Tag: Ministro da Agricultura e Pecuária

  • Reunião oficial do G20 da Agricultura começa em Mato Grosso

    Reunião oficial do G20 da Agricultura começa em Mato Grosso

    Após dois dias de encontros técnicos, a abertura oficial do Grupo de Trabalho da Agricultura do G20 ocorre hoje (12), às 9h30, em Chapada dos Guimarães (MT). O evento reúne ministros da Agricultura e áreas afins dos países membros do G20, além de delegações convidadas e organismos internacionais. E tem como principal objetivo a construção de um documento conjunto que orientará políticas públicas globais voltadas à agropecuária.

    O evento contará com a presença do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, anfitrião do encontro. E também com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, do diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, e do governador de Mato Grosso, Mauro Mendes.

     

    Entre os principais destaques da programação está o painel organizado pelo B20, braço privado do G20, que discutirá as recomendações da Força-Tarefa sobre Agricultura Sustentável e Sistemas Alimentares. Outro ponto importante será o painel sobre Sistemas Alimentares na Agricultura Tropical e Agricultura de Baixo Carbono.  Coordenado pela Esalq/USP, abordará soluções para práticas agrícolas sustentáveis e a redução do desperdício de alimentos.

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    Sob a presidência temporária do Brasil, esta edição do G20 Agro bateu recorde de participação, com cerca de 50 delegações presentes e a participação de 23 ministros e autoridades. As reuniões, que começaram na tarde desta quinta-feira, culminarão na elaboração de uma Declaração Ministerial prevista para ser apresentada na sexta-feira (13).

    Brasil e China discutem cooperação tecnológica na agricultura em reunião bilateral

    Em meio ao encontro do Grupo de Trabalho da Agricultura do G20, realizado em Chapada dos Guimarães (MT), o ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil, Carlos Fávaro, e o vice-ministro de Agricultura e Assuntos Rurais da China, Ma Youxiang, se reuniram nesta quarta-feira (11). A pauta principal foi a sincronia nas inovações tecnológicas e o fortalecimento das relações comerciais no setor agropecuário entre os dois países.

    Fávaro destacou o papel da China como “um grande exemplo de desenvolvimento econômico”. E também ressaltou a importância de ambos os países avançarem conjuntamente no desenvolvimento de tecnologias agrícolas. “É muito importante o desenvolvimento tecnológico das nossas agropecuárias de forma sincronizada”, afirmou o ministro, ressaltando o papel das universidades e da pesquisa científica.

    Um dos pontos centrais da discussão foi a cooperação na área de biossegurança. Fávaro ressaltou a relevância da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), criada durante o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva, como um marco para garantir a segurança da produção de alimentos. A comissão é responsável pela regulação e implementação da política de biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados (OGM).

    Além da questão tecnológica, os ministros discutiram a ampliação dos mercados para produtos agrícolas brasileiros e abordaram a produção sustentável, tema de destaque no G20. Fávaro apresentou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas, voltado para intensificar a produção de alimentos de forma sustentável, especialmente para atender à crescente demanda de países populosos como a China.

    Foco na sustentabilidade e erradicação da fome

    A delegação chinesa, liderada por Ma Youxiang, chegou a Chapada dos Guimarães para participar das reuniões ministeriais do G20. No contexto da presidência brasileira do grupo, foi lançada a Aliança Global contra a Fome, iniciativa que recebeu elogios de Ma. Ele reforçou o apoio da China às medidas globais de combate à pobreza e à insegurança alimentar.

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    No evento, Carlos Fávaro enfatizou o compromisso brasileiro com a erradicação da fome, destacando o lema do G20 deste ano: “construindo um mundo justo e um planeta sustentável”. O ministro reiterou que a segurança alimentar, em um contexto de mudanças climáticas, deve ser prioridade para os países membros.

    Reuniões com Espanha e Alemanha

    Ainda durante o evento do G20, Fávaro se reuniu com o ministro da Agricultura da Espanha, Luis Planas Puchades, para discutir questões relacionadas à sustentabilidade e competitividade no setor agropecuário, afetado pelas mudanças climáticas. “Estamos em um ambiente de grandes oportunidades para o agro mundial”, afirmou Fávaro, destacando os desafios comuns enfrentados pelos produtores europeus e brasileiros.

    Ministro Fávaro em reunião com o ministro da Espanha

    Em encontro com a vice-ministra da Agricultura da Alemanha, Ophelia Nick, Fávaro reiterou que “produzir e preservar não são opostos”, defendendo o Programa Nacional de Conversão de Pastagens como uma solução sustentável para aumentar a produtividade agrícola sem desmatamento. Ophelia Nick endossou a importância de incentivos para a produção sustentável, especialmente diante da crise climática global.

    O Brasil, que já utiliza amplamente bioinsumos no setor agrícola, apresentou o Programa Nacional de Bioinsumos como exemplo de inovação e sustentabilidade. Fávaro destacou que o país está trabalhando para ampliar o uso desses insumos por meio de parcerias com o Congresso Nacional.

    Comitiva brasileira durante reunião bilateral com Alemanha

     

     

  • Mudanças climáticas são temas centrais no Fórum Internacional de Agropecuária

    Mudanças climáticas são temas centrais no Fórum Internacional de Agropecuária

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, convocou as principais economias globais a assumirem um compromisso sério com as mudanças climáticas. Durante o Fórum Internacional de Agricultura e Pecuária (FIAP), realizado paralelamente às reuniões do G20 em Cuiabá (MT), Fávaro destacou que o agravamento das queimadas no Brasil evidencia a urgência de ações concretas. “As queimadas no Brasil mostram a sensibilidade que o mundo precisa ter com as mudanças climáticas”, afirmou Fávaro, pedindo medidas globais para conter os efeitos dessas transformações.

    O Brasil enfrenta uma seca severa em várias regiões, intensificando focos de calor que afetam diretamente a produção agrícola. Fávaro enfatizou que as mudanças climáticas deixaram de ser uma questão debatida e se tornaram uma realidade inegável. Mato Grosso, estado que sedia as reuniões do G20, exemplifica os desafios climáticos ao registrar o maior número de queimadas no país. Ao mesmo tempo em que se destaca pela sua produção agrícola sustentável.

    Fórum Internacional da Agropecuária (FIAP), realizado em Cuiabá

    Fávaro destacou o compromisso do Brasil em intensificar a produção de alimentos sem expandir sobre áreas florestais. Ele ressaltou que o país tem potencial para aumentar a produção em cerca de 40 milhões de hectares de pastagens subutilizadas, sem desmatamento. “Somos grandes produtores e exportadores, mantendo vastas áreas preservadas. Podemos fazer ainda mais, sem comprometer nossas florestas”, explicou.

    União global e mudanças climáticas são temas centrais no Fórum Internacional de Agropecuária

    Durante a abertura do Fórum Internacional de Agropecuária (FIAP) em Mato Grosso, Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, enfatizou a importância de unir esforços para combater as mudanças climáticas. Ele ressaltou que o foco não deve ser encontrar culpados pela fumaça que cobre várias cidades brasileiras. Mas sim enfrentar a crise climática como um desafio global. “Avançamos muito com a tecnologia, mas nada disso será suficiente sem ter o meio ambiente como aliado. Para quem ainda duvida das mudanças climáticas, essa fumaça é um sinal claro”, afirmou, lembrando que o fogo contamina o ar e agrava o efeito estufa, afetando a vida de quem planta e cria.

    ApexBrasil apoia diretamente 22 setores do agronegócio, equivalendo a 2.500 empresas, produtores rurais e cooperativas

    O FIAP, que antecede o G20 Agro, programado para ocorrer até sexta (13 de setembro) na Chapada dos Guimarães (MT), reuniu ministros da agricultura de 19 países e mais de 30 delegações internacionais. Viana descreveu o fórum como um marco na história do Brasil, possibilitando a construção de uma narrativa positiva sobre o país. “Sediar o G20 é uma oportunidade de mostrar o verdadeiro potencial do Brasil. O presidente Lula está trabalhando para fortalecer essa imagem, e nós na ApexBrasil fazemos o mesmo”, destacou.

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    Viana também reforçou a responsabilidade do Brasil nas questões ambientais, alertando para a urgência de pensar no futuro em tempos de mudanças climáticas, insegurança alimentar e transição energética. Ele mencionou os desafios na criação do Código Florestal, que estabelece limites para o uso da terra nas áreas urbanas e rurais. E afirmou que essa legislação foi pensada para garantir um futuro sustentável.

    Modelo brasileiro de agricultura

    Laudemir Müller, gerente do Agronegócio da ApexBrasil, destacou que o Brasil desenvolveu um modelo único de agricultura tropical, capaz de contribuir com a segurança alimentar global e a preservação ambiental. Ele explicou que esse modelo também apoia as empresas que investem em tecnologias de transição energética e redução de emissões de carbono. A ApexBrasil apoia diretamente 22 setores do agronegócio, envolvendo 2.500 empresas, que juntas somam US$ 89 bilhões em exportações.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, enalteceu a política comercial do governo Lula. Que já abriu 184 novos mercados para os produtos agropecuários brasileiros. Ele destacou a necessidade de intensificar a produção sem invadir áreas florestais ou o Cerrado, aproveitando áreas degradadas para esse crescimento.

    Governadores como Eduardo Riedel (MS) e Helder Barbalho (PA) ressaltaram a importância de um posicionamento estratégico do Brasil no agronegócio global, focando na sustentabilidade e preservação ambiental. Barbalho, por exemplo, reforçou que “uma floresta viva vale mais do que uma morta”. Mauro Mendes, governador de Mato Grosso, cobrou um maior comprometimento mundial na redução de emissões e combate ao desmatamento ilegal.

    O FIAP reuniu participantes de diversos setores para discutir o futuro do agronegócio, destacando a importância da sustentabilidade e das novas tecnologias para o desenvolvimento do setor. Em julho de 2024, as exportações do agronegócio brasileiro atingiram US$ 15,44 bilhões. Com destaque para os setores de soja, carnes, açúcar e etanol, produtos florestais e café, responsáveis por 82,5% das exportações.

  • Expansão internacional – Brasil amplia adidos agrícolas no exterior

    Expansão internacional – Brasil amplia adidos agrícolas no exterior

    Governo publica a Portaria Interministerial Mapa/MRE nº 18, que oficializa a criação de 11 novos postos de adidos agrícolas em representações diplomáticas brasileiras no exterior. Os novos escritórios serão estabelecidos na Argélia, Bangladesh, Chile, Costa Rica, Emirados Árabes Unidos, Etiópia (abrangendo também a União Africana, Djibuti e Sudão do Sul), Filipinas (incluindo Ilhas Marshall, Micronésia e Palau), Irã, Malásia (com Brunei), Nigéria e Turquia.

    Com essa expansão, o Brasil passará a contar com sete adidos agrícolas na África, fortalecendo laços com parceiros econômicos estratégicos e abrindo portas para mercados potenciais. Essa medida visa ampliar as oportunidades para o agronegócio brasileiro em mercados internacionais.

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a relevância desse avanço. “As novas adidâncias refletem o reconhecimento da importância do agronegócio e sua maior inserção no mercado internacional. Com esses novos postos, iremos maximizar as oportunidades para o setor, gerando empregos e renda para os brasileiros, especialmente com a abertura de novos mercados.”

    Foi a maior expansão desde a criação da função, em 2008

    Em julho, o Governo Federal já havia autorizado, por meio de Decreto presidencial, a ampliação de 29 para 40 postos de adidos agrícolas. Foi a maior expansão desde a criação da função, em 2008. A ampliação visa atender à crescente demanda do setor por representação em mercados estratégicos.

    A importância dos adidos agrícolas

    Os adidos agrícolas são responsáveis por assessorar as representações diplomáticas, promovendo o agronegócio brasileiro. Eles identificam oportunidades de comércio, investimentos e cooperação, além de estabelecerem diálogos com atores do setor público e privado, academia e sociedade civil.

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    Atualmente, o Brasil possui adidos agrícolas em países como África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Canadá, China, Estados Unidos, França, Japão, Reino Unido, Rússia, entre outros. Com as novas adições, o Brasil reforça sua presença global no agronegócio, buscando expandir sua influência em mercados estratégicos e fortalecer a competitividade do setor.

  • Projeto ConSIM visa expandir comércio de produtos animais na Bahia

    Projeto ConSIM visa expandir comércio de produtos animais na Bahia

    Em Salvador, Bahia, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, assinou um protocolo de intenções que visa integrar 39 consórcios públicos municipais ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). A assinatura ocorreu durante o lançamento da 3ª edição do Projeto ConSIM. O projeto tem como objetivo expandir o comércio de produtos de origem animal em todo o território nacional.

    Durante seu discurso, Fávaro destacou o crescimento do programa desde sua criação em 2006, e como a Bahia se tornou um exemplo, com 85% de seus municípios agora participando do projeto. “Estamos expandindo de 300 para quase 2 mil municípios certificados. Isso fortalece a economia local e cria novas oportunidades para os pequenos produtores”, afirmou o ministro.

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    Além da Bahia, estados como Alagoas, Ceará, Minas Gerais e São Paulo também fazem parte da nova edição do projeto, abrangendo um total de 768 municípios. Essa expansão busca garantir que mais regiões do país possam comercializar seus produtos de forma segura e regulamentada.

    O Projeto ConSIM é uma iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). E tem como meta aprimorar os serviços de inspeção de produtos de origem animal em municípios de todo o Brasil. O programa já beneficiou 793 municípios em edições anteriores. E com a nova fase, espera-se que esse número cresça ainda mais, trazendo segurança alimentar e desenvolvimento econômico para diversas regiões do país.

    Com essa integração, a Bahia e outros estados fortalecem suas agroindústrias, ampliando o alcance de suas produções para todo o Brasil. Isso promete gerar mais empregos e renda para os produtores locais.

  • Expointer – feira é símbolo da força da agropecuária brasileira

    Expointer – feira é símbolo da força da agropecuária brasileira

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, marcou presença na 47ª Expointer nesta sexta-feira (30), realizada no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O evento deste ano tem como tema “Superar é da nossa natureza”, uma alusão às enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em 2023, ressaltando a capacidade de recuperação do agronegócio gaúcho.

    Em seu discurso, Fávaro elogiou a resiliência dos produtores rurais do estado diante das adversidades climáticas. Também destacou a importância da feira como símbolo da força da agropecuária brasileira. Ele também anunciou a recente aprovação do PLN 25/2024 pelo Congresso Nacional, uma medida que facilitará o acesso ao crédito para produtores afetados pelas enchentes, especialmente aqueles que enfrentavam dificuldades devido a restrições financeiras. “Estamos aqui para trazer boas notícias. As medidas já estão a caminho da sanção presidencial para que possamos garantir aos produtores rurais acesso facilitado aos recursos necessários para sua recuperação,” afirmou.

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    O evento contou também com a participação do ministro-chefe da Secretaria Extraordinária de Apoio à Reconstrução do RS, Paulo Pimenta. E do governador do estado, Eduardo Leite, que reforçaram o compromisso do governo em apoiar o setor agropecuário na superação dos desafios atuais.

    A 47ª Expointer é reconhecida como uma das maiores feiras agropecuárias a céu aberto da América Latina. Ela oferece aos visitantes uma ampla gama de exposições, tecnologias agrícolas e inovações do setor. No ano anterior, a feira atingiu recordes de público e negócios, com cerca de 820 mil visitantes e R$ 8 milhões em transações comerciais.

  • Ministro Carlos Fávaro participa do lançamento da Política Nacional de Transição Energética

    Ministro Carlos Fávaro participa do lançamento da Política Nacional de Transição Energética

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou da 1ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) e da cerimônia de lançamento da Política Nacional de Transição Energética no Ministério de Minas e Energia (MME) nesta segunda-feira (26). O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou as resoluções aprovadas e o projeto de lei que amplia o acesso ao Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o gás de cozinha.

    Como membro efetivo do CNPE, Fávaro destacou o papel do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na transição energética, citando a produção de biocombustíveis como exemplo. “Somos o grande líder mundial dos biocombustíveis. O etanol e o biodiesel cumprem um grande papel na transição energética mundial, gerando renda e oportunidades no campo”, comentou.

    Atualmente, o setor da Agropecuária responde por 5% do uso de energia no Brasil, conforme o Balanço Energético Nacional 2024, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O país se destaca pela maior participação de energia limpa entre os integrantes do G20, com a utilização de recursos renováveis, biomassas e resíduos. A biomassa da cana é a principal, correspondendo a 16,9% das energias renováveis.

    Ampliação da oferta de gás natural

    A ampliação da oferta de gás natural é importante para o incremento da produção de fertilizantes em território nacional. Por outro lado, o Brasil vem se destacando na produção agropecuária e agroindustrial de biocombustíveis, inclusive para exportação.

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    Durante a cerimônia, o presidente Lula destacou a importância dessas ações e o trabalho do ministro Carlos Fávaro na abertura de mercados para os produtos da agropecuária brasileira. Abertura que já atingiu a marca de 180 desde o início de 2023. “Eu já conversei com mais gente vendendo as coisas boas do nosso país, vendendo a autoestima do nosso país. E mostrando que nós temos uma Embrapa que é de muita qualidade, nós temos uma Petrobras”, disse o presidente.

    Política Nacional de Transição Energética

    A Política Nacional de Transição Energética foi desenvolvida para apoiar sua articulação com demais políticas públicas. Além de aumentar a capacidade do país de atrair investimentos, gerar empregos e renda, influenciar o desenvolvimento do setor energético global. E também promover oportunidades de inserção econômica e geopolítica do Brasil.

    Com essa iniciativa, o governo busca fortalecer a transição energética no país. E, aproveitando o potencial do setor agropecuário, promovendo a ampliação do acesso a fontes de energia mais limpas e sustentáveis.

  • Criação do banco de vacinas é debatido em encontro

    Criação do banco de vacinas é debatido em encontro

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu nesta semana com representantes do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) para discutir soluções inovadoras para o setor pecuário brasileiro, incluindo a criação de um banco de vacinas contra a febre aftosa.

    Em maio deste ano, Fávaro, acompanhado do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, anunciou que o Brasil alcançou o status de livre de febre aftosa sem vacinação. Essa autodeclaração, que marca um avanço significativo na situação sanitária do país, foi possível após a suspensão da vacinação em 12 unidades da Federação. E também em parte do estado do Amazonas, seguindo as diretrizes do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PE-PNEFA).

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    A medida é parte do processo para o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). E representa o fim de um ciclo de vacinação que durou mais de 50 anos. Além disso.  destaca a qualidade da produção pecuária nacional e do Serviço Veterinário Oficial.

    Importância da Reunião

    Fávaro ressaltou a relevância da reunião para o desenvolvimento da pecuária no Brasil. Também afirma que o país já deu um passo fundamental com o novo status de livre de febre aftosa. “Estamos falando de modernização, ciência e tecnologia. Essa é uma ótima oportunidade de parceria entre a União e o Estado para os próximos passos na consolidação da retirada das vacinas contra a febre aftosa no Brasil, onde precisamos ter ainda precauções”, declarou.

    O Tecpar, que se dedica a pesquisa, desenvolvimento e inovação, atua tanto para o estado do Paraná quanto para todo o Brasil. Sempre oferecendo soluções tecnológicas para o empreendedorismo e a indústria da saúde. A proposta de um banco de vacinas surge como uma solução inteligente para garantir a saúde animal e a segurança alimentar no país.

    Com essas iniciativas, o governo brasileiro busca fortalecer a pecuária e garantir a competitividade do setor, promovendo inovações que atendam às necessidades dos produtores e assegurem a qualidade da produção agropecuária.

  • Mato Grosso sedia discussões do G20 sobre práticas sustentáveis na agricultura

    Mato Grosso sedia discussões do G20 sobre práticas sustentáveis na agricultura

    Mato Grosso, principal produtor de grãos e com o maior rebanho bovino do Brasil, foi escolhido como o local ideal para sediar as discussões do G20 sobre práticas sustentáveis na agricultura, segurança alimentar e inovações agrícolas. No próximo mês, o município de Chapada dos Guimarães receberá as reuniões técnicas e ministeriais do Grupo de Trabalho da Agricultura.

    As principais pautas do GT Agricultura incluem a sustentabilidade nos sistemas agroalimentares, a ampliação da contribuição do comércio internacional para a segurança alimentar e nutricional, e o reconhecimento do papel essencial da agricultura familiar, camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais para sistemas alimentares sustentáveis e inclusivos. Além disso, haverá foco na promoção da integração sustentável da pesca e aquicultura nas cadeias sociais locais e globais.

    Ministério da Agricultura fará entrega de maquinas agricolas
    Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Reprodução – Redes sociais

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a relevância do evento, afirmando que “se Mato Grosso fosse um país, seria o terceiro maior produtor de soja do mundo”. Ele mencionou que o presidente Lula autorizou a realização do encontro no estado. O que representa uma oportunidade significativa para debater os avanços da agropecuária mundial. “Será um grande evento para mostrar a força e a sustentabilidade da nossa agropecuária”, completou.

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    Fávaro também ressaltou que o encontro com representantes da agropecuária das principais economias do mundo trará oportunidades econômicas para o Brasil. “Os ministros, as delegações e os países convidados participarão das reuniões, o que fortalecerá nossa relação comercial e gerará oportunidades de negócios, resultando em empregos para a nossa economia”, afirmou.

    Histórico de participação do Brasil

    O Brasil faz parte do GT Agricultura desde sua criação em 2011, inicialmente focado na redução da volatilidade dos preços dos alimentos. Desde então, o grupo se tornou um importante fórum para discutir e auxiliar os membros do G20 em questões relacionadas à produção agropecuária. E promover a cooperação internacional em temas essenciais como segurança alimentar, agricultura sustentável, inovação tecnológica e adaptação às mudanças climáticas.

    O G20 reúne as maiores economias do mundo e se encontra anualmente para discutir iniciativas econômicas, políticas e sociais. No dia 1º de dezembro de 2023, o Brasil assumiu a Presidência temporária do G20. Esse mandato se encerrará em 30 de novembro de 2024. Esta é a primeira vez que o país ocupa essa posição na história do grupo no formato atual.

    Com a realização das reuniões em Mato Grosso, o Brasil busca consolidar sua liderança nas discussões sobre práticas agrícolas sustentáveis. E também fortalecer sua posição no cenário global.

  • Brasil agiu rápido em caso de Doença de Newcastle

    Brasil agiu rápido em caso de Doença de Newcastle

    Em coletiva de imprensa, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, abordou a confirmação do foco da Doença de Newcastle (DNC) em um estabelecimento de avicultura comercial de corte, localizado no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul. “Nosso sistema tripartite de defesa sanitária – união, estado e município – atuou de forma rápida para evitar a dispersão do vírus. Com agilidade e eficiência, nós iremos superar este momento rapidamente e trazer de volta a tranquilidade ao setor”, afirmou Fávaro.

    Fávaro afirmou que tratará o caso com total transparência para minimizar os impactos. “Nós ainda não avaliamos como uma epidemia, porque foi um animal de uma granja com 14 mil aves. O isolamento já foi feito e, até o momento, não temos nenhum vestígio de outros animais doentes nesta granja e nem na região”, explicou.
    Sobre as restrições comerciais, o ministro informou que todos os mercados compradores da carne de aves brasileira já estão sendo comunicados. “Hoje, o Brasil representa quase 40% da carne de frango consumida no mundo e cada país tem um protocolo. Tem país que regionaliza no raio de 50 km, de 10 km, que fecha o estado ou que fecha o país”, detalhou Fávaro.

    Equipes do MAPA estão no estado

    A equipe da defesa agropecuária do Mapa já está no estado para ajudar a coordenar as ações do plano de contingência da DNC junto ao órgão de defesa do Estado do Rio Grande do Sul. Fávaro também ressaltou a importância de tranquilizar a população: “Esta não é uma zoonose transmissível, então não precisa ter nenhum receio de continuar consumindo carne de frango, ovos, nada disso”.

    Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro

    No dia 17 de julho, o Mapa confirmou o diagnóstico positivo para a Doença de Newcastle (DNC) em Anta Gorda (RS). O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional, realizou a análise para o diagnóstico da doença. A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) conduziu a investigação epidemiológica do caso. A DNC é uma enfermidade viral que afeta aves domésticas e silvestres, causando sinais respiratórios, frequentemente seguidos por manifestações nervosas, diarreia e edema da cabeça nesses animais.

    ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade

    Em uma coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre (RS), presidentes da ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade após a detecção de um caso isolado de Doença de Newcastle no Rio Grande do Sul. Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e José Eduardo dos Santos, presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), destacaram a rápida ação de monitoramento e esclarecimento como fator crucial para minimizar os impactos nas exportações avícolas do Brasil.

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirmou que esperavam o autoembargo anunciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. Isso devido aos acordos sanitários internacionais, reforçando a transparência do país em relação aos cuidados sanitários na produção. Segundo Santin, a exportação brasileira de carne de frango representa, em média, 430 mil toneladas mensais. No pior cenário, os embargos poderiam afetar até 60 mil toneladas dessas exportações.

    Reprodução – ABPA

    “Isto não significa que este volume será destinado ao mercado interno. Provavelmente, os fluxos serão alocados para outros possíveis destinos demandantes destes produtos. Especialmente em um momento em que a demanda internacional está aquecida”, explicou Ricardo Santin.

    Impacto total na produção não chega a 10%

    Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, acrescentou que o impacto máximo representaria entre 5% e 7% da produção mensal brasileira. “Cabe reiterar que este é um cenário extremo e não é o que se espera em relação ao comportamento dos mercados. Já há indicativos de potenciais retomadas no curtíssimo prazo, graças ao célere e transparente trabalho de esclarecimento por parte das autoridades técnicas e de negociação dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores”, completou.

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    José Eduardo dos Santos, presidente da ASGAV, ressaltou a eficiência das autoridades sanitárias federais e estaduais na rápida notificação e ação, o que permitiu uma visualização clara do quadro. “Identificou-se rapidamente o entorno da propriedade, foram feitas as análises, seguiu-se o monitoramento. Não há sinalizações de ampliações da ocorrência e, sim, apenas uma amostra identificada na testagem de uma situação pontual. Por tudo isso, esperamos que o restabelecimento da normalidade ocorra no curto prazo. Vale lembrar, também, que não há qualquer risco para o consumidor. E que já foram realizadas todas as etapas de eliminação da ocorrência e desinfecção da granja”, afirmou.

    Suspensão faz parte de acordo internacional.

    A expectativa positiva dos líderes do setor avícola reflete a confiança na eficiência das medidas sanitárias. E também na capacidade do Brasil de manter a estabilidade das exportações, mesmo diante de desafios pontuais.

    Lembrando que a ABPA tem um trabalho muito importante no setor. Além disso, já tinha emitido uma nota de posicionamento desde o inicio da situação, nota essa reproduzida abaixo.

    POSICIONAMENTO SETORIAL – Doença de Newcastle

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) estão acompanhando e dando suporte à ação do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, em relação à uma amostra que testou positivo para o caso de Doença de Newcastle em granja do estado.

    As autoridades federais e do estado agiram rapidamente na identificação do caso com interdição da granja, garantindo que não houvesse saída de aves. As autoridades acionaram os protocolos oficiais para mitigar a situação pontual e continuam a monitorar o entorno.

    O governo notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a doença, cumprindo a obrigatoriedade de notificação. Como de praxe, o Brasil manteve e manterá total transparência no tratamento à situação, garantindo rápida solução a esta que é questão sanitária das aves.

  • Governo Federal entrega de máquinas agrícolas no Rio Grande do Sul

    Governo Federal entrega de máquinas agrícolas no Rio Grande do Sul

    O Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, realiza entrega nesta sexta-feira (5) de máquinas agrícolas, em Porto Alegre (RS). Objetivo é apoiar a agropecuária no estado gaúcho. Equipamentos são provenientes de emendas parlamentares e liberadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No total, 34 municípios do Rio Grande do Sul serão beneficiados.

    Ministério da Agricultura fará entrega de maquinas agricolas
    Reprodução – Redes sociais

    Simultaneamente, também serão entregues equipamentos em Porto Velho (RO) para auxiliar o agro em 9 municípios. Durante a cerimônia, será realizado um momento de interação entre as duas entregas.

    Assista o evento ao vivo pelo link abaixo.

    https://www.youtube.com/watch?v=aAZideIPLLE

    Agricultores gaúchos reclamam de demora na ajuda do Governo Federal

    Os agricultores do Rio Grande do Sul, severamente afetados pelas intensas chuvas deste ano, expressam frustração com a lentidão na resposta do governo federal. As tempestades causaram prejuízos estimados em R$ 11 bilhões, atingindo 471 municípios e devastando áreas agrícolas essenciais.

    Muitos produtores afirmam que, apesar das promessas de auxílio emergencial, os recursos ainda não chegaram. A falta de assistência rápida compromete não só a recuperação das plantações, mas também a manutenção da infraestrutura rural e o sustento das famílias afetadas.

    O governo federal anunciou recentemente um plano de emergência, mas os agricultores exigem medidas mais ágeis e eficazes. A recuperação total do setor depende de uma resposta rápida e coordenada, enfatizam especialistas. Enquanto isso, a economia rural do estado permanece em estado de alerta, aguardando a tão necessária intervenção federal.

    Chuvas intensas causaram perdas para agricultura

    As intensas chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul em 2024 causaram prejuízos significativos à agricultura do estado. A Defesa Civil do RS reportou que 471 municípios foram afetados, com perdas estimadas em R$ 11 bilhões. O impacto foi severo, especialmente em áreas agrícolas, prejudicando culturas importantes e infraestrutura rural.

    A produção de grãos, um dos pilares econômicos do estado, sofreu grandes danos, complicando ainda mais a situação financeira dos agricultores locais. A chuva também afetou a produção de hortaliças e frutas, contribuindo para a alta nos preços desses produtos.

    Além dos prejuízos econômicos, a crise climática provocou a destruição de mais de 9.200 unidades habitacionais e danificou outras 100.500, o que intensificou o desafio para as famílias rurais e urbanas. A recuperação total das áreas afetadas deve exigir um esforço conjunto entre governos e setor privado para restaurar a produção agrícola e melhorar a infraestrutura danificada.

    Empresas privadas fazem ações de ajuda às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul

    Além da ajuda do governo e de voluntários, a iniciativa privada também se mobilizou para ajudar os diversos segmentos afetados, inclusive o agro. A Mosaic, empresa do setor de fertilizantes, é um exemplo.
    Por meio de ações envolvendo empregados em diversas regiões e parcerias com organizações da sociedade civil, a companhia está apoiando famílias e moradores de municípios atingidos pelas enchentes.

    Nos últimos dias 18 e 22, as cidades de Esteio e Rio Grande receberam mais de 2 mil cestas de alimentos customizadas especialmente para essas regiões, que necessitavam de um maior abastecimento de proteína. A entrega foi feita em parceria com a CUFA (Central Única das Favelas) e a ONG Ação da Cidadania.

    Paralelamente, cerca de 3 mil crianças e adolescentes receberão kits de proteção (produtos de higiene e saúde) por meio da parceria do Instituto Mosaic com o Programa de Resposta à Emergência da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância).

    Ministro Favaro e Eduardo de Souza da Mosaic; Governo Federal e iniciativa privada colaboram no Rio Grande do Sul – Reprodução Redes Sociais

    A empresa também engajou profissionais de diferentes regiões do Brasil e no exterior para beneficiar a população gaúcha. “Criamos um canal interno para que funcionários da empresa possam doar recursos financeiros em benefício às vítimas das enchentes, por meio do Programa de Doações dos Funcionários da Mosaic. Essa corrente de solidariedade formada pelos funcionários permitiu somar forças junto a tantas outras empresas e pessoas físicas em prol daquela população que ainda necessita de grande auxílio”, explica Eduardo Monteiro, country manager da Mosaic.

    Doações e congelamento de preço

    O Carrefour congelou os preços de todos os seus produtos até o dia 31 de maio nas lojas do Rio Grande do Sul – Carrefour, Atacadão, Sam’s Club e Nacional.

    A XP, empresa fundada em Porto Alegre, se uniu ao movimento União BR, para pedir doações em benefício dos atingidos pelas chuvas no Rio Grande do Sul. Enquanqo isso, o Mercado Livre, junto com o seu banco digital Mercado Pago, doou diretamente R$ 1 milhão para a ONG Ação da Cidadania.

    A AMBEV trocou sua linha de produção para envasar água, e muitas outras empresas seguiram a mesma linha. O que mostra que tanto o poder público como o governo se  uniram para ajudar, mas o impacto dessa ajuda ainda não foi o suficiente pra reconstruir a vida de toda essa população e produção atingidas pela água. A entrega de máquinas agrícolas é um etapa nessa longa lista de necessidades do setor no estado.