Tag: Preços

  • Café robusta mantém preços superiores ao arábica

    Café robusta mantém preços superiores ao arábica

    O café robusta continua sendo negociado com valores acima do arábica, segundo o Cepea. Na sexta-feira, 6, a diferença entre os preços das duas variedades atingiu 51,9 reais por saca, o maior valor registrado.

    Impactos do clima no café robusta

    Pesquisadores do Cepea indicam que a alta está relacionada aos problemas climáticos no Vietnã e no Brasil. Globalmente, a oferta segue apertada em relação à demanda, o que pressiona os preços.

    No Vietnã, o maior produtor de robusta, o volume de chuvas melhorou, mas o calor continua preocupando. No Brasil, a previsão indica temperaturas acima do normal, com esse cenário persistindo até a metade de setembro, conforme os levantamentos meteorológicos do Cepea.

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    Problemas logísticos nos portos

    Além dos problemas climáticos, 30 exportadores tiveram um prejuízo de R$ 4,7 milhões devido a custos extras, como armazenagem adicional e pré-stacking.

    Custos adicionais

    De acordo com um levantamento do Cecafé, 93% dos exportadores relataram pagamentos extras com pré-stacking, 87% com detentions, 70% com armazenagem adicional e 20% com gate antecipado. Além disso, as principais dificuldades incluíram alterações de atracações, rolagens de carga e falta de contêineres.

    Atrasos nos portos

    O Porto de Santos, responsável por 69,1% das exportações de café no primeiro semestre, teve o maior índice de atrasos, com 82% dos navios afetados. O complexo portuário do Rio de Janeiro, que responde por 27,9% das exportações de café, teve um índice de atraso de 51% em junho.

     

  • Oferta limitada mantém preços do arroz estáveis no RS

    Oferta limitada mantém preços do arroz estáveis no RS

    Os preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul seguem estáveis, impulsionados pela oferta limitada, segundo levantamento do Cepea. Além disso, as indústrias relatam dificuldades em pagar os valores exigidos pelos produtores, o que reduz o volume de negociações. As transações são pontuais e focam em atender necessidades imediatas de ambos os lados.

    O Cepea destaca que a preferência das indústrias é negociar o arroz já armazenado, devido ao impasse entre compradores e vendedores. Além disso, a demanda maior por arroz com mais de 60% de grãos inteiros tem limitado a comercialização de matéria-prima com 58% de grãos inteiros, concentrando o interesse em rendimentos superiores.

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    Ministro aponta preços altos do arroz

    O Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que o preço do arroz no Brasil ainda está elevado para o consumidor e precisa ser reduzido. A declaração ocorreu durante a visita do ministro à feira Expointer, em Esteio (RS), na última sexta-feira (30/8).

    Teixeira anunciou que o governo deve realizar uma nova reunião com a cadeia produtiva do arroz para discutir soluções. Ele também mencionou um aumento previsto na produção de arroz, tanto no Rio Grande do Sul quanto no Centro-Oeste, impulsionado pelo lançamento da cultivar BRS A502l. A Embrapa, que desenvolveu a variedade, recomenda o plantio em áreas de sequeiro em estados como Maranhão, Pará, Rondônia, Piauí, Goiás e Mato Grosso.

    Por outro lado, o ministro descartou a possibilidade de um novo leilão de arroz importado pelo governo. A última tentativa, em junho, gerou polêmica. Além disso, resultou na demissão de Neri Geller, ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, e de Thiago José dos Santos, ex-diretor de Operações e Abastecimento da Conab. O governo anulou o leilão após suspeitas de irregularidades envolvendo empresas participantes.

     

     

  • Demanda firme e retração de vendedores elevam preços da soja

    Demanda firme e retração de vendedores elevam preços da soja

    Os preços da soja seguem em alta no mercado brasileiro. Pesquisadores do Cepea destacam que a demanda crescente da China, aliada à valorização internacional, mantém o mercado aquecido. Além disso, muitos sojicultores brasileiros estão resistentes em negociar o remanescente da safra 2023/24. Eles têm voltado suas atenções para as condições climáticas, que influenciarão o início da semeadura da nova safra.

    A falta de umidade nas principais regiões produtoras do Brasil preocupa. Não há previsão de chuva no curto prazo, o que pode atrasar o início das atividades da safra 2024/25, segundo os pesquisadores do Cepea.

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    Apesar dessa alta recente, a média de preços da soja em agosto foi a mais baixa desde abril deste ano, considerando os valores ajustados pela inflação (IGP-DI de julho/24). O Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá registrou uma média de R$ 132,98 por saca de 60 kg, uma queda de 3,7% em comparação a julho e 14% menor do que em agosto do ano passado. Já o Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná teve uma média de R$ 129 por saca, com retração de 3,4% no comparativo mensal e de 11,4% no anual.

    Tratamento de sementes

    O tratamento de sementes de soja no Brasil registrou um crescimento expressivo de 18% na safra 2023-24. Ou seja, alcançou um valor de R$ 3,6 bilhões, de acordo com o levantamento FarmTrak Soja, realizado pela Kynetec Brasil. Em resumo, o estudo revela que 99% da área plantada com a oleaginosa no país, equivalente a 44 milhões de hectares, já utiliza sementes protegidas por fungicidas, inseticidas e nematicidas, destacando a importância dessa prática preventiva para garantir o potencial produtivo e proteger as culturas de ataques iniciais de pragas e doenças.

  • Preços do milho sobem com colheita quase concluída

    Preços do milho sobem com colheita quase concluída

    Os preços do milho subiram nas principais regiões monitoradas pelo Cepea nos últimos dias. Na quinta-feira (22), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa para a região de Campinas (SP) atingiu R$ 60,12 por saca de 60 kg. Ou seja, esse valor não era registrado desde 9 de abril deste ano.

    Preços do milho

    Pesquisadores do Cepea apontam que, com a colheita da segunda safra praticamente finalizada, os produtores reduziram a oferta no mercado interno. Portanto, essa menor disponibilidade aumentou as cotações do cereal em várias regiões. No entanto, o avanço dos preços foi limitado pela fraca demanda, tanto interna quanto externa, segundo levantamentos do Cepea.

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    A Conab informou que os produtores já haviam colhido 96,4% da área nacional de milho até 18 de agosto. Os estados de Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná ainda estão finalizando os trabalhos no campo.

    Safra verão

    A Bayer anunciou o lançamento do híbrido de milho AG8707PRO4, voltado para a safra verão subtropical 2024/2025 na região Sul do Brasil. Em resumo, a novidade visa oferecer mais segurança e produtividade aos produtores que enfrentam adversidades climáticas e agronômicas, como as observadas na safra 2023/2024.

    A empresa anunciou o lançamento do híbrido de milho AG8707PRO4, voltado para a safra verão 2024/2025, com foco nos produtores da região Sul do Brasil, que buscam maior segurança para suas colheitas.

     

  • Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Os preços do etanol caíram novamente na última semana no mercado paulista, de acordo com levantamento do Cepea. O etanol hidratado registrou média de R$ 2,5977 por litro entre 12 e 16 de agosto, um recuo de 1,35% em comparação com a semana anterior. O etanol anidro também teve queda, com o preço a R$ 2,9473 por litro, uma baixa de 2,15% no mesmo período.

    Análise dos preços do etanol no mercado paulista

    Pesquisadores do Cepea afirmam que as distribuidoras agiram com cautela, priorizando a retirada de volumes negociados anteriormente. Em resumo, quando participavam do mercado, buscavam valores mais baixos. Do lado dos vendedores, a atenção estava voltada para as condições climáticas que afetam a cana-de-açúcar, especialmente com o retorno das altas temperaturas e do clima seco.

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    Embora o ritmo das negociações tenha sido lento, dados monitorados pelo Cepea mostram que a quantidade de etanol hidratado vendida em agosto já é mais de 100% superior ao volume negociado no mesmo período em 2023.

    Etanol hidratado

    Os pesquisadores do Cepea observaram um movimento de alta há pouco tempo. Entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, as vendas de etanol hidratado em São Paulo ultrapassaram os 100 milhões de litros. Ou seja, marcou o segundo maior volume negociado na temporada 2024/25. O recorde deste ciclo foi registrado na semana de 12 de abril. Portanto, o acumulado do ciclo, que vai de 1º de abril a 3 de agosto, houve um crescimento de 113,5% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2023.

  • Preços futuros da soja caem para níveis de 2020

    Preços futuros da soja caem para níveis de 2020

    Os preços futuros do complexo da soja registraram uma queda acentuada na última semana, atingindo os níveis vistos em 2020.

    Preços futuros da soja

    A soja em grão voltou a ser negociada abaixo de US$ 10,00 por bushel, o que impactou diretamente a paridade de exportação no Brasil e os valores praticados no mercado spot.

    Pesquisadores do Cepea indicam que a principal pressão sobre as cotações vem das expectativas de uma oferta mundial que pode superar a demanda. O relatório do USDA, divulgado em 12 de agosto, projeta que a produção global de soja deve aumentar de 395,12 milhões de toneladas na safra 2023/24 para 428,72 milhões de toneladas em 2024/25, ambos volumes recordes.

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    Apesar do crescimento nas transações internacionais e no consumo global, os estoques de passagem também podem alcançar níveis recordes. A estimativa é de 134,3 milhões de toneladas para 2024/25. Ou seja, uma alta de 19,5% em comparação com as 112,36 milhões de toneladas previstas para a temporada 2023/24.

     

  • Preços do milho voltam a cair no Brasil

    Preços do milho voltam a cair no Brasil

    Os preços do milho caíram novamente em algumas regiões do Brasil, conforme dados do Cepea. Pesquisadores do Centro indicam que a retração dos consumidores, preocupados com a oferta elevada tanto no mercado interno quanto externo, é a principal causa dessa queda.

    No Brasil, a colheita da segunda safra se aproxima do fim, enquanto nos Estados Unidos a iminente colheita pressiona os contratos na Bolsa de Chicago. Além disso, a desvalorização do dólar na última semana e a baixa nos preços futuros reduziram a paridade de exportação, o que limitou os negócios nos portos brasileiros.

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    Preços do milho

    Parte dos vendedores se mostrou mais flexível nas negociações, especialmente a partir do dia 8 de agosto. Eles buscam liberar armazéns ou fazer caixa para quitar dívidas. No entanto, alguns ainda esperam uma recuperação dos preços após o término da colheita no Brasil.

     

  • Oferta restrita mantém preços das frutas cítricas em alta

    Oferta restrita mantém preços das frutas cítricas em alta

    Os preços das frutas cítricas devem continuar em alta durante agosto, segundo levantamento do Cepea. Em resumo, a oferta restrita, mesmo durante o pico da safra da laranja, é a principal razão para essa tendência.

    Preços das frutas cítricas

    Em julho, a pera in natura foi negociada a uma média de R$ 91,27 por caixa de 40,8 kg, na árvore. Ou seja, esse valor representa um aumento de 6,5% em relação a junho e um crescimento de 103% em comparação com julho de 2023. No setor industrial, a pera e as laranjas tardias tiveram preço médio de R$ 80,46 por caixa de 40,8 kg, já colhida e entregue à fábrica. Esse valor representa uma alta de 5,1% em relação ao mês anterior e um aumento de 82% em relação ao mesmo período do ano passado.

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    Suco de laranja

    O setor de suco de laranja fechou a safra 2023/2024 com um faturamento recorde. As exportações de suco de laranja (FCOJ equivalente a 66 Brix) somaram US$ 2,5 bilhões, um aumento de 21,29% em comparação aos US$ 2,070 bilhões da safra anterior. Incluindo os subprodutos, as exportações atingiram US$ 3 bilhões. No entanto, o volume de suco exportado caiu 9,33%, totalizando 961.270 toneladas, em comparação com 1.060.186 toneladas na safra anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, compilados pela CitrusBR.

  • Preços do arroz em casca sobem pelo quarto mês consecutivo

    Preços do arroz em casca sobem pelo quarto mês consecutivo

    Os preços do arroz em casca subiram em julho pelo quarto mês consecutivo, reforçando a recuperação do produto. Com isso, a queda acumulada no ano diminuiu para 7,3% em termos nominais. Segundo o Cepea, o principal fator para essa alta foi o maior interesse das tradings por exportações. Além disso, a valorização do dólar também influenciou o movimento de alta.

    Oferta x demanda

    A disputa pelo arroz fez com que os compradores ajustassem suas ofertas para atrair vendedores, especialmente para o produto armazenado.

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    Arroz da Gente

    Recentemente, o governo federal anunciou o lançamento do programa “Arroz da Gente”, como parte do Plano Safra deste ano. Essa iniciativa visa oferecer crédito com juros reduzidos, acompanhamento técnico, garantia de comercialização e facilitação de acesso a equipamentos agrícolas para pequenos agricultores. Além disso, a medida inclui também máquinas como colheitadeiras e silos secadores de pequeno porte. Ou seja, o objetivo é modernizar a produção e eliminar a colheita manual. Inicialmente o programa vai beneficiar 10 mil famílias em 200 municípios de 14 estados nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Norte e Sudeste. Ou seja, vai ajudar onde a produção de arroz é limitada em comparação ao Sul, que responde por 85% da produção nacional.

     

  • Preço do etanol hidratado sobe e vendas superam 100 milhões de litros

    Preço do etanol hidratado sobe e vendas superam 100 milhões de litros

    Na última semana, o preço do etanol hidratado no mercado paulista voltou a subir, com a média do Indicador CEPEA/ESALQ atingindo R$ 2,6022 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), registrando um aumento de 1,39% em relação à semana anterior.

    De acordo com pesquisadores do Cepea, a alta nos preços foi impulsionada por vendedores firmes e por compradores que adquiriram maiores volumes do biocombustível, em preparação para a volta às aulas, período em que a demanda geralmente aumenta.

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    Entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, as vendas de etanol hidratado em São Paulo ultrapassaram os 100 milhões de litros, marcando o segundo maior volume negociado na temporada 2024/25. O recorde deste ciclo foi registrado na semana de 12 de abril. No acumulado do ciclo atual, que vai de 1º de abril a 3 de agosto, houve um crescimento de 113,5% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2023.

    Fatores de Crescimento

    Pesquisadores do Cepea indicam que a sequência de vendas aquecidas no varejo, com o preço do etanol competitivo em relação à gasolina, tem sido um fator significativo para o aumento dos preços no segmento produtor. A combinação de estratégias de venda firmes e o aquecimento da demanda sazonal contribuiu para este cenário positivo para o etanol hidratado.

    Esses dados ressaltam a importância do etanol como alternativa viável e competitiva aos combustíveis fósseis, destacando seu papel crescente no mercado energético brasileiro.