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  • Brasil bate recorde de exportações para os EUA em 2024

    Brasil bate recorde de exportações para os EUA em 2024

    As exportações brasileiras para os Estados Unidos alcançaram um recorde histórico em 2024. Em geral, o total chegou a US$ 40,3 bilhões, representando um crescimento de 9,2% em comparação ao ano anterior. O Monitor do Comércio Brasil-EUA, da Amcham Brasil, destacou que esse desempenho superou o aumento médio das importações americanas, que foi de 5,3%. O Brasil consolidou sua posição como um dos principais fornecedores dos EUA, superando países como México, Alemanha, Japão e Índia.

    “O Brasil está conquistando mercado nos EUA e se posicionando com força”, afirmou Abrão Neto, CEO da Amcham Brasil. Ele destacou que as exportações de bens industriais atingiram US$ 31,6 bilhões, impulsionando renda e emprego no Brasil.

    Comércio bilateral atinge segundo maior valor histórico

    O comércio bilateral Brasil-EUA somou US$ 80,9 bilhões em 2024, sendo o segundo maior valor da série histórica. Ou seja, esse volume reflete a importância da parceria entre os dois países. No entanto, a posse do presidente eleito Donald Trump, prevista para 20 de janeiro, gera incertezas sobre 2025. Analistas preveem possíveis mudanças na política comercial americana, como a introdução de tarifas.

    “O cenário internacional é desafiador, com disputas geopolíticas, guerras e eventuais alterações tarifárias nos EUA. Embora o Brasil não seja um alvo preferencial, como a China, ajustes na política comercial podem impactar setores estratégicos. Isso já ocorreu no passado, como no caso do aço”, alertou Abrão Neto.

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    Projeções otimistas para 2025

    Segundo a Amcham, o fluxo comercial Brasil-EUA deve se manter robusto em 2025, com valores próximos aos picos históricos. A Organização Mundial do Comércio (OMC) projeta crescimento de 3% no comércio global. Já o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima aumento de 2,8% no PIB dos EUA e de 2% no PIB brasileiro. Esses avanços devem impulsionar a demanda por comércio exterior.

    “As relações empresariais entre Brasil e EUA são maduras e pragmáticas. Esperamos que eventuais divergências sejam resolvidas por meio do diálogo, garantindo os avanços econômicos conquistados”, afirmou Abrão Neto.

    Exportações: setores líderes e produtos em destaque

    Os setores de agropecuária, indústria extrativa e de transformação continuarão liderando as exportações brasileiras para os EUA. Ou seja, produtos como petróleo bruto, aeronaves, café e carne bovina, que se destacaram em 2024, devem seguir contribuindo para a pauta exportadora em 2025. A expectativa é que esses itens mantenham o ritmo de crescimento e fortaleçam ainda mais a presença brasileira no mercado americano.

     

     

  • Agrishow 2025: saiba quando começa a venda de ingressos

    Agrishow 2025: saiba quando começa a venda de ingressos

    A Agrishow, uma das maiores feiras de tecnologia agropecuária da América Latina, já tem data marcada para sua 30ª edição. O evento será realizado de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). Com o tema “O Futuro do Agro de A a Z”, a feira celebrará as três décadas de história enquanto mira nos desafios e oportunidades dos próximos 30 anos.

    A organização anunciou nesta segunda-feira (13) que a venda de ingressos começará em 20 de janeiro. As entradas estarão disponíveis exclusivamente no site oficial do evento.

    Valores e detalhes dos ingressos

    O primeiro lote, válido de 20 de janeiro a 23 de fevereiro, oferecerá ingressos a R$ 70 por dia. Após essa data, o valor subirá para R$ 80 por dia. Os visitantes precisam selecionar a data da visita ao comprar o ingresso, que valerá exclusivamente para o dia escolhido.

    Além disso, será possível adquirir antecipadamente tickets para estacionamento, com preços promocionais. Em resumo, os valores variam de R$ 70 a R$ 110, dependendo do tipo de veículo, como motos, carros, vans ou ônibus. Os visitantes devem definir a data de uso ao comprar o ticket de estacionamento, assim como ocorre com os ingressos.

    Para quem busca mais praticidade, a organização oferecerá o pacote VIP Valet, que inclui estacionamento com acesso facilitado. O serviço custará R$ 550 e será válido para todos os cinco dias de feira.

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    Compra na bilheteria e números da edição passada

    Os visitantes poderão comprar ingressos presencialmente na bilheteria da feira, das 8h às 18h, se houver disponibilidade.

    A Agrishow 2024 registrou números expressivos, movimentando R$ 13,6 bilhões em negócios e recebendo 195 mil visitantes. Agora, a expectativa é de que a 30ª edição supere esses resultados, consolidando ainda mais a feira como referência no setor agropecuário.

     

  • Leite fica quase 19% mais caro em 2024, saiba a tendência de preço

    Leite fica quase 19% mais caro em 2024, saiba a tendência de preço

    O preço do leite longa vida (UHT) registrou alta de 18,83% em 2024, tornando-se destaque no grupo alimentação e bebidas do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    A seca prolongada no Centro-Sul do Brasil impactou a produção leiteira e elevou os preços do produto. Estados como São Paulo, Minas Gerais e Goiás, principais bacias leiteiras da região, enfrentaram redução na captação da matéria-prima devido ao comprometimento das pastagens.

    Impactos para os pecuaristas

    Apesar da alta nos preços ao consumidor, os pecuaristas tiveram resultados variados em 2024. O preço médio pago ao produtor subiu 2,4% em relação a 2023. Ou seja, com custos de produção estáveis, muitos criadores viram suas margens de lucro melhorar.

    No entanto, a seca também trouxe desafios significativos para os produtores mais afetados. Em resumo, a estiagem reduziu a produtividade do rebanho e aumentou os custos com suplementação alimentar. Esses fatores impactaram negativamente a rentabilidade de alguns pecuaristas.

    Expectativas para 2025

    A cadeia produtiva do leite inicia 2025 com um cenário mais otimista. A previsão é de redução nas importações e de melhores condições climáticas, o que beneficia tanto laticínios quanto pecuaristas.

    Nos últimos anos, o setor enfrentou desafios como aumento das compras de matéria-prima da Argentina e Uruguai e estiagens recorrentes. Além disso, agora, sem previsão de grandes problemas climáticos, espera-se um crescimento na produção nacional, o que pode levar à redução nos preços ao consumidor.

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    Inflação de alimentos em 2024

    O setor de alimentos e bebidas foi o principal responsável pela alta da inflação em 2024. Essa categoria subiu 7,69% no ano, impulsionada por itens como carnes, café, leite, óleos e frutas.

    A inflação oficial, medida pelo IPCA, fechou 2024 em 4,83%, acima do teto da meta para o ano, que era de 4,5%. A alimentação no domicílio teve alta de 8,23%, enquanto os alimentos consumidos fora de casa subiram 6,29%.

    Entre os subgrupos de alimentos e bebidas consumidos em casa, apenas tubérculos, raízes e legumes apresentaram queda, com redução de 21,17%. Farinhas e massas permaneceram estáveis, enquanto os demais itens registraram aumento.

    Perspectiva de alívio para o consumidor

    Com um quadro climático mais favorável em 2025, especialistas preveem que a produção leiteira nacional aumentará. Portanto, essa tendência pode levar à estabilidade ou até mesmo à redução nos preços do leite ao longo do ano.

     

  • 2025: soja deve ter produção recorde e preço externo menor

    2025: soja deve ter produção recorde e preço externo menor

    A safra brasileira de soja 2024/25 começou com preocupação devido ao baixo volume de chuvas. No entanto, o clima favorável nos meses seguintes deve garantir uma produção recorde. Segundo pesquisadores do Cepea, políticas nacionais que incentivam maior mistura de biodiesel ao óleo diesel devem aumentar a demanda interna pelo grão.

    Além disso, no mercado externo, a valorização do dólar frente ao Real torna a soja brasileira mais competitiva para compradores internacionais, favorecendo as exportações. Apesar disso, dados do Cepea indicam que as negociações em dólar para embarques no primeiro semestre de 2025 estão abaixo dos valores registrados no ano anterior. Ou seja, as cotações externas também seguem em patamares mais baixos.

    Além da taxa de câmbio, o mercado deve acompanhar de perto as decisões do novo governo dos Estados Unidos, especialmente sobre tarifas de importação, que podem impactar a demanda global. Na Argentina, o governo sinalizou a possibilidade de reduzir as “retenciones” sobre produtos agrícolas, o que pode aumentar a concorrência com o Brasil no mercado de farelo de soja.

    Em geral, as projeções do USDA apontam uma produção brasileira de 169 milhões de toneladas, representando 40% da safra mundial. Já a Conab estima um volume de 166,2 milhões de toneladas.

    Feijão: exportações serão essenciais em 2025

    O consumo doméstico de feijão segue estável há pelo menos oito safras. Nesse cenário, o crescimento do cultivo depende diretamente das exportações. Segundo agentes do mercado consultados pelo Cepea/CNA, as vendas externas devem manter bom desempenho em 2025, impulsionadas pelos recordes de 2024.

    Pesquisadores do Cepea alertam para um cenário desafiador em 2025, com maior oferta e excedente doméstico. A Conab estima um excedente de 561,5 mil toneladas para a safra 2024/25, acima das 551,9 mil toneladas registradas na temporada anterior.

    A produção total deve atingir 3,36 milhões de toneladas, crescimento de 3,5% em relação ao ciclo anterior. A expectativa é que 169 mil toneladas sejam exportadas em 2025. Caso isso se confirme, o estoque final pode chegar a 392,5 mil toneladas, o maior volume em relação ao consumo em 15 anos, pressionando os preços.

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    Milho: produção nacional deve crescer 

    O mercado de milho começa 2025 com cenários opostos no Brasil e no exterior. No mercado interno, os preços no spot superam os registrados no início de 2024, mas os contratos futuros indicam queda.

    Na Bolsa de Chicago, os contratos operam abaixo dos valores do início de 2024, sem sinais de recuperação. Segundo o Cepea, no Brasil, a expectativa de aumento na produção nacional explica a tendência de queda nos preços futuros.

    Nos Estados Unidos, a estabilidade entre oferta e demanda mantém o excedente elevado. Para evitar estoques excessivos, o país dependerá de exportações robustas, apesar das incertezas políticas.

    No Brasil, a alta nos preços no segundo semestre de 2024 pode estimular o aumento da semeadura na segunda safra de 2025. O cultivo acelerado da soja favorece a janela ideal para o milho, reforçando as projeções de produção recorde.

    Além disso, o consumo doméstico deve bater novos recordes, impulsionado pelo setor de proteína animal e pela crescente indústria de etanol de milho. As exportações, no entanto, podem ser limitadas por um excedente doméstico mais ajustado.

    No cenário global, a projeção é de menor produção mundial, aumento no consumo e redução na relação estoque/consumo. Esse equilíbrio pode sustentar os preços externos e atrair agricultores brasileiros para o mercado internacional.

  • IBGE prevê safra menor em 2024 e recuperação para 2025

    IBGE prevê safra menor em 2024 e recuperação para 2025

    A safra brasileira de grãos, leguminosas e oleaginosas para 2024 foi estimada em 294,3 milhões de toneladas, um declínio de 6,7% em relação a 2023, com redução de 21,1 milhões de toneladas, conforme dados de novembro do IBGE. No entanto, o instituto projeta recuperação para 2025, com um aumento de 7,0%, totalizando 314,8 milhões de toneladas.

    Estimativas para 2024

    A área a ser colhida em 2024 é de 79,1 milhões de hectares, um crescimento de 1,6% comparado a 2023. Apesar da expansão da área, a produção de milho (-11,9%) e soja (-4,7%) deve impactar negativamente os resultados. Já o algodão herbáceo (14,8%), arroz (3,1%), feijão (5,7%) e trigo (5,0%) apresentaram aumentos.

    Os três principais produtos — soja, milho e arroz — representam 92,1% da produção total e 87,2% da área colhida. A redução da safra de milho, com queda de 17,8% na primeira safra e de 10,3% na segunda, foi um dos principais fatores para o declínio geral.

    Projeções para 2025

    A estimativa para 2025 aponta crescimento, com destaque para a soja, cuja produção deve alcançar 144,9 milhões de toneladas, um aumento de 12,9%. O milho também apresenta recuperação, somando 115,5 milhões de toneladas, sendo 22,8 milhões da primeira safra e 92,7 milhões da segunda. Outras culturas com crescimento significativo incluem o arroz (6,5%) e o feijão (29,0% na primeira safra).

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    Desempenho regional

    A Região Norte deve registrar o maior aumento anual (10,1%) em 2024, enquanto as demais regiões enfrentam declínios: Centro-Oeste (-10,0%), Sudeste (-15,7%), Sul (-1,0%) e Nordeste (-4,0%). Mato Grosso permanece como o maior produtor nacional, com 31,2% da safra total, seguido por Paraná (12,7%) e Rio Grande do Sul (12,0%).

    Destaques de outras culturas

    • Cacau: Produção estimada em 284,1 mil toneladas, redução de 2,2% em relação a 2023, mas com aumento de 2,8% no Pará, principal produtor.
    • Cereais de inverno: O trigo deve alcançar 8,1 milhões de toneladas, crescimento de 5,0% sobre 2023, enquanto a aveia cresce 31,3% e a cevada 12,6%.
    • Feijão: A produção total das três safras deve somar 3,1 milhões de toneladas em 2024, com o Paraná liderando (26,6% do total).

    Impactos no mercado

    A previsão de recuperação para 2025 reforça a expectativa de retomada do crescimento no agronegócio brasileiro, especialmente com o aumento expressivo nas culturas de soja e milho, essenciais para a exportação e consumo interno.

     

  • CNA projeta crescimento do agronegócio em 2025 apesar de desafios

    CNA projeta crescimento do agronegócio em 2025 apesar de desafios

    A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) prevê crescimento do PIB do agronegócio em 2025, com avanço estimado em até 5%. O aumento será impulsionado pela expansão da produção primária, especialmente de grãos, e pelo desempenho da indústria de insumos e da agroindústria exportadora. Contudo, o setor enfrenta cenários desafiadores no Brasil e no exterior.

    O balanço de 2024 e as perspectivas para 2025 foram apresentados em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (11). O evento contou com a presença de João Martins, presidente da CNA, e de diretores técnicos e internacionais da entidade. Durante a apresentação, foram destacados fatores que impactam o setor, como política fiscal, câmbio, inflação e a taxa Selic.

    Cenário internacional e mercado externo

    A conclusão do acordo Mercosul-União Europeia é um marco positivo, mas as tensões globais desafiam o agronegócio. Medidas como a Lei Antidesmatamento (EUDR) podem restringir o acesso de produtos brasileiros ao mercado europeu. Além disso, o setor privado reagiu às recentes ameaças de boicotes contra produtos agropecuários do Brasil.

    Na China, maior parceira comercial do Brasil, a desaceleração econômica e a baixa capacidade ociosa impactam a demanda. Apesar disso, o país segue dependente das importações de grãos devido às limitações de terras e água agricultáveis.

    Câmbio e custos de produção

    A valorização do dólar pode favorecer as exportações, mas aumenta os custos de insumos importados, como fertilizantes e pacotes tecnológicos. Esse cenário pressiona diretamente os produtores rurais e desafia a competitividade do setor.

    Taxa Selic e crédito rural

    A CNA projeta que a taxa Selic deve permanecer elevada em 2025, atingindo 13,50% ao final do ano. Juros altos dificultam o acesso ao crédito rural e impactam negativamente as concessões financeiras para o setor. No orçamento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), os recursos previstos de R$ 1,06 bilhão são insuficientes para atender à demanda de R$ 4 bilhões.

    VBP: crescimento impulsionado pela recuperação da safra

    O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve atingir R$ 1,43 trilhão em 2025, alta de 7,4% sobre 2024. O segmento agrícola, que deve totalizar R$ 937,55 bilhões, se recupera após a quebra de safra deste ano. Na pecuária, o VBP pode crescer 9,2%, somando R$ 495,13 bilhões, com destaque para a bovinocultura de corte, que projeta aumento de 20,9% nos preços.

    Produção e consumo interno

    A safra de grãos 2024/2025 deve alcançar 322,53 milhões de toneladas, segundo a Conab, um recorde histórico com alta de 8,2%. Na pecuária, a produção de leite deve crescer 1,5%, enquanto a de carne bovina deve cair 3,3%, devido à virada do ciclo pecuário. Apesar disso, a exportação de carne bovina deve aumentar 1,8% em 2025.

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    Logística e infraestrutura

    O Brasil avança em infraestrutura com o fortalecimento do transporte hidroviário e ferroviário. A Ferrovia Transnordestina receberá R$ 3,6 bilhões, e o leilão da Ferrogrão está previsto para o segundo semestre, condicionado a decisão do STF. O lançamento do Marco Regulátor dos Rios busca fomentar a navegação fluvial e aumentar a eficiência do transporte.

    Sustentabilidade e mercado global

    O Cadastro Ambiental Rural (CAR) e o cumprimento do Código Florestal são desafios estruturais que exigem soluções urgentes. A CNA destaca a necessidade de demonstrar a sustentabilidade da produção brasileira para competir no mercado internacional. Enquanto isso, a coalizão de países produtores busca enfrentar barreiras climáticas e comerciais impostas pela União Europeia.

    Balanço de 2024

    O PIB do agronegócio deve crescer até 2% em 2024, puxado pela bovinocultura de corte. Em resumo, até novembro, as exportações do setor somaram US$ 152,6 bilhões, com estimativa de atingir US$ 166 bilhões até o final do ano. Apesar dos desafios, o agronegócio segue como um dos principais motores da economia brasileira.