Paulo-SP)
    • Wesley Oliveira (Porto Alegre-RS)

    Sobre a BSCA e a ApexBrasil Desde 2016, a BSCA é representante oficial da World Coffee Events (WCE) no Brasil, organizando as etapas nacionais que levam baristas brasileiros a competições internacionais. A entidade também desenvolve iniciativas para promover os cafés especiais do país, garantindo padrões elevados de qualidade e sustentabilidade.

    Os campeonatos integram o projeto “Brazil. The Coffee Nation”, criado pela BSCA em parceria com a ApexBrasil. A iniciativa busca fortalecer a presença do café especial brasileiro no mercado internacional, promovendo qualidade, diversidade e sustentabilidade. O foco está na qualificação de produtores, certificações e fomento ao café canéfora e ao trabalho de mulheres na cafeicultura.

    A ApexBrasil atua na promoção de produtos brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros. A agência organiza missões comerciais, rodadas de negócios e apoio à participação de empresas em feiras internacionais. Seu objetivo é fortalecer a marca Brasil no mercado global, impulsionando setores estratégicos da economia.

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