Tag: bem estar animal

  • Robôs de ordenha transformam a pecuária leiteira

    Robôs de ordenha transformam a pecuária leiteira

    A automação avança no campo e desperta cada vez mais interesse entre produtores de leite. De olho nesse movimento, o Sistema FAEP capacitou 16 instrutores do curso de Manejo e Ordenha para atuarem como multiplicadores de conhecimento sobre ordenha robotizada.

    O treinamento ocorreu nos municípios de Castro e Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná, e reuniu atividades práticas e técnicas voltadas ao uso de robôs de ordenha nas propriedades rurais.

    Segundo a entidade, a iniciativa surgiu após o aumento da procura por informações sobre a adoção dessas tecnologias nas fazendas.

    “Os próprios produtores começaram a perguntar como funciona o robô, se seria possível implementar esse sistema na propriedade e o que precisariam entender para tomar essa decisão. Diante disso, atualizamos tecnicamente nosso quadro de instrutores para levar informação atualizada e baseada na realidade do campo”, afirma Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema FAEP.

    Como funciona a ordenha robotizada

    Nos sistemas automatizados, a vaca se dirige espontaneamente ao equipamento, atraída pela oferta de ração concentrada.

    O robô identifica o animal, realiza a higienização dos tetos, faz a ordenha e executa os procedimentos sanitários necessários.

    Após a operação, a vaca retorna normalmente para a alimentação ou para o descanso.

    Robôs de ordenha prometem revolucionar a pecuária leiteira — Foto: Embrapa

    Além da automação da ordenha, o sistema registra uma série de informações importantes para a gestão da propriedade.

    Entre os dados monitorados estão a produção individual do leite, frequência de ordenha, comportamento dos animais e indicadores de saúde do rebanho.

    Essas informações são disponibilizadas em tempo real para o produtor.

    Leia mais: Brasil e Escócia movimentam até US$ 300 milhões no agro

    Capacitação uniu teoria e prática

    Durante a formação, os instrutores visitaram centros de distribuição das empresas Lely e DeLaval para conhecer os diferentes modelos de robôs de ordenha disponíveis no mercado.

    O grupo também acompanhou o funcionamento da tecnologia em três propriedades rurais com diferentes níveis de produção.

    A proposta foi mostrar que a automação pode ser adotada em sistemas de diversos portes, desde fazendas menores até operações de maior escala.

    Tecnologia não substitui trabalhadores

    Um dos temas abordados durante a capacitação foi o impacto da automação sobre a mão de obra rural.

    Segundo Marta Liliane de Vasconcelos, técnica do Departamento de Desenvolvimento de Ofertas do Sistema FAEP, a tecnologia não elimina postos de trabalho, mas modifica a dinâmica das atividades dentro da propriedade.

    “O robô não vem para eliminar a mão de obra, mas para flexibilizar e qualificar o trabalho. O profissional que antes ficava exclusivamente na ordenha pode ser direcionado para outras atividades estratégicas dentro da propriedade, inclusive para acompanhamento dos dados gerados pelo sistema”, explica.

    Automação cresce na produção de leite

    O interesse pela ordenha robotizada tem aumentado à medida que os produtores buscam mais eficiência operacional, melhor gestão do rebanho e maior controle dos indicadores produtivos.

    Para Ricardo Biscaro, instrutor da regional de Pato Branco, a capacitação permitiu compreender na prática o funcionamento dos equipamentos e ampliar o conhecimento necessário para orientar os pecuaristas.

    Além dos ganhos de produtividade, a tecnologia também pode contribuir para melhorar a qualidade de vida no campo, oferecendo mais flexibilidade na rotina de trabalho das propriedades leiteiras.

  • Chimpanzés ganham chá e cobertores para enfrentar frio no Zoológico de SP

    Chimpanzés ganham chá e cobertores para enfrentar frio no Zoológico de SP

    O inverno chegou! As baixas temperaturas levaram o Zoológico de São Paulo a adotar medidas especiais para garantir o bem-estar animal durante os dias mais frios do ano. Chás de ervas, sopas, aquecedores e cobertores foram distruibuídos aos “moradores” do Zoo e chamaram atenção pela fofura.

    Entre os animais que receberam atenção reforçada estão os chimpanzés, que ganharam cobertas, frutas e chás quentinhos para enfrentar a nova estação.

    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP
    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP
    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP

    Além disso, os répteis, por exemplo, permanecem em recintos com sistemas de aquecimento que auxiliam na manutenção da temperatura corporal. Já os tamanduás-bandeira chamam a atenção dos visitantes ao utilizarem a própria cauda como uma espécie de cobertor natural.

    Segundo o zoológico, o período oferece uma oportunidade para que o público observe comportamentos típicos das espécies durante o inverno. Além dos tamanduás, é possível ver aves eriçando as penas para conservar calor.

    Inverno começou oficialmente no Brasil

    O inverno de 2026 começou oficialmente no Brasil no dia 20 de junho, segundo o calendário astronômico. A estação seguirá até 22 de setembro, quando terá início a primavera.

    Durante o período, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste costumam registrar as menores temperaturas do ano, além da ocorrência de massas de ar frio, geadas em algumas áreas e queda da umidade relativa do ar.

  • Onça-vidente aposta em derrota do Brasil contra o Haiti

    Onça-vidente aposta em derrota do Brasil contra o Haiti

    Uma brincadeira realizada no Gramado Zoo, no Rio Grande do Sul, viralizou nas redes às vésperas de mais uma partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Desta vez, a onça-pintada que costuma participar da atividade indicou um resultado desfavorável para o Brasil no confronto contra o Haiti, marcado para esta sexta-feira (19).

    Segundo o zoológico, a onça chegou a se aproximar da caixa do Brasil, mas acabou escolhendo a que representava o Haiti, indicando uma possível vitória da equipe adversária.

    A onça ficou famosa por acertar os resultados dos jogos do Brasil durante a Copa de 2022 e também o placar do amistoso mais recente da seleção contra o Marrocos — Foto: Reprodução/Gramado Zoo

    A bióloga Tathiana Gosaric de Barros, responsável técnica pelo Gramado Zoo, destaca que não existe qualquer comprovação científica para esse tipo de previsão.

    “Não há evidências científicas de que a onça-pintada possua algum tipo de capacidade sensitiva para prever acontecimentos, como o resultado de uma partida de futebol. O que observamos durante essas atividades são comportamentos naturais de exploração e interação com os estímulos oferecidos”.

    Como funciona a dinâmica

    Para realizar a atividade, os tratadores posicionam duas caixas de papelão contendo iscas de carne. Uma delas recebe a bandeira da Seleção Brasileira, enquanto a outra é identificada com a bandeira do país adversário.

    Em seguida, a onça é liberada no recinto e escolhe uma das opções. A seleção feita pelo animal é interpretada como um palpite para o resultado da partida.

    Além disso, a ação integra o programa de enriquecimento ambiental desenvolvido pelo zoológico. O principal objetivo é estimular comportamentos naturais da espécie e promover o bem-estar animal.

    Acertou tudo

    A onça-pintada foi transferida para o Gramado Zoo em 2012, onde permanece sob cuidados especializados.

    Durante a Copa do Mundo de 2022, a fêmea escolheu a caixa do Brasil antes da estreia da seleção. Na ocasião, o palpite coincidiu com a vitória brasileira por 2 a 0 sobre a Sérvia.

    Fêmea já previu vitória da Croácia sobre o Brasil, em 2022 — Foto: Reprodução/Gramado Zoo

    O zoológico também repetiu a experiência para a partida diante de Camarões. Dessa vez, a onça demonstrou indecisão, aproximando-se das duas caixas antes de fazer a escolha. O resultado em campo foi a derrota do Brasil por 1 a 0.

    Agora, a expectativa é acompanhar se o novo palpite se confirmará. A Seleção Brasileira enfrenta o Haiti às 21h30 (horário de Brasília), no estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nos Estados Unidos.

  • Conheça os mitos e verdades sobre o bem-estar de peixes

    Conheça os mitos e verdades sobre o bem-estar de peixes

    O bem-estar animal já não se limita à produção terrestre. A aquicultura também passou a ocupar um espaço central nesse debate. Por décadas, pesquisadores concentraram os estudos sobre sensibilidade e estresse em vertebrados superiores, mas a ciência avançou e hoje reúne evidências neurobiológicas e comportamentais que incluem cefalópodes e, de forma ainda mais clara, os peixes.

    Foto: Divulgação

    A tilápia, uma das espécies mais produzidas no Brasil e no mundo, ilustra bem essa mudança. Estudos comprovam que o bem-estar do animal impacta diretamente o bolso do produtor. “Fatores como estratégia de alimentação, qualidade da água, manejo e ambiente influenciam o desempenho produtivo, a mortalidade e a qualidade final do produto. Apesar dos avanços, mitos antigos ainda dificultam a adoção de boas práticas no campo”, afirma Filipe Dalla Costa, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal.

    Para esclarecer as principais dúvidas sobre a criação de peixes, Filipe reuniu cinco pontos que ainda geram confusão entre produtores.

    Peixes sentem estresse, sim

    Ao contrário do que se acreditava, os peixes liberam cortisol e adrenalina em reações de “luta ou fuga” muito semelhantes às de outros vertebrados. Quando o manejo ignora esse fator, o desempenho cai e a mortalidade sobe.

    Entre as situações que mais geram estresse na piscicultura estão enfermidades, alta densidade de criação, baixa qualidade da água, manejo frequente ou inadequado, como captura, classificação e biometria, e transporte mal executado.

    • O silêncio dos peixes engana

    A falsa percepção de que os peixes são super-resistentes existe porque eles não têm expressões faciais e não emitem som (não possuem cordas vocais). A tilápia até suporta condições adversas com certa rusticidade, mas mantém limites fisiológicos rígidos, que precisam de respeito para garantir seu equilíbrio. Condições inadequadas nem sempre causam morte imediata, porém reduzem o desempenho zootécnico e elevam os custos de produção.

    • Água transparente não garante segurança

    A água pode parecer limpa aos olhos e, ainda assim, esconder níveis perigosos de amônia, nitrito e nitrato. Essas substâncias tóxicas danificam as brânquias dos peixes e prejudicam o transporte de oxigênio no sangue dos animais.

    • Superlotação compromete o ganho de peso

    Colocar mais peixes por metro cúbico gera competição por oxigênio, aumenta a agressividade entre os animais e causa lesões. No fim, essa prática piora o resultado por indivíduo e reduz a rentabilidade do produtor.

    • Abate estressante compromete a qualidade da carne

    O manejo pré-abate (despesca, transporte e insensibilização) representa o momento de maior interação entre humanos e animais. Falhas nessa etapa geram sofrimento desnecessário e afetam diretamente o rendimento da carcaça e a qualidade final da carne.

    O novo perfil do consumidor exige bem-estar

    Além do ganho zootécnico dentro da fazenda, o bem-estar animal já gera um impacto mercadológico claro. Filipe destaca que o mercado atual não busca apenas o produto mais barato: “Existe um nicho crescente de consumidores e compradores institucionais que exigem produtos certificados e éticos. A adequação a esses padrões garante valor agregado, diferenciação frente aos concorrentes e a conexão de longo prazo com marcas que respeitam a vida animal.”

    Sistemas de criação que promovem bem-estar animal equilibram alimentação, ambiência, saúde, comportamento e estado mental dos peixes. Esse equilíbrio aproveita melhor o potencial genético da espécie e reduz a ocorrência de enfermidades, lesões, mortalidade e desperdício de recursos. Além de elevar a qualidade do produto final. “Melhorar o bem-estar no sistema de produção significa entregar um produto ético ao mercado consumidor contemporâneo”, resume Filipe.

    Portanto, para Talita Morgenstern, coordenadora técnica da unidade de negócio de Aquicultura da MSD Saúde Animal, o bem-estar animal funciona como uma jornada diária de decisões na tilapicultura. “Definições que equilibram a produtividade, a sanidade e o respeito à vida permitem que cada peixe tenha as melhores condições para expressar seu potencial”, conclui.

  • Miley Cyrus adota tartaruga gigante que vivia em abrigo americano

    Miley Cyrus adota tartaruga gigante que vivia em abrigo americano

    A cantora Miley Cyrus surpreendeu os fãs ao adotar uma tartaruga gigante de 20 anos, chamada Teru, que vivia sob os cuidados de um sistema de resgate nos Estados Unidos.

    A adoção inusitada mobilizou a ONG Wags and Walks, responsável por conectar o animal ao seu novo lar. Segundo a instituição, uma sequência de coincidências contribuiu para que o desejo da artista de ampliar sua família se tornasse realidade.

    Em uma publicação no Instagram, a ONG compartilhou um momento especial da adaptação de Teru. Na imagem divulgada, o réptil aparece confortavelmente instalado em sua nova casa enquanto recebe pedaços de pimentão amarelo diretamente das mãos da cantora.

    https://www.instagram.com/p/DYvFxi6Fd21/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==

    Rede de apoio garantiu a adoção

    Embora a Wags and Walks seja reconhecida principalmente pelo trabalho de resgate de cães em situação de vulnerabilidade, a organização decidiu abrir uma exceção ao conhecer o interesse da artista pela adoção da tartaruga.

    Antes da adoção, Teru enfrentava a realidade dos abrigos públicos norte-americanos. Esse cenário é incomum para animais da espécie, mas reflete os desafios enfrentados por muitas instituições de acolhimento, especialmente em meio aos problemas de superlotação.

    Recentemente, a organização havia resgatado quase 30 cães de uma instalação lotada para evitar que os animais fossem submetidos à eutanásia.

    Mãe de pet

    Ao longo dos anos, Miley construiu uma reputação ligada ao bem-estar animal e sua casa se transformou em um verdadeiro refúgio. Atualmente, o espaço abriga diversos cães, gatos, cavalos e até porcos, todos acolhidos após passarem por situações de vulnerabilidade.

    Miley Cyrus posa com alguns de seus pets — Foto: Reprodução/Instagram

    Ao optar pela adoção de um animal de grande porte e longa expectativa de vida, em vez da compra, a cantora também utiliza sua visibilidade para incentivar práticas ligadas à proteção animal e à preservação das espécies.

     

  • Haaland revela sonho de deixar o futebol para viver no campo: “Estarei rodeado de animais”

    Haaland revela sonho de deixar o futebol para viver no campo: “Estarei rodeado de animais”

    Erling Haaland brilhou na estreia da Noruega na Copa do Mundo de 2026, nesta terça-feira (16), ao marcar quatro gols na vitória sobre o Iraque por 4 a 1 no Estádio de Boston. O que pouca gente imagina é que, longe dos gramados, o jogador tem uma forte conexão com o agronegócio.

    Embora tenha nascido em Leeds, na Inglaterra, o atacante se mudou aos três anos para Bryne, no Distrito de Jæren, uma das mais importantes regiões agropecuárias da Noruega. A área se destaca especialmente pela produção de carnes e laticínios.

    Além disso, a influência familiar teve papel importante nessa relação. O tio de Haaland cultivava batatas e foi responsável por ensiná-lo a conduzir tratores na propriedade da família. Anos depois, já adolescente, o atleta posou ao lado de um Fordson Super Dexta azul, modelo produzido na década de 1960.

    Registro se tornou um dos principais símbolos da ligação de Haaland com o setor agropecuário — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    https://www.instagram.com/p/DZsHNYVS7IH/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    A conexão do atacante com o campo ganhou ainda mais repercussão em 2025, quando Haaland visitou uma pequena fazenda no Condado de Cheshire, na Inglaterra. Durante a passagem, adquiriu leite cru, carne bovina e mel antes de seguir para mais uma sessão de treinamento.

    Na mesma gravação, o jogador chamou o leite de sua “poção mágica” e ressaltou a relevância do bem-estar animal para garantir alimentos saudáveis e de qualidade.

    Em entrevista, o jovem revelou seu desejo de viver em uma propriedade com animais quando encerrar sua carreira no futebol.

    “Eu ainda não tenho vacas, mas, com certeza, terei algumas mais tarde. Acho que terei uma pequena fazenda quando terminar minha carreira em Bryne. Ainda não sei onde, mas estarei rodeado de animais”, afirmou.

    Mais ligações com o agro

    A relação de Haaland com o agronegócio também passa pelo Bryne, clube onde iniciou sua trajetória. Considerado por muitos um dos times mais ligados ao setor rural no mundo, o clube mantém diversas iniciativas voltadas à valorização da produção local.

    Entre as ações, parte do estacionamento é reservada para tratores, reforçando a identidade agrícola da região. Além disso, a equipe costuma premiar os destaques das partidas com produtos típicos do agronegócio local.

    Em 2025, temporada que marcou o retorno do Bryne à primeira divisão do Campeonato Norueguês após 20 anos, os prêmios distribuídos chamaram atenção pela originalidade. Entre os itens entregues aos jogadores estavam ovos, bandejas de morango, couve-flor, leite, sacos de batata, cordeiro vivo, maçãs, pão, peixe, paletas de lenha, potes de mel, grama, aveia, repolho, cenoura e alho-poró.

  • Zoo de SP mima animais com banquete romântico no Dia dos Namorados

    Zoo de SP mima animais com banquete romântico no Dia dos Namorados

    O Dia dos Namorados, celebrado nesta sexta-feira (12), ganhou uma versão diferenciada no Zoológico de São Paulo. Casais de espécies emblemáticas do parque, como rinocerontes, tigres, leões, hipopótamos, jabutis e cachorros-vinagre, receberam ambientações temáticas e alimentos preparados especialmente para a data.

    A iniciativa integra o programa de enriquecimento ambiental desenvolvido pela instituição. A equipe técnica busca diversificar a rotina dos animais por meio de novos estímulos visuais, olfativos e gustativos.

    Para tornar a experiência mais atrativa, biólogos e zootecnistas prepararam atividades personalizadas, respeitando os hábitos e preferências alimentares de cada espécie.

    Romantismo nunca sai de moda

    Os tigres-de-bengala Fred e Best encontraram um recinto decorado com almofadas temáticas e enriquecido com essências aromáticas para exploração territorial.

    (Foto: Zoo SP)
    (Foto: Zoo SP)

    Já os rinocerontes-brancos Adão e Eva receberam uma refeição especial servida ao lado de grandes estruturas decorativas em formato de coração.

    Além disso, os amigos Sininho e Pororó, moradores do Simba Safari, ganharam um arranjo artesanal produzido com frutas e verduras esculpidas em formato temático.

    (Foto: Zoo SP)

    Os cachorros-vinagre, Anita e Rondon, também foram incentivados a utilizar seus instintos naturais durante uma busca por petiscos escondidos em caixas decoradas especialmente para a data.

    (Foto: Zoo SP)

    Turismo impulsiona campanha promocional

    Paralelamente à programação especial, o complexo do Zoológico de São Paulo mantém a campanha promocional “Brasileiro Paga Meia”, aproveitando o aumento do fluxo turístico registrado durante o período da Copa do Mundo.

    Os ingressos adquiridos antecipadamente pela internet contam com descontos significativos. Confira os valores:

    • Zoológico (avulso): R$ 59,90 na compra antecipada | R$ 119,90 no dia da visita;
    • Simba Safari (avulso): R$ 59,90 antecipado | R$ 119,90 na bilheteria;
    • Jardim Botânico (avulso): R$ 19,90 antecipado | R$ 39,90 no dia;
    • Combo Especial com cinco atrações (Zoo, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo): R$ 129,90 na compra antecipada, ante o valor original de R$ 379,50, ou R$ 149,90 na aquisição realizada no próprio dia do passeio.

    Horários de funcionamento

    O Zoológico de São Paulo e o Simba Safari, localizados na Avenida Miguel Estéfano, 4.241, no bairro Água Funda, em São Paulo (SP), funcionam de segunda a sexta-feira das 9h às 16h, com permanência permitida até as 17h.

    Já aos sábados, domingos e feriados, a operação começa às 8h30 e segue até as 17h, com permanência autorizada até as 18h.

  • Controle de amônia pode gerar R$ 2 bilhões por ano à avicultura

    Controle de amônia pode gerar R$ 2 bilhões por ano à avicultura

    A adoção de tecnologias voltadas ao controle da amônia em aviários pode injetar cerca de R$ 2 bilhões anuais na economia da avicultura brasileira. A estimativa faz parte de um estudo desenvolvido pela Dux Grupo, que aponta a melhoria da ambiência nas granjas como fator decisivo para aumentar a produtividade, reduzir perdas sanitárias e ampliar a competitividade do Brasil nos mercados internacionais.

    Segundo o levantamento, a redução da concentração de gases tóxicos nos ambientes de criação impacta diretamente o desempenho das aves. As validações realizadas em campo indicaram ganho médio de 60 gramas de peso vivo por animal criado em condições controladas. Quando projetado para o volume nacional de abates, estimado em aproximadamente 7 bilhões de aves em 2026, o resultado representa centenas de milhões de quilos adicionais de carne produzidos ao longo do ano.

    O estudo destaca que esse incremento ocorre sem a necessidade de ampliar áreas de produção ou elevar proporcionalmente os custos com alimentação. O que favorece a rentabilidade dos produtores e a eficiência da cadeia produtiva.

    Impactos sanitários e comerciais

    Além dos ganhos em produtividade, o controle da amônia contribui para reduzir problemas sanitários que afetam a qualidade final dos produtos. Entre eles está a pododermatite, conhecida popularmente como calo nas patas, condição agravada pela umidade excessiva e pelas altas concentrações de amônia presentes na cama dos aviários.

    De acordo com a Dux Grupo, a neutralização dos gases pode diminuir a incidência dessas lesões entre 5% e 17,5%. O resultado tem reflexos diretos na comercialização internacional, especialmente em mercados asiáticos, como a China, que exigem elevados padrões de qualidade e integridade das patas para importação.

    Além disso, a redução das lesões diminui perdas por condenações e agrega valor aos produtos exportados. Dessa forma, a melhoria da ambiência passa a ser vista não apenas como uma questão de bem-estar animal. Mas também como estratégia econômica para o setor.

    Química verde como aliada da produção

    Os resultados observados no estudo estão relacionados ao uso de tecnologias baseadas nos princípios da química verde. Diferentemente de soluções que apenas reduzem o odor dos aviários, os processos analisados atuam na decomposição molecular da amônia, neutralizando sua toxicidade e reduzindo os impactos sobre animais, trabalhadores e meio ambiente.

    A tecnologia utiliza compostos biodegradáveis capazes de promover a neutralização química dos gases sem provocar saturação química nos galpões. Com isso, a produção se torna mais alinhada às exigências globais de sustentabilidade, governança ambiental e bem-estar animal.

    “Tecnologias como o Amonix, solução que lançaremos este ano no Brasil, são o resultado prático e direto desses estudos de viabilidade, projetadas para oferecer ao mercado uma ferramenta de alta performance que une rentabilidade e sustentabilidade”, afirma Spaziani.

    Segundo o executivo, o objetivo é transformar desafios ambientais e químicos em oportunidades de crescimento para o agronegócio brasileiro, com resultados mensuráveis para produtores e integradoras.

    A Dux Grupo atua no segmento de química verde e registrou crescimento de 241% entre 2020 e 2025. Atualmente, a empresa está presente em sete países da América Latina e em Portugal. Portanto, ampliando sua participação no agronegócio por meio de soluções voltadas à eficiência operacional, sustentabilidade e produtividade animal

  • Vídeo: homem resgata bebê búfalo preso no chifre da mãe e conquista a internet

    Vídeo: homem resgata bebê búfalo preso no chifre da mãe e conquista a internet

    Um vídeo publicado no Instagram da Fazenda Dom Pedro está conquistando as redes sociais e se aproxima rapidamente de 5 milhões de visualizações. As imagens registram o momento em que um homem resgata um bebê búfalo que ficou preso no chifre da própria mãe, uma cena que mistura tensão, cuidado e emoção.

    No início do resgate, a búfala demonstra certo nervosismo e se mostra arredia, revelando a preocupação natural de uma mãe com o filhote. Contudo, em poucos instantes, o animal percebe as intenções do homem e passa a aceitar a ajuda, permitindo que ele retire o bebê do chifre antes que a situação se agravasse.

    A atitude solidária do homem encantou internautas de todo o país, que lotaram os comentários com elogios ao cuidado e à sensibilidade demonstrados com os animais.

    Veja a cena:

    https://www.instagram.com/reel/DYhynMuSXFz/?igsh=MWxpMnJ6dnV3ODc2Zw==

  • O que aconteceu com Bubbles? Veja a vida atual do chimpanzé de Michael Jackson

    O que aconteceu com Bubbles? Veja a vida atual do chimpanzé de Michael Jackson

    Ele viajou o mundo em jatos particulares, dormiu em quartos de luxo e apareceu em capas de revista ao lado do maior popstar de todos os tempos. Bubbles, o chimpanzé de Michael Jackson, foi por anos um símbolo da excentricidade do Rei do Pop, tão famoso quanto qualquer celebridade humana da época. Hoje, aos 43 anos, ele vive uma realidade completamente diferente e, em muitos aspectos, muito mais adequada.

    Longe dos holofotes, Bubbles está no Centro para Grandes Primatas (Center for Great Apes), em Wauchula, na Flórida. Pesa 84 kg, lidera um grupo de chimpanzés com calma e autoridade, e passou a se dedicar a uma atividade improvável para quem o conheceu filhote: pintura.

    Do Rancho Neverland a um santuário na Flórida

    A trajetória de Bubbles com Michael Jackson começou nos anos 1980, quando o cantor o adquiriu ainda filhote. Durante quase duas décadas, o chimpanzé foi tratado como um membro da família, acompanhando Jackson em turnês, eventos públicos e na vida cotidiana no Rancho Neverland.

    No entanto, o que funcionava quando Bubbles era pequeno e dócil tornou-se insustentável com o tempo. Chimpanzés adultos são animais de força bruta, comportamento imprevisível e necessidades sociais complexas que nenhum ambiente doméstico consegue suprir. Em 2005, Bubbles foi transferido para o santuário na Flórida, onde chegou junto de outros primatas vindos da indústria do entretenimento, todos com histórias parecidas: criados por humanos, deslocados de sua natureza e precisando reconstruir uma vida entre os seus.

    Com o espólio de Jackson pagando suas contas, Bubbles pinta quadros, lidera um grupo de primatas e vive longe das câmeras — (Foto: Reprodução/Jim Smeal)

    Artista, líder e cheio de personalidade

    Dentro do santuário, Bubbles encontrou algo que o Neverland nunca pôde oferecer: identidade própria. Ele é descrito pela equipe do Centro para Grandes Primatas como um indivíduo de personalidade tímida, porém cativante, com um lado travesso que aparece nas horas mais inesperadas. Não é raro que ele surpreenda tratadores com jatos d’água ou uma pitada de areia, apenas por diversão.

    Além disso, desenvolveu um talento genuíno para a pintura. Bubbles passa longos períodos criando obras coloridas e só as entrega quando considera que estão prontas. Essa característica revela algo que a ciência confirma sobre chimpanzés: são animais com vida mental rica, capazes de preferências estéticas e comportamentos que vão muito além do instinto básico.

    Por outro lado, o papel social que ele construiu no grupo também chama atenção. Bubbles é o líder de um grupo que inclui Oopsie, Boma, Kodua e Stryker, e exerce essa liderança com equilíbrio, sem agressividade desnecessária.

    Fake news e o alerta do santuário

    Com o lançamento do filme biográfico Michael, o interesse por Bubbles voltou à tona nas redes sociais, mas trouxe consigo um problema sério: desinformação. Imagens circulando com o animal interagindo fisicamente com humanos são falsas, geradas por inteligência artificial. O santuário veio a público para esclarecer o caso e reforçar sua política.

    “Como um santuário credenciado, o bem-estar dos primatas vem sempre em primeiro lugar. Não permitimos contato físico”, declarou a instituição em nota oficial.

    Além disso, o Centro desmentiu boatos de que Jaafar Jackson, sobrinho de Michael e protagonista do filme, teria visitado Bubbles. Isso nunca aconteceu. O alerta é importante: a banalização do contato entre humanos e primatas em redes sociais alimenta uma cultura que prejudica diretamente o bem-estar desses animais e incentiva o tráfico de espécies silvestres.

    Vale lembrar que o sustento de Bubbles continua garantido pelo espólio de Michael Jackson, que financia seus cuidados de forma vitalícia no santuário.

    O que a vida de Bubbles ensina

    No filme, o diretor Antoine Fuqua optou por representar Bubbles com CGI, sem usar nenhum animal real nas gravações. A decisão respeita não só o chimpanzé específico, mas sinaliza uma mudança de mentalidade na indústria do entretenimento em relação ao uso de animais silvestres como acessórios de celebridade.

    Após 20 anos de vida tranquila em Wauchula, Bubbles se tornou, sem querer, um símbolo de outra natureza: o de que animais selvagens não pertencem a mansões, turnês ou tapetes vermelhos. Eles pertencem a espaços que respeitam o que são. Assim, o chimpanzé mais famoso da cultura pop finalmente encontrou o seu próprio Neverland, um lugar onde ele pode ser, simplesmente, um chimpanzé.