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  • Ex-tarifário acelera modernização agrícola e reduz custos para produtores rurais

    Ex-tarifário acelera modernização agrícola e reduz custos para produtores rurais

    O agronegócio brasileiro mantém sua posição de destaque na economia nacional em 2024. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram um superávit de US$ 74,5 bilhões na balança comercial, com US$ 337 bilhões em exportações e US$ 262,5 bilhões em importações.

    A modernização do campo impulsiona esse crescimento. Tecnologias como agricultura de precisão, automação de máquinas e análise de dados em tempo real já fazem parte do cotidiano dos produtores rurais. O avanço tecnológico coloca o Brasil como o maior mercado de agtechs da América Latina.

    Para que a inovação continue, o acesso a equipamentos modernos é fundamental. Nesse cenário, a importação estratégica ganha força, especialmente com o regime ex-tarifário. Esse mecanismo reduz ou zera o Imposto de Importação sobre bens de capital e tecnologia sem similar nacional.

    O ex-tarifário facilita a aquisição de tratores, colheitadeiras, sensores e drones agrícolas a preços mais acessíveis. A isenção tributária estimula a produtividade e aumenta a competitividade dos produtores rurais.

    Investimento em tecnologia de ponta

    Segundo Andreia de Jesus Pedrosa, CEO da Linkmex, o ex-tarifário é uma alavanca estratégica para o investimento em tecnologia de ponta. “Isso não só impulsiona a produtividade, mas também eleva o nível de inovação do agronegócio brasileiro como um todo”, afirma.

    Andreia de Jesus Pedrosa, da Linkmex. Foto: Divulgação

    Além da agricultura de precisão, o ex-tarifário beneficia setores como logística e energia renovável. Armazéns inteligentes, sistemas de transporte de grãos e máquinas para produção de biocombustíveis são exemplos de investimentos viabilizados pela medida.

    Para obter o benefício, o produtor deve identificar o equipamento, comprovar a ausência de similar nacional e classificar o item na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). O pedido é apresentado ao MDIC, acompanhado de justificativa técnica detalhada.

    O resultado é a redução significativa dos custos de importação e a ampliação do acesso à tecnologia no campo. Para Andreia, o ex-tarifário pode transformar a realidade dos produtores de todos os portes. “Com planejamento e orientação especializada, o ex-tarifário deixa de ser uma burocracia e vira uma vantagem real no campo”, conclui.

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  • Tratores: cinco inovações que economizam tempo e dinheiro no campo

    Tratores: cinco inovações que economizam tempo e dinheiro no campo

    A tecnologia tem revolucionado o setor agrícola, trazendo mais eficiência, precisão e redução de custos para os produtores rurais. Segundo Lucas Zanetti, Gerente de Marketing Produto da Massey Ferguson, cinco inovações embarcadas nas máquinas agrícolas se destacam por otimizar a produção e garantir maior sustentabilidade no campo.

    Piloto automático: mais eficiência e menos desperdício

    O piloto automático é uma ferramenta essencial para aumentar a produtividade. Ele reduz o tempo gasto nas operações, diminui erros humanos e a fadiga do operador. Além disso, economiza combustível e assegura uma distribuição uniforme dos insumos, permitindo que o agricultor foque no monitoramento da qualidade do trabalho.

    Taxa variável: aplicação precisa de insumos

    A tecnologia de taxa variável ajusta a quantidade de insumos aplicados conforme a necessidade específica de cada área do solo. Com base em análises detalhadas, essa tecnologia evita desperdícios e promove uma correção personalizada, garantindo maior eficiência no uso de fertilizantes e defensivos.

    Inovações estão em máquinas de todos os fabricantes. Foto: Pedro Lopes/Agro em Campo
    Corte de seção: otimização no plantio e pulverização

    O corte de seção evita sobreposições no plantio e na pulverização, desligando automaticamente partes da máquina que já passaram por determinada área. Isso reduz o consumo de sementes e produtos químicos, minimiza o risco de contaminação e melhora a qualidade da aplicação, especialmente nas cabeceiras e arremates.

    Telemetria: gestão baseada em dados em tempo real

    Soluções como o MF Connect, da Massey Ferguson, permitem o acesso remoto a informações cruciais das máquinas, como consumo de combustível, localização e status de manutenção. Esses dados em tempo real facilitam decisões mais rápidas e precisas, beneficiando tanto operadores quanto gestores.

    Automação: máquinas cada vez mais autônomas

    A automação nas máquinas agrícolas evolui rapidamente, indo do piloto automático simples até operações em que a máquina segue trajetórias e executa manobras sem intervenção humana. Essa autonomia progressiva contribui para a redução de custos e maior eficiência operacional.

    Lucas Zanetti destaca que a adoção de inteligência artificial e comandos por voz nas máquinas agrícolas está próxima. No entanto, o principal desafio é a conectividade no campo, já que apenas cerca de 40% das áreas rurais brasileiras têm acesso à internet, segundo dados oficiais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

    A expansão da internet nas zonas rurais é fundamental para impulsionar a automação e a digitalização da agricultura. Com isso, será possível aumentar a produtividade de forma sustentável, otimizando recursos e garantindo a segurança alimentar global.

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  • Agrishow: Foco em qualificação técnica impulsiona atuação da Case IH

    Agrishow: Foco em qualificação técnica impulsiona atuação da Case IH

    Em um momento em que o agronegócio exige cada vez mais tecnologia e qualificação, a Case IH aposta em inovação e capacitação para enfrentar os desafios do setor. Em entrevista ao Agro em Campo, o diretor comercial Denny Perez destacou os investimentos da marca em treinamentos técnicos, parcerias com instituições como Senai e Senar, e os principais lançamentos apresentados na Agrishow 2025 — incluindo a maior colheitadeira de grãos do mundo e máquinas movidas a etanol.

    Qual a principal deficiência do setor agro atualmente?
    Sem dúvida, é a mão de obra. Estamos com déficit em todos os segmentos do agro, tanto no campo quanto em oficinas especializadas e serviços técnicos. A Case tem trabalhado para mudar isso.

    Como a Case IH tem enfrentado esse desafio?
    Fazemos parcerias que incentivam a permanência das pessoas no campo. Queremos que os profissionais se sintam preparados e valorizados para seguir atuando onde estão.

    Denny Perez – Denny Perez – diretor Comercial da Case IH Brasil
    Foto: Divulgação Case IH

    Esse perfil de trabalhador mudou nos últimos anos?
    Muito. Antigamente, pensava-se no mecânico como “o cara da graxa”. Hoje, esse profissional precisa ter conhecimento técnico, sobretudo em tecnologia. Os equipamentos estão cada vez mais sofisticados e demandam operadores bem preparados.

    Como vocês têm investido em capacitação?
    Firmamos parcerias com instituições como o Senai e o Senar. Recentemente, fechamos um acordo com o Senai de Ribeirão Preto. Também investimos mais de R$ 30 milhões nos últimos dois ou três anos em equipamentos para treinamento técnico e conjuntos didáticos para desmontagem e montagem de peças.

    Agrishow marca maior número de lançamentos da Case IH

    E na Agrishow 2025, o que a Case está apresentando?
    Estamos com 16 lançamentos este ano — é o maior número que já tivemos em uma única edição da feira. Trouxemos tratores, pulverizadores renovados, um drone agrícola e a maior colheitadeira de grãos com rotor do mundo, a F10, com plataforma de 61 pés.

    F10, com plataforma de 61 pés, é a maior colheitadeira de grãos com rotor do mundo
    Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    Há destaque para tecnologias sustentáveis?
    Sim. Estamos testando uma colhedora de cana movida a etanol. É um avanço significativo rumo a práticas mais sustentáveis, sem abrir mão da produtividade.

    E como a tecnologia influencia a operação das máquinas?
    A F10, por exemplo, realiza até 90% das operações sozinha. Ela faz o retorno de cabeceira sozinha e encontra o melhor ponto para reiniciar o trabalho. É uma máquina de alta performance, mas que ainda exige um operador qualificado.

    Capacitação técnica chega até o produtor rural

    Como a Case IH atua junto aos produtores na área técnica?
    Temos uma rede nacional de concessionárias que recebe treinamentos constantes. Além disso, capacitamos também os clientes. Nossos control rooms monitoram os equipamentos em campo e acionam os técnicos em caso de falha.

    Há alguma facilidade no acesso a peças ou suporte?
    Sim. O produtor pode tirar uma foto da peça que precisa e comprá-la pelo nosso e-commerce. É um processo simples e eficiente.

    Como funcionam os treinamentos regionais com Senai e Senar?
    Eles têm caminhões-escola que vão até cidades menores com nossos equipamentos. Os treinamentos são voltados a diferentes tipos de máquinas, como colheitadeiras de grãos ou de cana. Também oferecemos simuladores completos para treinar operadores em todas as linhas.

    Visitantes utilizam o simulador da Case IH na Agrishow
    Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    A Case IH tem promovido ações educativas nas feiras?
    Sim. Levamos uma van especializada com minicursos de 15 minutos. Neles, ensinamos desde como regular um piloto automático até como operar corretamente um pulverizador. A pessoa participa, aprende e ainda sai com um certificado.

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  • Cavalo robô movido a hidrogênio pode revolucionar mobilidade

    Cavalo robô movido a hidrogênio pode revolucionar mobilidade

    Num futuro que galopa rápido, a Kawasaki decidiu apostar em quatro patas e um sopro de hidrogênio: o cavalo robô. Na Expo 2025, em Osaka, a gigante japonesa apresentou ao mundo o Corleo — um robô quadrúpede que lembra um cavalo de verdade, mas sem crina, sem relincho e sem sela de couro. No lugar disso, carrega um motor de 150cc alimentado por hidrogênio, olhos artificiais que leem o terreno e uma proposta ousada: reinventar a forma como nos movemos por lugares onde o asfalto não chega.

    O Corleo é uma daquelas ideias que, à primeira vista, parecem saídas de um filme de ficção científica. Mas não se engane. Ele existe, tem estrutura metálica coberta por carenagens elegantes e patas que pisam firme com cascos de borracha — pensados para dar mais tração, absorver impactos e, quem sabe, um dia até substituir os cavalos de verdade em áreas rurais.

    Apesar de ainda não estar a venda, o protótipo já mostrou que sabe o caminho das pedras. Em vídeos divulgados pela fabricante, o cavalo robô aparece escalando morros íngremes, cruzando ravinas e correndo em campos abertos como se tivesse nascido para isso. Mas o que move o Corleo não é só o motor — é uma ideia: a de que mobilidade e sustentabilidade podem andar juntas, lado a lado, como cavalo e cavaleiro em harmonia.

    Energia limpa

    O combustível? Hidrogênio. A emissão? Só vapor d’água. Uma pegada leve num mundo que tropeça em suas próprias pegadas de carbono. É por isso que o cavalo robô se destaca: ele não apenas anda — ele aponta o caminho.

    O controle é feito com o corpo. Sim, isso mesmo. O piloto se posiciona sobre a estrutura e usa os próprios movimentos para dar comandos, como faria num cavalo de carne e osso. A inteligência embarcada entende os gestos, lê o solo com sensores e ajusta os passos com precisão cirúrgica. Nada de trancos ou tombos: o Corleo sabe onde pisa.

    Uso e funcionalidade

    Por trás da engenhoca está uma aposta clara: abrir trilhas em terrenos difíceis, onde tratores não entram e drones não tocam o chão. No campo, por exemplo, o Corleo pode monitorar plantações, levar ferramentas até áreas remotas ou até substituir pequenas cargas de transporte. É o tipo de inovação que promete fazer o que os drones fizeram pela agricultura de precisão — só que agora, no chão.

    Na cidade, ele pode virar atração turística, meio de transporte alternativo ou solução para missões de resgate em áreas afetadas por desastres naturais. No setor militar, não faltam olhares atentos para a ideia de um robô robusto, ágil e silencioso.

    O painel digital na frente exibe rotas, nível de combustível e outras informações úteis. Parece um tablet grudado no pescoço do bicho — uma mistura de sela tecnológica com GPS de última geração. Tudo muito bonito, tudo muito promissor. Mas, por enquanto, só conceito.

    Foto: Kawasaki

    A Kawasaki ainda não cravou datas para produção em série. Mas a simples aparição do Corleo em Osaka já deixa um recado: a revolução da mobilidade não virá só sobre rodas. Ela pode muito bem chegar troteando, com quatro pernas metálicas, sem emitir um pingo de poluição. E talvez, quem sabe, com um relincho eletrônico ao fundo, só pra lembrar que o futuro também tem memória.

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  • Tecnoshow COMIGO 2025 começa com foco em inovação no agro

    Tecnoshow COMIGO 2025 começa com foco em inovação no agro

    A Tecnoshow COMIGO 2025 começa nesta segunda-feira, 7 de abril, com novidades para o agronegócio brasileiro. A cerimônia de abertura será às 8h, no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde (GO). A programação se estende até sexta-feira, 11 de abril, das 8h às 18h, com entrada e estacionamento gratuitos.

    Autoridades estaduais e municipais confirmaram presença na solenidade. Entre elas, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o secretário de Agricultura do estado, Pedro Leonardo de Paula Rezende. Também participarão o prefeito de Rio Verde, Wellington Carrijo, e o presidente da Câmara Municipal, Idelson Mendes.

    Além das lideranças políticas, o evento contará com representantes do setor agropecuário e dirigentes da cooperativa COMIGO. Estarão presentes o presidente do Conselho de Administração, Antonio Chavaglia; o presidente-executivo, Dourivan Cruvinel; e o coordenador geral da feira, Claudio Teoro.

    A abertura marca o início de uma semana intensa de inovações, oportunidades e geração de negócios para o agro brasileiro.

    Expositores, negócios e expectativas

    A feira reunirá 695 expositores e deve atrair 150 mil visitantes. Isso representa um crescimento de 10% em relação à edição anterior. Em geral, a expectativa da organização é movimentar mais de R$ 10 bilhões em negócios, alta de 5% sobre 2024.

    Novas estruturas e melhorias no espaço

    A Tecnoshow COMIGO 2025 traz melhorias importantes na infraestrutura. Ou seja, a organização ampliou os espaços de convivência e reforçou a segurança. Além disso, a área gramada para locação cresceu 2.000 m².

    Ao mesmo tempo, também houve investimentos em acessibilidade e conforto. A feira ganhou 1.800 m² de pavimentação asfáltica e novos banheiros femininos. Outro destaque é a instalação de um transformador adicional de 150 KVA, somando 20 unidades de fornecimento de energia no total.

    Programação técnica e nomes de peso

    Em geral, a programação inclui mais de 300 horas de palestras, com especialistas renomados do setor. Entre os convidados estão Fernando Beltrame, Thiago Bernardino, Paulo Arbex, Aldo Rebelo e José Luiz Tejon. Os temas envolvem os principais desafios e soluções para o futuro do agronegócio.

    Pecuária, paisagismo e novidades no campo

    A feira também aposta na diversidade das atrações. Ou seja, no setor pecuário, o público poderá conferir cerca de 800 animais, entre bovinos, equinos, ovinos, peixes, muares, pôneis e cães pastores. Haverá palestras sobre nutrição, manejo e saúde animal.

    O paisagismo terá destaque com a apresentação de 100 mil mudas ornamentais, de 12 espécies diferentes. O painel principal receberá 6 mil vasos com flores variadas.

    Além disso, outro diferencial desta edição é o heliponto, com capacidade para até 12 aeronaves.

    Estrutura de imprensa completa

    A Tecnoshow também oferece uma estrutura exclusiva para jornalistas e comunicadores. Em resumo, o espaço de imprensa é climatizado, conta com internet de alta velocidade, estúdios rotativos, ambiente de coworking e área reservada para coletivas.

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  • Show Safra Mato Grosso 2025 traz inovações para o agronegócio

    Show Safra Mato Grosso 2025 traz inovações para o agronegócio

    O Show Safra Mato Grosso, um dos principais eventos do agronegócio brasileiro, acontece de 24 a 28 de março de 2025 no Parque Tecnológico da Fundação Rio Verde, em Lucas do Rio Verde. A edição deste ano trará inovações tecnológicas e melhorias estruturais, buscando ampliar sua relevância no setor.

    Rodrigo Pasqualli, diretor da Fundação Rio Verde, destaca que o evento quer se consolidar como referência nacional. “Nosso foco é superar expectativas a cada edição, oferecendo conteúdo de qualidade e experiências enriquecedoras”, afirma Pasqualli.

    Novidades do Show Safra Mato Grosso

    Uma das principais novidades do Show Safra 2025 é o Show Safra Mulher, espaço dedicado à participação feminina no agronegócio. Ou seja, a iniciativa, desenvolvida em parceria com o Sindicato Rural e os movimentos Agrodetalhes e Agroligadas, visa valorizar o papel das mulheres na gestão das propriedades rurais. “Queremos proporcionar um ambiente de aprendizado e networking para esposas, filhas e profissionais do setor”, explica Pasqualli.

    Ao mesmo tempo, a estrutura do evento também passou por melhorias. Ou seja, os pavilhões serão readequados e o parque tecnológico ganhará instalações permanentes. Além disso, as tradicionais vertentes Show Safra Connect, Show Safra Pecuária, Show Safra Aero, Agro 360° e Show Safra Negócios seguirão como destaques, permitindo uma imersão completa nas diferentes áreas do agronegócio.

    Reformulação da marca

    O evento também passa por uma reformulação de marca. A partir desta edição, será chamado Show Safra MT, reforçando sua representação estadual. Segundo Joci Piccini, presidente da Fundação Rio Verde, a mudança reflete a crescente importância do evento. “Queremos destacar o potencial do Mato Grosso e mostrar como o estado se desenvolve com as melhores tecnologias do agronegócio”, afirma Piccini.

    O prefeito de Lucas do Rio Verde, Miguel Vaz, também ressalta a relevância do Show Safra no setor. “O evento se fortalece a cada ano, reunindo empresas e profissionais para apresentar soluções inovadoras. É um espaço estratégico para a difusão de novas tecnologias”, destaca o prefeito.

    O Mato Grosso tem papel central na economia do agronegócio. Em resumo, em 2023, a produção de soja, milho e algodão respondeu por 24% do PIB nacional. Portanto, o estado foi responsável por mais de 30% da produção desses grãos no país.

    Com um novo conceito e uma programação ampliada, o Show Safra Mato Grosso 2025 promete conectar inovação, tecnologia e sustentabilidade, reforçando sua posição como um dos eventos mais relevantes do setor.

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  • Avanços tecnológicos otimizam armazenamento de grãos

    Avanços tecnológicos otimizam armazenamento de grãos

    O dinâmico cenário do agronegócio tem impulsionado a busca por soluções inovadoras para otimizar o processo de armazenamento de grãos. Recentemente, melhorias no maquinário agrícola têm gerado um aumento na eficiência e produtividade da colheita, o que, por sua vez, exerce pressão sobre os sistemas de armazenamento. A crescente demanda por agilidade e eficiência na recepção e liberação de cargas exige a modernização das unidades de armazenagem.

    Empresas do setor têm apresentado tecnologias que proporcionam ganhos significativos ao produtor rural. Entre as soluções disponíveis, destacam-se homogeneizadores automáticos de grãos, sistemas inteligentes de secagem e sistemas de exaustão.

    Os silos de armazenamento são estruturas amplamente utilizadas para a conservação de grãos. Os silos podem ter estrutura de metal, concreto ou alvenaria, e seu tamanho varia conforme a necessidade de armazenamento. O controle da temperatura e da umidade dentro dos silos é crucial para evitar a deterioração dos grãos.

    Um homogeneizador automático de cereais, por exemplo, atua na distribuição uniforme dos grãos dentro da unidade de armazenagem, evitando acúmulos que podem causar perdas. O equipamento, instalado na parte superior do silo, distribui os cereais de forma adequada, facilitando a aeração e promovendo economia. O Gerente Técnico da Qualygran, Otávio Matos explica que o equipamento de sua empresa é colocado na parte superior do silo, na entrada do grão e se move através de comandos de programação feitos no painel de controle, fazendo uma distribuição dos cereais mais adequada, sem precisar mão de obra para este serviço. “Este processo facilita a aeração e promove economia acima de 30% dentro do silo, afirma Matos.

    Exemplo de equipamento tecnológico e produtivo

    Sistemas inteligentes de secagem, compostos por sensores de umidade e temperatura, acionam softwares que interpretam o clima externo para controlar o sistema de aeração, corrigindo automaticamente as condições do ar dentro do silo secador. Essa tecnologia permite realizar a secagem dos grãos diretamente no silo, por meio de aeração forçada corretamente dimensionada, concluindo o processo em um curto espaço de tempo.

    Já os sistemas de exaustão atuam no controle da temperatura interna, evitando o excesso de umidade que pode levar à perda de grãos. Além de reduzir a umidade, algumas versões do sistema também auxiliam no controle de pragas, como traças e roedores.

    O Brasil, como potência agrícola mundial, enfrenta o desafio de equilibrar a produção recorde de grãos com a capacidade de armazenamento. O déficit de armazenamento impacta a qualidade dos grãos, eleva os custos logísticos e reduz a competitividade do setor no mercado global1. Investir em tecnologias modernas é essencial para acompanhar o crescimento da produção de grãos e garantir a competitividade no mercado.

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  • Agrishow 2025 promete edição histórica com foco no futuro do agro

    Agrishow 2025 promete edição histórica com foco no futuro do agro

    A 30ª edição da Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, será realizada de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). O evento terá como tema “Futuro do Agro de A a Z” e destacará inovações em máquinas e equipamentos.

    O presidente da Agrishow, João Marchesan, afirma que esta edição será um marco para o setor. “A feira tem um legado importante para o agronegócio brasileiro. Este ano, os visitantes verão soluções que moldarão o futuro do setor e impulsionarão ainda mais a economia”, destaca.

    Setor otimista com projeção de safra recorde

    O agronegócio vive um momento positivo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 325,3 milhões de toneladas em 2025, um crescimento de 9,4% em relação ao ano anterior. O aumento será impulsionado por culturas como soja, milho e algodão.

    Para Marchesan, esse cenário reforça a força do agricultor brasileiro e a importância da tecnologia. “A resiliência do setor se confirma com essa projeção. O avanço tecnológico será essencial para manter essa trajetória de crescimento”, avalia.

    Inteligência artificial no campo

    A inteligência artificial já faz parte do dia a dia do agronegócio. O uso de drones, sensores e automação na lavoura melhora a eficiência e reduz custos. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), essa tecnologia pode elevar a produtividade agrícola em até 20%.

    “A inteligência artificial contribui para decisões mais precisas, padroniza processos e reduz custos operacionais. Seu impacto será ainda maior nos próximos anos”, explica Marchesan.

    O legado da Agrishow

    Marchesan destaca a importância da Agrishow para a evolução do setor. “Chegar à 30ª edição é um marco. Ao longo dos anos, a feira se consolidou como um espaço essencial para negócios e inovação”, afirma.

    A feira também fortalece a presença do Brasil no mercado internacional. “Recebemos visitantes de mais de 50 países. Esse alcance global mostra a importância da feira para a projeção da indústria brasileira”, acrescenta o presidente da Agrishow.

    Serviço

    AGRISHOW 2025 – 30ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação
    📅 Data: 28 de abril a 2 de maio de 2025
    📍 Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP)
    ⏰ Horário: das 8h às 18h
    🌍 Mais informações: www.agrishow.com.br

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  • Inovação e tecnologia revolucionam o futuro do campo

    Inovação e tecnologia revolucionam o futuro do campo

    A Abertura Oficial da Colheita de Arroz e Grãos em Terras Baixas, realizada em Capão do Leão (RS), destaca a importância da tecnologia e inovação para o desenvolvimento da agricultura gaúcha. Além de impulsionar a produtividade, sustentabilidade e resiliência climática. A Arena Digital, um dos principais eventos da colheita, promove a disseminação de avanços como automação, biotecnologia e práticas sustentáveis.

    A tecnologia possibilita o uso de tratores autônomos e drones para um cultivo mais eficiente. Enquanto a biotecnologia desenvolve sementes mais resistentes a pragas e ao clima, reduzindo a necessidade de defensivos químicos. Sistemas de monitoramento e irrigação inteligente auxiliam os agricultores a se anteciparem aos efeitos das mudanças climáticas.

    Hub

    Na abertura oficial, estiveram presentes representantes do setor agrícola e esferas governamentais. Eles ressaltaram a importância da iniciativa como um hub de compartilhamento de informações sobre temas como meio ambiente, sustentabilidade, tributação e finanças. Leonardo Dutra, chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa, enfatizou a importância de disponibilizar informações relevantes para o público.

    Joel Maraschin, da Secretaria de Agricultura e Pecuária do RS, destacou que o uso de novas tecnologias permitiu ao setor agropecuário responder por 40% do PIB do estado. E ressalta que iniciativas como a Arena Digital são fundamentais para novos saltos de crescimento e competitividade.

    Andréia Dullius, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Estado, comentou que a inovação pode ser mais simples do que se imagina. E ajudar as pessoas com conhecimentos e ferramentas acessíveis para gerar resultados positivos no campo.

    Anderson Belloli, diretor jurídico da Federarroz, alertou que apenas os produtores rurais que se adaptarem às mudanças da Agricultura 4.0 poderão sobreviver em um mercado competitivo. Ele enfatizou a necessidade de acompanhar o aumento da demanda por alimentos devido ao crescimento da população e da renda.

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  • Mortandade de peixes preocupa produtores

    Mortandade de peixes preocupa produtores

    Nos últimos três anos, a mortandade de peixes tem causado prejuízos alarmantes na piscicultura brasileira, impactando principalmente pequenos e médios produtores. Falhas na infraestrutura, mudanças climáticas e poluição hídrica são apontadas como as principais causas desses eventos, que resultaram na morte de milhões de peixes. No entanto, seguros especializados e tecnologias emergentes oferecem novas esperanças para o setor.

    Casos recentes, como a perda de 150 mil tilápias em Nova Aurora (PR) devido a uma falha elétrica e a morte de 235 mil peixes no Rio Piracicaba (SP) por despejo de poluentes, evidenciam a vulnerabilidade da atividade. A criação de peixes é uma importante fonte de renda para muitas famílias, e a recorrência desses eventos coloca em risco a sustentabilidade do setor.

    Seguros especializados: proteção financeira para o produtor

    Pensando em oferecer proteção aos produtores, a Alper Seguros, desenvolveu um seguro exclusivo que cobre o prejuízo causado pela mortalidade de peixes, que pode ter diversos gatilhos. “Sabemos que a criação de peixes depende de equipamentos como bombas e oxigenadores, cujo funcionamento contínuo é crucial. Nosso seguro foi projetado para proteger os criadores de perdas financeiras catastróficas, garantindo a continuidade do negócio em situações de emergência”, afirma André Lins, vice-presidente de agronegócios da Alper Seguros.

    Além da cobertura básica para mortalidade, a Alper Seguros oferece outras opções, como o Seguro de Danos, que protege contra danos materiais e prejuízos causados por deslizamentos, desmoronamentos, falta de energia elétrica e falhas elétricas, e o Seguro Agrícola, que garante indenização em caso de morte por doenças, acidentes ou outros imprevistos. Para quem busca uma proteção ainda mais personalizada, o Seguro Paramétrico oferece cobertura baseada em índices específicos, como a taxa de mortalidade.

    Tecnologia a favor da piscicultura

    Além dos seguros, a tecnologia tem se mostrado uma grande aliada dos produtores na prevenção da mortandade de peixes. O uso de geradores de energia garante o funcionamento de aeradores e outros sistemas críticos mesmo em casos de apagões. Atualmente, há incentivos e linhas de crédito específicas para produtores que desejam investir em geradores de alta eficiência.

    Tecnologias que permitem o monitoramento em tempo real dos níveis de oxigênio, temperatura e pH da água ajudam os produtores a identificar problemas antes que eles se tornem críticos. Além disso, sensores conectados a sistemas de alerta podem notificar os criadores sobre mudanças nos parâmetros, permitindo intervenções rápidas.

    Boas práticas de manejo

    A adoção de boas práticas de manejo, incluindo a densidade adequada nos tanques e o uso de alimentos de qualidade, também contribui para a saúde dos peixes. Esses cuidados reduzem o estresse nos animais e minimizam a ocorrência de doenças, outro fator comum de mortalidade.

    Proteger a produção contra riscos ambientais e estruturais vai além de garantir o lucro do produtor; é também uma questão de segurança alimentar. O Brasil, um dos maiores exportadores de pescado, depende de uma cadeia produtiva sólida e resiliente para atender às demandas do mercado interno e externo. A combinação de seguros especializados, tecnologias inovadoras e práticas de manejo sustentável cria um cenário mais seguro e previsível para os criadores, permitindo que o setor continue a crescer sem as interrupções causadas por eventos inesperados.

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