Tag: proteínas

  • Dieta de Haaland: o que o atacante come para manter a alta performance?

    Dieta de Haaland: o que o atacante come para manter a alta performance?

    O atacante Erling Haaland mantém uma dieta de cerca de 6 mil calorias por dia para suportar a intensidade do futebol. O cardápio reúne proteínas, carboidratos e gorduras de qualidade, que ajudam na recuperação muscular, na manutenção da massa corporal e no desempenho dentro de campo.

    Entre os alimentos mais consumidos estão carnes magras, peixes, tubérculos, frutas silvestres, pães de fermentação natural e mel.

    Como funciona a dieta de Haaland

    Segundo a nutricionista esportiva Laura de Souza Silva, uma alimentação baseada em comida de verdade fornece alta densidade nutricional. Assim, ela fortalece o sistema imunológico, preserva a massa muscular e melhora o funcionamento do organismo.

    Além disso, atingir 6 mil calorias por dia apenas com alimentos naturais pode ser desafiador. Ainda assim, boas fontes de gordura tornam essa meta mais viável.

    “A proteína costuma vir acompanhada de gordura. Leite, queijos e ovos, por exemplo, oferecem proteína e também alta densidade energética”, explica.

    Os alimentos que chamam atenção na dieta

    Além dos alimentos tradicionais, Haaland também consome fígado e coração bovinos.

    Segundo Laura, o fígado é rico em vitamina A, ferro heme e vitaminas do complexo B, nutrientes importantes para a produção de energia.

    Já o coração bovino fornece coenzima Q10, substância que participa da geração de energia celular e pode ajudar na recuperação muscular.

    O leite também faz parte da rotina do jogador. De acordo com a nutricionista, ele contribui para o aporte calórico, auxilia na manutenção hormonal e favorece a preservação da massa muscular.

    Hábitos vão além da alimentação

    A alimentação é apenas uma parte da rotina do atacante. Haaland também prioriza hidratação, sono de qualidade, exposição à luz natural pela manhã e recuperação entre os treinos.

    Segundo a especialista, o alto rendimento depende da combinação desses fatores. Embora poucos precisem consumir tantas calorias quanto um atleta profissional, os princípios são os mesmos. Por isso, priorizar alimentos naturais, manter boa hidratação e dormir bem são hábitos que beneficiam qualquer pessoa.

  • O truque de marketing que pode colocar insetos no seu prato

    O truque de marketing que pode colocar insetos no seu prato

    Uma pesquisa inovadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos demonstra que a combinação certa de informações pode transformar a resistência em interesse quando o assunto são alimentos à base de insetos.

    A maioria dos produtos à base de insetos (cerca de 51%) no mercado global são, predominantemente, snacks como, por exemplo, biscoitos. Na foto, biscoito à base de farinha de inseto. Foto: Kadijah Suleiman/Embrapa

    O estudo, publicado no Journal of Sensory Studies, identificou fatores-chave que reduzem a neofobia alimentar, que é o medo de experimentar alimentos desconhecidos, E impulsionam a intenção de compra desses produtos sustentáveis.

    Segundo relatório da OCDE e FAO, o consumo atual de carne preocupa órgãos governamentais devido ao impacto ambiental e à degradação do planeta. Diante desse cenário, fontes alternativas de proteína, como insetos, surgem como solução sustentável para substituir fontes convencionais de carne.

    “A escolha por biscoitos levou em consideração que esse tipo de alimento é familiar no Brasil e diversos autores relatam a familiaridade como fator que impulsiona não apenas a aceitação, mas também a disposição para experimentar produtos à base de insetos”, explica a pesquisadora Rosires Deliza, da Embrapa.

    Biscoitos de insetos: porta de entrada para o mercado brasileiro

    A pesquisa realizou dois estudos, incluindo degustação de biscoitos feitos com farinha de insetos em supermercado carioca. A escolha não foi aleatória: dados do IBGE mostram que o brasileiro consome diariamente 3,7 gramas de biscoitos doces e 6,8 gramas de salgados per capita. Globalmente, 51% dos produtos à base de insetos são snacks, categoria que apresenta maior potencial de mercado.

    Pesquisadora Rosires Deliza no Laboratório de Análise Sensorial da Embrapa Agroindústria de Alimentos. Foto: Kadijah Suleiman/Embrapa

    O primeiro estudo comprovou que mensagens com estímulos combinadas a imagens do produto aumentam significativamente a intenção de compra. “Esse enquadramento fornece não apenas conteúdo informativo, mas também segurança visual, ajudando consumidores a formar percepções mais positivas”, destaca a pesquisa.

    O segundo estudo foi além: investigou se benefícios hedônicos (prazer sensorial) ou de saúde reduziriam o impacto da neofobia. Os resultados foram claros.

    “Consumidores expostos às informações relacionadas à saúde não apenas demonstraram maior intenção de comprar os biscoitos, mas também os notaram como mais sustentáveis”, revela Karen Romano, doutoranda da UFRRJ e coautora do estudo.

    Segurança e controle: insetos criados para consumo humano

    Rosires Deliza esclarece que os insetos são criados especificamente para alimentação, de forma higiênica e com rigoroso controle microbiológico, sem expor consumidores a riscos. As informações da pesquisa podem subsidiar o Ministério da Agricultura na elaboração de legislação sobre consumo de alimentos à base de insetos no Brasil.

    Teste sensorial realizado em supermercado no Rio de Janeiro. Foto: Ivan Alcântara/Embrapa

    A pesquisa oferece insights valiosos para diferentes setores:

    Marketing e desenvolvimento de produtos: destacar benefícios à saúde aumenta a intenção de compra, sugerindo equilíbrio nas mensagens para atrair público amplo, especialmente consumidores preocupados com saúde. Campanhas educativas e degustações facilitam a familiarização. Enfatizar benefícios ambientais nas embalagens atrai consumidores ecologicamente conscientes.

    Políticas públicas: órgãos reguladores podem apoiar a produção com diretrizes confiáveis para processamento, rotulagem e marketing, aumentando a confiança do consumidor. Incentivos para pesquisa e desenvolvimento podem impulsionar inovação, tornando esses alimentos mais atraentes e acessíveis.

    Futuro sustentável da alimentação

    Os estudos sugerem que superar a resistência inicial por meio de estratégias de marketing direcionadas, educação e apoio político pode ampliar significativamente a aceitação de alimentos à base de insetos. Com o crescimento populacional global e a urgência da sustentabilidade, esses produtos representam solução viável para segurança alimentar e desafios ambientais – desde que percepções e preferências dos consumidores sejam adequadamente gerenciadas.

    O artigo “Sustainable Bites: can health goal framing and perceived sustainability reduce the impact of food neophobia on the intention to purchase insect-based products?” está disponível no Journal of Sensory Studies.

  • Vai comprar carne? Confira o mercado das proteínas

    Vai comprar carne? Confira o mercado das proteínas

    A carne de frango perdeu valor em junho. Segundo o Cepea, os preços médios da proteína recuaram na comparação com maio. A queda ocorre em meio à maior oferta no mercado interno. Ou seja, restrições às exportações, impostas por parceiros comerciais devido à gripe aviária, elevaram a disponibilidade no Brasil.
    Portanto, essa oferta mais ampla pressionou fortemente as cotações do frango. As carnes bovina e suína também ficaram mais baratas, mas em ritmo menor. Com isso, a carne de frango ganhou competitividade frente às concorrentes. Em geral, a tendência pode manter os preços em baixa no curto prazo, segundo pesquisadores do Cepea.

    Oferta limitada sustenta preços do boi gordo

    Desde o início de junho, o mercado pecuário segue firme. Levantamentos do Cepea apontam que os reajustes são frequentes, embora não intensos. Em resumo, a baixa oferta obriga frigoríficos a pagar mais para preencher as escalas.
    Pecuaristas ainda aguardam novas altas e vendem de forma gradual. Portanto, as vendas de gado de confinamento começaram a crescer.
    Lotes padronizados, com bom acabamento, alcançam valores mais altos. Além disso, as exportações também aceleraram neste mês, o que fortalece os preços. O volume diário embarcado subiu 13% frente a maio. A média saltou de 9,6 mil para 11,7 mil toneladas diárias.
    Segundo a Secex, o avanço representa alta de quase 22% em junho. O bom desempenho sustenta os preços do boi e da carne no atacado.

    Alta do suíno e queda dos insumos ampliam margens

    O poder de compra do suinocultor paulista melhorou em junho. Segundo o Cepea, o indicador acumula sete semanas seguidas de alta. Essa recuperação decorre da valorização do suíno vivo e da queda nos custos.
    Milho e farelo de soja, principais insumos, ficaram mais baratos neste mês.
    A demanda pela carne suína também aumentou no início de junho. As temperaturas mais amenas e as festas típicas estimulam o consumo. Com isso, os preços do suíno vivo sobem em várias regiões.
    A menor oferta interna também contribui para o cenário positivo. A tendência, segundo analistas, é de manutenção do bom poder de compra no curto prazo.

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  • Mercado de ovos no Brasil apresenta perspectivas otimistas

    Mercado de ovos no Brasil apresenta perspectivas otimistas

    O mercado de ovos no Brasil apresenta perspectivas otimistas para 2025, com projeções de crescimento tanto na produção quanto no consumo. Segundo estimativas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a produção nacional de ovos para consumo deve aumentar em 3,4%, alcançando 3,94 bilhões de dúzias. Esse crescimento, embora positivo, é mais modesto em comparação ao aumento de 10,5% registrado entre janeiro e setembro de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prevê que, em 2024, o Brasil atingirá pela primeira vez a marca histórica de 263 ovos consumidos por pessoa, um aumento de 21 unidades em relação a 2023. Para 2025, espera-se um crescimento adicional de 1%, elevando o consumo per capita para 265 unidades. Este aumento é impulsionado pelos altos preços das proteínas cárneas. Isso tornou os ovos uma alternativa mais acessível para os consumidores.

    Exportações e mercado internacional

    No cenário internacional, a ABPA projeta que as exportações brasileiras de ovos devem alcançar 22 mil toneladas em 2025. Isso representa um aumento de 10% em relação às expectativas para 2024. O Brasil permanece livre de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de produção comercial. O que garante sua posição como fornecedor seguro para atender à crescente demanda global.

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    Em termos de custos, a expectativa é que a maior oferta interna de milho e farelo de soja ajude a conter o aumento das despesas dos avicultores em 2025. Essa dinâmica entre oferta e demanda será crucial para garantir a rentabilidade do setor e evitar quedas nos preços devido à superprodução.

    O mercado de ovos no Brasil está se preparando para um ano promissor em 2025, com crescimento moderado na produção e no consumo. A combinação da crescente demanda interna e a estabilidade nas exportações posicionam os ovos como uma alternativa viável e acessível para os consumidores brasileiros. Com o monitoramento cuidadoso da oferta e dos custos de produção, o setor pode consolidar seu crescimento sustentável nos próximos anos.

  • Conheça o feijão-de-metro

    Conheça o feijão-de-metro

    O feijão-de-metro, uma variedade do feijão-caupi, se destaca por suas vagens longas e versatilidade na culinária, sendo consumido cru ou cozido em saladas e pratos diversos. Originária da Ásia, a leguminosa chegou ao Pará no início do século 20, introduzida por imigrantes japoneses, e atualmente é cultivada em cinturões verdes de várias cidades paraenses.

    Nos últimos cinco anos, a produção anual variou entre 700 e 800 toneladas em uma área de 20 hectares, segundo dados da Central de Abastecimento do Pará (Ceasa-PA). Municípios como Santo Antônio do Tauá, Curuçá e Maracanã lideram a produção, com Santo Antônio do Tauá respondendo por mais de 40% do total.

    Uma inovação recente no cultivo é o espaldeiramento em formato de “V”, uma técnica agrícola que organiza as plantas em uma estrutura aberta, permitindo maior circulação de ar e melhor exposição ao sol. Essa técnica não só melhora a produtividade como facilita a colheita e reduz a incidência de pragas e doenças.

    Novos feijões-de-metro têm novas cores e são mais produtivos

    Duas novas cultivares de feijão-de-metro foram desenvolvidas pela Embrapa Amazônia Oriental para atender a crescente demanda por diversificação de hortaliças no Norte do Brasil: a BRS Lauré e a BRS Raíra. A BRS Lauré é reconhecida por suas vagens de cor roxo-avermelhada, enquanto a BRS Raíra se destaca pelas vagens verde-oliva. Ambas foram projetadas para suportar o cultivo em tutores e têm tolerância ao estresse hídrico e às altas temperaturas.

    https://www.youtube.com/watch?v=l-k4J9soy0s

    Os testes de campo mostraram que a BRS Lauré teve uma média de produtividade de 11,6 toneladas de vagens frescas por hectare, superando variedades comerciais e crioulas cultivadas na região, que registraram entre 7,6 e 8,6 toneladas por hectare. Já a BRS Raíra produziu mais de 10 toneladas por hectare, oferecendo vagens longas e com baixo teor de fibra, características apreciadas pelos consumidores.

    Pesquisa

    Essas novas cultivares foram desenvolvidas após anos de estudos e ciclos de seleção realizados entre 2016 e 2018, em municípios como Belém e Terra Alta. O objetivo principal é beneficiar a agricultura familiar do Pará, ampliando as opções de renda e incentivando o consumo de hortaliças de qualidade. Francisco Freire, pesquisador aposentado da Embrapa, destacou que a seleção considerou a produtividade, qualidade comercial das vagens e a sanidade das plantas.

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    Além disso, as novas cultivares de feijão-de-metro oferecem vantagens ao consumidor, ampliando a diversidade alimentar com um produto nutritivo e atraente visualmente. O feijão-de-metro é rico em nutrientes como molibdênio, selênio, fibras, proteínas e carboidratos. Assim, ele se torna uma alternativa para combater a monotonia alimentar, caracterizada pela baixa diversidade de alimentos no dia a dia. Segundo o pesquisador Rui Gomes, a produção de feijão-de-metro pode ser realizada ao longo de todo o ano no Pará. Isso desde que sejam feitos ajustes no sistema de cultivo para adequar o manejo durante os períodos chuvosos e secos.

    Com a nova BRS Lauré e BRS Raíra, a Embrapa fortalece o cultivo e a produção de feijão-caupi na região. Buscando, desta forma, atender tanto as necessidades dos produtores familiares quanto as preferências dos consumidores por hortaliças nutritivas e visualmente atrativas.

  • Conheça dois novos concentrados ricos em proteínas apresentados pela Embrapa

    Conheça dois novos concentrados ricos em proteínas apresentados pela Embrapa

    Para quem gosta de proteínas, a Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) apresenta dois novos concentrados proteicos de lentilha e grão-de-bico, projetados para diversificar e aumentar a disponibilidade de ingredientes em alimentos plant-based. Essas inovações se somam ao concentrado proteico de feijão, criado em 2023, e são semelhantes aos concentrados de soja e ervilha disponíveis no mercado.

    O concentrado de lentilha possui 80% de proteína (80 gramas por 100 gramas), enquanto o de grão-de-bico tem 73% de proteína (73 gramas por 100 gramas). Esses ingredientes aumentam o teor proteico de produtos vegetais, como hambúrgueres, empanados, salsichas, linguiças, bebidas vegetais e iogurtes, além de serem úteis na panificação e suplementos alimentares.

    A pesquisadora Janice Lima destaca que as matérias-primas usadas, como pulses, são ideais devido ao seu teor proteico natural de 20% a 30%. “Entre as pulses, o concentrado proteico de ervilha é conhecido, mas outras leguminosas são menos estudadas. O grão-de-bico e a lentilha estão ganhando força no Brasil pela versatilidade de produção”, afirma Lima. Esses concentrados podem substituir ingredientes derivados de soja e melhorar características tecnológicas dos alimentos.

    A pesquisadora Caroline Mellinger explica que ambos os concentrados têm altos teores de proteínas e aminoácidos essenciais, conforme recomendações da Anvisa e FAO. “As proteínas foram testadas em simulações de digestão humana, garantindo sua absorção pelo intestino e contribuição ao aporte proteico necessário”, diz Mellinger.

    As proteínas de grão-de-bico e lentilha são boas formadoras de espuma e emulsão, apesar de serem pouco solúveis em pHs neutros. “Os resultados demonstraram que nossos ingredientes são similares a outros do mercado, confirmando seu potencial para produtos alimentícios e suplementos”, informa a pesquisadora.

    Sustentabilidade e aproveitamento de resíduos

    A pesquisadora Melicia Galdeano destaca que estudaram os resíduos da extração das proteínas, resultando em amidos de lentilha e grão-de-bico com 92% de pureza, além de ingredientes ricos em fibras e carboidratos. “Essa abordagem otimiza o uso do material seguindo práticas de economia circular, com menor impacto ambiental”, ressalta Galdeano.

    Esses ingredientes têm aplicações em diversos produtos processados, contribuindo para o enriquecimento de fibras e melhoria da textura. A pesquisa e desenvolvimento contínuos da Embrapa visam oferecer soluções inovadoras e sustentáveis para a indústria de alimentos.

    Mercado Plant-based, o que é?

    O mercado de alimentos plant-based tem sido um dos mais dinâmicos nos últimos anos, com uma crescente demanda por produtos que sejam saudáveis, sustentáveis e com melhor sabor e textura. Segundo dados recentes, as vendas de alimentos plant-based nos EUA caíram 12% em 2023, enquanto as vendas de leite plant-based aumentaram 1%. No entanto, a tendência é que os preços sejam um fator crucial para o crescimento do mercado.  Muitos consumidores ainda se sentem desencorajados pelas altas taxas de inflação.

    Ainda assim, a indústria de alimentos plant-based tem se adaptado às mudanças no mercado, oferecendo uma variedade crescente de opções para os consumidores. Os produtos mais populares incluem leite plant-based, que alcançou um valor de US$ 2,1 bilhão em vendas em 2021, e produtos de carne plant-based, como burgers e nuggets, que cresceram 12% em 2021.

    A expectativa é que a indústria continue a se expandir, com a introdução de novos produtos e formatos que atendam às necessidades dos consumidores. Além disso, a sustentabilidade e a biodiversidade também são fatores importantes que atrairão consumidores para os alimentos plant-based.

    Em resumo, o mercado de alimentos plant-based é um setor em crescimento, com uma crescente demanda por produtos saudáveis e sustentáveis. Embora haja desafios, como preços elevados, a indústria tem demonstrado sua capacidade de se adaptar e oferecer uma variedade crescente de opções para os consumidores