O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas com perigo potencial para o Norte, Centro-Oeste, Sudeste e parte do Matopiba. As áreas mais afetadas incluem Sul de Minas, Alta Mogiana e Espírito Santo, importantes regiões produtoras de café.
No Rio de Janeiro, as chuvas devem se intensificar nos próximos dias, inclusive na véspera de Natal. Segundo o Inmet, a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera influencia diretamente as condições climáticas no Brasil.
Fenômenos como El Niño-Oscilação Sul (ENOS), no Oceano Pacífico Equatorial, e o gradiente térmico do Atlântico Tropical alteram os padrões de chuva. “Águas mais quentes no Atlântico Tropical Sul aumentam as chuvas no Norte do Brasil. Já águas mais frias no Atlântico Tropical Norte reduzem essas precipitações”, explica o boletim do instituto.
Nesta penúltima segunda-feira de 2024, pancadas de chuva devem atingir quase todo o país, com volumes capazes de causar transtornos em áreas agrícolas.
No Sudeste, a previsão indica chuvas em praticamente todos os estados. No Sul, embora a maioria das áreas esteja fora do alerta, o litoral do Paraná pode registrar pancadas moderadas a fortes.
A região Centro-Oeste segue em alerta, com previsão de chuvas intensas em várias áreas. No Norte, os temporais devem atingir Tocantins, Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Acre.
No Nordeste, o Maranhão pode enfrentar temporais no centro-sul do estado. Além disso, tem previsão de chuva de moderada a forte nas regiões de São Luís, Teresina, oeste da Bahia e Vale do São Francisco.
Portanto, os agricultores devem ficar atentos às previsões e tomar medidas preventivas para diminuir possíveis prejuízos nas lavouras.
As chuvas devem reduzir as temperaturas, mas o calor permanecerá. Ou seja, segundo o Cemaden, as frentes frias nesta época do ano trazem dias abafados e precipitações mais intensas, sem a chegada de ar frio significativo.
São Paulo
No Estado de São Paulo, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para chuvas volumosas e ventos fortes na região oeste. Além disso, na área central, incluindo a capital, há risco de temporais, que podem causar alagamentos e transtornos urbanos.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, a região serrana está em alerta para tempestades. Em resumo, na capital e no restante do Estado, a previsão é de chuva moderada a forte.
Minas Gerais
Em Minas Gerais, o sul do Estado apresenta alto risco de temporais. Na região central, incluindo Belo Horizonte, a chuva deve ser moderada a forte durante a noite. Além disso, no domingo (1/12), a capital mineira pode registrar máxima de 29 °C, segundo o Inmet.
Centro-Oeste
No Centro-Oeste, as chuvas mais intensas devem atingir Goiás e Mato Grosso do Sul, com acumulados de até 100 milímetros. Já Mato Grosso e o Distrito Federal terão precipitações mais leves.
No Norte, as chuvas ocorrem de forma isolada, especialmente no Acre, em Rondônia e no oeste do Amazonas. Em Manaus, as temperaturas continuam elevadas, acima dos 29 °C.
No Nordeste, não há previsão de chuva para o fim de semana. Municípios do interior de Pernambuco, Maranhão e Piauí podem registrar máximas próximas de 40 °C.
Região Sul terá temporais localizados
No Sul, a previsão indica temporais no norte do Rio Grande do Sul, especialmente no domingo. Chuvas fortes podem atingir Santa Catarina e Paraná, mas tempestades não devem ocorrer.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alertas de chuvas intensas para o Sudeste e Centro-Oeste nesta quarta-feira (13). Em resumo, uma frente fria vinda do Sul deve atingir São Paulo, espalhando precipitações intensas pela região central do país até o Amazonas.
Centro-Oeste e Sudeste terão chuvas volumosas
A combinação de ar quente e úmido causará instabilidades em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Ou seja, os acumulados podem superar 100 milímetros, motivando novos alertas do Inmet. Ao mesmo tempo, na capital paulista, as temperaturas cairão, com máxima prevista de 20 °C.
A frente fria, que chegou ao Sul no início da semana, avançará para o oceano, alinhando um canal de umidade. Portanto, esse sistema provocará as chuvas mais expressivas nas áreas centrais e no Sudeste do Brasil.
Tempo estável retorna ao Sul
Com o afastamento da frente fria, o tempo ficará firme no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Até sexta-feira (15), o clima permanecerá estável. No entanto, pancadas de chuva devem retornar no final de semana, mantendo-se nos dias seguintes.
No Norte, calor e alta umidade intensificam as instabilidades. Rondônia, centro-sul do Tocantins, Pará e Amazonas podem registrar acumulados superiores a 100 mm em algumas áreas. Em outras partes da região, as chuvas serão isoladas, com acumulados menores no Pará e Amapá.
Nordeste terá aumento de nebulosidade
No Nordeste, o leste da região segue com tempo quente e seco. Entretanto, o sul da Bahia, Piauí e Maranhão devem registrar aumento de nebulosidade e acumulados acima de 50 mm até o feriado. A partir do final de semana, a maioria da região terá tempo seco, com chuvas leves no leste baiano.
A semana será marcada por temperaturas abaixo de 5°C na região Sul e acumulados superiores a 150 mm no Centro-Oeste.
Centro-Oeste terá chuvas fortes e risco de temporais
A região Centro-Oeste terá pancadas de chuva, especialmente em Goiás e Mato Grosso, com risco de temporais e rajadas de vento de até 60 km/h. Os acumulados podem variar entre 100 e 150 mm, o que pode prejudicar as atividades no campo.
Mato Grosso do Sul terá tempo firme, com chuvas isoladas no norte do estado, favorecendo a safra 2024/2025.
Sul terá frio intenso e chuvas irregulares
Hoje (11), o Sul terá poucas chuvas, concentradas no centro e noroeste do Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina. Nas demais áreas, incluindo Paraná e capitais, o tempo seguirá firme. Em resumo, nos próximos cinco dias, o acumulado de chuva pode variar entre 40 e 50 mm no leste do Paraná, leste de Santa Catarina e nordeste do Rio Grande do Sul, mantendo boa umidade do solo.
No oeste do Paraná e oeste de Santa Catarina, o tempo será predominantemente seco. Ao mesmo tempo, no oeste do Rio Grande do Sul, o acumulado deve ficar em 20 mm, sem comprometer atividades agrícolas. Além disso, há alerta para temporais nos três estados, com rajadas de vento e queda de granizo até amanhã.
Uma frente fria trará ar polar na terça-feira à noite, derrubando temperaturas até o final da semana. Portanto, a serra gaúcha e catarinense terão mínimas abaixo de 5°C, com risco de geada entre quarta e sexta-feira.
Sudeste terá clima ameno e chuvas pontuais
No Sudeste, a chuva forte dará lugar a pancadas no norte, noroeste e Triângulo Mineiro. Em resumo, o tempo ficará firme no centro-sul de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, com sol e temperaturas amenas.
Nos próximos dias, o acumulado pode chegar a 150 mm no centro-sul de Minas e Rio de Janeiro. No Espírito Santo e norte mineiro, o volume será de 50 mm, mantendo boa umidade do solo. Em São Paulo, a semana terá tempo firme, favorecendo o campo, com mínimas entre 12°C e 14°C, sem risco de geada.
A frente fria continuará atuando no Nordeste, com pancadas fortes na Bahia, sul do Maranhão e Piauí. Salvador, Ilhéus e Porto Seguro devem registrar chuvas intensas.
Nos próximos cinco dias, o acumulado no oeste da Bahia, Maranhão e Piauí poderá atingir 100 mm, beneficiando o solo. Portanto, nas demais áreas, a semana será quente e seca, com máximas de até 35°C, elevando o risco de incêndios.
Norte terá chuvas em todas as áreas
No Norte, temporais são esperados no Amazonas, Acre, sul do Pará, Tocantins e Rondônia. Ou seja, os acumulados podem variar entre 80 e 100 mm, ajudando a recuperar pastagens e melhorando lentamente a situação dos rios. No centro-norte do Pará, Amapá e Roraima, o acumulado será de cerca de 50 mm, iniciando a reversão do déficit hídrico.
O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) alerta que o fim de semana será marcado por chuvas intensas em diversos estados do Brasil. Além disso, o destaque fica para as regiões Centro-Oeste, Sudeste e parte do Sul.
Chuvas intensas
Em resumo, a previsão indica acumulados de até 100 mm em 24 horas em áreas do sul de Minas Gerais, Serra da Mantiqueira, Vale do Paraíba, litoral norte de São Paulo, Costa Verde e região serrana do Rio de Janeiro.
As instabilidades começam a se intensificar na madrugada de sexta-feira (18), trazendo condições climáticas severas para o oeste de Santa Catarina, oeste do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul. Ou seja, ao longo do dia, as áreas mais afetadas incluem o restante de Mato Grosso do Sul, norte do Paraná, sul de Mato Grosso e Goiás, Triângulo Mineiro e interior de São Paulo. Nessas regiões, pode haver a formação de uma linha de instabilidade, com tempestades se deslocando como um sistema único.
Além da chuva forte, o INMET alerta para rajadas de vento acima de 60 km/h. Os meteorologistas também alertam para trovoadas e possibilidade de queda de granizo, especialmente nas áreas do Centro-Oeste e Sudeste. Em resumo, uma área de baixa pressão causa essas condições. Elas também estão associadas ao ar frio nos níveis médios da atmosfera, que intensifica a formação de nuvens carregadas.
O órgão ressalta que o sistema meteorológico atual ajuda a canalizar umidade, gerando instabilidades e promovendo chuvas significativas. A área afetada se estende do norte da região Sul ao sul da Bacia Amazônica, além do oeste do Nordeste.
O INMET, vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), representa o Brasil na Organização Meteorológica Mundial (OMM) desde 1950.
Uma densa nuvem de poeira e fumaça tem envolvido o céu do interior de São Paulo, criando uma atmosfera opressiva e preocupante para os moradores. As intensas queimadas que assolam a região, principalmente em áreas rurais, estão diretamente causando essa situação. As queimadas, comuns nesta época do ano devido à seca prolongada e ao uso do fogo como prática agrícola, têm se intensificado. Além disso, a fumaça gerada é carregada pelo vento, formando uma cortina que cobre vastas áreas.
Nesta tarde sábado, uma densa nuvem de poeira e fumaça tem dominado o céu do interior de São Paulo, especialmente nas regiões de Ribeirão Preto e arredores. O fenômeno é resultado de queimadas que se intensificaram devido às condições climáticas adversas, como a seca prolongada e as altas temperaturas que afetam a agricultura local.
A nuvem de fumaça tem causado um aumento nos atendimentos médicos relacionados a doenças respiratórias, como bronquite e asma. As autoridades de saúde pública estão alertando a população para os riscos associados à inalação de fumaça, especialmente em grupos vulneráveis, como crianças e idosos.
Prejuízo em todos os setores
A combinação de fumaça e poeira suspensa no ar reduziu significativamente a visibilidade, afetando não apenas o tráfego nas estradas, mas também a qualidade do ar. Em várias cidades, os moradores relatam dificuldades respiratórias e irritações nos olhos, agravadas pela baixa umidade e altas temperaturas. As autoridades de saúde têm alertado a população para os riscos, especialmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios crônicos, como asma e bronquite.
O agronegócio, principal motor econômico da região, também sofre os impactos. A fuligem que se deposita sobre as lavouras pode prejudicar a qualidade dos produtos. Enquanto a falta de chuvas dificulta o controle das queimadas e a recuperação das áreas afetadas., Além disso, plantações e pastagens atingidas pelas chamas, geram prejuízos consideráveis aos produtores.
Além do impacto direto na produtividade agrícola, a poluição atmosférica também pode interferir nas atividades de polinização e prejudicar a saúde dos animais. Em algumas áreas, as queimadas têm atingido tamanha intensidade que matam gado e outros animais de criação.
Governo se mobiliza
As autoridades locais têm se mobilizado para combater os focos de incêndio, mas a situação continua crítica, com novos focos surgindo a cada dia. A expectativa é de que, com a chegada de chuvas previstas para as próximas semanas, a situação comece a melhorar. Até lá, a população do interior de São Paulo enfrenta um cenário difícil, em que o céu encoberto por fumaça e poeira se tornou uma lembrança constante da destruição causada pelas queimadas.
O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) realizou um sobrevoo na manhã deste sábado (24) sobre regiões do interior de São Paulo atingidas por incêndios ocorridos na sexta-feira (23).
A nuvem de poeira e fumaça que toma conta do céu no interior de São Paulo é um alerta sobre os desafios enfrentados pela agricultura e pela saúde pública na região. Com a combinação de fatores climáticos e práticas inadequadas, é crucial que medidas eficazes sejam implementadas para proteger as lavouras e garantir a saúde da população. Além disso, a conscientização e a adoção de práticas sustentáveis são fundamentais para enfrentar esse problema e preservar o meio ambiente.
PAM – Programa de Aúxulio Mútuo
O PAM é um programa que coordena ações para combater incêndios e minimizar riscos. Almir Torcato, gestor executivo da Canaoeste, explicou que a associação oferece aos membros um sistema de monitoramento via satélite. “Combatemos os incêncios com um plano integrado entre os produtores, utilizando informações de satélite. Monitoramos as propriedades dos associados e áreas públicas”, destacou Torcato.
Queimadas mudam o cenário no interior de São Paulo
Ele enfatizou que os produtores não têm interesse em incendiar suas plantações, uma prática abandonada desde 2017, quando o setor passou a adotar a colheita mecanizada. “O setor não mede esforços para combater os focos de incêndio, que prejudicam o meio ambiente e causam enormes prejuízos financeiros”, acrescentou.
Torcato alertou para as condições climáticas que favorecem a proliferação de incêndios nesta época do ano. Além disso, ele destacou a necessidade de conscientização da população, especialmente sobre evitar o descarte de cigarros e a realização de churrascos em áreas próximas às plantações.
Queimadas
A Canaoeste emitiu uma nota de repúdio aos incêndios criminosos que vêm afetando propriedades rurais na região. No documento, a associação reforça que os produtores e usinas não são responsáveis pelos incêndios. Desde o protocolo “Etanol Mais Verde”, firmado em 2017, o setor se comprometeu com a preservação ambiental e a eliminação das queimadas como método de colheita.
A associação também explicou os impactos dos incêndios nas lavouras de cana. “Um canavial atingido pelo fogo pode se deteriorar em poucos dias. Resultando em perda da qualidade dos açúcares, aumento de impurezas e decomposição dos tecidos vegetais, tornando a cana inadequada para o processamento industrial”, afirmou.
Além disso, os incêndios ainda geram prejuízos econômicos diretos aos produtores, além de implicações legais. Em resumo, as multas podem variar de R$ 1.000,00 a R$ 7.000,00 por hectare queimado. Sem contar a obrigação de reparação dos danos ambientais e a responsabilização criminal.
Uma forte onda de frio provocou geada em 41 municípios em Mato Grosso do Sul na manhã deste sábado (10). A menor temperatura foi registrada em Rio Brilhante, a 161 quilômetros de Campo Grande, onde os termômetros marcaram 0,2ºC. A sensação térmica no local chegou a -0,6ºC, por volta das 6h.
Em Campo Grande, os termômetros registraram mínima de 4,8ºC, com sensação térmica de -0,5ºC. Em Amambai, a temperatura chegou a 1,7ºC, com sensação térmica de 0ºC. Itaporã registrou 1,6ºC e sensação térmica de -0,4ºC, enquanto Ponta Porã teve 3,9ºC com sensação de -0,1ºC. O frio também foi intenso em Aral Moreira (2,4ºC), Jardim (2,5ºC), Sidrolândia (2,6ºC), Nova Alvorada do Sul (2,7ºC), Caarapó (3,2ºC) e Sete Quedas (3,9ºC). Outras cidades afetadas incluem Juti (3,8ºC), Laguna Carapã (3,1ºC), Porto Murtinho (2,9ºC), Bonito (3,1ºC), Maracaju e Nova Andradina (3,7ºC), Bandeirantes (3,9ºC) e Dourados (4,5ºC).
Previsão de tempo e clima para os próximos dias
O Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) prevê que o tempo firme e ensolarado voltará a predominar, com variação de nebulosidade. O ar frio deve avançar por todas as regiões, podendo estabelecer novos recordes de temperatura mínima em 2024 em alguns municípios. Além disso, esta pode ser a massa de ar frio mais intensa registrada até agora em 2024.
No domingo (11), as temperaturas seguirão baixas ao amanhecer, mas as máximas estarão em gradativa elevação, podendo atingir valores entre 23-28°C nas regiões sudoeste, pantaneira, norte e bolsão. As temperaturas mínimas previstas para as regiões sul, leste, sudoeste e sudeste variam entre 3-8°C, com máximas entre 15-24°C. Na região pantaneira, as mínimas devem ficar entre 6-12°C e as máximas entre 19-25°C. No norte e bolsão, esperam-se mínimas entre 8-11°C e máximas entre 21-28°C. Em Campo Grande, as mínimas previstas são de 6-9°C e as máximas de 18-24°C.
Os ventos, inicialmente do quadrante sul/sudoeste, devem mudar para o quadrante leste ao longo de domingo, com velocidades entre 30-50 km/h e rajadas pontuais acima de 50 km/h.
A tendência meteorológica para os próximos dias indica a possibilidade de chuvas de até 60 mm até 18 de agosto. Em resumo, os maiores volumes são esperados nas regiões sudoeste/oeste, extremo sul, sudeste, leste e central do estado.
Neste domingo (30), Santa Catarina registrou a menor temperatura do ano, com termômetros marcando -7,2°C em Urupema. O amanhecer também trouxe congelamento de pistas e formação de geada em diversas regiões do estado. A Defesa Civil emitiu uma nota sobre o monitoramento das temperaturas.
Na noite de sábado (29) e na manhã deste domingo (30), as estações meteorológicas oficiais registraram temperaturas mínimas em várias cidades. Além de Urupema, São Joaquim atingiu -6,5°C e Urubici registrou -5,3°C, conforme ilustrado abaixo.
Durante a madrugada e o amanhecer, as temperaturas variaram de -7°C a 3°C do extremo Oeste aos planaltos, e de 0°C a 11°C no litoral e no Vale do Itajaí. As temperaturas extremamente baixas resultaram na formação de geada e no congelamento de pistas, encanamentos, plantas e até de lagos e caixas d’água na Serra Catarinense.
Até a manhã desta segunda-feira (01), espera-se que as temperaturas permaneçam negativas ou próximas de 0°C nas áreas mais altas dos planaltos, no Meio-Oeste e na Grande Florianópolis Serrana. No restante do estado, as temperaturas devem variar entre 1°C e 6°C no próximo amanhecer.
Diante da previsão de baixas temperaturas, é essencial seguir algumas recomendações para garantir a segurança e o bem-estar:
Atenção especial à população mais vulnerável, como idosos, crianças, enfermos e pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Abrigue animais domésticos durante as noites frias.
Agasalhe-se bem e beba bastante água.
Evite locais fechados ou com aglomeração de pessoas e mantenha a higiene das mãos.
Essas medidas são fundamentais para enfrentar o rigoroso frio que se instalou em Santa Catarina e garantir a saúde e segurança de todos.
O Rio Grande do Sul deve ter chuva e queda acentuada de temperatura. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no decorrer desta segunda-feira (24/6), uma massa de ar frio seco desloca a instabilidade para o norte do estado e também para Santa Catarina e Paraná. Ou seja, o fenômeno causa chuva e temporais com rajadas de vento acima dos 60 quilômetros por hora. Há também chance de queda de granizo.
Temperaturas
Na terça-feira (25/6), a manhã será fria e com temperaturas abaixo dos 5ºC na serra e áreas do sul do Rio Grande do Sul, inclusive com chance de geada fraca. No fim do dia o tempo volta a instabilizar no estado devido ao recuo do sistema frontal que estava no Paraná.
Tragédia no Rio Grande do Sul
As recentes inundações no Rio Grande do Sul resultaram em perdas significativas para a agricultura. As estimativas apontaram prejuízos que podem ultrapassar a marca dos milhões de reais. Ou seja, o estado, um dos principais polos agrícolas do Brasil, enfrenta agora o desafio de recuperar a produtividade.
A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul informou que as enchentes afetaram mais de 100 mil hectares de plantações, comprometendo culturas como soja, milho e arroz. “A situação é crítica. As enchentes inundaram severamente as áreas mais baixas, resultando na perda total das plantações em muitos casos”, afirmou Covatti Filho, secretário estadual da Agricultura.