Tag: Inovação

  • IA muda estratégia e competitividade do agronegócio global

    IA muda estratégia e competitividade do agronegócio global

    A inteligência artificial no agronegócio ganha espaço nas decisões estratégicas das empresas e deixa de ser apenas uma ferramenta para ampliar a produtividade no campo. A tecnologia já influencia modelos de gestão, inovação e competitividade. Esse cenário estará no centro dos debates da Arena Impacto, marcada para 3 de setembro, em São Paulo.

    O evento reunirá especialistas brasileiros e internacionais das áreas de tecnologia, inovação e negócios. Entre os principais nomes estão o cientista, professor e empreendedor Silvio Meira e o pesquisador e autor de sete livros sobre tecnologia e negócios Ricardo Cavallini.

    Inicialmente, o mercado enxergava a inteligência artificial como uma solução voltada principalmente ao ganho de produtividade. Agora, entretanto, o debate avançou. Empresas de diferentes setores buscam transformar dados em tecnologias capazes de apoiar decisões e criar vantagens competitivas.

    No agronegócio, essa mudança ganha uma dimensão ainda maior. Dados gerados no campo, nas máquinas, nas operações e nos diferentes elos da cadeia podem ajudar empresas a tomar decisões mais precisas. Assim, a capacidade de transformar informação em ação passa a ocupar um papel estratégico.

    Da produtividade à competitividade

    Nos primeiros avanços da inteligência artificial no agro, uma das principais expectativas estava no aumento da produtividade. A tecnologia poderia automatizar processos, analisar informações e melhorar a eficiência das operações.

    Hoje, porém, a discussão envolve também gestão, inovação e competitividade. Por isso, empresas que conseguem utilizar dados de maneira estratégica buscam novas formas de disputar espaço em mercados cada vez mais tecnológicos.

    É nesse contexto que a Arena Impacto pretende ampliar a discussão sobre os efeitos da transformação digital. A Solinftec, agtech brasileira com atuação global em inteligência artificial para o agronegócio, promove o fórum e reúne diferentes perspectivas sobre as mudanças que já ocorrem no mundo dos negócios.

    “Como empresa de tecnologia, a Solinftec entende que seu papel não é apenas desenvolver soluções, mas também antecipar tendências, compartilhar conhecimento e ajudar clientes e parceiros a se prepararem para o futuro. Discutir esse tema agora é essencial porque o futuro já está sendo construído. Quem compreende esses movimentos com antecedência toma decisões melhores, identifica oportunidades e se adapta com mais rapidez”, afirma Dennis Arroio, vice-presidente global da Solinftec.

    Além disso, a programação começa com o keynote “Inteligência Artificial – O verdadeiro risco é ficar para trás”, apresentado por Ricardo Cavallini. O pesquisador vai abordar como a inteligência artificial redefine produtividade, gestão, inovação e competitividade.

    Cavallini também discutirá por que muitas organizações ainda subestimam os impactos da tecnologia. Dessa forma, o encontro pretende mostrar que a adoção da IA envolve não apenas ferramentas, mas também mudanças na maneira como as empresas trabalham e tomam decisões.

    Tecnologia ganha papel de infraestrutura

    Outro ponto importante da programação será a transformação do conceito de infraestrutura necessária para a inovação. O painel “A nova infraestrutura da inovação” reunirá Luis Caro, Head Cloud IA Innovation, da Amazon, e Marco Riguetti, Head da Oracle A-Team.

    Atualmente, a infraestrutura tecnológica vai além de estradas, armazéns e sistemas físicos. Nuvem, inteligência artificial, dados, conectividade e capacidade computacional também sustentam projetos que precisam alcançar escala.

    No agronegócio, essa estrutura conecta diferentes etapas das operações. Ao mesmo tempo, permite reunir e processar informações que podem apoiar decisões. Portanto, a tecnologia deixa de atuar apenas na execução de tarefas e passa a participar de estratégias de longo prazo.

    A programação também terá o Fireside Chat “Tecnologias exponenciais e geopolítica: os novos vetores de decisão no mundo”. O professor da Fundação Dom Cabral Paulo Vicente Alves discutirá como as tecnologias emergentes influenciam a economia global, a competitividade das empresas e as relações entre países.

    Na sequência, o painel “Quem vai liderar a nova era da inovação?” reunirá Paula Harraca, CEO da Ânima Educação; Daniela Cachich, CEO da Beyond e CO na Ambev; e Ricardo Bastos, diretor da GWM e presidente da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE).

    O debate vai abordar como empresas líderes transformam conhecimento em vantagem competitiva. Além disso, os participantes discutirão investimentos, competências e culturas organizacionais capazes de sustentar a inovação nos mercados da próxima década.

    Silvio Meira encerra programação

    O cientista, professor e empreendedor Silvio Meira encerrará a programação. No Closing Keynote “Como construir e conduzir empresas capazes de prosperar em um cenário altamente tecnológico e de mudanças permanentes”, ele abordará os desafios de organizações que precisam atuar em um ambiente marcado pela inovação contínua.

    A palestra também discutirá como empresas orientadas por dados e tecnologia podem se preparar para mudanças permanentes. No agronegócio, esse movimento amplia o debate sobre o papel das agtechs e sobre a integração da tecnologia à gestão das operações.

    Assim, a Arena Impacto coloca a inteligência artificial no centro de uma discussão que ultrapassa o desenvolvimento de ferramentas. O debate envolve, ainda, competitividade, infraestrutura, inovação, gestão e decisões estratégicas que podem influenciar os negócios do agronegócio global.

    Serviço

    Arena Impacto
    Data: 3 de setembro
    Das 14 às 18h30
    Local: Arena Cubo Itaú – Alameda Vicente Pinzon, 54, São Paulo, capital
    Solicitação de inscrições: Arena Impacto

  • Programa de inovação aberta conecta startups a gigantes do agronegócio

    Programa de inovação aberta conecta startups a gigantes do agronegócio

    Startups de base científica e tecnológica já podem se candidatar à quarta edição do AptaHub Conecta, programa nacional de inovação aberta que conecta soluções tecnológicas a desafios propostos por grandes empresas do agronegócio. Nesta edição, Nestlé, Carrefour e Ourofino apresentam demandas estratégicas voltadas ao desenvolvimento de novas tecnologias para o setor agroalimentar.

    As inscrições permanecem abertas até 31 de agosto e contemplam startups em estágio de validação, operação ou tração, desde que possuam um Produto Mínimo Viável (MVP) desenvolvido ou em fase final de desenvolvimento.

    Programa já viabilizou seis provas de conceito

    Desde sua criação, o AptaHub Conecta capacitou 95 startups, empresas e pesquisadores, promoveu 27 conexões de negócios e viabilizou seis provas de conceito (POCs) e contratos entre os participantes.

    Empreendedores que já passaram pelo programa destacam o impacto direto no amadurecimento da tecnologia e do modelo de negócio. Um dos participantes afirma que o AptaHub Conecta representou o primeiro programa específico do setor agro do qual fez parte, e que as mentorias e a aproximação com grandes empresas impulsionaram significativamente a evolução do seu negócio.

    Nestlé quer monitoramento de safra mais preciso

    A Nestlé busca tecnologias que tornem o monitoramento da safra de café mais contínuo, preciso e orientado por dados. A empresa pretende integrar diferentes fontes de informação para apoiar a tomada de decisão, aumentar a confiabilidade das análises e reduzir a subjetividade das avaliações realizadas em campo.

    Entre as soluções esperadas estão ferramentas de digitalização da coleta de dados, monitoramento frequente das lavouras, geração de relatórios automatizados e tecnologias que ampliem a rastreabilidade das informações.

    Carrefour busca automação na inspeção de rótulos

    O Carrefour propõe um desafio voltado à verificação inteligente de rótulos e à inspeção de produtos. A rede procura soluções que automatizem a validação da conformidade das informações presentes nas embalagens, tornando o processo mais rápido, padronizado e confiável.

    A empresa espera reduzir erros operacionais, otimizar o tempo das análises e apoiar a tomada de decisão das equipes responsáveis pela inspeção.

    Ourofino aposta em alternativas à ractopamina na suinocultura

    A Ourofino busca soluções inovadoras para aumentar a eficiência produtiva na suinocultura sem o uso de ractopamina. As tecnologias devem substituir total ou parcialmente os efeitos da substância e manter o desempenho dos animais sem comprometer a segurança alimentar, o bem-estar animal e a competitividade da produção.

    Interessam ao desafio soluções aplicadas à nutrição animal, biotecnologia, ingredientes funcionais, aditivos naturais, modulação metabólica e outras abordagens. Desde que contribuam para uma produção suína mais eficiente e alinhada às novas demandas do mercado.

    Como funciona a jornada do programa

    Após a inscrição, as startups passam por uma etapa de diagnóstico que avalia o nível de aderência aos desafios propostos. As selecionadas seguem para uma trilha de preparação, que inclui mentorias para apresentação das soluções. E culmina em rodadas de negócios e reuniões individuais durante o Conecta Open. Este evento reúne startups e representantes das empresas parceiras.

    Depois do evento, a equipe do AptaHub acompanha o desenvolvimento das conexões estabelecidas. E também apoia a evolução das negociações, das provas de conceito e de possíveis parcerias.

    As inscrições podem ser feitas até 31 de agosto pelo site do programa: inovacao.agricultura.sp.gov.br/aptahub/conecta.

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  • Congresso do Agro terá Alckmin, Michel Temer e propostas para o próximo governo

    Congresso do Agro terá Alckmin, Michel Temer e propostas para o próximo governo

    O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, participará da abertura da 25ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), marcada para esta segunda-feira (10), no Sheraton WTC São Paulo Hotel. Promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), em parceria com a B3, o evento reunirá autoridades, executivos, pesquisadores e representantes do setor produtivo.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, também participará do congresso. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, está entre as autoridades aguardadas.

    Com o tema “Agro & Indústria – Integrando e Transformando o Brasil”, o congresso terá abertura conduzida por Ingo Plöger, presidente da ABAG, e Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

    Também participarão da cerimônia Tereza Cristina, senadora da República e presidente do Cosag; Arnaldo Jardim, deputado federal e vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária; Geraldo Melo Filho, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Tirso de Salles Meirelles, presidente da FAESP/SENAR; Silvia Massruhá, presidente da Embrapa; e Tania Zanella, presidente da OCB e do Instituto Pensar Agro (IPA).

    Geopolítica e impactos no agronegócio

    A programação seguirá com a mesa-redonda “O Agro na Geopolítica”, que reunirá Alexandre Parola, embaixador do Brasil no Reino do Marrocos, e Braz Baracuhy, diplomata e especialista em geopolítica.

    Os participantes analisarão os efeitos das mudanças no cenário internacional, dos conflitos geopolíticos, do avanço do protecionismo e da reorganização das cadeias globais sobre o agronegócio brasileiro.

    Na sequência, o congresso apresentará a primeira edição do Future Flash, com o tema “A Nova Infraestrutura Invisível do Agro”. Mariana Vasconcelos, cofundadora e CEO da Agrosmart e Young Global Leader pelo World Economic Forum, conduzirá a apresentação.

    Indústria, inovação e competitividade

    O painel “A Indústria que Revoluciona o Agro” discutirá o impacto da inovação, da automação, da biotecnologia, da conectividade e da bioenergia na produção agropecuária.

    Participarão do debate Ana Repezza, presidente da CropLife Brasil; Eder Lopes, CEO da Inpasa Brasil; e Gastón Diaz Perez, presidente e CEO da Bosch América Latina.

    O painel também abordará as novas matrizes energéticas e o papel da indústria na produtividade, na sustentabilidade e na competitividade do agronegócio. A discussão destacará os fatores que contribuem para posicionar o Brasil como referência em biocompetitividade.

    Financiamento e sustentabilidade

    A programação da tarde começará com a apresentação “A Verticalização Sustentável como Valor para o Agro Brasileiro”, no Future Flash. Flávia Garcia Cid, produtora rural, empresária e gestora da Fazenda Jaracatiá, conduzirá o encontro.

    Em seguida, o painel “Investimento e Financiamento em Tempos Voláteis” discutirá as condições necessárias para ampliar a capacidade de investimento do agronegócio diante da volatilidade econômica, das mudanças regulatórias e dos desafios relacionados ao crédito e à gestão de riscos.

    Participarão Fabiana Perobelli, superintendente de Relacionamento com Clientes da B3; Flavia Palacios, diretora da ANBIMA; Julyana Yokota, Managing Director e especialista setorial da S&P Global Ratings; e Monique Cardoso, superintendente de Sustentabilidade da CNseg.

    ABAG entrega prêmios a pesquisadores e lideranças

    Durante o congresso, a ABAG entregará o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade à pesquisadora da Embrapa Iêda Mendes. Silvia Massruhá, presidente da instituição, fará a apresentação da homenagem.

    O Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio homenageará Luiz Carlos Corrêa Carvalho, sócio-diretor da Canaplan e presidente do Conselho Estratégico de Alto Nível da ABAG. Roberto Rodrigues, professor emérito da FGV, fará a apresentação.

    Propostas para o próximo ciclo de governo

    O Future Flash “Como Transformar Desafios Ambientais em Oportunidades no Agro” terá a participação de Victor Brian Magalhães, CEO da TerraMares Ambiental.

    Depois, a mesa-redonda “Novo Governo: Prioridades e Compromissos” reunirá Alberto Pfeifer, Senior Policy Fellow do Insper Agro Global; Luiz Carlos Corrêa Carvalho, da ABAG; e Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.

    O debate tratará das prioridades estratégicas do agronegócio para o próximo ciclo de governo e da construção de uma agenda de Estado para o setor. A ABAG também apresentará aos candidatos à Presidência da República um conjunto de propostas e demandas consideradas essenciais para ampliar a competitividade e promover o desenvolvimento sustentável do país.

    O ex-presidente da República Michel Temer encerrará o congresso com a palestra “Caminhos para o Futuro”.

    Inscrições e transmissão online

    As inscrições para participação presencial estão abertas no site oficial do Congresso Brasileiro do Agronegócio. A organização também oferecerá transmissão online gratuita, mediante credenciamento prévio.

    Como novidade, o evento terá tradução simultânea para o inglês.

    Serviço
    • Evento: 25º Congresso Brasileiro do Agronegócio — presencial e online.
    • Tema: Agro & Indústria – Integrando e Transformando o Brasil.
    • Data: 10 de agosto de 2026.
    • Horário: das 9h às 18h.
    • Local: Sheraton WTC São Paulo Hotel, na Avenida das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo.
    • Informações e inscrições: congressoabag.com.br

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  • Automação redefine logística de peças no agronegócio

    Automação redefine logística de peças no agronegócio

    A automação passa a ocupar um novo espaço na logística de peças agrícolas brasileira. A Stara colocou em operação, em Aparecida de Goiânia (GO), o primeiro Centro de Distribuição de Peças Agrícolas do País equipado com o sistema AutoStore. A tecnologia utiliza robôs para armazenar, organizar e separar componentes. Com isso, a empresa pretende reduzir o tempo de expedição e ampliar a eficiência no atendimento aos produtores rurais.

    A nova unidade marca a expansão da estrutura logística da fabricante para fora do Rio Grande do Sul. Além disso, reforça a estratégia de aproximar os estoques das regiões com maior demanda. Enquanto o centro de distribuição da matriz, em Não-Me-Toque (RS), permanece responsável pela metade sul do Brasil, a unidade de Goiás passa a atender concessionárias e clientes da Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.

    Segundo a empresa, essa divisão reduz distâncias e fortalece o suporte pós-venda. Dessa forma, aumenta a disponibilidade de peças e contribui para que o produtor rural tenha mais rapidez no atendimento durante as operações no campo.

    Robôs automatizam a separação de peças

    O principal diferencial da nova estrutura está no sistema AutoStore. Ao todo, sete robôs automatizam as etapas de armazenagem e separação dos produtos. Além disso, a tecnologia organiza as peças de acordo com a frequência de utilização, posicionando os itens de maior demanda nas partes superiores da estrutura.

    Segundo o gerente de Peças da Stara, Filipe Flores Quincoses, esse modelo reduz significativamente o tempo necessário para localizar e disponibilizar os componentes.

    “São sete robôs que automatizam as etapas de armazenagem e separação de produtos. O sistema organiza os itens conforme a frequência de apontamentos, posicionando os de alta frequência na parte superior do equipamento. Isso agiliza a coleta das caixas que precisam ser apresentadas ao operador, permitindo que o processo aconteça em um tempo médio de 15 segundos”, explica.

    Além da automação, o centro reúne sistemas integrados de gestão de estoque, monitoramento eletrônico, dispositivos de segurança e ferramentas de rastreabilidade. Com isso, a empresa amplia o controle operacional e torna a preparação dos pedidos mais eficiente.

    A estrutura possui 3.504,95 metros quadrados de área construída, pé-direito de 15 metros, seis docas e 18.144 posições de armazenagem. Ao mesmo tempo, tem capacidade para estocar 15.604 tipos diferentes de peças e expedir até 14 mil itens por dia.

    Centro de Distribuição da Stara em Goiás – Foto: Divulgação

    Centro fortalece a logística no Norte, Nordeste e Centro-Oeste

    A escolha de Goiás levou em conta a posição estratégica do estado na malha logística nacional. Por isso, a nova unidade concentrará a distribuição de peças para os estados da metade norte do País, enquanto o Rio Grande do Sul continuará responsável pelo atendimento da região sul.

    Segundo a Stara, a nova operação permitirá reduzir o tempo de entrega. Em algumas situações, conforme a disponibilidade da peça e a modalidade de transporte, os componentes poderão chegar ao destino em poucas horas.

    Para garantir esse desempenho, a empresa selecionou transportadoras preparadas para atuar de forma integrada ao novo sistema. Além disso, promoveu treinamentos específicos para os colaboradores da unidade, incluindo movimentação de materiais, desenho técnico, sistemas e operação do AutoStore. Gerentes de peças e compradores das concessionárias também participaram da preparação para a nova dinâmica logística.

    Durante a inauguração da unidade, realizada em 18 de junho, o diretor-presidente da Stara, Átila Stapelbroek Trennepohl, destacou que o investimento busca aproximar a empresa dos produtores rurais e fortalecer o atendimento às concessionárias.

    “Estamos ampliando nossa estrutura para estarmos ainda mais próximos dos produtores rurais e das concessionárias. Nosso objetivo é garantir que o cliente tenha a peça necessária exatamente quando precisa, contribuindo para que suas operações no campo sigam com máxima produtividade”, afirma.

  • Porcos doam órgãos? Entenda o transplante inédito realizado na China

    Porcos doam órgãos? Entenda o transplante inédito realizado na China

    Um avanço científico realizado na China chamou a atenção e reforçou o potencial da suinocultura na área da saúde. Pesquisadores da Universidade Médica de Guangxi, localizada no sul do país, realizaram o primeiro transplante simultâneo de fígado e rins de porco em um ser humano.

    Os órgãos foram retirados de um porco geneticamente modificado e transplantados para um homem de 53 anos que havia sido diagnosticado com morte cerebral.

    Nova etapa dos xenotransplantes

    A cirurgia é considerada um marco para os chamados xenotransplantes, nome dado aos transplantes realizados entre espécies diferentes.

    Segundo informações publicadas pela revista científica Nature, os estudos mais avançados até então haviam demonstrado o funcionamento de apenas um órgão animal por vez em seres humanos. Agora, pela primeira vez, cientistas comprovaram que múltiplos órgãos provenientes do mesmo animal podem operar simultaneamente dentro de um corpo humano.

    Técnica é vista como esperança para reduzir filas de transplante no mundo inteiro — Foto: Wildpixel/Getty Images

    Além disso, os resultados iniciais foram considerados bastante positivos. Menos de 24 horas após o procedimento, o fígado suíno já produzia bile normalmente, enquanto os rins transplantados passaram a filtrar o sangue e reduzir os níveis de creatinina, um dos principais indicadores utilizados para avaliar a função renal.

    Modificações genéticas foram essenciais

    Para tornar o transplante viável, os pesquisadores precisaram realizar uma série de alterações genéticas no animal doador.

    De acordo com o estudo, foram feitas seis modificações no genoma do porco. Três genes associados à rejeição imunológica foram removidos. Em contrapartida, outros três genes humanos foram inseridos para aumentar a compatibilidade entre os tecidos e reduzir os riscos de coagulação após o transplante.

    Por que os porcos são candidatos ideais?

    Os porcos vêm sendo apontados há anos como uma das alternativas mais promissoras para ampliar a oferta de órgãos destinados a transplantes.

    Além da facilidade de criação em larga escala, os animais possuem órgãos com tamanho, anatomia e características fisiológicas semelhantes às encontradas nos seres humanos.

    Suínos se destacam em pesquisas voltadas à medicina regenerativa — Foto: AEN Paraná

    Nos últimos anos, diversos estudos envolvendo órgãos suínos geneticamente modificados ganharam espaço em centros de pesquisa ao redor do mundo. O objetivo é reduzir a dependência de doadores humanos e ajudar a diminuir as longas filas de espera por rins, fígados, corações e outros órgãos vitais.

    Oferta global de órgãos

    Embora a técnica ainda seja considerada experimental, os pesquisadores da Universidade Médica de Guangxi avaliam que o resultado obtido fortalece a viabilidade dos xenotransplantes como solução para a crescente escassez de órgãos no mundo.

    Além disso, os cientistas acreditam que, caso os desafios relacionados à rejeição imunológica sejam superados nos próximos anos, os porcos geneticamente modificados poderão desempenhar papel estratégico no fornecimento de órgãos para transplantes.

  • Brasil e Honduras ampliam cooperação para modernizar o agro

    Brasil e Honduras ampliam cooperação para modernizar o agro

    O Brasil e Honduras avançaram nas negociações para ampliar a cooperação agrícola e fortalecer a segurança alimentar. A missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) também consolidou entendimentos em pesquisa agropecuária, inovação tecnológica e desenvolvimento rural.

    A agenda ocorreu em Honduras e resultou em novos encaminhamentos para fortalecer as relações comerciais entre os dois países.

    O secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, liderou a missão. A comitiva também reuniu a embaixadora do Brasil em Honduras, Andrea Watson, a adida agrícola Priscila Rech, a chefe de gabinete Erika Ferraz e o representante do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Cristian Fischer.

    A programação começou com uma reunião entre a delegação brasileira e o ministro da Agricultura e Pecuária de Honduras, Moisés Molina. Durante o encontro, as autoridades discutiram ações conjuntas para impulsionar o setor agropecuário.

    Temas em foco

    Os debates abordaram planejamento agrícola, inovação tecnológica, melhoramento genético e transferência de conhecimento. Além disso, os representantes avaliaram oportunidades para ampliar a cooperação técnica entre os países.

    A delegação brasileira também se reuniu com representantes da Dirección de Ciencia y Tecnología Agropecuaria (Dicta), principal instituição de pesquisa agropecuária hondurenha.

    Durante a reunião, os participantes discutiram medidas para fortalecer a instituição, qualificar profissionais e modernizar os sistemas de inovação. As conversas também destacaram oportunidades de intercâmbio técnico.

    As áreas prioritárias incluem pesquisa agropecuária, assistência técnica, sanidade animal e vegetal e adaptação às mudanças climáticas. Nesse contexto, instituições brasileiras como a Embrapa e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) poderão contribuir com conhecimento e tecnologia.

    Comércio

    No campo comercial, a missão avançou em negociações sobre produtos de interesse bilateral. Entre os itens debatidos estão farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína. Esses produtos integram a estratégia de ampliação do comércio agropecuário entre Brasil e Honduras.

    A missão terminou com uma reunião na Presidência da República de Honduras. O encontro reafirmou o interesse dos dois governos em ampliar o diálogo técnico e institucional. As autoridades também destacaram prioridades comuns, como segurança alimentar, inovação, desenvolvimento rural e modernização da agricultura.

    O IICA apoiou a missão e atuou na articulação institucional. A entidade também contribuiu para identificar novas oportunidades de cooperação. Os resultados da agenda reforçam o compromisso brasileiro com o desenvolvimento agropecuário sustentável. Além disso, fortalecem as relações do Brasil com os países da América Central.

  • Embrapa apresenta tecnologias para aquicultura na Aquishow 2026

    Embrapa apresenta tecnologias para aquicultura na Aquishow 2026

    A Embrapa levará tecnologias, capacitações e inovações para a Aquishow 2026, entre 9 e 11 de junho, em Uberlândia (MG). A instituição também disputará prêmios de inovação e reconhecimento no setor aquícola.

    Os visitantes poderão conhecer soluções desenvolvidas pelo projeto BRS Aqua. A iniciativa reúne 22 centros de10 pesquisa e dezenas de parceiros públicos e privados.

    Tecnologias fortalecem a produção de pescado

    A Embrapa destacará o TambaPLUS 1.0. A tecnologia utiliza marcadores genéticos para identificar parentesco, realizar testes de paternidade e reconhecer reprodutores.

    A instituição também apresentará um sistema de criação de tambaqui em tanques-rede de pequena escala. A tecnologia reúne práticas de manejo para melhorar indicadores produtivos e econômicos.

    Além disso, o aplicativo Aquicultura Certa utilizará inteligência artificial para apoiar a gestão de pisciculturas. A ferramenta monitora a produção e orienta ajustes no manejo de tilápias e tambaquis.

    Outro destaque será o Ater+ Digital: Peixes. A plataforma oferece informações técnicas por meio de vídeos, imagens, textos e infográficos.

    Cursos ampliam capacitação no setor

    A Embrapa lançará a terceira etapa do Aquacompete. A trilha reúne três cursos de ensino a distância voltados à competitividade da aquicultura.

    O novo módulo abordará inteligência comercial aplicada ao setor. Os participantes aprenderão sobre tendências de consumo, concorrência, nichos de mercado e comércio internacional.

    A programação também incluirá o curso sobre compostos nitrogenados no cultivo de camarão marinho. O treinamento abordará sistemas produtivos e manejo para reduzir perdas e riscos sanitários.

    Indústria recebe soluções com maior valor agregado

    A Embrapa apresentará produtos derivados de tilápia com fibra de abacaxi. Entre eles estão patê e salsicha com baixo teor de sódio.

    Outra inovação será a embalagem bioativa para pescado. O material reduz a oxidação e limita o crescimento microbiano durante a refrigeração. A tecnologia poderá ser utilizada no armazenamento de tilápia e camarão.

    Ferramenta avalia qualidade nutricional das rações

    A instituição também exibirá o sistema NIR para análise bromatológica de rações para peixes. A ferramenta utiliza modelos matemáticos e espectroscopia no infravermelho próximo. O objetivo é avaliar a qualidade nutricional das rações para tilápia.

    A análise identifica proteínas, carboidratos, gorduras, minerais e vitaminas. Além disso, detecta possíveis contaminantes e toxinas.

    Projetos apoiam políticas públicas para aquicultura

    A Embrapa apresentará o Centro de Inteligência e Mercado em Aquicultura (CIAqui). O projeto apoia a tomada de decisões estratégicas no setor.

    A instituição também divulgará a Rede de Extensão e Inovação Aquícola (REAQUA). A iniciativa fortalece a transferência de tecnologia para produtores.

    Outro tema será o Drawback Exportações de Tilápia. O mecanismo reduz a carga tributária sobre insumos destinados à produção exportadora.

    Pesquisadores participam de debates e premiações

    A programação técnica contará com a participação da pesquisadora Flavia Tavares. Ela integrará uma mesa-redonda sobre regulação, licenciamento e segurança jurídica na produção de pescados. O debate reunirá especialistas dos ministérios da Pesca e Aquicultura e de Minas e Energia.

    A Embrapa também figura entre os finalistas do Prêmio Inovação Aquícola nas categorias academia e sustentabilidade. Além disso, o pesquisador Manoel Xavier Pedroza Filho concorre ao prêmio Personalidades Brasileiras da Aquicultura 2026.

  • Embrapa e parceiros promovem Agro Summit Amazônia

    Embrapa e parceiros promovem Agro Summit Amazônia

    A 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional 2026 contará com uma novidade voltada à ciência e inovação no agronegócio amazônico. Pela primeira vez, a Embrapa Rondônia e instituições parceiras promovem o Agro Summit Amazônia: Inovação e Novas Fronteiras para Agropecuária Amazônica.

    O evento acontecerá entre os dias 25 e 30 de maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná (RO). A proposta é aproximar produtores, pesquisadores e empresários das principais tecnologias desenvolvidas para a realidade produtiva da Amazônia.

    A programação contará com dois ambientes principais: o Espaço Inovação e a Vitrine de Tecnologias. Ambos terão atividades presenciais e transmissões online.

    Espaços terão palestras, workshops e demonstrações

    O Espaço Inovação funcionará no Pavilhão Empresarial Internacional do Governo de Rondônia. O local receberá palestras, painéis técnicos, mesas-redondas e maratonas de inovação, além da participação de startups do agro, conhecidas como Agtechs.

    Já a Vitrine de Tecnologias, instalada no estande da Embrapa, exibirá soluções práticas para o campo. O público poderá acompanhar demonstrações de cultivares adaptadas à região amazônica, tecnologias para pecuária de corte e leite, além de variedades de grãos mais resistentes às mudanças climáticas.

    Também estão previstas degustações de produtos regionais, como café, cacau, mandioca e mel.

    Entre os destaques da programação estão debates sobre pecuária sustentável, técnicas modernas para produção de café e cacau, além do uso da espectrometria na identificação de fraudes e definição de “terroirs” do café.

    Piscicultura e sustentabilidade ganham destaque

    A piscicultura amazônica também terá espaço especial durante o evento. Especialistas discutirão o mercado de peixes nativos da Amazônia e os desafios da produção sustentável.

    Além disso, o público acompanhará o lançamento do projeto “Amazônia Mais Robusta”, a apresentação dos resultados do projeto “CarbCafé” e a estreia do minidocumentário “Robustas Amazônicos: Café, Orgulho e Identidade”.

    A chefe-geral da Embrapa Rondônia, Lucia Wadt, destacou a importância do evento para o fortalecimento do agro na região Norte.

    “Teremos uma programação especial para mostrar como a ciência modifica a realidade da agropecuária Amazônica, familiar e empresarial”, afirmou. “Todas as atrações serão gratuitas e abertas ao público.”

    Café amazônico apresenta resultados promissores

    Outro ponto forte da programação será a apresentação dos avanços da Rede Estadual de Avaliação de Clones de Café em Rondônia, conhecida como Rede Café.

    O projeto reúne 64 clones de Robustas Amazônicos selecionados com participação direta dos produtores rurais. A pesquisa avalia produtividade, resistência climática, qualidade da bebida e tolerância a pragas.

    Segundo o pesquisador Alexsandro Lara Teixeira, os resultados já surpreendem.

    “Na primeira colheita, em 2024, 20% dos clones alcançaram produtividades superiores a 85 sacas por hectare”, explicou. “As análises da colheita de 2025 têm valores superiores a 200 sacas por hectare.”

    Cafeicultura amazônica ganha destaque com clones de Robustas Amazônicos que apresentam alta produtividade e resistência climática — (Foto: Reprodução/Embrapa)

    Evento também terá publicações e oficinas gratuitas

    Os visitantes poderão acessar gratuitamente livros, aplicativos e materiais técnicos produzidos pela Embrapa. Entre os destaques está a publicação “Sistemas Integrados e bem-estar animal no contexto das mudanças climáticas”.

    A pesquisadora Ana Karina Dias Salman explicou que o material apresenta soluções sustentáveis para reduzir impactos ambientais no agro amazônico.

    As oficinas terão vagas limitadas e as inscrições poderão ser feitas diretamente nos espaços da Embrapa e da Sedec. Além disso, as atividades serão transmitidas ao vivo pelos canais oficiais da Embrapa no YouTube.

  • IBGE lança mapa com Brasil no centro e territórios invertidos

    IBGE lança mapa com Brasil no centro e territórios invertidos

    O IBGE acaba de lançar um novo mapa‑múndi que coloca o Brasil bem no centro e inverte a posição dos territórios, deixando o hemisfério Sul na parte de cima. O material recebeu o título “Riqueza de Espécies 2025” e trata da biodiversidade global. A presidência do órgão está sob o comando do economista Marcio Pochmann, indicado para o cargo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) .

    A nova projeção cartográfica mostra o Brasil virado para cima, com o Sul no topo e o Norte na parte de baixo da imagem. Segundo o instituto, o mapa muda a perspectiva que tradicionalmente privilegia a América do Norte na parte superior.

    O material é vendido em versões física e digital, com preços entre cerca de R$ 25 e R$ 90, e já está sendo divulgado como recurso didático e de comunicação institucional. A intenção é que escolas, governos e meios de comunicação usem a imagem para discutir geopolítica, ciência do clima e a posição do Brasil em organismos internacionais.

    Por que o Brasil no centro?

    A escolha de colocar o Brasil no centro busca reforçar a liderança do país em fóruns como BRICS, Mercosul e na COP 30 sobre clima. O presidente do IBGE, Marcio Pochmann, afirmou que o mapa quer “ressaltar a posição atual de liderança do Brasil em importantes fóruns internacionais”, destacando também países de língua portuguesa e a área da Amazônia.  “Estamos falando de um planeta que não é plano e, portanto, permite variações do ponto de vista do olhar”, afirmou ele. “Inovamos e fortalecemos o espírito público de refletir as transformações que estão em curso no mundo e o papel protagonista que o Brasil tem e pode ter ainda mais”.

    Além disso, o recorte do mapa dá mais destaque às regiões tropicais e de alta biodiversidade, reforçando a importância ambiental do país para o resto do planeta. Em termos práticos, isso significa que territórios que costumam aparecer pequenos e periféricos em mapas tradicionais passam a ocupar um espaço visual muito maior.

    Representação política

    O mapa invertido é um lembrete de que qualquer representação do mundo é uma escolha política e cultural, não apenas técnica. A configuração clássica, com o “Norte” em cima, naturaliza uma hierarquia de poder que o novo material do IBGE tenta questionar visualmente.

  • Agrishow apresenta novidades na agricultura de precisão

    Agrishow apresenta novidades na agricultura de precisão

    A agricultura de precisão ganha destaque na 31ª Agrishow, principal feira de tecnologia do agronegócio na América Latina. O modelo exige tecnologia avançada, equipamentos modernos e mão de obra qualificada, além de integrar diversas soluções digitais.

    O setor utiliza GPS, sensores, inteligência artificial, drones e softwares para formar um ecossistema de gestão agrícola. Essas ferramentas transformam o agronegócio no Brasil e elevam o nível de eficiência produtiva.

    A agricultura de precisão aplica insumos na quantidade, no local e no momento corretos. Com isso, o produtor reduz custos, aumenta a produtividade e diminui impactos ambientais.

    Dados em tempo real

    Os sistemas coletam e analisam dados em tempo real, o que melhora o controle das lavouras.
    Além disso, softwares com inteligência artificial avaliam o solo e as condições das culturas continuamente.

    O presidente da Agrishow, João Carlos Marchesan, afirma que novas tecnologias impulsionam uma revolução no setor. Segundo ele, os produtores estruturam melhor as operações com base em dados confiáveis e atualizados.

    Qualificação no campo

    Marchesan destaca que o trabalho humano se torna mais estratégico e qualificado no campo. Ele ressalta que o agricultor toma decisões mais assertivas e aprimora a gestão operacional.

    O uso dessas tecnologias também amplia o controle de variáveis climáticas, logísticas e financeiras.
    Assim, o produtor ganha eficiência e melhora o planejamento das atividades agrícolas.

    Inovações na Agrishow

    A Agrishow apresenta diversas inovações em agricultura de precisão nesta edição. As empresas expositoras investem em soluções voltadas à automação, conectividade e uso de dados em tempo real.

    A AGTech, por exemplo, lança um portfólio focado em agricultura de alta performance. A empresa integra máquinas, sistemas e pessoas para elevar a eficiência no campo.

    As soluções abrangem todas as etapas, desde o plantio até a colheita. Além disso, incluem tecnologias como operações com drones e sistemas de monitoramento agrícola.

    Outro destaque é a Sigma, que apresenta equipamentos voltados ao monitoramento ambiental.
    A empresa expõe a estação Sensor Carbon Node LI-720, que mede o fluxo de carbono em sistemas agrícolas.

    A tecnologia fortalece projetos de sustentabilidade e iniciativas no mercado de carbono. A Sigma também apresenta o sensor LI-710, que monitora evapotranspiração e fluxo de carbono diariamente.

    O portfólio inclui ainda o LAI-2200C, utilizado na análise da estrutura das culturas.
    O equipamento mede o índice de área foliar e contribui para decisões agronômicas mais precisas.