Tag: frio

  • Chimpanzés ganham chá e cobertores para enfrentar frio no Zoológico de SP

    Chimpanzés ganham chá e cobertores para enfrentar frio no Zoológico de SP

    O inverno chegou! As baixas temperaturas levaram o Zoológico de São Paulo a adotar medidas especiais para garantir o bem-estar animal durante os dias mais frios do ano. Chás de ervas, sopas, aquecedores e cobertores foram distruibuídos aos “moradores” do Zoo e chamaram atenção pela fofura.

    Entre os animais que receberam atenção reforçada estão os chimpanzés, que ganharam cobertas, frutas e chás quentinhos para enfrentar a nova estação.

    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP
    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP
    Chimpanzé do Zoo SP
    Foto: Divulgação/Zoo SP

    Além disso, os répteis, por exemplo, permanecem em recintos com sistemas de aquecimento que auxiliam na manutenção da temperatura corporal. Já os tamanduás-bandeira chamam a atenção dos visitantes ao utilizarem a própria cauda como uma espécie de cobertor natural.

    Segundo o zoológico, o período oferece uma oportunidade para que o público observe comportamentos típicos das espécies durante o inverno. Além dos tamanduás, é possível ver aves eriçando as penas para conservar calor.

    Inverno começou oficialmente no Brasil

    O inverno de 2026 começou oficialmente no Brasil no dia 20 de junho, segundo o calendário astronômico. A estação seguirá até 22 de setembro, quando terá início a primavera.

    Durante o período, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste costumam registrar as menores temperaturas do ano, além da ocorrência de massas de ar frio, geadas em algumas áreas e queda da umidade relativa do ar.

  • Geadas e temperaturas negativas acendem alerta no campo

    Geadas e temperaturas negativas acendem alerta no campo

    A onda de frio que atingiu o Sul do Brasil nesta semana colocou o clima no centro das atenções do agronegócio e elevou o alerta sobre a safra de grãos 2025/26. A chegada de uma frente fria derrubou as temperaturas, provocou geadas e levou os termômetros a mínimas próximas de 3°C em áreas produtoras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

    Na Serra Gaúcha, as temperaturas ficaram abaixo de 0°C por vários dias consecutivos, o que aumentou o risco de danos em lavouras de milho, feijão e culturas de inverno em fase inicial de desenvolvimento.

    O cenário agrava uma situação já pressionada por irregularidade climática. A safra 2025/26 vinha enfrentando estiagem, oscilações térmicas e baixa umidade do solo em importantes regiões produtoras. Agora, as geadas adicionam um novo fator de risco ao ciclo agrícola.

    No Rio Grande do Sul, produtores aceleram a semeadura do milho em áreas menos suscetíveis ao frio para reduzir perdas. A estratégia busca escapar das janelas mais críticas de ocorrência de geadas.

    Manejo do solo

    Segundo Fellipe Parreira, da GIROAgro, o manejo do solo ganhou protagonismo diante do aumento da imprevisibilidade climática. “A inoculação de sementes com bactérias eficientes favorece o desenvolvimento radicular e pode elevar a produtividade. No entanto, o resultado depende de fatores como clima, solo, manejo e disponibilidade de nutrientes”, explica.

    Solos bem corrigidos, com boa estrutura física e fertilização equilibrada, aumentam a retenção de água, fortalecem o sistema radicular e ajudam na recuperação das plantas após estresse térmico. Em áreas com manejo técnico adequado, as lavouras tendem a apresentar maior resistência durante episódios de frio intenso e geadas.

    O avanço de práticas como agricultura regenerativa, adubação de precisão e conservação do solo reflete a resposta do setor aos eventos climáticos extremos. Produtores ampliam investimentos em manejo biológico, cobertura vegetal, retenção hídrica, preservação da microbiota do solo e monitoramento climático.

    Esse movimento acompanha a busca por produtividade com sustentabilidade, aliada ao uso de tecnologias mais eficientes e adaptadas às diferentes realidades do campo brasileiro.

    Impacto

    O impacto do frio não se limita ao Sul. O milho, cultura estratégica para o agronegócio, influencia diretamente cadeias como proteína animal, indústria de alimentos, exportações e logística. Quedas na produtividade podem gerar efeitos em toda a economia agrícola.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já indicava maio como um mês de forte contraste climático, com avanço de massas de ar frio e risco de geadas no Sul, além de pressão sobre áreas do Centro-Sul.

    Além das baixas temperaturas, técnicos monitoram o estresse hídrico em áreas de segunda safra, principalmente no Paraná e em Mato Grosso do Sul. Nessas regiões, milho e feijão enfrentam perdas causadas pela combinação de seca e frio.

    O cenário reforça uma mudança estrutural no campo. A produção agrícola passou a depender cada vez mais da adaptação às condições climáticas. Planejamento técnico, manejo eficiente do solo e estratégias de resiliência tornaram-se essenciais para sustentar a produtividade diante das mudanças do clima.

  • Frio intenso ameaça milho e feijão no Centro-Sul

    Frio intenso ameaça milho e feijão no Centro-Sul

    A queda acentuada das temperaturas aumenta os riscos para lavouras de segunda safra no Centro-Sul do Brasil. O cenário preocupa produtores do Paraná e Mato Grosso do Sul.

    O estresse térmico pode comprometer o desenvolvimento do milho e do feijão. Além disso, a estiagem recente agravou a vulnerabilidade das culturas.

    Impacto em dois estados

    As condições climáticas adversas já afetam a segunda safra nos dois estados. Em algumas regiões, o atraso da colheita prejudicou a janela ideal de semeadura.

    Com isso, produtores enfrentam menos chuvas e maior risco de massas de ar frio durante maio. Esse cenário afeta diretamente o desenvolvimento das lavouras.

    Durante a implantação do milho e do feijão, os volumes de chuva diminuíram. O problema atingiu principalmente o oeste do Paraná e o sul do Mato Grosso do Sul. As culturas entraram em fases críticas entre abril e início de maio. Nesse período, as plantas exigem maior disponibilidade de água.

    No entanto, a escassez hídrica provocou perdas significativas nas lavouras. Mesmo com a melhora das chuvas no fim de abril, os impactos persistem.

    Previsões meteorológicas

    As previsões meteorológicas indicam o avanço de uma forte massa de ar polar. O sistema deve atingir a Região Sul, o sul paulista e Mato Grosso do Sul.

    O cenário favorece a formação de geadas em grande parte do Sul do Brasil. Assim, o frio intenso amplia os riscos para milho e feijão.

    As lavouras nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo seguem em fases sensíveis. Por isso, as baixas temperaturas preocupam produtores e técnicos.

    A região de Ponta Grossa, no Paraná, concentra importante área produtora de milho safrinha. Atualmente, o núcleo regional possui cerca de 33 mil hectares cultivados.

    Segundo o Departamento de Economia Rural do Paraná, 95% das áreas apresentam alta sensibilidade ao frio. Desse total, 25% estão em floração e 70% em frutificação. A previsão aponta temperatura mínima de 3,6 °C na terça-feira (12). Dessa forma, cresce o risco de impactos na floração e no enchimento dos grãos.

    As baixas temperaturas podem causar falhas na polinização. Além disso, o frio reduz a formação dos grãos e derruba a produtividade.

    A estiagem entre 10 e 26 de abril também aumentou a vulnerabilidade das plantas. O déficit hídrico intensificou os efeitos do estresse térmico.

    No feijão, os danos podem ser ainda maiores. A cultura apresenta elevada sensibilidade às baixas temperaturas.

    O frio pode provocar abortamento floral e reduzir a formação de vagens. Durante o enchimento dos grãos, a geada também pode causar enrugamento.

    Além disso, os grãos podem perder tamanho e peso. Isso compromete diretamente a produtividade das lavouras.

    Por outro lado, culturas de inverno apresentam menor risco neste momento. Trigo, aveia, canola e pastagens não devem sofrer impactos significativos.

    Previsão do tempo no Sul do Brasil

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê a passagem de uma frente fria pela Região Sul. O sistema deve provocar chuvas intensas e temporais.

    As áreas mais afetadas incluem o sudoeste e centro-sul do Paraná. O norte de Santa Catarina também deve registrar acumulados elevados.

    Segundo a previsão, os volumes de chuva podem superar 80 milímetros. Além disso, o frio continuará atuando durante o fim da semana.

    As temperaturas devem permanecer baixas em grande parte da Região Sul. O cenário inclui o sul gaúcho, oeste catarinense e oeste paranaense.

    O extremo sul do Mato Grosso do Sul também deve registrar temperaturas reduzidas. Em áreas serranas, os termômetros podem ficar abaixo de 2 °C.

    A possibilidade de geadas aumenta principalmente em áreas de maior altitude. Por isso, cresce o risco para lavouras em estágios sensíveis.

    Especialistas recomendam acompanhamento constante das atualizações meteorológicas. O monitoramento ajuda no manejo das lavouras e reduz riscos operacionais.

     

  • Atenção produtor: chuva e frio voltam a todo Brasil neste fim de semana.

    Atenção produtor: chuva e frio voltam a todo Brasil neste fim de semana.

    Uma frente fria deve espalhar chuva intensa e provocar queda de temperatura em todas as regiões do Brasil neste fim de semana. O sistema, que atua no Sul, avança em direção ao Norte e ao Nordeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

    Nesta quinta-feira (16/10), o Rio Grande do Sul já registrava pancadas fortes. As instabilidades agora se expandem para Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O Inmet publicou um alerta vermelho de grande perigo para tempestades até esta sexta-feira (18/10), com chance de prorrogação.

    Chuva, ventos e granizo

    A previsão indica chuva acima de 60 milímetros por hora ou mais de 100 milímetros em um dia, com ventos acima de 100 km/h e queda de granizo. O instituto alerta para risco de danos em edificações, interrupção no fornecimento de energia, destruição de plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos nas estradas.

    As áreas mais atingidas devem ser o oeste, noroeste, norte-central, centro-ocidental e centro-sul do Paraná, além do leste e sudoeste de Mato Grosso do Sul e da região de Presidente Prudente (SP). No Rio Grande do Sul, no oeste e meio-oeste de Santa Catarina e no sul do Paraná, o Inmet mantém alerta de atenção.

    A instabilidade deve se intensificar e se espalhar pelo país. Ou seja, ela deve alcançar até áreas que vinham de longos períodos de tempo seco, como o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

    Entre domingo (19/10) e segunda-feira (20/10), a frente fria deve avançar ainda mais e atingir também o Norte do Brasil, marcando o retorno das chuvas e a queda das temperaturas em quase todo o território nacional.

  • Frio avança e aumenta risco de geadas no Sul

    Frio avança e aumenta risco de geadas no Sul

    Uma massa de ar frio avança pelo Sul nesta sexta-feira (15). O fenômeno mantém as temperaturas baixas durante todo o dia. Em Porto Alegre, a mínima chega a 11 °C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O frio favorece geadas no sul do Rio Grande do Sul e na serra catarinense. Além disso, areas do litoral gaúcho, catarinense e paranaense registram chuvas isoladas, sem grande intensidade.

    Frio no sudeste

    O ar frio também atinge o Sudeste, com mínimas de 9 °C na capital paulista. Chove mais entre o litoral sul de São Paulo e as baixadas fluminenses. Ao mesmo tempo, no interior paulista e mineiro, o ar frio perde força. A região segue com calor e tempo seco. No oeste de Minas e no norte paulista, a umidade cai abaixo de 20% nas horas mais quentes.

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    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste, as temperaturas chegam a 35 °C em Mato Grosso e Goiás. A umidade relativa do ar fica abaixo de 12% em algumas áreas, aumentando o risco de queimadas.

    Nordeste

    No Nordeste, a umidade marítima se intensifica. As instabilidades se mantêm na costa leste e avançam para o sertão e o agreste.

    Norte

    Na Região Norte, instabilidades atingem Amazonas, Roraima e Amapá. A chuva também avança para áreas do Acre e do Pará.

     

  • Frio atinge Sul e Sudeste; alerta de seca no Centro-Oeste

    Frio atinge Sul e Sudeste; alerta de seca no Centro-Oeste

    O Sul e o Sudeste do Brasil iniciaram a semana com temperaturas baixas e previsão de geada. No Rio Grande do Sul, cidades registraram neve no último sábado (9). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê mínima de 3°C em áreas gaúchas e catarinenses. O frio avança para cidades do Sudeste, Centro-Oeste e até do Nordeste.

    No Centro-Oeste, o alerta é para seca, com umidade entre 20% e 30%. Portanto, a orientação é beber líquidos e evitar esforço físico nos horários mais quentes e secos.

    No Norte, as chuvas aumentam. Em geral, as áreas mais atingidas serão Norte e Sul de Roraima, Centro e Sudoeste do Amazonas, Norte e Sul amazonense.

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    São Paulo

    Em São Paulo, o domingo (10) teve céu encoberto e sensação de frio, com média de 13,4°C. Ventos úmidos e frios do mar, somados a uma massa de ar polar, mantiveram o clima gelado. Como resultado, a Defesa Civil mantém o estado de alerta para baixas temperaturas desde 22 de junho.

    Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), o ar frio e seco permanece sobre a capital e região metropolitana. As noites e madrugadas seguem frias, mas as tardes devem aquecer gradualmente. Não há previsão de chuva.

    A segunda-feira (11) começa com muitas nuvens e sol predominante pela manhã. A mínima será de 9°C e a máxima de 17°C. O dia termina com aumento de nuvens e sensação de frio.

    Na terça-feira (12), há previsão de névoa úmida e muitas nuvens no amanhecer. O sol predomina à tarde, elevando as temperaturas. A mínima prevista é de 9°C e a máxima de 20°C. A umidade do ar pode cair para 40% no período da tarde.

  • Frio avança e geadas atingem Sul e Sudeste

    Frio avança e geadas atingem Sul e Sudeste

    Uma massa de ar frio mantém as temperaturas baixas no Sul nesta quinta-feira (30). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) reforça a previsão de geada em áreas da serra gaúcha, interior catarinense e centro-sul do Paraná.

    No Sudeste, o tempo segue seco, com mínimas baixas e possibilidade de geada na Serra da Mantiqueira. Em São Paulo, o sol predomina e a máxima deve chegar a 18°C. No interior paulista e mineiro, a umidade relativa do ar fica abaixo de 30%. No Triângulo Mineiro e no noroeste paulista, os índices podem atingir níveis críticos, inferiores a 20%.

    O Centro-Oeste também enfrenta baixa umidade, mas as temperaturas sobem. Cuiabá deve registrar máxima de 33°C. No Nordeste, a frente fria avança e provoca chuvas fortes na Bahia. O Inmet alerta para o sul do Estado, onde podem ocorrer precipitações de até 50 milímetros.

    No Norte, as chuvas perdem intensidade. Agora, elas se concentram no extremo norte da região, entre Acre e Pará.

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  • Frio pode afetar produção de leite no inverno

    Frio pode afetar produção de leite no inverno

    Durante o inverno, o gado leiteiro enfrenta riscos maiores de infecções respiratórias, como pneumonia. Tosse e cansaço indicam problemas de saúde e devem ser investigados.

    Ambiente limpo e seco reduz riscos de infecção

    A técnica da Gadolando, Marieli Garcia Madeira de Lima, recomenda cuidados com o ambiente dos animais. Ela alerta que secreção nasal, inflamações nos cascos e mastite são comuns em ambientes úmidos e sujos. Por isso, os criadores devem manter os locais limpos, ventilados e livres de fezes e urina. Além disso, a higienização da área de ordenha também evita infecções nos tetos e outras complicações sanitárias.

    Alimentação e hidratação impactam a imunidade do rebanho

    O estresse térmico no frio exige mais esforço do organismo dos animais. Portanto, para enfrentar essa demanda, é essencial oferecer uma dieta balanceada com energia, proteínas e minerais. A técnica reforça a importância do calendário vacinal e da presença constante de assistência técnica.

    Nos dias frios, o consumo de água tende a cair, o que pode reduzir a produção de leite. Segundo Marieli, em algumas regiões, o risco de congelamento da água agrava o problema. Ela sugere proteger os bebedouros e, se possível, manter a água levemente aquecida. Também recomenda cochos limpos, camas secas e pisos seguros para evitar acidentes.

    Prenhes e bezerros exigem cuidados extras no inverno

    Vacas prenhas e bezerros são mais sensíveis ao frio intenso. Marieli recomenda garantir um ambiente seco e usar mantas térmicas ou roupas apropriadas. Além disso, proteger os animais da chuva, do vento e da geada assegura conforto térmico. Essa proteção ajuda a manter a saúde do rebanho e a produtividade durante o inverno.

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  • Frente fria chega ao Sudeste e reduz temperaturas

    Frente fria chega ao Sudeste e reduz temperaturas

    A frente fria que atinge o Sul avança para o Sudeste nesta sexta-feira (18), segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O fenômeno, no entanto, não traz chuvas nem mudanças bruscas no tempo nas regiões atingidas.

    Ar seco e temperaturas

    O ar seco continua predominando no Centro-Sul do Brasil e segue como destaque da semana. No estado de São Paulo, as temperaturas caem principalmente nas cidades localizadas mais ao leste. A queda pode chegar a 5 °C em algumas localidades do Sudeste, aponta o Inmet.

    Além disso, os termômetros também recuam no Sul, em Mato Grosso do Sul e em áreas de Mato Grosso, Goiás, Rondônia e Amazonas.

    No Sul do país, as mínimas devem atingir 3 °C, com possibilidade de geadas no Rio Grande do Sul. O Inmet alerta para a chegada do ar frio, que pode intensificar o frio nas madrugadas do fim de semana.

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  • Estufas garantem produção de flores durante o frio

    Estufas garantem produção de flores durante o frio

    O frio intenso impacta a produção da cadeia da floricultura em São Paulo. O setor, responsável por movimentar mais de R$ 8,4 bilhões por ano, gera 130 mil empregos diretos, segundo o Cepea.

    Impacto do frio

    As temperaturas baixas atrasam o crescimento e a floração das plantas. Ou seja, o resultado é a queda na qualidade das flores e a perda de produtividade.  Para enfrentar o frio, os produtores usam estufas com controle de temperatura, umidade e iluminação. A tecnologia permite manter o cultivo mesmo em dias gelados.

    “As estufas criam um microclima estável, essencial para o crescimento das plantas no inverno”, explicou Bruno Rossafa, consultor do Grupo Nortène. Segundo Rossafa, o controle do ambiente reduz pragas e doenças. Além disso, garante a continuidade das atividades econômicas no campo. “A produção continua o ano todo. Isso reduz perdas e aumenta a lucratividade do produtor”, destacou.

    Ambientes protegidos

    O Estado de São Paulo é referência no uso de ambientes protegidos. Já produtores sem essa estrutura enfrentam prejuízos durante o frio. No sul de Minas Gerais, a geada queimou parte da plantação de Joel Pimentel, em Munhoz. Ele cultiva alstroemérias, lírios, boca-de-leão, girassóis e hortênsias. “Tivemos perda de 30% da produção. O prejuízo foi de R$ 30 mil. Isso vai afetar nossos clientes em São Paulo”, disse o produtor. O mês de julho tem menor demanda, mas a perda preocupa. “Ficamos angustiados com essa situação”, relatou Joel.

    Crédito para instalação de estufas

    Para apoiar a instalação de estufas, o governo paulista oferece linhas de crédito via FEAP. O programa atende pequenos e médios produtores. “O apoio do FEAP ajuda o agricultor a enfrentar o frio com segurança”, afirmou Felipe Alves, secretário executivo do fundo.

    O crédito da linha Agricultura Sustentável permite financiamento de até R$ 250 mil. Os juros são de 3% ao ano, com até 84 meses para pagar. O prazo de carência pode chegar a 48 meses, conforme o ciclo produtivo. A CATI orienta os projetos e acompanha os produtores. “Com esse apoio, o produtor protege a lavoura, a renda e o abastecimento. Isso mostra o compromisso do Estado com o campo”, concluiu Felipe Alves.

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