Tag: Suíno

  • Preços do suíno vivo e da carne caem novamente

    Preços do suíno vivo e da carne caem novamente

    Os preços do suíno vivo e da carne registram queda pela terceira semana seguida em todas as regiões monitoradas pelo Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, a baixa liquidez no mercado atacadista e a oferta elevada de animais pressionam as cotações. Com a demanda doméstica enfraquecida no fim do mês, frigoríficos reduzem os valores para melhorar a liquidez e evitar estoques elevados.

    Preços da arroba do boi gordo seguem estáveis em março

    Os preços da arroba do boi gordo mantêm estabilidade desde o início de março. Em São Paulo, as médias variaram entre R$ 309,20 e R$ 312,95. Segundo o Cepea, compradores ajustam os valores com cautela, acompanhando a estabilidade da carne no atacado. Frigoríficos operam com escalas de abate entre cinco e sete dias, enquanto pecuaristas resistem a vender por preços menores. No mercado externo, as exportações estão aquecidas. Dados da Secex indicam que, até a terceira semana do mês, a média diária de embarques superava em 51% a de março de 2024, com preços em reais 24% superiores.

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  • Preço do suíno vivo cai mais de 10% em janeiro; confira

    Preço do suíno vivo cai mais de 10% em janeiro; confira

    Os preços do suíno vivo e da carne recuaram em janeiro em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Em geral, as quedas superaram 10%, refletindo o desaquecimento da demanda. Na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), o animal foi comercializado a R$ 8,02/kg, baixa de 12,4% em relação a dezembro. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça especial suína teve desvalorização de 15,4%, com preço médio de R$ 11,91/kg.

    Em resumo, os pesquisadores do Cepea explicam que as vendas seguiram lentas, como esperado pelo setor. Despesas extras da população e férias escolares, marcam o período e enfraquecem o poder de compra dos consumidores.

    Mercado do boi gordo mantém oscilação

    O Indicador do boi gordo CEPEA/ESALQ variou entre R$ 325 e R$ 327 pela quarta semana consecutiva, com tendência discreta de alta. No mesmo período, a carcaça casada caiu de R$ 22/kg para R$ 21/kg no atacado da Grande São Paulo.

    Segundo o Cepea, frigoríficos seguem cautelosos, aguardando um possível aumento na oferta de animais de pasto. Enquanto isso, pecuaristas tentam elevar os preços a cada nova negociação. Atacadistas consultados afirmam que as vendas de carne bovina permanecem estáveis, garantindo sustentação ao mercado neste período.

    No cenário externo, as exportações registraram queda, o que é comum nesta época do ano e também reflete o Ano Novo chinês.

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  • Prepare o bolso: preço da carne atinge recordes

    Prepare o bolso: preço da carne atinge recordes

    Os preços do suíno vivo seguem em alta, atingindo novos recordes nominais na série histórica do Cepea. Em termos reais, as médias atuais são as maiores desde 2020. Pesquisadores do Cepea afirmam que a maior liquidez no mercado de carne impulsiona frigoríficos a adquirirem mais lotes para abate.

    A alta nos preços da carne bovina também estimula a demanda interna por suínos. Além disso, a oferta doméstica está limitada, cenário agravado pelo bom desempenho das exportações. Em outubro, foram embarcadas 129,7 mil toneladas de carne suína, o segundo maior volume da série histórica da Secex, iniciada em 1997.

    Boi gordo: carcaça casada bate recordes diários

    Desde 1º de novembro, o preço da carcaça casada bovina ultrapassa R$ 22 por quilo, alcançando novos recordes diários. Segundo o Cepea, a demanda aquecida reflete fatores macroeconômicos, como a queda do desemprego, e a proximidade das festas de fim de ano. Isso leva varejistas a reforçar estoques, pagando preços mais altos no atacado.

    No mercado de boi gordo, a dificuldade de adquirir novos animais pressiona a indústria a aumentar os valores da arroba. Além disso, frigoríficos estão reduzindo prazos de pagamento para garantir o abastecimento. O Indicador do boi gordo CEPEA/B3 registra alta acumulada de mais de 5% em novembro.

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    Frango: poder de compra frente ao milho cai ao menor nível

    O poder de compra dos avicultores paulistas em relação ao milho é o mais baixo desde abril de 2023. Conforme o Cepea, o cenário reflete a valorização interna do milho e o enfraquecimento dos preços do frango vivo. Além disso, a média parcial de novembro mostra queda em comparação ao mês anterior.

    Apesar de certa estabilidade nos preços do frango, alguns agentes, visando desovar estoques, reduziram valores. Já no mercado de milho, a forte demanda doméstica e a valorização internacional sustentam as altas nos preços.

     

  • Preço da carne está mais caro, entenda os motivos

    Preço da carne está mais caro, entenda os motivos

    O preço da carne de frango registrou alta pelo terceiro mês consecutivo em outubro, conforme dados do Cepea. A demanda aquecida e a maior competitividade em relação à carne bovina explicam esse avanço, segundo pesquisadores do centro. Com a procura por alternativas mais acessíveis, como o frango, o mercado doméstico observou um impulso nas vendas, possibilitando reajustes positivos nos valores do produto.

    A carne suína também apresentou aumento de preços, fechando outubro com a média mensal em alta pelo sexto mês consecutivo. Especialistas do Cepea apontam que o cenário foi favorecido pelo ritmo recorde das exportações brasileiras de carne suína in natura no mês e pela alta demanda no mercado interno. Além disso, a oferta limitada de animais com peso ideal para abate também contribuiu para o movimento de alta.

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    Na pecuária, os preços continuam subindo desde o final de agosto em todas as regiões monitoradas pelo Cepea. Em São Paulo, o Indicador do boi gordo CEPEA/B3 e a carcaça casada no atacado da Grande SP acumularam alta superior a 15% em outubro.

    A intensidade dos reajustes varia entre as regiões, refletindo a oferta local. Desde o final de junho, o boi gordo CEPEA/B3 subiu 40%, enquanto praças do Centro-Norte avançaram entre 44% e 63%. A carcaça casada de boi na Grande São Paulo, referência para o mercado interno, acumulou valorização de 36% no período.

  • Apesar de alta no mês, preço do suíno vivo encerra maio com forte desvalorização

    Apesar de alta no mês, preço do suíno vivo encerra maio com forte desvalorização

    Os preços do suíno vivo caíram neste encerramento de maio, em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

    Dentre as praças monitoradas, Minas Gerais registrou  as desvalorizações mais intensa.

    Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão vem da oferta elevada e da demanda enfraquecida.

    Além disso, o feriado de Corpus Christi nessa quinta-feira, 30, reforçou a baixa liquidez – o menor número de dias úteis na semana reduz as escalas de abate de frigoríficos, resultando em diminuição das compras de novos lotes de animais.

    Pesquisadores do Cepea explicam que, diante da fraca procura, frigoríficos adotaram a estratégia de diminuir os preços, em busca de melhorar as vendas.

    O Indicador do Suíno Vivo Cepea/Esalq registrou queda de 1,76% no Paraná e de 0,48% no Rio Grande do Sul no dia 29 de maio, cotado a R$ 6,13 e R$ 6,20, respectivamente.

    Em São Paulo, o preço do suíno carcaça especial recuou 0,98% no dia 23 de maio, para R$ 10,10 o quilo.

    Apesar da queda nos preços internos, as exportações brasileiras de carne suína acumularam alta de 17,6% nos dois primeiros meses de 2024 em comparação ao mesmo período de 2023.

    Só em fevereiro, o crescimento foi de 24,4%, totalizando 97,8 mil toneladas.