Tag: México

  • México registra primeiro caso humano de gripe aviária H5N1

    México registra primeiro caso humano de gripe aviária H5N1

    O México confirmou o primeiro caso de gripe aviária H5N1 em humanos. A paciente é uma menina de três anos, moradora de Durango.

    O Ministério da Saúde divulgou a informação na última sexta-feira. Segundo o governo, a criança permanece hospitalizada em estado grave, apesar de ter recebido tratamento antiviral.

    Diante do caso, autoridades mexicanas iniciaram a busca ativa de possíveis infecções respiratórias em aves e humanos na região afetada.

    A Secretaria de Agricultura e Desenvolvimento Rural informou que não há registros de contaminação em granjas comerciais até o momento. O órgão mantém a vigilância epidemiológica em curso para prevenir novos casos.

    Este é o primeiro caso confirmado de H5N1 em humanos no país. No entanto, em maio do ano passado, o México notificou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a morte de um homem infectado pelo vírus H5N2, também da gripe aviária.

    Na época, a OMS classificou o caso como o primeiro registro mundial de H5N2 em humanos.

    Ainda segundo a organização, com base nas informações atuais, o risco à população causado pelos vírus influenza tipo A, como H5N1 e H5N2, permanece baixo.

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  • Café solúvel: Abics capacita 11 IC Graders no México

    Café solúvel: Abics capacita 11 IC Graders no México

    A Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics) deu um passo importante na globalização da avaliação sensorial de café solúvel. A entidade realizou, entre 18 e 21 de fevereiro, o primeiro curso internacional de formação de Instant Coffee Graders (IC Graders) em Ixtaczoquitlán, Veracruz, no México. A iniciativa capacitou 11 profissionais mexicanos das empresas Cafiver, Cafinco, Cafesca e Catoex. Tornando-os aptos a avaliar e emitir laudos de análise sensorial do produto com base no Protocolo Global de Avaliação Sensorial do Café Solúvel. Desenvolvido pela Abics em cooperação técnica com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), o protocolo estabelece um padrão de qualidade para o setor.

    De acordo com Eliana Relvas, consultora da Abics e coordenadora do curso, a expansão da formação de IC Graders para outros países é uma das estratégias da entidade para promover o desenvolvimento e a padronização da avaliação sensorial de cafés solúveis em nível global. A escolha do México como primeiro país a receber o curso se justifica por ser o terceiro maior produtor e o quinto maior consumidor de café solúvel no mundo. A capacitação dos profissionais mexicanos tem o objetivo de auxiliá-los na identificação de categorias e atributos dos diferentes tipos de solúveis. E, desta forma, permitir que os consumidores locais escolham o produto que melhor atenda às suas preferências.

    Percepção negativa da qualidade do café solúvel

    Um ponto comum identificado pelos profissionais das empresas mexicanas é a percepção negativa da qualidade do café solúvel pelo consumidor. A metodologia da Abics busca desconstruir essa barreira, demonstrando que o produto possui atributos e características desejáveis. E assim, tornando-o mais atrativo tanto para o consumo puro quanto em produtos como bebidas prontas, balas, doces, chocolates e sorvetes.

    Com a primeira turma internacional, a Abics reforça seu compromisso em disseminar a cultura da qualidade do café solúvel globalmente. Desde a implantação do protocolo de avaliação sensorial, já foram formados 56 IC Graders, incluindo 14 mexicanos (três treinados no Brasil) e 42 brasileiros. O protocolo de avaliação sensorial da Abics criou os selos de qualidade “Excelência”, “Premium” e “Clássico”. Eles permitem ao consumidor identificar a melhor aplicabilidade para cada marca no mercado. Para saber mais sobre o universo dos cafés solúveis e suas características, visite descubracafesoluvel.com.

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  • Expansão: GTFoods reforça presença no México na Expo Carnes y Lácteos

    Expansão: GTFoods reforça presença no México na Expo Carnes y Lácteos

    Entre os dias 4 e 6 de março de 2025, a GTFoods participará pela primeira vez da Expo Carnes y Lácteos. Esse é um dos principais eventos globais da indústria de carne e laticínios, realizado no CINTERMEX, em Monterrey, México. Essa presença marca um importante passo na estratégia de expansão internacional da empresa, que estará representada ao lado de outras exportadoras brasileiras renomadas no estande da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

    A participação na Expo Carnes y Lácteos reforça o crescimento da GTFoods no mercado externo. Especialmente no México, onde a renovação do Paquete Contra la Inflación y la Carestía (PACIC) até 31 de dezembro de 2025 oferece oportunidades significativas. O programa elimina tarifas de importação para produtos da cesta básica, tornando os alimentos mais acessíveis e ampliando as oportunidades para exportadores brasileiros.

    Expansão internacional

    A GTFoods projeta um crescimento de 10% nas exportações de frango em 2025, aumentando sua participação global de 25% para 35%. Além do México, a empresa fortalece suas operações em mercados estratégicos como China, Europa, Oriente Médio e África do Sul.

    A Expo Carnes y Lácteos contará com 26.000 m² de exposição, mais de 400 expositores de diversos países, workshops especializados e debates sobre as principais tendências do setor. A presença da GTFoods no evento reforça seu compromisso com a expansão global e a qualidade, consolidando-se como referência no setor de proteína animal.

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  • “Peixe do fim do mundo” aparece em praia mexicana

    “Peixe do fim do mundo” aparece em praia mexicana

    Na última semana, banhistas se surpreenderam ao avistar um raro peixe-remo, conhecido como “peixe do fim do mundo”, em águas rasas de uma praia na Baixa Califórnia do Sul, no México. O episódio viralizou nas redes sociais, pois a espécie raramente se aproxima da superfície, tornando o registro um evento incomum.

    O vídeo que circulou nas redes sociais mostra o peixe-remo exibindo uma coloração azul vibrante com detalhes vermelhos. Essa espécie marinha é conhecida por habitar profundidades entre 200 e 1.000 metros, podendo atingir tamanhos impressionantes, comparáveis ao de um ônibus escolar. No entanto, o exemplar filmado aparentava ser menor.

    O apelido “peixe do fim do mundo” surgiu após o tsunami no Japão em 2011. Isso derivado de uma lenda local que associa o aparecimento do peixe a grandes eventos sísmicos. Apesar da crença popular, não há evidências científicas que comprovem essa ligação.

    A aparição do peixe-remo próximo à costa é incomum e geralmente ocorre quando o animal está desorientado, doente ou em estágio terminal após confrontos com predadores. Muitos dos peixes-remo que chegam à costa não sobrevivem, como foi o caso de um indivíduo encontrado morto recentemente na Califórnia.

    O peixe-remo (Regalecus glesne) vive em águas profundas, nas zonas mesopelágica e abissal dos oceanos4. Ele está presente em praticamente todos os mares do mundo, exceto nos polos.

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  • Exportações de aves e suínos para o México devem seguir firmes

    Exportações de aves e suínos para o México devem seguir firmes

    A renovação do Pacote contra a Inflação e a Fome (PACIC) pelo governo mexicano deve manter aquecido o fluxo de exportações brasileiras de carne de aves e suínos para o México em 2025. Em resumo, apenas nos primeiros 11 meses de 2024, o Brasil exportou 247 mil toneladas desses produtos para o mercado mexicano.

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a renovação oficial do programa, anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. Criado há dois anos pela Secretaria de Fazenda e Crédito Público do México, o PACIC visa conter a inflação e evitar a escassez de alimentos, incentivando a importação de produtos essenciais, como carne de frango e suína.

    Com a prorrogação do programa, as condições atuais para importação permanecem. Não há cotas limitadoras e a tarifa continua zerada. O PACIC seguirá em vigor durante todo o ano de 2025.

    Desde sua criação, o acordo fortaleceu a parceria comercial entre Brasil e México. Entre janeiro e novembro de 2024, o país importou 205 mil toneladas de carne de frango. Ou seja, um crescimento de 18,8% em relação ao mesmo período de 2023. Já a carne suína alcançou 42 mil toneladas, alta de 49,7% no mesmo comparativo. Em geral, o volume gerou receitas de US$ 620 milhões.

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    Exportações para o México

    Atualmente, o México ocupa a sétima posição entre os principais importadores de carne de frango do Brasil e a décima posição para carne suína.

    O presidente da ABPA, Ricardo Santin, destacou os esforços do Ministério da Agricultura para manter o Brasil como fornecedor estratégico no âmbito do PACIC. “As boas relações entre os países e a parceria sólida entre produtores brasileiros e importadores mexicanos indicam que o fluxo de carne de aves e suínos deve seguir positivo em 2025, beneficiando ambas as nações”, afirmou Santin.

     

  • Exportações – PACIC é renovado pelo governo mexicano

    Exportações – PACIC é renovado pelo governo mexicano

    O Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa) comemorou a recente publicação do decreto que renova o “Paquete Contra la Inflación y la Carestía” (PACIC) pelo governo mexicano. A medida, anunciada pela presidenta Claudia Sheinbaum, foi estendida até 31 de dezembro de 2025 e visa zerar as tarifas sobre produtos da cesta básica, facilitando o acesso das famílias mexicanas a alimentos essenciais e ampliando a presença de produtos brasileiros no mercado do país.

    A renovação do PACIC é crucial para a continuidade das exportações brasileiras de alimentos ao México, especialmente em relação a produtos como carnes, leite, arroz e feijão, nos quais o Brasil possui uma forte participação. De janeiro a novembro de 2024, as exportações brasileiras para o México já totalizavam mais de US$ 2,7 bilhões. Com a isenção temporária de impostos de importação sobre itens essenciais, espera-se que esse número continue a crescer.

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    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ressaltou a importância dessa parceria. “É uma grande oportunidade para continuarmos reforçando e intensificando a parceria comercial com o México. Oferecendo produtos brasileiros competitivos que contribuem para a segurança alimentar e nutricional.”

    Papel estratégico do México

    O México se consolidou como um dos principais parceiros comerciais do Brasil. E o país tornou-se o maior destino das exportações agropecuárias brasileiras na América Latina desde a implementação do PACIC em maio de 2022. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, destacou que a renovação do PACIC reafirma o compromisso entre os dois países em promover uma relação comercial mutuamente benéfica.

    “A continuidade do PACIC reforça o papel do Brasil como parceiro estratégico no abastecimento alimentar do México e fortalece as exportações agropecuárias”, afirmou Rua.

    A renovação do PACIC representa um passo significativo para o fortalecimento das relações comerciais entre Brasil e México. Com medidas que visam facilitar o acesso a produtos essenciais e promover a segurança alimentar, essa parceria promete abrir novas oportunidades para os exportadores brasileiros. E assim, contribuir para o desenvolvimento econômico de ambos os países.

  • Brasil tem recorde de exportação de café em setembro

    Brasil tem recorde de exportação de café em setembro

    O Brasil atingiu um recorde histórico nas exportações de café em setembro de 2024, com o embarque de 4,464 milhões de sacas de 60 kg. Em resumo, o volume representa um crescimento de 33,3% em relação ao mesmo período de 2023, quando foram exportadas 3,348 milhões de sacas.

    Faturamento

    O faturamento também foi o maior já registrado para o mês, chegando a US$ 1,194 bilhão, um aumento de 84,5%. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

    Nos primeiros três meses da safra 2024/25, o Brasil exportou 12,050 milhões de sacas, gerando US$ 3,105 bilhões. Ou seja, esses números representam um crescimento de 19,7% em volume e 54,7% em receita, comparado ao mesmo período do ano anterior.

    Recorde no acumulado do ano

    Entre janeiro e setembro de 2024, o Brasil exportou 36,428 milhões de sacas de café, superando em 38,7% o volume registrado nos primeiros nove meses de 2023. Além disso, a receita das exportações também foi recorde, alcançando US$ 8,451 bilhões, um aumento de 51,9% em relação ao ano passado.

    Problemas logísticos continuam

    Apesar dos resultados expressivos, o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira, alertou para os desafios logísticos que o setor enfrenta. “Ainda enfrentamos grandes atrasos nos portos, falta de contêineres e dificuldades de espaço, o que prejudica as exportações”, afirmou Ferreira. Ele também disse que cerca de 2 milhões de sacas de café estão acumuladas nos portos, aguardando embarque.

    Ferreira destacou o esforço das equipes de logística e o diálogo com os terminais portuários para mitigar os problemas. “Estamos trabalhando para manter as exportações em alta, mas os custos extras com armazenagem e atrasos pesam para os exportadores”, comentou.

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    Destinos do café brasileiro

    Os Estados Unidos foram o principal destino do café brasileiro em 2024, com a importação de 5,770 milhões de sacas entre janeiro e setembro, um aumento de 31,9% em comparação ao ano passado. A Alemanha ficou em segundo lugar, adquirindo 5,359 milhões de sacas, um aumento de 70,8%. Outros grandes importadores foram Bélgica, Itália e Japão.

    Desafios e alternativas

    Para driblar os problemas logísticos, o Brasil tem buscado alternativas, como o uso de embarques via “break bulk”, que permite o transporte de grandes volumes sem o uso de contêineres. Em setembro, dois envios de café utilizaram essa modalidade, prática comum nas décadas de 1960.

    Crescimento das exportações para países produtores

    O México liderou as importações de café brasileiro entre os países produtores, com um crescimento de 169,3% em 2024. O Vietnã, o segundo maior produtor mundial, também ampliou suas compras em 374,8%, adquirindo 637.546 sacas para suprir a demanda local.

    Tipos de café exportados

    O café arábica continua sendo a variedade mais exportada pelo Brasil, com 26,397 milhões de sacas enviadas ao exterior entre janeiro e setembro de 2024, representando 72,5% do total. Além disso, as exportações de canéfora, incluindo conilon e robusta, cresceram 170,4%, atingindo 7,037 milhões de sacas, o maior volume já registrado para essa espécie.

    Portos

    O Porto de Santos foi o principal responsável pelas exportações de café entre janeiro e setembro, com 24,682 milhões de sacas, ou 67,8% do total. Em seguida, o complexo portuário do Rio de Janeiro exportou 10,419 milhões de sacas.

     

  • Brasil conquista novos mercados para agronegócio

    Brasil conquista novos mercados para agronegócio

    O agronegócio brasileiro alcançou a 138ª abertura de mercado em 2024, somando 216 novas oportunidades desde o início de 2023. Ou seja, as recentes aprovações sanitárias de Angola, Coreia do Sul, México e Reino Unido fortalecem a confiança internacional no controle sanitário e fitossanitário do Brasil.

    O Reino Unido e o México autorizaram a importação de Grãos Secos de Destilaria (DDG) do Brasil sem exigência de certificação fitossanitária. Portanto, essa medida diversifica o uso de subprodutos de grãos no mercado externo e impulsiona a indústria brasileira de biocombustíveis.

    O México também liberou a entrada de farinha e pellets de feno dos tipos “alfalfa hay” e “timothy hay” para alimentação animal, sem necessidade de certificação fitossanitária. Essa autorização facilita o comércio e expande o mercado de rações brasileiras.

    Além disso, Angola, Coreia do Sul, México e Reino Unido aprovaram a importação de flor seca de cravo-da-índia e fibra de coco do Brasil. A novidade abre oportunidades para o setor de especiarias e fibras naturais, com potencial de crescimento nas indústrias de construção e manufatura desses países.

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    Essas conquistas resultam da parceria entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

     

  • Exportações de carne bovina atingem recorde em agosto

    Exportações de carne bovina atingem recorde em agosto

    As exportações de carne bovina do Brasil alcançaram 248.061 toneladas em agosto de 2024, gerando uma receita de US$ 1,072 bilhão. Ou seja, este foi o melhor desempenho registrado para o mês de agosto na história das exportações brasileiras. Em comparação com o mesmo período de 2023, o volume de embarques cresceu 16,5%, enquanto o faturamento aumentou 13,7%. Além disso, no acumulado do ano, o Brasil já exportou 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 27,9% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 7,9 bilhões em receita, um aumento de 18,7%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

    A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) atribui o crescimento contínuo das exportações aos esforços conjuntos do setor e do governo federal. Portanto, a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) por meio do projeto Brazilian Beef tem sido fundamental para a abertura de novos mercados. Atualmente, a carne bovina brasileira já chega a mais de 150 países.

    China e EUA lideram importações

    De janeiro a agosto de 2024, o Brasil exportou uma média mensal de 226.700 toneladas de carne bovina, o equivalente a mais de 8 mil contêineres por mês. Ao mesmo tempo, o faturamento médio mensal atingiu quase US$ 1 bilhão. A China continua sendo o principal destino, com 797 mil toneladas exportadas no período, gerando US$ 3,5 bilhões em receita.

    Os Estados Unidos aparecem como o segundo maior mercado, importando quase 122 mil toneladas, sendo 97 mil de carne in natura e o restante de carne industrializada. O total faturado chegou a US$ 725 milhões. Já os Emirados Árabes, um importante ponto de distribuição para outros países, como o Irã, importaram 113,5 mil toneladas, com uma receita de US$ 517 milhões.

    Hong Kong, o quarto maior destino, recebeu quase 83 mil toneladas, com faturamento de US$ 270,4 milhões.

    União Europeia e novas demandas

    As exportações de carne bovina para a União Europeia também mostraram um crescimento expressivo. Em agosto de 2024, o valor FOB subiu 27,9%, alcançando US$ 57,6 milhões, enquanto o volume exportado aumentou 27,7%, com 7.960 toneladas embarcadas. A categoria de carne in natura dominou as exportações para o bloco, impulsionada pela iminente implementação das novas regras da EUDR, previstas para janeiro, segundo o presidente da Abiec, Antonio Jorge Camardelli.

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    Mercados em expansão

    Outros mercados, como Filipinas, Rússia, Arábia Saudita, Argélia, México e Israel, também registraram aumento nas importações entre janeiro e agosto de 2024. As Filipinas apresentaram o maior crescimento, com um aumento de 61,9% no volume e 50% em valor. A Rússia viu suas importações crescerem 49,9% em volume e 43,7% em valor. A Arábia Saudita, por sua vez, aumentou as compras em 21,9% em volume e 24,8% em valor.

    Israel, que importou 24.626 toneladas, registrou um crescimento de 22,9% no volume e 19,4% no valor das exportações brasileiras.

    México

    O México, um dos mercados mais recentes a ser conquistado, também mostra crescimento constante. No último mês, a Abiec participou de uma missão no país, promovendo o potencial da carne bovina brasileira e consolidando parcerias comerciais. “O sucesso dessa iniciativa é uma prova do trabalho eficaz de promoção da carne bovina brasileira”, destacou Camardelli.

    A Abiec reúne 43 empresas, responsáveis por 98% da carne exportada pelo Brasil. Com projetos como o Brazilian Beef, em parceria com a ApexBrasil, o Brasil tem fortalecido sua presença global, ampliando o reconhecimento da qualidade da carne bovina brasileira e consolidando sua participação no mercado internacional.

     

  • México abre mercado para importação de aves do Brasil

    México abre mercado para importação de aves do Brasil

    O México começará a importar aves para exibição e reprodução do Brasil, incluindo aves de zoológico reproduzidas em ambiente controlado, destinadas à pesquisa científica e ao turismo.

    Expansão das exportações

    Essa nova abertura se junta às autorizações obtidas em 2024 para exportações do Brasil para o México, que incluem material genético asinino e avícola, pepsina suína, óleo de aves e óleo de peixes destinados à alimentação animal.

    Os resultados positivos são resultado do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE). Ambos têm se esforçado para expandir as oportunidades de comércio para o agronegócio brasileiro.

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    Importância do mercado mexicano

    A abertura do mercado mexicano representa uma oportunidade significativa para os produtores brasileiros, que buscam diversificar suas exportações e aumentar a competitividade no mercado internacional. Com a crescente demanda por produtos de qualidade, a certificação e o atendimento a padrões internacionais serão fundamentais para garantir o sucesso nas exportações.

    Com essa nova autorização, o Brasil se posiciona ainda mais como um player relevante no comércio internacional de produtos agropecuários, reforçando sua capacidade de atender às necessidades do mercado externo.