Tag: ovo

  • Comércio interestadual de leite, mel e ovos ganha autorização excepcional

    Comércio interestadual de leite, mel e ovos ganha autorização excepcional

    O governo federal liberou, por um ano, o comércio interestadual de leite fluido pasteurizado, ultrapasteurizado, mel e ovos in natura. A medida, publicada nesta sexta-feira (14) no Diário Oficial da União, beneficia estabelecimentos registrados em serviços de inspeção estadual, distrital e municipal que possuem cadastro ativo no Sistema de Gestão de Serviços de Inspeção (e-Sisbi).

    A autorização não altera as exigências sanitárias. O controle dos produtos segue os programas oficiais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para prevenção e erradicação de doenças.

    Regras para a comercialização

    Para vender os produtos em outros estados, os estabelecimentos devem estar cadastrados no e-Sisbi. Os rótulos precisam conter informações de rastreabilidade, identificando o serviço de inspeção responsável. Além disso, os produtos devem atender aos controles oficiais e seguir os padrões microbiológicos, físico-químicos e higiênico-sanitários exigidos pela legislação.

    Os registros dessas informações devem ser mantidos por pelo menos um ano após o vencimento do produto. Quando o serviço de inspeção for municipal e vinculado a consórcios públicos, a rotulagem deve incluir a identificação do consórcio em letras maiúsculas, sigla da unidade federativa, CNPJ, endereço e telefone da sede.

    Como funciona o e-Sisbi

    O e-Sisbi é um sistema eletrônico que gerencia serviços de inspeção de produtos de origem animal nos estados, no Distrito Federal e nos municípios. A plataforma permite o cadastro voluntário de serviços de inspeção, estabelecimentos e produtos. Além disso, facilita a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA), dentro do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa).

    Por meio do e-Sisbi, os serviços de inspeção podem indicar digitalmente estabelecimentos e produtos para integração ao Sisbi-POA, conforme a solicitação dos interessados.

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  • Preço de filé? Entenda o recorde do valor do ovo

    Preço de filé? Entenda o recorde do valor do ovo

    O preço do ovo continua em alta. Após alcançarem valores recordes diários, as médias mensais também são as maiores da série do Cepea, em termos nominais. Em valores reais, ajustados pelo IGP-DI de janeiro, os preços de fevereiro (até o dia 26) atingiram patamares históricos em Mirandópolis/Guararapes (SP) e na Grande Belo Horizonte (MG). O Cepea monitora essas regiões desde 2013.

    Na segunda quinzena de fevereiro, as vendas para o varejo desaceleraram. Segundo agentes do setor, o repasse dos altos custos ao consumidor reduziu a demanda. Além disso, o menor poder de compra da população neste período do mês também impactou as negociações. Apesar disso, os estoques seguem baixos, embora os preços tenham recuado em algumas regiões.

    Pesquisadores do Cepea alertam para os impactos da onda de calor prevista nos próximos dias. As altas temperaturas comprometem o bem-estar das aves, reduzem a produção e afetam a qualidade dos ovos, especialmente a resistência da casca. Colaboradores do Cepea relatam aumento na mortalidade de galinhas em algumas regiões devido ao calor intenso.

    Frango: Preço da carne se sustenta em algumas regiões

    O mercado de frango apresentou oscilações em fevereiro. Dados do Cepea indicam que as cotações variaram entre as regiões acompanhadas pelo Centro de Pesquisas. Comparando a média parcial de fevereiro (até o dia 26) com a de janeiro, algumas praças registraram aumento nos preços. A alta foi impulsionada pela demanda maior no início do mês, com o recebimento de salários, e pela oferta limitada do produto.

    No entanto, em outras regiões, a demanda enfraquecida no fim do mês pressionou os preços para baixo. Esse movimento anulou os ganhos registrados no início de fevereiro, conforme explicam pesquisadores do Cepea.

    No mercado de pintinho de corte, a forte demanda externa pelo frango brasileiro tem sustentado a valorização dos preços. Ou seja, o Cepea aponta que as exportações aquecidas mantêm o setor em alta, garantindo bons resultados para os produtores.

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  • Café, ovo e milho: entenda a escalada nos preços

    Café, ovo e milho: entenda a escalada nos preços

    Nos últimos 12 meses, o mercado brasileiro registrou aumentos significativos nos preços de produtos essenciais como café, ovo e milho. Esses aumentos são resultado de uma combinação de fatores, incluindo demanda elevada, custos de produção aumentados e condições climáticas adversas.

    Café: Alta nos preços

    O preço do café arábica aumentou mais de 32% nos últimos 12 meses. Em fevereiro de 2025, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 alcançou R$ 2.769,45 por saca de 60 quilos. A demanda aquecida e os baixos estoques nacionais e globais contribuíram para essa alta. Além disso, as condições climáticas adversas, como altas temperaturas e tempo seco, têm afetado a produção.

    Ovo: Aumento Acentuado

    No caso dos ovos, o aumento foi ainda mais acentuado. Em fevereiro de 2025, o preço do ovo no atacado subiu mais de 40% em diversas regiões produtoras do país. Em Santa Maria de Jetibá, um dos principais polos produtores de ovos do Brasil, o preço da caixa com 30 dúzias de ovos vermelhos alcançou R$ 276,54, representando uma alta nominal de 43% em relação ao mesmo período do ano anterior. A demanda por ovos tende a crescer durante a Quaresma, enquanto os custos de produção, especialmente o preço do milho, também influenciaram essa alta.

    Milho: Pressão nos preços

    O milho, um insumo crucial na produção de ovos, também enfrenta pressões nos preços. Embora os preços do milho tenham apresentado flutuações, a demanda por proteínas brancas durante a Quaresma e os custos de produção aumentados mantêm os preços elevados. A expectativa para 2025 é de uma safra mais robusta, o que poderia impactar os preços futuros.

    Consequências e perspectivas

    Os aumentos nos preços desses produtos refletem-se diretamente nos custos de produção e nos preços finais para os consumidores. A alta nos preços do café, por exemplo, já se reflete nas prateleiras dos mercados. Além disso, no caso dos ovos, a combinação de demanda elevada e custos de produção aumentados sugere que os preços podem permanecer altos mesmo após a Quaresma.

    Em resumo, os dados indicam que os preços do café, ovo e milho aumentaram significativamente nos últimos 12 meses. Esses aumentos são resultado de uma interação entre fatores econômicos, climáticos e de demanda. Ou seja, os dados futuros desses produtos serão cruciais para entender como essas variações podem impactar o mercado.

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  • Ovo atinge preço mais alto em 22 meses no Brasil

    Ovo atinge preço mais alto em 22 meses no Brasil

    O preço do ovo no Brasil alcançou o patamar mais elevado em 22 meses, segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Em fevereiro de 2025, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos chegou a R$ 227, um aumento de 61% no mesmo período . O cenário combina fatores climáticos, custos de produção e demanda sazonal, criando um desafio para consumidores e produtores.

    As ondas de calor recordes no verão brasileiro afetaram diretamente a produtividade das galinhas. Com temperaturas acima de 40°C em algumas regiões, as aves sofrem estresse térmico, desviando energia para regular a temperatura corporal e reduzindo a postura em 5% a 10%. Para mitigar o problema, granjas investiram em climatização, mantendo os galpões a 10°C, mas o custo adicional pressionou ainda mais os preços.

    Milho e soja: ração mais cara eleva custo

    A ração, composta principalmente por milho (60%) e soja (30%), registrou aumentos significativos. A saca de milho de 60 kg subiu 32% desde setembro de 2024, alcançando R$ 79 em fevereiro. Somam-se a isso os custos de embalagens, que dispararam mais de 100% em oito meses, segundo a ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) 68. “O repasse aos preços finais tornou-se inevitável”, destacou o Instituto Ovos Brasil.

    A proximidade da Quaresma (5 de março a 17 de abril) tradicionalmente impulsiona o consumo de ovos, já que muitos católicos substituem carnes vermelhas por proteínas brancas. Além disso, o retorno das aulas aumentou a demanda por merendas escolares, enquanto a alta nos preços da carne bovina levou consumidores a optarem pelo ovo como alternativa.

    Exportações e produção interna: impacto limitado, mas em alerta

    Embora as exportações de ovos brasileiros para os EUA tenham crescido 22,1% em janeiro (220 toneladas), elas representam menos de 1% da produção nacional. A ABPA ressalta que o mercado interno ainda é prioritário, com expectativa de produzir 59 bilhões de unidades em 2025. No entanto, especialistas alertam que um aumento contínuo nas vendas externas poderá tensionar a oferta doméstica. Ainda mais com a  crise do preço dos ovos que ocorre nos Estados Unidos.

    Perspectivas: quando o preço deve cair?

    A ABPA projeta normalização dos preços a partir de meados de abril, após o fim da Quaresma, com o reequilíbrio entre oferta e demanda. Para 2025, estima-se aumento de 3,4% na produção, o que pode estabilizar os valores. Além disso, a expectativa de maior oferta de milho e soja no mercado interno deve aliviar os custos de ração.

    Impacto no bolso do consumidor

    • Consumo per capita: Em 2025, o brasileiro deve consumir 272 ovos/ano, ante 242 em 2023.
    • Peso dos ovos: Nova regulamentação reduziu o peso médio em 10 gramas por unidade, afetando o custo-benefício.

    Enquanto isso, supermercados relatam alta de até 40% nos preços atacadistas, com cartelas sendo vendidas a R$ 30 em algumas regiões. Para especialistas, o cenário reforça a importância de políticas que equilibrem custos de produção e acesso a alimentos essenciais.

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  • Saúde: ovos de pata podem ser opção nutritiva

    Saúde: ovos de pata podem ser opção nutritiva

    Os ovos de pata têm ganhado destaque no mercado brasileiro, especialmente por suas propriedades nutricionais superiores em comparação aos tradicionais ovos de galinha. Com um perfil nutricional rico e um custo de produção que pode ser vantajoso, esses ovos se tornam uma opção interessante para consumidores e produtores.

    E essa semana, após a fala do presidente Lula que está comendo ovo de pata e de ema, vamos falar sobre as diferenças entre os ovos de patas e de galinhas.

    Os ovos de pata são conhecidos por serem mais nutritivos do que os ovos de galinha. Um ovo de pata contém aproximadamente 9 gramas de proteína, enquanto um ovo de galinha oferece cerca de 6 gramas. Além disso, os ovos de pata possuem uma concentração 40% maior de ácidos graxos ômega-3, essenciais para a saúde cardiovascular e cerebral. Em termos de vitaminas, os ovos de pata são uma excelente fonte de vitamina B12, apresentando mais de quatro vezes a quantidade encontrada nos ovos de galinha.

    Os dados nutricionais indicam que um ovo de pata contém cerca de 377 mg de colesterol. Contra aproximadamente 186 mg em um ovo de galinha. Embora os níveis mais altos de colesterol possam ser uma preocupação para alguns consumidores, especialistas sugerem que o colesterol alimentar não tem o mesmo impacto no colesterol sanguíneo que se pensava anteriormente.

    Custo de produção

    Embora os ovos de pata ofereçam benefícios nutricionais, o custo de produção é um fator determinante para sua viabilidade no mercado. De acordo com a Embrapa, a produção de ovos envolve diversos custos fixos e variáveis, incluindo alimentação, manejo e cuidados veterinários. Os custos para a produção de ovos de galinha geralmente são mais baixos devido à escala maior da avicultura comercial.

    Os custos com ração para patos tendem a ser mais altos devido à menor escala de produção e à necessidade de dietas específicas para garantir a saúde das aves. No entanto, a durabilidade e resistência dos ovos de pata podem compensar esses custos adicionais, já que eles apresentam uma casca mais grossa e menos suscetível a quebras.

    Apesar do custo mais elevado, os ovos de pata têm conquistado espaço no mercado gourmet e entre consumidores preocupados com a saúde. O aumento da demanda por produtos naturais e nutritivos pode impulsionar as vendas desses ovos. Embora ainda representem uma fração do mercado total de ovos no Brasil, as expectativas são positivas para o crescimento do consumo.

    Vantagens do Consumo

    Além do valor nutricional elevado, os ovos de pata oferecem vantagens adicionais. Eles têm uma casca mais grossa e resistente, o que proporciona maior durabilidade e segurança durante o transporte e armazenamento. Essa característica torna os ovos menos suscetíveis a quebras e contaminações.

    Os ovos de pata também apresentam um sabor distinto e são frequentemente utilizados em pratos gourmet, aumentando sua popularidade entre chefs e amantes da culinária. Eles podem ser usados em diversas receitas, desde omeletes até sobremesas sofisticadas.

    À medida que o interesse por alimentos saudáveis e nutritivos cresce, os ovos de pata podem se tornar uma escolha cada vez mais popular nos lares brasileiros.

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  • Prepare o bolso: crise do ovo acende alerta no Brasil

    Prepare o bolso: crise do ovo acende alerta no Brasil

    A disparada no preço dos ovo nos Estados Unidos, impulsionada por um surto de gripe aviária e pela inflação, acende um alerta no Brasil e levanta questionamentos sobre os possíveis impactos no mercado nacional. Enquanto o consumidor brasileiro já sente um aumento nas cotações, especialistas avaliam se o país pode se beneficiar da crise americana, impulsionando as exportações e consolidando sua posição como um fornecedor seguro e competitivo.

    Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP apontam para um aumento gradual da demanda e uma oferta limitada como os principais fatores por trás da elevação dos preços dos ovos no Brasil. Em janeiro de 2025, o preço do ovo subiu 10,6%. No início de fevereiro, as cotações continuaram em alta, com aumentos de até 8,2% em algumas regiões produtoras, como Bastos (SP) e Grande São Paulo. A caixa com 30 dúzias de ovos já ultrapassa os R$ 235 em algumas regiões. A proximidade da Quaresma, período em que o consumo de carne diminui, também contribui para o aumento da demanda por ovos.

    Brasil livre da gripe aviária fortalece posição no mercado internacional

    Enquanto os Estados Unidos enfrentam a devastação causada pela gripe aviária, o Brasil se mantém livre da doença em aves comerciais. Isso fortalece seu status como um fornecedor seguro e confiável no mercado internacional. A ausência de casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves comerciais no Brasil fortalece o status do país como um fornecedor seguro no cenário internacional.

    Em 2024, o consumo de ovos no Brasil atingiu um recorde de 263 unidades por pessoa. E a expectativa é de que esse número continue crescendo em 2025. A produção nacional também deve seguir essa tendência de alta, com um crescimento estimado de 3,4% em relação a 2024, chegando a 3,94 bilhões de dúzias.

    Especialistas analisam cenários e oportunidades

    A crise do ovo nos EUA pode criar uma janela de oportunidade para o Brasil aumentar suas exportações e conquistar novos mercados. A restrição da oferta e a elevação dos preços nos Estados Unidos podem impulsionar a demanda por ovos brasileiros. Isso especialmente em países que dependem das importações americanas.

    No entanto, especialistas alertam que o Brasil precisa estar atento aos riscos da gripe aviária. E continuar investindo em medidas preventivas para garantir a sanidade dos rebanhos e a competitividade do setor avícola. Além disso, é importante monitorar os custos de produção e a logística para garantir que os preços dos ovos brasileiros permaneçam competitivos no mercado internacional.

    Diante desse cenário, o setor avícola brasileiro tem a oportunidade de se consolidar como um importante player no mercado global de ovos.  A crise nos Estados Unidos pode ser uma oportunidade para expandir suas exportações e fortalecer sua imagem como um fornecedor confiável e de alta qualidade.

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  • Dia Mundial do Ovo: Brasil produz 1800 ovos por segundo

    Dia Mundial do Ovo: Brasil produz 1800 ovos por segundo

    A produção de ovos no Brasil atinge um marco histórico em 2024. A cada segundo, as granjas brasileiras produzem aproximadamente 1.800 ovos, conforme destaca a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), durante as comemorações do Dia Mundial do Ovo, celebrado nesta sexta-feira, 11 de outubro.

    A expectativa é de que o país produza cerca de 56,9 bilhões de unidades. Esse número aumentou 8,5% em relação ao ano anterior, quando se registraram 52,4 bilhões de ovos.

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirma que o aumento do consumo impulsiona o crescimento da produção. As projeções, então, indicam que cada brasileiro deve consumir até 263 ovos ao longo de 2024, um incremento de 21 unidades em relação a 2023.

    “Está mais competitivo produzir ovos em 2024. Os custos, portanto, estão mais ajustados e o consumidor tem demandado mais o produto. As perspectivas para o setor, então, são positivas e nossos indicadores apontam a ampliação dos níveis de consumo para o próximo ano”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

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    Essa tendência positiva reflete não apenas a versatilidade do ovo, mas também seu reconhecimento como um alimento nutritivo e acessível.

    Benefícios Nutricionais

    O ovo oferece nutrientes essenciais, incluindo proteínas de alta qualidade e vitaminas lipossolúveis. Ou seja, ele contém carotenoides como luteína e zeaxantina, além de minerais vitais como ferro e zinco. Esses componentes são fundamentais para diversas funções corporais, como saúde ocular e manutenção da saúde óssea.

    “Além do fato de ser uma das proteínas mais versáteis e acessíveis disponíveis, o ovo já é reconhecido pelos consumidores de todas as classes e perfis de consumo como um dos alimentos mais completos que existem. Exatamente por isso, o ovo deixou de ser visto apenas como um simples produto e passou a ser um alimento que tem influência tanto para a segurança alimentar quanto para a saúde pública”, explica o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

    Comemorações Globais

    O Dia Mundial do Ovo, estabelecido pela International Egg Commission em 1996, é uma data que visa promover a importância nutricional e a versatilidade desse alimento. Celebrado na segunda sexta-feira de outubro, o evento destaca os benefícios do ovo na dieta humana e incentiva seu consumo globalmente.

    Diversos países, como México, Austrália e Estados Unidos, realizam eventos para celebrar o Dia Mundial do Ovo. Essas atividades incluem palestras e degustações que promovem o intercâmbio de informações sobre as propriedades nutricionais dos ovos.

    No Brasil, as ações se estendem por toda a semana do Dia Mundial do Ovo, com a ABPA e o Instituto Ovos Brasil liderando iniciativas educativas.

    O Dia Mundial do Ovo, portanto, não é apenas uma celebração deste alimento versátil e nutritivo; é também uma oportunidade para educar a população sobre sua importância na alimentação diária.

    Ou seja, com um crescente reconhecimento dos benefícios nutricionais do ovo e eventos ao redor do mundo, ele continua sendo uma escolha alimentar valiosa para muitos consumidores.

  • Preços dos ovos têm queda acentuada em julho

    Preços dos ovos têm queda acentuada em julho

    Os preços dos ovos comerciais registraram queda acentuada em julho. De acordo com os pesquisadores do Cepea, isso aconteceu devido a oferta maior do que a demanda no mercado interno. Com isso, o poder de compra dos avicultores de postura de São Paulo diminuiu. A queda nos valores dos insumos, como milho e farelo de soja, foi menos intensa, o que afetou ainda mais a rentabilidade dos produtores.

    Preços dos ovos

    Na região de Bastos (SP), o produtor conseguiu adquirir, em média, 139,9 quilos de milho ou 62,72 quilos de farelo de soja com a venda de uma caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra. Esses volumes são 7,1% e 5,3% menores que os registrados em junho. Para os ovos vermelhos, a compra média foi de 166,23 quilos de milho ou 74,52 quilos de farelo de soja por caixa vendida, representando quedas de 8% e 6,2% em comparação ao mês anterior.

    A diferença no ritmo de queda dos preços dos ovos e dos insumos pressionou o poder de compra dos avicultores. Em resumo, destacou o impacto das variações do mercado sobre a rentabilidade da atividade.

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