Tag: vendas

  • Vendas de etanol hidratado sobem para maior nível de 2025

    Vendas de etanol hidratado sobem para maior nível de 2025

    As vendas de etanol hidratado no estado de São Paulo cresceram 12,3% na última semana. Segundo o Cepea, o volume negociado atingiu o maior patamar desde o fim de janeiro de 2025.

    Em geral, compradores de diferentes portes participaram ativamente do mercado spot. Além disso, as usinas fecharam negócios diariamente, com foco no abastecimento de bases em São Paulo e em outros estados. O movimento ganhou força após o feriado do Dia das Mães.

    Apesar do avanço nas vendas, algumas usinas venderam lotes a preços mais baixos. Outras adotaram postura firme nas pedidas, principalmente em regiões com estoques reduzidos de etanol. A Unica havia informado queda nos estoques na semana anterior.

    Além disso, a menor pressão sobre os preços da gasolina contribuiu para a manutenção dos valores em algumas usinas. Entre os dias 12 e 16 de maio, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou em R$ 2,7080 por litro. O valor considera ICMS e PIS/Cofins e representa queda de 0,57% na comparação semanal.

    Já o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol anidro registrou R$ 3,1314 por litro no mesmo período. O valor é líquido de impostos e teve alta de 0,27% frente à semana anterior.

    Preço do açúcar cristal recua mais de 3%

    No mercado spot paulista, o preço médio do açúcar cristal caiu na última semana. Os dados do Cepea indicam queda de 3,07% no valor da saca de 50 kg.

    O Indicador CEPEA/ESALQ (Icumsa 130-150) encerrou a sexta-feira, 16 de maio, em R$ 136,94 por saca. No acumulado da semana (12 a 16 de maio), a média ficou em R$ 138,85, baixa de 2% em relação ao período anterior. Enquanto algumas usinas mantiveram preços firmes, especialmente para o tipo Icumsa 150, outras flexibilizaram nas negociações do Icumsa 180. A diferença de postura influenciou diretamente os valores no mercado.

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  • Demanda por etanol pouco reage no Carnaval, e preço do hidratado segue estável

    Demanda por etanol pouco reage no Carnaval, e preço do hidratado segue estável

    A demanda por etanol hidratado não cresceu como esperado durante o Carnaval. Entre 24 e 28 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 2,8524 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), com leve alta de 0,07% frente à semana anterior. Já o etanol anidro teve valorização de 2,44%, atingindo R$ 3,2556 por litro, sem PIS/Cofins.

    Mercado do etanol

    Pesquisadores do Cepea destacam que o volume de etanol hidratado negociado no período foi o terceiro menor da safra 2024/25. Mesmo assim, produtores mantiveram os preços firmes, impulsionados por dados que indicam aquecimento nas vendas de combustíveis nas últimas quinzenas no Centro-Sul. Agora, o mercado volta a atenção para o início da moagem da cana na safra 2025/26. Ou seja, esse fator pode influenciar o equilíbrio entre oferta e demanda.

    Preço do açúcar cristal cai, e mercado interno perde vantagem sobre exportações

    O preço do açúcar cristal recuou em fevereiro no mercado spot de São Paulo. A média do Indicador CEPEA/ESALQ para o tipo Icumsa 130 a 180 foi de R$ 143,74 por saca de 50 kg, queda de 7,45% em relação a janeiro, quando estava em R$ 155,31. O recuo reduziu a vantagem das vendas internas sobre as exportações, algo não observado desde outubro de 2024.

    Apesar da baixa oferta de açúcar Icumsa 150, usinas reduziram os preços do tipo Icumsa 180, principalmente em negociações de grandes volumes. No entanto, a demanda interna não acompanhou o movimento. Levantamentos do Cepea mostram que as compras permaneceram estáveis ao longo do mês.

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  • Faturamento do setor de máquinas cresce 19% em janeiro

    Faturamento do setor de máquinas cresce 19% em janeiro

    A indústria brasileira de máquinas e equipamentos faturou R$ 20,4 bilhões em janeiro, um crescimento de 19,5% na comparação anual. O resultado foi impulsionado pelo mercado doméstico, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

    Balanço das vendas

    As vendas internas somaram R$ 15,6 bilhões, um avanço de 32,3% em relação ao mesmo mês de 2024. Já as exportações caíram 22,3%, totalizando US$ 818 milhões. A retração ocorreu, principalmente, pela redução dos embarques para Estados Unidos, Singapura e México.

    Importações: maior volume para um mês de janeiro

    As importações cresceram 19,3% e atingiram US$ 2,7 bilhões, o maior volume para um mês de janeiro. A China liderou as exportações para o Brasil, fornecendo 36% das máquinas compradas no período.

    Segundo a Abimaq, o desempenho reforça a recuperação iniciada no segundo semestre de 2024 e indica um cenário positivo para 2025.

    Além disso, os dados revelam um aumento de 0,4% do número de pessoas empregadas pela indústria de máquinas e equipamentos na passagem de dezembro para janeiro. Em geral, o setor terminou o mês passado com 400,2 mil trabalhadores.

    A temporada de feiras do setor do agronegócio já começou. Ou seja, os produtores acompanham as novidades e esperam boas oportunidades e crédito para o investimento.

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  • Confira como ficam as vendas de máquinas agrícolas em 2025

    Confira como ficam as vendas de máquinas agrícolas em 2025

    A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA) prevê estabilidade nas vendas internas e externas de máquinas autopropulsadas em 2025. Ou seja, a projeção reflete o desempenho misto de 2024, marcado pela recuperação do setor de máquinas de construção e pela retração nas vendas de máquinas agrícolas.

    As vendas de máquinas de construção, como tratores de esteira, retroescavadeiras e escavadeiras hidráulicas, cresceram 22,4% no ano passado. Em resumo, o setor encerrou 2024 com 37.148 unidades vendidas no atacado, o segundo melhor resultado da história no Brasil. A construção civil impulsionou a demanda porque aumentou a participação nas compras de 37% para 42%.

    Para 2025, a ANFAVEA espera crescimento moderado de 3%, totalizando 38.200 unidades. Apesar do avanço no mercado interno, as exportações dessas máquinas caíram 12,5%, com 14.538 unidades embarcadas. Quase metade desse volume foi destinado ao mercado dos Estados Unidos. A expectativa para este ano é de manter o mesmo nível de exportações.

    Máquinas agrícolas sofrem queda pelo segundo ano seguido

    As vendas de máquinas agrícolas recuaram quase 20% em 2024, totalizando 48,9 mil unidades. Em geral, o setor enfrentou desafios como a redução da safra de grãos, a queda nos preços das commodities e o acesso limitado a financiamentos atrativos. A retração foi mais acentuada no segmento de colheitadeiras do que no de tratores.

    As exportações de máquinas agrícolas também diminuíram 31%, com apenas 6 mil unidades embarcadas. Por outro lado, para 2025, a ANFAVEA projeta crescimento tímido de 1%. Afinal, o setor enfrenta ainda o aumento das importações, que transformaram o superávit comercial em déficit. Em geral, em 2024, mais de 55% das máquinas importadas vieram da China, seguida pela Índia, com 26%.

    Márcio de Lima Leite, presidente da ANFAVEA, destacou a preocupação com o impacto das máquinas importadas nas compras públicas. “O crescimento das importações afeta o emprego no Brasil, a competitividade das empresas e a qualidade no atendimento ao cliente, que enfrenta dificuldades com a assistência técnica.”

    Prioridades da ANFAVEA para 2025

    • Recomposição da alíquota do Imposto de Importação para 14%.
    • Políticas de garantia e financiamento para exportação.
    • Reindustrialização da cadeia de fornecedores.
    • Renovação da frota de máquinas agrícolas e de construção.
    • Aperfeiçoamento da política de compras públicas para proteger a indústria local.
    • Expansão de linhas de crédito via Plano Safra e BNDES.

    Ou seja, com essas medidas, a ANFAVEA busca fortalecer o setor e minimizar os impactos do aumento das importações.

  • Venda de etanol atinge terceiro maior volume da safra

    Venda de etanol atinge terceiro maior volume da safra

    O mercado spot de etanol em São Paulo registrou o terceiro maior volume de vendas da safra 2024/25 na última semana, segundo levantamento do Cepea. Distribuidoras de diferentes portes aumentaram a demanda, impulsionando as negociações no estado.

    Otimismo no setor

    Vendedores estão otimistas em relação ao desempenho nos próximos meses. Pesquisadores do Cepea indicam que a proximidade do fim das atividades agrícolas e industriais contribuiu para o aumento nas vendas. Além disso, a pressão de tancagem diminuiu, enquanto a diferença de preços entre combustíveis nas bombas continua a favorecer os valores praticados nas usinas da região Centro-Sul.

    Entre 7 e 11 de outubro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado atingiu R$ 2,5159 por litro, sem ICMS e PIS/Cofins, uma alta de 2,31% em comparação com a semana anterior. O preço do etanol anidro também subiu, com aumento de 0,54%, fechando em R$ 2,7572 por litro, valor líquido de impostos.

    Lei do Combustível do Futuro

    Os produtores estão otimistas também com a Lei do Combustível do Futuro fortalece o uso de biocombustíveis no Brasil. Em resumo, a nova legislação incentiva o diesel verde, biometano e combustíveis sustentáveis para a aviação. Além disso, amplia a mistura de etanol à gasolina e biodiesel ao diesel.

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    Lei cria novos programas

    O novo marco regulatório cria programas como o Programa Nacional do Diesel Verde (PNDV) e o Programa Nacional do Bioquerosene de Aviação (ProBioQAV). Esses incentivos visam estimular o desenvolvimento de biocombustíveis e ampliar a produção de etanol e biodiesel.

    Além disso, a nova lei incentiva o uso de biometano e combustível sustentável de aviação (SAF). Ou seja, a expectativa é que o biometano, produzido a partir de resíduos agrícolas, substitua o gás natural em várias indústrias. O SAF, por sua vez, poderá ser fabricado a partir de etanol e óleos vegetais, contribuindo para a redução de emissões de carbono na aviação.

  • Expointer 2024 encerra edição histórica com recorde de vendas

    Expointer 2024 encerra edição histórica com recorde de vendas

    A Expointer 2024, uma das maiores feiras de agronegócio da América Latina, encerrou sua 47ª edição neste domingo (1º), em Esteio, região metropolitana de Porto Alegre. O evento alcançou o maior valor de comercialização da história, com R$ 8,1 bilhões em vendas, superando os R$ 7,9 bilhões registrados no ano anterior.

    A edição ficou marcada como a “Expointer da Retomada”, mostrando a força, coragem e resiliência do povo gaúcho após a enchente que alagou o Parque de Exposições Assis Brasil em maio. A organização do evento destacou como o agronegócio superou as adversidades e impulsionou a reconstrução do Rio Grande do Sul.

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    Ao longo dos nove dias de feira, a Expointer reuniu 2.067 expositores e atraiu mais de 662 mil visitantes. O setor de máquinas e implementos agrícolas liderou as vendas, movimentando R$ 7,3 bilhões em produtos comercializados.

    O governador Eduardo Leite já anunciou as datas da próxima edição da Expointer. Em 2025, o evento será realizado de 30 de agosto a 7 de setembro.

     

  • Venda de soja na Argentina acelera com melhora do clima e alta no preço

    Venda de soja na Argentina acelera com melhora do clima e alta no preço

    As vendas de soja na Argentina, um dos principais exportadores de óleo e farelo de soja, têm sido aceleradas nos últimos tempos.

    De acordo com os dados do governo, as vendas registradas entre as primeiras três semanas de maio alcançaram 4,2 milhões de toneladas métricas, ultrapassando os volumes de abril e março, que foram de 2,8 milhões e 3,5 milhões de toneladas, respectivamente.

    Essa aceleração nas vendas é atribuída às melhores condições climáticas para a colheita em andamento, que têm ajudado a estimular a produção.

    Além disso, os preços globais da soja também estão mais altos, o que tem incentivado os agricultores a venderem suas produções mais rapidamente.

    As vendas de maio, que incluem acordos até 22 de maio, elevam o total vendido na atual safra 2023/24 para cerca de 36,7% da colheita esperada de 49,7 milhões de toneladas.

    Embora as vendas ainda estejam ocorrendo no índice mais lento em quase uma década, a tendência positiva é um sinal de que a safra atual está se desenvolvendo de forma mais favorável do que se esperava.

    Os preços locais da soja também têm subido nas últimas semanas, alcançando US$ 325 (R$ 1.690) por tonelada na quarta-feira, bem acima da faixa de 290 por tonelada em março e abril.

    Essa alta nos preços pode ter contribuído para a aceleração nas vendas, pois os agricultores podem obter melhores preços por suas produções.

    Essas informações são confirmadas por fontes do governo argentino e do USDA em Buenos Aires, que reduziu a previsão de produção de soja para a safra 2023/24 de 50,5 milhões para 49,5 milhões de toneladas.

    Além disso, a condição da safra de soja na Argentina melhorou levemente na semana, com 83% da safra apresentando condição entre normal e excelente.