Tag: suco

  • Cajuína é eleita uma das piores bebidas do Brasil por site estrangeiro

    Cajuína é eleita uma das piores bebidas do Brasil por site estrangeiro

    Um ranking do site americano TasteAtlas colocou a cajuína entre as três piores bebidas do Brasil. A lista, que excluiu votos de brasileiros para priorizar opiniões estrangeiras, gerou revolta entre os defensores da bebida, considerada um patrimônio cultural do Nordeste.

    Com nota 3,8 de 5, a cajuína ficou atrás apenas da catuaba e da cachaça. A avaliação, embora não seja ruim, surpreendeu quem conhece a importância histórica e afetiva da bebida.

    Mais que um refresco, um símbolo cultural

    Feita artesanalmente a partir do suco clarificado do caju, sem álcool e sem gás, a cajuína tem cor dourada e sabor suave. Ela é parte da identidade nordestina, celebrada até na música “Cajuína”, composta por Torquato Neto e Belchior e imortalizada por Caetano Veloso.

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    Para os críticos do ranking, a avaliação reflete um desconhecimento da cultura brasileira. “Gosto também é expressão cultural. Quem cresceu tomando cajuína sabe o valor que ela tem”, dizem defensores da bebida.

    Apesar da polêmica, a cajuína segue sendo um símbolo de resistência e afeto no Nordeste. Enquanto estrangeiros podem não entender seu significado, para os brasileiros – especialmente os nordestinos –, ela continua sendo memória líquida de um povo. E isso, nenhuma lista pode mudar.

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  • Isenção do suco na tarifa dos EUA alivia o setor

    Isenção do suco na tarifa dos EUA alivia o setor

    A decisão dos Estados Unidos de isentar o suco brasileiro da tarifa extra trouxe alívio imediato ao setor citrícola. A Casa Branca publicou a ordem executiva em julho de 2025, mas manteve a cobrança da taxa fixa de US$ 415 por tonelada. Ou seja, o produto seguirá com a sobretaxa de 10%. Mesmo assim, a exclusão da tarifa extra de 40% garante fôlego ao Brasil.

    Suco sem sobretaxa

    Pesquisadores do Cepea atribuem a medida à forte dependência americana do suco importado, que responde por 60% do consumo local. Para o Brasil, a isenção preserva a competitividade no principal mercado externo e evita perdas significativas de receita, afirmam os especialistas. Eles destacam que a decisão pode destravar novos contratos de venda de laranja in natura da safra 2025/26.

    O movimento deve aumentar a liquidez do mercado interno, que apresentou poucas variações nas últimas semanas, apontam os analistas.

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  • Setor citrícola brasileiro pode enfrentar colapso com nova tarifa

    Setor citrícola brasileiro pode enfrentar colapso com nova tarifa

    O presidente Donald Trump anunciou uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos, medida que entrará em vigor em 1º de agosto de 2025. A decisão atinge diretamente o setor citrícola brasileiro, dominado por três grandes empresas: Cutrale, Citrosuco e Louis Dreyfus Company.

    A Cutrale destina 98% da produção de suco de laranja para exportação em mais de 90 países, com forte presença nos mercados americano, europeu e asiático. A Citrosuco, formada pela fusão entre Fischer e Citrovita em 2010, ultrapassou a Cutrale em participação no mercado global. Juntas, essas companhias controlam a maior fatia do mercado mundial de suco de laranja.

    O Brasil exporta cerca de 95% da produção nacional de suco cítrico. Os Estados Unidos representam o maior mercado individual, absorvendo 42% das exportações brasileiras. A Europa consome 52% da produção, com destaque para Alemanha, França e Reino Unido.

    Tarifa pode tornar 70% do preço final apenas impostos, diz associação setorial

    Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR (Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos), alerta para o impacto devastador da nova tarifa. “Se a sobretaxa for adotada, o imposto vai responder por 70% do valor da tonelada: serão US$ 2.500 de US$ 3.500 negociados”, explica.

    A matemática é simples: de cada US$ 3.500 por tonelada, apenas US$ 1.000 restaria para remunerar toda a cadeia produtiva. “Isso torna inviável a venda para os EUA”, conclui Netto.

    Estudos indicam que o suco de laranja, que atualmente possui tarifa de 5,9%, pode ter a sobretaxa elevada para 15,9% com as novas medidas. O impacto financeiro pode superar R$ 1 bilhão para o setor.

    Mercado interno brasileiro não consegue absorver excedente de produção

    A Europa não possui capacidade para absorver todo o volume exportado aos Estados Unidos. Mercados asiáticos como China e Coreia do Sul crescem, mas não são suficientes para comprar o excedente americano. “A Índia tem grande potencial, por conta da classe média gigantesca, mas as negociações levam tempo”, observa Netto.

    O Brasil também não consegue reverter a produção para o mercado interno. A indústria cítrica foi estruturada para exportação e demanda capital intensivo. O produto viaja a granel em navios-tanque, com envase realizado no destino final.

    “Não dá para reverter a produção ao mercado interno, pois isso demandaria um trabalho de envase, marketing, distribuição”, explica Netto. Ele acrescenta que, como país tropical, “a população está acostumada a consumir sucos naturais” em vez de produtos industrializados.

    Impacto econômico e alternativas de mercado

    Do total das exportações brasileiras, cerca de 15% têm como destino os Estados Unidos. A nova tarifa pode forçar empresas a buscar mercados alternativos ou reduzir drasticamente a produção.

    O setor citrícola brasileiro emprega milhares de trabalhadores, especialmente na região de Araraquara (SP), onde a Cutrale mantém sua sede. A Citrosuco, por sua vez, opera seis mil funcionários, chegando a dez mil durante a safra.

    As empresas mantêm dois terminais portuários no Brasil e seis no exterior – nos Estados Unidos, Bélgica, Austrália e Japão, demonstrando a complexidade logística do setor.

    A guerra comercial entre Brasil e Estados Unidos pode redefinir completamente o mapa de exportações do agronegócio brasileiro. Para o setor citrícola, a sobrevivência depende da capacidade de diversificar mercados e reduzir a dependência americana.

    Preços para o consumidor brasileiro

    Contrariamente ao que se poderia esperar, a tarifa americana não deve gerar redução significativa nos preços do suco de laranja para o consumidor brasileiro. A estrutura industrial foi planejada para exportação, não para atender o mercado interno.

    A eventual queda nos preços internacionais pode beneficiar países importadores europeus e asiáticos, mas dificilmente impactará o Brasil. O consumidor nacional continuará preferindo sucos naturais, enquanto a indústria luta para encontrar novos mercados para seus produtos concentrados.

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  • Exportações de suco de laranja batem recorde de receita

    A safra brasileira de laranja 2024/25 terminou oficialmente em junho, marcada por contrastes entre volume exportado e receita obtida. O Brasil exportou o menor volume de suco de laranja desde 1997, segundo a série histórica da Secex. Apesar disso, a receita foi recorde.

    Pesquisadores do Cepea avaliam que a safra se encerrou em meio a incertezas sobre a retomada da demanda internacional por suco. Ou seja, parte dos agentes de mercado teme que o consumo externo não volte ao patamar anterior, por diferentes fatores.

    Tarifas do governo Trump

    Entre os motivos estão a estagnação da demanda e os efeitos das tarifas impostas pelos Estados Unidos durante o governo Trump. O aumento de 10% nas tarifas foi parcialmente neutralizado pela menor oferta de suco, que manteve os embarques em alta. Ainda assim, o setor segue atento à possível elevação tarifária para até 50%, o que causaria impactos maiores no mercado. Em resumo, esse risco se intensifica com a expectativa de maior produção nacional nas próximas safras, o que pode pressionar as cotações.

    Mesmo diante desse cenário, o Brasil teve desempenho positivo nas exportações durante a safra 2024/25. A receita subiu 28,4% frente ao ciclo anterior, alcançando US$ 3,48 bilhões, o maior valor já registrado. Além disso, segundo o Cepea, essa capitalização fortalece o setor para enfrentar os desafios das próximas temporadas.

    Futuros disparam com impacto das tarifas americanas

    Os contratos futuros de suco de laranja subiram com força nesta sexta-feira (11/7), na bolsa de Nova York. Ou seja, o avanço refletiu a reação do mercado às tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.

    Após alta superior a 6% no pregão anterior, os papéis com vencimento em setembro fecharam o dia com valorização de 9,48%. A cotação atingiu US$ 2,8885 por libra-peso, maior nível recente, em resposta à insegurança gerada pelas medidas comerciais. Os Estados Unidos representam mais de 40% do mercado para o suco de laranja.

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  • Exportação de suco de laranja cai 22,4%

    Exportação de suco de laranja cai 22,4%

    A qualidade inferior do suco de laranja na safra 2024/25 e os preços elevados reduziram as exportações brasileiras do produto. Segundo o Cepea, entre julho de 2024 e maio de 2025, o Brasil exportou 730,9 mil toneladas de suco em equivalente concentrado (66° Brix). Ou seja, esse volume representa queda de 22,4% em comparação com o mesmo período da temporada anterior, de julho de 2023 a maio de 2024.
    Nas safras anteriores, o Brasil exportava cerca de 1 milhão de toneladas nos primeiros 11 meses.

    Desafios

    Ao mesmo tempo, o mercado interno também enfrenta desafios. Levantamentos do Cepea indicam que o feriado de Corpus Christi e o clima ameno reduziram a demanda por laranjas. Por outro lado, a oferta continua em alta, o que pressiona os preços no campo. Entre 16 e 20 de junho, a laranja pera in natura teve média de R$ 63,07 por caixa de 40,8 kg. O valor representa queda de 0,84% em relação à semana anterior.

    Para a laranja destinada à indústria, a cotação média foi de R$ 44,53 por caixa, com recuo de 0,5% no mesmo período comparativo.

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  • Maior safra de laranja pode recuperar estoques de suco

    Maior safra de laranja pode recuperar estoques de suco

    A estimativa de maior produção de laranja na safra 2025/26 trouxe alívio ao setor citrícola. O Fundecitrus projeta uma colheita de 314,6 milhões de caixas no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. Isso representa um avanço de 36,2% em relação à temporada anterior.

    O crescimento da produção está ligado a dois fatores principais: mais frutos por árvore e aumento do número de árvores produtivas. Ao mesmo tempo, o novo censo do Fundecitrus revelou expansão de 7,5% no total de plantas em produção. São 182,7 milhões de árvores, espalhadas por 362 mil hectares em São Paulo e no Triângulo/Sudoeste Mineiro.

    Segundo pesquisadores do Cepea, essa alta pode reverter a atual escassez nos estoques de suco de laranja. A entidade alerta que os volumes devem terminar a safra 2024/25 muito abaixo do nível estratégico.

    No entanto, se o ritmo de processamento acompanhar o crescimento da colheita, os estoques devem se recuperar até julho de 2026. Esse aumento garantiria segurança no abastecimento global.

    Com maior oferta, o Cepea prevê queda nos preços pagos ao produtor. Os valores atingiram recordes históricos na safra anterior. Apesar disso, a expectativa é de que as cotações continuem acima da média histórica.

    O setor acompanha com atenção o comportamento do mercado diante da safra robusta e dos impactos nos preços.

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  • Previsão de alta na safra no Brasil derruba preço do suco em NY

    Previsão de alta na safra no Brasil derruba preço do suco em NY

    A previsão de safra robusta de laranja no Brasil pressionou os preços do suco na Bolsa de Nova York. Nesta sexta-feira (9), os contratos futuros do suco concentrado e congelado (FCOJ) para julho recuaram 6,15%. O produto fechou o pregão cotado a US$ 2,2875 por libra-peso.

    O Brasil lidera as exportações mundiais de suco de laranja. Por isso, as estimativas otimistas da nova safra afetaram diretamente o mercado internacional. Desde o início de 2025, os preços vêm caindo com a expectativa de recuperação da produção brasileira.

    As primeiras projeções da safra 2025/26 reforçaram esse movimento. Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), a produção deve crescer 36% em São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. A região é o maior parque citrícola do planeta. A colheita pode atingir 314,6 milhões de caixas de 40,8 quilos.

    Mesmo com o avanço expressivo, Juliano Ayres, diretor executivo do Fundecitrus, avalia que a produção apenas retorna à média histórica. Em relação aos últimos cinco anos, o volume representa alta de 4,8%.

    Segundo Ayres, o clima impulsionou o bom desempenho. “Chuvas de setembro a dezembro garantiram ótima fixação da segunda florada”, explicou o diretor.

    Café se mantém estável com colheita no radar

    Enquanto o suco recuou, o café arábica manteve a estabilidade em Nova York. Os contratos para julho subiram 0,10% e fecharam a US$ 3,8775 por libra-peso. Investidores seguem atentos ao ritmo da colheita brasileira, que pode influenciar as cotações.

    Algodão recua com leve desvalorização

    No mercado do algodão, os contratos de julho caíram 0,16%. A commodity fechou a 68,80 centavos de dólar por libra-peso.

    Açúcar sobe após ganhos na véspera

    O açúcar voltou a subir nesta sexta-feira. Após alta de 2% na quinta, os papéis com entrega para julho valorizaram 1,59%, encerrando o dia a 17,92 centavos de dólar por libra-peso.

    Cacau amplia ganhos em NY

    O cacau também teve valorização. Os contratos futuros com vencimento em julho subiram 1,31%, alcançando US$ 9.187 por tonelada.

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  • Safra de laranja 2025/26 apresenta cenário promissor

    Safra de laranja 2025/26 apresenta cenário promissor

    A safra 2025/26 de laranja mostra um desenvolvimento favorável no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro. Pesquisadores do Cepea destacam que o cenário atual supera o registrado no mesmo período do ano passado.

    Chuvas no cinturão citrícola

    O bom volume de chuvas no cinturão citrícola nos últimos três meses de 2024 foi decisivo para a recuperação das plantações. Na safra anterior, a estiagem prolongada e o calor intenso prejudicaram severamente o cultivo.

    Segundo agentes consultados pelo Cepea, as laranjas nos pomares de sequeiro já atingiram a fase conhecida como “bolinha de pingue-pongue”. No entanto, há variações nas fases de desenvolvimento dentro das regiões e até mesmo nos talhões.

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    Apesar do otimismo dos citricultores, a produção final ainda é incerta. Os pesquisadores alertam que uma colheita de qualidade, essencial para a produção de suco, depende da continuidade de chuvas em volumes adequados neste início de 2025.

    Enquanto o cenário para 2025/26 permanece indefinido, a safra atual (2024/25) foi estimada pelo Fundecitrus em 223,14 milhões de caixas de 40,8 kg. Esse volume representa uma queda de 27,4% em comparação com 2023/24. Portanto, a produção reduzida deve resultar em estoques de suco de laranja praticamente zerados até o fim da temporada.

     

  • Oferta de laranja deve novamente ficar abaixo da demanda na safra 2025/26

    Oferta de laranja deve novamente ficar abaixo da demanda na safra 2025/26

    Mesmo com o retorno das chuvas em outubro de 2024, a safra 2025/26 de laranjas no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro segue incerta. As flores abertas após as precipitações foram volumosas, mas o desenvolvimento dependerá das condições climáticas ao longo da temporada.

    Enquanto o cenário para 2025/26 permanece indefinido, a safra atual (2024/25) foi estimada pelo Fundecitrus em 223,14 milhões de caixas de 40,8 kg. Esse volume representa uma queda de 27,4% em comparação com 2023/24. A produção reduzida deve resultar em estoques de suco de laranja praticamente zerados até o fim da temporada.

    De acordo com cálculos do Cepea, mesmo com a redução nas exportações brasileiras de suco de laranja em 2024/25, os estoques devem cair significativamente. Assim, as fábricas continuarão com alta demanda por matéria-prima para manter a produção.

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    Oferta de laranja nos Estados Unidos

    Nos Estados Unidos, a situação também é preocupante. A Flórida enfrenta baixos estoques e deve aumentar as importações de suco brasileiro, o que deve sustentar os preços no mercado nacional.

    Além disso, dados divulgados em dezembro pelo USDA apontam que a produção da Flórida para 2024/25 deve alcançar apenas 12 milhões de caixas de 40,8 kg. O número representa uma queda de 20% em relação ao relatório de outubro.

    Doenças como o greening e os impactos do furacão Milton, que atingiu diversas fazendas em outubro, contribuíram para essa redução. Com isso, a demanda internacional pelo suco brasileiro segue aquecida, enquanto o mercado interno lida com estoques apertados e produção limitada.

  • Brasil atinge recorde de importação de laranja in natura

    Brasil atinge recorde de importação de laranja in natura

    As exportações brasileiras de suco de laranja começaram a temporada 2024/25 em ritmo lento, seguindo a tendência do ano-safra anterior. Em julho, o Brasil enviou 53,4 mil toneladas de suco de laranja concentrado ao exterior, uma queda expressiva de 38% em comparação com o mesmo mês de 2023.

    De acordo com dados do Comex Stat analisados pelo Cepea, essa desaceleração já era esperada. A oferta da commodity no Brasil está limitada devido à produção reduzida no estado de São Paulo e no Triângulo Mineiro.

    Importação recorde de laranja

    Por outro lado, as importações brasileiras de laranja in natura atingiram volumes recordes em 2024. A baixa oferta doméstica e os altos preços das frutas nacionais impulsionaram essas compras. Entre janeiro e julho, o Brasil adquiriu 34,8 mil toneladas de laranjas, um aumento de 87% em relação ao mesmo período do ano passado.

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    Suco

    O setor de suco de laranja fechou a safra 2023/2024 com um faturamento recorde. Em resumo, as exportações de suco de laranja (FCOJ equivalente a 66 Brix) somaram US$ 2,5 bilhões, um aumento de 21,29% em comparação aos US$ 2,070 bilhões da safra anterior. Incluindo os subprodutos, as exportações atingiram US$ 3 bilhões. No entanto, o volume de suco exportado caiu 9,33%, totalizando 961.270 toneladas, em comparação com 1.060.186 toneladas na safra anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR.