Tag: USDA

  • Soja cai em Chicago apesar de nova compra da China

    Soja cai em Chicago apesar de nova compra da China

    A soja recuou pela terceira vez seguida na bolsa de Chicago. Mesmo assim, a confirmação de novas compras chinesas não conteve a pressão baixista. Nesta quinta-feira (20/11), o contrato para janeiro caiu 1,21%, para US$ 11,2250 por bushel.

    O USDA confirmou uma nova venda de soja dos Estados Unidos para a China. O órgão informou o embarque de 462 mil toneladas. Com isso, as compras chinesas de soja americana superam 1,8 milhão de toneladas.
    O mercado já esperava novos anúncios de exportações para o país asiático. Por isso, o impacto das vendas sobre os preços permaneceu limitado.

    Investidores avaliam se a China vai manter a demanda firme por soja americana. Também questionam se o país comprará as 12 milhões de toneladas prometidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no fim de outubro.

    Milho também recua em Chicago

    O milho fechou em queda na bolsa de Chicago apesar da demanda aquecida. O contrato para dezembro caiu 0,76%, para US$ 4,2650 por bushel.
    Os preços recuaram mesmo com o avanço das vendas externas. Segundo o USDA, as vendas líquidas de milho somaram 2,25 milhões de toneladas na semana encerrada em 2 de outubro. O volume ficou próximo do teto estimado por analistas, de 2,50 milhões de toneladas.

    Trigo renova queda com oferta maior

    O trigo manteve o movimento de baixa diante da oferta global favorável. O contrato para março de 2026 caiu 1,59%, para US$ 5,75 por bushel.
    A consultoria SovEcon elevou sua previsão de safra na Rússia, maior exportadora mundial. A colheita de 2025/26 deve alcançar 88,60 milhões de toneladas, acima das 87,80 milhões estimadas anteriormente.

  • Projeção do USDA para soja mostra avanço dos EUA e estabilidade do Brasil

    Projeção do USDA para soja mostra avanço dos EUA e estabilidade do Brasil

    O USDA elevou a projeção para a safra global de soja em 2025/26, destacando o aumento da colheita nos EUA. O Brasil mantém seu recorde, enquanto exportações mundiais também avançam.

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou para cima a estimativa da safra mundial de soja na temporada 2025/26, que agora chega a 425,87 milhões de toneladas, um crescimento de 0,1% em relação ao relatório de agosto. As expectativas para as exportações globais de soja subiram 0,2%, atingindo 187,78 milhões de toneladas.

    Pelo segundo mês seguido, o destaque veio da produção norte-americana. O USDA aumentou em 0,2% a projeção da colheita nos EUA, para 117,05 milhões de toneladas. Esse número surpreendeu o mercado, que previa 116,24 milhões, apesar das dificuldades climáticas em certas regiões. O órgão atribui a alta ao aumento da área plantada para o ciclo 2025/26.

    Outros ajustes importantes no relatório incluem a elevação das exportações americanas em 1,2%, para 45,86 milhões de toneladas, e dos estoques finais em 3,5%, para 8,17 milhões. Mesmo com dados robustos, os contratos futuros em Chicago apresentam leve alta de 0,24% para a posição de novembro.

    O Brasil, maior exportador mundial, manteve a projeção da safra em 175 milhões de toneladas e das exportações em 112 milhões. Na Argentina, a colheita ficou estável em 48,5 milhões de toneladas, contudo a estimativa para as exportações subiu 3,4%, alcançando 6 milhões. A China, principal importadora global, manteve a expectativa de compras em 112 milhões de toneladas.

  • Preços de milho e trigo sobem com novas projeções do USDA

    Preços de milho e trigo sobem com novas projeções do USDA

    Os preços do milho e do trigo encerraram em alta na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (31), impulsionados por projeções do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Em resumo, o trigo avançou devido à redução da área plantada, enquanto o milho subiu mesmo com o aumento da estimativa de plantio. Em contrapartida, a soja caiu com a elevação dos estoques.

    Os contratos de trigo para maio fecharam em US$ 5,37 por bushel, alta de 1,66%. Em geral, a valorização reflete a projeção de menor área plantada nos EUA, que deve alcançar 18,37 milhões de hectares na safra 2025/26. Portanto, se confirmada, essa será a segunda menor área desde 1919.

    O milho para maio registrou alta de 0,88%, cotado a US$ 4,5725 por bushel. O avanço ocorreu apesar do aumento de 5,2% na estimativa da área plantada nos EUA, que pode atingir 38,57 milhões de hectares.

    Já a soja recuou 0,87%, fechando a US$ 10,2825 por bushel. A queda ocorreu mesmo com a redução de 4,1% na área plantada, estimada em 33,79 milhões de hectares. O aumento dos estoques pressionou as cotações. Segundo o USDA, os estoques da oleaginosa cresceram 3,5% até 1º de março, alcançando 51,98 milhões de toneladas.

    Mercado brasileiro

    No Brasil, as negociações de milho ocorrem de forma pontual e regionalizada, segundo o Cepea. Produtores focam na colheita da safra de verão e na finalização do plantio da segunda safra. Do lado da demanda, compradores se mantêm afastados do mercado spot ou adquirem lotes pontuais. Esse cenário pressiona os preços em algumas regiões, como Campinas (SP), mas as cotações seguem acima dos valores registrados há um ano.

    A demanda externa pela soja brasileira aumentou o volume de negócios na última semana. Pesquisadores do Cepea apontam que a valorização do dólar frente ao real tornou o produto mais atrativo no mercado internacional. Além disso, produtores intensificaram as vendas para obter recursos e financiar a próxima safra.

    Dados preliminares da Secex indicam que, até 21 de março, o Brasil embarcou 10,25 milhões de toneladas de soja, volume 59,5% superior ao total exportado em fevereiro. A colheita segue em ritmo acelerado, com clima favorável impulsionando a produtividade. Segundo a Conab, até 23 de março, 76,4% da área total havia sido colhida, superando os 66,3% registrados no mesmo período de 2024 e a média dos últimos cinco anos.

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  • Safra brasileira de soja pode chegar a 173 milhões de toneladas em 2025/26

    Safra brasileira de soja pode chegar a 173 milhões de toneladas em 2025/26

    A produção de soja no Brasil deve atingir 173 milhões de toneladas na safra 2025/26, segundo o adido do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Brasília. Em resumo, a projeção supera as 169,5 milhões de toneladas esperadas para 2024/25, safra que está na fase final de colheita.

    Área plantada de soja

    A área plantada deve crescer para 48,2 milhões de hectares, acima dos 47,3 milhões estimados no ciclo anterior. Em geral, o adido do USDA atribui esse avanço ao uso de tecnologia inovadora em sementes e à proteção de cultivos, fatores que impulsionam a produtividade. No entanto, ele destaca que a adoção de insumos de alto desempenho dependerá da rentabilidade da safra atual.

    Exportações

    As exportações brasileiras de soja também devem bater recorde, alcançando 112 milhões de toneladas em 2025/26. Ou seja, o volume superaria os 108,3 milhões projetados para a temporada atual.

    O USDA prevê ainda um aumento no processamento interno da oleaginosa. O esmagamento pode atingir 57 milhões de toneladas em 2025/26, alta de 1% sobre o ciclo anterior. A produção de farelo de soja deve crescer para 43,89 milhões de toneladas, acima das 43,54 milhões estimadas para 2024/25. Já a produção de óleo de soja pode alcançar 11,4 milhões de toneladas, superando as 11,3 milhões desta safra.

    O consumo interno de óleo de soja deve subir para 10,1 milhões de toneladas, contra 9,85 milhões na temporada atual. A demanda crescente e a desvalorização do real devem favorecer as exportações do setor.

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  • USDA reduz estoques de milho e eleva previsão para produção de trigo

    USDA reduz estoques de milho e eleva previsão para produção de trigo

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aumentou a estimativa para a produção mundial de trigo na safra 2024/25. Ou seja, segundo o relatório mensal de oferta e demanda divulgado nesta terça-feira (11), a projeção subiu para 797,23 milhões de toneladas. Em fevereiro, a expectativa era de 793,79 milhões de toneladas. Enquanto isso, os estoques globais de milho tiveram redução. Já para a soja, o relatório trouxe poucas alterações.

    A projeção para o trigo indica maior volume armazenado, maior consumo e redução no comércio global. Em geral, os estoques finais devem crescer 5,4 milhões de toneladas, alcançando 1.066,7 milhões de toneladas. Esse aumento reflete a revisão dos estoques iniciais na Turquia e a produção maior na Austrália, Argentina e Ucrânia.

    Argentina

    A Argentina teve a estimativa de produção elevada de 17,7 milhões para 18,5 milhões de toneladas. Os estoques finais devem alcançar 4,5 milhões de toneladas, sem mudanças nas exportações. Na Ucrânia, a produção foi ajustada de 22,9 milhões para 23,4 milhões de toneladas. A Rússia também registrou leve aumento e deve produzir 81,6 milhões de toneladas, elevando os estoques finais para 10,34 milhões de toneladas.

    Austrália

    A Austrália teve sua produção revisada de 32 milhões para 34,11 milhões de toneladas e deve exportar 26 milhões de toneladas. No Brasil, o volume de importação subiu de 6,4 milhões para 6,5 milhões de toneladas, ampliando os estoques finais de 1,38 milhão para 1,48 milhão de toneladas.

    Estados Unidos

    Nos Estados Unidos, a projeção para o trigo indica maiores estoques, uso doméstico estável e queda nas exportações. Os estoques finais aumentam devido ao crescimento das importações, que passaram de 130 milhões para 140 milhões de bushels.

    Estoques de milho caem

    O USDA reduziu as previsões para os estoques mundiais de milho ao final da safra 2024/25. Em resumo, a estimativa caiu de 290,31 milhões para 288,94 milhões de toneladas, representando uma redução de 0,47% em relação à projeção de fevereiro.

    Além disso, o relatório também ajustou a produção global de milho, que subiu 1,7 milhão de toneladas e deve atingir 1,214 bilhão de toneladas. Em contrapartida, os estoques iniciais da temporada tiveram redução de 1,86 milhão de toneladas, contribuindo para a queda nos estoques finais.

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  • Primeiro caso de gripe aviária em suínos é registrado nos EUA

    Primeiro caso de gripe aviária em suínos é registrado nos EUA

    O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e as autoridades de Oregon confirmaram os primeiros casos de gripe aviária (H5N1) em suínos no país. Elas identificaram o vírus em uma criação de animais no condado de Crook, onde um dos cinco porcos testou positivo. Esse é o primeiro registro da doença em suínos nos Estados Unidos.

    Testes

    O Departamento de Saúde de Oregon e o USDA realizaram testes nos suínos, embora eles não apresentassem sinais de gripe aviária. Os testes foram motivados pela presença do H5N1 em outras espécies na mesma fazenda. Dois dos cinco porcos testaram negativo, e os demais aguardam resultados. As autoridades sacrificaram os animais infectados para realizar análises mais detalhadas e evitar riscos adicionais.

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    Além disso, o USDA informou que a fazenda opera apenas para consumo próprio, sem comercializar produtos. Ou seja, a descoberta, portanto, não afeta a segurança do abastecimento de carne suína no país. A fazenda está em quarentena para impedir a disseminação do vírus.

    O Laboratório Nacional de Serviços Veterinários (NVSL) do USDA analisou o vírus e concluiu que ele não apresenta mutações que aumentem a transmissibilidade para humanos. Portanto, as autoridades reforçam que o risco ao público permanece baixo.

  • Flórida: safra de laranja pode cair 16%, aponta USDA

    Flórida: safra de laranja pode cair 16%, aponta USDA

    A produção de laranjas na Flórida deve recuar 16% na safra 2024/25, segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A previsão é de que sejam colhidas 15 milhões de caixas, o equivalente a 675 mil toneladas.

    Impacto dos furacões na Flórida ainda é incerto

    O USDA informou que a queda na produção está associada à doença bacteriana greening, que afetou os pomares locais. O impacto dos recentes furacões, no entanto, ainda não foi avaliado pelo órgão.

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    Produção nacional também em em baixa

    Além da Flórida, a produção total de laranjas nos Estados Unidos deve atingir 2,62 milhões de toneladas em 2024/25, o que representa uma queda de 5% em relação à temporada anterior.

    Soja em queda, mas milho surpreende

    No mesmo relatório, o USDA revisou para baixo a previsão de produção de soja, embora ainda espere uma safra recorde. Já o milho registrou alta. Os agricultores norte-americanos colheram mais milho do que o estimado inicialmente, e o órgão ampliou a projeção para a segunda maior colheita da história do país.

     

     

     

  • Expectativa de maior oferta global derruba preços da soja

    Expectativa de maior oferta global derruba preços da soja

    A expectativa de aumento na oferta global interrompeu o avanço nos preços da soja. O USDA divulgou, na última quinta-feira (12), dados que indicam um recorde na produção mundial para a safra 2024/25. O volume estimado é de 429,2 milhões de toneladas, um aumento de 8,73% em relação à temporada anterior. No Brasil, a produção deve subir de 153 milhões de toneladas em 2023/24 para 169 milhões de toneladas em 2024/25.

    Pesquisadores do Cepea afirmam que a entrada da safra no Hemisfério Norte está próxima, mas é necessário aguardar o cultivo, desenvolvimento e colheita, especialmente na América do Sul. Apesar das preocupações com o clima seco no Brasil, a previsão de chuvas nas próximas semanas já está incentivando os produtores a iniciarem o plantio da nova safra.

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    Em resumo, o cenário atual reflete uma desaceleração nos preços, em resposta ao aumento da oferta global e às expectativas sobre a próxima safra.

    Recorde na importação

    A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou dados atualizados sobre a produção e importação de soja no Brasil. A nova estimativa aponta para recorde na importação de soja em 20 anos. Além disso, apresenta uma leve redução na safra de soja, que agora é projetada em 153 milhões de toneladas, em comparação com os 153,2 milhões de toneladas previstos anteriormente. Ou seja, essa diminuição ocorre em um contexto onde a colheita de 2023 atingiu um recorde de 160,3 milhões de toneladas.

  • Venda de soja na Argentina acelera com melhora do clima e alta no preço

    Venda de soja na Argentina acelera com melhora do clima e alta no preço

    As vendas de soja na Argentina, um dos principais exportadores de óleo e farelo de soja, têm sido aceleradas nos últimos tempos.

    De acordo com os dados do governo, as vendas registradas entre as primeiras três semanas de maio alcançaram 4,2 milhões de toneladas métricas, ultrapassando os volumes de abril e março, que foram de 2,8 milhões e 3,5 milhões de toneladas, respectivamente.

    Essa aceleração nas vendas é atribuída às melhores condições climáticas para a colheita em andamento, que têm ajudado a estimular a produção.

    Além disso, os preços globais da soja também estão mais altos, o que tem incentivado os agricultores a venderem suas produções mais rapidamente.

    As vendas de maio, que incluem acordos até 22 de maio, elevam o total vendido na atual safra 2023/24 para cerca de 36,7% da colheita esperada de 49,7 milhões de toneladas.

    Embora as vendas ainda estejam ocorrendo no índice mais lento em quase uma década, a tendência positiva é um sinal de que a safra atual está se desenvolvendo de forma mais favorável do que se esperava.

    Os preços locais da soja também têm subido nas últimas semanas, alcançando US$ 325 (R$ 1.690) por tonelada na quarta-feira, bem acima da faixa de 290 por tonelada em março e abril.

    Essa alta nos preços pode ter contribuído para a aceleração nas vendas, pois os agricultores podem obter melhores preços por suas produções.

    Essas informações são confirmadas por fontes do governo argentino e do USDA em Buenos Aires, que reduziu a previsão de produção de soja para a safra 2023/24 de 50,5 milhões para 49,5 milhões de toneladas.

    Além disso, a condição da safra de soja na Argentina melhorou levemente na semana, com 83% da safra apresentando condição entre normal e excelente.