Tag: transição energética

  • LiuGong celebra recorde de vendas na Agrishow 2025

    LiuGong celebra recorde de vendas na Agrishow 2025

    A participação da LiuGong na 30ª edição da Agrishow, encerrada na última sexta-feira (3), consolidou-se como a mais bem-sucedida da história da empresa no Brasil. Pela terceira vez consecutiva na principal feira de tecnologia agrícola da América Latina, a multinacional chinesa de equipamentos pesados apresentou 14 novos produtos, com destaque para a pá carregadeira elétrica 856H‑E Sugar Cane, projetada especialmente para o setor sucroenergético. Ao final dos cinco dias de evento, a LiuGong registrou um aumento de 90% nas vendas em relação ao ano anterior — mais do que o dobro da meta inicial de crescimento, fixada em 40%.

    Segundo o vice-presidente da LiuGong Brasil, Hebert Francisco, a feira marcou um ponto de virada na aceitação do portfólio da marca pelo mercado brasileiro. “Esta Agrishow ficará marcada em nossa trajetória. O público abraçou nossas soluções elétricas para o agro, que incluem carregadeiras, miniescavadeiras, plataformas elevatórias e empilhadeiras de emissão zero. Recebemos antigos clientes que voltaram para relatar resultados positivos e ampliar suas frotas, além de novos parceiros dispostos a cocriar tecnologia conosco”, afirmou.

    Equipamentos elétricos ganham protagonismo na estratégia da marca

    Entre os principais destaques apresentados, a pá carregadeira elétrica 856H‑E Sugar Cane foi desenvolvida especificamente para as necessidades das usinas de cana-de-açúcar. O equipamento é equipado com bateria CATL de 350 kWh, que pode ser totalmente recarregada em apenas uma hora e vinte minutos. Com capacidade de carga de 5.800 kg e caçamba de nove metros cúbicos, a máquina entrega alta produtividade aliada a emissão zero de carbono e menor custo operacional.

    O portfólio exposto na Agrishow 2025 também incluiu a nova carregadeira 848T Sugar Cane, otimizada para movimentação de biomassa, cavaco de madeira e bagaço de cana. Outros lançamentos envolveram miniescavadeiras — como a elétrica 9027FE e a versão a diesel 906F —, a escavadeira hidráulica 918F, a escavadeira de rodas W915E, empilhadeiras de 2,5 a 3,5 toneladas (elétricas e a combustão), além de plataformas elevatórias articuladas e do tipo tesoura, todas com baterias de íons de lítio.

    Inovação também passa pela conectividade e suporte técnico

    Outro destaque da LiuGong na feira foi o sistema de telemetria iLink, que permite o monitoramento em tempo real de equipamentos e frotas. A tecnologia fornece dados para gestão proativa das operações, com alertas preventivos de manutenção, redução do tempo médio de reparo (MTTR) e integração direta com os 12 distribuidores autorizados da marca no Brasil. Essa abordagem tem como foco ampliar o suporte técnico especializado e a eficiência na assistência pós-venda.

    Relacionamento com o cliente e visão de futuro

    Durante a Agrishow, o estande da LiuGong – localizado no espaço H15A – recebeu um fluxo constante de visitantes interessados nas inovações tecnológicas para o agronegócio. Clientes que adquiriram máquinas nos últimos dois anos voltaram para relatar o desempenho positivo dos equipamentos em campo. Asssim,  fortalecendo o relacionamento com a marca e evidenciando a crescente demanda por soluções de menor impacto ambiental.

    Foto: divulgação

    De acordo com Hebert Francisco, a participação da LiuGong na Agrishow 2025 reforça o compromisso da empresa em acelerar a transição energética no setor agroindustrial brasileiro. “Ficou claro que inovação, sustentabilidade e parceria caminham juntas. A resposta da feira nos motiva a investir ainda mais em pesquisa e desenvolvimento. Sempre entregando soluções ajustadas às exigências do campo e buscando novos patamares de eficiência e rentabilidade para nossos clientes.”

    Estratégia global até 2030

    A LiuGong tem como meta, até 2030, ampliar seu portfólio de equipamentos elétricos e autônomos. Porém, mantendo como prioridade a sustentabilidade e o suporte técnico de excelência. A presença da marca na Agrishow 2025 confirma essa direção. E sinaliza ao mercado brasileiro que a eletrificação do campo é uma realidade crescente e viável.

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  • Biocombustível de coco verde impulsiona a transição energética no Brasil

    Biocombustível de coco verde impulsiona a transição energética no Brasil

    Em meio à urgência global por fontes renováveis, o Brasil ganha destaque com uma solução energética sustentável: o biocombustível produzido a partir de resíduos de coco verde. Desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), vinculado ao Grupo Tiradentes, o projeto transforma um passivo ambiental em recurso valioso, alinhando-se às metas de descarbonização e economia circular.

    A capital sergipana, Aracaju, gera semanalmente 190 toneladas de resíduos de coco verde, segundo a Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb). O material, de decomposição lenta, sobrecarrega a coleta pública com custos anuais de R$ 900 mil e riscos de descarte irregular. Agora, essa fibra abandonada ganha nova vida como matéria-prima para biocombustível, reduzindo impactos e criando uma cadeia produtiva sustentável.

    Como a fibra do coco vira energia?

    O Núcleo de Estudos em Sistemas Coloidais (NUESC), do ITP, lidera a tecnologia que converte o resíduo em energia. O processo inclui:

    • Secagem e trituração: A fibra é preparada para processamento.
    • Conversão térmica: Por pirólise, gera bio-óleo, biocarvão e gases combustíveis.
    • Refino e aplicação: O bio-óleo é adaptado para motores, enquanto o biocarvão serve como fertilizante ou fonte energética.

    “Transformamos um problema ambiental em solução. Além de reduzir o lixo, geramos energia renovável e fomentamos a economia local”, explica Cláudio Dariva, coordenador do NUESC e pesquisador do ITP.

    Tecnologia sustentável e parcerias estratégicas

    Com 15 anos de atuação e apoio da Petrobras, ANP e CAPES, o NUESC integrou três etapas-chave na produção: extração de óleo, fabricação de biodiesel e bio-óleo a partir de fluidos pressurizados. O método reduz solventes químicos e aproveita 100% dos resíduos, priorizando a eficiência e a sustentabilidade.

    Impacto econômico e social

    Além dos ganhos ambientais, a iniciativa impulsiona a economia circular:

    • Geração de empregos: Nova cadeia produtiva fortalece o mercado local.
    • Redução de custos: Diminui gastos públicos com limpeza urbana.
    • Energia acessível: Oferece alternativa ao diesel fóssil, ampliando a segurança energética.

    O ITP busca expandir a tecnologia para outras cidades brasileiras, replicando o modelo em regiões tropicais com alto consumo de coco. “É um passo crucial para a transição energética e a gestão inteligente de resíduos”, conclui Dariva.

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  • Etanol de trigo é destaque em capacitação de cooperativas

    Etanol de trigo é destaque em capacitação de cooperativas

    A Embrapa Agroenergia reuniu 25 técnicos ligados à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para encerrar a capacitação “Embrapa e Sistema OCB em trigo tropical”, promovida pela Embrapa Trigo (Passo Fundo-RS) em 2024. O encontro, realizado em Brasília, abordou o potencial do trigo como matéria-prima para etanol, no contexto da transição energética.

    Recebidos pelo chefe-geral Alexandre Alonso, os participantes discutiram a crescente utilização de grãos e cereais para biocombustíveis. Segundo Alonso, o uso do trigo para produção de etanol representa uma oportunidade para unir segurança alimentar, energética e novos negócios para produtores e cooperativas.

    Bruno Laviola, chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento, destacou a importância do encontro para debater desafios e oportunidades do trigo tropical no setor bioenergético. Além disso, ele enfatizou que a transição energética exige fontes renováveis para substituir combustíveis fósseis, reduzindo emissões de gases de efeito estufa.

    Durante sua apresentação, Laviola ressaltou o potencial da agricultura brasileira para impulsionar a transição energética por meio da produção sustentável de biomassa. Já Giovani Faé, chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Trigo, explicou que a capacitação com cooperativas ocorre há uma década, mas 2024 marca o primeiro foco no trigo tropical.

    Faé afirmou que a diversificação da cadeia do trigo e o mercado emergente de etanol amiláceo abrem oportunidades estratégicas para o setor. Ou seja, ele destacou que iniciativas como essa ajudam produtores a obter mais liquidez e aproveitar os benefícios ambientais dessa cultura.

    Em resumo, as palestras, conduzidas pelos pesquisadores Maurício Lopes e Félix Siqueira, abordaram desafios como o controle de micotoxinas em grãos crus no processo produtivo de etanol. Luan Pivatto, técnico da Cooperativa Alfa de Dourados-MS, considerou a capacitação produtiva, especialmente pelas informações sobre biomassa de bambu.

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    Parcerias estratégicas em foco

    Além das discussões técnicas, o evento abriu espaço para possíveis parcerias entre cooperativas e Embrapa Agroenergia. Juliana Evangelista, chefe-adjunta de Transferência de Tecnologia, apresentou os modelos de colaboração, como o programa “Portas Abertas” e o credenciamento junto à Embrapii.

    Portanto, essas iniciativas permitem às empresas utilizar a infraestrutura da Embrapa e receber aporte financeiro para inovação industrial. Segundo Juliana, os recursos da Embrapii podem custear até um terço do valor de cada projeto, com o restante dividido entre a indústria parceira e a Embrapa.

    O evento encerrou com uma visita técnica aos laboratórios e áreas experimentais da Embrapa Agroenergia, liderada pelo supervisor Felipe Carvalho. A capacitação reforçou a importância do trigo tropical na agenda de bioenergia e abriu caminho para novas oportunidades no setor.

  • Sorgo-biomassa: opção para geração de energia no Brasil

    Sorgo-biomassa: opção para geração de energia no Brasil

    Os primeiros testes industriais com briquetes de sorgo-biomassa realizados em outubro deste ano apresentaram resultados promissores, reforçando o potencial dessa planta como uma solução energética sustentável no país. A iniciativa, liderada pela Embrapa em parceria com empresas como a Calmais, busca consolidar a gramínea como uma alternativa viável à madeira em processos industriais, especialmente para geração de energia.

    Pesquisas apontam que o sorgo-biomassa pode substituir até 66% da madeira em processos industriais sem perda do poder calorífico, mantendo teores de cinzas abaixo de 3%. O processo de densificação em briquetes ou pellets, orientado pela Embrapa, facilita o transporte, o armazenamento e a automação industrial, superando desafios como alta umidade e baixa densidade da biomassa.

    “Reduzimos o volume, aumentamos a densidade e otimizamos toda a logística para o uso do sorgo na indústria. É um grande avanço rumo a uma matriz energética mais limpa”, explica Marina Morales, pesquisadora da Embrapa Florestas.

    O híbrido BRS 716, já comercializado no Brasil, apresenta alto desempenho agronômico, adaptabilidade a diferentes regiões e excelente produção de biomassa por hectare, sendo possível realizar todo o cultivo de forma mecanizada.

    Testes industriais e resultados iniciais

    A Calmais, uma das parceiras da Embrapa, demonstrou que briquetes produzidos com sorgo-biomassa apresentam boa densificação e resistência. “Os briquetes formaram-se sem fragmentação, confirmando o potencial da matéria-prima. Estamos otimistas com os próximos passos”, afirmou Antônio Holanda Neto, proprietário da empresa.

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    O sorgo-biomassa também se mostrou vantajoso em condições adversas, como solo raso e baixa disponibilidade hídrica, destacando-se em regiões como o Nordeste brasileiro.

    Essa espécie representa ao País a chance de liderar a transição para uma matriz energética mais limpa, mas depende de investimento contínuo em pesquisa e novas parcerias. Reprodução – Calmais

    A possibilidade de combiná-lo com outras biomassas residuais, como cascas de coco e babaçu, amplia ainda mais suas aplicações industriais.

    Transição energética e sustentabilidade

    O Brasil é um dos maiores consumidores de biomassa para geração de energia, enfrentando pressões para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis. A alta produtividade do sorgo-biomassa, aliada a sua rápida maturação (ciclo inferior a 180 dias), oferece uma solução eficiente e renovável.

    “Com o sorgo-biomassa, podemos promover segurança energética e sustentabilidade. Especialmente em um cenário de crescente demanda por fontes renováveis”, enfatiza Flavio Tardin, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo.

    Apesar do avanço, a consolidação do sorgo-biomassa como alternativa energética depende de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e parcerias industriais. A Embrapa busca ampliar estudos e firmar novos acordos para validar seu uso em diferentes indústrias e regiões.

    O que é o sorgo-biomassa?

    O sorgo-biomassa é uma gramínea de rápido crescimento e alta produção de biomassa, utilizada principalmente para geração de energia. Entre os tipos de sorgo, ele se destaca pelo poder calorífico semelhante ao da cana-de-açúcar e do capim-elefante, sendo uma opção eficiente e sustentável.

    Com sua versatilidade e vantagens ambientais, o sorgo-biomassa surge como uma solução promissora para transformar a matriz energética brasileira e impulsionar a transição para um futuro mais sustentável.

  • Brasil está pronto para fechar acordo com União Europeia

    Brasil está pronto para fechar acordo com União Europeia

    O Brasil está preparado para assinar o acordo entre Mercosul e União Europeia, segundo o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Durante o Fórum Empresarial Itália-Brasil, realizado em São Paulo, o ministro afirmou que o país aguarda apenas a concordância europeia para oficializar o pacto.

    “Estamos prontos. O presidente Lula já manifestou isso de forma enfática. Todos os pontos mais relevantes foram superados”, destacou Costa, ao lado de representantes de governo e lideranças empresariais dos dois países.

    União de forças

    O fórum contou com a presença de Antonio Tajani, vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Itália, Josué Gomes da Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), e Felicio Ramuth, vice-governador de São Paulo.

    Em resumo, Rui Costa enfatizou as oportunidades de investimentos no Brasil, com foco nos projetos de descarbonização e eletrificação da frota de ônibus. Além disso, segundo ele, o Novo PAC oferece incentivos aos municípios para viabilizar essa transição. Portanto, o ministro explicou que a transição energética exige investimentos e que os custos permanecem altos por causa da falta de escala de produção. Além disso, ele citou o Fundo Amazônia e o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima como importantes fontes de recursos.

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    Segurança jurídica

    O ministro também destacou os avanços nas normas institucionais para garantir maior segurança jurídica aos investidores. Ou seja, “o marco regulatório brasileiro na área de energia é uma prova disso, como atestam as empresas italianas que já atuam aqui”, afirmou.

    Rui Costa mencionou ainda a intenção do governo de aprovar uma nova lei de parcerias público-privadas (PPPs) e um novo processo de licenciamento no Congresso Nacional. Ele também destacou projetos de infraestrutura, como o programa Nova Indústria Brasil, que visa fortalecer a indústria nacional até 2033, e os investimentos no modal ferroviário para aumentar a integração do Brasil com outros países do Mercosul.

    O Fórum Econômico Empresarial reúne líderes de Brasil e Itália para discutir o fortalecimento das relações comerciais e explorar novas oportunidades de cooperação. Representantes da Casa Civil, da Secretaria Especial do Novo PAC e da SEPPI também participam do evento.

  • Brasil avança na transição energética com agro sustentável

    Brasil avança na transição energética com agro sustentável

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta terça-feira (8), a Lei do Combustível do Futuro, que visa consolidar o Brasil como líder na transição energética global. O anúncio foi feito durante a Liderança Verde Brasil Expo, em Brasília, com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

    Tecnologias de descarbonização

    Foto: Divulgação – MME

    O evento é o maior do país sobre tecnologias de descarbonização. Lula destacou a capacidade do Brasil em liderar essa revolução energética. “Somos o país com maior potencial em energia eólica, solar, hídrica e hidrogênio verde. A sanção desta lei demonstra que podemos ser uma grande economia global”, afirmou o presidente.

    O ministro Carlos Fávaro reforçou a importância do agronegócio na transição energética. “O agro brasileiro é protagonista nesta mudança. Pequenos, médios e grandes produtores estão impulsionando essa revolução, transformando recursos naturais em biocombustíveis, biogás e biomassa. Estamos avançando com o agro sustentável”, disse Fávaro.

    Investimentos no Brasil

    A nova lei, elaborada pelo Ministério de Minas e Energia, promete atrair investimentos de R$ 260 bilhões e evitar a emissão de 705 milhões de toneladas de CO2 até 2037.

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    Etanol e biodiesel: metas ampliadas

    A legislação também estabelece novos limites para a mistura de etanol na gasolina, que poderá variar de 22% a 35%. Atualmente, o limite máximo é de 27,5%. Já o biodiesel, misturado ao diesel fóssil em 14%, terá o percentual elevado gradualmente até atingir 20% em 2030.

    Programas de incentivo à descarbonização

    A Lei do Combustível do Futuro cria três programas para incentivar a descarbonização do setor de transportes. O Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV) prevê que, a partir de 2027, operadores aéreos deverão reduzir emissões de gases de efeito estufa nos voos domésticos. Em resumo, as metas começam com uma redução de 1% e podem chegar a 10% até 2037.

    Além disso, outro destaque é o Programa Nacional de Diesel Verde (PNDV), que estabelece metas anuais para a adição de diesel verde ao combustível fóssil. Ao mesmo tempo, o Programa Nacional de Descarbonização do Produtor e Importador de Gás Natural incentivará o uso de biometano na matriz energética.

    Captura de carbono como prioridade

    Em resumo, a lei também cria um marco regulatório para a captura e estocagem de carbono, reforçando o compromisso do Brasil com a redução das emissões de gases de efeito estufa. Portanto, até 2037, a expectativa é de que 705 milhões de toneladas de CO2 deixem de ser emitidas.