Categoria: Eventos

  • Infraestrutura reforçada para a 13ª Rondônia Rural Show Internacional

    Infraestrutura reforçada para a 13ª Rondônia Rural Show Internacional

    O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER-RO) executa obras de manutenção e melhoria em 15 quilômetros de vias que ligam Ji-Paraná ao Centro Tecnológico Vandeci Rack, sede da 13ª Rondônia Rural Show Internacional (RRSI). O evento é promovido pelo governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Com o tema “Exportação e Desenvolvimento”, a feira acontece entre os dias 25 e 30 de maio.

    Reconhecida como a maior feira do agronegócio da Região Norte, a RRSI atrai visitantes, produtores rurais, empresários e investidores de diversos estados brasileiros. Nesta edição, o objetivo é superar os resultados de 2025, quando o evento registrou público recorde de 446.238 visitantes. E movimentou R$ 5,1 bilhões em negócios.

    As intervenções nas vias de acesso abrangem retirada de curvas, reconformação de plataforma e revestimento com brita. São medidas que aumentam a durabilidade das estradas e melhoram as condições de tráfego para veículos leves e pesados. Dentro do parque de exposições, todas as ruas também receberam camada de brita para suportar o intenso fluxo de visitantes, expositores e equipamentos durante os seis dias de evento.

    Estratégia para o agro

    O diretor-geral do DER-RO, Eder André Fernandes, destacou o caráter estratégico das obras. “Esse trabalho demonstra o compromisso do governo com o desenvolvimento do agronegócio do estado”, afirmou.

    As ruas do parque receberam revestimento com pedra brita, garantindo uma estrutura adequada para suportar o intenso fluxo de visitantes.

    O coordenador de Operações e Fiscalização (COF), Leandro Risso, detalhou a abrangência das intervenções. “Realizamos um trabalho completo, desde a preparação da base até o acabamento com brita. A retirada de curvas e a reconformação da plataforma são fundamentais para melhorar a segurança viária. Nosso objetivo é garantir acessos mais seguros, resistentes e preparados para o grande fluxo”, explicou.

    Para o governador Marcos Rocha, os serviços de infraestrutura asseguram qualidade no acesso ao evento, com segurança e comodidade para produtores, investidores e o público em geral.

    A 13ª edição da Rondônia Rural Show Internacional acontece na Rodovia BR-364, km 333, a 11 quilômetros de Ji-Paraná, de 25 a 30 de maio de 2026.

  • ONU alerta: El Niño pode aprofundar crise alimentar na América Latina e Caribe

    ONU alerta: El Niño pode aprofundar crise alimentar na América Latina e Caribe

    FAO, FIDA e WFP intensificam coordenação para preparar governos da América Latina e do Caribe diante das previsões do El Niño. As três agências da ONU se reuniram em uma mesa redonda de alto nível, realizada em Santiago e na Cidade do Panamá, para discutir medidas de ação antecipada, preparação e fortalecimento da resiliência frente a eventos climáticos extremos.

    O cenário de partida é grave. Mais de 33 milhões de pessoas passam fome na região, 167 milhões enfrentam insegurança alimentar moderada ou grave e mais de 181 milhões não conseguem custear uma dieta saudável. O continente americano ainda concentra 22% das perdas globais causadas por desastres agrícolas. Um prejuízo estimado em US$ 713 bilhões.

    O El Niño pode empurrar ainda mais famílias para a vulnerabilidade. O fenômeno provoca aridez no Corredor Seco da América Central e altera os padrões de chuva e temperatura em toda a região. A Organização Meteorológica Mundial (OMM) estima entre 70% e 80% a probabilidade de o evento atingir sua intensidade máxima até o fim do ano, com consequências de moderadas a graves: aumento de chuvas e risco de inundações na América do Sul, e déficit hídrico na América Central e do Norte.

    Além do clima, as agências alertam para outro fator de pressão: os altos preços internacionais de combustíveis, fertilizantes e alimentos. O encarecimento reduz o poder de compra das famílias e sobrecarrega os sistemas de proteção social e as respostas humanitárias.

    Ação antes do impacto

    A lógica das agências é agir antes que a crise se instale. Com apoio das Nações Unidas, vários países da América Central ativaram planos de ação antecipatória ao detectar limiares meteorológicos que indicam risco de escassez de água. Mais de 76 mil pessoas já recebem mensagens práticas, transferências monetárias, grãos básicos e monitoramento de estações meteorológicas.

    O modelo funcionou no El Niño de 2023–2024. Ações antecipatórias em nove países beneficiaram mais de 100 mil pessoas em 250 comunidades rurais, por meio de transferências de renda, distribuição de insumos agrícolas, reabilitação de sistemas de água, instalação de irrigação, brigadas de saúde animal e fortalecimento de capacidades locais. Em alguns países da América Central, as intervenções resultaram em aumento de até 40% na produção de milho e feijão.

    “Diante do El Niño, as ações antecipatórias implementadas junto a governos e parceiros em nove países da região beneficiaram centenas de comunidades rurais, com apoio direto, reabilitação de sistemas de água e irrigação, distribuição de insumos e fortalecimento de capacidades, protegendo meios de subsistência e aumentando em até 40% a produção de cultivos básicos”, afirmou Rene Orellana Halkyer, subdiretor-geral e representante regional da FAO para a América Latina e o Caribe.

    Investimentos em comunidades rurais

    A diretora regional do FIDA para América Latina e Caribe, Rocío Medina Bolívar, defendeu o investimento de longo prazo nas comunidades rurais. “Construir resiliência hoje significa criar condições para gerar emprego, ampliar oportunidades e melhorar a qualidade de vida nos territórios rurais”, disse.

    Lena Savelli, diretora regional do WFP, destacou que a combinação de seguros, crédito e serviços financeiros digitais permite que governos e comunidades resistam a secas, inundações e tempestades sem esperar o impacto para agir. “Estamos transformando as respostas humanitárias como as conhecemos, para que os sistemas de proteção social não deixem ninguém para trás”, afirmou.

    A preparação antecipada também responde a uma pressão orçamentária crescente: enquanto os recursos humanitários diminuem globalmente, as necessidades impulsionadas pelo clima aumentam. Investir em resiliência antes das crises, argumentam as agências, economiza recursos no longo prazo.

  • Exposição Pecuária de Goiás tem expectativa de R$ 100 milhões em negócios

    Exposição Pecuária de Goiás tem expectativa de R$ 100 milhões em negócios

    O governador Daniel Vilela deu início, na quinta-feira (14/5), à 79ª Exposição Agropecuária de Goiás, no Parque de Exposição Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. A organização espera mais de 600 mil visitantes até 24 de maio.

    Daniel Vilela abre a 79ª Exposição Agropecuária de Goiás, em Goiânia. Foto: Secom/GO

    O evento, uma das maiores vitrines do agronegócio do Centro-Oeste, deve movimentar mais de R$ 100 milhões em negócios e gerar cerca de 10 mil empregos diretos e indiretos.

    Durante a cerimônia de abertura, Daniel Vilela destacou o crescimento da feira e o reforço na segurança pública. “A cada ano, a Pecuária vem crescendo, promovendo grandes eventos, fortalecendo a feira de negócios e apresentando animais de excelência que representam a força do agronegócio goiano”, afirmou.

    O governador garantiu estrutura de tranquilidade para as famílias. “Estamos muito felizes em lançar mais uma edição, com a garantia de segurança para que as famílias possam confraternizar e movimentar a economia da nossa cidade e do nosso estado”, completou.

    Tecnologia inédita e policiamento integrado

    Pela primeira vez, o controle de acesso ao parque utiliza reconhecimento facial integrado ao monitoramento digital das forças de segurança. Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros atuam diariamente durante toda a programação.

    “Os 600 mil visitantes podem ter a certeza absoluta de que vão encontrar aqui modernas ferramentas de tecnologia e os mais competentes policiais para garantir segurança a todos”, enfatizou o governador.

    Exposição de animais e apoio técnico ao produtor

    O Governo de Goiás montou uma estrutura que inclui fiscalização sanitária e apoio técnico ao setor. A feira exibe cerca de 500 bovinos e equinos, atraindo criadores, investidores e visitantes de várias regiões do país.

    Entre as novidades desta edição, tecnologias voltadas ao campo ajudam produtores rurais na tomada de decisões e no aumento da produtividade. Os negócios devem ultrapassar R$ 100 milhões, consolidando a Pecuária como vitrine de inovação, tradição e oportunidades.

    Festa da cultura goiana

    O presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Gilberto Marques, ressaltou a preparação da estrutura. “Essa é uma festa que faz parte da cultura do povo goiano. A feira movimenta o agronegócio, cria oportunidades e fortalece os negócios”, disse.

    O prefeito em exercício de Goiânia, vereador Anselmo Pereira, também exaltou a projeção do evento. “A Pecuária representa as tradições do nosso povo e mostra para o Brasil a grandeza do agronegócio goiano”, apontou.

    Pelo segundo ano consecutivo, o público entra gratuitamente na exposição mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. A programação reúne shows com artistas nacionais, atividades infantis e agenda técnica com palestras, cursos e congressos sobre cadeia produtiva e rastreabilidade.

  • Citricultura ganha foco em inovação na Expocitros 2026

    Citricultura ganha foco em inovação na Expocitros 2026

    A 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura terão início oficial na manhã do dia 26 de maio de 2026, no Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, em Cordeirópolis (SP). Neste ano, a organização antecipou a cerimônia de abertura para o período da manhã, das 9h às 11h. Assim, autoridades, pesquisadores, produtores e representantes do agronegócio participarão do encontro que marca um dos principais eventos da citricultura mundial.

    A programação seguirá até o dia 29 de maio com debates voltados à inovação, sustentabilidade, sanidade vegetal e mercado internacional. Além disso, a organização pretende ampliar a presença de startups, empresas de tecnologia agrícola e soluções ligadas à gestão no campo.

    Durante a solenidade de abertura, o evento entregará homenagens e premiações tradicionais da cadeia citrícola. Entre os destaques aparecem o Prêmio Centro de Citricultura e o Prêmio GCONCI Hall da Fama da Citricultura Brasileira, que homenageará Walter dos Santos Soares Filho. O setor também reconhecerá Hamilton Humberto Ramos como Engenheiro Agrônomo Destaque da Citricultura. Já a homenagem ao Dia do Citricultor terá como representante José de Alencar Matta.

    A edição de 2026 ocorre em um cenário de transformação da cadeia produtiva. Atualmente, produtores enfrentam desafios ligados ao avanço do greening (HLB), da leprose e do aumento dos custos de produção. Ao mesmo tempo, o setor acelera investimentos em inteligência artificial, rastreabilidade, automação e agricultura de precisão para aumentar eficiência e competitividade.

    Programação técnica prioriza sanidade e eficiência

    No primeiro dia, os painéis abordarão sustentabilidade, pesquisa e inovação aplicada ao campo. Em seguida, na quarta-feira, 27 de maio, especialistas discutirão tecnologias voltadas à implantação de pomares e ao manejo fitossanitário. Os debates incluirão temas como pinta preta, leprose, podridão penduncular, resistência a fungicidas e controle de pragas.

    Na quinta-feira, 28, a programação concentrará discussões sobre eficiência produtiva. Fertilidade do solo, irrigação, fertilizantes e mudanças climáticas estarão entre os temas centrais do encontro. Já no período da tarde, o HLB ganhará destaque em análises sobre controle, prevenção e expansão da doença nos pomares brasileiros.

    Por outro lado, o encerramento do evento, na sexta-feira, 29, terá foco econômico e estratégico. Pesquisadores e representantes do mercado analisarão preços, exportações e os impactos do acordo Mercosul-União Europeia para a cadeia citrícola. Além disso, especialistas debaterão o papel do suco de laranja na alimentação e na saúde.

    Segundo o diretor do Centro de Citricultura, Dirceu Mattos Jr., a programação reflete o atual momento vivido pela cadeia produtiva. “A edição de 2026 deve aprofundar debates sobre greening, inovação tecnológica, bioinsumos, sustentabilidade e gestão, refletindo exatamente o momento vivido pela citricultura brasileira”, afirma.

    Evento amplia espaço para jovens e tecnologia

    A Expocitros chega à 51ª edição consolidada como um ambiente estratégico de conexão entre ciência, negócios e planejamento. Em 2025, o encontro reuniu mais de 12 mil visitantes e cerca de 90 empresas expositoras. Agora, a expectativa da organização é ampliar a participação de jovens produtores, cooperativas, indústrias e empresas de tecnologia agrícola.

    A safra brasileira de laranja 2025/2026 encerrou com 293 milhões de caixas produzidas. No mercado internacional, o Brasil mantém liderança e responde por aproximadamente 70% a 75% das exportações globais de suco de laranja.

    Diante desse cenário, sustentabilidade, energia renovável e conservação de recursos naturais seguirão entre os principais temas do evento. Dessa forma, a Expocitros 2026 pretende fortalecer discussões sobre competitividade, inovação e futuro da citricultura brasileira.

  • XXV Seminário do Café reúne especialistas de 15 países em Santos

    XXV Seminário do Café reúne especialistas de 15 países em Santos

    O XXV Seminário Internacional do Café, que ocorrerá em Santos entre os dias 19 e 21 de maio, promete ser um marco para o setor ao reunir especialistas de 15 países. O evento, organizado pela Associação Comercial de Santos (ACS), projeta receber mais de mil participantes para debater o futuro da cafeicultura em um mundo marcado por rupturas tecnológicas e novas demandas de mercado.

    Com uma agenda ampliada em relação aos anos anteriores, o encontro será sediado no Santos Convention Center. A solenidade de abertura está marcada para a noite do dia 19, às 19h, reunindo lideranças da cadeia produtiva e autoridades. Durante os dias 20 e 21, o foco recai sobre painéis técnicos que exploram temas cruciais como geopolítica, infraestrutura, sustentabilidade e inovação digital.

    Disrupção e tecnologia no agronegócio

    Um dos momentos mais aguardados é a palestra de Pablo Spyer, no dia 20, que abordará os desafios disruptivos enfrentados pelo Brasil. No mesmo dia, Walter Longo discutirá os impactos da inteligência artificial nos modelos de negócios. Essa abordagem tecnológica visa preparar o produtor e o exportador para uma realidade onde a análise de dados e a automação se tornam diferenciais competitivos.

    O painel sobre infraestrutura e logística também ganha relevância no primeiro dia de debates. Executivos e especialistas do setor portuário discutirão os gargalos que afetam o escoamento da produção. O debate é essencial para otimizar o transporte do grão até os portos, garantindo eficiência no comércio exterior.

    Sustentabilidade e o novo cenário regulatório

    No encerramento, dia 21, as discussões se voltam para o ambiente regulatório internacional. Marcos Matos, do Cecafé, e Bill Murray, da National Coffee Association dos Estados Unidos, trazem as perspectivas das normas globais e as exigências do mercado americano. A sustentabilidade, pilar central do evento, será detalhada por Kevin Lardner, da Rainforest Alliance, focando em práticas de certificação.

    O economista Eduardo Giannetti também integra a programação, oferecendo uma análise profunda sobre o cenário geopolítico e seus reflexos diretos no comércio internacional. Complementando o viés técnico, especialistas como Claudio Delposte e Oscar Schaps debaterão o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado de commodities, fornecendo subsídios para estratégias financeiras de curto e longo prazo.

    Networking e protagonismo nacional no Porto de Santos

    Além das palestras, o seminário oferece experiências práticas, como a visita guiada ao Porto de Santos, principal porta de saída do café brasileiro para o mundo. O evento encerra-se com uma festa no Mercado Municipal de Santos, reforçando o networking entre os participantes.

    O Brasil detém cerca de 38% da produção mundial de café. Em 2025, as exportações superaram 40 milhões de sacas, gerando US$ 15,5 bilhões. O Porto de Santos é peça-chave nessa engrenagem, operando 78% desse volume. O tema “O setor de café do Brasil está pronto para um mundo disruptivo?”, escolhido para esta 25ª edição, resume a necessidade de evolução constante da cadeia produtiva frente às mudanças globais.

  • FAESP amplia atuação na Agrishow e reforça apoio ao produtor

    FAESP amplia atuação na Agrishow e reforça apoio ao produtor

    A 31ª Agrishow 2026, realizada em Ribeirão Preto (SP), encerrou a edição com R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios e público de 197 mil visitantes. Nesse contexto, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP) ampliou sua atuação na feira. A entidade priorizou o produtor rural e promoveu capacitação, articulação institucional e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do setor.

    Segundo o presidente da FAESP, Tirso Meirelles, a feira manteve sua relevância. Além disso, consolidou-se como vitrine tecnológica e espaço de conexão no agronegócio. “A Agrishow é uma feira estratégica para o setor. Nela, inovação e tecnologia se encontram com o produtor rural. É também um ambiente essencial para apresentar iniciativas que contribuam para a evolução do agro paulista”, afirmou.

    Durante os cinco dias de evento, a entidade mobilizou mais de 10 mil produtores rurais paulistas. Eles participaram por meio de 160 caravanas organizadas. Ao mesmo tempo, a FAESP integrou agendas institucionais relevantes. Entre elas, esteve a assinatura de protocolos com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e com a Embrapa. Assim, as parcerias reforçam ações voltadas à produção sustentável, à capacitação e ao desenvolvimento rural.

    Tirso Meirelles, presidente da FAESP – Foto: Divulgação/ FAESP

    Saúde e protagonismo feminino ganham espaço

    Nesta edição, uma das novidades foi a estreia do espaço “Agrishow pra Elas”. A iniciativa foi conduzida pela Comissão Semeadoras do Agro, presidida por Juliana Farah. Dessa forma, a estrutura levou atendimento voltado à saúde das mulheres do campo.

    Ao longo da feira, foram realizados mais de quatro mil atendimentos. Entre os serviços, estavam testes de glicemia, aferição de pressão arterial e exames de bioimpedância. As ações ocorreram por meio do programa “Semear é Cuidar”. Além disso, cerca de mil mulheres participaram das atividades no espaço exclusivo. Elas também estiveram presentes no 4º Mulheres em Ação. O evento reuniu produtoras rurais e lideranças. O objetivo foi discutir capacitação e protagonismo feminino no agro.

    Nos últimos quatro anos, a Comissão Semeadoras do Agro ampliou sua atuação. O número de eventos passou de 29, em 2022, para 140, em 2025. Da mesma forma, a presença territorial cresceu. Os municípios atendidos avançaram de 22 para 109. Consequentemente, o público também aumentou. O total de participantes saltou de 2.500 para 12 mil pessoas.

    Foto: Divulgação/ FAESP

    Formação de jovens e estímulo ao empreendedorismo

    Outro destaque da participação da FAESP foi o Programa Jovem Empreendedor do Agro, desenvolvido pelo SENAR. A iniciativa reuniu cerca de mil jovens. Eles vieram de mais de 30 sindicatos rurais. O programa foca na formação de lideranças. Além disso, promove capacitação em gestão, inovação e planejamento de negócios.

    No campo do empreendedorismo, a parceria entre FAESP/SENAR e Sebrae também teve relevância. Mais de 50 empreendedores e pequenos produtores participaram de um estande dedicado. Nesse espaço, eles expuseram produtos próprios ao público. Com isso, ampliaram oportunidades de mercado. Também fortaleceram suas marcas e acessaram novos canais de comercialização.

    Cultura e conexão com o público

    Além das atividades técnicas, o estande da FAESP contou com atrações culturais. Influenciadores digitais ligados ao agro participaram da programação. O cantor e ator Lucas Lucco também marcou presença. Ao mesmo tempo, o violeiro Altieris Santana realizou apresentações diárias. Ele atua como instrutor do SENAR no interior paulista.

    Assim, a combinação entre conteúdo técnico, serviços e entretenimento ampliou o alcance da entidade. A participação na Agrishow reforçou o papel da FAESP. A atuação integrou produtores, instituições e mercado. Além disso, evidenciou a busca por soluções práticas e estímulo à inovação no campo.

  • Irrigação inteligente ganha espaço com pressão por alimentos

    Irrigação inteligente ganha espaço com pressão por alimentos

    A Valley, marca da Valmont Industries, colocou a irrigação no centro do debate sobre o futuro da produção agrícola durante apresentação realizada em 29 de abril de 2026, na Agrishow. Na ocasião, a empresa apontou que o avanço da população mundial e a pressão por alimentos exigem aumento consistente de produtividade. Além disso, destacou que a tecnologia no campo será decisiva para atender essa demanda crescente.

    A análise foi conduzida por Cristiano Del Nero, diretor-presidente da Valley no Brasil, que apresentou o cenário global. Segundo ele, a população mundial deve atingir 10,4 bilhões de pessoas até 2100. Dessa forma, a necessidade de produção agrícola tende a crescer de maneira contínua. Ao mesmo tempo, o consumo de energia também avança. Nesse sentido, as fontes renováveis se destacam pelo crescimento acelerado nas últimas décadas.

    No Brasil, a Valley ressaltou o protagonismo do país no mercado internacional de commodities. Atualmente, o país lidera a produção e exportação de produtos como soja e açúcar. Além disso, ocupa posições relevantes em milho, algodão, etanol e proteína animal. No entanto, o ambiente econômico segue desafiador. Em especial, as margens dos produtores vêm sendo pressionadas entre 2023 e 2025, tanto no Sul quanto no Cerrado.

    Cristiano Del Nero, diretor-presidente da Valley no Brasil – Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Valley aposta em tecnologia para sustentar crescimento

    A estratégia da Valley, segundo Jonas Proença, diretor de Marketing e Desenvolvimento de Rede da empresa, está diretamente ligada ao aumento de produtividade sem expansão de área. Nesse contexto, o executivo ressaltou que o Brasil saiu de cerca de 1 tonelada por hectare, em 1977, para aproximadamente 4 toneladas por hectare em 2023. Como resultado, o país evitou a abertura de cerca de 230 milhões de hectares.

    Além disso, Proença afirmou que essa evolução deve continuar até 2030. Isso porque o avanço será impulsionado pelo uso intensivo de tecnologia e pela recuperação de áreas degradadas. Dessa maneira, a irrigação ganha protagonismo ao permitir maior eficiência no uso da terra. Ao mesmo tempo, viabiliza múltiplas safras na mesma área.

    Atualmente, o Brasil possui 851,5 milhões de hectares, com predominância de pastagens. Portanto, o crescimento da produção depende mais de eficiência do que de expansão territorial. Nesse cenário, a irrigação surge como ferramenta central para ampliar o uso produtivo das áreas já disponíveis.

    Irrigação inteligente reduz custos e aumenta produção

    As soluções da Valley em irrigação por pivô central foram apresentadas como um dos principais caminhos para enfrentar a variabilidade climática. De acordo com André Stanciola, gerente de Desenvolvimento de Negócios da empresa, a tecnologia permite elevar a produtividade e garantir maior previsibilidade. Além disso, contribui para o uso racional dos recursos naturais.

    Os ganhos são expressivos. Por exemplo, em áreas irrigadas, a produtividade pode aumentar até 100% em frutas. Da mesma forma, culturas como milho e cereais registram crescimento superior a 70%. Já soja, café e cana também apresentam incrementos relevantes. Consequentemente, a irrigação possibilita mais de uma safra na mesma área, o que amplia o retorno econômico ao produtor.

    Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Outro ponto enfatizado pela Valley foi a integração com conectividade. Nesse sentido, sistemas digitais permitem reduzir o uso de água em até 20%. Além disso, o consumo de energia pode cair até 30%. Ao mesmo tempo, a automação reduz a necessidade de mão de obra em até 80%. Com isso, o produtor passa a contar com monitoramento contínuo das operações.

    Por fim, a presença global da Valley também foi destacada. A empresa conta com 375 distribuidores e mais de 548 mil pivôs instalados no mundo. Desse total, cerca de 47% pertencem à marca. Assim, a companhia reforça sua estratégia de consolidar um ecossistema integrado, que combina equipamentos, dados e gestão.

    Diante desse cenário, a Valley indica que deve ampliar sua atuação no Brasil. Para isso, aposta na irrigação inteligente como base para unir produtividade, eficiência e sustentabilidade no agronegócio.

  • Tecnologia em motores eleva desempenho e reduz emissões

    Tecnologia em motores eleva desempenho e reduz emissões

    A FPT Industrial apresentou, na Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), um conjunto de motores e soluções digitais voltado ao aumento de desempenho e à redução de emissões no agronegócio. O evento ocorreu entre 27 de abril e 1º de maio. Nesse cenário, a empresa destacou alternativas energéticas e ferramentas de conectividade que ampliam a eficiência operacional e reduzem o impacto ambiental.

    Durante a feira, a FPT exibiu motores para tratores, colheitadeiras, veículos comerciais e aplicações estacionárias. Além disso, apresentou tecnologias digitais para monitoramento e gestão remota. Dessa forma, produtores conseguem acompanhar o funcionamento em tempo real e, assim, antecipar falhas e reduzir o tempo de parada.

    Segundo Bernardo Brandão, presidente da FPT para a América Latina, a estratégia acompanha a diversidade da matriz energética brasileira. “A Agrishow é uma plataforma estratégica de relacionamento e negócios. Reforçamos nosso compromisso com soluções em powertrain com foco na eficiência e rentabilidade do agronegócio”, afirmou. Nesse sentido, a empresa também ampliou o foco em conectividade por meio do aplicativo MyFPT.

    Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Motores a gás e diesel ampliam eficiência no campo

    Entre os destaques, os motores movidos a gás natural e biometano ganharam protagonismo. Os modelos N67 NG e Cursor 13 NG, por exemplo, podem reduzir em até 95% as emissões de poluentes em comparação com versões a diesel. Além disso, mantêm alto desempenho e menor custo de manutenção.

    O N67 NG, produzido na Argentina, possui seis cilindros e 6,7 litros, com potência de 276 hp e torque de 1000 Nm. Ao mesmo tempo, atende ao padrão Euro VI e pode reduzir em até 10% as emissões de CO₂ no ciclo WHTC. Já o Cursor 13 NG, com 12,9 litros, alcança 460 hp e 2000 Nm. Nesse caso, o modelo utiliza catalisador de três vias e pode atingir emissões próximas de zero quando abastecido com biometano.

    Cursor 13 NG – Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Por outro lado, os motores a diesel seguem como base no campo. O modelo F1C, por exemplo, é voltado a veículos comerciais leves. Com isso, oferece eficiência no deslocamento em operações rurais. Além disso, apresenta manutenção simplificada e maior disponibilidade, fatores que impactam diretamente o custo operacional.

    Geração de energia e remanufatura ganham espaço

    A FPT também apresentou motores voltados à geração de energia. Os modelos R24 e R38 atendem aplicações agrícolas, como irrigação, e usos industriais. Dessa maneira, oferecem flexibilidade de operação em diferentes regimes e frequências. Além disso, contam com sistemas integrados que facilitam a manutenção no dia a dia.

    No campo da sustentabilidade, a linha Reman reforça a estratégia da empresa. Os motores Cursor 9 e Cursor 11 remanufaturados mantêm desempenho semelhante ao de novos. No entanto, apresentam menor custo operacional e menor impacto ambiental. Assim, contribuem para o reaproveitamento de componentes e redução de resíduos.

    Ao mesmo tempo, a FPT destacou projetos com motores a etanol desenvolvidos no Brasil em parceria com a CNH. Essas soluções utilizam ciclo Otto. Como resultado, reduzem emissões e também o nível de ruído durante a operação.

    Conectividade e dados ampliam a produtividade

    A digitalização teve papel central na apresentação. A Telemetria FPT permite monitoramento contínuo dos motores por meio de transmissão de dados via satélite ou rede 4G. Com isso, operadores conseguem agir de forma preventiva. Dessa forma, evitam falhas e melhoram o desempenho das máquinas.

    Além disso, o dispositivo Dongle amplia a capacidade de diagnóstico remoto. A ferramenta se conecta ao motor e transmite informações em tempo real para o aplicativo MyFPT. Assim, disponibiliza dados como temperatura, pressão e códigos de falha. Consequentemente, o suporte técnico se torna mais ágil e preciso.

    Motor F1C – Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    No pós-venda, a empresa lançou um lubrificante próprio. Além disso, ampliou a oferta de peças para motores utilizados no setor sucroenergético. Dessa maneira, reforça a estratégia de manutenção e disponibilidade dos equipamentos.

    Com mais de 250 mil motores entregues para máquinas agrícolas na América Latina, a FPT Industrial mantém presença relevante no setor. Atualmente, cerca de um terço dos tratores e colheitadeiras vendidos no Brasil utilizam motores da marca. Portanto, a combinação entre potência, conectividade e combustíveis alternativos indica os próximos caminhos da mecanização agrícola.

  • Cooperativa amplia crédito e diversifica soluções no agro

    Cooperativa amplia crédito e diversifica soluções no agro

    Durante a 31ª Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), o Sicredi apresentou os resultados do Plano Safra 2025/2026 e reforçou a ampliação das soluções financeiras para o agronegócio. Nos nove primeiros meses do ciclo, a instituição liberou R$ 52,8 bilhões em crédito rural. O volume representa crescimento de 16,5% em relação à safra anterior. Assim, o Sicredi consolida sua posição como principal financiador privado do setor.

    Além disso, a estratégia vai além do crédito tradicional. O Sicredi ampliou o uso de instrumentos como CPR, consórcios, derivativos e linhas em moeda estrangeira. Dessa forma, o produtor ganha mais previsibilidade financeira. Ao mesmo tempo, reduz a exposição às oscilações de preços e do câmbio.

    Segundo o superintendente de Agronegócio do Sicredi, Vitor de Moraes, o avanço está ligado à proximidade com o campo. “Os números apresentados refletem a força do modelo cooperativo e, principalmente, a nossa proximidade com o produtor rural. Seguimos ampliando o acesso ao crédito de forma responsável”, afirmou.

    Portfólio avança e reforça gestão de risco

    Ao longo do último ano, o Sicredi intensificou a oferta de soluções complementares. Em 2025, a instituição registrou R$ 3,2 bilhões em consórcios destinados ao agro. Além disso, a cobertura de seguros rurais chegou a 479 mil hectares. Com isso, a gestão de risco ganha mais relevância no planejamento do produtor.

    De acordo com o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson de Sá, a diversificação é estratégica. “Temos ampliado nossa oferta de soluções para atender o produtor de forma completa. Assim, vamos além do crédito tradicional. Produtos como consórcios, seguros e operações em moeda estrangeira permitem mais planejamento, proteção e competitividade”, disse.

    Vitor de Moraes, Clemente Renosto, Adilson de Sá e Gilson Farias, durante coletiva de imprensa na Agrishow 2026 – Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    No segmento de consórcios, o Sicredi soma carteira superior a R$ 61,8 bilhões. Nos últimos 12 meses, as vendas no agro cresceram 23%. Esse desempenho reflete a busca por alternativas com menor custo financeiro. Além disso, o modelo favorece o planejamento de médio e longo prazo.

    Outro ponto de destaque está nas operações estruturadas. Entre 2024 e 2025, o Sicredi registrou crescimento de 350% nas operações de proteção cambial e de commodities. Dessa maneira, o produtor amplia o controle sobre margens e receitas.

    Crédito cresce e amplia presença no campo

    Atualmente, a carteira de crédito agro do Sicredi ultrapassa R$ 123 bilhões. Ao mesmo tempo, a instituição lidera as operações do programa Pró-Trator em São Paulo. A participação supera 80% das operações, com mais de 800 contratos na safra atual.

    Pequenos e médios produtores seguem como maioria. Eles representam cerca de 70% das mais de 247 mil operações realizadas. Além disso, o crédito para mulheres produtoras avançou. Foram liberados R$ 10,5 bilhões, com crescimento de 7,4%.

    Para o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, a feira aproxima o produtor das soluções financeiras. “A participação na Agrishow é uma oportunidade estratégica. Estamos mais próximos dos produtores e entendemos melhor suas necessidades. Assim, conseguimos oferecer soluções que contribuem para o desenvolvimento sustentável do agronegócio”, afirmou.

    O presidente da Sicredi Soma, Clemente Renosto, também participou da apresentação. A presença reforça o posicionamento institucional do Sicredi durante a feira.

    Com mais de 10 milhões de associados e mais de 3 mil agências, o Sicredi atua em todo o país. Além disso, mantém presença física em centenas de municípios. O atendimento combina canais digitais e presença local. Dessa forma, amplia o acesso ao crédito e aos serviços financeiros no campo

  • Plataforma FieldView ganha velocidade e integração operacional

    Plataforma FieldView ganha velocidade e integração operacional

    A Bayer apresentou, na 31ª edição da Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), avanços na plataforma FieldView. A principal novidade é o novo hardware FieldView Drive 2.0. O dispositivo promete transferência de dados até 12 vezes mais rápida. A tecnologia amplia a integração com máquinas agrícolas e reforça a tomada de decisão no campo.

    No centro da estratégia está o FieldView, assistente digital que reúne dados de campo, imagens de satélite e mapas de produtividade. Além disso, a plataforma organiza informações por talhão. Com isso, o produtor ganha mais controle sobre as operações. O novo Drive 2.0 será acoplado ao maquinário. Dessa forma, coleta e envia dados automaticamente para o aplicativo.

    “Esse assistente digital da Bayer reúne dados de campo, imagens de satélite, previsões por talhão, mapas e ferramentas de análise de produtividade em uma plataforma simples e segura. A solução ajuda o agricultor a transformar dados em inteligência para a tomada de decisão ao longo da safra. Hoje, temos 31 milhões de hectares conectados ao FieldView. E dados de campo indicam que as propriedades que utilizam essa gestão digital apresentaram médias de produtividade 30% superiores no milho e 20% na soja em comparação com a média nacional da Conab”, afirma Abdalah Novaes, líder de Soluções Agrícolas Digitais da Bayer para a América Latina.

    Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Integração com máquinas e ganhos operacionais

    A Bayer também ampliou a integração com fabricantes de máquinas agrícolas. A conexão permite enviar prescrições agronômicas diretamente aos equipamentos. Assim, elimina-se o uso de dispositivos físicos, como pen drives. Além disso, o processo reduz falhas operacionais.

    Entre as parcerias, está a John Deere. A tecnologia permite transferência sem fio de dados para o centro de operações das máquinas. Dessa maneira, o produtor ganha agilidade e precisão. A funcionalidade também facilita a importação de prescrições do Bayer Valora Milho.

    No campo das recomendações agronômicas, a empresa amplia soluções baseadas em dados. O Bayer Valora Milho já soma mais de 650 mil hectares inscritos para a safrinha 2026. Nesse contexto, produtores registraram ganhos médios de cinco sacas por hectare. A ferramenta orienta decisões sobre híbridos, sementes e nitrogênio.

    Outra solução é o FieldView Advisor. A ferramenta apresenta retorno positivo em cerca de 70% dos casos na soja. Além disso, compara variedades e gera recomendações personalizadas. O objetivo é otimizar o desempenho por talhão.

    O Bayer Directo Nematoide também integra o portfólio. A tecnologia permite aplicação localizada de nematicidas. Com isso, aumenta a eficiência no controle de pragas. Ao mesmo tempo, reduz o uso de insumos. Atualmente, cerca de 40% das áreas de soja no Brasil apresentam risco de danos econômicos por nematoides.

    Sustentabilidade e digitalização

    A estratégia digital também sustenta iniciativas ambientais. A plataforma PRO Carbono reúne mais de 3,1 milhões de hectares na América Latina. Além disso, envolve cerca de três mil agricultores. Segundo a Bayer, há aumento médio de 9% na estabilidade produtiva. A produtividade anual cresce, em média, 11%.

    Foto: PH Lopes/ Agro em Campo

    Por outro lado, a pegada de carbono diminui de forma relevante. A redução pode chegar a 50% na soja e 55% no milho. Esses dados consideram comparação com a média nacional.

    Outra frente é o Barter+. A solução utiliza dados históricos de produtividade. Dessa forma, apoia negociações de insumos. Além disso, amplia o poder de troca do produtor.

    De acordo com Abdalah Novaes, o desenvolvimento regional é um diferencial. “Nosso trabalho com o produtor começa a partir do mapeamento detalhado de necessidades e oportunidades, passa pelo desenvolvimento de planos de digitalização personalizados e segue com suporte contínuo de especialistas e capacitação das equipes das fazendas. É assim que garantimos agilidade na resposta às mudanças do setor e fazemos com que a tecnologia se converta em resultado real”, afirma.