Tag: sucuri

  • Fofura: veja uma sucuri bocejando bem de perto

    Fofura: veja uma sucuri bocejando bem de perto

    Você já viu uma sucuri bocejando? Pode parecer engraçado e até inesperado, mas as cobras também bocejam — e isso tem explicação científica!

    O bocejo é um comportamento comum em muitos animais, inclusive em répteis como as sucuris. Embora não se saiba exatamente todos os motivos, os especialistas apontam algumas hipóteses interessantes:

    Regulação da temperatura corporal: Cobras são animais ectotérmicos, ou seja, dependem do ambiente para controlar sua temperatura. O bocejo pode ajudar a ajustar a temperatura interna da boca e do cérebro, especialmente após períodos de descanso ou antes de atividades.

    Oxigenação e relaxamento muscular: O bocejo pode aumentar a entrada de oxigênio e ajudar a relaxar os músculos da mandíbula e da garganta, preparando a cobra para a caça ou para se movimentar.

    Comunicação e alerta: Em algumas espécies, o bocejo pode ser uma forma de sinalizar desconforto ou estresse, embora isso ainda precise de mais estudos.

    No vídeo, a sucuri bocejando mostra que até esses gigantes silenciosos têm seus momentos de “sono” e relaxamento — um comportamento que nos aproxima ainda mais da natureza fascinante desses répteis.

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  • Pescador flagra sucuri gigante tentando subir em canoa no rio

    Pescador flagra sucuri gigante tentando subir em canoa no rio

    Em uma cena rara e impressionante, um pescador registrou o momento em que uma sucuri gigante se aproximou de sua canoa, como se tentasse subir a bordo. O flagra, feito durante uma pescaria noturna, viralizou nas redes sociais e chamou a atenção de biólogos e amantes da natureza.

    No vídeo é possível que a cobra nadou calmamente até a embarcação, levantando dúvidas sobre seu comportamento. As sucuris, apesar de seu tamanho impressionante, não são agressivas com humanos e raramente atacam, a menos que se sintam ameaçadas.

    Especialistas explicam que esses répteis podem se aproximar de canoas por curiosidade ou em busca de calor, já que são animais ectotérmicos (dependem do ambiente para regular a temperatura corporal). Em dias mais frios, é comum vê-las saindo da água para tomar sol.

    O que fazer ao encontrar uma sucuri?

    • Mantenha a calma: movimentos bruscos podem assustar o animal.
    • Não toque: apesar de geralmente não serem perigosas, elas podem morder se se sentirem encurraladas.
    • Registre à distância: filmar ou fotografar de longe é a melhor opção.

    Esse é apenas mais um caso curioso de sucuris sendo flagradas em rios brasileiros. Em Mato Grosso do Sul, turistas registram normalmente cobras tomando sol nas margens. Esses encontros já viraram parte das viagens turísticas para os amantes da natureza.

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  • Sucuri gigante surpreende trabalhadores em tanque d’água

    Sucuri gigante surpreende trabalhadores em tanque d’água

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostra cinco homens tentando capturar uma sucuri gigante que apareceu em um tanque d’água. A tentativa de remoção do réptil se transforma em uma cena cômica. Em meio à confusão, um dos homens escorrega e cai, provocando risos entre os presentes.

    A sucuri, uma das maiores serpentes do mundo, é conhecida por habitar áreas alagadas e rios na América do Sul. Apesar de não ser peçonhenta, sua força muscular permite que capture presas de grande porte por constrição. Especialistas alertam que, ao encontrar uma sucuri, o ideal é manter distância e acionar os órgãos ambientais competentes para a remoção segura do animal.

    Para mais informações sobre como lidar com animais silvestres, recomenda-se consultar o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ou o órgão ambiental local.

    Não é recomendado ter contato com serpentes sem conhecimento de como manipular as espécies. Por isso é sempre importante um apoio profissional.

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  • Sucuri gigante vira atração inesperada no Rio Tietê

    Sucuri gigante vira atração inesperada no Rio Tietê

    No miolo do estado de São Paulo, onde o Rio Tietê desliza preguiçoso entre matas e turbinas, uma visitante inusitada roubou a cena na última semana: uma sucuri gigante resolveu dar o ar da graça na eclusa da Usina Hidrelétrica de Barra Bonita, deixando boquiabertos turistas, moradores e estudantes em excursão.

    A aparição não foi só um susto, foi uma aula. Com o sol refletindo nas águas e os celulares a postos, o que era pra ser só mais um passeio virou um encontro direto com o selvagem. Professores aproveitaram o momento para explicar, ali mesmo, a importância da coexistência com a fauna brasileira.

    O réptil, que pode ultrapassar 6 metros e pesar mais de 100 quilos, surgiu enrolado, deslizando lentamente como se soubesse que era estrela do dia. A sucuri gigante, normalmente avessa a encontros humanos, se apresentou no palco menos provável. Mesmo sendo um animal típico de áreas mais afastadas, a sucuri encontrou ali um ponto de passagem.

    A eclusa, com seus 148 metros de comprimento e 12 de largura, foi projetada para permitir que embarcações superem o desnível de 26 metros do rio em apenas 12 minutos. Inaugurada em 1973, a estrutura é usada, por exemplo, tanto para navegação como para fins turísticos — sendo a primeira da América do Sul a receber visitantes com esse objetivo.

    O Rio imponente

    O Tietê, esse velho conhecido dos paulistas, nasce em Salesópolis, na Serra do Mar, e corta o estado por 1.136 quilômetros até desaguar no Paraná. Por séculos, serviu de caminho aos bandeirantes. Hoje, ainda sofre — e muito — com a poluição nas regiões mais urbanizadas. Mas em Barra Bonita, onde o rio reencontra um pouco da dignidade perdida, ainda é possível pescar, remar e até esbarrar com uma sucuri.

    O episódio portanto não passou despercebido pelos operadores da usina, que reforçaram a importância de manter o equilíbrio entre o progresso e a preservação.

    Foto: Memória do Transporte Brasileiro

    A eclusa, que já era símbolo da inteligência humana para driblar os obstáculos da natureza, agora carrega um novo significado: o de que, mesmo cercada por máquinas, a vida insiste. E aparece. Grande, molhada e silenciosa. Como um poema escorregadio, que nos lembra que, por mais concreto que se derrame, o bicho ainda mora logo ali.

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  • Sucuri de 6 metros é flagrada de ‘barriga cheia’ após refeição

    Sucuri de 6 metros é flagrada de ‘barriga cheia’ após refeição

    Com cerca de 6 metros de comprimento, uma sucuri foi flagrada no córrego Benfica, em Aquidauana, Mato Grosso do Sul, exibindo um ventre dilatado após uma refeição substancial. O registro foi feito no Condomínio Paraíso das Águas.

    A serpente, que se movia lentamente nas águas rasas, chamou atenção pelo volume do corpo, indicando que havia se alimentado recentemente.

    As sucuris, conhecidas por sua força e habilidade como predadoras, possuem hábitos alimentares fascinantes. Além disso, esses répteis são constritores poderosos, enrolando-se em torno de suas presas para sufocá-las antes de engoli-las inteiras. Com mandíbulas flexíveis e dentes voltados para trás, conseguem consumir animais maiores que suas cabeças. Entre suas presas estão capivaras, jacarés e até cervos.

    O processo digestivo da sucuri é lento e complexo. Sendo assim, após engolir a presa, o estômago começa a decompor os tecidos com enzimas digestivas e sucos gástricos. Esse processo pode durar dias ou semanas, dependendo do tamanho da presa e da temperatura ambiente. Durante esse período, a sucuri busca locais seguros para descansar, já que sua mobilidade fica reduzida devido ao peso da refeição.

    A cena da sucuri de quase 6 metros e ‘barriga cheia’ registrada em Aquidauana reflete o ciclo natural desses animais impressionantes. A observação à distância não apenas garante a segurança humana como também preserva o equilíbrio ecológico da região.

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  • Pesquisadores descobrem nova espécie de Cobra-Papagaio

    Pesquisadores descobrem nova espécie de Cobra-Papagaio

    Pesquisadores do Mapinguari – Laboratório de Biogeografia e História Natural de Anfíbios e Répteis do Instituto de Biociências (Inbio) – descobriram uma nova espécie de cobra-papagaio no Cerrado brasileiro, reforçando a riqueza da biodiversidade desse bioma ameaçado. A Leptophis mystacinus se destaca por seu padrão de coloração vibrante, com duas faixas verdes dorsolaterais separadas por uma linha vertebral amarelada. O nome da espécie faz referência a uma faixa pré-ocular preta que se estende de um olho ao outro, lembrando um “bigode”.

    A identificação da nova espécie teve início a partir dos estudos do professor Nelson Rufino, especialista no grupo Leptophis. “Em 2023, enquanto estava como professor visitante nos Estados Unidos, conversei com o professor Nelson, que mencionou um bicho diferente no Cerrado que ele havia encontrado em sua tese, mas ainda sem muitas evidências para descrevê-lo”, relata o professor Diego Santana. A partir disso, foram feitas análises genéticas que comprovaram que se tratava de uma espécie nova.

    Foto: Divulgação – Leandro Alves da Silva

    Os pesquisadores também perceberam uma conexão evolutiva entre espécies do mesmo gênero. A nova cobra-papagaio do Cerrado é parente próxima da Leptophis dibernardoi, encontrada na Caatinga. “Isso é bem comum para vários répteis, pois o Cerrado e a Caatinga compartilham um histórico evolutivo similar”, explica Santana.

    Hábitos Diurnos

    As cobras-papagaio são conhecidas por seus hábitos diurnos e arborícolas, sendo predadoras ágeis de pequenos vertebrados. Além disso, a Leptophis mystacinus possui características que a diferenciam de suas parentes mais próximas. “Ela tem essa faixa preta que atravessa os olhos e se prolonga pelo corpo, o que não acontece em outras espécies”, destaca o professor. Além da coloração, a morfologia também se mostrou distinta, especialmente na estrutura do hemipênis, o órgão copulador dos machos, que possui detalhes exclusivos nesta espécie.

    O processo de descrição de uma nova espécie envolve um trabalho minucioso de identificação e comparação. “Quando encontramos um animal que parece diferente, comparamos com artigos científicos, materiais de coleções zoológicas e, se necessário, fazemos análises genéticas”, explica Santana. Portanto, essa descoberta não apenas enriquece o conhecimento sobre a biodiversidade do Cerrado, mas também alerta para a urgência de proteger esse bioma, que enfrenta ameaças crescentes devido ao desmatamento.

    Foto: Divulgação – Leandro Alves da Silva

    Assim, de acordo com o professor, a descoberta da Leptophis mystacinus reforça a importância contínua das pesquisas no Mapinguari, que tem descrito diversas espécies novas nos últimos anos. “Cada espécie descrita é uma peça a mais no quebra-cabeça da nossa história natural”, conclui Santana.

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  • História de pescador: guia de pesca fisga sucuri no Rio Araguaia

    História de pescador: guia de pesca fisga sucuri no Rio Araguaia

    Um guia de pesca esportiva passou por uma situação inesperada ao fisgar uma cobra sucuri. O momento aconteceu durante uma pescaria no Rio Araguaia, em Nova Crixás, região noroeste de Goiás. O vídeo surpreendente foi registrado e compartilhado nas redes sociais pelo guia Maicon Douglas Ferreira.

     

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    Uma publicação compartilhada por @agroemcampo

    A gravação, feita no Distrito de Bandeirantes, mostra o exato instante em que a sucuri aparece presa ao anzol. O gancho ficou localizado logo abaixo da cabeça da cobra. O vídeo rapidamente se tornou viral, acumulando mais de 67 mil visualizações, 345 curtidas e 208 compartilhamentos até a manhã desta segunda-feira (24).

    “Já vi pegar de tudo, agora sucuri no anzol nunca vi, é a primeira vez na minha vida. Olha aí a braba”, comenta Maicon enquanto registra o momento.

    Rio Araguaia: um paraíso natural repleto de biodiversidade

    Com 2.627 quilômetros de extensão, o Rio Araguaia é um dos mais importantes cursos d’água do Brasil, atravessando os estados de Goiás, Mato Grosso, Tocantins e Pará. Conhecido por suas belezas naturais, o rio abriga uma rica biodiversidade, sendo habitat de diversas espécies, como a sucuri (Eunectes murinus) e a jiboia (Boa constrictor).

    Além das sucuris, é possível encontrar no Araguaia animais como o cervo-do-pantanal, a ariranha e o jacaré-açu, espécies que fazem parte do equilíbrio ecológico da região. Além disso, o rio também é um destino muito procurado por pescadores esportivos, que buscam exemplares de peixes como tucunaré, pirarucu e jaú.

    Por fim, o caso inusitado registrado no vídeo reforça a presença marcante da fauna local e a importância da preservação desse ecossistema único.

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  • Sucuri-verde de 4 metros mata cachorro em Várzea Grande

    Sucuri-verde de 4 metros mata cachorro em Várzea Grande

    No último sábado, 15 de março, uma sucuri-verde de aproximadamente 4 metros atacou e matou um cachorro sem raça definida no bairro Jardim Novo Mundo, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Moradores da área registraram o incidente ao filmarem o momento em que a cobra se encontrava enrolada no animal em uma área de mata.

    Segundo a moradora Fátima Regina, esse já é o quarto cachorro atacado por cobras na região. A Polícia Militar Ambiental compareceu ao local e conseguiu fazer com que a sucuri soltasse o cachorro, mas o animal não resistiu ao ataque. Os policiais orientaram a população a não se aproximar dos animais em circunstâncias semelhantes.

    Características da sucuri-verde

    A sucuri-verde, Eunectes murinus, é a maior serpente das Américas do Sul, Central e do Norte. Ela pode atingir até sete metros e pesar mais de 130 kg. Embora não seja venenosa, é uma cobra constritora que mata suas presas por asfixia, enrolando-se nelas até que elas não consigam respirar. Além disso, a sucuri se alimenta de carne e caça por espreita, principalmente à beira da água, com maníferos, aves, répteis e peixes sendo suas principais presas.

    A sucuri-verde é encontrada em 20 estados brasileiros, sendo mais comum na região Norte. Existem outras duas espécies de sucuris no Brasil. A sucuri-malhada (Eunectes deschauenseei), encontrada no Amapá e Pará, e a sucuri-amarela (Eunectes notaeus), presente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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  • Sucuri de quase 5 metros é capturada na Bahia

    Sucuri de quase 5 metros é capturada na Bahia

    Uma sucuri de aproximadamente 5 metros de comprimento e pesando cerca de 60 quilos foi capturada nesta semana na rede de esgoto da cidade de Euclides da Cunha, no nordeste da Bahia. O caso chamou a atenção dos moradores e ganhou repercussão regional pela dimensão do animal e pelo local em que foi encontrado — em plena zona urbana.

    Trabalhadores que faziam manutenção no sistema de esgotamento sanitário localizaram a cobra. Ao notarem movimentos incomuns em uma das galerias subterrâneas, acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros. Após uma operação delicada, a equipe especializada conseguiu conter o animal sem ferimentos e realizar a remoção de forma segura.

    Segundo os bombeiros, a sucuri, também conhecida como anaconda, pertence à espécie Eunectes murinus, considerada uma das maiores serpentes do mundo. Apesar de imponente, esse tipo de animal não é venenoso e, normalmente, evita o contato com seres humanos. No entanto, o aparecimento em áreas urbanas levanta preocupações sobre o avanço das cidades sobre habitats naturais e a busca dos animais silvestres por refúgio ou alimento.

    Animal solto em área de preservação

    Após a captura, a equipe transportou a sucuri e a soltou em uma área de preservação ambiental da região, onde ela poderá retomar seu ciclo natural longe da presença humana. A operação seguiu todos os protocolos ambientais estabelecidos pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

    Autoridades ambientais ressaltam a importância da população manter a calma e acionar os órgãos competentes em casos como este. A retirada de animais silvestres sem o devido preparo pode representar riscos tanto à saúde humana quanto à vida do próprio animal.

    Sucuris e o convívio com áreas urbanas

    O aparecimento de sucuris em regiões urbanizadas tem se tornado mais frequente em diferentes partes do país. Isso especialmente em períodos de fortes chuvas ou obras que alteram o ecossistema local. As redes de esgoto, bueiros e córregos canalizados acabam funcionando como corredores para o deslocamento desses animais.

    Especialistas alertam que o desmatamento, a ocupação desordenada de áreas naturais e a poluição de rios contribuem diretamente para o desequilíbrio ambiental. Portanto, favorecendo encontros inesperados entre fauna silvestre e seres humanos.

    Prevenção e orientação

    O Corpo de Bombeiros e órgãos ambientais recomendam que, ao avistar uma serpente ou outro animal silvestre, a população evite qualquer tentativa de aproximação ou captura. O ideal é isolar o local e acionar os profissionais por meio dos canais oficiais.

    A ocorrência em Euclides da Cunha serve de alerta para a necessidade de planejamento urbano sustentável e de maior atenção à conservação dos habitats naturais.

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  • Turistas registram sucuri gigante em cachoeira

    Turistas registram sucuri gigante em cachoeira

    Um vídeo gravado por turistas em Jardim, cidade localizada no sul de Mato Grosso do Sul, está chamando atenção nas redes sociais ao mostrar uma sucuri deslizando calmamente pelas águas de uma cachoeira. O registro, compartilhado pelo perfil Dicas de Mochileiros no Instagram, já acumula milhares de visualizações e reações, destacando a riqueza da biodiversidade local.

    A cena foi capturada em uma das quedas d’água da região, conhecida por atrair aventureiros em busca de paisagens intocadas. Nas imagens, a sucuri – uma das maiores serpentes do mundo – aparece em movimento harmonioso, despertando curiosidade sobre a coexistência entre a fauna silvestre e os pontos turísticos. Especialistas já destacaram em publicações anteriores que avistamentos como esse reforçam a importância da preservação ambiental em áreas de ecoturismo.

    Jardim: paraíso natural no coração do Pantanal

    A cidade de Jardim, a 240 km de Campo Grande, é um dos destinos mais procurados por quem busca conexão com a natureza. Além de abrigar cachoeiras cristalinas, a região faz parte do circuito do Bonito, famoso por rios de águas transparentes, grutas e mergulhos em meio à vida aquática. A Boca da Onça, considerada a maior cachoeira de Mato Grosso do Sul, é um dos cartões-postais locais, frequentemente associada a roteiros de aventura e observação de fauna.

    Jardim, distante apenas 50 km de Bonito, integra o complexo turístico da Serra da Bodoquena. A cidade, fundada em 1946, possui uma área de 2.201,5 km² e aproximadamente 26 mil habitantes, oferece uma variedade de atrativos naturais. A zona rural de Jardim se destaca por suas paisagens preservadas e atividades de ecoturismo.

    A proximidade de Bonito faz com que muitas atrações atribuídas à cidade vizinha estejam, na verdade, localizadas em Jardim. Entre os destaques, estão o Recanto Ecológico Rio da Prata, onde se realiza um famoso passeio de flutuação em águas cristalinas, e a Lagoa Misteriosa, conhecida por suas águas de profundidade desconhecida.

    Além das flutuações, os visitantes podem desfrutar do Balneário Jardim Ecopark, com áreas para banho, prática de esportes e lazer, e do Buraco das Araras, uma formação geológica que abriga diversas aves. As águas da região são tão transparentes que permitem observar a vida subaquática sem equipamentos especiais.

    O vídeo da sucuri ressalta ainda o potencial de Jardim como laboratório vivo para estudos biológicos e turismo sustentável. Autoridades locais já destacaram em materiais promocionais que a cidade investe em infraestrutura para receber visitantes sem comprometer os ecossistemas, seguindo normas rígidas de conservação.

    Impacto nas redes e dicas para visitantes

    O perfil Dicas de Mochileiros, que compartilhou o vídeo, é conhecido por divulgar rotas off-road e experiências autênticas em destinos pouco explorados. Seguidores comentaram sobre a “grandiosidade da natureza” e a “importância de respeitar os animais em seu habitat”. Para quem planeja visitar a região, recomenda-se contratar guias credenciados, evitar interferências na vida selvagem e seguir normas de segurança estabelecidas pelos parques.

    Enquanto o registro da sucuri segue viralizando, Jardim consolida sua imagem como um santuário ecológico, onde a aventura e a conservação caminham lado a lado. Uma prova de que, mesmo em meio ao crescimento do turismo, a natureza ainda surpreende com seus espetáculos invisíveis.

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